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  • Etc,  Série

    Após escândalo de fraude universitária, Lori Loughlin não participará da última temporada de Fuller House

    15 de março de 2019 /

    Após ser dispensada das produções do canal Hallmark que estrelava, fontes de várias publicações americanas revelaram que a atriz Lori Loughlin também não deve participar da 5ª e última temporada de “Fuller House”, sitcom da Netflix que retoma os personagens da serie clássica “Três É Demais”. Loughlin foi uma das estrelas de “Três é Demais”, exibida entre 1988 e 1995, e reprisava em “Fuller House” o papel de Tia Becky. O afastamento da atração da Netflix a deixa desempregada, após o cancelamento de sua série de telefilmes “Garage Sale Mysteries” – o 16º longa estava em produção no Canadá – e a suspensão da exibição de “Quando Chama o Coração: A Série” (When The Heart Calls) para os roteiristas encontrarem uma forma de retirar sua personagem da trama. Ela e cerca de 50 pessoas, incluindo outra atriz, Felicity Huffman (de “Desperate Housewives”), foram acusadas de pagar para que seus filhos fossem aprovados em universidades de elite, passando por cima do sistema de seleção por méritos – o Enem americano. Loughlin e o marido chegaram a ser presos. Eles pagaram US$ 1 milhão de fiança cada um para responderem ao processo em liberdade. O valor é bem mais elevado do que os US$ 500 mil que o casal teria pago para aprovar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) na cota da equipe de atletismo da universidade, embora elas não participassem do grupo. As filhas, Olivia Jade e Isabella Rose, não retornarão às aulas na universidade após as férias de primavera. Elas temem a represália de outros alunos e decidiram, segundo o site americano TMZ, não continuar na universidade. Olivia, que tem um canal de quase 2 milhões de inscritos no YouTube, chegou a publicar em agosto do ano passado um vídeo afirmando que não se importava com os estudos. Ao responder a perguntas dos seguidores sobre como pretendia conciliar a faculdade com o trabalho, ela disse que “não sabia quantas aulas conseguiria frequentar” e que contaria com a compreensão dos professores. A jovem também disse que estava mais ansiosa para participar dos jogos e das festas organizadas pelos estudantes, e admitiu que “não ligava muito para a escola, como seus fãs sabiam”. Numa entrevista concedida ao site The Blast, ela afirmou que seus pais a obrigaram a estudar porque eles não tiveram educação superior, mas que sua prioridade era ser uma influenciadora digital. Após o escândalo, a jovem de 19 anos perdeu a parceria com a marca de cosméticos Sephora, com quem lançara uma linha com seu nome.

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  • Etc

    Escândalo de fraude escolar de Felicity Huffman imita sua personagem em Desperate Housewives

    15 de março de 2019 /

    A atriz Felicity Huffman foi uma das 50 pessoas presas e indiciadas no início desta semana, durante a Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou um esquema de pagamentos de propinas para fraudar o sistema de admissão nas principais universidades americanas. Documentos judiciais dizem que a atriz pagou US$ 15 mil em doação de caridade disfarçada para que sua filha pudesse participar do esquema e entrar na faculdade de sua escolha, independente da nota no SAT (o ENEM americano). O site BuzzFeed reparou que já tinha visto esta história antes e com a mesma protagonista. Coincidentemente, a personagem de Huffman na série “Desperate Housewives” fez algo muito semelhante na 1ª temporada da antiga série da rede ABC, encerrada em 2012 depois de oito temporadas. No quinto episódio – exibido em 2004 – , Lynette Scavo (Huffman) e seu marido Tom (Doug Savant) chegam à conclusão de que devem abrir o bolso se quiserem que seus filhos gêmeos sejam aceitos numa prestigiosa escola particular. Ao discutir o que poderia fazer para seus filhos serem aprovados sobre outros candidatos, Lynette conclui que “uma doação generosa garantirá que nossos filhos superem eles”. Tom pergunta quanto dinheiro eles devem doar, o que leva Lynette a sugerir “US$ 15 mil” – a mesma quantia que Huffman supostamente pagou para ajudar sua filha a entrar na faculdade. Huffman foi solta sob fiança, após pagar US$ 250 mil. Além dela, a atriz Lori Loughlin, conhecida por seu papel em “Três É Demais”, também foi presa devido ao esquema. Em seu caso, a fiança foi de US$ 1 milhão, porque ela pagou bem mais (US$ 500 mil) para as filhas entrarem na faculdade.

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  • Filme

    Atriz de Fuller House paga US$ 1 milhão de fiança e é dispensada pelo canal Hallmark após prisão

    14 de março de 2019 /

    A atriz Lori Loughlin, conhecida por seu papel em “Três É Demais”, pagou uma fiança de US$ 1 milhão para ser liberada da prisão resultante da Operação Varsity Blues, realizada pelo FBI, para desbaratar fraudes no sistema de ensino dos Estados Unidos. Ela e cerca de 50 pessoas, incluindo outra atriz, Felicity Huffman, são acusadas de pagar para que seus filhos fossem aprovados em universidades de elite, passando por cima do sistema de seleção por méritos – o Enem americano. Seu marido, Mossimo Giannulli, também foi preso e precisou pagar outra fiança de US$ 1 milhão para ser liberado. O valor é bem mais elevado do que os US$ 500 mil que o casal teria pago para aprovar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) na cota da equipe de atletismo da universidade, embora elas não participassem do grupo. As más notícias não ficaram nisso. Após a repercussão negativa do caso, a atriz foi dispensada de seu contrato com o canal pago Hallmark, onde estrelava a série de telefilmes “Garage Sale Mysteries”. O 16º longa da série estava em produção no Canadá. Ela também deve sair da série canadense “Quando Chama o Coração: A Série” (When The Heart Calls), produção da CTV que é exibida pelo Hallmark nos Estados Unidos. Mas seu futuro em relação às aparições em “Fuller House”, continuação de “Três É Demais” na Netflix, permanece em aberto. Loughlin estava trabalhando no Canadá quando o escândalo explodiu, Ela prontamente viajou até Los Angeles para se entregar e chegou quando sua marido já estava sendo indiciado. Além dela, a atriz Felicity Huffman (de “Desperate Housewives”) também foi solta sob fiança, mas seu pagamento foi bem mais modesto: US$ 250 mil para ser liberada. É que ela e seu marido, o ator William H. Macy (indicado ao Oscar em 1997 por “Fargo”), também teriam pago suborno bem menor, US$ 15 mil, para que a filha mais velha fosse aprovada. Eles consideraram fazer o mesmo esquema para a filha mais nova, mas desistiram. As investigações estão centradas em um homem da Califórnia que “ajudava estudantes a entrar na universidade”. A polícia federal americana informou que os pais pagavam para essa pessoa tendo pleno conhecimento do que ele estava fazendo.

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  • Etc

    Atrizes Felicity Huffman e Lori Loughlin são presas em operação do FBI sobre fraudes no vestibular americano

    12 de março de 2019 /

    As atrizes Felicity Huffman, que estrelou “Desperate Housewives” e foi indicada em 2006 ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em “Transamérica”, e Lori Loughlin, conhecida pela série “Três é Demais” (Full House) e integrante recorrente do atual revival “Fuller House”, foram presas e estão sendo investigadas por pagar suborno para que seus filhos fossem aprovados no equivalente americano ao processo do vestibular. Elas deverão ser soltas após prestar depoimentos. O suborno teria sido pago pelos investigados para que os filhos fossem aprovados em escolas de alto nível, como Georgetown, Stanford, UCLA e Yale com mudanças nas notas do SAT (o ENEM americano) ou como atletas recrutados, independentemente de suas capacidades atléticas de fato. Além delas, dezenas de treinadores da divisão de futebol americano universitário, a NCAA Division I, também foram incluídos nas investigações. Documentos apresentados pelas autoridades mostram que as pessoas investigadas pagaram milhões em propinas para que seus filhos entrassem nessas faculdades. As investigações estão centradas em um homem da Califórnia que “ajudava estudantes a entrar na universidade”. A polícia informou que os pais pagavam para essa pessoa tendo pleno conhecimento do que ele estava fazendo. Lori e seu marido Mossimo Giannulli foram acusados de pagar US$ 500 mil para a USC (University of South California) em troca das duas filhas serem aprovadas na equipe esportiva da universidade, embora elas não participassem do grupo. Felicity e seu marido, o ator William H. Macy (protagonista da série “Shameless” e indicado ao Oscar em 1997 de Melhor Ator Coadjuvante por “Fargo”), teriam pago US$ 15 mil para que melhorar a nota do SAT da filha mais velha, visando sua aprovação. Eles também tentaram fazer o mesmo esquema para a filha mais nova, mas desistiram. O FBI gravou conversas telefônicas que comprovariam os crimes, que incluem fraude, suborno e lavagem de dinheiro. Mas Macy não foi indiciado. As prisões foram resultado de uma operação da polícia federal americana, batizada de Operação Varsity Blues em homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos. A promotoria de Boston informou que ainda não decidiu se vai processar os alunos, além dos pais. Mas declarou que as universidades não são responsáveis pelos crimes, mas vítimas.

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  • Filme

    Diretor e ator de Pantera Negra vão filmar história de um Pantera Negra real

    19 de fevereiro de 2019 /

    Depois do sucesso de “Pantera Negra”, o diretor Ryan Coogler e o ator Daniel Kaluuya vão voltar a trabalhar juntos em outro filme de Pantera Negra. Desta vez, do movimento político que se inspirou no nome do super-herói da Marvel para radicalizar a militância racial. O filme se chama “Jesus Was My Homeboy” e é uma cinebiografia de Fred Hampton, famoso ativista negro dos EUA e um dos líderes mais conhecidos dos Panteras Negras. O grupo Panteras Negras foi formado em 1966 com o objetivo de armar e proteger os bairros negros de Oakland, na California, contra o crime e também contra a violência policial. Mas, a partir de 1969, passou a se dedicar a iniciativas de saúde, educação e alimentação para melhorar a qualidade de vida na região, espalhando-se para outras cidades com reivindicações sociais. Essa proliferação fez o FBI passar a considerar os Panteras Negras subversivos, taxando-os de “maior ameaça para a segurança interna” dos Estados Unidos da época. Como resultado, a polícia promoveu uma campanha de desmoralização, por meio de monitoração, infiltração, assédio a seus líderes e incentivo à denuncias de supostos crimes do grupo. Numa dessas ações “de rotina”, Fred Hampton foi assassinado enquanto dormia em sua casa pela polícia de Chicago. Kaluuya, que viveu o guerreiro W’Kabi em “Pantera Negra” e foi indicado ao Oscar por “Corra!”, vai assumir o papel de Hampton. Além dele, Lakeith Stanfield, que contracenou com Kaluuya em “Corra!”, também está na produção. Ele vai interpretar William O’Neal, um informante do FBI que tinha entrado nos Panteras Negras e traiu Hampton, drogando-o na noite do ataque. Hampton foi executado com dois tiros na cabeça enquanto dormia ao lado da namorada grávida, incapaz de reagir. Ao todo, o FBI e a polícia dispararam 80 balas contra a residência, e receberam de volta apenas um tiro involuntário de um guarda, que apertou o gatilho após levar diversos impactos no peito. Os Panteras Negras que sobreviveram ao massacre foram acusados de disparar contra a polícia e presos, mesmo não tendo tempo de reagir. O assassinato rendeu um documentário, “The Murder of Fred Hampton”, em 1971. E as evidências apuradas pelo filme do diretor Howard Alk ajudaram a levar as autoridades a julgamento pela execução de Hampton. Oito policiais, um promotor público e seu assistente foram condenados por um tribunal do juri por planejar friamente o assassinato do ativista. Mas a sentença acabou revertida. A injustiça só não foi completa porque a família de Hampton venceu uma ação civil e foi indenizada em US$ 1,85 milhão pela cidade de Chicago em 1979. Coogler escreveu o roteiro ao lado de Will Berson (“Scrubs”) e também vai produzir o projeto. Entretanto a direção ficou a cargo de Shaka King, mais conhecido por comandar episódios das séries de comédia “People of the Earth” e “High Maintenance”, e que foi premiado pelo Spirit Awards em sua estreia no cinema, com o filme indie “Newlyweds” (2013).

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  • Série

    Ator de Crepúsculo entra no spin-off da série F.B.I.

    17 de fevereiro de 2019 /

    O ator Kellan Lutz, que foi um vampiro em “Crepúsculo” (2012) e o personagem-título de “Hércules” (2014) no cinema, entrou no piloto de “F.B.I.: Most Wanted”, projeto de série derivada da ainda novata “F.B.I.”. A nova produção é a mais recente criação de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, ele também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversos spin-offs e “universos televisivos” compartilhados. O novo spin-off em potencial – cujo piloto será exibido como um episódio regular do final da 1ª temporada de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf está encarregado de co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Lutz vai interpretar o agente do FBI Crosby, um veterano da inteligência e comunicações, com passado militar. Ele se junta ao elenco, que já confirmou Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”), Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”) e Alana De La Garza (a Connie de “Law & Order”). A série “F.B.I.” foi o maior sucesso entre as estreias da rede CBS na atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf plantará uma nova bandeira de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele atualmente desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.

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  • Série

    Série F.B.I. vai ganhar spin-off com atriz de Game of Thrones

    10 de fevereiro de 2019 /

    A série “F.B.I” confirmou rapidamente que é uma produção de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, Wolf também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversas séries derivadas. E agora a rede CBS encomendou outro projeto de spin-off do produtor, o primeiro derivado da novata “F.B.I”, recém-lançada na emissora. Intitulada “F.B.I: Most Wanted”, a produção já começou a escalar o elenco, que será encabeçado por Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”) e Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”). A série em potencial – cujo piloto vai ao ar no final desta temporada como um episódio regular de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf vai co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Castle-Hughes vai interpretar Lynn Khanna, uma analista do FBI que vem de uma família conservadora de Dallas. Descrita como uma alma velha, mas brincalhona, Lynn é um mestre em informática e engenharia social que possui um senso de humor agudo. Já o eterno vilão McMahon vai interpretar um policial, para variar: Jess Lacroix, que supervisiona a unidade dos mais procurados do FBI. A série “F.B.I.” foi um dos maiores sucessos entre as estreias da atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores, o melhor desempenho entre as novidades da CBS em 2018. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf inaugurá uma sucursal de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele também desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.

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  • Filme

    The Informer: Joel Kinnaman vai parar na cadeia em trailer de filme de ação

    17 de novembro de 2018 /

    A Aviron Pictures divulgou o primeiro trailer do filme de ação criminal “The Informer”, estrelado pelo sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). A prévia é repleta de reviravoltas, mostrando como um criminoso (Kinnaman) aliciado pelo FBI, que trocou sua pena pela função de informante, precisa voltar à cadeia para entregar o esquema de um poderoso chefão da máfia polonesa. Com a vida de sua família em risco, ele não pode fugir, muito menos se submeter às traições de ambos os lados. Segundo longa dirigido pelo ator italiano Andrea Di Stefano (o primeiro foi “Escobar: Paraíso Perdido”), “The Informer” adapta o romance noir nórdico “Three Seconds” (de Börge Hellström e Anders Roslund), com roteiro de Matt Cook (“O Dia do Atentado”), e ainda inclui no elenco os atores britânicos Rosamund Pike (“7 Dias em Entebbe”) e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e o rapper americano Common (“Fúria em Alto Mar”). A estreia está marcada para 22 de março nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Etc

    Pacote com bomba é enviado para o ator Robert De Niro

    25 de outubro de 2018 /

    A polícia de Nova York foi acionada na manhã desta quinta (25/10) para investigar uma suspeita de bomba em um restaurante que pertence ao ator Robert De Niro. Um funcionário da Tribeca Productions, empresa de filmes e televisão fundada por De Niro, suspeitou de um pacote (veja abaixo) enviado para o ator com o endereço do local e alertou a polícia. O esquadrão antibombas recolheu o objeto suspeito para análise, enquanto o restaurante, chamado Tribeca Grill, foi evacuado. O pacote suspeito de conter um artefato explosivo é semelhante a outros enviados para o ex-presidente Barack Obama, para a emissora CNN, para o casal Bill e Hillary Clinton, para o bilionário George Soros, para o ex-vice-presidente Joe Biden e a deputada democrata Maxine Waters, entre outros alvos, todos considerados “inimigos” do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De Niro se encaixa nesse perfil por ter mandado Trump se “fod*r” durante o Tony Awards, premiação do teatro americano, que aconteceu em junho em Nova York. “Não é mais ‘abaixo Trump’. É f*da-se Trump”, ele proclamou na ocasião. O envio dos pacotes com explosivos ocorre na véspera das eleições legislativas do país, agendadas para 6 de novembro, que vão determinar se os republicanos mantêm o controle no Congresso. De acordo com o FBI (polícia federal americana), é possível que mais pacotes suspeitos com explosivos tenham sido enviados para personalidades liberais ou ligadas ao Partido Democrata – padrão encontrado em todos os alvos das bombas. A entidade tem tratado o caso como “terrorismo doméstico”, mas, por enquanto, não há registros de explosões nem de feridos.

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  • Filme

    Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio retomarão parceria com filme sobre massacre de tribo indígena nos anos 1920

    24 de outubro de 2018 /

    O diretor Martin Scorsese e o astro Leonardo DiCaprio finalmente definiram sua próxima colaboração. Após considerarem três projetos diferentes, a produção de “Killers of the Flower Moon” ganhou a preferência. Scorsese e DiCaprio começaram a desenvolver o projeto há dois anos, junto com “The Devil in the White City”, sobre um serial killer do século 19, e “Roosevelt”, a cinebiografia do ex-presidente Theodore Roosevelt. Será a sexta parceria da dupla, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). “Killers of the Flower Moon” é baseado no livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. Os direitos do livro, publicado no Brasil com o título “Assassinos da Lua das Flores”, foram adquiridos em 2016 por US$ 5 milhões e o roteiro vinha sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) desde então. A trama envolve o massacre da tribo de indígenas Osage Nation, nos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Quando li o livro de David Grann, imediatamente comecei a vê-lo – as pessoas, as configurações, a ação – e eu sabia que tinha que transformar isso em um filme”, disse Scorsese em um comunicado sobre o projeto. “Estou muito empolgado por trabalhar com Eric Roth e me reunir com Leo DiCaprio para trazer essa história americana verdadeiramente inquietante para a tela”, acrescentou ele. A data de estreia não foi revelada, mas as primeiras mortes do genocídio americano completarão 100 anos em 2021.

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  • Série

    StartUp: Estreia de Mira Sorvino é destaque no trailer da 3ª temporada

    22 de setembro de 2018 /

    A Sony divulgou o trailer da 3ª temporada de “StartUp”, série da plataforma de streaming Crackle, que combina tecnologia, crime e ação. A prévia enfatiza tiroteios e tensão, em meio a negociações clandestinas com figuras sombrias, e destaca a introdução de uma nova personagem, vivida por Mira Sorvino (“Falling Skies”). De acordo com a Sony, a produção é o título mais acessado em sua plataforma e tem feito grande sucesso junto aos fãs em mais de 50 países. Criada pelo roteirista Ben Ketai (“Floresta Maldita”), “StartUp” gira em torno de um jovem investidor financeiro (Adam Brody, da série “The O.C.”), que usa uma fortuna suspeita de seu pai desaparecido para desenvolver uma empresa de tecnologia, voltada para a lavagem de dinheiro, mas acaba atraindo atenção de pessoas violentas na darknet (a zona escondida de negócios ilegais da internet). O elenco central também inclui Edi Gathegi (série “The Blacklist”), Otmara Marrero (série “Ballers”) e, desde a 2ª temporada, Ron Perlman (série “Sons of Anarchy”). Mas perdeu um de seus protagonistas, Martin Freeman (“Pantera Negra”), que vivia um agente do FBI. Mira Sorvino viverá a agente da NSA Rebecca Stroud, que investiga o programa ArakNet, o empreendimento de Brody. Além dela, o elenco terá ainda reforço de Zachary Knighton (“LA to Vegas”), Tyler Labine (“Pequeno Demônio”) e Jason Kravits (“Unbreakable Kimmy Schmidt”). A 3ª temporada estreia na Crackle em 1 de novembro.

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  • Série

    Absentia confirma produção da 2ª temporada

    16 de setembro de 2018 /

    A Amazon confirmou a renovação de “Absentia”, série de mistério policial estrelada por Stana Katic (de “Castle”), para sua 2ª temporada. O anúncio oficial reflete iniciativa da produtora Sony, que em julho deu início à pré-produção de mais 10 episódios. Na série, Katic vive uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas acabou negociada com outros canais, como o Showcase no Canadá, o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos e o Crackle no Brasil. A 1ª temporada também teve 10 episódios, todos dirigidos por Oded Ruskin (da série israelense “False Flag”). Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Amber Aga (série “Murder City”), Bruno Bichir (série “Narcos”), Angel Bonanni (série “Shots Fired”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”).

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  • Etc

    EUA identificam e processam hacker norte-coreano que atacou a Sony em 2014

    7 de setembro de 2018 /

    O Departamento de Justiça dos Estados Unidos formalizou uma ação judicial contra um hacker da Coreia do Norte, denunciado pela invasão aos sistemas da Sony Pictures em 2014 e pelo ataque conhecido como WannaCry 2.0 em 2017. O hacker Park Jin Hyok é acusado de ter invadido os sistemas da Sony Pictures em 2014 e vazar centenas de emails privados de executivos da empresa, filmes inéditos e roteiros de séries, em retaliação à produção da comédia “A Entrevista”, que ridicularizava o ditador norte-coreano Kim Jong-un. Em consequência dos vazamentos, Amy Pascal perdeu o cargo de presidente do estúdio. Segundo o Departamento de Justiça, Hyok fazia parte de um grupo de cibercriminosos conhecido como Lazarus, que trabalha a mando do governo norte-coreano. Esse time é apontado por diversas empresas de segurança como um dos maiores disseminadores de golpes virtuais do mundo, entre eles o roubo de US$ 81 milhões do Banco de Bangladesh em 2016 e o ataque do vírus WannaCry 2.0, que causou o maior pânico cibernético já registrado. O golpe infectava computadores com um vírus que sequestrava arquivos e apenas os liberava após os criminosos receberem pagamentos com a moeda virtual bitcoin. A acusação do DoJ foi feita com base numa investigação do FBI. Se for condenado, Hyok será sentenciado a penas que podem chegar a 27 anos de prisão. Mas, para isso, precisaria ser extraditado para os EUA, o que não deve acontecer, garantindo-lhe a impunidade.

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