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    Gal Gadot negocia estrelar thriller fantasioso com Bradley Cooper

    21 de setembro de 2017 /

    A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) está negociando entrar no elenco de “Deeper”, thriller fantasioso que será protagonizado por Bradley Cooper (“Sniper Americano”). De acordo com o site Deadline, as conversas ainda estão em estágios iniciais. Escrito por Max Landis (“American Ultra”, “Victor Frankenstein”), o filme acompanha um astronauta que embarca em uma missão para explorar um novo limite de profundidade recém-descoberto no oceano, que pode ser o ponto mais profundo da Terra. No meio de sua descida, ele trava uma luta física e psicológica contra forças misteriosas. “Deeper” vai marcar a estreia em Hollywood do diretor húngaro Kornel Mundruczo, do excelente “White God”. Ainda não há previsão para o início da produção.

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    Novo Jumanji estrelado por Dwayne Johnson ganha dois trailers bem diferentes

    20 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou dois trailers diferentes de “Jumanji”, nova comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson (“Baywatch”), que ganhou o subtítulo nacional de “Bem-Vindo à Selva”. Por sinal, a prévia americana é bem mais divertida que a divulgada com legendas e dublagem. Ambas explicam a história, confirmando que não se trata de um remake, mas uma nova aventura, bem diferente do clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995. Para começar, o tabuleiro mágico é agora um videogame. E além de serem sugados para dentro do jogo, os protagonistas também mudam de aparência. Os trailers mostram como quatro adolescentes se transformam em Dwayne Johnson, Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”) e precisam enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 22 anos. O slogan diz que o “jogo evoluiu” e pronto. O novo “Jumanji” tem direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e estreia marcada para 4 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA (em 20 de dezembro).

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  • Série

    Roteirista de Game of Thrones desenvolve spin-off da série

    20 de setembro de 2017 /

    Logo após a HBO anunciar que estava trabalhando em quatro spin-offs da saga de “Game of Thrones” em maio, o criador de Westeros, o escritor George R.R. Martin, revelou que, na verdade, eram cinco projetos. E finalmente o autor do quinto derivado se tornou conhecido. Segundo a revista Entertainment Weekly, trata-se de Bryan Cogman, que escreve episódios de “Game of Thrones” desde a 1ª temporada da série. Entre os episódios mais recentes que Cogman escreveu estão “Stormborn”, o segundo capítulo da 7ª temporada, e “The Broken Man”, o sétimo episódio da 6ª temporada, que introduziu o personagem de Lyanna Mormont. Os quatro escritores anteriormente anunciados são Max Borenstein (“Kong: Ilha da Caveira”), Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Brian Helgeland (“Lendas do Crime”) e Carly Wray (série “The Leftovers”). Martin chegou a assumir, na época em que revelou o quinto projeto, que não esperava que todos virassem séries. “Décadas de experiência com filmes e televisão me ensinaram que nada é muito certo… mas acho muito improvável que possamos ter quatro (ou cinco) séries novas. Pelo menos não imediatamente. O que temos é a ordem para quatro – agora cinco – roteiros pilotos. Quantos desses vamos gravar e quantas séries podem surgir disso, ainda veremos”.

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    Game of Thrones vai gravar vários finais diferentes para sua última temporada

    15 de setembro de 2017 /

    A produção da 8ª e última temporada de “Game of Thrones” vai gravar vários finais diferentes para a série, visando evitar spoilers. A informação é de um jornal do interior dos EUA, The Morning Call, que acompanhou uma palestra do presidente de programação da HBO, Casey Bloys, em uma universidade da Pensilvânia, nos EUA. Na ocasião, o executivo afirmou que é necessário ter precauções quando se trata de “um programa importante”. “Quando estamos gravando as cenas, as pessoas acabam descobrindo. Então, filmaremos várias versões, para que ninguém descubra o que de fato irá acontecer no fim”, explicou Bloys. Como destacou o jornal, muitas séries de sucesso, como “Breaking Bad”, “Sopranos” e “Dallas”, também gravaram mais de uma versão para o episódio final das tramas, estratégia que é bastante comum entre as novelas da Globo. Curiosamente, não é a primeira vez que se ouve que “Game of Thrones” grava versões diferentes para despistar. Durante uma entrevista televisiva na véspera da estreia da 7ª temporada, o ator Kit Harington, intérprete de Jon Snow, disse que os atores passaram 15 horas filmando cenas de mentira para evitar spoilers. Apesar disso, todas as fotos tiradas por paparazzi acabaram se revelando cenas verdadeiras, o que sugere que talvez a história das cenas falsas tenha sido apenas para criar dúvidas entre os fãs que viram as imagens de Jon Snow e Daenerys (Emilia Clarke) juntos. De todo modo, a estratégia se provou ineficaz diante dos problemas enfrentados pela série, como spoilers da trama integral, vazamentos de roteiros provenientes de ataques de hackers, divulgação antecipada de dois episódios por piratas da Índia e pelo equívoco de funcionários europeus da própria HBO, etc.

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    Primeira foto do reboot de Hellboy mostra a transformação impressionante de David Harbour

    14 de setembro de 2017 /

    A produção do filme “Hellboy” divulgou a primeira imagem do ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) completamente transformado no personagem-título. Impressionante, o resultado não só é convincente como parece uma versão marombada do visual dos dois filmes em que o anti-herói foi vivido por Ron Perlman, na década passada. A imagem foi postada tanto na conta oficial do filme no Twitter como na rede social de Mike Mignola, criador dos quadrinhos originais, e marca o início das filmagens, após os produtores virarem a página da escalação polêmica de um coadjuvante, o Major Ben Daimio. Contratado originalmente, Ed Skrein desistiu do personagem, que nos quadrinhos é asiático, ponderando que atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. Em seu lugar, os produtores escalaram Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”), que fez questão de agradecer a Skrein pela atitude e pela oportunidade de viver o papel. Os outros atores confirmados na produção são Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) também é tida como certa no papel da vilã Nimue, mas ainda não houve anúncio oficial. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda não tem data de estreia prevista.

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    Daniel Dae Kim confirma papel em Hellboy e agradece integridade de Ed Skrein

    13 de setembro de 2017 /

    O ator Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”) confirmou ter entrado no reboot de “Hellboy” e fez questão de agradecer ao ator Ed Skrein (“Deadpool”) pela oportunidade e por sua integridade, em um comunicado dirigido à imprensa americana. “Eu aplaudo os produtores e, em particular, Ed Skrein por defender a noção de que os personagens asiáticos devem ser interpretados por atores asiáticos ou asiáticos americanos”, disse Kim, em um comunicado dirigido à imprensa americana. “Ele não poderia ter abordado o assunto de forma mais elegante e eu fico em dívida com ele por sua força de caráter”. Daniel Dae Kim ficou com o papel do Major Ben Daimio, após Ed Skrein desistir de viver o personagem. O ator inglês tinha sido escalado como Damio, que nos quadrinhos de Mike Mignola é asiático, mas, ao perceber as reclamações na internet, Skrein optou por desistir do filme, assumindo um papel diferente: o de porta-voz dos protestos, apontando que os atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, disse Skrein em seu comunicado. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. A polêmica mudou o conceito dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês, divulgaram o seu próprio comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. A escolha de Daniel Dae Kim é uma vitória dupla para a diversidade em Hollywood, porque ele também viveu recentemente uma polêmica de suposta segregação racial. Kim e sua “prima televisiva”, Grace Park, saíram da série “Hawaii Five-0” após sete temporadas, por não terem sido atendidos ao pedirem paridade salarial com os outros dois integrantes originais da produção, Alex O’Loughlin e Scott Caan, que são brancos. “Eu encorajo todos a olhar além da decepção desse momento para a imagem maior. O caminho para a igualdade raramente é fácil”, o ator escreveu em seu Facebook, ao se despedir dos fãs da série. Ele agora irá se juntar a David Harbour (série “Stranger Things”), que vive o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deveria ter começado a ser filmado nos primeiros dias de setembro, mas a polêmica atrasou seu cronograma. O filme ainda não tem data de estreia prevista.

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    Após recusa de Ed Skrein, Daniel Dae Kim negocia papel polêmico de Hellboy

    12 de setembro de 2017 /

    Os produtores do reboot de “Hellboy” estão negociando com Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”) o papel do Major Ben Daimio, informou o site da revista The Hollywood Reporter. O casting chama atenção pela polêmica racial que envolveu a escalação original. Inicialmente, Ed Skrein (“Deadpool”) tinha sido escalado como o personagem, que nos quadrinhos de Mike Mignola é asiático. Diante das reclamações na internet, Skrein optou por desistir do filme, assumindo um papel diferente: o de porta-voz dos protestos, apontando que os atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, disse Skrein em um comunicado. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. A polêmica mudou o conceito dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês como o Major Ben Daimio, divulgaram um comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. Daniel Dae Kim também viveu recentemente uma polêmica de suposta segregação racial. Ele e sua prima televisiva, Grace Park, saíram da série “Hawaii Five-0” após sete temporadas, por não terem sido atendidos ao pedirem paridade salarial com os outros dois integrantes originais da produção, Alex O’Loughlin e Scott Caan, que são brancos. “Eu encorajo todos a olhar além da decepção desse momento para a imagem maior. O caminho para a igualdade raramente é fácil”, o ator escreveu em seu Facebook, ao se despedir dos fãs da série. Caso ele seja contratado, irá se juntar a David Harbour (série “Stranger Things”), que vive o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deveria ter começado a ser filmado em setembro, mas a polêmica atrasou seu cronograma. O filme ainda não tem data de estreia prevista.

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    Nikolaj Coster-Waldau diz que protagonistas vão virar zumbis no final de Game of Thrones

    10 de setembro de 2017 /

    O ator Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister em “Game of Thrones”, afirmou, em entrevista à revista Esquire, que alguns protagonistas da série devem se tornar zumbis na 8ª e última temporada. “O medo é virar um desses zumbis. Isso seria um saco. Você sabe que alguns dos personagens principais vão virar. Vamos ter alguns protagonistas com olhos azuis correndo por aí. E, deus, espero não ser eu. São três horas de maquiagem pela manhã. Sei que se David Benioff e Dan Weiss lerem isso, eles dirão ‘ah, vai ser sim’.” O último ano da série terá apenas seis episódios, mas eles serão mais longos que o usual e começarão a ser gravados mais tarde que o habitual. Segundo o próprio Coster-Waldau, a produção começa em outubro. Mas esta será apenas a primeira etapa. Com o aumento de cenas em meio à neve, refletindo a chegada do inverno na trama, as dificuldades serão ainda maiores. Isto significa mais cenas na Islândia, na Irlanda do Norte, na Croácia e na Espanha, onde estão os principais cenários naturais da série, mas no período de inverno, que começa em dezembro, além de uma longa fase de pós-produção para a inclusão de efeitos especiais, cada vez mais complexos e que demandam cada vez mais tempo. Por conta disso, a estreia da 8ª e última temporada pode ficar apenas para 2019.

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    Novo filme de Guillermo del Toro vence o Festival de Veneza 2017

    9 de setembro de 2017 /

    O novo filme de Guillermo del Toro, “A Forma da Água” (The Shape of Water), foi o vencedor do Leão de Ouro do Festival de Veneza 2017. Combinação de fábula, romance e terror, o filme conta a história de uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura aquática aprisionada em um laboratório secreto do governo americano. “Quero dedicar esse prêmio a todos os diretores americanos e latino-americanos que desejam fazer filmes que mexam com nossa imaginação”, disse Del Toro ao receber o troféu. “Eu acredito em vida, amor e cinema. E nesse momento da minha vida eu me sinto cheio de vida, amor e de cinema”. Criador da série “The Strain” e especializado em filmes de terror e fantasia (como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “A Colina Escarlate”), Del Toro é o terceiro cineasta mexicano a lançar uma produção bem recebida em Veneza nos últimos anos. Embora Alfonso Cuarón (“Gravidade”, 2013) e Alejandro Iñárritu (“Birdman”, 2015) não tenham vencido o Leão de Ouro, eles saíram do festival italiano embalados por críticas positivas e acabaram vencendo o Oscar com seus filmes. O Grande Prêmio do Júri, considerado o 2º lugar da premiação, foi para “Foxtrot”, do israelense Samuel Maoz. O cineasta tinha vencido o Leão de Ouro de 2009 com sua estreia, o drama de guerra “Lebanon”. Em sua nova obra, ele descreve três momentos da família de um bem-sucedido arquiteto de Tel Aviv a partir do instante em que recebe a notícia da morte do filho mais velho, um soldado do Exército. O Prêmio do Júri, equivalente ao 3º lugar, ficou com “Sweet Country”, de Warwick Thorton, um western ambientado no outback australiano dos anos 1920. Thornton tinha vencido a Câmera de Ouro em Cannes com sua estreia, “Sansão e Dalila” (2009), e é o único cineasta aborígene consagrado pela crítica internacional. O Leão de Prata de Melhor Direção foi para o francês Xavier Legrand, pelo drama “Custody” (Jusqu’à la Garde), sobre um marido com fama de violento que consegue o direito de passar os fins de semana com o filho mais novo. É o primeiro longa dirigido por Legrand, que também venceu o Leão do Futuro, dado à melhor obra estreante do festival. O jovem cineasta entrou no cinema ainda criança, como ator no clássico “Adeus, Meninos” (1987), de Louis Malle, mas já tem uma indicação ao Oscar no currículo, por seu curta “Avant que de Tout Perdre” (2013). A Copa Volpi de Melhor Atriz foi para Charlotte Rampling, por sua interpretação em “Hannah”, da italiana Andrea Pallaoro (“Medeas”). A veterana estrela inglesa, que estreou no filme dos Beatles “Os Reis do Ié-Ié-Ié” (1964) e foi sex symbol dos anos 1970, experimenta um renascimento da carreira na Terceira Idade, após vencer o Urso de Prata do Festival de Berlim por seu filme anterior, “45 Anos” (2015), pelo qual também concorreu ao Oscar. Em “Hannah”, ela vive a personagem-título, uma mulher septuagenária em crise de identidade, provocada por uma revelação relacionada ao marido. Já a Copa Volpi de Melhor Ator foi para Kamel El Basha, pelo drama libanês “The Insult”, de Ziad Doueiri (ex-assistente de câmera de Tarantino), sobre uma briga judicial entre um mecânico cristão e um empreiteiro palestino de origem muçulmana, em Beirute. O prêmio de Melhor Roteiro ficou com “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”. Ainda mais sombria que “Na Mira do Chefe” (2008) e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), a terceira comédia de humor negro do inglês Martin McDonagh acompanha uma mãe (Frances McDormand) de uma pequena cidade do Missouri, inconformada com a incompetência da polícia após o estupro da filha, e foi um dos filmes mais comentados do festival. O troféu Marcello Mastroianni de melhor ator ou atriz revelação foi para o americano Charlie Plummer, por sua performance no drama “Lean on Pete”, dirigido por Andrew Haigh (de “45 Anos”), no qual interpreta um adolescente de 15 anos que arranja um emprego como assistente de um treinador fracassado de cavalos de corrida. O rapaz foi um dos finalistas ao papel do novo Homem-Aranha, está atualmente em cartaz no Brasil em “O Jantar” e poderá ser visto no fim do ano no novo longa de Ridley Scott, “All the Money in the World”. O júri da competição oficial deste ano foi presidido pela atriz americana Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) e formado pelo diretor americano Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), a atriz inglesa Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), a cineasta húngara Ildiko Enyedi (“On Body and Soul”), o diretor mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), a atriz francesa Anna Mouglalis (“Coco Chanel & Igor Stravinsky”), o crítico inglês David Stratton, a atriz italiana Jasmine Trinca (“Saint Laurent”) e o cineasta taiwanês Yonfan (“Príncipe das Lágrimas”). Além da competição oficial, também foram divulgados os trabalhos premiados nas mostras paralelas. O principal destaque coube ao vencedor da seção Horizontes: “Nico, 1988”, da italiana Susanne Nicchiarelli (“Cosmonauta”), sobre os últimos anos de vida da ex-modelo e cantora alemã Nico, ex-vocalista da banda Velvet Underground. Outro filme que chamou atenção foi o argentino “Hunting Season” (Temporada de Caza), primeiro longa de Natalia Garagiola, vencedor da seção Semana da Crítica, cujo prêmio é conferido pelo público. Confira abaixo a lista dos premiados. Vencedores do Festival de Veneza 2017 Mostra Competitiva Melhor Filme: “The Shape of Water”, de Guillermo del Toro Grande Prêmio do Júri: “Foxtrot”, de Samuel Maoz Melhor Diretor: Xavier Legrand (“Custody”) Melhor Ator: Kamel El Basha (“The Insult”) Melhor Atriz: Charlotte Rampling (“Hannah”) Melhor Roteiro: “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”, de Martin McDonagh Prêmio Especial do Júri: “Sweet Country”, de Warwick Thorton. Ator/Atriz Revelação: Charlie Plummer (“Lean on Pete”, de Andrew Haigh) Prêmio Leão do Futuro (Diretor Estreante): Xavier Legrand (“Jusqu’à la Garde”) Mostra Horizontes Melhor Filme: “Nico, 1988”, Susanna Nicchiarelli Melhor Direção: Vahid Jalilvand, “No Date, No Signature” Prêmio Especial do Júri: “Caniba”, Verena Paravel and Lucien Castaing-Taylor Melhor Atriz: Lyna Khoudri, “Les bienheureux” Melhor Ator: Navid Mohammadzadeh, “No Date, No Signature” Melhor Roteiro: “Oblivion Verses”, Dominique Wellinski e Rene Ballesteros Melhor curta-metragem: “Gros chagrin”, Céline Devaux Mostra Semana da Crítica Melhor Filme: “Hunting Season”, de Natalia Garagiola Leão do Futuro Prêmio “Luigi De Laurentiis” de Filme de Estreia: “Custody”, de Xavier Legrand Clássicos de Veneza Melhor Documentário sobre Cinema: “The Prince and the Dybbuk”, de Elvira Niewiera e Piotr Rosolowski Melhor Filme Restaurado: “Vá e Veja” (1985), de Elem Klimov Competição de Realidade Virtual Melhor Realidade Virtual: “Arden’s Wake (Expanded)”, de Eugene Y.K. Chung Melhor Experiência de Realidade Virtual: “La Camera Isabbiata”, de Laurie Anderson e Hsin-chien Huang Melhor História de Realidade Virtual: “Bloodless”, de Gina Kim

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    Pirataria da 7ª temporada de Game of Thrones teria atingido 1 bilhão de visualizações

    8 de setembro de 2017 /

    “Game of Thrones” bateu um novo recorde de audiência. A 7ª temporada da atração, que se tornou a série mais assistida da história da HBO e da TV paga americana, teria sido vista mais de 1 bilhão de vezes de forma ilegal. A afirmação foi feita pela empresa de monitoria MUSO, que identificou diversos arquivos piratas do programa na internet. Mais do que em anos anteriores, a mais recente temporada de “Game of Thrones” sofreu vazamentos após ataques de hackers, de piratas indianos e até como consequência de vacilos de funcionários europeus da própria companhia. Isto resultou em aumento significativo do público de cópias piratas de seus episódios. E não apenas por meio de redes de torrent, de uso mais complexo para o usuário comum. Embora capítulos tenham sidos disponibilizados também para download direto e simples em sites e fóruns, o que chamou mais atenção no monitoramento foi a proliferação do streaming pirata. 85% das exibições ilegais aconteceram com o simples aperto de um botão de “play”. Em comparação, os sites de torrent representaram 9,1% da pirataria, enquanto os downloads comuns 5,6%. “Não é segredo que a HBO foi atormentada por violações de segurança durante a última temporada, que teve alguns episódios vazados antes da transmissão e adicionados à atividade ilegal”, disse Andy Chatterley, CEO e cofundador da MUSO, no comunicado que apresentou os números. “Além do tamanho da pirataria quando se trata de programas populares, esses números demonstram que a transmissão sem licença pode ser um tipo de pirataria muito mais significativo do que os downloads via torrent”, ele concluiu.

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    Angelina Jolie confirma que vai estrelar Malévola 2

    6 de setembro de 2017 /

    Angelina Jolie revelou que voltará a atuar. Ela viverá novamente a personagem Malévola na sequência do filme de 2014. A confirmação aconteceu durante o Festival de Cinema de Telluride, nos EUA, em que Jolie exibiu seu novo trabalho como diretora, “First They Killed My Father”. “Nós estivemos trabalhando no roteiro, então podem esperar por uma sequência muito forte”, disse a estrela, sobre a fantasia da Disney. Com a confirmação de Jolie, resta saber se Elle Fanning, intérprete da Princesa Aurora, também fará parte do elenco de “Malévola 2”. Ou mesmo se haverá a volta de Brenton Thwaites como o Príncipe Phillip. “Acho que é hora de voltar ao trabalho, estou me sentindo bem para isso”, afirmou ela. “Precisava desse tempo em casa. Espero voltar a atuar nos próximos meses”, ela completou. Ainda não há previsão para a estreia de “Malévola 2”, mas “First They Killed My Father” chega à Netflix em 15 de setembro.

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    Cara Delevingne será uma fada em nova série da Amazon

    3 de setembro de 2017 /

    A atriz Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) vai estrelar sua primeira série. Ela entrou no elenco da vindoura “Carnival Row”, produção de fantasia criada por Rene Echevarría (criador também de “The 4400”) para a Amazon. A trama se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Delevigne interpretará justamente uma dessas criaturas, Vignette Stonemoss, uma fada refugiada, que enfrenta preconceitos e precisa lidar com segredos que tentou deixar para trás. Ela vai se juntar ao elenco encabeçado por Orlando Bloom (franquia “Piratas do Caribe”), primeiro nome confirmado na produção. Bloom viverá um inspetor de polícia chamado Rycroft Philostrate, que, ao investigar um assassinato descobre o surgimento de um serial killer de fadas. Além de atuar, Bloom também trabalhará como produtor, ao lado de Echevarría e do roteirista Travis Beacham (“Círculo de Fogo”). Curiosamente, a série é uma adaptação feita por Echevarria de um roteiro não filmado de Beacham, que figurou na Black List de 2005. O roteirista imaginou a história como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (também de “Círculo de Fogo”). De Toro não está envolvido na série, que, por sinal, terá seu episódio inaugural dirigido por outro cineasta: Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). A 1ª temporada terá ao todo oito episódios, que serão disponibilizados pelo serviço de streaming da Amazon.

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    Atitude de Ed Skrein, que desistiu de filme para não viver papel asiático, chacoalha Hollywood

    31 de agosto de 2017 /

    A decisão de Ed Skrein (“Deadpool”) de desistir de um papel no reboot de “Hellboy”, diante da reação das redes sociais à sua escalação como um personagem que originalmente era asiático nos quadrinhos, pode ter grande influência no futuro das adaptações cinematográficas. A revista Entertainment Weekly entrevistou alguns diretores de casting de Hollywood e verificou que a repercussão deve mudar o modo como o cinema escala seus atores. Skrein tinha sido contratado para viver o Major Ben Daimio, um personagem de descendência japonesa nos quadrinhos. Branco e britânico, ele não não tinha nada em comum com o papel e, ao entender a reação do público, percebeu que também estava tirando uma oportunidade de trabalho de um ator asiático – e papéis para asiáticos são bastante escassos em Hollywood. “É claro que a representação deste personagem de uma maneira culturalmente precisa tem significado para as pessoas, e vi que negligenciar essa responsabilidade continuaria uma tendência preocupante para obscurecer histórias e vozes de minorias étnicas nas Artes”, escreveu Skrein no Twitter, justificando sua decisão de abandonar o longa. “É nossa responsabilidade tomar decisões morais em tempos difíceis e dar voz à inclusão”. “Agora, acho que todos tiveram um chamado para despertar… Esta discussão é incrivelmente saudável, e acho que já foi muito adiada”, disse a diretora de casting Lucinda Syson, que escalou Skrein no papel principal de “Carga Explosiva: O Legado”(2015). “Ele vai ser sempre lembrado por simbolizar a representação autêntica na tela”, completou o diretor de casting Russell Boast (série “Chance”), que dirige o comitê de diversidade da Casting Society of America. “Eu acho que sua decisão vai ressoar com muitos atores que nunca pensaram em recusar papéis e protestar contra este jogo de embranquecimento que está sendo jogado”. O embranquecimento de personagens (whitewashing, em inglês) é um hábito histórico de Hollywood. Mas se no passado ninguém reclamava de ver Charleton Heston como um mexicano ou hebreu, nos últimos anos a autenticidade na representação étnica tem sido bastante cobrada. Escalações equivocadas não têm mais passado em branco, gerando reclamações cada vez mais barulhentas. Seja Emma Stone como uma personagem de ascendência chinesa em “Sob o Mesmo Céu” (2015) ou Scarlett Johansson interpretando o papel principal de “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” (2017), uma japonesa colocada dentro do corpo de uma mulher branca, literalmente apagando sua identidade cultural original. Entretanto, até Skrein tomar sua atitude, nenhum ator optou por se afastar desse tipo de papel, e os cineastas também aceitaram as escolhas de casting, argumentando com freqüência que Hollywood não tem estrelas de cinema asiáticas. De acordo com Julia Kim (“O Protetor”), uma rara diretora de casting asiática, a decisão de Skrein vai levar outros atores a refletirem se vale a pena se desgastar em defesa de sua escalação racialmente incorreta num filme. “Ele poderia ter realmente se beneficiado com um grande papel como esse em um grande filme. Mas também teria sido uma atenção negativa, e esta é uma atenção positiva… De certa forma, sua decisão transferiu a responsabilidade para os próprios atores e corrigiu o problema de dentro para fora. Isso define uma plataforma, que os outros atores podem ou não seguir, mas não terão mais como evitar”. Em outras palavras, a decisão de Skrein, juntamente com a explicação de sua atitude nas redes sociais, torna mais difícil para outros atores se defenderem diante de suas escalações equivocadas. Uma coisa é os fãs assinarem petições e criarem campanhas para a representação correta de personagens asiáticos ou de outras etnias no cinema. Outra bem diferente é quando um ator chama a responsabilidade para si e dá um exemplo. Isso também vale para os estúdios, especialmente os que estão por trás de franquias que podem perder fãs por insistirem no embranquecimento. Vale lembrar que até o produtor asiático Roy Lee chegou a defender a versão americana de “Death Note”, dizendo que a adaptação tinha transportado a trama para os Estados Unidos e, por isso, fazia sentido que o papel principal fosse interpretado por Nat Wolff. Entretanto, esta “adaptação” não tirou da trama o personagem de Ryuk, que é um shinigami, um espírito que só existe na cultura japonesa, e que foi interpretado por um ator branco, Willem Dafoe. Skrein já mudou a cabeça dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês como o Major Ben Daimio, agora divulgaram um comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. O que a reportagem da Entertainment Weekly negligencia – de forma muito conveniente, por sinal – é que essa mesma insensibilidade racial tem sido usada na substituição sistemática de personagens brancos por intérpretes negros nas adaptações de quadrinhos, especialmente nas séries de TV. Em todas as produções de Greg Berlanti, à exceção do protagonista de “Riverdale”, os personagens ruivos dos quadrinhos são vividos por atores negros. Entretanto, quando os roteiristas decidem criar personagens inéditos para as mesmas séries, optam invariavelmente por conceber novos papéis para brancos. E se a Marvel transformou o asiático O Ancião na britânica Tilda Swinton em “Doutor Estranho”, também fez a nórdica Valquíria ganhar a interpretação da atriz negra Tessa Thompson no vindouro “Thor: Ragnarok”, com direito aos mesmos equívocos culturais – no caso da Valquíria, uma longa tradição viking, com reflexo até nas óperas de Richard Wagner. Que tal refletir sobre isto, também?

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