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    His Dark Materials: 2ª temporada ganha novo trailer legendado

    28 de agosto de 2020 /

    A HBO divulgou um novo trailer legendado da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que leva a protagonista para novos mundos. A prévia é mais violenta que o esperado, ao adaptar o segundo livro da saga conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. Já James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) teve a participação cortada na temporada, devido à pandemia de coronavírus (saiba mais). A 2ª temporada estreia em novembro, em dia ainda não anunciado.

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    The Witcher vai ganhar documentário de bastidores. Veja o trailer

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix segue explorando o sucesso “The Witcher” com o lançamento da terceira produção derivada da série. Depois de anunciar um longa animado e uma nova série relacionada ao universo do escritor Andrzej Sapkowski, a plataforma divulgou o trailer de um documentário sobre os bastidores das gravações de 2019, apropriadamente batizado de “The Witcher – Making Of”. O vídeo resume o conteúdo, com depoimentos do elenco e da equipe de produção, além de revelar detalhes das cenas por trás das câmeras, desde as maquiagens e os efeitos até os treinamentos de Henry Cavill para as lutas de espadas. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt de Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri(lla), e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo e tem vários outros personagens relevantes. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. Atualmente, a série está gravando os episódios de sua 2ª temporada, que só vai estrear em 2021. Já “The Witcher – Making Of” ainda não tem previsão de estreia.

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    Warrior Nun é renovada

    19 de agosto de 2020 /

    A Netflix anunciou a esperada renovação de “Warrior Nun” para sua 2ª temporada. A série se tornou uma sensação na semana de seu lançamento, mas a plataforma demorou um mês e meio para confirmar a produção de novos episódios. O anúncio foi acompanhado por um vídeo de “reação” do elenco, algo que a Netflix parece ter transformado em fórmula durante a pandemia. Veja abaixo o criador da série dar a notícia para as atrizes principais, durante uma videoconferência. Assim como elas, os assinantes da Netflix que maratonaram a atração estavam aflitos por notícias de sua renovação. Isto porque o final da temporada inaugural é um cliffhanger, que acontece no meio de uma grande batalha e após uma reviravolta inesperada. A série também conquistou a crítica. A ironia é que as primeiras resenhas, baseadas nos capítulos iniciais, não previa nada desse frisson. Muitos jornalistas apressados consideraram a série convencional e até arrastada, com muitas outras reclamações sobre clichês e intérpretes desconhecidos – o elenco é cheio de atrizes novatas. Já as críticas escritas por quem realmente viu a temporada completa manifestam tom oposto, completamente entusiasmado. Até o geralmente contido jornal inglês The Guardian ousou chamar “Warrior Nun” de “o novo ‘Stranger Things'”. “A coisa toda é uma viagem de besteirol absoluto, mas você sente que o algoritmo de produções da Netflix pode ter tido um orgasmo total quando foi apresentado à premissa”, diz o texto que elogia como os clichês de outras séries, de “Buffy” a “Sense8”, são mesclados para gerar um resultado altamente viciante. “O programa é um monte de garotas que chuta traseiros e usa espadas para matar monstros em igrejas. Honestamente, como não amar?”. A trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá, e foi transformada em série por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”. Em entrevista na época do lançamento, Simon Berry foi bastante otimista sobre o futuro da série. “Acho que dá para fazermos de 5 a 7 temporadas. Quando estávamos terminando o roteiro da 1ª temporada, tínhamos muitos caminhos a seguir. Então criamos uma coletânea de ideias para usarmos em uma possível 2ª temporada”, afirmou o produtor. Além de muitos elogios para as coreografias de lutas e as reviravoltas da trama, alguns críticos também previram futuro promissor para as atrizes reveladas na série, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das noviças rebeldes. O elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é parcialmente europeia, gravada na Espanha. Warrior Nun has been renewed for a second season — watch the cast find out pic.twitter.com/FOFY4N4RhT — Netflix (@netflix) August 19, 2020 Mas prima, esse ainda não é o fim. A segunda temporada de Warrior Nun tá confirmadíssima. https://t.co/Y0uBK8Yq4I — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 19, 2020

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    Noah Centineo posa sem camisa para mostrar os músculos de He-Man

    10 de agosto de 2020 /

    O ator Noah Centineo, galã de comédias adolescentes da Netflix, compartilhou nesta segunda (10/8) duas fotos em que aparece descamisado. O objetivo foi mostrar a evolução de sua forma física. Ele está ganhando massa muscular para viver o herói He-Man num novo filme baseado na série animada – e brinquedo – dos anos 1980. A produção deveria ter começado a ser filmada no ano passado, mas acabou adiada e encontra-se comprometida pela pandemia. Por conta disso, o ator perguntou aos seguidores, ao lado das fotos: “A questão é… devo começar a malhar de novo?”. Muitos fãs, porém, não sabiam desse projeto e manifestaram surpresa, nos comentários, ao ver Centineo com músculos e o abdômen definido. A escalação do ator mostra que os produtores buscaram um intérprete bem diferente do primeiro He-Man do cinema, ninguém menos que o fortão Dolph Lundgren (“Creed II”) em “Mestres do Universo”, lançado em 1987. Escrito por Art Marcum e Matt Holloway, roteiristas do primeiro “Homem de Ferro” (2008) e do novo “MIB: Homens de Preto – Internacional” (2019), o filme terá direção dos irmãos Aaron e Adam Nee, conhecidos pelo thriller independente “Band of Robbers”. O projeto, na verdade, tem mais de uma década – e uma pilha de roteiros descartados que inclui histórias de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”). Ao contrário do filme de 1987, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado numa linha de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado em sua irmã She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Após She-Ra ser completamente reinventada numa nova série animada da Netflix, uma versão de He-Man com Centineo também tende a ser bem diferente do que a maioria lembra do personagem. A produção ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram The question is.. should I start training again? Uma publicação compartilhada por Noah (@ncentineo) em 8 de Ago, 2020 às 8:17 PDT

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    Siren é cancelada após três temporadas

    5 de agosto de 2020 /

    A série “Siren”, sobre sereias marinhas em guerra contra a humanidade, chegou ao fim. O canal pago americano Freeform anunciou o cancelamento da produção, dois meses após o final da 3ª temporada. O cancelamento marca uma reversão completa para “Siren”, que estreou de forma avassaladora em 2018. A série foi um grande sucesso em suas duas primeiras temporadas, liderando a audiência de seu canal. Embora tenha perdido público, ainda permanecia como um dos destaques da programação, com 410 mil espectadores ao vivo e 0,11 ponto na demo – à frente, por exemplo, de “Motherland: Fort Salem”, que foi renovada. O Freeform não deu explicações sobre sua decisão. Embora o bem finalmente tenha triunfado sobre o mal no final da 3ª e agora última temporada, o episódio não encerrou completamente a história da sereia Ryn. O conflito acabou, mas o paradeiro do protagonista humano, Ben, ficou desconhecido depois dele ser visto pela última vez atraindo guerreiros tritões para salvar a filha de Ryn. De todo modo, não foi um final com muitos ganchos, trazendo conclusão para vários personagens. “Siren” era baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passava em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Mas a chegada de uma garota misteriosa provou que este folclore tinha fundo verdadeiro. As sereias eram predadores ferozes, trazidas à tona pela pesca que ameaçava seu meio-ambiente. O elenco destacava Eline Powell, como Ryn, a sereia principal, além de Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (“Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (“Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (“Ghost Wars”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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    The Witcher vai ganhar série derivada

    27 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou a produção de uma nova série derivada de “The Witcher”. Vai se chamar “The Witcher: Blood Origin” e se passar antes dos eventos da atração principal. Ambientada 1200 anos antes da história de Geralt de Rivia, “Blood Origin” contará a origem do primeiro Bruxo e os eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só. A produção live-action (com atores) será uma minissérie de seis episódios, com gravações no Reino Unido. A trama será desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros sobre “The Witcher”, que inspiraram a série. “Como fã de fantasia ao longo da vida, estou muito animado para contar a história de ‘The Witcher: Blood Origin’. Uma pergunta está em minha mente desde que li os livros ‘The Witcher’: como era o mundo élfico antes da chegada cataclísmica dos humanos? Eu sempre fui fascinado pela ascensão e queda das civilizações, como a ciência, a descoberta e a cultura florescem logo antes dessa queda”, disse Declan de Barra. Além desta série, a Netflix já tinha anunciado a produção de uma animação passada no mesmo universo: “The Witcher: Nightmare of the Wolf”, que será outro prólogo, centrado na história de Vesemir, mentor de Geralt de Rivia. Nenhuma dessas atrações tem previsão de lançamento. Enquanto isso, a 2ª temporada de “The Witcher” continua em produção. A expectativa é que as gravações durem até fevereiro de 2021. 1200 anos antes de Geralt de Rivia, os mundos de monstros, homens e elfos se tornaram um só – e assim surgiu o primeiro Witcher. Vem aí The Witcher: Blood Origin, um spin-off em 6 partes, de Declan de Barra e Lauren Schmidt Hissrich. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 27, 2020

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    His Dark Materials: Participação de James McAvoy foi cortada pela pandemia

    24 de julho de 2020 /

    A pandemia de coronavírus foi responsável por reduzir a presença de James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) na 2ª temporada de “His Dark Materials”. Durante o painel da série na Comic-Con@Home, os produtores contaram que o ator quase não vai aparecer nos novos episódios, porque o capítulo que lhe daria destaque não conseguiu ser gravado e foi inteiramente descartado após a suspensão da produção devido a covid-19. O episódio seria o oitavo da temporada e contava uma narrativa independente, que não faz parte do livro “A Faca Sutil”, em que a 2ª temporada se baseia. O roteirista Jack Thorne contou que teve a benção do escritor Philip Pullman para incluir esta história na série, que serviria para explicar o que Lord Asriel (papel de McAvoy) estava fazendo, após sumir na anomalia da 1ª temporada, até reaparecer na 3ª – adaptada do livro “A Luneta Âmbar”. A produtora executiva Jane Tranter acrescentou que foi uma “sorte incrível” que aquele tenha sido o único episódio que faltava quando a paralisação foi decretada. “Isso significava que poderíamos finalizar a pós-produção nos sete episódios que compõem ‘A Faca Sutil’ e deixar apenas o episódio autônomo de Asriel de lado”, explicou. “Talvez no futuro possamos revisitá-lo. Mas, essencialmente, nossa adaptação de ‘A Faca Sutil’ foi completamente concluída.” Falando ao podcast da revista Empire, McAvoy confirmou sua ausência da maior parte da trama. “Por causa do bloqueio, mal vou estar na 2ª temporada”, ele afirmou. Devido ao corte, a 2ª temporada de “His Dark Materials” terá apenas sete episódios, um a menos que o primeiro ano da produção. A saga do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. A versão televisiva, que vai adaptar os três livros, é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida. A HBO anunciou apenas uma previsão para o outono americano – entre setembro e novembro.

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    Phoebe Waller-Bridge voltará a fazer par com Andrew Scott na série His Dark Materials

    23 de julho de 2020 /

    A HBO aproveitou o painel de “His Dark Materials” na Comic-Con@Home para anunciar que Phoebe Waller-Bridge entrou na 2ª temporada da série. Trata-se de uma participação vocal. Mas vai permitir o reencontro da atriz com seu par em “Fleabag”, Andrew Scott. Ela fará a voz de Sayan Kötör, a daemon de John Parry, personagem de Scott. No universo da série, todas as pessoas têm um “daemon”, ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal. Assim, os dois voltarão a formar um “par”. Baseada na saga literária conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida. A HBO anunciou apenas uma previsão para o outono americano – entre setembro e novembro.

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    His Dark Materials: Trailer da 2ª temporada revela novos mundos

    23 de julho de 2020 /

    A HBO divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que leva a protagonista para novos mundos. Baseada na saga literária conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida, mas o vídeo abaixo dá uma estimativa, anunciando o lançamento para o outono americano – entre setembro e novembro.

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    Ryan Reynolds é personagem de videogame em oito fotos de Free Guy

    19 de julho de 2020 /

    A 20th Century Studios divulgou oito de fotos de “Free Guy – Assumindo o Controle”, filme que traz Ryan Reynolds (o Deadpool) como um personagem de videogame renegado. Na trama, Reynolds vive um bancário comum, que é figurante numa cena de assalto de videogame. Num belo dia, ele resolve reagir ao ataque de um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial, criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, ele andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, as animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho, mas após a pandemia de coronavírus transformou-se num lançamento natalino, aguardado agora para dezembro.

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    Warrior Nun desbanca Dark e vira “novo Stranger Things” na Netflix

    12 de julho de 2020 /

    A Netflix tem um novo fenômeno em seu catálogo. Lançada em 2 de julho, a série “Warrior Nun” desbancou “Dark” da lista das atrações mais assistidas da plataforma e já tem fãs aflitos por notícias de sua renovação. Isto porque o final da temporada inaugural é um cliffhanger, que acontece no meio de uma grande batalha, e quem acompanhou todos os capítulos está desesperado para saber como esse confronto vai se resolver. Ainda mais após a reviravolta que antecipa essa luta. A série também conquistou a crítica. A ironia é que as primeiras resenhas, baseadas nos capítulos iniciais, não previa nada desse frisson. Muitos jornalistas apressados consideraram a série convencional e até arrastada, com muitas outras reclamações sobre clichês e intérpretes – o elenco é cheio de atrizes novatas. Em compensação, as críticas escritas por quem viu a temporada completa soam entusiasmadíssimas. Até o geralmente contido jornal inglês The Guardian ousou chamar “Warrior Nun” de “o novo ‘Stranger Things'”. “A coisa toda é uma viagem de besteirol absoluto, mas você sente que o algoritmo de produções da Netflix pode ter tido um orgasmo total quando foi apresentado à premissa”, diz o texto que elogia como os clichês de outras séries, de “Buffy” a “Sense8”, são mesclados para gerar um resultado altamente viciante. “O programa é um monte de garotas que chuta traseiros e usa espadas para matar monstros em igrejas. Honestamente, como não amar?”. Além de muitos elogios para as coreografias de lutas e as reviravoltas da trama, alguns críticos também prevem futuro promissor para as atrizes reveladas na série, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das noviças rebeldes. O bom elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é parcialmente europeia, gravada na Espanha. Criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”, a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. A plataforma ainda não anunciou oficialmente a renovação da série, mas o site What’s on Netflix, especialista em produções da plataforma, apurou que novos episódios foram encomendados antes mesmo da estreia. Em entrevista na semana passada, Simon Berry foi bastante otimista sobre o futuro da série. “Acho que dá para fazermos de 5 a 7 temporadas. Quando estávamos terminando o roteiro da 1ª temporada, tínhamos muitos caminhos a seguir. Então criamos uma coletânea de ideias para usarmos em uma possível segunda temporada”, afirmou o produtor.

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    Warrior Nun: Trailer apresenta nova série sobrenatural da Netflix no dia da estreia

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix finalmente disponibilizou a versão legendada do trailer de “Warrior Nun”, série de fantasia sobrenatural sobre uma ordem secreta de freiras que combate as forças das trevas. Duas semanas após surgir nos EUA, a versão nacional quase chega depois da série, que estreou na plataforma nesta quinta (2/7). A prévia é bastante promissora, com muitos efeitos visuais, criaturas sobrenaturais e heroínas com poderes miraculosos, que não são necessariamente santas. A crítica americana aprovou, com 80% de comentários positivos no site Rotten Tomatoes. A trama acompanha a jovem Ava (a portuguesa Alba Baptista, de “Linhas de Sangue”) que acorda em um necrotério, supostamente após sua morte, com poderes inexplicáveis. Sua busca por respostas a leva à Ordem da Espada Cruciforme, uma sociedade secreta de freiras guerreiras que juraram proteger o mundo do mal. Enquanto equilibra suas responsabilidades como uma noviça da Ordem e a vida normal de uma adolescente, a jovem – e todos os demais – se questiona porque foi escolhida, já que nunca foi um anjo. Produção americana gravada na Espanha, a série foi criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”. Mas a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. O elenco inclui várias atrizes novatas, como Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”) e a estreante Kristina Tonteri-Young, nos papéis de noviças rebeldes, além do português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), da holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”) e da italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) como integrantes da ordem secreta.

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    Atlantis: Diretor de Jurassic World vai filmar fantasia sobre continente submerso

    23 de junho de 2020 /

    O diretor Colin Trevorrow já definiu seu próximo filme após encerrar a trilogia “Jurassic World”. Ele dirigirá “Atlantis”, mantendo a parceria com o estúdio Universal Pictures. “Atlantis” vai explorar o mito da existência de um continente perdido e subaquático no oceano Índico, entre África, Índia e Oceania. Lá, viveria uma civilização multicultural extremamente avançada. A história é original. O próprio Trevorrow concebeu a ideia em parceria com Matt Charman (“Ponte dos Espiões”) em 2018, mas manteve o projeto em segredo para dar tempo a sua equipe terminar outros trabalhos. O roteiro final ficou a cargo de Dante Harper (“Alien: Covenant”). Ainda não há previsão para o início da produção, mas deve demorar. Atualmente, Trevorrow ainda está envolvido com “Jurassic World: Dominion”, que só vai estrear daqui a um ano, em junho de 2021.

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