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    Matthew McConaughey pode viver o vilão da adaptação de A Torre Negra, de Stephen King

    23 de novembro de 2015 /

    O ator Matthew McConaughey (“Interestelar”) está negociando com a Sony Pictures a possibilidade de integrar o elenco da adaptação da franquia literária “A Torre Negra”, de Stephen King. O estúdio quer que o astro interprete o vilão Walter Padick, conhecido como o Homem de Preto, e, segundo o site Variety, já teria enviado o roteiro para sua apreciação. Programado como primeiro ato de uma franquia, que também vai incluir uma série de TV, a adaptação contará a longa saga de Roland Deschain, conhecido como o Pistoleiro, que já ganhou oito livros e uma série em quadrinhos. Na trama de fantasia, ele passa a vida buscando a Torre Negra, que será a última esperança da humanidade para salvar a civilização. Mas, para encontrá-la, precisará superar o Homem de Preto, seu maior adversário. O projeto está sendo desenvolvido desde 2010 pelo produtor Brian Grazer e o cineasta Ron Howard, por meio da produtora Imagine Entertainment. Howard, por sinal, seria o diretor original do filme. Mas, diante das dificuldades encontradas, que levaram a produção a passar por três estúdios diferentes, ele acabou se comprometendo com outros filmes e agora apenas produzirá o projeto junto com Grazer. A direção ficou a cargo do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante da Rainha”), que também reescreveu o roteiro feito por Akiva Goldsman (“Eu Sou a Lenda”) e Jeff Pinker (“O Espetacular Homem-Aranha 2”). A previsão de lançamento é para 13 de janeiro de 2017.

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    A Monster Calls: Veja o primeiro teaser do novo filme do diretor de O Impossível

    23 de novembro de 2015 /

    A Focus Features divulgou o primeiro teaser de “A Monster Calls”, novo filme do diretor Juan Antonio Bayona (“O Impossível”). Narrada por Liam Neeson (“Sem Escalas”), em tom de fábula, a prévia apresenta o protagonista, um jovem que se sente ignorado e que, por isso, resolve invocar um monstro. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Patrick Ness, roteirizada pelo próprio escritor, sobre um garoto solitário, que procura a ajuda de um monstro para lidar com o bulling, na escola, e a doença terminal de sua mãe solteira, em casa. O elenco inclui Sigourney Weaver (“Avatar”), Felicity Jones (“O Espetacular Homem Aranha 2”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e Liam Neeson como o a voz do monstro, além do jovem Lewis MacDougall (“Peter Pan”). A estreia está marcada para 21 de outubro nos EUA e seis dias depois, em 27 de outubro, no Brasil.

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  • Filme

    Roteirista de O Hobbit vai adaptar A Saga Merlin para a Disney

    22 de novembro de 2015 /

    A roteirista Philippa Boyens, responsável pelas adaptações das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, foi contratada pela Disney para trazer outra história de fantasia épica aos cinemas. Segundo o site Deadline, ela vai escrever a adaptação de “A Saga Merlin”, série literária escrita por TA Barron. A série de Barron começou a ser publicada em 1996 com “Os Anos Perdidos de Merlin”, sobre a juventude desconhecida do mago da corte do Rei Arthur. A premissa não é muito diferente da apresentada na série da TV britânica “As Aventuras de Merlin” (Merlin) e já rendeu 12 livros – só três deles foram lançados no Brasil até o momento. A Disney espera que Boyens seja capaz de ajudar transformar “A Saga de Merlin” numa franquia de filmes de fantasia nos moldes das seis aventuras da Terra Média, dirigidas por Peter Jackson. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de lançamento para o primeiro filme da projetada franquia.

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    Alice Através do Espelho: Personagens do filme ganham pôsteres individuais

    17 de novembro de 2015 /

    A Walt Disney Pictures divulgou os primeiros cartazes individuais de personagens de “Alice Através do Espelho”, continuação do filme “Alice no País das Maravilhas” (2010). As imagens destacam os protagonistas do primeiro filme, Mia Wasikowska (“Segredos de Sangue”) reprisando o papel de Alice Kingsleigh, Johnny Depp (“O Cavaleiro Solitário”) como o Chapeleiro Louco, Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) como a Rainha Vermelha, Anne Hathaway (“Interestelar”) como a Rainha Branca, além de Sasha Baron Coen (também de “Os Miseráveis”), que debuta na franquia como o Tempo. O personagem de Coen, por sinal, não faz parte da trama do livro homônimo de Lewis Carroll, cuja preocupação com o tempo expressava-se apenas na obsessão do Coelho Branco com seu relógio. Em vez de cronômetros, a “Alice Através do Espelho” de Carroll lidava com um tabuleiro de xadrez. Não se trata, portanto, de uma adaptação e sim de uma história completamente original, escrita por Linda Wolverton (“Malévola”) para dar sequência ao primeiro filme. A direção está a cargo de James Bobin (“Os Muppets”) e a estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    O Último Caçador de Bruxas se beneficia da baixa expectativa

    17 de novembro de 2015 /

    “O Último Caçador de Bruxas” se beneficia da baixa expectativa gerada por sua premissa – Vin Diesel caçando bruxas pela eternidade. O filme não se preocupa muito com o desenvolvimento dos personagens e assume todas as facilidades do roteiro, que nem sempre se encaixa ou se preocupa em fazer muito sentido. Mas boas cenas de ação, bem distribuídas e eficientes na manutenção do ritmo, somadas a efeitos especiais de qualidade, fazem da produção um entretenimento satisfatório. Na trama, o personagem de Diesel (“Velozes e Furiosos”) é um caçador de bruxas de 800 anos, que se tornou imortal por uma maldição da Rainha Bruxa. Séculos após a morte da vilã, uma conspiração ameaça a paz estabelecida entre humanos e bruxos, e o caçador precisa voltar à atividade na Nova York contemporânea. O ator, como de costume, demonstra um carisma muito maior do que suas capacidades interpretativas e, sem inventar muito, não compromete. Junto com ele, está Rose Leslie (série “Game of Thrones”), aquela que conhecemos por contar ao John Snow que ele não sabe nada, como uma bruxa boazinha que o auxilia em sua missão. A boa química entre os dois convence. O elenco ainda destaca Michael Caine (trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”), muito bem como um guardião idoso, e Elijah Wood (trilogia “O Senhor dos Anéis”), como o substituto, nem sempre tão bem assim. O roteiro da dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (responsável pelo similar “Drácula: A História Nunca Contada”) em parceria com Cory Goodman (do também similar “Padre”) é simplório, mas o acabamento técnico ajuda “O Último Caçador de Bruxas” a entreter o público. De fato, é possível até elogiar o apuro técnico de sua fotografia, assinada por Dean Semler (“Malévola”), os figurinos, desenhados por Luca Mosca (“De Volta ao Jogo”), e um trabalho bastante impressionante com a maquiagem da Rainha Bruxa, vivida pela atriz francesa Julie Engelbrecht (“As Férias do Pequeno Nicolau”).

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    Alice Através do Espelho: Veja o primeiro trailer da continuação de Alice no País das Maravilhas

    16 de novembro de 2015 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer de “Alice Através do Espelho”, continuação da fantasia “Alice no País das Maravilhas” (2010). A prévia mostra a atriz Mia Wasikowska (“Segredos de Sangue”) reprisando o papel de Alice Kingsleigh, em meio a muitos e coloridos efeitos visuais, para retornar à terra fantasiosa do primeiro filme e encontrar seus companheiros de aventura, em especial o Chapeleiro Louco, novamente vivido por Johnny Depp (“O Cavaleiro Solitário”), que corre algum tipo de perigo. A continuação inclui ainda os retornos de Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) como a Rainha Vermelha, Anne Hathaway (“Interestelar”) como a Rainha Branca e a dublagem original de Michael Sheen (“A Rainha”) como o Coelho Branco. Mas se remete ao filme anterior, o roteiro abre mão da trama do livro homônimo de Lewis Carroll, que nunca criou um vilão chamado Tempo, apesar da obsessão do coelho com seu relógio. Em vez de cronômetros, a “Alice Através do Espelho” de Carroll lidava com um tabuleiro de xadrez. Já o personagem de Sasha Baron Coen (também de “Os Miseráveis”) apareceu num conto de L. Frank Baum, o criador do “Mágico de Oz”. Trata-se, portanto, de uma história original, escrita por Linda Wolverton (“Malévola”) e com direção de James Bobin (“Os Muppets”). A estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Warcraft: Adaptação do game ganha primeiro trailer legendado e novos pôsteres

    16 de novembro de 2015 /

    A Universal Pictures Brasil divulgou o primeiro trailer legendado – e três novos pôsteres – de “Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos”, adaptação do game “World of Warcraft”. A prévia capricha nos efeitos e batalhas, mostrando a escala épica da fantasia, ao mesmo tempo em que introduz o arco dramático dos protagonistas: Travis Fimmel (série “Vikings”) como um guerreiro que se alia ao gigantesco orc interpretado – via captura de movimentos – por Toby Kebell (“Quarteto Fantástico”) para impedir que uma guerra entre suas raças leve ao extermínio de ambas as civilizações. O filme acompanhará o conflito gerado pelo primeiro contato entre orcs e humanos, mostrando os dois lados da história. De um lado está Anduin Lothar (Travis Fimmel), o personagem principal da Aliança, que sacrificou tudo para manter salvo o povo de Azeroth, e do outro Durotan (Toby Kebbel), o principal personagem da Horda, nobre chefe do clã Frostwolf, que se esforça para salvar seu povo e sua família da extinção. O elenco também inclui Ben Foster (“360”), Paula Patton (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Dominic Cooper (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Clancy Brown (série “Sleepy Hollow”) e Rob Kazinsky (“Círculo de Fogo”). A história foi idealizada por Chris Metzen, roteirista do game, e roteirizada por Charles Leavitt (“Diamante de Sangue”). A direção está a cargo de Duncan Jones (“Contra o Tempo”) e a estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, seis dias após o lançamento nos EUA (10/6).

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    Filme A Bússola de Ouro vai virar série de TV

    16 de novembro de 2015 /

    O universo de fantasia do filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig em 2006, vai virar uma série de TV. O canal britânico BBC One anunciou a adaptação da trilogia literária de Philip Pullman, que deu origem ao filme. A saga de fantasia é conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials) e acompanha duas crianças, Lyra Belacqua e Will Parry, cujas histórias se entrelaçam durante aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares falantes. A trilogia foi iniciada em 1995 com “A Bússola de Ouro”, continuada com “A Faca Sutil” (1997) e concluída com “A Luneta Âmbar” (2000). Os volumes foram traduzidos para mais de 40 línguas e venderam mais de 17 milhões de cópias. Apesar disso, o filme de 2006 rendeu apenas US$ 372 milhões no mundo, sendo considerado um fracasso diante de seu orçamento de US$ 180 milhões. Por isso, o estúdio considerou que não valia a pena produzir as outras adaptações da franquia. Ironicamente, o mesmo estúdio, New Line Cinema, está por trás da série, que será chamada de “His Dark Materials”. Assim, a produção segue a deixa de outra adaptação de fantasia juvenil fracassada no cinema, “Os Instrumentos Mortais”, que já está rendendo uma série de TV, “Shadowhunters”, com estreia marcada para janeiro nos EUA.

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  • Filme

    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Eddie Redmayne se destaca nas primeiras fotos do prólogo de Harry Potter

    16 de novembro de 2015 /

    A Warner Bros. divulgou as primeiras imagens oficiais de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, filme derivado da franquia “Harry Potter”. As fotos destacam o ator Eddie Redmayne (“A Teoria de Tudo”) devidamente caracterizado como seu personagem, o mago Newt Scamander, protagonista da trama. Ele aparece em poses de ação, ao lado de Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Alison Sudol (série “Dig”) e Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), e em cenas de bastidores. A trama se passará 70 anos antes dos eventos ocorridos na saga “Harry Potter” e acompanhará as aventuras do escritor Newton Scamander em busca de animais com poderes, que lhe servirão para criar o guia “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, um livro didático dos bruxos – obra que pode ser vista na escola Hogwarts, em cenas de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001). O roteiro foi escrito pela própria autora do livro, marcando a estreia da escritora J.K. Rowling (criadora de “Harry Potter”) como roteirista de cinema. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos fimes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” estreia em 17 de novembro de 2016 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Power Rangers: Definidos os intérpretes dos heróis na adaptação cinematográfica

    16 de novembro de 2015 /

    O estúdio Lionsgate completou a escalação dos heróis do filme “Power Rangers”. Além de Naomi Scott (“Perdido em Marte”), a primeira confirmada como a Power Ranger Rosa, o grupo terá o estreante Dacre Montgomery, Ludi Lin (série “Marco Polo”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) e Becky Gomez (série “Empire”) como os Rangers Vermelho, Preto, Azul e Amarelo, respectivamente. Os Power Rangers foram apresentados ao público em 1993 numa série de TV, que até hoje continua sendo produzida, mas que troca de título a cada nova temporada. A atual é intitulada “Power Rangers Megaforce”. A trama da série mostra jovens comuns que “morfam” (se transformam) em super-heróis para enfrentar invasores alienígenas. O novo filme será o terceiro longa da franquia, que já teve “Power Rangers: O Filme” (1995), e “Turbo – Power Rangers 2” (1997). A proposta da nova produção é reinventar os personagens como um grupo de adolescentes do ensino médio que ganha poderes únicos para salvar o mundo. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Goosebumps transforma best-sellers em comédia de Jack Black

    16 de novembro de 2015 /

    Baseado nos best-sellers de terror juvenil de R.L. Stine, que também viraram série para crianças e adolescentes, o filme “Goosebumps: Monstros e Arrepios” não é nada além de um veículo de Jack Black – estratégia também utilizada pelo ator em “As Viagens de Gulliver” (2010), que não por acaso é do mesmo diretor, Rob Letterman. Sinto muito, fãs da franquia, mas é isso. Se intencional ou não, a combinação de fantasia, humor e aventura parece partir da cópia da cópia da cópia da cópia da fórmula de “Jumanji” (1995), com elementos pinçados de uma dúzia de similares, de “Gremlins” (1984) à “As Crônicas de Spiderwick” (2008), e com um início que remete a “Super 8” (2011). Assim como o menino do filme de J.J. Abrams, que perdeu a mãe, Zach (Dylan Minnette, de “Os Suspeitos”) perdeu o pai. Mas com uma vantagem, porque ele se sente ótimo consigo mesmo; não está de luto e consegue manter uma relação muito feliz com a mãe, apesar da perda recente. Só faz biquinho quando vê uma foto ou um vídeo do pai. E ele vai do início ao fim do filme sem passar por nenhuma grande mudança. O que lhe interessa é beijar a garota no final. Então, o que levou os roteiristas Darren Lemke, Scott Alexander e Larry Karaszewski a citarem que o garoto perdeu o pai? Simples: apesar de começar com Zach, o filme revela seu verdadeiro protagonista um pouco depois. Jack Black é quem estrela a produção e o arco que importa é o de seu personagem, um escritor recluso, que vive se mudando de cidade na companhia da filha (Odeya Rush, de “O Doador de Memórias”). A trama tem início pra valer após cerca de 30 minutos de filme, quando Zach e seu colega (vivido por Ryan Lee, justamente de “Super 8”), que tem a missão de ser o alívio cômico, abrem um livro na casa do escritor e de lá sai o abominável homem das neves (!). Aos poucos, vários monstros carregados de CGI escapam de outros livros. A explicação? Black é o próprio R.L. Stine, prisioneiro de sua imaginação. Nada mágico, nenhuma maldição. Suas criações simplesmente se tornam reais. Ok, fãs de “Goosebumps”, vocês engolem essa? Há um problema básico de concepção no filme, que jamais define seu público. Em primeiro lugar, considere o elenco juvenil. Para eles (e o espectador com a mesma idade), “Goosebumps” já é um filme bobo demais. Imagine, então, para os adultos. Para as crianças mais novas, talvez seja um pouco assustador ver o lobisomem rosnando e babando com o focinho colado na tela. Ou seja, não é também para os pequeninos. Restam os fãs de Jack Black e talvez os leitores nostálgicos da obra de Stine. Mas até como comédia o roteiro consegue falhar. Difícil digerir que Scott Alexander e Larry Karaszewski escreveram “Ed Wood” (1994) e “O Povo Contra Larry Flynt” (1994).

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    Carnaval do novo Peter Pan tem reciclagem de fantasias

    14 de novembro de 2015 /

    A ideia de encarar mais uma entre as mil releituras de “Peter Pan” para o cinema soa como tortura. Mas a versão de Joe Wright (“Anna Karenina”) opta por um olhar inédito dentro da saga; não do cinema, porque segue a tendência de Hollywood neste século em explorar as origens de histórias clássicas. Embora poucos tenham curiosidade em saber o que aconteceu antes (e a indústria não aprende), o prelúdio respeita e jamais distorce a criação de J.M. Barrie; apenas imagina como Pan chegou à Terra do Nunca e se envolveu em aventuras fantásticas com personagens famosos como Capitão Gancho e Sininho. Talvez, por isso, o filme não tenha muito que criar ou explorar, a não ser a inesperada amizade entre Pan e Gancho, que é o coração da versão de Joe Wright. Mas, até chegar lá, o público tem que se contentar com uma colagem de vários outros filmes recentes. Deixado pela mãe em um orfanato, Peter (Levi Miller) vive a desilusão de uma Londres escura e cinzenta na época da 2ª Guerra Mundial. Para piorar, ele e seus amigos órfãos precisam lidar diariamente com uma freira que comanda o local com rigorosa e exagerada disciplina. Mas, no fundo, ela é má como uma bruxa, uma vilã do tradicional universo infantil. Esconde a comida gostosa da garotada e faz uso da palmatória para punir quem sai da linha. É um belo início para o filme, recheado de amargura, mas fica a impressão de que estamos vendo “Oliver Twist”, não “Peter Pan”. Ainda bem que os piratas não demoram muito para levar as crianças para a Terra do Nunca. E quando J.M. Barrie começa a tomar forma, Joe Wright inventa uma cena de ação desnecessária, com aviões de guerra perseguindo o navio pirata. Temos ecos de “As Crônicas de Nárnia” e até do pouco visto “Capitão Sky e o Mundo de Amanhã”, menos “Peter Pan”. A entrada pelos portões da colorida Terra do Nunca, que contrasta com a escuridão de Londres, lembra a Oz de Sam Raimi e o País das Maravilhas de Tim Burton, e não “Peter Pan”. Quando conhecemos o pirata Barba Negra (Hugh Hackman), todos cantam “Smells Like Teen Spirit” (!), do Nirvana, e “Blitzkrieg Bop” (!!), do Ramones. Parece “Moulin Rouge”, nunca “Peter Pan”. Depois disso, a fuga de Peter – e seu mais novo amigo Gancho – pelas florestas remete diretamente a “Avatar”. Até mesmo o resgate dos dois pela Princesa Tigrinha (Rooney Mara) lembra como Neytiri (Zoe Saldana) salva Jake Sully (Sam Worthington) na cena que marca o primeiro encontro dos personagens principais do filme de James Cameron. Na verdade, assim como os recentes “Oz: Mágico e Poderoso” (2013) e “Alice no País das Maravilhas” (2010), o visual desse “Peter Pan” sofre com a falta de identidade própria, seguindo o caminho fácil de requentar uma mistura entre Terra-Média e Pandora. Onde o filme cresce: os atores são bons e Joe Wright deixa que eles brilhem apesar do uso exagerado de CGI. Rooney Mara e seu olhar chamam a atenção da câmera sempre que entram em cena. Garrett Hedlund, como Gancho, está perfeito ao imprimir ambiguidade, carisma e simpatia a um personagem que pode ou não ser confiável, e que todos sabemos onde vai parar. Sem falar que o menino Levi Miller é um achado. Mas ninguém se destaca tanto quanto Hugh Jackman, que se diverte como Barba Negra sem medo de passar vergonha. O ator se entrega de corpo e alma ao vilão carnavalesco como se estivesse em “X-Men” ou “Os Miseráveis”. Sem essa de filme sério ou fantasia, para ele todos os papéis devem ser levados a sério. E Jackman vale o show. Sem personalidade, esse “Peter Pan” é inofensivo e divertido enquanto dura. Como “Hook” (1991), de Steven Spielberg, e até mesmo “Em Busca da Terra do Nunca” (2004), de Marc Forster, jamais ousa avacalhar com a obra de J.M. Barrie, que sempre estará lá. Mas também terá dificuldade para ser lembrado, até porque arma o tabuleiro, mas não termina onde começa o verdadeiro “Peter Pan”. Nem explica como o protagonista carrega o estigma de ser o menino que não queria crescer. Será que estavam pensando numa continuação? Uma trilogia? Difícil dizer agora, já que o filme foi massacrado pela crítica e, ignorado pelo público americano, fracassou nas bilheterias.

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    Filha de Bono Vox será a Lady Marian do novo filme de Robin Hood

    14 de novembro de 2015 /

    A atriz Eve Hewson (série “The Knick”), filha do cantor Bono Vox, da banda U2, vai viver Lady Marian em “Robin Hood: Origins”, novo filme sobre a origem do lendário fora-da-lei medieval. A informação é do site Deadline. Eve vai contracenar na trama com Taron Egerton (“Kingsman – Serviço Secreto”), intérprete do novo Robin Hood. O filme tem roteiro de Joby Harold, que também é responsável pela história de origem do Rei Artur, “Knights of the Roundtable: King Arthur”, previsto para julho de 2016. A direção está a cargo de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), que fará sua estreia no cinema. “Robin Hood: Origins” é apenas um dos muitos projetos que circulam em Hollywood sobre Robin Hood. A produção está a cargo da Appian Way, produtora de Leonardo DiCaprio, e ainda não há previsão de estreia.

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