American Gods: Gillian Anderson será uma deusa moderna na nova série do criador de Hannibal
Gillian Anderson (“Arquivo X”) vai voltar a trabalhar com Bryan Fuller, após viver a psiquiatra do serial killer da série “Hannibal”. A atriz e o produtor repetirão a parceria em “American Gods”, série baseada no livro “Deuses Americanos” de Neil Gaiman, em desenvolvimento para o canal pago americano Starz. A série será estrelada por Ricky Whittle (Lncoln em “The 100”), intérprete de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado mais cedo da prisão quando a sua esposa e o seu melhor amigo morrem num acidente, deixando-o completamente só. Shadow, que também está falido, aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer, até ele perceber que Wednesday é a incarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. Anderson vai interpretar Media (mídia, em português), uma das mais visíveis faces dos Novos Deuses, o grupo de entidades contemporâneas que confrontam os Velhos Deuses na trama. Media se fortalece a partir da devoção do público às telas, telefones e laptops. Ela sempre toma forma de figuras públicas e celebridades. No livro, uma das formas mais famosas que a deusa assume é a da comediante clássica Lucille Ball, que, por sinal, Anderson já encarnou num ensaio fotográfico. O ótimo elenco também inclui Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Peter Stormare (série “Prison Break”), Emily Browning (“Sucker Punch”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”) Criada por Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”) e Michael Green (roteirista do filme do “Lanterna Verde”), a série terá uma 1ª temporada de oito episódios com estreia prevista para 2017.
Monster Trucks: Filme live action do diretor de A Era do Gelo ganha trailer legendado
A Paramount Pictures divulgou o trailer legendado de “Monster Trucks”. Escrito, produzido e dirigido por profissionais de desenhos animados, o filme marca a estreia do cineasta Chris Wedge (“A Era do Gelo”) como diretor de live action (atores de verdade). A prévia apresenta a trama como se fosse basicamente “Transformers” com monstrinhos camaradas. Outra forma de descrever o filme é imaginar as tartarugas ninja com caminhonetes no lugar das carapaças. Ou seja, uma produção com veículos transformados em outras coisas, criaturinhas engraçadas, humor pueril, cenas de ação envolvendo carros, e gente bonita em fuga de gente malvada. O filme acompanha os personagens de Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) e Jane Levy (“A Morte do Demônio”), que descobrem um monstro gentil e divertido que gosta de se esconder na caminhonete do rapaz. Os dois precisam fugir para salvar a vida da criatura, que é perseguida por homens maus. Trata-se de uma produção infantil, é claro. O elenco também inclui Thomas Lennon (série “The Odd Couple”), Danny Glover (“2012”), Amy Ryan (“Goosebumps”), Rob Lowe (série “The Grinder”) e Holt McCallany (“Caça aos Gângsteres”). As filmagens aconteceram em 2014, mas a produção só vai estrear em janeiro de 2017, com o estúdio já considerando o lançamento um fracasso.
Diretor de Game of Thrones confirma que a 7ª temporada terá só 7 episódios
O diretor Jack Bender, que assinou os dois episódios mais recentes de “Game of Thrones”, confirmou, em entrevista à revista Vanity Fair, a intenção dos produtores de gravarem apenas 7 capítulos na próxima temporada, em vez dos tradicionais 10 episódios por ano. Perguntado sobre sua participação na série em 2017, ele revelou: “Eles vão fazer apenas sete [episódios] e têm os diretores regulares que participam disso desde sempre”. Os produtores da série, David Benioff e D.B. Weiss, haviam dito em abril, antes da estreia da 6ª temporada, que planejavam encerrar a saga de “Game of Thrones” com apenas mais 13 episódios. Assim, a 7ª temporada teria 7 episódios e a 8ª – e última – somente mais 6. A declaração de Bender confirma que os produtores preparam um cronograma de gravação baseado nessa intenção. Além destas declarações, Michael Lombardo, presidente da HBO, também já havia afirmado que a série terminaria na 8ª temporada. Por enquanto, a série encontra-se renovada apenas até a 7ª temporada.
Game of Thrones: Trailer e fotos evocam batalha de O Festim dos Corvos
O canal pago HBO divulgou 15 fotos e o trailer do próximo episódio de “Game of Thrones”, intitulado “The Broken Man”. Desta vez, não foi liberado um vídeo legendado. Mas é possível ver como a trama recupera uma batalha do livro “O Festim dos Corvos”, de George R.R. Martin, que ainda não tinha sido encenada na série. Trata-se do confronto entre um contrariado Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau), enviado para ajudar as forças de Walder Frey (David Bradley), contra Brynden Tully (Clive Russell), o Peixe Negro, pelo domínio do castelo de Correrrio. Paralelamente, os sobrinhos de Tully, Sansa Stark (Sophie Turner) e Jon Snow (Kit Harington), são vistos conversando com um “novo” personagem, Robett Glover (Tim McInnerny), num contexto completamente diferente dos livros – onde Glover teve grande presença, ao longo de quatro volumes, e terminou aliando-se a Stannis (Stephen Dillane), já morto na série. Ao menos, Sor Davos (Liam Cunningham) está presente em ambas as versões do encontro, que, se seguir os livros, tem como objetivo juntar forças para salvar o menino Rickon Stark (Art Parkinson). “The Broken Man” será exibido no domingo (5/6).
Alice Através do Espelho exagera nos efeitos para compensar falta de imaginação
Na adaptação de 2010, dirigida por Tim Burton, a Disney transformou Alice, a protagonista dos livros de Lewis Carroll, na escolhida. A “The One”, como o Neo de “Matrix” (1999), indicada por uma profecia para salvar o País das Maravilhas de todo o mal. Nada contra adaptações ou atualizações, mas houve um choque de intenções e expectativas. É um filme lindo de se ver, mas dominado por um vazio emocional. Pelo menos, tentou dizer algo e tinha a criatividade de Tim Burton à frente do projeto, mesmo que controlada pelo estúdio. Seis anos depois, “Alice Através do Espelho”, a continuação desnecessária – feita em consequência da surpreendente (e inexplicável) arrecadação de mais de US$ 1 bilhão do primeiro longa nas bilheterias mundiais –, não tem nada (ou quase nada) para contar. Apenas recicla o que Burton imaginou em nome de uma trama sem pé nem cabeça. Desta vez, o cineasta assume o posto de produtor executivo. A direção ficou com o funcionário do mês da Disney, James Bobin, que fez uma graninha para o estúdio com o reboot de “Os Muppets” (2011). Acontece que ele não é Tim Burton, que é como aquele jogador veterano, craque de bola, que mesmo perto da hora de se aposentar, o time não funciona sem sua presença em campo. E notamos sua distância, a começar pela direção de arte pouco inspirada. Bobin concentra em tomadas internas o que há de bom para ser apreciado do visual. Nas cenas externas, carregadas de CGI, a inspiração passa longe do que a mente de Tim Burton é capaz de reproduzir. Se o próprio não foi tão feliz no “primeiro” “Alice”, imagine o que a criatividade de James Bobin pôde proporcionar ao segundo filme? Repare bem, principalmente nas sequências em que Alice viaja numa esfera por cima das ondas do mar. O exagero de CGI é tão grotesco que as imagens lembram menu interativo de escolha de cenas em blu-rays e DVDs. Claro que são boas as intenções do diretor e da roteirista Linda Woolverton, que também assinou o filme de 2010, afinal “Alice Através do Espelho” começa explorando a liberdade feminina e o choque entre velhas e novas gerações. com a protagonista viajando pelo tempo com o intuito de mudar o curso da história. Mas o desenvolvimento é superficial, até porque as ambições e os conflitos de Alice são colocados em segundo plano, para ajudar o insuportável Chapeleiro e colocá-lo no centro da trama – porque é preciso justificar o salário alto do decadente Johnny Depp. Com Depp em cena, Alice ignora até mesmo a perda do pai em suas viagens pelo tempo. Será que não passou pela cabeça dela que havia ali uma chance de trazê-lo de volta? Mas o que importa é deixar o Chapeleiro feliz. Sem mais nem menos, o coitadinho lembrou que tem uma família e precisa encontrá-la. Mas como está tristinho e é preguiçoso como todos os outros personagens do País das Maravilhas, a bucha sobra para a pobre Alice, que é retirada de sua rotina para entrar num mundo de sonhos sem graça mais uma vez. Isso quer dizer que ela pode voltar sempre que um amiguinho quiser? É uma pena que a obra de um gênio como Lewis Carroll seja adaptada para enriquecer um estúdio obcecado pelo potencial lucrativo de uma franquia. Essa não é a versão para o cinema do livro “Alice Através do Espelho”, que tem outra história, mas uma mera continuação inferior do filme de Tim Burton. Nada se salva. Nem Mia Wasikowska, que se esforça para segurar a onda, mas não pode competir com tantos personagens digitais e careteiros. Nem mesmo Sacha Baron Cohen, uma novidade na série personificando o Tempo. E o maior elogio que o ator pode receber é que ele entrega uma atuação menos irritante que a de Johnny Depp. Após uma sucessão de efeitos visuais desastrosos e um roteiro sem imaginação, o Tempo de Sacha Baron Cohen resume o sentimento dos espectadores, ao dizer à protagonista: “Por favor, não volte mais aqui!”
Estreias: Além de Warcraft, cinema brasileiro se destaca com quatro lançamentos
Adaptação de um videogame, “Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos” é a estreia mais ampla da semana, com lançamento em 894 salas. A direção é de Duncan Jones (“Contra o Tempo”), filho de David Bowie, em seu terceiro longa-metragem, mas o primeiro com visual criado por computador, combinando atores reais com orcs gigantescos que só existem como efeitos especiais. Nisso, a obra lembra “Avatar”, mas também videogames, enquanto a história remete ao mundo de conflitos entre raças místicas da Terra Média de Tolkien. Jones, porém, não é James Cameron ou Peter Jackson. E nem os efeitos da empresa clássica ILM (Industrial Light and Magic, criada para os primeiros “Star Wars”) se comparam às criações realistas da WETA (a companhia de efeitos de Jackson). Artificial ao extremo, inclusive nas interpretações, “Warcraft” é um game não jogável, que não entretém como deveria. Nos EUA, onde estreia na próxima semana, foi dilacerado pela crítica (26% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, mais “podre” que o fraco “Alice Através do Espelho”). Diante do predomínio de blockbusters americanos em cartaz (“X-Men”, “Alice”, “Capitão América”, “Angry Birds”, as quatro maiores bilheterias da semana), até as comédias brasileiras, que costumavam ter grande distribuição, precisam se apertar nas salas que sobram. Ainda assim, “Uma Loucura de Mulher” conseguiu 280 telas para projetar sua história de político demagogo e crítica ao machismo em nível besteirol, centrada numa mulher histérica como as caricaturas que predominam o gênero. É o terceiro dos oito filmes da overdose de Mariana Ximenes (“Os Penetras”) prevista para 2016. Em contraste, dois dramas brasileiros de diretores consagrados têm lançamento em pouquíssimas salas, exemplificando a diferença de tratamento do circuito para produções dramáticas nacionais. Dirigido pelo ótimo André Ristum (“Meu País”) e estrelado por Eduardo Moscovis (“Amor em Sampa”), “O Outro Lado do Paraíso” acompanha as dificuldades de uma família durante a construção de Brasília e o golpe militar. Foi vencedor do prêmio do público no Festival de Gramado, mas chega em apenas 21 salas. Ainda mais restrita, a estreia de “Campo Grande”, de Sandra Kogut (“Mutum”), acontece em oito salas (no Rio e em São Paulo). Filme mais qualificado da semana, conquistou troféus nos festivais do Rio, Havana, Mar del Plata e Malaga. Na avaliação das distribuidoras, porém, quanto mais premiado, pior. É também a obra mais terna e emocionante, que gira em torno de um casal de crianças abandonadas na porta da casa de uma mulher na periferia carioca. Sem atores famosos, é puro cinema. Quarta produção nacional da semana, o documentário “Brasil: DNA África” não teve o circuito divulgado. O filme acompanha cinco cidadãos comuns que se submetem a um teste de DNA e descobrem suas origens na África. Entre as produções estrangeiras com distribuição limitada, o pior filme também leva a melhor. Nem Bill Murray evita o desastre de “Rock em Cabul”, em 21 salas. Na “comédia”, ele vive um empresário falido de artistas, que se vê perdido no Afeganistão e ajuda uma jovem local a vencer um reality show. O humor, quando acontece, é ofensivo. Dirigido por Barry Levinson (“Rain Man”), que teve seu auge nos anos 1980, recebeu somente 8% de críticas positivas na média do Rotten Tomatoes. A programação se completa com o drama lituano “Paz para Nós em Nossos Sonhos” em três telas (Porto Alegre, Salvador e Fortaleza) e a comédia francesa “Tudo sobre Vincent”, em duas salas (ambas em São Paulo). O primeiro é uma obra densa e típica do cineasta Sarunas Bartas (“A Casa”), com longos takes e lento feito caracol – não por acaso, sua filmografia raramente chega ao Brasil -, enquanto o segundo oferece humor nonsense sobre o universo dos super-heróis, com um homem que ganha superforça em contato com a água.
Disney confirma novo filme de Mary Poppins com Emily Blunt
A Disney confirmou a produção da nova versão de “Mary Poppins”, que será estrelada por Emily Blunt (“Sicario”). As filmagens só devem começar no ano que vem, pois a estreia foi marcada para dezembro de 2018. O cronograma foi estabelecido para acomodar a atriz, que está grávida de seu segundo filho. A Disney prefere esperar para ter sua atriz preferida no papel. Emily é casada com o ator John Krasinski (série “The Office”) e o casal já tem uma filha, Hazel, de dois anos. Blunt era a favorita desde seu trabalho no musical “Caminhos da Floresta” (2014). E não só do estúdio. Vale lembrar que o diretor da nova versão de “Mary Poppins” é Rob Marshall, com quem Emily trabalhou em “Caminhos da Floresta”. Além da atriz, o estúdio confirmou a participação do porto-riquenho Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”), que atualmente estrela o badalado musical “Hamilton”, grande sucesso da Broadway. Ele interpretará um novo personagem, um funcionário de companhia elétrica chamado Jack. O projeto não será um remake do filme clássico, mas a adaptação de outra história original da personagem, criada pela escritora P.L. Travers. A nova trama deve se passar 20 anos após os acontecimentos da história filmada na década de 1960, com as crianças do original já crescidas. “P.L. Travers escreveu oito livros. No filme original, eles trabalharam com o primeiro e nós vamos trabalhar com os outros sete, mas sem mexer na essência icônica de Mary Poppins”, explicou o diretor Rob Mashall quando o projeto foi anunciado. “Sou um grande fã do original, um grande amigo de Julie Andrews e tenho grande admiração pelo filme. Existe todo esse material – que foi o ‘Harry Potter’ de seu tempo – e eles nunca se transformaram em algo além daquele longa”, completou o cineasta. O filme original venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Julie Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013).
David Bowie chegou a ver Warcraft antes de morrer
O diretor Duncan Jones revelou que chegou a mostrar a seu maior fã uma versão inicial de “Warcraft – O Primeiro Encontro De Dois Mundos”. Seu pai, o cantor David Bowie, viu e aprovou o filme antes de morrer, ainda que fosse uma versão inacabada. “Mostrei uma versão inicial de ‘Warcraft’, que tinha alguns efeitos”, Jones contou em entrevista ao site The Daily Beast. “Ele era um certo tipo de pessoa para todo mundo. Mas, para mim, ele era o meu pai e estava sempre interessado nas coisas que eu fazia. Por isso mostrei no que estava trabalhando. Ele ficou muito emocionado com o fato de eu estar fazendo aquilo que gosto”, completou. Adaptado do popular videogame “World of Warcraft”, o filme acompanha o conflito gerado pelo primeiro contato entre orcs e humanos, mostrando os dois lados da história. De um lado está Anduin Lothar (Travis Fimmel, da série “Vikings”), o personagem principal da Aliança, que sacrifica tudo para salvar o povo de Azeroth, e do outro Durotan (Toby Kebell, de “Quarteto Fantástico”), o nobre chefe do clã orc Frostwolf, que se esforça para salvar seu povo e sua família da extinção. Os dois precisam superar antigas rivalidades para impedir que a guerra entre suas raças leve ao extermínio de ambas as civilizações. O elenco também inclui Ben Foster (“360”), Paula Patton (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Dominic Cooper (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Clancy Brown (série “Sleepy Hollow”) e Rob Kazinsky (“Círculo de Fogo”). A estreia acontece nesta quinta (2/5) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Warcraft: Vídeos legendados de bastidores destacam os efeitos visuais do filme
A Universal divulgou um novo pôster e dois vídeos legendados de bastidores de “Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos”. Um deles traz o elenco comentando a trama e o outro destaca o trabalho realizado na criação dos orcs gigantes, materializados pelos efeitos da ILM (Industrial Light & Magic), a lendária empresa concebida por George Lucas para os primeiros filmes de “Star Wars”. O filme acompanha o conflito gerado pelo primeiro contato entre orcs e humanos, mostrando os dois lados da história. De um lado está Anduin Lothar (Travis Fimmel, da série “Vikings”), o personagem principal da Aliança, que sacrifica tudo para manter salvo o povo de Azeroth, e do outro Durotan (Toby Kebell, de “Quarteto Fantástico”), o principal personagem da Horda, nobre chefe do clã Frostwolf, que se esforça para salvar seu povo e sua família da extinção. Os dois precisam se aliar contra um mal maior para impedir que a guerra entre suas raças leve ao extermínio de ambas as civilizações. A história foi idealizada por Chris Metzen, roteirista do game, e roteirizada por Charles Leavitt (“Diamante de Sangue”). A direção é de Duncan Jones (“Contra o Tempo”) e o elenco também inclui Ben Foster (“360”), Paula Patton (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Dominic Cooper (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Clancy Brown (série “Sleepy Hollow”) e Rob Kazinsky (“Círculo de Fogo”). A estreia acontece nesta quinta (2/5) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Game of Thrones: Trailer e 15 fotos do novo episódio mostram cenas de confronto
O canal pago HBO divulgou o trailer do próximo episódio de “Game of Thrones”, intitulado “Blood of My Blood”, que destaca a fuga de Bran (Isaac Hempstead Wright) e Meera (Ellie Kendrick) dos temidos Caminhantes Brancos, e o esperado confronto entre Jamie (Nikolaj Coster-Waldau) e o Alto Pardal (Jonathan Pryce). O episódio também ganhou 15 fotos (clique para ampliá-las), que também destacam os arcos de Daenerys (Emilia Clarke) e Arya (Maisie Williams). “Blood of My Blood” será exibido no domingo (30/5).
Estreias: Alice Através do Espelho desencanta em grande circuito
Mais uma semana, mais um candidato a blockbuster. “Alice Através do Espelho” chega em 1.102 salas do país, mais que o dobro do primeiro título da franquia em 2010 (487 telas), ocupando dois terços do parque exibidor nacional. Deste total, 666 telas são 3D e 12 IMAX (ou seja, todos do país). Mas se a criatividade do primeiro filme, dirigido por Tim Burton, inaugurou a tendência das fábulas encantadas com atores reais da Disney, o novo representa o primeiro sinal de esgotamento da fórmula. A continuação de “Alice no País das Maravilhas”, com direção de James Bobin (“Os Muppets”), é um desencanto completo. O colorido excessivo se junta à falta de coerência e as interpretações exageradas para conjurar muitos fogos de artifício. Mas sob o visual deslumbrante, só há fumaça e canastrice. Tiques, afetação e vozes irritantes dão o tom dos personagens, em especial o Chapeleiro Louco de Johnny Depp, que já figura como um das piores interpretações de sua carreira. Com 28% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes, a sequência do filme de 2010 (56%, na época) é oficialmente podre. Outro lançamento infantil ocupa 463 salas. A animação “Peppa Pig – As Botas de Ouro e Outras Histórias” é uma coletânea de curtas da porquinha Peppa Pig, sucesso da TV paga britânica, que no Brasil tem sua série exibida na TV Cultura e na Discovery Kids. Difícil é entender o apelo de assistir TV no cinema. Apenas um lançamento adulto ganha distribuição ampla: “Jogo do Dinheiro”, de Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), que reúne os astros George Clooney e Julia Roberts (parceiros da franquia “11 Homens e um Segredo”), em 220 salas. Thriller com muitas camadas, acompanha um apresentador de programa financeiro que, enquanto está “ao vivo”, torna-se refém de um telespectador armado, que perdeu tudo seguindo suas dicas e exige saber porquê ele foi mal intencionado. 55% no Rotten Tomatoes. O circuito limitado dá destaque para “A Garota do Livro”, drama indie sobre pedofilia, em 41 salas. Emily VanCamp (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta uma editora literária que precisa lidar com um trauma do passado, quando um escritor best-seller reaparece em sua vida. Longa de estreia da diretora Marya Cohn, teve boa recepção da crítica americana, com 91% no Rotten Tomatoes. “Roteiro de Casamento”, de Juan Taratuto (“Um Namorado para Minha Esposa), mostra que o cinema argentino também é capaz de produzir comédias tão bobas quanto o Brasil. A história, com projeção em 35 salas, gira em torno de um ator ególatra, que para se relacionar com uma atriz iniciante passa a interpretar um roteiro criado especialmente para o namoro dar certo. Mesmo assim, a trama não vira um besteirol e até introduz citações sofisticadas. Melhor lançamento internacional da semana, o francês “O Valor de um Homem” tem obviamente a pior distribuição, chegando a apenas três salas. Dirigido por Stéphane Brizé (“Mademoiselle Chambon”), traz Vincent Lindon (“Bastardos”) como um profissional desempregado que, entrando na Terceira Idade, precisa reajustar suas expectativas durante o período de crise financeira. É uma porrada dramática, que apresenta de forma crua e dolorida a banalidade da vida. Lindon foi premiado no Festival de Cannes do ano passado pelo papel, além de ter vencido o César (o Oscar francês). A programação ainda traz quatro estreias nacionais. Dois lançamentos são documentários. Da premiada diretora Sandra Werneck (“Cazuza – O Tempo Não Para”), “Os Outros” exibe o cotidiano de três “covers” oficiais de artistas populares – Roberto Carlos, Cazuza e Ivete Sangalo – em dez salas. Já “São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de uma Cidade” foca a evolução do urbanismo do Rio de Janeiro, em quatro salas. “Uma Noite em Sampa”, de Ugo Giorgetti, é um drama social disfarçado de suspense, que explora clichês da luta de classe numa situação de paranoia não muito distante da visão distópica de “Uma Noite de Crime” (2013), mas que tem mais em comum com a espera de “Festa” (1989), do próprio Giorgetti. Acompanha um grupo de privilegiados – e alguns manequins de plástico… – , que trocaram a cidade vista nos telejornais sensacionalistas de José Luiz Datena e Marcelo Rezende pela segurança dos subúrbios, mas que decidem aproveitar as delícias da capital numa excursão a bordo de um ônibus seguro. Até que, após um jantar num restaurante caríssimo, o motorista some e o medo de passar uma noite paulista se instala. Tudo, porém, acontece numa locação única e o pavor paralisante é mais um estado de espírito que uma ameaça real. O circuito não foi divulgado, mas uma rápida pesquisa aponta exibição numa sala em São Paulo. Com maior alcance, “Ponto Zero” marca a estreia de José Pedro Goulart em longa-metragem, após impressionar com curtas nos anos 1980 e ir ganhar dinheiro com a publicidade. Longe de se mostrar “novato”, o cineasta gaúcho revela excelente domínio de cena, técnica e acabamento, além de apresentar uma narrativa muito bem desenvolvida, como se tivesse burilado o roteiro ao longo de vários anos até deixá-lo brilhante. Seu filme é diferente de tudo que se tem feito no cinema brasileiro nos últimos tempos. Ambicioso, com um toque de experimentalismo, mas bastante coeso, o filme acompanha uma noite de fuga de um adolescente em busca de sexo, um ato de rebeldia numa vida de submissão, que cobra um preço caro – e não apenas por ser sexo pago. Ocupa 13 salas.
O Bom Gigante Amigo: Nova fantasia de Steven Spielberg ganha segundo trailer legendado
A Disney divulgou o novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Bom Gigante Amigo”, que marca o retorno do diretor Steven Spielberg (“Ponte dos Espiões”) aos filmes juvenis de fantasia. Ao contrário do primeiro trailer, a ação se concentra no mundo dos gingantes, valorizando o uso dos efeitos visuais. A história é uma adaptação do livro infantil escrito por Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”) em 1982, sobre uma menina que, ao ficar acordada até tarde, descobre a existência de um gigante. Acompanhando-o até sua terra mágica, ela descobre a missão benevolente de seu novo amigo, mas também passa a correr perigo, porque nem todos os gigantes são bonzinhos e ela se torna alvo da gula dos maiores canibais do lugar. O longa é estrelado pela pequena inglesa Ruby Barnhill, que faz sua estreia no cinema aos 10 anos de idade, e traz Mark Rylance (“Ponte de Espiões”) como a voz, o rosto e os movimentos (por captura de performance) do gigante bonzinho. Para filmar o livro, o diretor tirou da aposentadoria a roteirista Melissa Mathison (“Kundun”), com quem ele havia trabalhado no clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982) e num segmento da antologia “No Limite da Realidade” (1983). Especialista em filmes estrelados por crianças, Melissa já lutava com um câncer durante o trabalho e veio a falecer após entregar o roteiro finalizado, em novembro passado. “O Bom Gigante Amigo” estreia em 28 de julho no Brasil, praticamente um mês após o lançamento nos EUA.
Alice no País dos Espelhos: Veja dois vídeos de bastidores e duas cenas da nova fábula da Disney
A Disney divulgou dois vídeos de bastidores legendados e duas cenas de “Alice no País dos Espelhos”, que revelam partes importantes da história. As duas cenas se passam em torno da famosa mesa de chá da fábula criada por Lewis Carroll, enquanto os vídeos trazem depoimentos do elenco e da equipe técnica. Um deles revela que Tim Burton pode ter desistido de dirigir o filme, mas, como produtor, é responsável por manter a coesão visual com o primeiro longa, além de ser o nome mais citado pelos demais integrantes da produção. Com o retorno dos principais integrantes de “Alice no País das Maravilhas” (2010), o filme tem direção de James Bobin (“Os Muppets”) e estreia nesta quinta (26/5) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=bfDj5hkDBok https://www.youtube.com/watch?v=mht35L7R65k












