Animais Fantásticos e Onde Habitam: Zoe Kravitz entra de última hora no spin-off de Harry Potter
A atriz Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) foi incluída de última hora no filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, spin-off da franquia “Harry Potter”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela terá um pequeno papel, mas com a possibilidade de um envolvimento maior na trama da continuação, já encomendada pela Warner Bros. O filme marca a estreia de J.K. Rowling, criadora do universo mágico de “Harry Potter”, como roteirista de cinema, e gira em torno de Newt Scamander, um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O personagem é vivido por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e o elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Crônicas de Nárnia: Produção do quarto filme é confirmada
A franquia “Crônicas de Nárnia” vai voltar aos cinemas. Após muito tempo em desenvolvimento, a produção de “As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata” finalmente conseguiu financiamento para sua filmagem, numa parceria entre as produtoras TriStar, Mark Gordon Company e Entertainment One. “A Cadeira de Prata” estava sendo desenvolvido de forma independente, pela The Mark Gordon Company e The C.S. Lewis Company, enquanto buscava fechar uma parceria de financiamento. Para se ter ideia do tempo que levou a negociação, o roteirista David Magee (“As Aventuras de Pi”) anunciou que tinha concluído o roteiro da adaptação há um ano. A última notícia do projeto era de janeiro, quando o produtor Mark Gordon adiantou alguns detalhes da produção, confirmando que “As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata” não deve incluir nenhum ator do elenco original, propiciando um completo reboot da franquia. “Será tudo original. Todos serão personagens originais, diferentes diretores e isso está vindo de uma equipe completamente diferente”, disse o produtor. Trata-se de praticamente um reboot da franquia, aproveitando que “A Cadeira de Prata” se passa décadas depois dos eventos narrados no terceiro filme, “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010). O livro original é a primeira aventura de Nárnia sem a presença de nenhum dos irmãos Pevensie – apenas seu primo Eustace permanece na trama – permitindo que a franquia possa ser reiniciada com um elenco totalmente novo. A trama acompanha Eustáquio Mísero e sua amiga de escola, Jill Pole, em busca do Príncipe Rilian, filho desaparecido do Rei Caspian, que a esta altura já está bastante idoso. Para essa missão, eles contarão com a ajuda do grande leão Aslam. Os filmes anteriores de “As Crônicas de Nárnia” foram “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (2005) e “Principe Caspian” (2008), produzidos pela Disney, e “A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), produzida pela 20th Century Fox. Os três arrecadaram mais de US$ 1,6 bilhão em todo o mundo. O primeiro foi o mais bem-sucedido, rendendo US$ 745 milhões internacionalmente, enquanto as continuações fizeram US$ 419 milhões e US$ 415 milhões, respectivamente.
Warner já prepara sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam
A Warner está tão animada com a chegada aos cinemas do primeiro spin-off da franquia “Harry Potter” que já decidiu encomendar a sequência de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. O filme só estreia em novembro, mas, segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio antecipou o processo de realização da continuação com a encomenda de um novo roteiro para J.K. Rowling e o fechamento de um novo contrato para o diretor David Yates retornar no comando do segundo filme. Além de dirigir “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, Yates foi responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”. Seu trabalho mais recente está atualmente em cartaz nos cinemas: “A Lenda de Tarzan”. Por sua vez, J.K. Rowling, criadora do universo mágico de “Harry Potter”, estreia como roteirista de cinema no spin-off, que a Warner pretende transformar numa trilogia. Já prevendo a possibilidade, a maior parte do elenco assinou contrato para participar de três filmes. A história gira em torno de Newt Scamander, um mago britânico de Hogwarts, vivido por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”), que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. Entretanto, algumas criaturas escapam, levando pânico para os moradores da cidade. O elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Meu Amigo, o Dragão revela a criatura do título em seis cenas do filme
A Disney divulgou seis cenas sem legendas do remake do clássico infantil “Meu Amigo, o Dragão”. As prévias mostram o dragão do título com bastante detalhes, revelando que ele é praticamente um bicho de pelúcia gigante, bem diferente das criaturas escamosas de “Game of Thrones” e todas as outras produções sobre dragões que não são da Disney. O filme é uma reinvenção do original de 1977, que girava em torno de um menino chamado Pete e seu melhor amigo Elliot, um dragão imaginário. Enquanto o primeiro foi um musical, passado numa vila de pescadores na virada do século 20, a nova história acontece na floresta de uma comunidade de madeireiros e se concentra nos aspectos dramáticos da história. Na trama atual, Pete é um menino cujos pais morreram em um acidente de carro e que foi posteriormente criado por Elliot, o dragão que reside numa floresta ameaçada. Em resumo, “Mogli” com um dragão no lugar de lobos. Mas logo a trama leva Pete ao encontro com a civilização para comprovar aquilo que todas as crianças sabem de cor: adultos são idiotas. Além do jovem Oakes Fegley (“Fort Bliss”), que vive o personagem central, o elenco destaca Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), como a guarda florestal que encontra o menino, e o veterano Robert Redford (“Até o Fim”), que interpreta o pai dela. Também participam da produção os atores Karl Urban (“Star Trek”), Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Craig Hall (“Meu Monstro de Estimação”), Isiah Whitlock Jr. (série “The Wire/A Escuta”) e a menina Oona Laurence (“Nocaute”). Roteiro e direção estão a cargo de David Lowery, autor de um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance de 2013, o drama criminal “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saints). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, mais de um mês após o lançamento nos EUA, que acontece em 12 de agosto.
Game of Thrones entra em clima eleitoral e convida fãs a votarem nos candidatos ao Trono de Ferro
A produção de “Game of Thrones” entrou em clima de campanha política, refletindo a eleição presidencial americana. Um vídeo promocional, divulgado no canal oficial da série no YouTube, convida os espectadores a votarem em seu candidato favorito a ocupar o Trono de Ferro de Westeros. Com link para a eleição, os fãs são convidados a escolher entre Jon Snow (Kit Harington), Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), Cersei Lannister (Lena Headey) e Petyr Baelish (Aidan Gillen) para ocupar o Trono. Cada um deles também tem um perfil no site oficial do “partido da série”, que destaca os motivos pelo qual deveriam ser eleitos. “Game of Thrones” vai participar de uma eleição real nas próximas semanas, como recordista de indicações do Emmy 2016, concorrendo a 23 categorias. A cerimônia que anunciará os vencedores acontecerá no dia 18 de setembro, com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”).
O Bom Gigante Amigo é o filme mais tedioso de Steven Spielberg
“O Bom Gigante Amigo” é o mais tedioso filme de Steven Spielberg desde “Amistad” (1997). Aliás, consegue ser ainda mais chato para quem não curte o gênero fantasia, embora tenha um viés de filme infantil antigo e inocente da Velha Hollywood. É bem a cara da Disney, nesse sentido, uma empresa que deseja que o mundo tivesse parado na primeira metade dos anos 1960. Já fazia algum tempo que Spielberg não dedicava um filme com atores às crianças. O último foi o também horrível “Hook – A Volta do Capitão Gancho” (1991), desconsiderando a animação “As Aventuras de Tintim” (2011). “O Bom Gigante Amigo” até tenta ser dinâmico, mas acaba não conseguindo imprimir muito ritmo à sua história, pois após o gigante misterioso (Mark Rylance, também conhecido como o sujeito que tirou o Oscar de Sylvester Stallone em 2016) raptar uma garotinha (a estreante Ruby Barnhill) de um orfanato e levá-la para a terra dos gigantes, pouca coisa interessante acontece. Ao contrário do que a garotinha esperta e insone pensa, o gigante não quer devorá-la, mas a prende com medo de que ela revele sua existência, o que se tornaria um problema para ele e os demais gigantes da ilha. Aos poucos, vamos conhecendo os outros gigantes, os malvadões, que gostam de aplicar bullying no gigante menor, e é curioso como o filme trabalha com essas relações de tamanho. O gigante, que parecia enorme, é considerado pequeno para os gigantes valentões que gostam de comer seres humanos. A história é basicamente sobre a tentativa do bom gigante de esconder a garota dos demais e apresentá-la ao seu mundo, já que ele é também uma espécie de mago dos sonhos. É possível que o filme consiga maior efeito sobre as crianças, ao criar uma imagem de encantamento que para a maioria dos adultos não funciona. Spielberg já conseguiu deixar pessoas de todas as idades completamente maravilhadas ao longo de sua carreira, atingindo o auge do encantamento na apresentação das primeiras imagens dos dinossauros em “Jurassic Park” (1993). Mas agora que o público já está anestesiado de tantos filmes repletos de efeitos especiais, o que ele mostra em “O Bom Gigante Amigo” acaba sendo mais do mesmo. Além disso, o roteiro de Melissa Mathison (“E.T. – O Extraterrestre”), adaptado do livro homônimo de Road Dahl (“A Fantástica Fábrica de Chocolate”), parece esticar demais um fiapo de história. Até a garota e o gigante arranjarem uma maneira de se livrarem dos seus inimigos, a trama é capaz de deixar qualquer um impaciente. O final até dá uma melhorada na narrativa, mas tudo poderia ser resumido a uma hora e meia de projeção. O problema é que Spielberg gosta de longas durações. E narrativas esticadas. Talvez devesse perceber que o tempo de fazer aventuras infantis já passou para ele.
O Lar das Crianças Peculiares: Nova fantasia de Tim Burton ganha comercial
A 20th Century Fox divulgou um novo comercial de “O Lar das Crianças Peculiares”, durante a transmissão do Teen Choice Awards, na noite de domingo (31/7) nos EUA. O novo filme de Tim Burton (“Grandes Olhos”) reúne crianças superpoderosas numa mansão distante, onde aprendem a controlar suas habilidades com uma misteriosa mentora, protegidos contra quem busca caçá-los por suas peculiaridades. Embora a trama seja uma adaptação do livro “O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares”, de Randon Riggs, sua premissa poderia servir para introduzir qualquer filme dos mutantes “X-Men”. E, para reforçar a ligação, o roteiro é de Jane Goldman, que também escreveu “X-Men: Primeira Classe” (2011). O filme é estrelado por Eva Green (série “Penny Dreadful”), que repete a parceria com o diretor após “Sombras da Noite” (2012), o jovem Asa Butterfield (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”) e Samuel L. Jackson, voltando a viver um vilão após “Kingsman – Serviço Secreto” (2014), além de Allison Janney (série “Mom”), Ella Purnell (“Malévola”), Kim Dickens (“Garota Exemplar”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Chris O’Dowd (série “The IT Crowd”), Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), Terence Stamp (“Grandes Olhos”), Ella Wahlestedt (“Terra para Echo”) e as crianças Pixie Davies (série “Humans”), Milo Parker (“Sr. Sherlock Holmes”), Aiden Flowers (“A Grande Aposta”), Raffiella Chapman (“A Teoria de Tudo”) e Justin Davies (série “Stella”). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
A Grande Muralha: Escalação de Matt Damon como herói de filme chinês gera polêmica
Uma nova polêmica cinematográfica começou a ser alimentada pelas redes sociais no fim de semana. Tudo por conta da escalação de Matt Damon (“Jason Bourne”) no filme “A Grande Muralha”. Rodado na China, com diretor, equipe técnica, financiamento, coadjuvantes e figurantes chineses, o filme está sendo acusado de ser mais uma iniciativa de Hollywood para embranquecer o cinema mundial. Quem jogou a primeira pedra foi a atriz Constance Wu, americana de origem oriental, que protagoniza a série cômica “Fresh off the Boat”. Assim que o trailer foi divulgado, ela usou as redes sociais para reclamar da escolha de Damon para viver o herói, denunciando o filme como mais uma obra para ressaltar “o racismo do mito do homem branco que pode salvar o mundo”. “Nossos heróis não se parecem com Matt Damon. Eles são como Malala. Gandhi. Mandela”, ela escreveu. Constance, porém, deixou claro que “não estava culpando Damon, o estúdio ou os financiadores chineses” da produção, mas que se tratava de chamar atenção para o problema. “Trata-se de conscientização”. Na mesma linha, o blog Angry Asian Man repercutiu “A Grande Muralha” como “o mais novo filme da tradição do Homem Branco Especial. Você pode fazer uma história em qualquer lugar e época do mundo e Hollywood encontrará alguma maneira de fazer o filme ser estrelado por um cara branco”. Recentemente, filmes como “Êxodo: Deuses e Reis” (2014), “Deuses do Egito” (2016) e o vindouro “Ghost in the Shell” sofreram acusações similares, e pelo menos no caso de “Deuses do Egito” isso se provou fatal nas bilheterias. Damon, por sinal, não é o único ator ocidental em “A Grande Muralha”, que também conta com o americano Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) e o chileno Pedro Pascal (série “Narcos”) em seu elenco. Com direção do mestre Zhang Yimou, responsável pelos épicos de artes marciais “Herói” (2002) e “O Clã das Adagas Voadoras” (2004), o filme tem estreia marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e dois meses após a première na China.
Game of Thrones: HBO confirma que a série só tem mais duas temporadas
É oficial: “Game of Thrones”, vai acabar mesmo em duas temporadas. A informação de que a 8ª temporada, prevista para 2018, encerrará a série foi confirmada pelo presidente de programação da HBO, Casey Bloys, durante o evento de verão da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Se eu pudesse fazê-los produzir mais, eu mandaria fazer mais dez temporadas”, disse Bloys, sobre os roteiristas-produtores David Benioff e Dan Weiss, responsáveis pela série. A dupla já tinha manifestado sua vontade de encerrar a história com mais 13 episódios, após o final da 6ª temporada. Segundo Bloys, Benioff e Weiss têm planos muito específicos a respeito da duração da trama. Mas ainda não existe nenhuma definição sobre a quantidade exata de capítulos do ciclo final. A 7ª temporada da atração também será menor, com apenas sete episódios, e começará mais tarde, durante o verão americano, entre junho e agosto de 2017. Sobre a possibilidade de um spin-off, Bloys disse que está aberto à possibilidade, assim como os produtores, mas que ainda estão todos concentrados em encerrar a trama de “Game of Thrones”, antes de discutir como isso faria sentido do ponto de vista criativo. “Os rapazes não se opõem a isso, mas não há planos concretos por enquanto”, concluiu.
Fantasia adulta de O Conto dos Contos é capaz de encantar e repugnar
O cineasta Matteo Garrone pegou muita gente de surpresa quando, depois de fazer filmes de temática mais realista, com “Gomorra” (2008), resolveu dirigir um filme de fantasia. Mas vale dizer que não é um filme de fantasia convencional. É uma fantasia para adultos. Se bem que muitos contos infantis mais antigos têm uma característica bastante cruel e até violenta. A preocupação com o medo que esses contos poderiam gerar nas crianças é que fez com que fossem atenuados. A própria Bíblia, inclusive, cheia de sangue por todos os lados, é também atenuada quando contada para as crianças. “O Conto dos Contos”, baseado na obra de Giambattista Basile (1566-1632), junta três histórias que se entrecruzam. Histórias bem estranhas que acontecem em três reinados diferentes. A primeira envolve uma rainha que quer muito ter filhos, mas que não consegue. A rainha é vivida por Salma Hayek (“Selvagens”), o rei por John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”). Sua única esperança vem de um homem estranho e até assustador, que diz que ela engravidará se comer o coração de uma besta do mar. E esse coração deverá ser cozido por uma virgem. O que ocorre a seguir é mesmo fantástico. Uma pena que este núcleo se perca ao longo da narrativa, embora tenha um final até bonito. A outra história é talvez a melhor, a de um rei (Vincent Cassel, de “Em Transe”) que se apaixona pela voz de uma mulher simples de seu povoado. Ele julga se tratar de uma jovem donzela, mas a tal mulher é bastante idosa. E, nesse sentido, o filme não economiza nos aspectos grotescos, principalmente quando mostra a pele envelhecida da mulher e sua tentativa de enganar o rei e atraí-lo para uma noite de sexo, apesar de todas as circunstâncias não ajudarem. Felizmente, o filme vai além disso, ao adicionar um tempero mágico em sua trama. A terceira história é a que parece menos interessante a princípio, mas ganha força em seu desenrolar: Toby Jones (série “Wayward Pines”) vive um rei cuja filha adolescente já sente vontade de casar e de sair de seu castelo. No dia em que ela canta uma canção para o pai, o velho entra em contato com uma estranha pulga, que passa a ser seu animal secreto de estimação. A história da pulga, felizmente, funcionará como link para outra história melhor. Trata-se de uma obra estranha, mas que tem uma fotografia e uma direção de arte que se destacam, além de um elenco internacional bem interessante. E embora talvez falte alguma coisa para que o filme alcance o grande público, não deixa de ser um daqueles trabalhos que, só pela estranheza e pela singularidade, já vale a conferida.
Nick Jonas entra no reboot de Jumanji
O cantor e ator Nick Jonas (série “Scream Queens”) está em negociações finais para integrar o elenco do reboot de “Jumanji”. Segundo a Variety, ela deve se juntar a Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”), Jack Black (“Goosebumps”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”). Em comentário anterior em seu Instagram, Johnson descreveu o personagem que será vivido por Jonas como “um carinha quase meio fodão”. O astro também disse que o filme homenageará Robin Williams e seu personagem na produção original. Fica, agora, faltando apenas escalar “uma garota fodona” para encerrar o casting principal. Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), a refilmagem de Jumaji será uma nova visão do livro de Chris Van Allsburg, que deu origem ao filme de 1995 com Robin Williams. A trama clássica acompanhava um jogo de tabuleiro que traz animais e criaturas para uma vizinhança tranquila no subúrbio de uma cidadezinha americana. A estreia da nova versão está marcada para 28 de julho de 2017 nos EUA.
Meryl Streep entra na continuação do clássico Mary Poppins
A atriz Meryl Streep (“Álbum de Família”) vai reforçar o elenco de “Mary Poppins Returns”, a continuação do clássico infantil “Mary Poppins”, produção da Disney de 1964. Segundo o site da revista Variety, a atriz viverá Topsy, a prima de Mary Poppins, interpretada por Emily Blunt. Com isso, a produção voltará a reunir Meryl e Emily com o diretor Rob Marshall após a parceria do trio no musical “Caminhos da Floresta”. “Mary Poppins Returns”, por sinal, também será um musical, assim como o “Mary Poppins” original. A produção terá canções criadas pela dupla Marc Shaiman e Scott Whitman (“Hairspray”). O elenco ainda inclui Lin-Manuel Miranda, a sensação da Broadway com o musical “Hamilton”. Com roteiro de David Magee (“As Aventuras de Pi”), o filme se passa 20 anos após os eventos do filme original e vai mostrar o reencontro de Mary Poppins com as crianças que ela cuidou antes, agora já adultas. Quando as filhas do agora crescido Michael Banks passam por uma “perda pessoal”, a melhor babá do mundo resolve ajudar novamente a família. O filme original venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Julie Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Já a continuação, “Mary Poppins Returns”, tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2018.
A Grande Muralha: Matt Damon enfrenta monstros em trailer legendado de épico sobrenatural
A Universal Pictures divulgou as primeiras fotos, o pôster e o trailer legendado de “A Grande Muralha”, superprodução estrelada por Matt Damon (“Jason Bourne”). Como a produção original é do estúdio Legendary, trata-se inevitavelmente de um filme de monstros, conforme tem sido maioria de seus lançamentos (de “Godzilla” ao vindouro “Kong: Ilha da Caveira”). E como a Legendary foi adquirida por uma empresa chinesa, a ação se passa na China, tem coadjuvantes chineses e é dirigida por um mestre do cinema chinês, Zhang Yimou (“Flores do Oriente”). A prévia mostra Matt Damon e Pedro Pascal (série “Narcos”) em trajes medievais, descobrindo, em meio ao exército chinês, a razão pela qual a Grande Muralha foi erguida na China: para proteger seus habitantes de monstros vorazes, é claro. Apesar da ênfase em efeitos visuais, o vídeo também explora a capacidade de Yimou para evocar a China feudal com uma fotografia deslumbrante, ao estilo de seus épicos de artes marciais “Herói” (2002) e “O Clã das Adagas Voadoras” (2004). O elenco também inclui Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), Andy Lau (“O Clã das Adagas Voadoras”), Tian Jing (“O Mestre dos Jogos”), Hanyu Zhang (“O Tomar da Montanha do Tigre”) e o cantor Han Lu (da boy band EXO). A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e dois meses após a première na China.











