Escândalo sexual ameaça tirar The Birth of a Nation da corrida do Oscar 2017
Vencedor do Festival de Sundance 2017, o filme “The Birth of a Nation” passou meio ano recebendo elogios rasgados e críticas extremamente positivas. E, diante da política de buscar maior diversidade na Academia, já havia até quem comemorasse antecipadamente um Oscar para Nate Parker, o diretor negro do filme, sobre uma rebelião de escravos que ele próprio escreveu, produziu e estrelou. Até que veio agosto e a notícia de que uma mulher de seu passado cometera suicídio em 2012. O nome dela não foi divulgado, mas sim o fato de ter acusado Parker e Jean Celestin (amigo de Parker e co-roreirista de “The Birth of a Nation”) de tê-la estuprado em 1999, quando eles estudavam na Universidade Penn State. O caso não foi abafado. Ao contrário, foi parar na justiça, com Parker sustentando que a relação tinha sido consensual e a acusação apontando que a jovem estava embriagada e, portanto, sem condições de se defender. Na época, o diretor foi inocentado, mas Celestin chegou a ser condenado, com um novo julgamento sendo marcado para 2005. Mas a vítima decidiu não voltar ao tribunal, o que oficialmente encerrou o julgamento. Sete anos depois, ela se matou. O escândalo voltou à tona em agosto por ocasião de uma entrevista do irmão da vítima para a revista Variety, contando como o estupro teve um efeito terrível em sua irmã, que entrou em depressão profunda e tentou se matar várias vezes antes de finalmente conseguir. Ele terminou seu relato afirmando que a sociedade não deveria celebrar um predador sexual por conta de um filme. A repercussão da reportagem da Variety foi intensa nos EUA e gerou reações imediatas. O próprio Nate Parker se pronunciou, por meio de um comunicado divulgado nas redes sociais. No texto, o diretor lamentou saber do falecimento da moça e se solidarizou com a família da vítima, explicando que ele próprio é hoje pai de filhas, mas mantendo a afirmação de que não se envolveu em um estupro, e sim em uma relação sexual consensual. Mesmo com a declaração, a história continuou fazendo estragos, passando a impressão de que o diretor tinha se safado de uma condenação apenas por “detalhes técnicos”. Assim, exibições especiais de “The Birth of a Nation” foram canceladas tanto nos EUA quanto no exterior. O American Film Institute, por exemplo, realizaria uma exibição com debate nesta semana, mas ela foi adiada indefinidamente. O Festival de Toronto também fez o longa sumir da sua programação, fato confirmado por uma pessoa envolvida em sua organização. A revista The Hollywood Reporter conversou com alguns membros da Academia sobre o caso, e Maria Nasatir, uma das entrevistadas, afirmou não poder “separar o filme do diretor que atacou uma mulher”, e que, por isso, não assistiria ao longa. Outra votante, Rutanya Alda, afirma que verá o filme porque “vê tudo”, mas que será difícil manter um julgamento neutro após acompanhar o caso e saber dos relatos de que Parker e Celestin ainda perseguiram a vítima de estupro após ela relatar o fato às autoridades na época. Segundo o site Indie Wire, o estúdio Fox Searchlight ainda tentará sustentar a campanha do longa até se definirem os candidatos ao Oscar. Afinal, investiu uma pequena fortuna para adquirir os direitos de “The Birth of a Nation” durante o Festival de Sundance. E o escândalo pode, inclusive, mudar algumas práticas de aquisição de filmes independentes daqui para frente, mesmo diante da empolgação da crítica durante o ciclo das premières em festivais. Se as chances de Oscar para “The Birth of a Nation” parecem cada vez mais distantes, avaliações mais pessimistas garantem que os desdobramentos do caso podem até representar o fim antecipado da carreira do próprio Nate Parker, aplaudido de pé há apenas sete meses. “The Birth of a Nation” tem estreia marcada para 7 de outubro nos EUA e apenas 26 de janeiro no Brasil. Confira o trailer original da produção abaixo.
Mãe de Lindsay Lohan nega que a atriz esteja grávida
Dina Lohan, mãe de Lindsay Lohan, afirmou ao site TMZ que a filha não está grávida. Ao contrário do pai da atriz, que confirmou a gravidez, Dina contou que Lindsay vive um (novo) desastre emocional depois de dar escândalo e terminar o noivado com Egor Tarabasov. Ainda de acordo com a mãe da estrela, ela só estava tentando se vingar do ex quando alegou que estava esperando um bebê. Mas as coisas ficaram complicadas no momento em que as fotos dela fumando e bebendo, supostamente grávida, vieram à tona. A sucessão de escândalos (re)começou na manhã de 23 de julho, quando policiais invadiram a casa em que a atriz morava em Londres, após vizinhos ouvirem seus gritos, acusando seu noivo de tentar matá-la. Vídeos de seu desespero foram gravados por vizinhos e acabaram na internet, de modo que ela não pôde negar o ocorrido. Na noite anterior ao barraco, ela acusou seu noivo milionário de estar em uma balada com outra mulher. Nas redes sociais, Lindsay escreveu que Egor tinha mentido a ela, divulgando as imagens enviadas por um amigo que o mostravam com a estilista russa Dasha Pashevkina, velha amiga do rapaz e responsável por juntar o casal em primeiro lugar, a quem chamou de prostituta. “Obrigada por não vir para casa esta noite. A fama muda as pessoas”, declarou ela. Depois que o caso se tornou público, ela apagou todos os posts e publicou em seu Twitter um link para uma página de pesquisa de seu filme “Meu Trabalho É um Parto” (2009), comédia em que fingia gravidez, acrescentando: “Eu estou grávida!!”. Um dia depois se arrependeu e também apagou esse comentário, mas, por conta de tanto teatro, seu noivado foi cancelado. Isolando-se do público, Lindsay buscou refúgio com amigos e postou fotos, em clima de férias de verão, em seu Instagram, tentando aparentar normalidade. Uma delas trouxe o seguinte comentário: “Queridos amigos. Estou bem. Estou tendo tempo para mim com bons amigos. Lamento que eu tenha exposto certos assuntos privados recentemente. Eu estava agindo com medo e tristeza. Todos nós cometemos erros”,
Pai diz que Lindsay Lohan está grávida
Após o fim de semana turbulento de Lindsay Lohan, com direito a gritos de socorro, polícia no apartamento e acusações de agressão contra o noivo, o pai da atriz veio a público confirmar sua gravidez. “Ela me enviou uma mensagem de texto e me contou. Eu não sei [de quantos meses ela está]”, contou seu pai, Michael Lohan, em entrevista ao Page Six TV. “Ela me diz que está, e eu não tenho razões para não acreditar nela. Fiquei um pouco ressabiado, mas isso era esperado. Ela está com 30 anos e quer ter filhos. Ela ama crianças. Teve relacionamentos com pessoas que tinham filhos no passado, e ela era muito próxima a eles. Ela possui um grande instinto maternal”, concluiu. A confirmação se segue à primeira mensagem de Lindsay no Twitter após o último escândalo, que continha um link para uma página de pesquisa de seu filme “Meu Trabalho É um Parto” (2009), comédia em que fingia gravidez, e um texto afirmando: “Eu estou grávida!!”. Mas ela já apagou o post, junto com outros em que demonstrava sua fúria contra o noivo, o russo Egor Tarabasov, que a teria a traído com uma “prostituta” – na verdade, a estilista russa Dasha Pashevkina, responsável por juntar o casal em primeiro lugar. No lugar da afirmação de gravidez e surtos psicóticos, há agora um pedido para que “essas especulações sobre minha vida particular cheguem a um respeitoso final”. Enquanto isso, o vídeo em que ela aparece gritando que o noivo “acabou de me estrangular. Ele quase me matou” continua a circular no YouTube, sem que ela possa apagá-lo ou chamá-lo de especulação.
Vídeo em que Lindsay Lohan grita por socorro vai parar na internet
Um vídeo do novo escândalo protagonizado pela atriz Lindsay Lohan foi parar na internet. O jornal britânico The Sun publicou o registro de um vizinho que chamou a polícia, após os gritos de socorro e choro na sacada, encenados por Lindsay no fim de semana. Na manhã de sábado (23/7), policiais invadiram sua casa, em Londres, após os vizinhos reportarem o que estava havendo. Na varanda de seu apartamento, Lohan foi vista gritando: “Ele tentou me enforcar. Ele quase me matou”. Ela ainda implorou por ajuda e ordenou que seu noivo, Egor Tarabasov, saísse imediatamente da casa. “Por favor, por favor, por favor. Ele tentou me enforcar. Todos vão saber. Saia da minha casa”, gritou a atriz, que ainda foi ouvida desafiando o noivo. “Faça isso outra vez. Eu te desafio. Seu louco e doente. Você precisa de ajuda. É a minha casa. Saia da minha casa”. “Eu não te amo mais. Você tentou me matar. Você é um psicopata. Nós terminamos”, declarou. “Não, Egor, você vem me enforcando regularmente. Você não pode estrangular uma mulher, bater nela, e achar que está tudo bem. Todos viram você colocar a mão em mim. Está filmado. Saia! Saia”, dizia, segundo relatos. Os policias teriam chegado 10 minutos após os gritos da atriz e arrombado a porta da casa, mas encontraram a residência vazia e, como não houve evidência de crime, nenhuma prisão foi realizada. Um morador que testemunhou o episódio falou ao jornal sobre o ocorrido. “Ela acordou a nossa casa inteira com gritos. Estava realmente preocupado com a segurança dela – parecia que estava precisando de ajuda”, afirmou. Lindsay ficou noiva do russo Egor Tarabasov em abril deste ano. “Ele é um cara ótimo. Eu o conheci no verão [do hemisfério norte]. Estou muito feliz”, afirmou ela ao jornal The Sun em março. Mas, no sábado do barraco, ela acusou o milionário de estar em uma balada com outra mulher. Nas redes sociais, Lindsay escreveu que Egor tinha mentido a ela, divulgando as imagens enviadas por um amigo que o mostravam com uma mulher, a estilista russa Dasha Pashevkina, a quem chamou de prostituta. “Obrigada por não vir para casa esta noite. A fama muda as pessoas”, declarou ela. Depois do escândalo, ela apagou todos os posts e publicou em seu Twitter um link para uma página de pesquisa de seu filme “Meu Trabalho É um Parto” (2009), comédia em que fingia gravidez, acrescentando: “Eu estou grávida!!”. A história terá desdobramentos.
Netflix anuncia produção de filme sobre os Panama Papers
O serviço de streaming Netflix anunciou nesta terça (26/7) ter adquirido os direitos de um livro escrito por dois jornalistas investigativos alemães para um longa-metragem sobre os Panama Papers, produzido por John Wells (diretor de “Álbum de Família” e produtor de inúmeras séries, como “E.R.”, “Shameless” e “Animal Kingdom”). O filme pretende detalhar a descoberta e a investigação do escândalo de vazamento de contas secretas nas Ilhas Virgens Britânicas e no Panamá, utilizadas para sonegação de impostos e como esconderijo de fortunas de políticos, empresários, esportistas e celebridades do mundo todo. Mais de 11 milhões de documentos foram vazados para os jornalistas por uma fonte anônima, que desde abril vem tornando públicas as contas secretas de artistas como Pedro Almodóvar, Emma Watson e Jackie Chan, além de integrantes da Fifa, do primeiro ministro da Islândia, deputados brasileiros e parlamentares chineses, entre outros. A história será baseada no livro “Panama Papers: Breaking The Story Of How The World’s Rich and Powerful Hide Their Money” (Panama Papers: Destrinchando a história de como os mais ricos e poderosos do mundo escondem seu dinheiro, em tradução literal), de Frederik Obermaier e Bastian Obermayer, os jornalistas que desvendaram a história e coordenaram o consórcio internacional que teve acesso ao material vazado. Ted Sarandos, executivo-chefe de conteúdo da Netflix, declarou por meio de um comunicado estar confiante que o filme contará uma “história cativante”. O consórcio internacional de jornalistas, que trabalhou em conjunto para tornar públicos os Panama Papers, também vai colaborar com o filme. O interesse cinematográfico pelo tema, porém, não é novo. A produção do Netflix é o segundo projeto anunciado sobre o escândalo. O diretor Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) saiu na frente e também está produzindo um filme sobre o escândalo, usando como base um livro diferente, o ainda inédito “Secrecy World”, escrito pelo repórter americano Jake Bernstein. Vale lembrar que na época em que o Wikileaks rendia manchetes, vários filmes foram anunciados e apenas uma produção acabou sendo filmada sobre o assunto, “O Quinto Poder” (2013). Por sinal, um grande fracasso de público e crítica.
Polícia invade casa de Lindsay Lohan após gritos de briga com noivo
Após um tempo sem protagonizar barracos, a atriz Lindsay Lohan voltou a alimentar publicações sensacionalistas com um novo escândalo. Na manhã de sábado (23/7), policiais invadiram sua casa, em Londres, após vizinhos ouvirem seus gritos, acusando seu noivo, Egor Tarabasov, de tentar matá-la, informou o jornal The Sun. Na varanda de seu apartamento, Lohan foi vista gritando: “Ele tentou me enforcar. Ele quase me matou”. Ela ainda implorou por ajuda e ordenou o namorado que saísse imediatamente da casa. “Por favor, por favor, por favor. Ele tentou me enforcar. Todos vão saber. Saia da minha casa”, gritou a atriz, que ainda foi ouvida desafiando o noivo. “Faça isso outra vez. Eu te desafio. Seu louco e doente. Você precisa de ajuda. É a minha casa. Saia da minha casa”. “Eu não te amo mais. Você tentou me matar. Você é um psicopata. Nós terminamos”, declarou. “Não, Egor, você vem me enforcando regularmente. Você não pode estrangular uma mulher, bater nela, e achar que está tudo bem. Todos viram você colocar a mão em mim. Está filmado. Saia! Saia”, dizia, segundo relatos. Os policias teriam chegado 10 minutos após os gritos da atriz e arrombado a porta da casa, mas encontraram a residência vazia e, como não houve evidência de crime, nenhuma prisão foi realizada. Os vizinhos, porém, gravaram um vídeo da atriz pedindo socorro, antes de chamarem as autoridades. Um morador que testemunhou o episódio falou ao jornal sobre o ocorrido. “Ela acordou a nossa casa inteira com gritos. Estava realmente preocupado com a segurança dela – parecia que estava precisando de ajuda”, afirmou. Lindsay ficou noiva do russo Egor Tarabasov em abril deste ano. “Ele é um cara ótimo. Eu o conheci no verão [do hemisfério norte]. Estou muito feliz”, afirmou ela ao jornal The Sun em março. Mas, no sábado do barraco, ela acusou o milionário de estar em uma balada com outra mulher. Nas redes sociais, Lindsay escreveu que Egor tinha mentido a ela, divulgando as imagens enviadas por um amigo que o mostravam com uma mulher, a estilista russa Dasha Pashevkina, a quem chamou de prostituta. “Obrigada por não vir para casa esta noite. A fama muda as pessoas”, declarou ela. Depois do escândalo, ela apagou todos os posts e publicou em seu Twitter um link para uma página de pesquisa de seu filme “Meu Trabalho É um Parto” (2009), comédia em que fingia gravidez, acrescentando: “Eu estou grávida!!”.
Estoura o verdadeiro escândalo financeiro de O Lobo de Wall Street
“O Lobo de Wall Street” contava a história de um golpista que ficava milionário ao fraudar a bolsa de valores. Mas a ficção também serviu para alimentar um escândalo financeiro em seus bastidores. A produtora Red Granite, responsável pelo longa dirigido por Martin Scorsese, estrelado por Leonardo DiCaprio e indicado a cinco Oscar em 2014, está sendo acusada de desviar mais de US$ 100 milhões de um fundo público da Malásia para a produção do filme. Revelado em fevereiro pelo site Deadline, o esquema de lavagem de dinheiro virou processo conduzido pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que investiga os produtores Riza Aziz e Christopher “Joey” McFarlan, fundadores da Red Granite, o agente e financista malaio Low Taek Jho, um chefe de investimentos do fundo 1MDB (1Malaysia Development Berhad) e até um ator que participou de “O Lobo de Wall Street” em um “papel principal”. O valor total desviado da estatal estaria na casa de US$ 3 bilhões. Desde o ano passado, o 1MDB está no centro de um grande escândalo de corrupção, que teria participação de políticos, banqueiros e empresários. Segundo o Departamento de Justiça americano, agentes do 1MDB usavam a conta do fundo como “conta pessoal de banco”. Segundo a acusação, os envolvidos no esquema usaram empresas de fachada para pagar dívidas de jogo em Las Vegas, iates de luxo alugados, um decorador de interiores, além de US$ 35 milhões gastos com uma empresa de jato particular. O principal foco da investigação é a atuação de Low Taek Jho, conhecido como Jho Lo. Ele é acusado diretamente de lavar mais de US$ 400 milhões desviados de fundos. No final de “O Lobo de Wall Street”, o agente recebe agradecimento especial da produção do longa dirigido por Martin Scorsese. Criado em 2009 pelo primeiro ministro malaio Najib Razak, o 1MDB tem como objetivo proporcionar bem-estar econômico e social à população malaia. Jho Low foi um de seus idealizadores. Em entrevista coletiva realizada na quarta (20/7) em Washington, a procuradora da divisão criminal do Departamento de Justiça dos EUA, Leslie Caldwell, afirmou tratar-se de uma “complexa teia de transações usadas para lavar bilhões de dólares roubados do povo da Malásia”. Além de empregar o dinheiro para financiar o filme, orçado em cerca de US$ 155 milhões, a Red Granite teria usado desvios do fundo estatal malaio para adquirir imóveis em várias partes do mundo, avaliados em US$ 100 milhões. De acordo com a Justiça americana, os direitos futuros sobre “O Lobo de Wall Street”, que arrecadou US$ 392 milhões globalmente, estão agora sujeitos a confisco, assim como os bens da Red Granite. “Nem o 1MDB nem o povo da Malásia viu um centavo de lucro a partir desse filme ou de qualquer um dos outros bens que foram comprados com dinheiro desviado de fundos.” Os escritórios da empresa Red Granite m Los Angeles não abrem desta quarta.
Kate Mara será vitima de acidente polêmico na cinebiografia de Ted Kennedy
Os atores Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) e Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) entraram no elenco de “Chappaquiddick”, filme sobre o escândalo que implodiu a campanha política do senador Ted Kennedy à presidência dos Estados Unidos. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. Vindo de uma festa, o carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, que morreu afogada. Ele também não chamou a polícia, preferindo pedir auxílio a um amigo e a seu primo. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, Kennedy chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. Kate Mara vai viver Mary Jo e Ed Helms vai interpretar Joseph Gargan, o leal primo de Kennedy que tenta pressioná-lo a fazer a coisa certa e chamar as autoridades. Já o papel de Ted Kennedy tinha sido anteriormente confirmado para Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”). O incidente de Chappaquiddick fez com que Kennedy desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu o político de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen foi incluído na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A produção está a cargo de Mark Ciardi (“O Fada do Dente”), que disse sobre o projeto: “Todos tem uma ideia do que aconteceu em Chappaquiddick, e o roteiro junta os eventos de uma forma interessante e emocional. Vocês verão o que o Senador Ted Kennedy teve que enfrentar”. A direção vai ficar a cargo de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e ainda não há previsão de estreia.
Diretoras de Making a Murderer desenvolvem série com George Clooney
Depois do sucesso inesperado da série documental “Making a Murderer”, do Netflix, as diretoras Laura Ricciardi e Moira Demos vão desenvolver uma série de ficção em parceria com ninguém menos que o ator, diretor e produtor George Clooney (“Jogo do Dinheiro”). Será a primeira incursão no universo das séries da produtora de Clooney, a Smokehouse Productions, que conquistou o Oscar de Melhor Filme com a produção de “Argo” (2012). Embora não siga o formato documental de “Making a Murderer”, a série também vai se basear em uma história verídica, baseada na série de reportagens “America’s Most Admired Lawbreaker” (“O criminoso mais admirado da América”), publicada pelo jornalista Steven Brill no site Huffington Post. A série terá, inclusive, o mesmo título. Em 15 capítulos, Brill dissecou a indústria farmacêutica e as táticas de marketing empregadas pela Johnson & Johnson para comercializar o antipsicótico Risperidona, colocado no mercado em 1994. Embora a droga só tivesse aprovação para uso por adultos com severos distúrbios psiquiátricos, os representantes de vendas incentivaram médicos a prescrevê-la a crianças e idosos, escondendo os efeitos colaterais: idosos estavam sujeitos a sofrer AVCs e diabetes, enquanto crianças poderiam desenvolver disfunções hormonais. Em um dos muitos casos contra a empresa, os pais do garoto Austin Pladger processaram a Johnson & Johnson depois que seu filho autista desenvolveu seios enormes. Benita, a mãe de Austin, só entrou na Justiça depois de ver em um programa de TV que a droga estava ligada a casos de ginecomastia (aumento das mamas em homens). Ela venceu a causa por danos no valor de US$ 2,5 milhões. “America’s Most Admired Lawbreaker” ainda não tem cronograma de gravação nem emissora definida.
Margot Robbie vai viver maior vilã da patinação mundial
Margot Robbie vai interpretar uma nova vilã célebre após viver a Arlequina em “Esquadrão Suicida”. Desta vez, porém, a história é real. As negociações começaram em março e agora a revista Variety anuncia a confirmação: a atriz dará vida à patinadora artística americana Tonya Harding na cinebiografia “I, Tonya”. Apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, Harding ficou mais conhecida após se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o campeonato dos Estados Unidos de 1994, em Detroit, que servia de seletiva para os Jogos Olímpicos. Kerrigan foi ferida com golpes de bastão contra seu joelho, para impedi-la de participar da competição, mas conseguiu se curar a tempo de disputar a Olimpíada e conquistar uma Medalha de Prata. Harding acabou banida do esporte, mas fez dinheiro vendendo uma sex tape de sua noite de núpcias e participando de lutas de boxe. O roteiro de “I, Tonya” foi escrito por Steven Rogers (“O Natal dos Coopers”) e a direção ficou a cargo de Craig Gillespie, cujo promissor começo de carreira com “A Garota Ideal” (2007) deu lugar a fracassos como o remake de “A Hora do Espanto” (2011), o drama esportivo “Arremesso de Ouro” (2014) e o recente filme de desastre “Horas Decisivas” (2016).
Johnny Depp vai estrelar filme sobre escândalo sexual do ex-diretor do FMI
Mais um filme irá retratar a vida do banqueiro Dominique Strauss-Kahn, ex-diretor do FMI detido após se envolver num escândalo sexual há cinco anos. Após o drama dirigido por Abel Ferrara e estrelado por Gérard Depardieu, “Bem-Vindo a Nova York” (2014), desta vez, a produção intitulada “The Libertine” terá Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”) e Marion Cotillard (“Macbeth”) como protagonistas. As informações são do jornal inglês The Guardian. Curiosamente, Johnny Depp já estrelou um filme com este título, “O Libertino”, em 2004. A nova produção marcará a segunda parceria entre o ator e a atriz francesa, após “Inimigos Públicos”, de Michael Mann. A direção está cargo de Brett Ratner (“A Hora do Rush”), que irá filmar o roteiro do estreante Ben Kopit, adquirido pela Warner. Dominique Strauss-Kahn renunciou o comando do FMI após ser acusado de estupro por uma camareira de um hotel em Nova York, em 2011. O banqueiro conseguiu um acordo com sua acusadora e escapou da prisão. A denúncia, porém, arruinou as chances dele de disputar a presidência da França, nas eleições de 2012.
Jason Clarke vai viver o senador Ted Kennedy no cinema
O ator Jason Clarke (“Planeta dos Macacos – O Confronto”) vai interpretar Ted Kennedy, o caçula dos irmãos Kennedy, no drama “Chappaquiddick”, informou o site Variety. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. O carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, morta por afogamento. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, ele chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. O incidente de Chappaquiddick fez com que ele desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu Kennedy de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen foi incluído na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A produção está a cargo de Mark Ciardi (“O Fada do Dente”), que disse sobre o projeto: “Todos tem uma ideia do que aconteceu em Chappaquiddick, e o roteiro junta os eventos de uma forma interessante e emocional. Vocês verão o que o Senador Ted Kennedy teve que enfrentar”. A direção vai ficar a cargo de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e ainda não há previsão de estreia.
José Padilha começa a formar a equipe de consultores da série sobre a Lava-Jato
O cineasta José Padilha (série “Narcos”) está reunindo uma equipe de especialistas em segurança pública nacional para prestar consultoria e ajudar a formatar o roteiro de sua nova série sobre a Operação Lava-Jato. Entre as pessoas convidadas para ajudar na formatação do roteiro estão o ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel, o “Capitão Nascimento”, que trabalhou com o diretor nos dois “Tropa de Elite”, e o ex-diretor da Interpol, o delegado da Polícia Federal Jorge Pontes. Pontes tem perspectiva única sobre a investigação, por acompanhar de perto o drama e as pressões que sofrem seus colegas, que já prenderam mais de 100 figurões envolvidos nos esquemas do petrolão. Ainda sem título, a série será escrita por Elena Soares (“Xingu” e série “Filhos do Carnaval”) e rodada no Brasil. Será a segunda produção do Netflix realizada no país, após a ainda inédita série sci-fi “3%”, que será lançada no final do ano. Além de produzir, Padilha deve dirigir o primeiro episódio da atração, cuja 1ª temporada terá 10 episódios.











