Ator de “Mania de Você” viverá Erasmo Carlos em cinebiografia de Roberto Carlos
Leonardo Bittencourt se junta a nomes como Marina Ruy Barbosa, Sophie Charlotte e Victor Medeiros na cinebiografia do Rei
Morre Luiz Carlini, lendário guitarrista de Rita Lee
Músico de 73 anos foi peça fundamental do rock nacional nos anos 1970 à frente da banda Tutti Frutti
Roberto Carlos faz STF julgar direitos autorais no streaming
Supremo vai definir se contratos antigos para discos e DVDs têm validade para as novas plataformas digitais
Acadêmicos do Baixo Augusta abre carnaval de São Paulo com homenagem a “Ainda Estou Aqui”
Bloco levou multidão à Consolação e celebrou filme indicado ao Oscar com presença de Marcelo Rubens Paiva
Música de Erasmo Carlos explode nos streamings após sucesso de “Ainda Estou Aqui”
"É Preciso Dar um Jeito, Meu Amigo" teve crescimento de 455% nas plataformas digitais depois da repercussão do filme indicado ao Oscar
Música de Erasmo Carlos toca em “Outer Banks” e surpreende fãs
"É Preciso Dar um Jeito, Meu Amigo" aparece no primeiro episódio da 4ª temporada da série
Roberto Carlos é absolvido da acusação de plágio na canção “Traumas”
O cantor havia sido acusado de se apropriar da estrutura melódica de "Aquele Amor Tão Grande", criada por Erli Cabral
Rui Motta, ex-baterista dos Mutantes, morre aos 72 anos
Rui Motta, ex-baterista dos Mutantes, morreu na última quarta-feira (17/1) aos 72 anos de idade, ainda sem causa divulgada. A informação foi compartilhada no perfil oficial do músico no Instagram. Além dos Mutantes, o artista ganhou reconhecimento nacional ao tocar com importantes nomes da música popular brasileira, como Erasmo Carlos, Marina Lima, Moraes Moreira, Sá e Guarabyra, além de Ney Matogrosso, Zé Ramalho e Steve Hackett (guitarrista da banda inglesa Genesis). O velório de Motta começou na manhã desta quinta-feira (18/1), na capela 7 do Cemitério São João Bastista, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Já o sepultamento está marcado para iniciar às 15h30. Sobre o artista Nascido em Niterói, Rui Motta começou sua carreira na música com apenas 13 anos de idade e, aos 15, já trabalhava em pequenos eventos e programas de rádio e TV dos anos 1960. Em 1973, o artista juntou-se aos Mutantes na fase pós-tropicalista – e pós-Rita Lee – da banda, o que aumentou ainda mais sua projeção na indústria musical. Ele chegou a ser eleito duas vezes Baterista do Ano pela revista Rock, em votação pública. Apesar de trabalhar com diversos nomes importantes, Motta também seguiu carreira solo e gravou quatro discos: “Mundos Paralelos”, “Rui Motta”, “Sinestesia” e “Ilusão Motriz”. Ele vinha desde 2020 se dedicando à escola de música que fundou no Rio de Janeiro, onde dava aulas de bateria através de um programa exclusivo da oficina.
Guitarrista Lanny Gordin, o “Hendrix brasileiro”, morre aos 72 anos
O guitarrista Lanny Gordin, que marcou época na era da Tropicália, morreu nesta terça (28/11) aos 72 anos, após um mês de internação devido a uma pneumonia no Hospital Ignácio Proença de Gouveia, em São Paulo. Nascido Alexander Gordin em Xangai, filho de um russo e de uma polonesa, e criado entre Israel e Brasil, ele deixou um legado inigualável na música brasileira. Desde jovem, Lanny demonstrava um talento incomum. Aos 16 anos, ele já se destacava na casa noturna Stardust, na Praça Roosevelt, em São Paulo. Com um estilo inovador e audacioso, que o fazia ser comparado a Jimi Hendrix, foi logo convidado a integrar a Jovem Guarda, gravando com Eduardo Araújo a música “Nem Sim, Nem Não” em 1968. No ano seguinte, formou o grupo Brazilian Octopus, ao lado de Hermeto Pascoal e Olmir Stocker. O grupo lançou um LP que se tornou cultuado por sua fusão inovadora de jazz, rock, bossa nova e música clássica, evidenciando a versatilidade e o experimentalismo que acompanhariam a carreira de Gordin. Lanny Gordin rapidamente atraiu a atenção dos artistas da Tropicália, participando em álbuns icônicos como “Gal Costa” (1969), “Gal” (1969), “LeGal” (1970) e “Fatal – A Todo Vapor” (1971), “Caetano Veloso” (o álbum branco de 1969), “Gilberto Gil” (1969) e “Expresso 2222” (1972). Sua habilidade em mesclar estilos e inovar na guitarra foi fundamental para a sonoridade dessas obras, incorporando elementos do rock psicodélico em canções que se tornaram clássicos da música brasileira. Sua contribuição marcou faixas como “Divino, Maravilhoso”, “Baby”, “Não Identificado”, ajudando a moldar o som da Tropicália. Ele também foi peça-chave no álbum de estreia de Jards Macalé, no primeiro disco solo de Rita Lee, “Build Up” (1970), e em “Carlos, Erasmo” (1971), de Erasmo Carlos, além de ter trabalhado com Tim Maia, Elis Regina e muitos outros. Durante o auge da carreira, Lanny foi para Londres, onde descobriu o LSD. O uso contínuo da droga fez um estrago irreversível. Diagnosticado com esquizofrenia, ele acabou internado numa clínica psiquiátrica, com tratamento a base de eletrochoques, e se afastou dos palcos. O retorno à música foi tímido, participando nos anos 1980 da Banda Performática do pintor José Roberto Aguilar, de trabalhos do cantores Itamar Assumpção e Vange Leonel, além do disco “Aos Vivos” (1995) do cantor Chico César. Seu primeiro disco solo só saiu em 2001, o auto-intitulado “Lanny Gordin”, que foi seguido por “Projeto Alfa” (2004), ambos da gravadora independente Baratos Afins, e os aclamado álbuns “Duos” (2005) e “Lanny Duos” (2007), que contou com a participação de várias estrelas da música brasileira. Esses trabalhos reafirmaram sua posição como um dos maiores guitarristas do Brasil. Nos últimos anos, ele enfrentou desafios de saúde significativos, incluindo a síndrome de Guillain-Barré e uma inflamação nas articulações da coluna, mas continuou tocando sua guitarra, registrando sua história no documentário “Inaudito”, lançado em 2020.
Erasmo Carlos lança música póstuma com Gaby Amarantos
Um ano após sua morte, o cantor Erasmo Carlos teve uma música nova revelada. A faixa lançada nesta sexta (24/11) é uma parceria com Gaby Amarantos, chamada “A Menina da Felicidade”, e lembra a fase samba rock do cantor. A gravação faz parte de um disco que Erasmo começou a gravar no ano passado e que será finalmente editado em abril de 2024. A gravadora Som Livre deu mais detalhes do projeto no Instagram oficial de Erasmo. “Em 2024, o álbum que Erasmo planejou chega ao mundo pela Som Livre e ‘A Menina da Felicidade’ é a primeira amostra desse trabalho, feito apenas de canções inéditas. A jovem guarda da nossa música é muito bem representada aqui pela estrela Gaby Amarantos, uma das mais importantes vozes do Brasil dos novos tempos. Gaby se veste de natureza em um lindo dueto com Erasmo”. Em seguida, o texto explica que o disco mirava as novas tendências da música e um público mais jovem. “A ideia era chegar justamente no futuro da Jovem Guarda, ou seja, nas meninas e nos meninos que fazem hoje a nova história da música. Erasmo registrou ideias, rabiscou letras, esboçou melodias, gravou ‘demos’ e fez canções inteiras”, acrescenta o texto. O disco póstumo conta produção de Marcus Preto e o filho de Erasmo, Leo Esteves, e contará com outra faixa com vocais de Erasmo. O resto do álbum trará participações de convidados, como Tim Bernardes (um dos últimos parceiros do cantor) e Russo Passapusso, do BaianaSystem. O material cobre descobertas do filho de Erasmo, a partir de cadernos de letras que o artista deixou, com rabiscos diversos, bilhetes e poemas – material que vai de 1973 até pouco antes da morte do cantor e fará parte da arte gráfica do álbum – , além de fitas demos com material inédito e raro.
Equipe de Roberto Carlos veta música em filme da Netflix
A equipe de Roberto Carlos rejeitou o uso da música “Amada Amante” em um filme sobre crimes financeiros. Segundo a assessoria do cantor, a letra da canção não teria relações com a temática do longa produzido pela Netflix. “A equipe que recebe as solicitações de liberação de músicas para filme, série, novela, espetáculo, enfim, para gravação… Essa equipe analisou a sinopse do contexto da personagem e verificou que o poema da música, a letra da música, não tem nada a ver com a sinopse da série. E por que foi negado? Porque a personagem, o contexto da personagem, a sinopse da personagem, não tem nada a ver com o poema da música, a letra da música”, afirmou a assessoria. Tal personagem “Amada Amante” é uma canção de Roberto Carlos feita em parceria com seu fiel companheiro Tremendão, o músico Erasmo Carlos (1941-2022), em 1971. Segundo o jornal O Globo, a faixa seria utilizada numa cena sobre a doleira Nelma Kodama. A história de Nelma começou ainda em 2006, quando ela foi exposta como doleira durante a chamada CPI dos Bingos. A atuação investigava Waldomiro Diniz, ex-assessor do ministro José Dirceu, por suposta negociação ilícita com bicheiros para arrecadar fundos para campanhas eleitorais. A doleira foi a primeira delatora da Operação Lava Jato e acabou presa em 2014. Na ocasião, Nelma tentava embarcar para Milão, na Itália, com 200 mil euros escondidos na calcinha. Ela desmentiu a versão: “Eu acho que [essa história] aconteceu porque havia casos [de homens flagrados] com dinheiro na cueca. E precisavam de ter uma mulher com dinheiro na calcinha”. Até o momento, a Netflix não se pronunciou sobre a tentativa de uso da música de Roberto e Erasmo Carlos.
Erasmo Carlos e Gal Costa ganham homenagem póstuma do Grammy 2023
Os cantores brasileiros Erasmo Carlos e Gal Costa tiveram suas fotos destacadas e celebradas durante a homenagem do Grammy aos artistas que faleceram nos últimos meses. As imagens dos dois artistas foram exibidas em momentos diferentes do tributo, durante a exibição da maior premiação da música dos EUA, que aconteceu entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda (6/2) em Los Angeles. A foto de Erasmo apareceu ao som de uma gravação de David Crosby, que morreu em janeiro passado, enquanto a foto de Gal Costa surgiu no telão enquanto Sheryl Crow se apresentava com Bonnie Raitt e Mick Fleetwood numa homenagem a Christine Mcvie (ex-integrante do Fleetwood Mac).
Pelé é internado após confusão mental e insuficiência cardíaca
O rei do futebol Pelé foi internado na terça-feira (29/11) no hospital Albert Einstein, em São Paulo, após apresentar um quadro de confusão mental, insuficiência cardíaca e inchaço corporal. O eterno ídolo da Seleção Brasileira e ator diletante chegou ao centro médico paulista acompanhado da esposa Márcia Aoki, e não tem previsão de alta. “Ele está no hospital regulando a medicação. Alguns dos meus irmãos estão no Brasil. Não tem surpresa, nem emergência”, publicou Kelly Nascimento, a filha de Pelé. Apesar dessa manifestação, a informação que circula entre fontes da imprensa, como o canal pago ESPN, é que o estado de saúde do ex-atleta preocupa. Pelé enfrenta um tratamento contra um câncer de cólon. No entanto, a quimioterapia não surtiu o efeito esperado. A equipe médica está realizando uma série de exames para entender porque o tratamento não foi suficiente para o tratamento do tumor e para investigar também as novas condições. O que se sabe, até o momento, é que o inchaço corporal foi diagnosticado como uma síndrome edemigênia (acúmulo de líquido nos tecidos do corpo). O cantor Erasmo Carlos (1941-2022) enfrentou a mesma condição.











