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  • Série,  TV

    Emmy premia o melhor da televisão americana neste domingo

    18 de setembro de 2016 /

    A 68ª edição anual da premiação da Academia da Televisão dos EUA, os Emmy Awards, acontece neste domingo (18/9), com transmissão ao vivo pela TV e pela internet. O público brasileiro poderá assistir à premiação dos melhores programas e artistas da televisão americana a partir das 20h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal pago Warner, que terá tradução instantânea, e também pelo próprio canal do Emmy no YouTube. A cerimônia que anunciará os vencedores contará com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”), que já esteve à frente da premiação de 2012. O que mais chama atenção na seleção dos indicados deste ano é sua qualidade. Após muitos anos de distanciamento do gosto popular e até mesmo da preferência da crítica, a seleção de 2016 sinaliza que a entrada em cena das plataformas de streaming conspirou para elevar o padrão da disputa. Não é que a Netflix e a Amazon sejam favoritas a dominar a premiação, mas suas séries possibilitaram que atrações da TV paga premium (com assinaturas mais caras e padrão mais elevado) deixassem de ser vistas como exceção para se tornar a regra. Não por acaso, três séries premium lideram a lista de indicações: “Game of Thrones”, do HBO, e as antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” e “Fargo”, ambas do FX. Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e já premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” e “Silicon Valley”. Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal se estabeleceu como força dominante do Emmy 2016 e padrão pelo qual se passa a medir a qualidade de uma produção televisiva. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX, quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix, que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Façanha de tirar o chapéu e bastante importante para definir os rumos da “TV” nos próximos anos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também têm seu espaço na disputa. Parte dos troféus deste ano já foram entregues, antecipadamente, no fim de semana passado. E na cerimônia do chamado Emmy das Artes Criativas, os prêmios técnicos, deu “Game of Thrones” disparado, com nove vitórias. Com isso, a série bateu um recorde, tornando-se a produção dramática mais premiada da história do Emmy, com 35 troféus conquistados ao longo de sua carreira. Se vencer mais dois troféus neste domingo, empatará com as comédia “Frasier” como a série mais premiada de todos os tempos. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação das artes criativas também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluíram “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. A lista completa dos premiados pode ser conferida aqui. Confira abaixo os concorrentes finais deste domingo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor série limitada (minissérie) American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor telefilme All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou telefilme Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race

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  • Peter Dinklage holding a wine glass
    Série

    Game of Thrones se torna a série dramática mais premiada da história do Emmy

    12 de setembro de 2016 /

    A Academia da Televisão entregou a primeira leva de troféus Emmy neste fim de semana. A premiação é dividida em duas partes, devido à quantidade de categorias. A primeira metade, que não é televisionada, dedica-se ao lado mais técnico da produção televisiva e é conhecida como os Emmys das Artes Criativas. A cerimônia deste ano acabou destacando a série “Game of Thrones”, que venceu 9 Emmys. Com isso, ela se tornou a série dramática mais premiada da história do evento, acumulando em sua carreira a conquista de 35 troféus. E a distância para o segundo colocado é bastante ampla, deixando para trás “The West Wing” e “Hill Street Blues”, que tiveram 26 prêmios. “Game of Thrones” só não é a série mais premiada de todos os tempos porque, entre as comédias, “Frasier” tem 37 Emmys. Entretanto, este recorde pode cair no próximo domingo (18/9), quando serão entregues os prêmios principais, como Melhor Série de Drama de 2016. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, também do HBO, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story”, do FX, venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluem “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores dos Emmys de Artes Criativas 2016 Melhor Elenco – Série Drama “Game of Thrones” Melhor Elenco – Série Comédia “Veep” Melhor Elenco – Minissérie, Telefilme ou Especial “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” Melhor Ator Convidado – Drama Hank Azaria – “Ray Donovan” Melhor Atriz Convidada – Drama Margo Martindale, “The Americans” Melhor Ator Convidado – Comédia Peter Scolari – “Girls” Melhor Atriz Convidada – Comédia Tina Fey e Amy Poehler – “Saturday Night Live” Melhor Coordenação de Dublês de Série Cômica ou de Variedades “Shameless” Melhor Coordenação de Dublês em Série Dramática, Minissérie ou Telefilme “Game of Thrones” Melhor Especial “Grease Live” Melhor Especial de Variedades “The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special” Melhor Série de Documentário “Making a Murderer” Melhor Telefilme Documentário “What Happened, Miss Simone?” Mérito Excepcional em Documentário “Cartel Land” “Jim: The James Foley Story” Melhor Direção de Documentário “Making a Murderer” Melhor Roteiro de Documentário “Making a Murderer” Melhor Fotografia de Documentário “Making a Murderer” Melhor Série Animada “Archer” Melhor Episódio Animado “Robot Chicken – Especial de Natal” Melhor Dublagem “Family Guy” Melhor Programa Infantil “It’s Your 50th Christmas, Charlie Brown!” Melhor Reality sem Estrutura Formal “Born This Way” Melhor Reality com Estrutura Formal “Shark Tank” Melhor Apresentador de Reality ou Programa de Competição RuPaul Charles – “RuPaul’s Drag Race” Melhor Direção de Programa de Variedades Ryan McFaul – “Inside Amy Schumer” Melhor Roteiro de Programa de Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” Melhor Design de Créditos de Abertura “The Man in the High Castle” Melhor Tema Musical de Abertura “Marvel’s Jessica Jones” Melhor Direção Musical “Danny Elfman’s Music from the Films of Tim Burton” Melhor Composição de Trilha em Minissérie, Telefilme ou Especial “The Night Manager” Melhor Composição de Trilha em Série “Mr. Robot” Melhores Canções Originais “The Hunting Ground” Melhor Coreografia “America’s Best Dance Crew” “Crazy Ex-Girlfriend” Governors Award “American Idol” Melhor Fotografia em Série de Estúdio “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” Melhor Fotografia de Série com Externas “The Man in the High Castle” Melhor Fotografia em Minissérie ou Telefilme “Fargo” Melhor Figurino em Série, Minissérie ou Telefilme Atual “American Horror Story: Hotel” Melhor Figurino em Série, Minissérie ou Telefilme de Época ou Fantasia “Game of Thrones” Melhor Figurino em Programa de Variedades ou Especial “The Wiz Live!” Melhor Direção de Arte em Série de Fantasia ou Atual “Game of Thrones” Melhor Direção de Arte em Série de Época “Downton Abbey” Melhor Direção de Arte de Série de Meia-Hora “Transparent” Melhores Efeitos Visuais “Game of Thrones” Melhores Efeitos Visuais Secundários “Sherlock: The Abominable Bride” Melhor Montagem de Série Cômica com Externas “Crazy Ex-Girlfriend” Melhor Montagem de Minissérie ou Telefilme com Externas “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” Melhor Montagem de Série Cômica de Estúdio “The Big Bang Theory” Melhor Edição de Som em Séries “Black Sails” Melhor Edição de Som em Minissérie, Telefilme ou Especial “Fargo” Melhor Mixagem de som em Série de Meia Hora “Mozart in the Jungle” Melhor Mixagem de Som em Série de Uma Hora “Game of Thrones” Melhor Mixagem de Som em Minissérie ou Telefilme “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” Melhor Maquiagem para Série (Não-Prostético) “Game of Thrones” Melhor Maquiagem em Minissérie ou Telefilme (Não-Prostético) “American Horror Story: Hotel” Melhor Hairstyling em Minissérie ou Telefilme The People v. O.J. Simpson: American Crime Story Melhor Hairstyling em Séries “Downton Abbey” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Corte em Série ao Vivo “Dancing With the Stars” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Corte em Telefilme ou Especial ao Vivo “Grease: Live” Melhor Narrador Keith David – Jackie Robinson/PBS Melhor Programa Interativo “The Late Late Show with James Corden” Conquista Artística em Narrativa Interativa “Archer Scavenger Hunt” Melhor Programa Interativo Original “Henry” Melhor experiência social para TV “@Midnight with Chris Hardwick” Melhor Experiência de Usuário e Design Cartoon Network App Experience Melhor Comercial “Love Has No Labels”

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    Gene Wilder (1933- 2016)

    30 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator americano Gene Wilder, um dos comediantes mais populares e influentes da década de 1970, que interpretou Willy Wonka no clássico “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (1971), o personagem-título de “O Jovem Frankenstein” (1974) e inúmeros outros personagens marcantes, numa carreira repleta de sucessos. Ele faleceu na segunda (29/8) devido a complicações decorrentes do Alzheimer, aos 83 anos em Stamford, no Estado de Connecticut. Seu nome verdadeiro era Jerome Silberman. Ele nasceu em 1933, em Wisconsin, e a inspiração para seguir a vida artística veio aos 8 anos de idade, quando o médico de sua mãe, diagnosticada com febre reumática, o chamou num canto e lhe deu a receita para a saúde de sua mãe: “Faça-a rir”. Jerome só foi virar Gene aos 26 anos, pegando emprestado o nome do personagem Eugene Gant, dos romances de Thomas Wolfe, para fazer teatro. Ele participou de várias montagens na Broadway, antes de estrear no cinema como um refém no clássico filme de gângsteres “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967). Mas foi outro filme do mesmo ano, “Primavera para Hitler” (1967), que determinou o rumo da sua carreira. Vivendo um jovem contador, que se associava a um produtor picareta de teatro para montar a pior peça de todos os tempos, Wilder construiu seu tipo cinematográfico definitivo – tímido, compenetrado, mas atrapalhado o suficiente para causar efeito oposto à sua seriedade, fazendo o público rolar de risada. Até a sisuda Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sorriu para ele, com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. “Primavera para Hitler” venceu o Oscar de Melhor Roteiro de 1968 e inaugurou a bem-sucedida parceria do ator com o diretor e roteirista Mel Brooks. Os dois ainda fizeram juntos “Banzé no Oeste” (1974) e “O Jovem Frankenstein” (1974), que figuram entre os filmes mais engraçados da década de 1970. O primeiro era uma sátira de western e o segundo homenageava os filmes de horror da Universal dos anos 1930, inclusive na fotografia em preto e branco. Com “O Jovem Frankenstein”, Wilder também demonstrou um novo talento. Ele foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro pelo filme, que coescreveu com Brooks. Muitas das piadas que marcaram época surgiram de improvisações que ele inclui no filme, em especial seus confrontos com o impagável Mary Feldman, conhecido pelos olhos tortos, no papel de Igor. Seu sucesso com o público infantil, por sua vez, jamais superou sua aparição em “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (1971), como o alegre mas misterioso Willy Wonka, num show de nuances que manteve o público hipnotizado, como um mestre de picadeiro. Mesmo assim, a idolatria das crianças de outrora também vem de seu papel como a Raposa, que roubou a cena de “O Pequeno Príncipe” (1974). Mas Wilder também fez filmes “cabeças”, trabalhando com Woody Allen em “Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo e Tinha Medo de Perguntar” (1972), e com o diretor de teatro Tom O’Horgan (responsável pelas montagens de “Hair” e “Jesus Cristo Superstars”) na adaptação de “Rhinoceros” (1974), de Eugene Ionesco, um clássico do teatro do absurdo. Tantas experiências positivas o inspiraram a passar para trás das câmeras. Ele escreveu e dirigiu “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), sátira ao personagem de Arthur Conan Doyle, em que voltou a se reunir com seus colegas de “O Jovem Frankenstein”, Madeline Kahn e Marty Feldman. O sucesso da empreitada o fez repetir a experiência em “O Maior Amante do Mundo” (1977), em que viveu um rival de Rodolfo Valentino, no auge do Cinema Mudo. Entre um e outro, acabou atuando em outro grande sucesso, “O Expresso de Chicago” (1976), filme do também recém-falecido Arthur Hiller. Com referências aos suspenses de Alfred Hitchock, o filme combinou ação e humor de forma extremamente eficaz, a ponto de inspirar um subgênero, caracterizado ainda por uma parceria incomum. O segredo da fórmula era pura química. A química entre Wilder e seu parceiro em cena, Richard Pryor, responsáveis pelo estouro do primeiro “buddy film” birracial de Hollywood – tendência que logo viraria moda com “48 Horas” (1982), “Máquina Mortífera” (1987), “A Hora do Rush” (1998) e dezenas de similares. Logo depois, ele fez uma parceria ainda mais inusitada, cavalgando com Harrison Ford em “O Rabino e o Pistoleiro” (1979), penúltimo filme da carreira do mestre Robert Aldrich. Wilder ainda voltou a se reunir com Pryor mais três vezes. O reencontro, em “Loucos de Dar Nó” (1980), foi sob direção do célebre ator Sidney Poitier, que logo em seguida voltou a dirigi-lo em “Hanky Panky, Uma Dupla em Apuros” (1982), coestrelado por Gilda Radner. O ator acabou se apaixonando pela colega de cena e os dois se casaram em meio às filmagens de seu filme seguinte, o fenômeno “A Dama de Vermelho” (1984). Foi o terceiro casamento do ator, mas o primeiro com uma colega do meio artístico. Escrito, dirigido e estrelado por Wilder, “A Dama de Vermelho” marcou época e transformou a então desconhecida Kelly LeBrock, intérprete da personagem-título, numa dos maiores sex symbols da década – “A Mulher Nota Mil”, como diria o título de seu trabalho seguinte – , graças a uma recriação ousada da cena do vestido de Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado” (1955). O estouro foi também musical. A trilha sonora, composta por Stevie Wonder, dominou as paradas graças ao hit “I Just Call to Say I Love You”, que, por sinal, venceu o Oscar de Melhor Canção. Bem-sucedido e respeitado como um artista completo, Wilder voltou a se multiplicar na frente e atrás das câmeras com “Lua de Mel Assombrada” (1986). O título também era uma referência à seu recente casamento com Radner, a atriz principal da trama. O tom da produção lembrava suas antigas comédias com Mel Brooks, mas as filmagens acabaram marcadas por uma notícia triste: Gilda Radner descobriu que tinha câncer. Durante o tratamento, o casal chegou a comemorar a remissão da doença. Aliviado, Wilder filmou uma de suas comédias mais engraçadas, “Cegos, Surdos e Loucos” (1989), seu terceiro encontro com Pryor, novamente dirigido por Hiller, em que os dois vivem testemunhas de um crime. O problema é que o personagem de Wilder é mudo e o de Pryor é cego. Radner morreu uma semana após a estreia e Wilder nunca recuperou seu bom-humor. Fez seu filme de menor graça, “As Coisas Engraçadas do Amor” (1990), dirigido por Leonard Nimoy (o eterno Sr. Spock), e em seguida encerrou a carreira cinematográfica, compartilhando sua despedida com o amigo Richard Pryor, em “Um Sem Juízo, Outro Sem Razão” (1991), no qual viveu um louco confundido com milionário. Ele se casou novamente em 1991, mas manteve viva a memória da esposa ao ajudar a fundar um centro de diagnóstico de câncer em Los Angeles com o nome de Gilda Radner. Profissionalmente, ainda tentou emplacar uma série na TV, “Something Wilder”, que durou só 15 episódios entre 1994 e 1995, e seguiu fazendo pequenos trabalhos esporádicos na televisão. Por conta de uma de suas últimas aparições na telinha, na 5ª temporada de “Will & Grace”, exibida em 2003, ele venceu o Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia. Dois anos depois, ninguém o convidou a participar do remake de “A Fantástica Fabrica de Chocolate” (2005), dirigido por Tim Burton e com Johnny Depp em seu famoso papel. Ele resumiu sua opinião sobre o filme dizendo: “É um insulto”. Tampouco foi lembrado pelos responsáveis por “Os Produtores” (2005), versão musical de “Primavera para Hitler”. Hollywood o esqueceu completamente. Um dos maiores talentos humorísticos que o cinema já exibiu. “Um dos verdadeiros grandes talentos dos nossos tempos. Ele abençoou cada filme que fizemos com sua mágica e me abençoou com sua amizade”, definiu Mel Brooks em sua conta no Twitter.

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    Mr. Robot é renovada para sua 3ª temporada

    16 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano USA renovou a série “Mr. Robot” para sua 3ª temporada. Aclamada pela crítica, a série sobre uma sociedade hacker secreta teve quatro indicações ao Emmy deste ano, incluindo Melhor Série Dramática e Melhor Ator de Série Dramática (Rami Malek), após vencer Globos de Ouro nas duas categorias. Apesar do sucesso de crítica, a série não tem grande audiência ao vivo e ainda perdeu 20% de seu público inaugural na 2ª temporada. Os 700 mil telespectadores ao vivo, porém, acabam ganhando reforço do público das plataformas digitais. O arco atual se encerra em 14 de setembro e a 3ª temporada será exibida em 2017, com o número de episódios ainda não divulgado.

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    Série Ray Donovan é renovada para sua 5ª temporada

    14 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano Showtime renovou “Ray Donovan” para sua 5ª temporada. Aclamada pela crítica, a série tem quatro indicações ao Emmy 2016, dentre elas Melhor Ator de Série Dramática para Liev Schreiber, intérprete do personagem-título, e Melhor Ator Coadjuvante para Jon Voight, que vive seu pai vigarista. Criada por Ann Biderman (criadora também de “Southland”), a série sobre um “fixer” (profissional especializado em livrar os clientes de situações embaraçosas) de Los Angeles e sua família complicada, está atualmente na metade da sua 4ª temporada, cujo encerramento está previsto para 4 de setembro. A 5ª temporada terá 12 episódios como as demais, com gravações marcadas para o começo de 2017. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago HBO.

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    Clássico de espionagem, O Espião que Veio do Frio vai virar minissérie

    22 de julho de 2016 /

    A clássica história de espionagem “O Espião que Veio do Frio”, livro de 1963 de John Le Carré (“O Espião que Sabia Demais”), será adaptado para a TV pelo roteirista Simon Beaufoy, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A trama acompanha um espião inglês que recebe a missão de buscar asilo em Berlim Oriental, supostamente traindo seu país para semear desinformação entre os soviéticos, mas pouco a pouco começa a mergulhar na paranoia, sentindo-se abandonado. O livro virou um filme formidável em 1965, no auge da Guerra Fria, com direção de Martin Ritt e Richard Burton no papel principal. Carré está em alta entre os produtores televisivos, depois que a minissérie “The Night Manager”, que adapta seu livro “O Gerente da Noite”, recebeu 12 indicações ao Emmy 2016. A produtora por trás da adaptação de “O Espião que Veio do Frio” é a mesma de “The Night Manager”, The Ink Factory, mas desta vez sua parceira de produção não é a rede britânica BBC, mas o estúdio Paramount TV.

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    Por erro técnico, ator de Veep perde sua indicação ao Emmy 2016

    21 de julho de 2016 /

    O ator veterano Peter MacNicol, vencedor do Emmy em 2001 pela série “Ally McBeal”, foi impedido de disputar sua quarta indicação ao maior prêmio da televisão americana. Ele tinha sido indicado ao prêmio de Melhor Ator Convidado em uma série de comédia por “Veep”‘, mas um erro técnico impediu que seu nome continuasse na competição. Na comédia protagonizada por Julia Louis-Dreyfus, MacNicol faz eventuais participações como Jeff Kane, tio com fortes ligações políticas do personagem Jonah Ryan (Timothy Simons), parte da equipe da vice-presidente Selina Meyer. O problema é que ele apareceu em cinco dos dez episódios da 5ª temporada — para poder concorrer na categoria, entretanto, a participação não pode ser igual ou exceder 50% do total de episódios. A Academia explicou o ocorrido em uma nota enviada à imprensa. “Após revisarmos a categoria de participação masculina em uma série de comédia, a Academia da Televisão determinou que, infelizmente, Peter MacNicol excede o número de episódios permitidos para inclusão na categoria. A candidatura do ator convidado proposta pela HBO estava correta à época do envio, mas ele acabou sendo incluído em mais um episódio de “Veep” subsequentemente. Infelizmente, essa aparição adicional faz com que ele tenha participado de 50% dos episódios da temporada e o tornou inelegível para competir na categoria de participação especial. A decisão não representa, de forma alguma, uma desvalorização da performance maravilhosa do sr. MacNicol nesta temporada de ‘Veep’. Um novo indicado será anunciado em breve”. Peter MacNicol estava concorrendo com Bob Newhart (“The Big Bang Theory”), Tracy Morgan (“Saturday Night Live”), Larry David (“Saturday Night Live”), Bradley Whitford (“Transparent”) e Martin Mull (“Veep”). Após o comunicado da Academia, HBO também se manifestou, lamentando que a “brilhante performance de Peter não seja reconhecida”.

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    Game of Thrones: Atores da série celebram indicações ao Emmy 2016

    15 de julho de 2016 /

    Os atores de “Game of Thrones” externaram sua alegria pelas 23 indicações que série recebeu no Emmy 2016. Atração televisiva que concorre a maior quantidade de troféus na próxima edição da premiação, a série do canal pago HBO emplacou cinco de seus astros nas categorias de Ator e Atriz Coadjuvantes. E isto porque a produção considera a interpretação um trabalho de equipe e não dá destaque de ator ou atriz principal a nenhum de seus protagonistas. Mais jovem entre as selecionadas, Maisie Williams, que vive Arya Stark, usou sua conta no Twitter para celebrar. “Estava no telefone com a minha mãe e de repente chega a notícia de que fui indicada a um Emmy. Pqp!”, escreveu, entusiasmada, sobre a primeira indicação de sua carreira. Outro estreante no Emmy, Kit Harington, o Jon Snow, se disse lisonjeado. “Estou no mínimo atordoado. Ter o meu trabalho reconhecido dessa forma me emociona bastante”, disse, em comunicado à imprensa. Lena Heady, a maléfica rainha Cersei Lannister, que já está em sua terceira indicação, comemorou o resultado geral da série, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Estou completamente emocionada. É incrível termos recebido tantas nomeações…Wahoo!”. Também em sua terceira indicação, Emilia Clark preferiu celebrar o trio de mulheres poderosas que representarão “Game of Thrones” no Emmy. “Isto é que é girl power”, ela escreveu em seu Instagram Apenas Peter Dinklage, em sua sexta indicação e com duas vitórias na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, não se manifestou. No ano passado, “Game of Thrones” venceu 12 Emmys, o recorde de vitórias em um mesma edição. A cerimônia de entrega do Emmy 2016 acontecerá no dia 18 de setembro, em Los Angeles.

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    Game of Thrones lidera as indicações ao Emmy 2016

    14 de julho de 2016 /

    A Academia da Televisão dos EUA anunciou os indicados ao prêmio Emmy 2016. E após muitos anos de distanciamento do público e até mesmo da crítica, a lista anuncia uma mudança de padrão entre os eleitores do troféu mais cobiçado da televisão americana, incluindo produções de gênero e algumas séries bastante ousadas para o gosto médio. O fenômeno “Game of Thrones” é a série com mais indicações (23 no total), seguida pelas antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” (22 indicações) e “Fargo” (18 indicações), que disputam outra categoria como séries limitadas (minisséries, na prática). Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” (17) e “Silicon Valley” (11). Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal conquistou, ao todo, 94 indicações, muito a frente dos demais. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX (56), quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix (54), que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também tem seu espaço na disputa. A cerimônia que anunciará os vencedores acontecerá no dia 18 de setembro, com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”). Confira as principais indicações abaixo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor atriz convidada em série dramática Margo Martindale – The Americans Carrie Preston – The Good Wife Laurie Metcalf – Horace And Pete Ellen Burstyn – House of Cards Molly Parker – House of Cards Allison Janney – Masters of Sex Melhor ator convidado em série dramática Max von Sydow – Game of Thrones Michael J. Fox – The Good Wife Reg E. Cathey – House of Cards Mahershala Ali – House of Cards Paul Sparks – House of Cards Hank Azaria – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor atriz convidada em série cômica Laurie Metcalf – The Big Bang Theory Christine Baranski – The Big Bang Theory Tina Fey e Amy Poehler – Saturday Night Live Melissa McCarthy – Saturday Night Live Amy Schumer – Saturday Night Live Melora Hardin – Transparent Melhor ator convidado em série cômica Bob Newhart – The Big Bang Theory Tracy Morgan – Saturday Night Live Larry David – Saturday Night Live Bradley Whitford – Transparent Martin Mull – Veep Peter MacNicol – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor minissérie American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor filme feito para TV All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor série animada Archer Bob’s Burgers Phineas e Ferb Os Simpsons South Park Melhor dublagem Seth MacFarlane – Uma Família da Pesada Trey Parker – South Park Matt Stone – South Park Keegan-Michael Key – SuperMansion Chris Pine – SuperMansion Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race

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  • Série

    Série American Crime é renovada

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana ABC renovou a série “American Crime” para a 3ª temporada. Apesar da audiência baixa (média de 3,5 milhões de telespectadores ao vivo), a série conta com prestígio. As críticas positivas e a vitoria de Regina King no Emmy na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante animaram os executivos da emissora a bancarem a continuidade da atração. Criada por John Ridley (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro por “12 Anos de Escravidão”), a produção segue o formato de antologia, contando uma história diferente, como novos personagens, a cada temporada. As duas primeiras temporadas foram estreladas por Felicity Huffman (série “Desperate Housewives”) e Timothy Hutton (série “Leverage”), mas ainda não se sabe quais integrantes do elenco irão retornar. Em entrevista recente, o produtor executivo Michael McDonald sugeriu que a próxima trama deve explorar a desigualdade social americana.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Garry Shandling (1949 – 2016)

    25 de março de 2016 /

    O famoso comediante americano Garry Shandling morreu na tarde de quinta-feira (24/3), ao sofrer um ataque cardíaco repentino em Los Angeles, aos 66 anos de idade. Ele fez muito sucesso na TV durante os anos 1980 e 1990, quando estrelou as séries “It’s Garry Shandling Show” e “The Larry Sanders Show”. Garry Emmanuel Shandling nasceu no dia 29 de novembro de 1949 em Chicago. Formado em Publicidade e Marketing, mudou-se para Los Angeles na década de 1970 para trabalhar em uma agência de propaganda, mas aproveitou a proximidade com a indústria de entretenimento para se tornar roteirista. A carreira artística começou quando ele enviou um roteiro especulativo para a série “Sanford & Son”, que acabou gravado pela rede NBC em 1975. O êxito do episódio o levou a escrever mais quatro capítulos do seriado no ano seguinte, além de uma história de “Welcome Back, Kotter”. Mas o formato dos sitcoms acabou frustrando suas expectativas. Cansado de discutir com produtores, preferiu largar a televisão para virar comediante stand-up. E logo foi “descoberto” pelo programa de variedades “The Tonight Show”. Convidado a participar da atração apresentada por Johnny Carson em 1981, fez tanto sucesso que virou atração recorrente, aparecendo como apresentador convidado em várias ocasiões, até 1987. Tanto que, quando Carson se aposentou, Shandling chegou a ser cotado para substituí-lo. A repercussão de suas aparições no “Tonight Show” lhe rendeu um especial de TV, “Garry Shandling: Alone in Vegas”, exibido pelo canal pago Showtime em 1984, que estava interessado em transformá-lo numa atração fixa de sua programação. O projeto foi a semente da primeira série estrelada pelo comediante, “It’s Garry Shandling’s Show”, criada por ele e Alan Zweibel (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”) em 1985, como uma sátira das sitcoms tradicionais. Na trama, Shandling interpretava uma versão ficcional de si mesmo, um comediante que estrelava uma sitcom e que, durante os episódios, rompia a quarta parede, interrompendo a narrativa para conversar com o público, comentando fatos e integrando a audiência em suas histórias. Exibida até 1990, a série durou quatro temporadas, com um total de 72 episódios. Mas o grande sucesso de Shandling viria no canal concorrente, “The Larry Sanders Show”, produzida entre 1992 e 1998 para o HBO. Desta vez inspirada nas experiências de Shandling no programa de Johnny Carson, a série acompanhava os bastidores de produção de um talk show fictício, apresentado por Larry Sanders (alter-ego de Shandling) e Hank Kingsley (Jeffrey Tambor, hoje protagonista da série “Transparent”). Durante os episódios, Sanders/Shandling aparecia entrevistando celebridades reais, mas tudo seguia roteiros prévios, que embaraçavam a distinção entre os limites de um talk show real e a ficção. Desenvolvida em parceria com Dennis Klein (criador de “Cosby”), “The Larry Sanders Show” teve seis temporadas e um total de 89 episódios, mas é mais celebrada por suas mais de 50 indicações ao Emmy, que a tornaram uma das primeiras produções da TV paga valorizadas pelas mudanças promovidas pela Academia da Televisão – só a partir de 1988 séries da TV paga passaram a disputar as categorias principais, até então reservadas para programas da TV aberta. Vale lembrar que “A Família Soprano”, considerada uma espécie de marco do HBO no Emmy, só surgiu em 1999, após o fim de “The Larry Sanders Show”. Foi, portanto, a comédia de Shandling que, de fato, deu credibilidade para o canal, além de estimular seus executivos a buscar produções que desafiassem as fórmulas estabelecidas da TV aberta. Shandling aproveitou sua popularidade para também se lançar no cinema durante os anos 1990, aparecendo em comédias como “Um Dia de Louco” (1994), com Steve Martin, como dublador de um dos bichos falantes de “Dr. Dolittle” (1998), com Eddie Murphy, e “À Beira do Caos” (1998), com Sean Penn e a dupla da série “House of Cards”, Kevin Spacey e Robin Wright. Após o fim do “Larry Sanders Show”, ele escreveu e estrelou “De que Planeta Você Veio?” (2000), comédia dirigida pelo mestre Mike Nichols, em que viveu um alienígena sem emoções que vem à terra em busca de uma esposa para procriar. Seu par perfeito era Annette Bening, com quem ele também trabalhou em “Segredos do Coração” (1994). Mas não houve química com o público e a crítica, resultando num fracasso de bilheteria e resenhas negativas. Na mesma época, ele ainda coestrelou “Ricos, Bonitos e Infiéis” (2001), produção repleta de estrelas, e gozou seus últimos instantes de fama ao aparecer como si mesmo na série “Arquivo X” (num episódio de 2000) e nas comédias “Zoolander” (2001) e “Metido em Encrenca” (2001). Entretanto, a ausência na telinha logo fez as ofertas de papeis diminuírem, a ponto dele passar vários anos sem filmar. Fora uma dublagem na animação “Os Sem Floresta” (2006), Shandling só foi reaparecer nos filmes da Marvel, interpretando um senador, chamado Stern, em “Homem de Ferro 2” (2010) e “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (2014). Foi seu último papel. Shandling nunca se casou, mas entre 1987 e 1994 viveu com Linda Doucett, atriz e modelo que integrou o elenco recorrente de “The Larry Sanders Show”.

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  • Etc,  Série

    Jimmy Kimmel vai apresentar o Emmy 2016

    13 de março de 2016 /

    O canal ABC anunciou que o apresentador de talk show americano Jimmy Kimmel vai apresentar o Emmy 2016, principal premiação anual da televisão americana. “Jimmy Kimmel é um showman nato. Com ele no comando, espere um Emmy ousado, maior e nunca visto antes”, diz o comunicado da emissora. A notícia confirma um rumor que já estava circulando pela mídia norte-americana. E é uma consequência da natureza da transmissão do evento. A cada ano, o Emmy é transmitido por uma rede diferente de televisão. Como 2016 é o ano da ABC, é natural que o canal acabe optando por um representante de sua programação. E quem melhor do que o apresentador de seu talk-show de sucesso, “Jimmy Kimmel Live!”? Esta será a segunda vez que o comediante assumirá a função. Ele apresentou o Emmy em 2012, a última vez em que a ABC exibiu o programa, e foi bastante elogiado. Por sinal, Kimmel também chamou atenção na edição passada, quando apareceu para premiar o Melhor Ator em Série de Comédia e optou por engolir o papel com o nome do vencedor, em uma brincadeira sobre o sigilo que certa a apuração do resultado. Ninguém saberia se ele estaria premiando o verdadeiro vencedor, brincou. Se quiser bisar a piada, seria bom comprar muito sal de frutas para deglutir um programa inteiro. As indicações serão anunciadas em 14 de julho e a cerimônia de premiação será realizada no teatro Microsoft de Los Angeles no dia 18 de setembro.

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    Emmy passará a premiar vídeos do YouTube

    5 de março de 2016 /

    A Academia da Televisão americana anunciou a inclusão de uma nova categoria no prêmio Emmy 2016. Para refletir as mudanças trazidas pelas novas mídias, a premiação passará, a partir de agora, a contemplar produções curtas criadas para a internet, como vídeos do YouTube, Crackle, Adult Swim, Maker Studios e Fullscreen. “Nossos diretores reconhecem o volume de trabalho realmente excepcional de nossos membros em outras plataformas”, disse o CEO e presidente de honra da Academia da Televisão, Bruce Rosenblum, ao site The Hollywood Reporter. “Veja a qualidade do talento acontecendo nesse espaço. É responsabilidade de nossa organização reconhecer isso”, completou. A nova categoria irá premiar séries compostas por um mínimo de seis episódios com duração de até 15 minutos, feitos para a internet, além de atores e atrizes desse formato. A Academia anunciou ainda que ampliará as listas de indicados que concorrem ao Emmy de Roteiro e Direção – de cinco para seis candidatos – entre as séries de Drama e Comédia. A justificativa também é a qualidade crescente da produção televisiva. A premiação do Emmy 2016 acontecerá em setembro, dividida em dois fins de semana consecutivos. Apenas a entrega dos Emmy principais, destinados às categorias mais populares de séries, minisséries e telefilmes, serão televisados, no segundo fim de semana da premiação. As datas oficiais ainda não foram confirmadas.

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