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  • Série

    Série animada da Arlequina ganha data de estreia e novo trailer com dublagem de Kaley Cuoco

    12 de novembro de 2019 /

    A DC Comics divulgou um novo trailer e a data de estreia da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) dublando a personagem de quadrinhos Arlequina. Ao som de “Think”, de Aretha Franklin, a prévia é anárquica e violenta, e mostra a Arlequina formando um novo grupo de vilões para provar sua independência do Coringa. As cenas também acompanham uma evolução visual da personagem, que começa com um uniforme ao estilo clássico das animações de Bruce Timm, criador da personagem na série animada do Batman dos anos 1980, e termina com uma aparência mais próxima da versão do filme “Esquadrão Suicida”. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também é produtora executiva da atração, que ainda traz as vozes de outros atores famosos, como Lake Bell (“Childrens Hospital”), Alan Tudyk (“Doom Patrol”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”), James Wolk (“Zoo”) e Christopher Meloni (“Happy!”). A série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada, ainda sem previsão de estreia, na plataforma DC Universe, que por enquanto é exclusiva dos Estados Unidos. um vídeo de bastidores da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) como a voz a personagem de quadrinhos Arlequina. A prévia destaca os principais dubladores da atração: Alan Tudyk (“Doom Patrol”) como Coringa, Lake Bell (“Childrens Hospital”) no papel da Era Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada e Diedrich Bader (“Veep”) como Batman. Além disso, a equipe apresenta a produção como a versão mais insana da personagem. A 1ª temporada de 26 episódios será lançada na plataforma DC Universe no dia 29 de novembro, por enquanto apenas nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série de Loki terá ligação com próximo filme do Doutor Estranho

    8 de novembro de 2019 /

    “WandaVision” não será a única série da plataforma Disney+ (Disney Plus) que terá ligação com o próximo filme do Doutor Estranho. O chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a trama de “Loki” também afetará o próximo filme do personagem vivido por Benedict Cumberbatch. “Não sei se já tínhamos confirmado isso antes, mas terá ligação”, ele afirmou sobre “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston. A revelação joga nova luz sobre o título do filme, que foi batizado, em inglês, de “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). Como a própria existência de Loki – e provavelmente do Visão em “WandaVision” – resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade cronológica do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? A primeira arte conceitual de “Loki” mostrou o vilão em 1975, enquanto a arte de “Wandavision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, evocou a estética dos anos 1950. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Também foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que junta Anthony Mackie e Sebastian Stan e já começou a ser gravada, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A Disney+ (Disney Plus) será lançada na terça-feira (12/11) na América do Norte e só deve chegar ao Brasil no final de 2020.

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  • Etc,  Série

    See: Série de Jason Momoa coloca “Skol latão” no pós-apocalipse

    6 de novembro de 2019 /

    A cerveja Skol ganhou uma publicidade inesperada, por conta do uso de um banco de som nacional em “See”, série da plataforma Apple TV+ estrelada por Jason Momoa. Um usuário do Twitter que se identifica como Erivaldoff foi quem revelou a gafe. Ele publicou a cena em que é possível ouvir claramente uma voz ao fundo gritando “Skol, Skol, Skol, Skol latão aqui”. Confira abaixo. A venda de cerveja acontece durante o terceiro episódio, em uma cena que se passa em um festival. O ambulante de certo viu no evento uma oportunidade de faturar alguns reais. SQN. O problema para o eco perdido é que a trama se passa num futuro pós-apocalíptico, seguindo um colapso da civilização e um evento de quase extinção que resultou na perda da visão da humanidade – e no fim da fabricação de cervejas, entre outras milhares de coisas. O fato de o ambulante ter parado nesse futuro é culpa do editor do som. Como nem todo os sons são captados ao vivo, no ambiente do set, muitos deles são reconstruídos em estúdio. Mas também existem bancos de dados sonoros, usados por editores para encontrar sons de passos, buzinas, enchentes, balbúrdia ou gritos prontos para uso. O responsável pela sonoplastia da série pode ter entrado num banco de dados estrangeiro e não se preocupado em entender o que estava sendo falado, e selecionado “skol latão” apenas pela ambiência. Os três primeiros episódios de “See” foram disponibilizados na sexta-feira passada (1/11), junto do lançamento internacional da Apple TV+, e novos capítulos será lançados semanalmente. A série é uma criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e tem seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). Além de Momoa, o elenco também destaca Alfre Woodard (“Luke Cage”), Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), Christian Camargo (“Penny Dreadful”), Nesta Cooper (“Travelers”), Yadira Guevara-Prip (“Supernatural”), Hera Hilmar (“Da Vinci’s Demons”), Christian Sloan (“Salvation”) e Jaeden Noel (“Killjoys”). Seriado medieval da Apple TV+ usando banco de áudio brasileiro com direito s ambulante vendendo Skol latão pic.twitter.com/0B6wu450Ns — eri (@erivaldoff) November 5, 2019

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  • Filme

    Um Espião Animal: Will Smith e Tom Holland são cortados do filme no trailer nacional

    29 de outubro de 2019 /

    A Fox divulgou a versão dublada em português do mais recente trailer de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise). Com isso, o público nacional perde um dos maiores atrativos da produção, que são as vozes em inglês de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com a dublagem americana – embora o estúdio tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. A prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelas tantas, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos ganha trailer dublado por Larissa Manoela

    26 de outubro de 2019 /

    A Galeria Distribuidora divulgou o trailer dublado de “O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos”, que traz Larissa Manoela dando voz a Gerda, uma garota que se sente inútil por ser a única pessoa da família que não possui poderes mágicos. A animação traz também Igor Jansen em seu primeiro trabalho de dublagem, como Rony, e João Côrtes como o trol Orm. “A Terra dos Espelhos” é o quarto filme da franquia “O Reino Gelado”, animação russa inspirada na mesma fábula que a Disney transformou no blockbuster “Frozen”. Larissa Manoela e João Cortês já tinham dublado Gerda e Orm em dois lançamentos anteriores, “O Reino Gelado 2” e “O Reino Gelado: Fogo e Gelo”. Mas Rony era dublado pelo ex-namorado da jovem, João Guilherme. Com cópias 2D e 3D, o filme tem estreia nacional marcada para 21 de novembro e pré-estreias pagas nos dias 15, 16, 17 e 20 de novembro.

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  • Filme

    Pedro Coelho volta em trailer dublado e legendado de nova aventura

    18 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou o pôster nacional e o primeiro trailer de “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, sequência de “Pedro Coelho”, em versões legendada e dublada em português. Novamente escrito e dirigido por Will Gluck e com o mesmo elenco do longa de 2018, o filme mostra o sucesso dos livros de Bea (Rose Byrne), que tornam Pedro Coelho (Peter Rabbit no original em inglês) famoso. Com dificuldades para se ajustar à fama e à amizade inesperada com o fazendeiro “Severino” (o personagem de Domhnall Gleeson na verdade se chama McGregor sem a dublagem), Pedro/Peter se rebela e passa a viver como um “coelho vira-latas” nas ruas da cidade grande, longe de sua fazenda. Daí, o subtítulo “O Fugitivo”. Os dubladores dos coelhos são os mesmos do primeiro filme, com James Corden no papel-título e nada menos que Margot Robbie, Daisie Ridley e Elizabeth Debicki como coelhinhas. Entre as novidades, um novo coelho dublado por David Oyelowo (“Selma”). Entretanto, nenhum deles é ouvido na versão falada em português. Ainda bem que há uma versão legendada. A estreia está marcada para o dia 30 de abril no Brasil, quase um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Dolittle: Nova aventura de Robert Downey Jr. ganha primeiro trailer dublado

    13 de outubro de 2019 /

    A Universal divulgou o primeiro trailer de “Dolittle”, fantasia estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”), que vai mostrar o intérprete do Homem de Ferro com outro superpoder, na pele de um médico que possui a estranha habilidade de falar com animais. O trailer nacional, distribuído apenas dublado, traz o astro falando português e, curiosamente, com outro nome. É possível ouvir claramente uma menina chamando seu personagem de “Dr. Dolírou” – enfatizando a segunda sílaba, em vez da primeira da pronúncia em inglês. Compare com a prévia original abaixo. Cheio de efeitos e clima de aventura vitoriana, como os filmes de “Sherlock Holmes” estrelados pelo ator, “Dolittle” é baseado nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, que já renderam inúmeras adaptações, entre elas “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e a comédia “Dr. Dolittle” (1998), que teve até sequência em 2001, ambas estreladas por Eddie Murphy. Além de Downey Jr., a produção terá vários astros famosos, inclusive outro intérprete de super-herói da Marvel. Só que não no Brasil, porque a maioria participa da dublagem dos animais falantes e suas vozes serão substituídas por profissionais que falam Dolirou em português. As vozes célebres que não estarão na versão dublada nacional são de Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Já os demais personagens humanos são interpretados por Michael Sheen (“Passageiros”), Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Jessie Buckley (“Chernobyl”) – que será a jovem Rainha Victoria. A direção e o roteiro estão a cargo de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016). A estreia está prevista para 16 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Dolittle: Novo filme de Robert Downey Jr. ganha primeiro pôster

    13 de outubro de 2019 /

    A Universal divulgou o primeiro pôster de “Dolittle”, fantasia estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”), que vai mostrar o intérprete do Homem de Ferro com outro superpoder, na pele de um médico que possui a estranha habilidade de falar com animais. A história é baseada nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, que já renderam inúmeras adaptações, entre elas “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e a comédia “Dr. Dolittle” (1998), que teve até sequência em 2001, ambas estreladas por Eddie Murphy. Além de Downey Jr., a produção terá vários astros famosos, inclusive outro intérprete de super-herói da Marvel. Só que não no Brasil, porque a maioria participará na dublagem dos animais e deverão ser redublados no lançamento nacional. As vozes célebres do longa são Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Além destes, estão previstos personagens humanos interpretados por Michael Sheen (“Passageiros”), Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Jessie Buckley (“Chernobyl”), que será a jovem Rainha Victoria. A direção e o roteiro estão a cargo de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016). A estreia está prevista para 9 de janeiro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Bacurau mistura ação e reflexão num filme de peso

    1 de setembro de 2019 /

    Novo filme de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) e Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), “Bacurau” é um western brasileiro. Segue a trilha dos históricos “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1963) e “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969), de Glauber Rocha (1938-1981). Filmes que já se pautavam por grande força política e preocupação social, tentando desvendar um universo nordestino, marcado pela violência opressora, de um lado, e resistente, de outro. Dialoga também com a produção nacional que sempre teve nos cangaceiros uma fonte de inspiração permanente, oportunidade de pensar e de criar a partir da realidade do nordeste brasileiro para alcançar o país. “Bacurau” incorpora novos elementos a tudo isso. Tem invasores agressores e poderosos. Que chegam a tirar o povoado do mapa e produzem assassinatos aparentemente inexplicáveis, valendo-se até de drones com aspecto de disco voador. Falam inglês, seu comandante é um alemão com pinta e comportamento de nazista, e os colaboradores que atuam com eles falando português, além do inglês, são desprezados e descartados na primeira oportunidade. Ou seja, estamos no terreno da alegoria política, que soa tão atual, mas talvez seja mesmo uma constante da nossa história. Até porque a trama não se nutre do momento atual (foi filmado antes da eleição de Bolsonaro), embora pareça inspirado nele. Percepção acurada? Premonição? Visão apurada do processo histórico, da relação entre a casa-grande, a senzala e a dimensão internacional que as envolve. A produção mistura ação e reflexão no mesmo produto. É um filme forte, intrigante, provocador, mas é também uma aventura, muito envolvente. Por isso, pode ser visto como um filme de gênero, embora não esteja preocupado em seguir cartilhas ou convenções. Fala ao sentimento do público, mostra uma violência que tem de ser decifrada e que, afinal, leva a algumas conclusões. Talvez distintas, para cada grupo de espectadores. Mas que deve mexer com todo mundo, de um jeito ou de outro. Um elenco enorme e dedicadíssimo a seus personagens passa uma sensação de grande veracidade e remete a um mundo tão familiar quanto distante. Sonia Braga, como a dra. Domingas, reúne as dimensões da solidariedade e do descontrole, a indicar a profunda humanidade da figura que encarna. O alemão Udo Kier (astro de inúmeros terrores clássicos) é a maldade forasteira, mas também o impasse e a solidão. Bárbara Colen faz Teresa, mulher forte e lutadora. Os forasteiros colaboracionistas são patéticos, mas a gente até se esquece disso porque Karine Teles e Antonio Saboia nos conquistam pela qualidade de seus desempenhos. Thomás Aquino, como Pacote, e o inusitado bandido local Lunga, papel de Silvero Pereira, nos mostram como é estar no fio da navalha entre a fome e o crime. Todos os personagens são bem construídos e têm um ator ou atriz à sua altura. A trilha sonora é também bem marcante, vai de Gal Costa e seu objeto voador não-identificado a Geraldo Vandré, passando por Sérgio Ricardo. Marcos reconhecíveis da resistência que sempre pautou a nossa música e o nosso cinema, que combinam bem com a temática tratada no filme. A comunidade do povoado da Barra, no Rio Grande do Norte, divisa com a Paraíba, onde a maior parte do filme foi gravada, participou ativamente dos trabalhos de apoio à produção e como figurantes, contribuindo para a autenticidade das situações mostradas. “Bacurau” é um filme de peso da produção brasileira recente, que já vem recebendo o maior reconhecimento internacional, na forma de convites para mais de 100 festivais e mostras de cinema pelo mundo, e já conquistou prêmios nos festivais de cinema de Munique, de Lima e o importante Prêmio do Júri do Festival de Cannes.

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  • Filme

    Filme brasileiro Bacurau tem sessões dubladas e legendadas no cinema. Saiba o motivo

    30 de agosto de 2019 /

    O filme brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) e Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), foi lançado nos cinemas na quinta (29/8) com versões dublada e legendada. Mas as legendas não tem nada ver com um suposto “sotaque nordestino” difícil de entender – como chegou a acontecer, por exemplo, com “Cine Holliúdy”. O próprio Kleber Mendonça Filho explicou a questão. “Desculpe o leve spoiler, mas Bacurau tem diálogos em português e em inglês. Nas partes em inglês, há duas versões nos cinemas: legendado e dublado. Cada uma uma experiência diferente. Grande abraço”, escreveu o cineasta no Twitter. O diretor ainda defendeu a versão dublada, que alguns cinéfilos resistiram em aceitar. “Acho que dá um ar mais forte de cinema B, sessão da tarde e filme de aventura. E esses profissionais da dublagem saíram com cada uma que eu fiquei. Adorei.” Vencedor do Prêmio do Juri do Festival de Cannes, “Bacurau” oferece uma mistura de gêneros que envolve o espectador numa trama misteriosa/metáfora de resistência. Estrelado por Sonia Braga (“Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, o filme retrata o drama de um povoado isolado no nordeste que descobre que não consta mais no mapa. E se torna alvo de atentados.

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  • Série

    Série animada da Arlequina ganha vídeo de bastidores

    19 de agosto de 2019 /

    A DC Comics divulgou um vídeo de bastidores da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) como a voz a personagem de quadrinhos Arlequina. A prévia destaca os principais dubladores da atração: Alan Tudyk (“Doom Patrol”) como Coringa, Lake Bell (“Childrens Hospital”) no papel da Era Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada e Diedrich Bader (“Veep”) como Batman. Além disso, a equipe apresenta a produção como a versão mais insana da personagem. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também é produtora executiva da atração. Outros famosos envolvidos na dublagem da série incluem Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Tony Hale (“Veep”), James Wolk (“Zoo”) e Christopher Meloni (“Happy!”). Ainda sem previsão de estreia, a série terá uma 1ª temporada de 26 episódios, que serão lançados na plataforma DC Universe, por enquanto disponível apenas dos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    Russi Taylor (1944 – 2019)

    28 de julho de 2019 /

    Russi Taylor, que foi dubladora da ratinha Minnie Mouse por mais de três décadas nas animações da Disney, morreu aos 75 anos na Califórnia. A informação foi confirmada no sábado (27/7) em comunicado do estúdio. A causa da morte não foi divulgada. “Minnie Mouse perdeu a voz com a morte de Russi Taylor”, disse Bob Iger, presidente e diretor-executivo da companhia, no comunicado. “Por mais de 30 anos, Minnie e Russi trabalharam juntas para entreter milhões em todo o mundo – uma parceria que fez de Minnie um ícone global e de Russi uma lenda da Disney amada por fãs em todos os lugares”, completou. Ela começou a dublar Minnie em 1987 e, no ano seguinte, deu voz à personagem no filme clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit”. Desde então, sempre que Minnie apareceu num desenho, fosse uma participação na série de Tico e Teco ou um vídeo como “Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros”, foi Russi quem lhe deu voz. E ela permanecia ativa na função na atual série do “Mickey Mouse”, produzida desde 2013 pelo estúdio. A ligação com o Mickey também se estendeu aos bastidores. Russi conheceu o seu marido, Wayne Allwine, no microfone ao lado. Ele era, curiosamente, o dublador do Mickey desde 1977. As vozes de Mickey e Minnie se casaram na vida real em 1991 e ficaram juntos até a morte dele, em 2009. A dubladora também deu voz ao menino Martin Prince por quase 30 anos em “Os Simpsons”. O colega de aula de Bart, introduzido em 1990, foi seu segundo personagem mais longevo, e deverá ser aposentado da série animada após sua morte. Seu timbre vocal também animou a versão bebê de Gonzo em “Muppet Babies”, a versão adolescente de Pedrita, a filha dos Flintstones, em várias séries e games, a pata Margarida no longa “Fantasia 2000”, os sobrinhos do Pato Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho, no primeiro “DuckTales”, entre muitos outros personagens clássicos dos desenhos americanos.

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  • Série

    Série animada da Arlequina ganha primeiro trailer com dublagem de Kaley Cuoco

    22 de julho de 2019 /

    A WBTV (Warner Bros. Television) divulgou, durante sua participação na Comic-Con International, em San Diego, o primeiro trailer da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) dublando a personagem de quadrinhos Arlequina. Ao som de um cover roqueiro da música tema da série clássica “Mary Tyler Moore”, a prévia é anárquica e violenta, e mostra a Arlequina com cabelo multicolor e visual mais próximo da versão do filme “Esquadrão Suicida”, em vez do estilo clássico das animações de Bruce Timm, criador da personagem na série animada do Batman dos anos 1980. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também será produtora executiva da atração, que ainda terá as vozes de outros atores famosos, como Lake Bell (“Childrens Hospital”), Alan Tudyk (“Doom Patrol”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”), James Wolk (“Zoo”) e Christopher Meloni (“Happy!”). A série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada, ainda sem previsão de estreia, na plataforma DC Universe, que por enquanto é exclusiva dos Estados Unidos.

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