Atores de Will & Grace celebram início da produção do revival nas redes sociais
A produção do revival de “Will & Grace” começou nesta semana, e os atores Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack) tomaram as redes sociais para celebrar o reencontro. Eles estão atualmente gravando e fotografando o material promocional, antes de iniciarem o trabalho nos episódios. Serão, ao todo, 10 novos episódios, escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que dirigiu todos os episódios das oito temporadas originais. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, McCormack, Messing, Hayes e Mullally. A 9ª temporada ainda não teve sua data de estreia anunciada. Just like riding a bike. ?@MeganOMullally @DebraMessing @EricMcCormack #WillAndGrace pic.twitter.com/OmpKwNJrlP — Sean Hayes (@SeanHayes) March 5, 2017 Hanging with these beautiful people today for the #WillAndGrace photo shoot. It's happening. @MeganOMullally @EricMcCormack pic.twitter.com/B8YMzcshRt — Sean Hayes (@SeanHayes) February 18, 2017 promo shoot secrets #willandgrace @SeanHayes pic.twitter.com/1Wm7UN45tl — Megan Mullally (@MeganOMullally) March 4, 2017 Spent the last 3 days with these loons & boy, are my arms tired. @DebraMessing @SeanHayes @MeganOMullally #Will&Grace pic.twitter.com/FwioowjXdg — Eric McCormack (@EricMcCormack) March 5, 2017 Yeah, this weekend was a little fun. Just a little. #thegang #reunited&itfeelssogood @seanhayes @meganomullally @the_real_eric_mccormack ???? Uma publicação compartilhada por Debra Messing (@therealdebramessing) em Mar 5, 2017 às 10:35 PST
Uma Thurman vai encontrar serial killer em novo filme de Lars Von Trier
A atriz Uma Thurman vai voltar a trabalhar com Lars Von Trier, após a parceria em “Ninfomaníaca” (2013). Seu papel não foi divulgado, mas não é difícil imaginar seu destino na trama, uma vez que o novo filme do cineasta, “The House That Jack Built”, é sobre um serial killer. O personagem será vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). O elenco também inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o serial killer enquanto ele “tenta criar sua última obra”. As filmagens vão acontecer em Trollhätan (Suécia) e Copenhague (Dinamarca) a partir deste mês e a estreia é esperada apenas para 2018.
Briga com Trump faz Schwarzenegger sair de O Aprendiz
A briga entre Arnold Schwarnegger e Donald Trump chegou ao terceiro assalto com uma derrota. O ator e ex-governador da Califórnia declarou que não voltará a apresentar o reality-show “O Aprendiz”, exibido nos Estados Unidos pela emissora NBC. O motivo dado foi o fato de Trump, o primeiro apresentador do programa, continuar como produtor executivo, mesmo depois de assumir a presidência dos Estados Unidos. “Não é pelo programa, mas porque todo mundo que me encontra diz que ama a atração, mas que parou de ver depois que leu o nome de Trump nos créditos”, afirmou o ator. “Ninguém esperava por isso, acho que fomos todos pegos desprevenidos. Quando descobriram que ele continuava envolvido como produtor executivo e estava lucrando com o programa, metade do público começou a boicotá-lo.” Trump retrucou, dizendo no Twitter que Schwarzenegger não saiu voluntariamente do programa como alega. Ele teria sido demitido por ter atraído pouca audiência. “Arnold Schwarzenegger não está deixando ‘O Aprendiz’ voluntariamente, ele foi demitido por causa de suas audiências ruins (patéticas), não por minha causa”, escreveu Trump, em seu Twitter pessoal. “Triste fim de um grande programa.” A discussão, claro, continuou no Twitter. “Você deveria pensar sobre a contratação de um novo escritor de piadas e checador de fatos”, disse uma mensagem de Schwarzenegger, respondendo a Trump. Trump foi criticado por um potencial conflito de interesses por, após ser eleito presidente, continuar como produtor-executivo do programa. Em pelo menos duas ocasiões, ele usou parte de uma aparição pública como presidente para discursar, com desprezo, sobre a audiência de Schwarzenegger. O ator respondeu que Trump deveria ter outras preocupações agora que está no comando dos Estados Unidos. Nem parece que os dois pertencem ao mesmo partido.
Trump define Oscar 2017 como triste, por se focar tanto em política a ponto de descuidar do básico
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que a obsessão de Hollywood por ele próprio foi responsável pela gafe do Oscar 2017. Segundo ele, a organização “focou tanto na política” que se descuidou de aspectos-chave da cerimônia. “Acho que estavam tão focados na política que não conseguiram colocar a cerimônia em ordem no final”, afirmou Trump em entrevista ao site conservador Breitbart News. “Foi um pouco triste, tirou um pouco do glamour do Oscar, não parecia uma noite muito glamourosa. Já estive no Oscar, tinha algo muito especial faltando, e terminar daquele jeito foi triste”, completou. A cerimônia foi pontuada do início ao fim por ironias e críticas ao presidente americano, que tem poucos admiradores na indústria do cinema. “Temos que agradecer ao presidente Trump. Lembram no ano passado, quando diziam que o Oscar era racista? Isso ficou no passado graças a ele”, ironizou o apresentador Jimmy Kimmel, referindo-se aos dois anos muito criticados da premiação por ter apenas brancos indicados nas categorias principais. Durante a premiação, Kimmel também tentou tuitar para Trump, para ver se ele respondia ao vivo. Entretanto, no momento do anúncio do prêmio de Melhor Filme, um envelope errado foi entregue aos apresentadores, que anunciaram “La La Land” como vencedor. Só depois de dois discursos é que se descobriu que o vencedor era outro: “Moonlight”. No texto que acompanha as declarações de Trump, o site Breibart acrescentou: “Agora, o presidente ri por último, enquanto bate em Hollywood por sua falha épica.”
Cinematógrafo de filme indicado ao Oscar 2017 é proibido de embarcar para os EUA
O cinematógrafo Khaled Khatib, que fez parte da equipe do filme britânico “Os Capacetes Brancos”, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Documentário em Curta-Metragem, foi proibido de embarcar para os EUA e não poderá assistir à premiação da Academia em Los Angeles, apesar de ter sido convidado. A proibição partiu diretamente do Departamento de Estado do governo americano. Khatib deveria embarcar em Istambul, mas nem sequer chegou ao Aeroporto. Ele foi detido por autoridades turcas, por motivos não revelados, embora possuísse o visto de viagem para os Estados Unidos, e encontra-se em paradeiro desconhecido. Documentos obtidos pela agência Associated Press indicam que o governo americano entrou em contato com as autoridades turcas para impedir sua viagem na véspera do embarque. Khatib nasceu na Síria e tem apenas 21 anos. Ele participou de um dos filmes mais elogiados do Oscar 2017, que registra o trabalho corajoso de voluntários que tentam ajudar as vítimas da guerra civil na Síria. Muitos destes voluntários morreram sob as bombas das forças do governo sírio, vítimas de ataques aéreos. “Os Capacetes Brancos” pode ser assistido na íntegra pela Netflix. Veja abaixo um depoimento do jovem desaparecido sobre o filme.
Donald Trump avisa que não verá o Oscar 2017
Acostumado a tuítar em tempo real as premiações da Academia antes de assumir a presidência dos Estados Unidos, Donald Trump não irá assistir a cerimônia do Oscar 2017, anunciou o porta-voz do governo Sean Spicer. “Hollywood é conhecida por estar muito à esquerda em suas opiniões”, disse Spicer, respondendo a uma pergunta na conferência de imprensa desta quinta-feira. Segundo o porta-voz, Trump e a primeira-dama, Melania, estarão recebendo convidados no Governors Ball, um evento anual da Casa Branca, no mesmo horário da cerimônia. A ironia é que, numa sequência de tuítes durante a premiação de 2015, Trump chegou chegou até a se oferecer para apresentar a cerimônia. Neste ano, são esperadas várias críticas à sua política internacional. Já no Globo de Ouro, Meryl Streep atacou o presidente em seu discurso de agradecimento, e destacou que Hollywood é formada por atrizes e atores vindos de vários países. Imediatamente, Trump foi ao seu meio de comunicação favorito, o Twitter, para chamar Meryl Streep de “uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood”, complementando de forma típica: “Ela é uma lacaia de Hillary que perdeu feio”. O anúncio de que não assistirá o Oscar também é uma forma de evitar que ele também apanhe no Twitter, com respostas como estas.
Asghar Farhadi convida iranianos radicados nos EUA para representá-lo no Oscar 2017
O cineasta iraniano Asghar Farhadi, diretor de “O Apartamento”, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro, será representado por dois influentes americanos de origem iraniana na premiação: a engenheira Anousheh Ansari, conhecida por ser a primeira mulher turista espacial, e Firouz Naderi, ex-diretor da Nasa. Farhadi não comparecerá à cerimônia em resposta às medidas migratórias decretadas pelo presidente Donald Trump, que proíbe pessoas de seu país de viajar aos EUA. Ele considerou a decisão “humilhante” e resolveu que, independente dos desdobramentos legais, não compareceria ao Oscar em protesto. Com a escolha de seus representantes, Farhadi manda uma mensagem que enfatiza que os Estados Unidos são um país de imigrantes. Nascida no Irã, Ansari se transferiu aos EUA em 1984 ainda adolescente e em 2006 se tornou a primeira mulher a viajar ao espaço como turista, ao embarcar na nave russa Soyuz durante uma expedição de 8 dias. Naderi, também nascido no Irã e residente nos EUA desde 1964, passou mais de 30 anos trabalhando para a NASA em diferentes cargos, entre eles o de gerente do programa de exploração no planeta Marte. A reação de Hollywood à política internacional de Trump tem feito aumentar as chances de “O Apartamento” nas bolsas de aposta do Oscar. O filme é visto como candidato mais claro ao voto de protesto contra o presidente americano. Caso “O Apartamento” vença, será a segunda conquista do cineasta na categoria, após levar o Oscar 2012 por “A Separação”.
Uma Noite de Crime vai ganhar quarto filme em 2018
A Universal Pictures, a Blumhouse e a Platinum Dunes anunciaram oficialmente que a franquia antigamente conhecida como “Uma Noite de Crime” vai ganhar um quarto filme. A estreia de “The Purge 4” (nome em inglês) foi marcada para 3 de julho de 2018. A data, caso tenha passado despercebido, é véspera do Independence Day americano. Assim como em “Uma Noite de Crime”, “Uma Noite de Crime: Anarquia” e “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” (culpem os tradutores brasileiros pela dificuldade extra para explicar que este é o terceiro filme da franquia), o novo filme terá roteiro de James DeMonaco, que escreveu e dirigiu os três primeiros longas. Desta vez, porém, ele não acumulará o trabalho de direção. Os produtores estão atualmente à procura de um diretor para a sequência, que ainda não tem título oficial. O desfecho de “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” deixou o futuro da distopia de DeMonaco incerto. Até agora, não há nenhum detalhe sobre o enredo, mas no ano passado DeMonaco sugeriu que “The Purge 4” poderia ser um prólogo. “Eu tentaria falar sobre como tudo começou”, disse o cineasta ao CinemaBlend. “Chegamos ao ponto de ver uma figura presidencial tentar acabar com isso. Agora vamos voltar no tempo e ver como tudo se iniciou. Como o país chegou àquele ponto e as circunstância que levaram o povo a aceitar aquele tipo de atrocidade”, sugeriu DeMonaco ao ser questionado sobre o futuro da franquia. Isto foi antes de Donald Trump ser eleito presidente dos EUA, com o slogan “Make America Great Again”. Recentemente, ao ser indagado sobre qual seria o slogan para sua reeleição, Trump escolheu inconscientemente o slogan de “The Purge 3” (o tal “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”): “Keep America Great!”
Roteirista de Guerra ao Terror desenvolve minissérie sobre a eleição de Donald Trump
O roteirista Mark Boal, vencedor do Oscar 2010 de Melhor Roteiro Original por “Guerra ao Terror”, vai estrear na televisão. Ele está desenvolvendo uma minissérie política sobre a eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A produção deve abordar a espionagem russa e outros temas polêmicos dos bastidores campanha de Trump. Além de Boal, o projeto contará com o jornalista Hugo Lindgren, ex-editor do New York Times Magazine e do Hollywood Reporter, que está reunindo um grupo de repórteres investigativos para construir a trama. Boal escreverá o roteiro final baseado no material resultante da pesquisa jornalística. A minissérie terá entre seis e oito episódios e ainda não tem título, previsão de estreia ou canal/plataforma definida. Mas fechou financiamento. Para o projeto, Boal vai repetir sua parceria com a produtora Megan Ellison, que irá bancar as gravações por meio de sua empresa, a Annapurna Pictures, responsável pela produção de “A Hora Mais Escura” (2012), escrito pelo roteirista. Paralelamente, os dois também estão trabalhando com a cineasta Kathryn Bigelow, de “Guerra ao Terror” e “A Hora Mais Escura”, num drama cinematográfico histórico sobre o levante civil de Detroit em 1967. Também sem título, o filme tem previsão de estreia para agosto nos EUA.
7ª temporada de American Horror Story terá como tema as últimas eleições dos EUA
A 7ª temporada de “American Horror Story” terá como tema a última eleição dos Estados Unidos. O produtor Ryan Murphy divulgou a informação em entrevista ao programa “Watch What Happens Live”, de Andy Cohen, na noite de quarta-feira (15/2). “Acho que será interessante para muitas pessoas”, comentou o produtor e roteirista. Mesmo assim, Murphy evitou dar detalhes, e respondeu com um simples “talvez”, quando questionado se haverá uma versão de Trump na temporada. Anteriormente, Murphy havia dito que não revelaria o tema do sétimo ano da série com antecedência, visando repetir o mistério feito ao redor de “Roanoke”, a trama da 6ª temporada da atração. Ainda sem título, a nova fase já têm confirmados os retornos de Sarah Paulson e Evan Peters, e começará a ser gravada em junho, com previsão de lançamento em 17 de setembro. Criada por Murphy e Brad Falchuk em 2011, “American Horror Story” já venceu 15 Emmys (o “Oscar da TV”) e dois Globos de Ouro, e encontra-se renovada até sua 8ª temporada.
Lars von Trier diz se inspirar em Donald Trump para filmar serial killer
O diretor Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) revelou que a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA comprovou suas teses a respeito da vida e o ajudou a se inspirar para filmar a história de um serial killer em seu novo longa. Em comunicado anterior, ele já tinha revelado que seu suspense “The House That Jack Built” seria inspirado na “Divina Comédia”, romance de Dante Alighieri conhecido por descrever o Inferno. Agora, ele acrescentou a amálgama dos eleitores de Trump na fogueira infernal. “‘The House that Jack built’ trabalha com a ideia de que a vida é má e desalmada”, disse von Trier, ao jornal The Guardian. “O que é lamentavelmente provado pela recente ascensão do Homo trumpus — o rei dos ratos”. O filme vai acompanhar um serial killer, vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) também estão no elenco. Ambas interpretarão mulheres que entram em contato com o serial killer enquanto ele “tenta criar sua última obra”. As filmagens vão acontecer em Trollhätan (Suécia) e Copenhague (Dinamarca) em março e a estreia é esperada apenas para 2018.
Berlim: Richard Gere acusa Trump de disseminar o ódio e o medo
A competição do Festival de Berlim 2017 ainda não empolgou. Após as palmas comedidas para “Django”, na abertura do evento, o remake americano “The Dinner” teve recepção gélida em sua sessão para a imprensa, na tarde desta sexta (10/2), mas rendeu uma entrevista coletiva repleta de tiradas políticas de seu astro, Richard Gere (“O Exótico Hotel Marigold 2”), repercutidas no mundo inteiro. Baseado num romance do holandês Herman Koch, já filmado em 2013, “The Dinner” é a segunda parceria consecutiva entre Gere e o cineasta israelense-americano Oren Moverman, após o drama de sem-teto “O Encontro”, de 2014. Como o título adianta, a trama se passa durante um jantar de família. Nele, dois irmãos estremecidos, vividos pelo astro e Steve Coogan (“Philomena”), e suas respectivas mulheres, Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Laura Linney (“Sully”), discutem as consequências de um crime cometido por seus filhos. O personagem de Gere é um político que pode perder tudo se o caso vier à tona. Preenchido por retórica interminável, a trama debate até doença mental e racismo, e inclui um flashback em que os irmãos visitam Gettysburg, na Pensilvânia, onde ocorreu a mais famosa batalha da Guerra Civil americana, no século 19. “Aquele local é o mais sangrento da história dos Estados Unidos. É a metáfora para o pecado original na sociedade americana: irmãos lutando contra irmãos”, disse o diretor, na entrevista coletiva realizada no festival. O tema serviu para Gere se posicionar publicamente contra a política migratória do governo de Donald Trump, fazendo um paralelo entre a trama e a decisão do presidente dos EUA de impedir o ingresso nos Estados Unidos de imigrantes de setes países de população muçulmana e erguer um muro na fronteira com o México. “É um filme sobre o medo, e como o medo leva as pessoas a cometer coisas horríveis”, disse Gere. “Hoje, nos Estados Unidos (terroristas e refugiados) significam a mesma coisa”, lamentou o ator, para quem esta associação de ideias “é a pior coisa feita por Trump”. “Antes tínhamos empatia por um refugiado. Era alguém a quem dávamos atenção, queríamos ajudar, a quem queríamos dar um teto”, declarou o ator, que é budista e conhecido por defender os direitos Humanos e a causa tibetana. “Infelizmente, temos líderes que atiçam o medo, e esse medo nos leva a fazer coisas terríveis”, retomou. “O número de crimes motivados por ódio nos Estados Unidos aumentou muito desde que ele foi eleito”. Perguntado sobre o que faria caso estivesse em um jantar com o presidente americano, o ator de 67 anos riu da possibilidade. “Eu não estaria nesse jantar. Nem seria convidado.”
Kristen Stewart quebra o Twitter ao se assumir gay em participação histórica no Saturday Night Live
A atriz Kristen Stewart chutou o pau da barraca, numa participação histórica no programa humorístico “Saturday Night Live”, exibido ao vivo na noite de sábado (4/2) nos EUA. A estreia da atriz no programa movimentou as redes sociais durante toda a noite, tornando-se um dos assuntos mais comentados no Twitter. Para começar, ela aproveitou para responder alguns tuítes antigos do presidente Donald Trump, que foram especialmente cruéis durante sua separação traumática de Robert Pattinson em 2012, após ser flagrada num caso com o diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). “Estou um pouco nervosa de estar aqui, porque o presidente provavelmente está assistindo. E eu acho que ele não gosta muito de mim…”, comentou, emendando: “Há quatro anos, eu estava namorando esse cara chamado Rob, digo, Robert, e a gente terminou, mas depois voltamos. Por alguma razão, isso deixou Donald Trump insano”. Na época, Trump tuitou 11 vezes sobre a atriz. Um dos posts dizia: “Todo mundo sabe que eu estou certo quando digo que Robert Pattinson deveria largar a Kristen Stewart. Em alguns anos, ele vai me agradecer. Seja esperto, Robert”. Outro acrescentava: “Robert Pattinson não deveria voltar com Kristen Stewart. Ela o traiu e o fez de gato e sapato. É só olhar. Ele pode ter algo muito melhor!”. Ela lembrou alguns destes tuítes, como uma verdadeira obsessão de Trump, e insinuou que, na verdade, o atual presidente americano parecia apaixonado por “Rob”, a ponto de tê-lo convidado para assistir ao concurso de Miss Universo na sua companhia. “Para ser honesta, eu não acho que Donald Trump me odeia. Só estava apaixonado pelo meu antigo namorado”, acrescentou. Foi a deixa para ela assumir com todas as (três) letras, pela primeira vez — e em rede nacional — sua orientação sexual. “O presidente não é um grande fã meu, mas isso é ok. Mas, Donald, se você já não gostava de mim, então você realmente vai passar a me detestar, porque, além de fazer esta apresentação no ‘Saturday Night Live’, eu, tipo, sou sou gay, cara”, disse. Para completar, ao final da esquete, ela ainda soltou um palavrão ao vivo, bastante espontâneo, quando já estavam em cena atrizes do programa que ficaram de boca aberta. “Nunca mais vão me convidar para o programa”, ela percebeu, fazendo o público vibrar ainda mais. Mas não ficou nisso. Numa das esquetes da produção, ela ainda teve cenas quentes com a atriz Vanessa Bayer, num beijão de estourar audiência.












