Série clássica Will & Grace ganha novo teaser para anunciar seu retorno
A rede NBC divulgou um novo teaser para divulgar o revival da série “Will & Grace”. A prévia mostra o elenco central, formado por Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack), dançando ao som do funk “I Got the Feelin’”, de James Brown. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, e girava em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A princípio, o revival contará com 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos.
Documentário Uma Verdade Mais Inconveniente será reeditado para refletir política anti-ambiental de Trump
Apesar de já ter sido exibida nos festivais de Sundance e Cannes, a sequência do documentário “Uma Verdade Inconveniente” (2006) sofrerá uma nova edição para refletir a polêmica decisão do presidente Donald Trump de retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris contra a mudança climática. Novas cenas devem ser acrescentadas à produção, que estreia comercialmente a partir de julho. “Remover os Estados Unidos do Acordo de Paris é uma ação imprudente e indefensável”, disse o ex-vice presidente e apresentador do documentário Al Gore em comunicado. “Isso prejudica a posição dos Estados Unidos no mundo e ameaça danificar a capacidade da humanidade de resolver a crise climática a tempo. Mas não se engane: se o presidente Trump não liderar, o povo americano o fará”. Na continuação, intitulada “Uma Verdade mais Inconveniente”, Al Gore mostra como a situação do meio-ambiente se deteriorou desde o lançamento do primeiro longa-metragem, que venceu o Oscar em 2007, e se concentra justamente nos esforços que culminaram no Acordo de Paris, celebrado em 2015. A produção já incluía declarações de Trump como candidato à Casa Branca, nas quais desdenhava o aquecimento global. Mas desde então, o presidente eleito assumiu para si o papel de supervilão ambiental. No final de março, Trump assinou um decreto de incentivo aos produtores de carvão, que começou a desmantelar o legado contra a mudança climática do seu predecessor, Barack Obama. Mas o pontapé definitivo nos esforços climáticos foi a decisão de abandonar o Acordo de Paris em 1 de junho. “Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não Paris”, ele disse, como justificativa para defender indústrias poluidoras, aumentar a produção de carvão e tomar outras medidas anti-ambientais “em defesa da economia dos Estados Unidos”. “Uma Verdade mais Inconveniente” chegará às salas de cinema americanas em 28 de julho para mostrar as consequências destas decisões. No Brasil, o lançamento está marcado para 9 de novembro.
Will & Grace ganha vídeo musical para marcar o retorno da série após mais de dez anos
A rede NBC divulgou um vídeo de mais de 5 minutos para divulgar o revival da série “Will & Grace”. A prévia capricha na metalinguagem, começando nos corredores da NBC, enquanto Debra Messing confessa dúvidas sobre voltar a viver Grace, fazendo com que Eric McCormack, o Will, a leve ao cenário clássico da série. Lá, encontram Megan Mullally e Sean Hayes, já imbuídos em seus papéis de Karen e Jack, e logo o reencontro vira um musical, com cantoria, coreografia, orquestra e serpentinas. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas. O vídeo diz que o retorno será como se eles nunca tivessem saído do ar, voltando a acompanhar as desventuras do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A princípio, o revival contará com 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A volta da série vai acontecer no outono americano, entre setembro e novembro.
Volta de Will & Grace ganha primeiro pôster com direito a piadinha
Depois de 11 anos, “Will & Grace” está oficialmente de volta. A rede NBC divulgou um pôster do revival, já fazendo uma piadinha. O texto faz um trocadilho com a palavra “back”, que significa tanto que a série está de volta como está de costas, como mostra a imagem. “Will & Grace” acompanha as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). E agora voltará para mais 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A volta da série vai acontecer no outono americano, entre setembro e novembro.
Filme Mera Coincidência pode virar série de comédia política
Em sincronicidade com as palavras-chaves do governo de Donald Trump dos EUA, “fake news” e “fatos alternativos”, a HBO aprovou o começo de desenvolvimento de uma série de comédia baseada no filme “Mera Coincidência” (1997). Segundo o site The Hollywood Reporter, a adaptação será produzida pelo diretor do filme original, Barry Levinson, em parceria com o ator Robert De Niro, um dos astros da sátira política. “Mera Coincidência” (Wag the Dog) acompanhava os esforços de uma equipe de relações públicas para desviar a atenção do público de um escândalo sexual envolvendo o presidente americano às vésperas de uma eleição. Para tanto, o grupo resolver chamar um cineasta e criar uma guerra fictícia. Além de De Niro, o elenco ainda destacava Dustin Hoffman e Anne Heche. Na época, a trama era uma grande sátira ao escândalo sexual envolvendo o ex-presidente Bill Clinton, que quase sofreu um impeachment por ter mentido sob juramento a respeito de sua atividade sexual com a estagiária Monica Levinsky em pleno Salão Oval da Casa Branca. Mas não há dúvida de que o tom atual brincaria com as “notícias falsas” que Trump adora aludir em seu Twitter. Por enquanto, apenas o roteiro foi encomendado, e será escrito por Rajiv Joseph (“A Grande Escolha”). Caso o projeto avance, Levinson vai dirigir o piloto.
Os Simpsons lançam vídeo para ironizar os primeiros 100 dias do governo Trump nos EUA
“Os Simpsons” resolveram ironizar os primeiros 100 dias do governo de Donald Trump, num curta de animação publicado na internet. O vídeo mostra o presidente dos EUA animado em sua cama na Casa Branca enumerando os sucessos do seu governo, como melhorar sua performance no golfe e ganhar mais seguidores no Twitter. O vídeo também imagina a filha do presidente, Ivanka Trump, ocupando o posto de uma juíza na Suprema Corte. O curta termina com Marge e Homer Simpson vendo as notícias pela televisão de casa. Quando Marge toma seu último Prozac e lamenta que o antidepressivo deveria durar “quatro anos”, Homer pede que ela “dê um tempo ao presidente, ele só tem 75 anos”. A brincadeira acontece depois de “Os Simpsons” preverem que Trump seria eleito presidente, num episódio sobre o futuro, exibido no ano de 2000. Naquela ocasião, o mandato de Trump era lembrado por ter quebrado o país. Donald Trump reviews his first 100 days in office. Watch an all-new episode of #TheSimpsons this Sunday at 8/7c on FOX. pic.twitter.com/rDtvNgusFs — The Simpsons (@TheSimpsons) April 26, 2017
Volta de Will & Grace recebe encomenda de mais episódios
Antes mesmo da estreia, o revival de “Will & Grace” ganhou a encomenda de mais episódios. A rede NBC, que originalmente tinha negociado a produção de 10 capítulos para trazer de volta a sua série clássica, pediu mais dois, aumentando a 9ª temporada para 12 episódios inéditos. Todos os episódios serão escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A estreia do revival ainda não foi marcada.
Trailer da continuação de Uma Verdade Inconveniente denuncia terrorismo ambiental de Donald Trump
No dia em que Donald Trump assinou resoluções voltadas a retroceder a política ambiental norte-americana, estimulando a emissão de gases estufas por usinas de carvão, a Paramount divulgou o primeiro trailer completo da continuação do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar 2007 de sua categoria. A prévia vai na jugular daqueles que, como Trump, consideram um exagero a teoria do aquecimento global, mostrando como a situação se agravou nos dez anos que se passaram desde o primeiro filme e como o mundo vem se unindo para impedir uma catástrofe em escala global. Não por acaso, a primeira cena é um discurso do atual presidente dos EUA, em que ele faz troça do fenômeno. Mais adiante, Trump promete abandonar os esforços das Nações Unidas para impedir o aquecimento global, o que ganha tom de ameaça terrorista na edição do vídeo. Intitulado “An Inconvenient Sequel: Truth to Power”, a produção conta com direção de direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”) e traz novamente o ex-vice presidente Al Gore como apresentador e produtor. Para quem não lembra, o longa original foi um marco na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, Trump não acredita em nada disso. Ele e Al Gore pertencem a partidos políticos rivais. Após abrir o Festival de Sundance 2017, o filme tem estreia marcada para 28 de julho nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Emma Thompson revela já ter recebido cantada de Donald Trump
A atriz Emma Thompson revelou que já foi convidada por Donald Trump para um jantar, e ele até mesmo lhe ofereceu acomodação em um dos quartos de seus hotéis. Ela fez a revelação durante uma entrevista ao canal sueco de notícias Skavlan, que foi ao ar na quinta-feira (23/3). Segundo lembra, foi uma cantada evidente, que aconteceu durante as filmagens de “Segredos de Poder” (1998), pouco depois de seu divórcio do ator Kenneth Branagh. Emma disse que estava em seu trailer quando o telefone tocou. “Eu atendo e ouço ‘Olá, é Donald Trump aqui.’ Eu digo ‘Sério? Posso te ajudar?’ Ele diz: ‘Eu me pergunto se posso oferecer uma estadia nas minhas Trump Towers, elas são realmente confortáveis’”, narrou rindo. A atriz disse que perguntou por que ele lhe oferecia um lugar para ficar, e Trump respondeu: “Porque você sabe, eu acho que a gente iria se dar muito bem. Talvez pudéssemos sair para jantar algum dia”. “Eu não sabia o que fazer”, admitiu Emma. “Eu estava sozinha e apenas disse ‘OK, eu retorno. Muito obrigada pela oferta’”, completou. Depois de deixar os participantes do programa em choque, Emma contou que até hoje nunca conheceu o atual presidente americano, mas brincou que deveria ter aceitado o convite. “Imagina só as histórias que eu teria”, disse. Em seguida, a atriz gargalhou quando os apresentadores falaram que hoje ela poderia ser a primeira-dama americana ou mesmo ter impedido Trump de se tornar presidente. Confira a revelação de Emma Thompson no vídeo (em inglês e sem legendas) abaixo.
Dono da franquia Power Rangers critica política migratória de Donald Trump
O magnata do entretenimento Haim Saban, dono da franquia “Power Rangers”, aproveitou uma homenagem de Hollywood, ao receber sua estrela na Calçada da Fama, para atacar a política migratória do presidente Donald Trump. “Meu coração está despedaçado pela separação de famílias. É uma coisa muito triste, não é o que somos como americanos”, disse o empresário de 62 anos, que converteu a série de super-heróis, inspirada em produções japonesas, em uma das franquias de maior sucesso de todos os tempos. A crítica de Saban reflete suas origens. Ele nasceu em Alexandria, no Egito, e aos 12 anos se mudou para Israel, onde estudou agricultura, serviu nas Forças Armadas e criou uma empresa de turismo. Depois disso, ainda se mudou para a França em 1975 e foi só no fim dos anos 1980 que se estabeleceu em Los Angeles, onde fundou a Saban Entertainment, uma produtora e distribuidora de programas de televisão. “Power Rangers” estreou em 1993 e se tornou um sucesso global. Na segunda-feira, a revista Forbes classificou Saban como o 660º homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 3 bilhões.
Schwarzenegger se vinga de Trump, zoando sua queda de aprovação como presidente
A interminável troca de farpas entre Arnold Schwarzenegger e Donald Trump foi retomada nesta terça (21/8), com um vídeo postado no Twitter do ator. Numa vingança contra as diversas vezes em que Trump desdenhou da queda de audiência do reality show “O Aprendiz”, que passou a ser apresentado pelo ator após a eleição do apresentador original à presidência dos EUA, Schwarzenegger comentou os resultados das pesquisas de opinião sobre os primeiros meses do governo Trump. “Oh, Donald — o resultado chegou e você foi pro brejo”, disse Schwarzenegger no vídeo. “Mas o que você esperava? Acabar com os programas pós-escolas para as crianças e de alimentação sobre rodas para os pobres não é o que se pode chamar ‘tornar a América grande de novo'”. Estes e outros comentários podem ser conferidos no vídeo abaixo, em que Schwarzenegger questiona quem está aconselhando Trump e o convida a visitar uma escola de ensino médio para ver “o fantástico trabalho” feito para as crianças num dos programas que o presidente quer cortar. O resultado da pesquisa Gallup aponta que 58% dos americanos desaprovam o desempenho de Trump no cargo, dois meses após assumir a Casa Branca. É o nível mais baixo de popularidade já registrado em período tão curto para um presidente recém-eleito nos EUA – pelo menos desde 1945, quando o Instituto Gallup começou a rastrear a opinião pública do país. Hey, @realDonaldTrump, I have some advice. See you at Hart Middle School? Here's more info about #afterschool: https://t.co/NOgdhBHyyp pic.twitter.com/NQI2OdVqtF — Arnold (@Schwarzenegger) March 21, 2017
Eleição de Donald Trump inspira minissérie da HBO com equipe do premiado Virada no Jogo
A eleição de Donald Trump à presidência dos EUA foi uma catástrofe tão grande, na visão da comunidade artística americana, que vai render não uma, mas três séries de TV. O produtor Ryan Murphy já tinha anunciado que as últimas eleições seriam tema da 7ª temporada de “American Horror Story”, e Mark Boal, roteirista vencedor do Oscar por “Guerra ao Terror” (2008), também tinha adiantado seus planos para uma minissérie sobre a espionagem russa e outros temas polêmicos dos bastidores campanha de Trump. Agora, a HBO entra em cena. O canal pago americano anunciou que irá produzir uma minissérie baseada em livro ainda não lançado dos jornalistas Mark Halperin e John Heilemann sobre a disputa entre Trump e Hilary Clinton. Os autores já foram adaptados com sucesso pela HBO, no premiado telefilme “Virada no Jogo” sobre Sarah Palin na corrida presidencial de 2012. A produção está a cargo do astro Tom Hanks e a direção será realizada por Jay Roach, que também foram, respectivamente, produtor e diretor de “Virada no Jogo”. “Este projeto promete capturar de forma leve o evento de maior impacto ocorrido na política moderna americana”, disse Len Amato, presidente de HBO Films, no comunicado que anunciou o projeto.
Clipe em que Snoop Dogg atira em versão palhaça de Trump dá início à polêmica
O novo clipe do rapper Snoop Dogg causou comoção nos EUA. O vídeo da música “Lavender” descreve o país como uma nação de palhaços, mostra a brutalidade de uma polícia palhaça, exibe notícias apresentadas por palhaços e inclui um presidente palhaço na Casa Branca. O palhaço maior lembra Donald Trump, que, ao final, é baleado com uma arma de palhaço (aquelas que atiram bandeirolas com a palavra “bang”) pelo rapper. Trump ficou possesso e foi ao Twitter reclamar do vídeo dirigido pelo youtuber Jesse Wellens e James DeFina. Ele afirmou que se o artista tivesse feito isto com seu antecessor, Barack Obama, estaria na “prisão”. “Vocês podem imaginar qual seria o clamor se Snoop Dogg, com sua carreira fracassada e tudo, tivesse apontado e atirado contra o presidente Obama? Prisão!”, escreveu Trump no Twitter. Esta não é a primeira vez em que o atual presidente vai ao Twitter reclamar de artistas. Anteriormente, Trump trocou farpas com a atriz Meryl Streep, a quem chamou de “superestimada”, e o ator Arnold Schwarzenegger, entre outros. Vale observar que a música é da banda canadense BadBadNotGood e o vídeo é um remix, muito diferente da gravação original, com a participação especial de Snoop.












