Donald Trump e Arnold Schwarzenegger voltam a trocar farpas
Começou o segundo round. No evento anual conhecido como café da manhã do Dia Nacional da Oração, em que o presidente dos EUA se reúne com representantes religiosos para fazer uma prece, Trump decidiu não orar para a melhoria de vida dos americanos, mas sim para a melhora da audiência de seu antigo programa, “O Aprendiz”, agora apresentado por Arnold Schwarzenegger. “Eles contrataram uma grande, grande estrela de cinema para tomar o meu lugar e nós sabemos o que aconteceu. Tem sido um desastre e por isso talvez devêssemos rezar pelo Arnold e as suas audiências”, disse o presidente. O ator e o magnata vêm se estranhando desde a campanha eleitoral, apesar de ambos pertencerem ao partido Republicano. Arnold, inclusive, foi governador da Califórnia, mas declarou que não votaria no candidato de seu partido para presidente. Rancoroso, Trump já havia atacado a audiência de “O Aprendiz” com Schwarzenegger antes. E levou uma invertida do astro. Desta vez não foi diferente, com outro cruzado de direita. A resposta de Schwarzegger veio num vídeo postado no Twitter: “Ei, Donald. Tenho uma grande ideia. Por que não trocamos de emprego. Você pega a TV, já que é um especialista em audiência, e eu pego o seu trabalho, assim as pessoas poderão, enfim, dormir confortavelmente outra vez.” Fim do segundo assalto.
Ellen DeGeneres usa Procurando Dory para cutucar Donald Trump
Ellen DeGeneres deu uma divertida cutucada em Donald Trump na edição desta terça (31/1) de seu talk show diurno. Citando que a animação “Procurando Dory” foi exibida na Casa Branca no mesmo dia em que o presidente aprovou sua polêmica lei de imigração, proibindo a entrada de imigrantes e turistas de sete países nos EUA, a comediante resolveu lembrar a trama do desenho para o público. A animação foi estrelada pela própria DeGeneres, dubladora original da peixinha que, como ela conta, morava na Austrália e, com a ajuda de amigos e desconhecidos, buscava chegar nos EUA onde se encontram seus pais. Ao chegar, porém, eles se veem detidos por um grande muro, que impede Dory de encontrar a família. “Todos eles têm que passar por cima do muro e, vocês podem não acreditar, mas aquele muro quase não surtiu efeito para mantê-los do lado de fora”, contou DeGeneres, arrancando risos pela analogia evidente aos planos de Trump, que pretende construir um muro na fronteira com o Méxicao. Dory cruza a fronteira e mesmo assim é separada da família. Para sua sorte, disse a apresentadora, outros animais estão dispostos a ajudá-la e a acolhem em seu mundo. “Animais que nem precisam dela. Animais que não têm nada em comum com ela. Eles a ajudam (…) porque é isso que você faz quando vê alguém em necessidade, você o ajuda”, ela disse, por sua vez aludindo aos refugiados de outros países. “Então é isso que espero que todos que assistiram ‘Procurando Dory’ tenham aprendido”, acrescentou.
Proibido de participar do Oscar 2017, diretor iraniano diz que ato de Trump é humilhante
Asghar Farhadi, cineasta iraniano que já venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Separação” (2011) e está concorrendo de novo por “O Apartamento”, decidiu que não vai apelar ao governo americano para poder comparecer à cerimônia de premiação da Academia, após Donald Trump assinar um decreto proibindo a concessão de visto a turistas e imigrantes de sete países muçulmanos – entre eles, o Irã. Com a vigência da nova lei, ele não poderia participar da premiação, que acontece no dia 26 de fevereiro, em Los Angeles. Para Farhadi, a situação é humilhante. Ele enviou uma declaração a respeito da sua proibição de participar do Oscar 2017 para o jornal New York Times. Nela, o cineasta afirma que decidiu não tentar comparecer à cerimônia, porque a situação é inaceitável. “Lamento anunciar que não comparecerei à cerimônia da Academia. A possibilidade da minha presença vem acompanhada de muitos ‘ses’ e ‘mas’, o que para mim é inaceitável, mesmo que sejam criadas exceções que garantam a minha viagem”. Ele continuou: “Humilhar uma nação sob o pretexto de proteger outra não é um fenômeno novo na História e sempre levou à criação de mais divisão e inimizade. Portanto, venho aqui expressar a minha condenação das condições injustas que meus compatriotas e cidadãos de outros seis países enfrentam ao tentar imigrar legalmente para os Estados Unidos. Espero que a situação atual não venha a criar mais divisões entre as nações”. Antes mesmo de Trump assinar o decreto, a atriz Taraneh Alidoosti, que estrela “O Apartamento”, já tinha anunciado sua decisão de boicotar a cerimônia em protesto contra as políticas do recém-empossado presidente dos Estados Unidos. Sua declaração foi menos política que a de Farhadi. “A proibição de visto para os iranianos é racista. Independente disso incluir ou não um evento cultural, não irei ao #AcademyAwards 2017 como protesto”, escreveu a atriz nas redes sociais.
Trump impede cineasta iraniano que já venceu o Oscar de participar da premiação de 2017
O decreto assinado por Donald Trump proibindo a concessão de visto a turistas e imigrantes de sete países muçulmanos por, pelo menos, 90 dias vai ter efeitos imediatos na cerimônia do Oscar. Um dos atingidos é Asghar Farhadi, cineasta iraniano que já venceu a estatueta de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Separação” (2011) e está concorrendo de novo por “O Apartamento”. Com a vigência da nova lei, ele não poderá participar da premiação, que acontece no dia 26 de fevereiro, em Los Angeles. Na semana passada, a atriz Taraneh Alidoosti, que estrela “O Apartamento”, já tinha anunciado sua decisão de boicotar a cerimônia em protesto contra as políticas do recém-empossado presidente dos Estados Unidos. “A proibição de visto para os iranianos é racista. Independente disso incluir ou não um evento cultural, não irei ao #AcademyAwards 2017 como protesto”, escreveu a atriz de 33 anos. Além do Irã, pessoas provenientes do Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen não terão acesso a vistos de entrada nos EUA. Como a Índia foi poupada, o menino Sunny Pawar, astro de “Lion”, que apesar de ter só 8 anos já teve anteriormente o visto negado pelos EUA, poderá participar do Oscar 2017.
Atriz iraniana de O Apartamento vai boicotar o Oscar em protesto contra Trump
A atriz iraniana Taraneh Alidoosti, que protagoniza o filme “O Apartamento”, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, usou o Twitter para declarar nesta quinta-feira (26/1) que vai boicotar a cerimônia de premiação nos EUA em protesto contra o “projeto racista” do presidente Donald Trump contra os imigrantes muçulmanos. “A proibição de visto para os iranianos é racista. Independente disso incluir ou não um evento cultural, não irei ao #AcademyAwards 2017 como protesto”, escreveu a atriz de 33 anos. Segundo a imprensa americana, o novo presidente dos Estados Unidos pretende assinar em breve um decreto para suspender a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos no país, entre eles o Irã, durante o período de um mês. Trump's visa ban for Iranians is racist. Whether this will include a cultural event or not,I won't attend the #AcademyAwards 2017 in protest pic.twitter.com/CW3EF6mupo — Taraneh Alidoosti (@t_alidoosti) 26 de janeiro de 2017
Shia LaBeouf é preso durante protesto contra Donald Trump
O ator Shia LaBeouf (“Docinho da América”) foi preso na noite de quarta-feira (25/1), depois de supostamente brigar com outro homem em frente a um museu de Nova York, onde ele mantinha uma vigília permanente contra Donald Trump. LaBeouf prometeu que ficaria 24 horas por dia em protesto durante todo o governo Trump, e registraria isso numa câmera ao vivo. O projeto se chamava “He Will Not Divide Us” e contaria com outros colaboradores. A ideia era se revezar repetindo a frase “Ele não vai nos dividir” na frente de uma câmera ao vivo, fora do museu, e pretendia durar quatro anos. Mas não durou uma semana. Segundo o TMZ, policiais acompanhavam o protesto desde segunda-feira e testemunharam a agressão. LaBeouf teria empurrado e arranhado o rosto de um homem de 25 anos, não identificado, e preso em flagrante. A ação que rendeu toda a confusão também foi registrada em vídeo e postada no Twitter do projeto. No vídeo, o homem abraça Shia LaBeouf e diz: “Hitler não fez nada de errado”. Em seguida, o ator se irrita e o empurra. O perfil ainda acrescenta: “Shia foi atacado por um nazista. Shia foi preso. O nazista escapou. Essa é a América de Trump. Ele foi preso por causa desse vídeo”. Shia LaBeouf ficou poucas horas detido e já foi liberado pela polícia na madrugada desta quinta-feira. Veja abaixo os vídeos da agressão e da prisão. Shia LaBeouf has been arrested by NYPD, because of this video #HeWillNotDivideUs #FreeShia pic.twitter.com/Sj8RqP7uGm — #HeWillNotDivideUs (@HWNDUS) January 26, 2017
Dezenas de atrizes participam da Marcha das Mulheres nos EUA contra o machismo e Donald Trump
Várias atrizes famosas participaram da Women’s March, a Marcha das Mulheres, que aconteceu neste sábado (21/1) em várias cidades dos EUA, especialmente em Washington e Los Angeles, contra o machismo e em protesto contra a eleição do presidente americano, Donald Trump. Milhares de pessoas se juntaram nas ruas às atrizes Scarlett Johansson, Emma Watson, Amy Schumer, Drew Barrymore, Natalie Portman, Charlize Theron, Uzo Aduba, Ashley Judd, Jessica Biel, Jamie Lee Curtis, Rebecca Hall, Jane Fonda, Marcia Gay Harden, Courteney Cox, Juliette Lewis, Vanessa Hudgens, Idina Menzel, Helen Hunt, Mandy Moore e America Ferrera, entre outras, além cantoras como Madonna, Miley Cyrus, Katy Perry, Pink, Cher e Alicia Keys e ativistas, que discursaram contra o presidente e pediram mais respeito às mulheres, imigrantes, muçulmanos, gays, deficientes físicos e minorias. Muitas foram às ruas de cartaz em punho. Mas o melhor deve ter sido o de Melissa Benoist. A intérprete de Supergirl lembrou uma frase machista de Trump e respondeu à altura. “Ei, Donald, não tente pegar minha pepeca. Ela é feita de aço”. Veja algumas outras celebridades abaixo no meio da multidão abaixo.
American Crime Story vai abordar o escândalo sexual de Bill Clinton e Monica Lewinsky
A 4ª temporada de “American Crime Story” já tem um fã garantido: Donald Trump. O canal pago americano FX anunciou que o tema da atração em 2020 será o escândalo Monica Lewinsky. Para quem não lembra (já se passou tanto tempo assim?), Lewinsky era a estagiária cuja intimidade com Bill Clinton quase acabou em Impeachment – um escândalo que abalou o casamento da ex-rival de Trump nas últimas eleições, Hillary Clinton. A Fox 21 Television Studios e a FX Productions, parceiras do produtor Ryan Murphy no projeto, compraram os direitos de adaptação do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”. O best-seller de 2000 foi escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. O escritor também atuou como importante consultor da antologia, o que deve significar a repetição da parceria premiada. Segundo o site The Hollywood Reporter, Murphy já estaria trabalhando em ritmo acelerado na pré-produção, buscando atrizes para interpretar Monica Lewinsky e sua colega Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas da ex-estagiária com Bill Clinton. “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” acabou sendo o maior sucesso da última temporada televisiva. Aclamado por público e crítica, conquistou mais de 30 troféus em grandes premiações da temporada. E por isso a expectativa para as próximas adaptações é estratosférica. Murphy está mapeando três temporadas simultaneamente para evitar que competidores se antecipem e atrapalhem seus planos. Além disso, o trabalho antecipado permite maior escrutínio das fontes originais, visando levar às telas todos os pontos de vista e uma apresentação mais próxima possível do que realmente aconteceu. Mais importante, em termos comerciais, é que este planejamento evitará hiatos na exibição, como acontecerá neste ano. Não haverá “American Crime Story” em 2017, porque a produção da 2ª temporada começou tarde. A próxima temporada girará em torno do Furacão Katrina, que devastou Nova Orleans em 2005, enquanto a 3ª abordará o assassinato do estilista Gianne Versace em 1997. O timing da 4ª temporada, porém, é político. Em 2020, Trump tentará sua reeleição contra um candidato do partido de Clinton. O presidente dos EUA, inclusive, já tem slogan pronto para esta eleição – que é o mesmo de um filme de terror.
Trump escolhe como novo slogan uma frase de filme de terror!
Indagado sobre o sucesso de seu slogan eleigoral, Donald Trump, empossado na sexta (20/1) como presidente dos Estados Unidos, respondeu que já tinha definido até o slogan para tentar a reeleição: “Keep America Great!” (Mantenha a América Grande, literalmente). O registro foi feito por um podcast do jornal The Washington Post, que pode ser conferido abaixo. A escolha é uma derivação do slogan da campanha eleitoral que o elegeu no ano passado, “Make America Great Again” (Torne a América Grande de Novo). Mas os cinéfilos podem reconhecer sua inspiração de outra fonte. “Keep America Great!” é exatamente o mesmo slogan utilizado no terror “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” (2016), terceiro filme da franquia distópica inaugurada por “Uma Noite de Crime” (2013). Veja no pôster abaixo. A produção tem mesmo a cara de Trump: defende uma solução violenta para a crise social do país. No mundo futurista imaginado pelo cineasta James DeMonaco, todos os crimes são liberados durante 12 horas por ano, possibilitando assim acertos de contas, bullying, sadismo, controle populacional e até luta de classes literal sem que hajam prisões. A medida absurda é responsável por uma diminuição drástica de crimes nos outros dias do ano e celebrada como nova ordem nacional.
House of Cards ganha teaser sombrio no dia da posse de Donald Trump
O dia da posse de Donald Trump foi marcado pela Netflix com o lançamento do primeiro teaser da 5ª temporada de sua série política “House of Cards”, em que o presidente dos Estados Unidos é um homem perverso, manipular e assassino. O teaser divulgado pela Netflix mostra o juramento à bandeira, mas o tom não é nada otimista: a bandeira está balançando diante de um céu escuro, espécie de anúncio dos tempos difíceis que vêm por aí. E de cabeça para baixo. O vídeo serve, principalmente, para anunciar a data de estreia dos novos episódios. A 5ª temporada de “House of Cards” estará disponível em 30 de maio.
É oficial: Comercial confirma a volta da série clássica Will & Grace neste ano
A NBC oficializou a volta da série de comédia “Will & Grace”. Um vídeo divulgado pela rede americana (e que pode ser visto abaixo) anunciou o retorno da atração, cancelada há 11 anos. Em comunicado, os criadores Max Mutchnick e David Kohan, que também produzirão o revival, demonstraram entusiasmo por retomar a série. “Dave e eu estamos absolutamente entusiasmados com a oportunidade de contar o que o Will, a Grace, o Jack e a Karen estão pensando em 2017”, disse Mutchnick. Ao todo foram encomendados 10 novos episódios para o revival, que serão escritos pelos criadores da atração, comandados por James Burrows, que dirigiu todos os episódios das oito temporadas originais, e estrelado pelos quatro integrantes do elenco central: Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Sean Hayes (Jack) e Megan Mullally (Karen). “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, McCormack, Messing, Hayes e Mullally. Por sinal, o vídeo da NBC ainda inclui Rosario Salazar, a empregada salvadorenha vivida por Shelley Morrison. Além dela, Leslie Jordan, que venceu um Emmy por sua participação na série, também é presença garantida. Afinal, foi ele quem deu a notícia em primeira mão, durante uma entrevista de rádio, que a série retornaria para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. Os rumores do retorno circulavam desde que o elenco principal se reuniu no ano passado para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. O reencontro contou até com os cenários originais, além de texto de Mutchnick e Kohan, e direção de James Burrows, criando um saudosismo muito forte no público – e em todos os envolvidos. A rede NBC viu a repercussão e acreditou no potencial do revival.
Brasileiro criador do MMA elogia a coragem e o discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro
Assim como Donald Trump, muitos lutadores de MMA não gostaram nada do discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro. Ao defender a classe, falando da diversidade de origens dos atores de Hollywood, ela disse, durante o discurso em que agradeceu o prêmio/homenagem a sua carreira: “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”. Curiosamente, os jogadores de futebol americano não comentaram a declaração, mas diversas personalidades do universo do MMA, inclusive o presidente do UFC Dana White, sentiram os calos doerem. Só que, enquanto White chamou a atriz de 67 anos de “senhora esnobe de 80 anos” e de “idiota”, afirmando que o MMA “é uma arte”, o brasileiro Rorion Gracie, criador do MMA, foi na contra-mão e elogiou o discurso. “Eu aplaudo a coragem de Meryl Streep, que, como boa lutadora, enfrenta um oponente mais forte. Ela só estava mal informada sobre as origens do MMA. Foi criado por mim e eu nasci no Brasil”, escreveu no Twitter. A conclusão é que nem o MMA existiria nos EUA se os imigrantes estrangeiros fossem expulsos por Trump, numa radicalização de sua plataforma xenófoba. O que, em vez de tirar a razão, dá ainda mais força ao discurso de Meryl Streep. I commend Meryl Streep's courage, who as a good fighter, takes on a bigger opponent! @goldenglobes #GoldenGlobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017 She was just misinformed regarding the origins of MMA. It was actually created by me, and I was born in Brazil! #Streepfighter @goldenglobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017
Mark Hamill dubla tuíte de Donald Trump com a voz do Coringa
O atro Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker na saga “Star Wars”, usou a voz de seu segundo personagem mais celebrado, o Coringa, que ele dubla desde 1992 em inúmeras séries, games e longas animados da Warner/DC Comics, para encarnar Donald Trump. Hamill gravou uma leitura do tuíte em que Trump zomba de seus inimigos, desejando feliz ano novo a todos, com a voz do vilão do Batman. E ficou perfeito. Ouça abaixo. “Feliz Ano Novo para todos, mesmo para os meus muitos inimigos e aqueles que lutaram contra mim e perderam feio e simplesmente não sabem o que fazer. Amor!”, diz o texto original. A ideia surgiu quando o comediante americano Matt Oswalt (“Dude Bro Party Massacre III”) comentou, no Twitter, que a mensagem de Trump “parecia algo que o Coringa diria pouco antes de lançar um enxame de abelhas assassinas em Gotham”. Seu irmão, o também comediante Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”) instigou Hamill a “fazer isso acontecer” e o ator topou a brincadeira: “Assim que eu descobrir como tuitar trechos de som eu adoraria fazer. Ninguém escreve diálogos de super-vilões melhor do que o Trumputin! #KremlinCandidate”. Como Hamill deu o título de “The Trumpster quote #1” à mensagem com o texto dublado, é de se imaginar que novas citações de Trump devem aparecer, assim que o presidente dos EUA postar nova piada em forma de ameaça no Twitter.












