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    Primeiro filme de Meghan Markle em sua volta a Hollywood ganha trailer da Disney

    26 de março de 2020 /

    O primeiro trabalho de Meghan Markle após se tornar a duquesa de Sussex foi confirmado, com o lançamento do trailer oficial. Em janeiro, a imprensa britânica afirmou que a volta da atriz para Hollywood aconteceria como dubladora de um desenho da Disney. A notícia, porém, estava apenas parcialmente correta. Meghan realmente usa voz no novo trabalho, que, de fato, é uma produção da Disney. Mas ela não dubla um personagem, muito menos estrela um desenho animado. Na verdade, a atriz narra um documentário sobre elefantes, que será lançado no dia 3 de abril na plataforma Disney+ (Disney Plus). Intitulada “Elephant”, a produção é apresentada como a jornada de uma família de elefantes pela África. O trailer é compartilhado por outra produção da Disney, “Dolphin Reef”, um documentário sobre golfinhos narrado pela atriz Natalie Portman. Ambos serão lançados no mesmo dia em streaming. O projeto teve início há cerca de um ano, quando, por saberem da paixão de Meghan pela proteção animal, os cineastas Mark e Vanessa Berlowitz a convidaram para fazer a narração. Ou seja, o trabalho em “Elephant” foi fechado antes de Meghan e seu marido, o príncipe Harry, cogitarem abandonar seus cargos na realeza sênior – ato que entrará em vigor na terça (31/3). A atriz gravou a narração no outono passado, em Londres. Portanto, logo antes de Harry anunciar os planos do casal para se afastar da família real britânica. O que permite especular que uma coisa pode ter relação com a outra – especialmente diante do trailer que apresenta a atriz como “Meghan, a duquesa de Sussex”. Veja abaixo.

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    Kleber Mendonça Filho disponibiliza seu primeiro longa-metragem de graça na internet

    25 de março de 2020 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) resolveu disponibilizar gratuitamente seu primeiro longa, “Crítico” (2008), na plataforma de vídeos Vimeo. Ele fez o anúncio pelo Twitter, incluindo ainda um trailer da produção. Tecnicamente, “Crítico” (2008) não é o primeiro filme do diretor, que começou sua carreira em 1997, dirigindo curta-metragens. “Crítico” foi seu primeiro longa-metragem, mas não é uma obra de ficção. Trata-se de um documentário, realizado ao longo de nove anos, que reúne depoimentos de 70 críticos e cineastas sobre o cinema. Mendonça Filho ainda comentou as condições em que seu o filme foi lançado. “‘Crítico’ só poderia ter sido feito num momento do país onde filmes eram considerados trabalho e colaboração real com a cultura. Fomos pagos mínima e dignamente”. “Esse filme tem momento que eu registrei no Copacabana Palace onde colega jornalista fala com Samuel L. Jackson achando que era Laurence Fishburne. Jackson olha pra mim e diz “Tá vendo? Isso sempre acontece!”, completou. A obra foi um passo importante na carreira do diretor, que fez seu primeiro longa de ficção, “O Som ao Redor”, em 2012, e com apenas mais dois filmes – “Aquarius” e “Bacurau” – tornou-se um dos cineastas brasileiros de maior reconhecimento internacional. Abri Grátis no Vimeo CRÍTICO (2008) meu 1o filme. 9 anos entrevistando cineastas e críticos em +10 países, um filme bem pequeno e roots mas q com o passar do tempo guarda registros curiosos sobre o Cinena. O trailer é esse e o link está aqui: https://t.co/KAWRSfq8qV. Enjoy✌🏼 pic.twitter.com/2lfmgv3aEK — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) March 25, 2020

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    Suspenso pelo coronavírus, festival É Tudo Verdade disponibilizará 30 filmes online

    20 de março de 2020 /

    Assim como as estreias de cinema, teatro e os shows, festivais e grandes eventos também foram cancelados ou adiados no Brasil devido a pandemia de coronavírus. Entre eles está o maior festival de documentários do país, o É Tudo Verdade, que na semana que vem comemoraria 25 anos. Previsto para 26 de março, o É Tudo Verdade foi adiado para o final de setembro. Mas a data original será aproveitada para o lançamento de um mini-festival online, com diversos títulos da seleção deste ano disponibilizados na internet, numa parceria com Itaú Cultural, Spcine Play e Canal Brasil Play. Dos 83 longas, médias e curtas-metragens previstos para o evento, 30 poderão ser acessados pela internet entre 26 de março e 5 de abril, período em que o festival seria realizado. O Itaú Cultural, por exemplo, disponibiliza a série “A Herança da Coruja”, do francês Chris Marker, o ciclo A Situação Cinema, com cinco longas brasileiros sobre o setor audiovisual, e quatro obras (três longas e um curta) da mostra Os Primeiros Premiados, que relembra a primeira edição do festival. O Spcine Play vai abrigar a mostra As Diretoras no É Tudo Verdade, com dez longas dirigidos por mulheres, já exibidos em edições passadas do evento, além de oito títulos (três longas e cinco curtas) da seção Ano 1, que relembra a edição inaugural de 1996, e dois documentários sobre José Mojica Marins, o Zé do Caixão, morto no mês passado. Por fim, o Canal Brasil Play programa duas temporadas da série “Cineastas do Real”, que reúne 26 entrevistas com documentaristas brasileiros realizadas por Amir Labaki, fundador do É Tudo Verdade. O acesso a todos os conteúdos é gratuito.

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    Semana marca início de meses sem estreias de cinema

    18 de março de 2020 /

    Pela primeira vez, a semana não trará novos filmes aos cinemas brasileiros. Como precaução contra a pandemia do coronavírus, as distribuidoras cancelaram todas as estreias previstas para esta quinta-feira (19/3). Embora ainda existam salas abertas, especialmente em shoppings, alguns locais, como Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Campo Grande já fecharam seus cinemas. Além disso, algumas empresas optaram por se antecipar às decisões dos governos estaduais, baixando as portas por conta própria. Em São Paulo, o Espaço Itaú de Cinema, Petra Belas Artes e Cinesala anunciaram na segunda (16/3) a decisão de suspender suas atividades por tempo indeterminado. Já as grandes redes, como UCI, Cinepólis e Cinemark dizem seguir as orientações da Feneec (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas), que não preveem alterações e restrições no funcionamento das salas. O Feneec pede que os governos estatuais tomem suas decisões. Mas, sem lançamentos, as salas devem ter pouca lotação e diminuir o perigo de contaminação por coronavírus. Entre os títulos que chegariam às telas nesta quinta estava “Um Lugar Silencioso – Parte 2”, sequência do terror que surpreendeu nas bilheterias em 2018. A suspensão da estreia foi uma decisão mundial do estúdio Paramount, que vale para todos os países. Mas até produções nacionais tiveram suas exibições adiadas. Originalmente previsto para esta quinta, o filme “Três Verões”, que rendeu a Regina Casé o prêmio de Melhor Atriz no Festival do Rio, foi adiado indefinidamente, assim como os lançamentos de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sessão dupla sobre o crime de Suzane von Richthofen, que deveria chegar às telas no próximo fim de semana. Por sinal, as próximas semanas devem ser iguais, sem lançamentos, até a crise de saúde entrar em curva descendente – o que vai demorar meses. Considerando as projeções apresentadas pelo Ministério da Saúde, a normalização só deve acontecer na primavera, se nenhuma surpresa desagradável acontecer.

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    Documentário da Apple para os Beastie Boys ganha trailer e pôster

    13 de março de 2020 /

    A Apple divulgou o trailer do documentário sobre a banda The Beastie Boys, dirigido pelo cineasta Spike Jonze (“Ela”). A prévia de “Beastie Boys Story” mostra Mike Diamond (Mike D) e Adam Horovitz (Ad-Rock) apresentando e comentando cenas da carreira da banda para uma plateia, e foi gravada durante um evento de 2018, em que a dupla levou ao palco os altos e baixos de 40 anos dos Beastie Boys para o lançamento de um livro – “Beastie Boys Book”, livro de quase 600 páginas, em que contam de forma detalhada e anárquica a história do grupo. O filme une essa performance com imagens de arquivo do grupo, que também inclui o falecido Adam Yauch (MCA), que morreu de câncer em 2012. Spike Jonze tem uma longa relação com a banda, iniciada em 1994 como diretor de vários de seus clipes, como “Sabotage” e “Sure Shot”. A princípio, a produção será lançada nos cinemas, exclusivamente no circuito IMAX, no dia 3 de abril, e chegará na plataforma Apple TV+ em 24 de abril.

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    Super-herói de Vin Diesel, terremoto europeu e novo Polanski estreiam nos cinemas

    12 de março de 2020 /

    As 14 estreias desta quinta (12/3) representam filmes bastante diferentes, alguns empolgantes, muitos dispensáveis e até um “polêmico”. Com exibição em mais de 500 salas, “Bloodshot”, adaptação de quadrinhos estrelada por Vin Diesel, chega sem grandes expectativas, após uma campanha de marketing de pouca repercussão e avaliações negativas da imprensa internacional – 41% no Rotten Tomatoes. Considerado um filme de ação convencional, para não falar medíocre, passa longe do padrão da Marvel. “Aprendiz de Espiã”, comédia com Dave Bautista, outro fortão dos “Guardiões da Galáxia”, sai-se melhor com 60% de aprovação e tem o atrativo de desembarcar no Brasil um mês antes da estreia nos EUA, devido a mudanças de cronograma de última hora – relacionadas ao adiamento de “007: Sem Tempo para Morrer”. A dica da semana, porém, é o thriller norueguês “Terremoto”, que atingiu 84% no Rotten Tomatoes – e não foi à toa. Tenso e repleto de ação, extrapola o desastre do elogiado “A Onda” (2015) para mostrar a destruição da Noruega por um abalo sísmico de grande proporções, servindo ainda para lembrar à Hollywood como se faz filmes do gênero. Outra dica importante é temer o terror russo. Evite como o diabo. O circuito limitado oferece várias alternativas, entre elas um peso pesado da temporada: “O Oficial e o Espião”, filme “proibidão” nos EUA e Reino Unido, devido ao “cancelamento cultural” de seu diretor, Roman Polanski. Lançado sob protestos feministas na França, o longa bateu o recorde de bilheteria do diretor no país. Também recebeu reconhecimentos importantes na Europa, como o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza e o César de Melhor Direção – o que levou à debandada feminina da premiação. A razão dos protestos e do banimento de “O Oficial e o Espião” não está no conteúdo do filme, que também venceu o troféu da Crítica em Veneza e tem 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas na comparação que se faz entre o diretor e o personagem da trama, um dos heróis mais injustiçados da história da França. Vítima de um complô antissemita, o condecorado capitão Albert Dreyfus foi condenado à prisão por um crime que não cometeu, como lição por ser judeu. Polanski, que igualmente é judeu, foi condenado por ter abusado sexualmente uma menor de idade nos anos 1970, mas fugiu para a França para evitar a prisão. Esta história foi relembrada pelo movimento #MeToo, após o surgimento de outras denúncias contra o diretor, relacionadas ao mesmo período. A comparação disparada, sugerida por detratores e pelo próprio cineasta, gerou repercussão tão grande que este pode ser o último filme de Polanski, cineasta responsável por um punhado de clássicos incontestáveis. Outro lançamento francês, “Liberté”, deve estimular os cinéfilos. Premiado no Festival de Cannes, oferece uma experiência radical, como todos os filmes do diretor Albert Serra, transformando espectadores em voyeurs de uma jornada sensual na época da Revolução Francesa. 71% no Rotten Tomatoes. Ainda mais relevante, o polonês “Doce Entardecer na Toscana”, que rendeu prêmio à atriz Krystyna Janda no Festival de Sundance e tem 80% de aprovação, aborda xenofobia em paisagens de cartão postal para inspirar importantes discussões sobre o mundo atual. A programação ainda traz três títulos brasileiros, entre eles uma minissérie paranaense em versão condensada, “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santi, originalmente exibida – e pouco vista – em 2017 na TV Brasil. Ironicamente, ao abordar com bastante naturalismo o cotidiano de jovens de periferia, revela-se melhor “filme” que o terror gaúcho “Disforia” – atmosférico – e a comédia carioca “Solteira Quase Surtando” – risível, mas no pior sentido. Confira abaixo mais detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. Bloodshot | EUA | Ação Bloodshot é um ex-soldado com poderes especiais. Esses poderes foram desenvolvidos após injetarem nanites em seu sangue. Depois de apagarem sua memória, ele finalmente descobre quem é e parte em busca de vingança daqueles que o usaram como experiência. Aprendiz de Espiã | EUA | Comédia Um agente da CIA (Dave Bautista) de coração endurecido é enviado em uma missão secreta para vigiar uma família e acaba flagrado por uma menina precoce (Chloe Coleman), que passa a chantageá-lo para treiná-la como espiã. Terremoto | Noruega | Desastre No ano de 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo. Seu epicentro foi no “Oslo Graben”, uma fenda que atravessa diretamente a cidade. Desde então, segundo geólogos, a população da capital norueguesa pode esperar futuros terremotos nessa área. E se justamente agora um deles estivesse se aproximando? O Oficial e o Espião | França | Drama Paris, final do século 19. O capitão Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército francês. No dia 22 de dezembro de 1884, seus inimigos alcançam seu objetivo: conseguem fazer com que Dreyfus seja acusado de alta traição. Pelo crime, julgado à portas fechadas, o capitão é sentenciado à prisão perpétua no exílio. Intrigado com a evolução do caso, o investigador Picquart decide seguir as pistas para desvendar o mistério por trás da condenação de Dreyfus. Liberté | França, Espanha | Drama Pouco antes da revolução Francesa, os nobres Madame de Dumeval (Theodora Marcadé), o Duque de Tesis (Marc Susini) e o Duque de Wand (Baptiste Pinteaux) partem para a Alemanha em busca do apoio do lendário Duque de Walchen (Helmut Berger). O trio foi expulso da corte do Rei Luis XVI e esperam que o alemão os ajude a alcançar o esclarecimento. Doce Entardecer na Toscana | Polônia | Drama Um violento ataque terrorista ocorre em Roma, exaltando ânimos xenófobos pela Itália. Ao mesmo tempo, a poeta Linde, uma avó progressista e rebelde, aceita uma homenagem da prefeitura de sua pequena cidade. Na cerimônia, faz um provocativo e inflamado discurso, desagradando o país todo e virando pária. Nóis por Nóis | Brasil | Drama O baile rola solto e enquanto o rap ecoa das caixas de som, quatro amigos vagam pela pista com objetivos bem distintos. O que eles não sabem é que seus destinos estarão selados para sempre após esta noite. Disforia | Brasil | Terror Dário sofre pela dificuldade em se recuperar de um acontecimento assustador de seu passado. Ao se aproximar da menina Sofia, são despertadas memórias de um trauma. Atormentado, ele precisa encarar o passado e o mistério envolvendo a família de Sofia. Solteira Quase Surtando | Brasil | Comédia Solteira convicta (Mina Nercessian) de 35 anos e viciada em trabalho descobre que está entrando numa menopausa precoce e só tem seis meses para encontrar um pai para seu futuro filho. As Primeiras Férias Não se Esquece Jamais! | França | Comédia Os parisienses Marion e Ben, ambos na casa dos 30 anos de idade, se conhecem pelo Tinder. E isso é tudo o que eles têm em comum. Mas os opostos se atraem e, depois de um ótimo primeiro encontro, eles decidem, na manhã seguinte, sair juntos de férias. Eles decidem ir para a Bulgária, pois está no meio do caminho dos destinos dos seus sonhos: Beirute para Marion, Biarritz para Ben. Sem planejamento e com concepções muito diferentes do que deve ser umas férias de sonho, eles iniciam uma jornada que certamente mudará suas vidas. A Maldição do Espelho | Rússia | Terror Depois que o terrível fantasma da Rainha de Espadas ressurge, os alunos de um antigo colégio interno viram as próximas vítimas do banho de sangue. O terror começa a partir do momento em que eles recitam antigos encantamentos no banheiro do local para conquistar tudo o que desejam — mesmo que o preço seja suas almas. Technoboss | Portugal | Comédia Luís Rovisco é um homem divorciado e com uma vida profissional pouco estimulante. Para tornar a vida mais instigante, compõe músicas sobre as coisas que observa pelo caminho. Alva | Portugal | Drama Henrique (Henrique Bonacho) é um homem de meia-idade que foge para a floresta depois de cometer um crime grave. Sozinho com a natureza, suas lembranças e sentimentos misturam-se entre a esperança de conseguir fugir e o peso na consciência pelo que fez. Mulher | França | Documentário Um retrato íntimo que explora temas como a maternidade, educação, casamento, independência financeira e sexualidade, dando voz a 2 mil mulheres de 50 países diferentes. O filme denuncia as injustiças sociais que as mulheres sofrem ao redor do mundo, mas mais do que isso, mostra a força e capacidade que elas têm para mudar o mundo.

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    Charlie Sheen nega ter abusado de Corey Haim e recebe apoio da mãe do ator

    11 de março de 2020 /

    Charlie Sheen está negando de forma veemente a acusação feita por Corey Feldman em seu documentário, “(My) Truth: The Rape of Two Coreys”, que alega que a estrela de “Dois Homens e Meio” estuprou o falecido Corey Haim quando este era menor. Um porta-voz do ator emitiu um comunicado sucinto em que afirma: “Essas alegações doentes, distorcidas e estranhas nunca ocorreram. Ponto final. Peço a todos que considerem a fonte e leiam o que a mãe de Corey, Judy Haim, tem a dizer”. Judy, por sua vez, disse: “Eu sinto que essa é uma grande acusação sem nenhuma prova e sem o meu filho estar aqui para se defender. Eu estou firme em dizer que Charlie NÃO fez isso. Isso, é claro, nunca aconteceu. Infelizmente, Feldman perdeu a cabeça e o pior é que ele acha que essa é uma ótima maneira de comemorar os dez anos da morte do meu filho”. Corey Haim morreu em 2010 aos 38 anos. No documentário, Feldman alega que ele sofreu abuso de Sheen durante as filmagens de “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), que ambos protagonizaram. Na época, Sheen tinha 19 anos, enquanto Haim tinha 13. A primeira vez que essas acusações surgiram foi em 2017, mas em outro contexto – teria sido por vontade própria de Haim. Na época, Sheen também negou as alegações e instaurou processos legais por difamação contra o responsável pela declaração – o ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”), que acabou morrendo em 2018. Judy Haim acredita que Dominick Brascia foi quem, na verdade, abusou de seu filho, e teria lançado essa cortina de fumaça para escapar da acusação. Brascia também é nomeado como suposto molestador de Haim no documentário de Feldman, lançado em Los Angeles na segunda-feira. Feldman ainda afirma ter sido, ele próprio, abusado sexualmente por outros três homens quando jovem: o ator Jon Grissom, o dono de boate Alphy Dominick e o empresário de jovens talentos Marty Weiss. “(My) Truth: The Rape of Two Coreys” deveria ter sido disponibilizado online para o grande público, mas isso não aconteceu.

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    Corey Feldman acusa Charlie Sheen de estuprar Corey Haim quando este era menor

    10 de março de 2020 /

    Corey Feldman, que foi um dos atores mirins mais famosos dos anos 1980 – estrela de “Os Goonies”, “Conta Comigo”, “Garotos Perdidos”, etc – , lançou na noite de segunda (9/3) o documentário “My Truth: The Rape of Two Coreys”, em que ele denuncia os homens que supostamente teriam abusado sexualmente dele e do amigo Corey Haim, seu colega em “Garotos Perdidos” e “Sem Licença para Dirigir”, quando ainda eram menores. O nome do astro Charlie Sheen aparece entre os acusados. Segundo Feldman, Sheen estuprou Haim durante as gravações do filme “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), que ambos protagonizaram. No documentário, ele alega que seu amigo, falecido em 2010, lhe contou tudo o que teria acontecido na época. “Isso não foi uma coisa do tipo que aconteceu uma vez. Isso não foi como: ‘Ah, por falar nisso, isso aconteceu’. Ele deu muitos detalhes sobre isso”, alega Feldman no documentário. E, em seguida, cita os detalhes. “Ele me disse: ‘Charlie me curvou entre dois carros, passou óleo nas minhas nádegas e me estuprou em plena luz do dia’. Qualquer pessoa poderia ter passado, qualquer um poderia ter visto.” A ex-mulher de Feldman, Susannah Sprague, reforçou a acusação em seu depoimento. “Ele me contou que foi estuprado no set do filme quando ainda era um garoto”, disse. “Ele me contou que Charlie Sheen foi o responsável”, apontou. Haim tinha 13 anos durante as gravações de “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), enquanto Charlie Sheen estava com 19 anos. Procurado pela revista Entertainment Weekly, Sheen negou de forma categórica qualquer envolvimento no caso. Não é a primeira vez que esta história vem à tona. Em 2017, no começo do movimento #MeToo, o ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”) tornou-se o primeiro a contar ter ouvido de Corey Haim que ele e Sheen fizeram sexo durante a filmagem de “A Inocência do Primeiro Amor”. Mas sua versão tinha detalhes diferentes. “Ele me disse que eles fumaram maconha e transaram. Ele disse que eles fizeram sexo anal. Haim me contou que, depois, Sheen ficou muito distante e o rejeitou. Quando Corey quis ficar de novo, Charlie não teve interesse.” Na época, Sheen também negou as alegações e instaurou processos legais por difamação contra o responsável pela declaração, que acabou morrendo em 2018. Judy Haim acredita que Dominick Brascia foi quem, na verdade, abusou de seu filho, e teria lançado essa cortina de fumaça para escapar da acusação. Brascia também é nomeado como suposto molestador de Haim no documentário de Feldman, lançado em Los Angeles na segunda-feira. Em seu documentário, Feldman ainda afirma ter sido, ele próprio, abusado sexualmente por outros três homens quando jovem: o ator Jon Grissom, o dono de boate Alphy Dominick e o empresário de jovens talentos Marty Weiss. “Eu já disse que não fui eu. Eu estou cansado de dizer e de ninguém me ouvir. Eu não vou mais repetir isso”, afirmou Grissom, ao negar as acusações. Feldman, que também era amigo pessoal de Michael Jackson, não nomeou o cantor em seu filme. Com comportamento considerado bizarro, o ator tem se apresentado como vítima de ameaças desde que anunciou o projeto, inclusive alegando ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato. A polícia não encontrou evidências do ataque, nem mesmo do ferimento à faca supostamente sofrido pelo ator. Durante a première do documentário, na noite passada, Feldman chegou a interromper a projeção do documentário, acompanhada por amigos pessoais e integrantes da imprensa, para anunciar que o streaming simultâneo da produção estava sendo sabotado. Ele ameaçou até não mostrar o resto do filme – a parte em que nomeava as pessoas citadas acima. Mas, depois da performance, retomou a sessão.

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    Animação da Pixar e dramas brasileiros são as principais estreias de cinema da semana

    5 de março de 2020 /

    A programação de cinema desta quinta (5/3) destaca “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, nova animação da Pixar, que também estreia neste fim de semana nos EUA com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e um título original de apenas duas sílabas: “Onward”. As produções da Pixar costumam ter um padrão superior à média das animações tradicionais de Hollywood, mas “Dois Irmãos” lembra mais as produções da Disney, preferindo enfatizar o humor sobre a premissa, que é até bastante convencional. Nisso, repete “Universidade Monstros” (2013), o filme anterior do diretor Dan Scanlon. Como resume o título nacional, o desenho acompanha dois irmãos numa jornada fantástica. Eles abandonam sua confortável vida como elfos suburbanos para completar um feitiço que pode trazer seu pai de volta à vida, embarcando num carro velho em busca do resto da magia que já existiu naquele lugar. Mas os brasileiros não deverão aproveitar um dos maiores atrativos da produção: o fato de seu elenco juntar dois integrantes de “Vingadores: Ultimato”, Chris Pratt e Tom Holland, intérpretes respectivamente do Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e do Homem-Aranha, como as vozes dos irmãos. A inevitável dublagem brasileira para crianças torna isso irrelevante para o público nacional. Fãs de animação tem uma opção mais adulta em “A Gata Cinderela”, produção do estúdio italiano Mad, que lançou o primeiro longa animado italiano para maiores, “L’Arte della Felicità”, premiado pela Academia de Cinema Europeu como a Melhor Animação da Europa em 2014. O filme é uma versão noir futurista de “Cinderela” que remete aos melhores quadrinhos de sci-fi europeia (popularizados em todo o mundo pela revista “Heavy Metal” americana). Os desenhos são baseados em ilustrações do quadrinista Marco Galli e a direção está a cargo de Ivan Cappiello, diretor assistente de “L’Arte della Felicità”. Na trama, Cinderela se chama Mia, é muda e cativa em sua própria casa – na verdade, um navio abandonado em Nápoles – , submetida ao sadismo de sua madrasta e irmãs postiças – uma delas, drag queen – e sofre o destino cruel de ser transformada em noiva do traficante – amante de sua madrasta – que matou seu pai. Definitivamente, não é para crianças. Os cinemas também vão receber três dramas brasileiros, entre eles “Vou Nadar Até Você”, primeiro longa estrelado pela atriz Bruna Marquezine, que só não passou em branco em sua exibição no Festival de Gramado porque acabou rendendo um escândalo de bastidores, após uma autodeclarada assistente de produção acusar o diretor Klaus Mittledorf de assédio, com direito a boletim de ocorrência e processo trabalhista. Em nota à imprensa, o produtores de “Vou Nadar Até Você” afirmam não conhecer a acusadora – e a imprensa esqueceu do caso nas entrevistas feitas nesta semana para divulgar o filme. De todo modo, os filmes que merecem mais atenção do público são os outros dois. A começar por “Fim de Festa”, grande vencedor do Festival do Rio, premiado como Melhor Filme e Melhor Roteiro. Segundo longa dirigido por Hilton Lacerda, “Fim de Festa” retoma a parceria do cineasta de “Tatuagem” com o ator Irandhir Santos – uma parceria que também inclui vários outros filmes roteirizados por Lacerda. No longa, Irandhir vive um detetive de polícia que tenta desvendar um crime que aconteceu durante o Carnaval. Ao voltar antecipadamente de suas férias, ele passa a investigar a morte de uma jovem turista francesa e, durante o inquérito, depara-se com fatos que se confundem com sua própria história. O filme retrata situações do Brasil atual e é parcialmente inspirado no caso real da turista alemã Jennifer Kloker, assassinada em 2010 em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, a mando da própria sogra. “Meio Irmão”, estreia da diretora Eliane Coster em longa-metragem, também ganhou prêmios importantes, entre eles o de Melhor Primeiro Filme na Mostra de São Paulo de 2018, e lida com sentimentos de ódio e homofobia que se ampliaram muito no Brasil desde então. Os dois dramas brasileiros são os principais títulos do circuito limitado, e saem-se bem melhor que as alternativas estrangeiras. Entre os títulos internacionais, o que chama mais atenção é “Seberg Contra Todos”, filme em que Kristen Stewart (“As Panteras”) vive uma das atrizes mais icônicas da virada dos anos 1950 para os 1960: Jean Seberg, de clássicos como “Santa Joana” (1958), “Bom Dia, Tristeza” (1958), “O Rato que Ruge” (1959), “Acossado” (1960) e “Lilith” (1964). Baseado em fatos reais, o filme acompanha a investigação ilegal do FBI sobre a atriz, quando ela se envolveu com os movimentos civis do final dos anos 1960. O envolvimento também era romântico, graças à sua ligação com o ativista Hakim Jamal, primo de Malcom X e líder do movimento black power – interpretado no longa por Anthony Mackie (o Falcão dos filmes da Marvel). “Seberg Contra Todos” teve première nos festivais de Veneza e Toronto, mas, apesar de elogios à interpretação de Kristen Stewart, o roteiro foi considerado um desserviço às duas atrizes – intérprete e personagem – , rendendo apenas 35% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Confira abaixo mais detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica | EUA | Animação Situado no subúrbio de um universo fantástico, dois irmãos elfos adolescentes embarcam em uma missão para descobrir se ainda há mágica pelo mundo. A Gata Cinderela | EUA | Animação Cinderela (Cenerentola) vive dentro do Megaride, um enorme navio parado no porto de Nápoles há mais de 15 anos. Quando seu pai, Vittorio Basile, o rico proprietário do navio e cientista morreu, enterrou com ele os segredos tecnológicos do navio e o sonho de tornar o porto um local desenvolvido. Em silêncio, ela busca vingança: matar quem assassinou seu pai e libertar sua cidade para sempre. Fim de Festa | Brasil | Drama Quatro jovens estão hospedados na casa de um deles em Recife. O carnaval passou e a quarta-feira de cinzas traz uma surpresa: uma jovem francesa é brutalmente assassinada a pauladas, e antecipa a volta do pai de um deles que é policial, surpreendendo ao grupo. Eles estão ali, com o vácuo depois do excesso, na iminência de uma separação conjunta. Além disso, o desdobramento afetivo de um crime aparentemente distante termina por pautar uma forte reflexão da vida de cada um deles. Meio Irmão | Brasil | Drama Phil é um homem amável e inteligente, mas tem um grande problema: é viciado em seu celular. Carente, sem amor nem amigos, a vida dele é uma chatice e nada emocionante acontece, porém tudo muda quando uma atualização em seu telefone lhe proporciona uma assistente digital que vai revolucionar sua vida. Vou Nadar Até Você | Brasil | Drama A jovem fotógrafa Ophelia acredita ter descoberto quem é seu pai e, determinada, sai de Santos, a nado, rumo a Ubatuba, onde espera encontrá-lo. Antes de partir, envia-lhe uma carta avisando que está a caminho. Seberg Contra Todos | EUA | Drama Paris, 1968. A atriz Jean Seberg está no auge de sua popularidade, graças ao sucesso de vários filmes rodados na França. Ao chegar aos Estados Unidos ela logo se envolve com o ativista de direitos civis Hakim Jamal. Ao se posicionar a favor dos Panteras Negras, ela passa a ser uma das financiadoras do movimento, ao mesmo tempo em que mantém um caso com Hakim. A situação, no entanto, é acompanhada de perto pelo FBI, que tenta expor os Panteras Negras e difamar a atriz. Jexi – Um Celular sem Filtro | EUA | Comédia Sandra tem 16 anos e sua mãe está desaparecida há dias. Desorientada e sem dinheiro, ela se vê obrigada a procurar seu meio irmão Jorge, com quem tem pouco contato. Porém, quando ela o encontra, ele está diante de uma situação difícil: Jorge gravou com seu celular uma agressão homofóbica a um casal de namorados, acreditando não ter sido visto. Dias depois ele passa a sofrer ameaças para não divulgar as imagens. Nesta jornada, Sandra e Jorge enfrentam seus terrores e resgatam um afeto que havia se perdido. O Melhor Está por Vir | França | Comédia Após um enorme mal-entendido, dois amigos de infância convencem-se que o outro tem apenas alguns meses de vida e devem deixar tudo para compensar o tempo perdido. Cem Quilos de Estrelas | França | Drama Lois tem 16 anos e um sonho: tornar-se astronauta. Uma questão física a angústia, ela pesa 100 kgs e com ódio de seu próprio corpo decide parar de comer. Essa atitude extrema desencadeia uma série de complicações de saúde e a fazem ficar internada em uma clínica, onde acaba conhecendo outras três garotas de sua idade, com problemas igualmente graves. Uma forte amizade nasce e, juntas, elas viverão uma jornada de transformação e amadurecimento. Alva | Portugal | Drama Henrique (Henrique Bonacho) é um homem de meia-idade que foge para a floresta depois de cometer um crime grave. Sozinho com a natureza, suas lembranças e sentimentos misturam-se entre a esperança de conseguir fugir e o peso na consciência pelo que fez. Campo | Portugal | Documentário A palavra “campo” vem do latim capere (capturar). Na Antiguidade, nos arredores de Roma ficava o “Campo de Marte”, o terreno onde se treinavam os soldados. Hoje, nos arredores de Lisboa, fica a maior base militar da Europa. Neste campo, militares treinam missões fictícias, enquanto astrônomos observam estrelas e um rapaz toca piano para veados selvagens que espreitam à noite. Fotografação | Brasil | Documentário O filme passeia pela história da fotografia brasileira. O impacto dos avanços tecnológicos é analisado através da perspectiva daqueles que vivem os prazeres e obstáculos da profissão. Em uma sociedade cada vez mais conectada, onde as informações surgem por uma demanda quantitativa, a digitalização do ofício do fotógrafo torna-se praticamente uma ameaça.

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    Petra Costa conta detalhes de seus encontros com astros de Hollywood nos bastidores do Oscar 2020

    4 de março de 2020 /

    Petra Costa, diretora de “Democracia em Vertigem”, revelou o que conversou com os astros de Hollywood nos bastidores de sua participação no Oscar 2020. O documentário da cineasta brasileira, sobre a trajetória do impeachment de Dilma Rousseff, concorreu ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, levando-a a participar de vários eventos oficiais relacionados à premiação. No podcast Anticast, apresentado por Ivan Mizanzuk, ela relatou os bastidores de seus encontros com as estrelas do cinema americano, que chegou a destacar em suas redes sociais. “Com o Leonardo DiCaprio, tive o prazer de ser apresentada pra ele pela Sônia [Guajajara, líder indígena] e ele falou: ‘Nossa, já estou ajudando uma fundação a qual a Sonia é associada, então fico feliz de vê-la. Mas eu fui atacado pelo seu presidente’. E a Sônia falou: ‘Eu também’. E eu: ‘Eu também!’. Então, nós três tínhamos isso em comum”, contou Petra. DiCaprio disse para Petra que, inclusive, já tinha assistido a “Democracia em Vertigem. “Ele tinha visto o filme, falou que gostou muito do filme e que tinha achado superinteressante. Ficamos de conversar mais. Eles [Leo e Sonia] têm feito algumas ações juntos”. “Conversei também com [Robert] De Niro, que ajudou em todos os meus filmes por meio da fundação dele, a Tribeca. Ele foi muito simpático. O Tarantino foi superlegal. Contei um pouco do filme e ele prometeu que ia ver, foi muito simpático. E com o Brad Pitt falamos sobre o filme, ele falou muito de uma série [sobre o Brasil] que gosta muito, ‘Bandidos na TV'”, afirmou Petra, citando a atração da Netflix sobre a história do apresentador Wallace Souza. Ela também contou que, como qualquer pessoa normal, não resistiu e tietou alguns de seus ídolos, especialmente De Niro e Al Pacino. “Robert DeNiro eu apresentei pra minha mãe, e ela cantou uma música para ele. E o Al Pacino eu não aguentei e falei: ‘Você é o melhor da história. Você é o Deus e o Diabo do cinema’. Ele ficou todo tocado, chocado, não sei…”, riu a diretora. Durante a entrevista, ela adiantou que já está trabalhando num novo projeto cinematográfico. “Estou trabalhando, mas ainda não prefiro falar muito. É um projeto que continuo na investigação, que é na intersecção entre pessoal e político, mas em breve poderei falar mais.” Mas não deve ser um desdobramento de “Democracia em Vertigem”, apesar de achar que as sobras de material poderiam render outros filmes. “Daria muitos filmes”, disse, afirmando que quer partir para outros temas. “Foram três anos de imersão completa e total. Estou adorando pensar em outros temas. Eu tive um cansaço dessa temática. Mas teria outros filmes a se fazer. Há discussões interessantes com congressistas, aprofundando sobre o que deixa a democracia brasileira tão disfuncional. Todos os partidos concordam que o Brasil precisa de uma reforma política. Que nosso sistema eleitoral é impossível. Seria interessante que alguém explorasse”, avaliou.

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    O Homem Invisível é a principal estreia da semana nos cinemas

    27 de fevereiro de 2020 /

    As estreias mais amplas da semana são dois filmes de terror. Enquanto “A Hora da sua Morte” faz parte da atual leva de títulos realmente horrorosos do gênero, “O Homem Invisível” se destaca com aclamação da crítica internacional. Primeiro terror bem-avaliado de 2020, “O Homem Invisível” atingiu 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes e também estreia neste fim de semana nos EUA, impulsionado por uma recepção entusiasmada da imprensa, que não economiza elogios à interpretação da atriz Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”). No roteiro “hitchcockiano” do diretor Leigh Whannell (que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”), o monstro clássico imaginado pelo escritor H.G. Wells no fim do século 19 – e transformado num filme icônico de 1933 pela própria Universal – vira numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho controlador se torna invisível para aterrorizar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. Além de tenso, tem conteúdo. O circuito limitado, por sua vez, assume aparência de programação de festival, trazendo filmes de dois cineastas vencedores de Cannes. “Você Não Estava Lá” é o novo drama do britânico Ken Loach, vencedor da Palma de Ouro por “Eu, Daniel Blake” (2016). Dando continuidade às suas obras de denúncia social, o diretor foca a uberização da economia, ilustrada pelas consequências do trabalho informal na vida de uma família. Já “Uma Vida Oculta” é a cinebiografia de um fazendeiro austríaco que se recusou a aderir à ideologia nazista e lutar na 2ª Guerra Mundial. A direção é de Terrence Malick, que conquistou a Palma de Ouro por “A Árvore da Vida” (2011). O resto da programação tem mais boas opções: “Meu Nome É Sara”, outro drama sobre a opressão nazista, traz a perspectiva de uma adolescente judia que se passa por católica para escapar do Holocausto; “Martin Eden”, adaptação da obra de Jack London, rendeu a Copa Volpi (de Melhor Ator) a Luca Marinelli no Festival de Veneza passado; e “Tarde para Morrer Jovem” premiou a chilena Dominga Sotomayor Castillo com o troféu de Melhor Direção no Festival de Locarno. Completa a lista o brasileiro “Jovens Polacas”. Confira abaixo mais detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. O Homem Invisível | EUA | Terror Presa em um relacionamento violento e controlador com um rico e brilhante cientista, Cecilia Kass foge com a ajuda de sua irmã, de sua amiga de infância e de sua filha adolescente. Quando seu ex abusivo comete suicídio e deixa para ela uma parte de sua vasta fortuna, Cecilia suspeita que a morte dele seja uma farsa. À medida que uma série de coincidências sinistras passam a acontecer, sua sanidade começa a se desfazer enquanto ela tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver. A Hora da sua Morte | EUA | Terror Quando uma enfermeira faz o download de um aplicativo que afirma prever o momento em que uma pessoa morre, ela descobre que só tem três dias de vida. Com o relógio correndo e uma figura assombrando-a, ela deve encontrar uma maneira de salvar sua vida antes que o tempo acabe. Você Não Estava Lá | Reino Unido | Drama Na esperança de que o trabalho independente possa resolver seus problemas financeiros, um motorista de entregas do Reino Unido e sua esposa, lutando para criar uma família, acabam presos no círculo vicioso dessa forma moderna de exploração do trabalho. Uma Vida Oculta | EUA, Alemanha | Drama Franz Jägerstätter (August Diehl) é um fazendeiro austríaco que, ao seu recusar a lutar junto ao exército alemão durante a 2ª Guerra Mundial, é condenado à pena de morte por traição à pátria. Meu Nome é Sara | EUA | Drama Sara é uma judia polonesa de 13 anos que é acolhida e encontra trabalho ao mentir que é católica para um fazendeiro e sua esposa, durante a 2ª Guerra Mundial. Mas logo descobre que sua mentira pode ter consequências graves para seus empregadores. Martin Eden | Itália | Drama Adaptação do romance homônimo de Jack London. Martin Eden é um jovem marinheiro de baixa renda que se apaixona por Elena, uma menina burguesa, e decide perseguir seu sonho de virar escritor. Quando ele começa a conviver com a sociedade aristocrática, se sente deslocado de tudo que faz parte de sua essência. Então se envolve em círculos socialistas, colocando-se em conflito com Elena e seu mundo burguês. Tarde para Morrer Jovem | Chile, Brasil | Drama Com a volta da democracia ao Chile nos anos 1990, um grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo distante dos excessos urbanos, enquanto acompanha o amadurecimento das crianças e adolescentes num novo momento do país. Jovens Polacas | Brasil | Drama Baseado no livro homônimo de Esther Largman. A história de mulheres judias iludidas pela possibilidade de uma nova vida e traficadas do leste europeu para a prostituição no Rio de Janeiro no início do século 20. Ao ser entrevistada pelo jornalista Ricardo, Mira busca em sua memória detalhes de sua vida e rotina com sua mãe e faz as pazes com seu passado sombrio.

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    George Clooney reage à denúncia de mão de obra infantil nas fazendas de café da Nespresso

    26 de fevereiro de 2020 /

    George Clooney não é apenas o “garoto-propaganda” da marca de café Nespresso. Ele também faz parte do conselho de sustentabilidade da empresa. Por conta disso, decidiu manifestar-se diante da denúncia de que algumas fazendas que fornecem grãos de café para a marca empregam trabalho infantil. A revelação está sendo apresentada pelo programa de jornalismo investigativo “Dispatches”, do Canal 4 inglês, que visitou fazendas de café na Guatemala para sua próxima edição documental intitulada “Starbucks & Nespresso: The Truth About Your Coffee”. O programa causou reação antes mesmo de ir ao ar, apenas com chamadas na TV. A edição completa será exibida na segunda-feira (2/3), no Reino Unido. “Fiquei surpreso e triste ao saber dessa história”, disse Clooney. “Claramente esse conselho e essa empresa ainda têm trabalho a fazer – e ele será feito”, resumiu o ator e cineasta de 58 anos, que integra o projeto de sustentabilidade da Nespresso desde seu início, há sete anos. Clooney ainda disse esperar que Anthony Barnett, repórter responsável pela denúncia, continue a “investigar essas condições e reportá-las de forma precisa caso não melhorem”. “A checagem de boa conduta corporativa é responsabilidade não apenas da empresa em si, mas também de jornalistas independentes como o Sr. Barnett”, completou. A Nespresso também anunciou que deixará de comprar o grão nos locais citados na reportagem. A empresa afirmou que iniciou uma investigação para identificar fazendas que fazem uso de mão de obra infantil, classificando o fato de “inaceitável”. “Onde há denúncias de que nossos altos padrões não estão sendo seguidos, nós agimos imediatamente”, destacou o chefe-executivo da Nespresso, Guillaume Le Cunff, em comunicado.

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    Festival de Berlim começa com presença recorde de filmes brasileiros

    20 de fevereiro de 2020 /

    O Festival de Berlim começa sua sua 70ª edição nesta quinta (20/2) com participação brasileira recorde. O evento alemão vai projetar nada menos que 19 filmes com produção nacional. Destes, apenas quatro trazem o Brasil na condição de parceiro minoritário, entre eles o documentário “Nardjes A.”, dirigido pelo brasileiro Karim Ainouz (“A Vida Invisível”), que registra protestos civis na Argélia. A maioria dos filmes será exibido em seções paralelas à mostra principal, mas o país também está na disputa do Urso de Ouro com “Todos os Mortos”, codirigido por Caetano Gotardo (“O que se Move”) e Marco Dutra (“As Boas Maneiras”). A dupla, que se conheceu há duas décadas no curso de Cinema da USP, divide a direção pela primeira vez, após trabalharem em funções diferentes nos premiados terrores “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras” – Gotardo foi o editor dos filmes dirigidos por Dutra e Juliana Rojas (que agora é editora de “Todos os Mortos”). Os diretores também assinam o roteiro, que se passa logo após a Abolição da Escravatura, no fim do século 19. Ainda sem data de estreia no Brasil, “Todos os Mortos” vai tentar repetir as vitórias históricas de “Central do Brasil” (1998) e “Tropa de Elite” (2008) no famoso festival alemão, onde concorrerá com outros 17 títulos – de diretores como o americano Abel Ferrara (“Siberia”), o taiwanês Tsai Ming-Liang (“Rizi”), o francês Philippe Garrel (“Le Sel des Larmes”), o cambojano Rithy Panh (“Irradiés”) e a britânica Sally Potter (“The Roads Not Taken”). Dos 18 filmes na mostra oficial, seis são dirigidos ou codirigidos por mulheres, um índice menor que o recorde do ano passado (45%), mas acima do registrado em Cannes e principalmente em Veneza, que enfrentou protestos por incluir apenas duas diretoras entre as 21 obras na disputa do Leão de Ouro de sua última edição. Um cineasta brasileiro vai votar na premiação. Kleber Mendonça Filho, de “Aquarius” e “Bacurau”, faz parte do júri principal do festival, responsável por escolher os melhores do evento e entregar o troféu Urso de Ouro ao vencedor da competição cinematográfica. Ao lado dele, estão o ator britânico Jeremy Irons (“Watchmen”), que preside o comitê, a atriz franco-argentina Bérenice Bejo (de “O Artista” e “O Passado”), a produtora alemã Bettina Brokemper (parceira dos filmes de Lars von Trier, de “Dogville” a “A Casa que Jack Construiu”), a diretora palestina Annemarie Jacir (“Wajib – Um Convite de Casamento”), o diretor e roteirista americano Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira Mar”) e o ator italiano Luca Marinelli (“Entre Tempos”). Confira abaixo a lista de filmes brasileiros selecionados para o evento, que vai acontecer até o dia 1º de março na capital da Alemanha. LONGAS MAJORITÁRIOS BRASILEIROS “Todos os Mortos”, codirigido por Caetano Gotardo e Marco Dutra, coprodução da Dezenove Som e Imagem e Filmes do Caixote com a França (competitição do Urso de Ouro) “Alice Junior”, direção de Gil Baroni, produção da Beija Flor Filmes (mostra Generation) “Cidade Pássaro”, direção de Matias Mariani, produção da Primo Filmes”, coprodução com França (mostra Panorama) “Irmã”, direção de Luciana Mazeto e Vinicius Lopes, produção da Pátio Vazio (mostra Generation) “Luz nos Trópicos”, direção de Paula Gaitán, produção da Aruac e Pique-Bandeira (mostra Forum) “Meu Nome É Bagdá”, direção de Caru Alves de Souza, produção da Manjericão Filmes (mostra Generation) “O Reflexo do Lago”, direção de Fernando Segtowick, produção da Marahu Filmes (mostra Panorama) “Vento Seco”, direção de Daniel Nolasco, produção da Panaceia Filmes (mostra Panorama) “Vil, Má”, direção de Gustavo Vinagre, produção da Carneiro Verde e Avoa Filmes (mostra Forum) CURTAS/MÉDIAS “(Outros) Fundamentos”, direção de Aline Motta (mostra Forum Expanded) “Apiyemiyeki?”, direção de Ana Vaz em coprodução com França, Holanda e Portugal (mostra Forum Expanded) “Jogos Dirigidos”, direção de Jonathas de Andrade (mostra Forum Expanded) “Letter From A Guarani Woman In Search Of Her Land Without Evil”, de Patricia Ferreira (mostra Forum Expanded) “Rã”, direção de Julia Zakia e Ana Flávia Cavalcanti, produção da Gato do Parque (mostra Panorama) “Vaga Carne”, direção de Grace Passô e Ricardo Alves Jr, produção da Grãos da Imagem (mostra Forum Expanded) COPRODUÇÕES INTERNACIONAIS “Chico Ventana Tambien Quisiera Ter Un Submarino”, direção de Alex Piperno (Uruguai), coprodução brasileira Desvia (mostra Forum) “Los Conductos”, direção de Camilo Restrepo (Colômbia), coprodução brasileira If You Hold a Stone (mostra Encounters) “Nardjes A.”, direção de Karim Ainouz (Brasil), coprodução com Argélia, França e Alemanha (mostra Panorama) “Un Crimen Común”, direção de Francisco Márquez (Argentina)”, coprodução brasileira Multiverso (mostra Panorama)

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