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    Tenet chega aos cinemas brasileiros

    29 de outubro de 2020 /

    Adiado várias vezes por causa da pandemia de coronavírus, “Tenet” finalmente estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (29/10), mas sem causar o furor imaginado pela Warner, quando o estúdio resolveu apostar que seu lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Como o Brasil é o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , o desencanto com seu desempenho já se tornou constatação. Em números frios, “Tenet” acabou faturando US$ 341 milhões em todo o mundo, após mais de dois meses de exibição, mas não empolgou o público na América do Norte, onde sua bilheteria estacionou em US$ 52,5 milhões. Orçado em cerca de US$ 200 milhões, ele deveria fazer três vezes esse valor na bilheteria – uma regrinha tosca para chegar no break even, o ponto de equilíbrio em que o prejuízo acaba. Ficou longe de conseguir e essa dificuldade serviu de alerta para os estúdios rivais, que decidiram adiar todos seus grandes lançamentos para 2021 – ou, no caso da Disney, disponibilizá-los diretamente em streaming. Há quem argumente que “Tenet” foi a aposta errada para ser o grande chamariz do público e ressuscitar o parque exibidor. Não é nenhuma franquia e ainda quis ser “difícil” em toda sua campanha publicitária. Pior, sua suposta ousadia nem sequer encantou a crítica, tradicionalmente seduzida pelas obras do diretor Christopher Nolan. Ficou com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o que significa que é bom, mas não é imperdível. O filme tem sequências fantásticas, como uma perseguição de carros em marcha a ré, mas sua história de espionagem é bastante simplória – impedir um vilão de destruir o mundo – , embora Nolan tente complicá-la por meio de uma artifício de estilo, ao brincar com a linearidade do tempo. Nolan iniciou sua carreira contando um filme de trás para frente – “Amnésia”, em 2000. Desta vez, faz o tempo avançar e recuar em situações-chaves, utilizando como desculpa para essa opção narrativa uma invenção cartunesca de vilão típico dos thrillers de James Bond. Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” tem um visual espetacular e um elenco impressionante, que inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). A outra “grande” estreia de cinema deste fim de semana é a comédia nacional “De Perto Ela Não É Normal”, mais um monólogo teatral transformado em filme, depois do sucesso de “Minha Mãe É uma Peça” e “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou”. Suzana Pires adapta e estrela a versão de cinema da peça que ela apresentou nos palcos em 2006. A protagonista é Suzy, uma mulher madura, casada com seu namoradinho de infância (Marcelo Serrado) e com duas filhas crescidas, que segue exatamente a vida tradicional prescrita por sua mãe. Mas quando as filhas saem de casa e ela reencontra sua Tia Suely, Suzie resolve dar uma guinada na vida e ir em busca de si mesma, evoluindo da condição de “mãe de família” para mulher empoderada e bem-sucedida. A direção é de Cininha de Paula (“Crô em Família” e “Duas de Mim”) e o elenco é cheio de celebridades televisivas, que ajudam a dar maior apelo popular a seu tipo de humor – cheio de piadas escatológicas. Entre os famosos do elenco estão as cantoras Ivete Sangalo e Gaby Amarantos, os apresentadores Angélica e Otaviano Costa, os comediantes Samantha Schmütz, Heloisa Perissé, Orlando Drummond e Cristina Pereira, o ex-“A Fazenda” Gominho, o veterano símbolo sexual Henri Castelli e a travesti Jane Di Castro, que faleceu na sexta passada (23/10). O filme foi seu último trabalho. Há mais uma ficção brasileira na lista: “Cabrito”, terror premiado no festival Fantaspoa. Primeiro longa escrito e dirigido por Luciano de Azevedo, o filme é uma ampliação do curto homônimo do cineasta, lançado em 2015, e sua coleção de bizarrices, contadas ao longo de três capítulos, é a única alternativa disponível para quem busca um programa cinematográfico de Halloween (31/10). O circuito de arte, por sua vez, destaca a comédia “Tel Aviv em Chamas”, que traz o conflito entre palestinos e israelenses para os bastidores de um programa de TV. O filme de Sameh Zoabi foi premiado no Festival de Veneza e pela Academia de Cinema de Israel. A programação se completa com dois documentários nacionais. Veja abaixo os trailers dos seis lançamentos desta quinta (29/10).

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  • Filme

    Universo de Invocação do Mal ganha documentário de 30 minutos com cenas inéditas

    27 de outubro de 2020 /

    A Warner Bros. lançou um documentário bem detalhado sobre os bastidores do universo “Invocação do Mal” (The Conjuring). Com mais de 30 minutos de duração, o vídeo foi disponibilizado na página oficial do estúdio no YouTube com o título original de “The Conjuring: Faith and Fear”. Além de contar toda a história da franquia de terror iniciada em 2013, com cenas inéditas, imagens dos sets e depoimentos dos integrantes da produção, com destaque para o diretor James Wan e os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga, o vídeo adianta muitos detalhes do próximo lançamento da franquia, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It”. O terceiro “Invocação do Mal” será o quarto filme a seguir os investigadores paranormais Ed (Wilson) e Lorraine Warren (Farmiga), após os dois primeiros longas e o derivado “Annabelle 3 – De Volta Para Casa”. Na trama, os dois vão se envolver na investigação de um assassinato, cometido por um homem que alega ter sido possuído por um demônio. A história é baseada no caso real de Arne Johnson, a primeira pessoa a alegar possessão demoníaca como motivo para um homicídio. O vídeo disponibilizado abaixo inclui até uma entrevista com o verdadeiro assassino. “Eu realmente queria que ‘Invocação do Mal 3’ se distanciasse da trama de casa mal-assombrada dos dois primeiros filmes”, disse Wan sobre o tema, prometendo “algo que nunca exploramos antes no mundo de ‘Invocação’”. Passado na década de 1980, o filme deverá explorar o julgamento do caso incomum e será o primeiro “Invocação do Mal” sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu o diretor Michael Chaves como substituto. Chavez fez sua estreia em longas-metragens no ano passado, com o lançamento do terror “A Maldição da Chorona”, que também faz parte do universo compartilhado de ‘Invocação’. Confira o vídeo completo abaixo. “The Conjuring: The Devil Made Me Do It” está programado para estrear em 4 de junho de 2021 nos EUA.

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  • Filme,  Música

    MPB4 vai ganhar documentário

    23 de outubro de 2020 /

    A história do grupo musical MPB4, que marcou a música brasileira entre as décadas de 1960 e 1980, vai virar documentário. Dirigido pelo veterano cineasta Paulo Thiago e produzido por Glaucia Camargos, o longa está ainda em fase de pré-produção. Os dois já trabalharam juntos em sete filmes: “Orquestra dos Meninos” (2008), “Coisa Mais Linda: Histórias e Casos da Bossa Nova” (2005), “O Vestido” (2003), “Poeta de Sete Faces” (2002), “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), “Vagas Para Moças de Fino Trato” (1993) e “Jorge, um Brasileiro” (1988). A nova produção terá cenas de arquivos e entrevistas com os integrantes do quarteto, além de depoimentos de músicos e cantores que participaram da história do grupo, como seu grande parceiro Chico Buarque. Ainda não há previsão para a estreia, mas os fãs podem matar as saudades da boa música do MPB4 no vídeo clássico abaixo.

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  • Série

    Séries online: Opções de maratona incluem dois terrores nacionais

    23 de outubro de 2020 /

    O Halloween costumava ser apenas um feriado americano, mas já se tornou bastante popular no Brasil – antes que nacionalistas reclamem, também foi assim como outra invenção das lojas de departamento dos EUA, o Natal, cuja decoração inclui até “neve”. Para quem gosta de terror, a data é ótima oportunidade para maratonar conteúdo do gênero, e a programação de streaming, a uma semana do Dia das Bruxas americano, mostra que as séries nacionais também entraram no clima. São logo duas de uma vez. A principal é “Desalma”, uma superprodução de 10 capítulos da Globoplay, com Cássia Kis em performance assombrosa. Gravada no interior do Rio Grande do Sul, a série até evoca o clima das produções do terror americano, geralmente passadas em cidadezinhas frias e em meio a florestas escuras, reunindo vários atores adolescentes. E tem um detalhe para quem gostou da série alemã “Dark”: o som tétrico dos episódios é criação do sonoplasta alemão Alexander Wurz, que trabalhou na série da Netflix. A Globoplay também disponiliza “Noturnos”, uma antologia que estreou nesta semana no Canal Brasil, mas que já tem três de seus seis episódios online. Trata-se de uma produção criada por dois cineastas premiados e especialistas em terror brasileiro, Marco Dutra (“As Boas Maneiras”) e Caetano Gotardo (“Todos os Mortos”), além de Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”), e inspirada por, quem diria, contos de Vinicius de Moraes. A Netflix iguala a oferta com mais duas opções do gênero, a sobrenatural “Penny Dreadful: City of Angels” e o suspense “The Alienist: The Angel of Darkness”, originalmente produzidas para a TV paga americana. Confira abaixo mais detalhes destas e de outras séries que formam o Top 10 do streaming deste fim de semana. Desalma | Brasil | 1ª Temporada A série de terror nacional traz Cássia Kis (“Redemoinho”) como bruxa e Cláudia Abreu (“Berenice Procura”) como mãe de um menino assombrado por espíritos do mal. Com ênfase em gravações noturnas em florestas da região Sul do Brasil, a atração exibe cenas que parecem sair de “A Bruxa” e “Midsommar”. A trama se passa numa comunidade rural parada no tempo, onde fenômenos sobrenaturais assombram a população de imigrantes ucranianos ao longo de décadas. Assim, eventos que aconteceram em 1988 se refletem em aflições dos dias atuais, materializando duas histórias paralelas em épocas distintas. Os roteiros são de Ana Paula Maia (“Deserto”), a direção está a cargo de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”) e o elenco também conta com Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”), Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei É para Todos”), Alexandra Richter (“Minha Mãe É uma Peça”), Isabel Teixeira (“Os Amigos”) e Gabriel Muglia (“Histórias Estranhas”), misturados a atores jovens. Disponível na Globoplay Noturnos | Brasil | 1ª Temporada Antologia de terror de Marco Dutra e Caetano Gotardo, dupla premiada do terror brasileiro, que este ano exibiu “Todos os Mortos” no Festival de Berlim. Dutra, que também dirigiu os premiados “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”, assina os episódios com Gotardo e Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”), e o detalhe é que a produção original do Canal Brasil é inspirada em contos do compositor Vinicius de Moraes, mostrando um lado pouco conhecido do “poetinha”. A série vai juntar os contos num mesmo contexto, ao acompanhar personagens de uma companhia de teatro confinada por causa de uma tempestade. As histórias de assombração que os atores contam para passar o tempo rendem os seis episódios, encenados em diferentes épocas e com temáticas variadas, que vão de escravidão ao fanatismo religioso. Cada episódio é contado a partir de um ponto de vista diferente e o elenco inclui artistas como Marjorie Estiano, Andrea Marquee, Bruno Bellarmino, Ícaro Silva e Rafael Losso. Disponível na Globoplay O Gambito da Rainha | EUA | Temporada Única Com seis episódios, a minissérie de época traz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”, “Emma.”, “Os Novos Mutantes”) como uma órfã que se torna um prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue a personagem dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, “The Queen’s Gambit” (título original) capricha na recriação dos anos 1960, com destaque para figurinos e direção de arte, e foi desenvolvida por Scott Frank (roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”), que assina roteiros, direção e a produção executiva da atração. Disponível na Netflix The Alienist | EUA | 2ª Temporada Um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018 retorna numa nova história completa, batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”. A continuação volta a reunir o elenco original: Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”) como o excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os primeiros psiquiatras -, Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) como John Moore, repórter investigativo do New York Times, e Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) na pele da ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. A trama adapta o segundo livro escrito por Caleb Carr sobre os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, que gira em torno do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Disponível na Netflix Penny Dreadful: City of Angels | EUA | 1ª Temporada A mais recente série de John Logan (roteirista de “007 Contra Spectre”) abandonou os personagens góticos clássicos da bem-sucedida “Penny Dreadful” (2014-2016) para explorar terrores reais, como o fascismo e o racismo, ao lado de aparições do além na Los Angeles dos anos 1930. Mas não foi tão bem sucedida quanto a atração original, sendo cancelada após esta única temporada pelo canal pago Showtime nos EUA. Na trama, ao investigar um assassinato macabro, um detetive novato (Daniel Zovato, de “O Homem nas Trevas”) acaba descobrindo um submundo de trevas numa das maiores cidades americanas. O bom elenco ainda incluía Lorenza Izzo (“Bata antes de Entrar”), Rory Kinnear (“Penny Dreadful”), Jessica Garza (“The Purge”), Nathan Lane (“Os Produtores”), Ethan Peck (“Star Trek: Discovery”), Adam Rodriguez (“Criminal Minds”), Piper Perabo (“Covert Affairs”), a veterana Adriana Barraza (“Dora e a Cidade Perdida”) e principalmente Natalie Dormer (“Game of Thrones”), que encarnou quatro personagens diferentes. Vale esclarecer que, apesar do cancelamento precoce, o spin-off tem boa avaliação (75% no Rotten Tomatoes) e finaliza (a maior parte de) sua trama. Disponível na Amazon Os Bárbaros | Alemanha | 1ª Temporada No estilo épico de “Vikings”, a atração conta como tribos bárbaras rivais formaram uma aliança estratégica para lutar contra três legiões de Roma na Batalha da Floresta de Teutoburgo em 9 DC, considerada a maior derrota do Império Romano. O austríaco Laurence Rupp (“Os Sonhados”) lidera o elenco no papel histórico de Arminius, um bárbaro criado pelos romanos que, apesar de ter sido treinado como legionário, acabou se tornando o líder da rebelião germânica. Ele foi capaz de unir chefes rivais para a batalha sangrenta, que forçou Roma a abandonar a região. O resultado da batalha estabeleceu o rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, fato que distanciou as culturas romana e germânica e causou o declínio da influência latina na região que viraria a Alemanha. A direção é de Steve Saint Leger, que comandou a sci-fi “Sequestro no Espaço” (2012) e vários episódios de “Vikings”. Disponível na Netflix Um Rapaz Adequado | Índia | Temporada Única A premiada cineasta indiana Mira Nair volta a explorar a cultura dos casamentos arranjados, que lhe rendeu o Leão de Ouro no Festival de Veneza com “Um Casamento à Indiana” (2001), nesta adaptação do best-seller de Vikram Seth, transformada em minissérie por um especialista em comédias românticas, o britânico Andrew Davies (“O Diário de Bridget Jones”). A trama se passa nos anos 1950, no período da independência da Índia, em que hindus e muçulmanos se separaram em países distintos, originando o Paquistão. Este pano de fundo torna especialmente complicado o romance dos protagonistas, uma jovem hindu (Tanya Maniktala) e um rapaz muçulmano (Danesh Razvi, ambos novatos), que contrariam os planos de casamentos arranjados de suas famílias ao se conhecerem por acaso. Enquanto retratam esse romance proibido, os seis episódios oferecem um vasto panorama, que acompanha os destinos de quatro grandes famílias, ao explorar a história e a cultura da Índia em um momento crucial do país. Disponível na Netflix Eu, Tu e Ela | EUA | 5ª Temporada Desenvolvida por John Scott Shepherd (criador de “Save Me”), “You Me Her” (título original) é uma comédia romântica e dramática com um ingrediente a mais: uma terceira pessoa. Mas o que parece feito para rir acaba rendendo uma reflexão sobre se um relacionamento a três pode realmente funcionar. Na trama, Emma e Jack, casados há anos, enfrentam um período de marasmo no relacionamento. É quando entra em cena Izzy, uma estudante de pós-graduação que oferece aos dois um serviço de “acompanhante” e o mais improvável acontece: tanto Jack quanto Emma apaixonam-se por ela – e são correspondidos. Assim começa a história “poliamorosa”, que rendeu ao menos cinco anos de felicidade para todos os envolvidos – o elenco central é formado por Greg Poehler (irmão de Amy Poehler e astro-criador da série “Welcome to Sweden”), Rachel Blanchard (da série “Fargo”) e Priscilla Faia (série “Rookie Blue”). A 5ª temporada é também o final da série. Disponível na Netflix Tempos de Crise | Suiça | 2 Temporadas Drama criminal, passado no centro financeiro europeu. A trama começa quando um banqueiro é vítima de uma overdose de insulina e acaba em coma. Ao tomar seu lugar na instituição, sua irmã (Laura Sepul, de “Noite Adentro”), que odeia e sempre evitou os negócios da família, encontra transações bancárias obscuras e começa a suspeitar que o acidente foi, na verdade, uma tentativa de assassinato. Logo, ela também se vê alvo de violência. A série destaca, entre seus criadores, o cineasta suiço Fulvio Bernasconi, diretor dos filmes “Misericórdia” (2016) e “Out of Bonds” (2007). Disponível na Globoplay Mad Men | EUA | 7 Temporadas Vencedora de quatro Emmys de Melhor Série de Drama, “Mad Men” transformou os atores John Hamm e Elisabeth Moss em astros, colocou o canal pago americano AMC no mapa – antes de “Breaking Bad” e “The Walking Dead” – e fez História na TV com um estilo narrativo pouco convencional. Lenta, mas cativante, a criação de Matthew Weiner recriou – como poucas conseguiram – os anos 1960 em detalhes realistas, ao acompanhar as mudanças sociais da época, refletidas pelo trabalho de um grupo de publicitários numa agência fictícia – mas encarregada de algumas das campanhas reais mais famosas do período. Quem não acompanhou na época em que a atração se tornou a mais falada da TV americana, pode agora maratonar todos os episódios de uma única vez, do começo magistral de 2007 ao final elogiadíssimo de 2015. Disponível na Starzplay

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  • Série

    Cobra Kai já foi vista mais de 50 milhões de vezes na Netflix

    20 de outubro de 2020 /

    A Netflix revelou um novo vislumbre de seus números de audiência, durante seu relatório trimestral para o mercado. E a grande surpresa foi o desempenho de “Cobra Kai”. A série já era a mais vista do YouTube Premium, serviço de streaming pago que o YouTube abandonou no ano passado, antes de ser adquirida pela Netflix. Mesmo assim, a 1ª temporada teve mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma. Os números superaram a série original da Netflix mais vista em 2020. Em antecipação ao relatório, a empresa já tinha anunciado que “Ratched”, em que Sarah Paulson vive a enfermeira maligna do filme “Um Estranho no Ninho”, era sua campeã de audiência anual, com 48 milhões de visualizações nos primeiros 28 dias. Entre os filmes, o melhor desempenho inicial ficou com “Enola Holmes”, estrelado por Millie Bobby Brown na pele da irmã caçula de Sherlock Holmes. A produção teria sido visto 76 milhões de vezes no primeiro mês. Outros sucessos contabilizados incluem consolidações finais de lançamentos mais antigos, como “The Old Guard”, protagonizado por Charlize Theron, que atingiu 78 milhões de espectadores desde seu lançamento em julho passado – superando a expectativa inicial da Netflix, que esperava 72 milhões. Em seguida, a lista destaca “Power”, com Jamie Foxx, visualizado por 75 milhões de assinantes desde agosto, e “A Barraca do Beijo 2”, acompanhado por 66 milhões desde julho. A aposta do streamer em documentários também se provou bem-sucedida. “Cenas de um Homicídio: Uma Família Vizinha” (American Murder: The Family Next Door) se tornou a série documental mais assistida da plataforma até hoje, com 52 milhões de visualizações nos primeiros 28 dias. Esse sucesso também foi acompanhado pelo filme “O Dilema Social”, documentário sobre as redes sociais, visto por 38 milhões de residências nos primeiros 28 dias. Vale lembrar que o critério usado pela Netflix para considerar um filme ou série vistos é que um espectador assista apenas dois minutos da produção. Segundo a empresa, isso seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”.

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  • Música

    Documentário de Shawn Mendes ganha trailer com declaração para Camila Cabello

    20 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Shawn Mendes: In Wonder”, documentário sobre a recente turnê do cantor canadense, que registra cenas de intimidade e até seus “pensamentos”. Já nas primeiras cenas da prévia, ele aparece tomando banho. E o trailer segue desnudando-o de forma menos literal, nos palcos, camarins e quartos de hotel, mas principalmente por meio de declarações que servem tanto de desabafo quanto de revelação sobre o jovem artista. Até culminar numa dedicação extremamente romântica de sua carreira para sua namorada, a cantora Camila Cabello, na qual ele afirma que todas as suas músicas são sobre ela. Mendes, de 22 anos, estourou aos 17, quando lançou o seu álbum de estreia e se tornou fenômeno mundial com o hit “Stitches”, passando a ser considerado “o novo Justin Bieber”. O documentário mostra como ele lida com a fama precoce, com o próprio ego e até com a saúde vocal. O filme estreia em 23 de novembro em streaming, e faz parte da promoção do novo álbum do cantor, batizado de “Wonder”, que chega às lojas digitais em 4 de dezembro. O primeiro single, que também é a faixa-título, serve de trilha para o trailer. Veja abaixo também o clipe oficial da canção.

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  • Etc,  Filme

    James Redford (1962 – 2020)

    19 de outubro de 2020 /

    O cineasta James Redford, documentarista, ativista e filho do atro Robert Redford, morreu de câncer no ducto biliar na sexta-feira (16/10) em sua casa em Marin County, na Califórnia, aos 58 anos. Em um post no Twitter, sua esposa Kyle Redford escreveu “Jamie morreu hoje. Estamos com o coração partido. Ele viveu uma vida linda e impactante e foi amado por muitos. Ele fará muita falta. Como esposa dele há 32 [anos], sou muito grato pelos dois filhos espetaculares que criamos juntos. Não sei o que teríamos feito [sem] eles nos últimos 2 [anos]. ” James Redford havia sido diagnosticado com colangite esclerosante primária, uma doença autoimune rara que afeta o fígado e chegou a realizar dois transplantes de fígado em 1993. Seus problemas de saúde o inspiraram a fundar o Instituto James Redford para Conscientização sobre Transplantes e a produzir seu primeiro filme, “The Kindness Of Strangers” (1999), um documentário que examinou os sacrifícios feitos por famílias de doadores de órgãos. Como cineasta, o trabalho de James Redford se concentrou principalmente em documentários sobre meio ambiente e saúde. Seu documentário de 2012, “The Big Picture: Rethinking Dyslexia”, foi inspirado por seu filho, Dylan, e suas lutas com a dislexia no colégio. Naquele mesmo ano, o Redford Center produziu “Watershed: Exploring a New Water Ethic for the New West”, um filme que reuniu várias organizações sem fins lucrativos em uma tentativa bem-sucedida de arrecadar US$ 10 milhões para a restauração do Delta do Rio Colorado. Em seu filme “Toxic Hot Seat”, de 2013, Redford relatou os problemas de saúde causados ​​pela exposição a produtos químicos usados ​​em móveis para torná-los impermeáveis. Kyle Redford disse ao Salt Lake Tribune que o filme provocou uma mudança na lei da Califórnia que proibia o uso de produtos químicos em móveis, proibição que acabou se espalhando por todo o país. Ela disse que o filme também está por trás de uma mudança nos benefícios de saúde para os bombeiros da Califórnia, que foram diagnosticados com câncer causado pela exposição a produtos químicos usados nesses móveis durante o combate a incêndios domésticos. Redford ainda se juntou a Karen Pritzker em dois documentários sobre os danos biológicos causados ​​a crianças por abuso físico e emocional, codirigindo “Paper Tigers” em 2104 e “Resilience” em 2016. E, no ano seguinte, estrelou e dirigiu “The Redford Center’s Happening: a Clean Energy Revolution”, uma coprodução com a HBO que examinava a ascensão da economia e da cultura de energia limpa. Além de produzir e dirigir documentários, James Redford escreveu os roteiros do drama “Cowboy Up” (2001), estrelado por Kiefer Sutherland e Darryl Hannah, e do telefilme premiado “Skinwalkers” (2002), e dirigiu o teledrama “Rota de Um Destino” (2003), estrelado por Stanley Tucci e Dana Delaney.

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  • Filme

    Druk – Mais uma Rodada: Drama de Thomas Vinterberg vence o Festival de Londres

    18 de outubro de 2020 /

    A organização do Festival de Londres anunciou os vencedores de seus prêmios neste domingo (18/10), eleitos por meio do voto popular. O drama dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), de Thomas Vinterberg, levou para casa o prêmio principal da competição. O filme marca um reencontro entre o cineasta e o ator Mads Mikkelsen, após o também premiado “A Caça” (2012). A trama gira em torno de Martin, interpretado por Mikkelsen, um tutor, marido e pai que já foi brilhante, mas se tornou apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica para testar uma teoria. “Obrigado ao público do Festival de Cinema de Londres por trazer este prêmio para nós. Estamos muito orgulhosos de receber isso do público britânico, é uma grande honra. Mas ficamos tristes por não podermos estar aí pessoalmente”, disse o diretor, por meio de videoconferência, sobre seu prêmio. Exibido no Festival de Toronto, o drama de Vinterberg também foi premiado no Festival de San Sebastian. O público também elegeu “The Painter and the Thief” como Melhor Documentário. O longa de Benjamin Ree detalha o vínculo incomum entre um pintor tcheco e o norueguês que roubou duas de suas obras. Já o júri do evento deu o prêmio Star of Tomorrow para a diretora estreante Cathy Brady por seu trabalho em “Wildfire”. “’Wildfire’ é uma história convincente, contada com habilidade e diferente de tudo que tínhamos visto no cinema britânico antes. Cathy tece uma história íntima e emocionalmente rica de duas irmãs elegantemente enquadradas em um cenário mais amplo e politicamente carregado, ela diz muito sem dizer muito”, disse a atriz Michaela Coel ao anunciar o prêmio para o filme. “Ótimos filmes fazem você pensar e tirá-lo da sua zona de conforto, da melhor maneira que ‘Widlfire’ é deliciosamente desconfortável!”. Veja abaixo os trailers de “Another Round”, “The Painter and the Thief” e uma cena de “Wildfire”.

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  • Filme

    Os 7 de Chicago é a principal estreia do Top 10 online da semana

    16 de outubro de 2020 /

    A programação de estreias digitais da semana tem como grande destaque o primeiro dos quatro dramas que a Netflix vai tentar emplacar no Oscar 2021. E “Os 7 de Chicago” começou bem sua trajetória, com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e menções especialmente elogiosas ao roteiro de Aaron Sorkin, que já tem um Oscar por “A Rede Social” (2010). Ele também dirige o filme, após Steven Spielberg abrir mão da vaga devido a excesso de projetos. Em desenvolvimento há mais de uma década, o longa foi escrito por Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo seu comando. O Top 10 ainda inclui mais dois novos volumes do projeto de terror da Amazon “Welcome to the Blumhouse”, dedicado a novos cineastas e produzido pelo estúdio que lançou “Atividade Paranormal”, “Corra” e “O Homem Invisível”. Além disso, um terrir infantil também ajuda os fãs do gênero a entrar no clima do vindouro Halloween. A lista abaixo ainda traz sugestões de dramas premiados no circuito dos festivais, mas já não é tão forte, refletindo uma semana com menos lançamentos online que as anteriores, após a reabertura dos cinemas em São Paulo e Rio. Para completar, filmes como “Alice Junior” e “Dunkirk”, que chegaram na Netflix, não estão na lista pelo fato de não serem realmente lançamentos. São novidades apenas para os assinantes da plataforma, pois já podem ser vistos em VOD há algum tempo. De todo modo, fica a dica dos dois títulos para quem só usa esse serviço. Os 7 de Chicago | EUA | 2020 O novo filme de Aaron Sorkin, que tem produção de Steven Spielberg e é uma aposta da Netflix para o Oscar 2021, recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 na cidade americana de Chicago, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os oito líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. O elenco é bastante estrelado, a começar pelos oito de Chicago: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”). Disponível na Netflix. Manual de Caça a Monstros | EUA | 2020 A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. Baseado nos livros de Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”), o filme dirigido Rachel Talalay (“Tank Girl”) tem como ponto alto a participação de Tom Felton (o Draco Malfoy de “Harry Potter”), irreconhecível como o deformado Grand Guignol, líder dos monstros. Ele é o motivo para ver esse programa de Halloween para crianças, pois não rouba só as crianças da trama, mas todas as cenas do elenco, formado ainda por Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). Disponível na Netflix. Verdade e Justiça | Estônia | 2019 O candidato estoniano ao Oscar 2020 reflete a luta de um agricultor do século 19, que pretende criar sua família num território difícil, mas é confrontado pela natureza e por um vizinho mesquinho, que se vangloria de já ter feito dois antigos proprietários desistirem daquelas terras. Aos poucos, sonho e obsessão se confundem e encaminham a história para um confronto. Elogiadíssimo longa de estreia do premiado curta-metragista Tanel Toom, “Verdade e Justiça” é baseado numa volumosa saga de Anton Hansen Tammsaare (1878-1940), considerada uma das obras essenciais da literatura estoniana. Disponível na Apple TV/iTunes, Now e Vivo Play. O Conto das Três Irmãs | Turquia | 2019 Consagrado nos festivais de Sofia, Saravejo e Istambul, o terceiro longa de Emin Alper combina conto de fadas com drama fatalista, ao acompanhar três garotas de um vilarejo pobre no centro da Península de Anatólia, que são enviadas pelo pai a uma família rica da cidade grande para trabalharem como babás e empregadas domésticas. Entretanto, são devolvidas por desagradarem aos patrões. Enquanto o pai tenta resolver a situação, as irmãs sonham com um futuro longe dali. Disponível no Vivo Play. Até que Você Me Ame | EUA | 2018 Muito falado, este suspense psicológico de baixíssimo orçamento antecipou a acusação de misoginia feita contra “365 Dias” (2020), ao transformar a premissa do sucesso “romântico” da Netflix numa verdadeira “Louca Obsessão” (1990). A trama acompanha uma mulher mantida cativa para se apaixonar por seu sequestrador. A obsessão é tão doentia que ela tem as pernas feridas – e tratadas, de forma fetichista – para não ter sequer a capacidade de escapar. Mas a mulher não se dá por vencida e encontra formas de se exercitar e recuperar a mobilidade. Uma curiosidade da produção é que a norueguesa Ingvild Deila foi dublê de corpo de Carrie Fisher, aparecendo como a versão jovem da Princesa Leia em “Rogue One” (2016). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, Sky Play e Vivo Play. Noturno | EUA | 2020 Terceiro volume da coleção “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora de terror Blumhouse (“Atividade Paranormal”, “Corra”, “O Homem Invisível”) e dedicada a novos talentos, a produção marca a estreia da curtametragista Zu Quirke (“Ghosting”) em longas. “Nocturne” (título original) se passa numa academia de artes, onde uma estudante de música tímida começa a ofuscar sua irmã gêmea mais talentosa e extrovertida após descobrir um caderno misterioso, pertencente a um colega de classe recém-falecido. O elenco é encabeçado pelas jovens Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”). Disponível na Amazon Prime Video. Mau-Olhado | EUA | 2020 O quarto título da antologia “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora Blumhouse para lançar novos talentos, destaca Elan Dassani e Rajeev Dassani, profissionais de efeitos visuais de séries como “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, que assinam seu primeiro trabalho de direção: um romance de terror. A trama de “Evil Eye” (título original) acompanha um relacionamento aparentemente perfeito, que se transforma em pesadelo quando uma mãe (Sarita Choudhury, de “Homeland”) se convence de que o novo namorado de sua filha (Sunita Mani, de “GLOW”) tem uma ligação sombria com seu próprio passado. É o exemplar mais fraco da coleção, que ainda inclui “Caixa Preta” (o melhor) e “Mentira Incondicional”, disponibilizados no fim de semana passado. Disponível na Amazon Prime Video. BLACKPINK: Light Up the Sky | Coreia do Sul | 2020 Documentário sobre o fenômeno do K-Pop BLACKPINK. A produção conta a história do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando suas integrantes ainda eram pré-adolescentes, mostrando a amizade que se formou entre as meninas (nem todas sul-coreanas), que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. O filme chega poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Disponível na Netflix. A Parte do Mundo que me Pertence | Brasil | 2017 Premiado no Festival do Rio, o documentário examina sonhos e desejos das pessoas comuns. A vida cotidiana de personagens anônimos, que o cineasta mineiro Marcos Pimentel encontra pelas ruas de Belo Horizonte. Entre uma menina com síndrome de down que deseja se tornar bailarina e um trabalhador que quer reformar a própria casa, o diretor revela o quanto um sonho é importante para a vida das pessoas. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Batman: Morte em Família | EUA | 2020 A nova animação da DC Comics adapta a famosa história homônima dos quadrinhos, publicada em 1988, que narra a trágica morte do segundo Robin, Jason Todd, nas mãos do Coringa. Assim como o destino do personagem foi escolhido pelos fãs, em votação telefônica, a produção também chega com opções interativas, em que o espectador deverá escolher o rumo da trama. Vale observar que a morte de Robin acabou desfeita anos depois, após vir à tona que a votação que resultou na tragédia foi manipulada por hackers amadores. O personagem foi reincorporado como o vilão Capuz Vermelho. O lançamento cobre esse arco e também funciona como um prólogo de “Batman contra o Capuz Vermelho”, animação lançada em 2010. Disponível na Apple TV/iTunes e Google Play.

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  • Etc

    Netflix anuncia novo festival Tudum com apresentação de Maisa

    15 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou a segunda edição do Tudum, sua “Comic Con” brasileira, após o sucesso do evento de janeiro passado. A diferença é que, em vez de trazer artistas, como Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei” que desembarcou em São Paulo para o evento original, a nova versão do Tudum será virtual, após sofrer uma mutação completa devido ao coronavírus. Dividida em partes, a programação inclui revista de papel, convenção virtual e um esboço de programa de entrevistas da Maisa. Já explicamos. Para começar, Tudum 2 (a missão) será um “almanaque”. Como o público da Netflix pode não saber o que é um almanaque, já que isso é da época de seus (bis)avós, trata-se de uma revista especial de entretenimento com muitas páginas. No caso da versão da plataforma, serão 100 páginas reunidas numa publicação impressa e digital, trazendo histórias, jogos e atividades interativas sobre as séries e filmes da Netflix. Com 100 mil exemplares impressos, o almanaque trará entrevistas, curiosidades e quizzes (também conhecidos, na época dos almanaques, como testes de conhecimentos) com os personagens das produções do serviço. Haverá, ainda, destaque para temas importantes ligados à representatividade e diversidade presentes nos conteúdos da Netflix, além de itens colecionáveis como adesivos, paper toys e pôsteres. Quem quiser receber a revista impressa em casa precisa se inscrever pelo site: tudumnetflix.com.br. As inscrições abrem nesta sexta (16/10) e são limitadas à quantidade de exemplares disponíveis. Mas o almanaque também poderá ser acessado em sua versão digital, a partir do dia 26 de outubro no mesmo site. Depois disso, começa a segunda parte da brincadeira. Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Tudum inicia seu “festival digital”, que na verdade será uma variação do conceito de “convenção virtual”, com participação de convidados por videoconferência. A lista de artistas confirmados inclui Joel Courtney (“A Barraca do Beijo”), Ashley Park e Lucas Bravo (“Emily em Paris”), Ana Becerril e Yankel Stevan (“Control Z”), Bruna Mascarenhas, Jottapê e Christian Malheiros (“Sintonia”), Felipe Castanhari (“Mundo Mistério”) e o rapper Emicida (que terá um documentário exibido na plataforma). A diferença em relação aos eventos virtuais já realizados neste ano, como a Comic-Con Internacional, a Comic Con de Nova York e a DC Fandome, é que haverá uma única apresentadora para todas as atrações. Maisa Silva inicia sua nova relação com a Netflix mediando o Tudum e fazendo perguntas para os convidados, como se fosse seu “Programa da Maisa”. Para completar, os fãs ainda terão a oportunidade de participar diariamente de encontros individuais, cara a cara com seus ídolos — via inscrições (vai ter fila e tempo limite). A forma como isso vai funcionar será explicada ao vivo, durante o festival.

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  • Filme,  Música

    Netflix anuncia documentário de Emicida

    13 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta terça (13/10) a produção do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, que contará com músicas, animações, entrevistas e cenas de bastidores do show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Duas imagens das gravações do espetáculo foram divulgadas juntos do anúncio. Veja abaixo. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta é ambiciosa. Além de apresentar o show, a produção pretende estabelecer um elo entre a apresentação de Emicida e dois momentos importantes da história e da cultura brasileira nos últimos 100 anos: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. O que esses fatos tem em comum é o fato de terem acontecido no mesmo local. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.

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  • Música

    BLACKPINK vai ganhar documentário da Netflix. Veja o trailer legendado

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado do documentário “Light Up The Sky”, que conta a história do fenômeno do K-pop BLACKPINK. Entre outros detalhes, a prévia mostra a formação do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando elas ainda eram pré-adolescentes, a amizade que se formou entre as meninas, que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. Para quem não sabe, nem todas as integrantes do grupo são sul-coreanas. Lalisa Manoban, a Lisa, é tailandesa, e Roseanne Park, a Rosé, nasceu na Nova Zelândia. O documentário promete trazer muitas outras informações para quem tem interesse em conhecer não apenas a história da banda, mas como funciona a indústria do K-pop, que nos últimos anos tem gerado vários grupos musicais sul-coreanos com apelo internacional. O filme já vai chegar ao streaming na próxima semana, dia 14 de outubro, poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Só agora, quatro anos após o primeiro single e a conquista do sucesso mundial, Lisa, Jennie, Jisoo e Rosé preparam seu primeiro lançamento maior que um EP, trazendo oito faixas – uma compilação de singles lançada há dois anos com exclusividade no Japão não costuma constar da discografia oficial. Vale lembrar que alguns dos clipes extraídos do disco, como “How You Like That” e “Ice Cream” (com Selena Gomez), estão entre os mais vistos do YouTube em 2020.

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  • Filme

    Trailer de filme sobre omissão de Trump na pandemia supera 6 milhões de views em 72 horas

    5 de outubro de 2020 /

    A distribuidora indie Neon informou que o trailer de “Totally Under Control”, documentário que denuncia a omissão do governo de Donald Trump diante da pandemia de coronavírus responsável pela morte de mais de 210 mil americanos, foi visto mais de 6 milhões de vezes em 72 horas (desde que foi lançado no fim de semana) em todas as plataformas. O interesse pela produção foi ampliado após o próprio presidente dos EUA ser infectado pela covid-19 e precisar ser internado num hospital na sexta (2/10). O filme tem roteiro e direção de Alex Gibney, vencedor do Oscar de Melhor Documentário por “Um Táxi para a Escuridão” (2007), que denunciou a prática de tortura de prisioneiros, levada adiante pelo governo americano durante a Guerra do Afeganistão. O título de “Totally Under Control” vem de uma frase de Trump, que afirmou que a a pandemia estava “totalmente sob controle”, quando não estava. Em outra frase vista no trailer, um médico define os pronunciamentos do presidente como “uma besteira completa”. “Ele não faz ideia do que está falando”. A produção foi rodada em segredo durante a pandemia e compara a atuação do governo americano com a de outros países, como a Coreia do Sul, onde, sem paralisação significativa das atividades econômicas, apenas 420 vidas foram perdidas – de uma população total de 51 milhões de habitantes. O filme expõe o colapso completo dos EUA causado por um vazio profundo da liderança presidencial e conta o que deu errado por meio de testemunhos contundentes de autoridades de saúde pública e reportagens investigativas que nomeiam responsabilidades. Graças ao desempenho dos EUA, o Brasil acabou não conseguindo a liderança do ranking mundial de mortes e contaminação por covid-19. Mas o desempenho similar de Bolsonaro diante do avanço da doença também deve render um documentário nacional. Já há produções do gênero atualmente em desenvolvimento. “Totally Under Control” será lançado na próxima semana, dia 13 de junho, em PVOD (locação digital premium), antes de chegar no dia 20 para os assinantes da plataforma Hulu nos EUA. Veja abaixo o trailer e o pôster divulgados pela Neon.

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