Paul McCartney fala sobre sua carreira em trailer de série documental
A plataforma Hulu divulgou o trailer de “McCartney 3,2,1”, série documental em que Paul McCartney reflete sobre sua carreira. A prévia mostra o artista juntando-se ao produtor Rick Rubin (Beastie Boys, Red Hot Chili Peppers, Johnny Cash, etc) para fazer uma jornada pelos bastidores das gravações de seus maiores clássicos. O vídeo deixa claro que a série é sobre música, o que não impede McCartney de trazer à tona alguns detalhes de sua vida particular no momento das gravações. Serão ao todo seis episódios em que o músico e o produtor discutirão as canções de maior sucesso do ex-Beatle, desde seus dias ao lado do parceiro John Lennon, passando por sua segunda banda, Wings, até a carreira solo. Os comentários giram em torno de uma mesa de som, em que os tapes originais serão tocados, algumas vezes com acompanhamento musical de McCarney. O projeto marca a primeira vez que as fitas masters originais dos Beatles saíram dos estúdios de Abbey Road, na Inglaterra. Apesar de olhar para o passado, McCartney ainda continua aumentando sua discografia. No fim do ano passado, ele lançou um álbum novo, “McCartney III”, encerrando sua “trilogia do isolamento” iniciada há 50 anos.
“Viúva Negra” estreia em 75% dos cinemas do Brasil
“Viúva Negra” é a grande estreia dos cinemas neste fim de semana, ocupando 1,4 mil salas – ou cerca de 75% do parque exibidor atualmente em funcionamento no país. O circuito claramente aposta nos fãs da Marvel para retomar as lotações esgotadas. Só que vai enfrentar a concorrência direta do próprio filme em streaming. A produção está sendo disponibilizada na plataforma Disney+ a partir de sexta-feira (9/7) por um preço extra. Quanto a mais? A bagatela de R$ 69,90, além da assinatura mensal do serviço. O valor elevado, inclusive, tende a fazer muitos darem preferência à sessão de cinema, apesar da pandemia. O filme tem recebido críticas entusiasmadas e está com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. É considerado mais um acerto do Marvel Studios e confirmação da grande capacidade de Kevin Feige, o chefão do estúdio, para encontrar cineastas independentes capazes de surpreender ao trabalhar com blockbusters. Dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), a trama é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha (Scarlett Johansson) após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América. Além de cenas intensas de ação, o filme ainda transforma Yelena Belova, a personagem de Florence Pugh (“Midsommar”), em nova favorita dos fãs. À margem das grande redes, a programação exibe mais seis filmes. Os destaques são o premiado drama europeu “O Charlatão”, da renomada cineasta polonesa Agnieszka Holland (“Filhos da Guerra”), sobre a história verídica de um curandeiro gay em conflito com o regime soviético, o romance português “Pedro e Inês”, que atravessa séculos e vai da era medieval ao futuro, e um documentário brasileiro sobre o falecido ator Flávio Migliaccio. Confira abaixo os trailers de todas as estreias. Viúva Negra | EUA | Aventura O Charlatão | República Tcheca, Polônia | Drama Pedro e Inês | Portugal | Romance Knives and Skin | EUA | Drama Chico Ventana Também Queria Ter um Submarino | Uruguai | Fantasia Hava, Maryam, Ayesha | Afeganistão | Drama Migliaccio – O Brasileiro em Cena | Brasil | Documentário
Trailer de documentário mostra vida do ator Val Kilmer
A Amazon divulgou o pôster e o trailer do documentário “Val”, que fará sua première mundial no Festival de Cannes, iniciado nesta terça (6/7). O longa revela a história do ator Val Kilmer através de vídeos que ele próprio gravou ao longo de quatro décadas. Para o filme, os editores Leo Scott e Ting Poo se debruçaram sobre milhares de horas de filmes em 16mm e vídeos de diferentes formatos feitos por Val Kilmer, que abrangem mais de 40 anos de sua vida, desde registros caseiros feitos com seus irmãos até os bastidores de seus papéis icônicos em blockbusters como “Top Gun” (1986), “The Doors” (1991), “Tombstone” (1993) e “Batman Eternamente” (1995). Após a exibição nesta quarta (7/7) em Cannes, o documentário terá lançamento limitado nos cinemas norte-americanos em 23 de julho, chegando ao streaming em todo o mundo no dia 6 de agosto.
Filmes online: O melhor da Netflix, Amazon, HBO Max e VOD pro fim de semana
Com lançamentos fortes em streaming, o fim de semana reflete aumento das opções com a chegada da HBO Max e o acirramento da competição entre as plataformas. O serviço da Warner oferece, por sinal, um das melhores alternativas do cinema em casa. “Nem um Passo em Falso” traz o diretor Steven Soderbergh de volta aos golpes mirabolantes e as muitas reviravoltas da franquia “Onze Homens e um Segredo”. Com influência do cinema noir, a trama tem traição atrás de traição, envolvendo criminosos de todos os tipos e um grande elenco encabeçado por Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Benicio Del Toro (“Sicario”). Na Amazon, a fanfarra se concentra na sci-fi “A Guerra do Amanhã”, estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), que cumpre seu papel, mas dá saudades das sutilezas de “Tropas Estelares” (1997). Trata-se de uma história básica de guerra contra alienígenas para salvar o planeta, com o diferencial de que a humanidade precisa viajar no tempo para travar a luta no futuro. “Rua do Medo”, a aposta da Netflix, é bastante ambiciosa: uma trilogia de terror lançada durante três fins de semana consecutivos. E a primeira parte tem tudo para agradar aos fãs do gênero. Nem parece se inspirar numa obra infanto-juvenil – a famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King das crianças”, que criou “Goosebumps”. Passado em 1994, o longa também é uma boa homenagem ao gênero slasher, dos psicopatas mascarados. Fãs de terror têm mais duas sugestões para conferir em locação digital nos serviços de VOD: a forte antologia “Maratona do Terror”, com vários sustos, e o surpreendente “Shirley”, em que Elisabeth Moss (“The Handsmaid’s Tale”) interpreta a escritora Shirley Jackson, autora de “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House), best-seller de 1959 que inspirou a série da Netflix batizada no Brasil de “A Maldição da Residência Hill”. A história de suspense é supostamente baseada num caso real. A lista também destaca animações de talentos brasileiros. Mas enquanto “Miuda e o Guarda-Chuva”, de Amadeu Alban, é uma unanimidade para crianças de todas as idades, “America: The Motion Picture”, que é parcialmente animada pelo Combo Studio, tende a dividir opiniões ao mostrar a luta pela independência dos EUA como uma história de super-heróis patrióticos engraçadinhos. Tem mais, inclusive um documentário premiado. Confira abaixo a seleção (com os trailers) dos 10 melhores filmes disponibilizados em streaming nesta semana. Nem um Passo em Falso | EUA | Suspense (HBO Max) A Guerra do Amanhã | EUA | Sci-Fi (Amazon Prime Video) Rua do Medo: 1994 | EUA | Terror (Netflix) Shirley | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play) Maratona do Terror | EUA | Terror (Apple TV, NOW, Vivo Play) Memórias de um Amor | Reino Unido | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, Vivo Play, YouTube Filmes) Minhas Férias com Patrick | França | Comédia (Apple TV, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes) Miuda e o Guarda-Chuva | Brasil | Animação (Apple TV, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes) America: The Motion Picture | EUA | Animação (Netflix) Três Estranhos Idênticos | Reino Unido, EUA | Documentário (Netflix)
“Os Croods 2” é a principal estreia de cinema da semana
A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” é a principal estreia da semana, chegando a quase 700 cinemas brasileiros sete meses após seu lançamento nos EUA. A crítica americana achou melhor que o primeiro (76% de aprovação no Rotten Tomatoes) e, com US$ 171 milhões arrecadados em todo o mundo, chegou até a ser considerado um dos raros sucessos da pandemia. E é mesmo bem divertido. Na trama, a família cro-magnon original encontra a primeira família metrossexual (ou neolítica), que é bem mais avançada, com conhecimentos agrícolas, mas também preocupações com a aparência – da barba hipster bem cultivada aos chinelos de estilo havaianas. A versão em português traz as vozes de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, enquanto a dublagem original em inglês volta a reunir o elenco formado por Nicolas Cage (“A Cor que Caiu do Espaço”), Emma Stone (“La La Land”), Ryan Reynolds (“Deadpool”), Catherine Keener (“Corra!”), Clark Duke (“A Ressaca”) e Cloris Leachman (“Eu Só Posso Imaginar”) em seu último papel, como a vovó. As novidades ficam por conta de Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Leslie Mann (“Não Vai Dar”) e Kelly Marie Tran (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como os dubladores da família Betterman (ou, em português, os Bem Melhores). Escrito pelos irmãos Dan e Kevin Hageman (roteiristas de “Hotel Transilvânia” e “Uma Aventura Lego”), o filme marca a estreia na direção de Joel Crawford, que trabalhou no departamento artístico dos três “Kung Fu Panda” e “Uma Aventura Lego 2”. A programação alternativa consiste apenas de um documentário sobre a trajetória do grupo musical Rumo, um dos destaques da chamada Vanguarda Paulistana dos anos 1980, que marcou época entre elogios da crítica e premiações. Confira os trailers abaixo. Os Croods 2: Uma Nova Era | EUA | Animação Rumo | Brasil | Documentário
Olivia Rodrigo lança “ópera rock” com músicas do primeiro álbum
Olivia Rodrigo lançou seu primeiro filme-concerto. “Sour Prom” foi disponibilizado na íntegra no YouTube da jovem cantora, que após chamar atenção na série da Disney “High School Musical: A Série: O Musical” virou a sensação dos últimos meses nas paradas de sucesso dos EUA. O vídeo de meia hora de duração é uma combinação de filme e show, , uma “ópera rock” temática que acompanha Olivia por diferentes cenários e entre muitos dançarinos figurantes, sempre de microfone em punho, cantando os hits de seu álbum de estreia, “Sour”, enquanto recria uma noite de baile de formatura de high school. Com direção da dupla Kimberly Stuckwisch (produtora dos minisódios de “Stranger Things: Spotlight”) e Toby L (que dirigiu documentários das bandas Foals e Bastille), “Sour Prom” se encerra com uma apresentação de “good 4 u”, o atual sucesso global da cantora, que além de destacar o talento da jovem, também revela o tamanho de sua ambição. A artista mal começou sua carreira e já está incomodando uma diva, Courtney Love, que reclamou da imagem usada na divulgação do filme concerto, similar à capa de um disco da sua antiga banda, Hole. E é curioso observar que a apresentação de “good 4 u” também contém elementos do clipe clássico de “Smells Like Teenage Spirit” do Nirvana. Ao juntar o pop adolescente e o grunge rock, Olivia Rodrigo deixa para trás as cantoras românticas inspiradas por R&B adulto, para realizar o que Avril Lavigne foi incapaz de fazer após “Skater Boy”: retomar a rebeldia roqueira como manifesto adolescente. Representante da geração Disney+, ela se apresenta no momento em que Miley Cyrus, da geração Disney Channel, também envereda pelo rock. Agora é aguardar os próximos capítulos nas plataformas de streaming musical para ver no que isso vai dar.
Juliette lança documentário prometendo “mostrar tudo” de sua vida antes e depois do BBB
O documentário sobre Juliette Freire, campeã do “BBB 21”, estreou seu primeiro capítulo nesta terça (29/6) na plataforma Globoplay. O episódio inaugural da atração, intitulada “Você Nunca Esteve Sozinha”, revisita a infância humilde da influencer em Campina Grande (PB), a relação com os irmãos e a origem do jeito engraçado que lhe rendeu popularidade no reality show. Em entrevista ao jornal O Globo, ela afirmou que os próximos capítulos vão “mostrar tudo” que os fãs querem saber sobre sua vida antes e depois do “BBB”. “Tem muita coisa, todo o pós-BBB que as pessoas me pediram para postar e eu não tinha condições emocionais de postar. Ele vai mostrar tudo: quem eu sou, de onde vim, minha história, estresses, agonias, medos, inseguranças. Mais do que vocês já viram na casa, vão ver do outro lado, aqui fora”, ela garantiu. Por causa do documentário, por sinal, ela até brincou que ainda se sente no reality show. Após 100 dias confinada, foram mais quase dois meses seguida pela equipe do documentário. O curioso é que, após a série, ela não sabe exatamente qual vai ser o seu futuro, já que recebeu muitas propostas de projetos completamente diferentes um do outro. “Quero ir para onde me traz felicidade. Estou tentando fazer tudo que me faz bem. Nessa trajetória que o documentário está mostrando, estou aprendendo muito. Estou testando comunicação, música, publicidade, todas essas facetas que a fama me traz. Estou sentindo o chão que estou pisando, estudando e vivendo”, explicou.
Diretora de documentário comenta depoimento de Britney Spears: “Poderoso”
A jornalista Samantha Stark, que dirigiu o famoso documentário “Framing Britney Spears” sobre o estrago causado na artista pela mídia e a tutela à qual ela é submetida há 13 anos, manifestou-se sobre o depoimento dado por Britney à Justiça norte-americana nesta semana. Na quarta passada (23/6), a cantora compareceu a uma audiência judicial para pedir a anulação da tutela, descrevendo-se como uma escrava, que é drogada e forçada a trabalhar contra sua vontade. “Para mim, é uma experiência estranha”, disse Stark em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Eu passei um ano praticamente respirando Britney Spears, sem nunca tê-la encontrado ou conhecido. Ouvi-la falar tudo que disse foi poderoso, porque agora não podemos mais negar o que saiu da boca dela ou como ela se sente. E foi um ano de luta, imaginando como ela se sentia sobre tudo”. A jornalista do The New York Times ainda disse ver a relação entre tudo que Britney falou e o que o documentário denunciou. “Eu acho que foi muito chocante para o público, mas nós já tínhamos ouvido [as reclamações da cantora] quando lemos a transcrição de quando ela deu seu primeiro depoimento frente ao mesmo magistrado, dois anos atrás”. O documentário “Framing Britney Spears” ofereceu uma panorâmica da carreira da cantora, mostrando como ela foi constantemente julgada e perseguida pela mídia, num show de machismo e misoginia que culminou numa crise psicológica em 2007 e a consequente tutela, que segue limitando sua vida até os dias atuais. No Brasil, o documentário está disponível na Globoplay.
Filmes online: “Mortal Kombat” e as estreias do cinema em casa
“Mortal Kombat” é o principal lançamento online do fim de semana. A nova adaptação do videogame é bem mais violenta que as versões anteriores e deve agradar aos fãs do jogo por apresentar a origem dos personagens e da rivalidade entre Scorpion e Sub-Zero. Mas quem nunca jogou o game clássico pode ter dificuldades em se empolgar com a produção. Afinal, tem um diretor pouco experiente (o estreante Simon McQuoid) e vários atores secundários de séries de TV. Fãs de filmes de lutas e ação tem outra opção com a volta da franquia “Samurai X”, baseada no famoso mangá de Nobuhiro Watsuki. A Netflix está lançando o quarto “volume” da saga, “Samurai X: O Final”, que apesar do título é o penúltimo filme de Kenshin Himura. Quem perdeu os lançamentos anteriores já tem a dica do que maratonar no fim de semana, porque a obra simplesmente reviveu o cinema de samurais no Japão. As demais estreias são filmes de festivais, com destaque para a comédia política uruguaia “A Outra História do Mundo” e a porrada dramática LGBTQIAP+ francesa “Selvagens”. Fãs de rock ainda tem o documentário “Rockfield – A Fazenda do Rock” sobre um dos mais famosos estúdios de gravação do Reino Unido, que deu à luz clássicos de artistas tão diferentes quanto Black Sabbath e Oasis. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas em streaming nesta semana. Mortal Kombat | EUA | Fantasia (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Samurai X: O Final | Japão | Ação (Netflix) A Outra História do Mundo | Uruguai | Comédia (Google Play, YouTube Filmes) Selvagem | França | Drama (Reserva Imovision) Seguir em Frente | Bélgica, França | Drama (Reserva Imovision) Wander Darkly – Sem Rumo | EUA | Drama Sobrenatural (Apple TV, Looke, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes) Ofélia | Reino Unido | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Love Sonia | Índia | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Um Divã na Tunísia | França, Tunísia | Comédia (Apple TV, Looke, NOW, Vivo Play) Rockfield – A Fazenda do Rock | EUA | Documentário (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play)
Show de Emicida ganha novo documentário da Netflix
A Netflix decidiu lançar na íntegra o show de Emicida no Theatro Municipal de São Paulo, que serviu de base para o documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, lançado no ano passado em streaming. O trailer da apresentação, repleta de discursos emocionados, pode ser visto abaixo. Intitulado “Emicida: AmarElo – Ao Vivo”, o vídeo do show chega à Netflix em 15 de julho. Multiplaforma, o disco “AmarElo” também ganhou um podcast chamado “Amarelo – O Filme Invisível” e uma série documental no GNT intitulada “AmarElo Prisma”, igualmente em formato de podcast. Para completar, na última terça-feira (22/6), uma parceria da plataforma Deezer com Emicida, em torno do conceito “Silêncio”, extraído do projeto, foi premiada com o Leão de Bronze no Festival de Cannes da publicidade.
Emmy altera regras para premiações de intérpretes e documentários
O conselho dirigente da Academia de Televisão aprovou mudanças nas regras de premiação para o Emmy Awards 2021. A partir de agora, qualquer pessoa indicada nas categorias de interpretação poderá “solicitar que sua indicação e estatueta do Emmy carregue o termo ‘Artista’ no lugar de Ator ou Atriz”. Em comunicado, a Academia explicou que as categorias de Ator e Atriz “não tem requisito de gênero para suas inscrições”. A decisão entra em vigor num momento que algumas vozes na indústria pedem maior consideração aos intérpretes LBGTQIA+, em particular para artistas não binários, que não se identificam com gêneros definidos. Alguns festivais de cinema, como Berlim, já aboliram a diferenciação de gênero nas categorias de interpretação, mas o Emmy optou por manter os gêneros separados, deixando os próprios artistas optarem pela neutralidade, caso queiram. Outra mudança, com maiores consequências, aconteceu nas regras de elegibilidade dos documentários, que foram alteradas para excluir títulos considerados para o Oscar. A distinção levará em conta a iniciativa das produtoras ao fazer campanhas para incluir seus filmes no Oscar. De acordo com a decisão, “qualquer filme colocado na plataforma de visualização da AMPAS [Academia de Ciências e Artes Cinematográficas] será considerado um filme de cinema e, portanto, não elegível para a competição do Emmy”. Em anos recentes, o Oscar e o Emmy chegaram a compartilhar vencedores, como “Free Solo” e “OJ: Made In America”. Este ano, filmes indicados para o Oscar 2021, como “Collective”, “Crip Camp: Revolução Pela Inclusão”, “Agente Duplo” e o vencedor “Professor Polvo” não serão elegíveis para o Emmy. A lista completa dos indicados ao Emmy será anunciada em 13 de julho e a premiação está marcada para 21 de setembro em Los Angeles, nos EUA, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Alok prepara série documental sobre música indígena brasileira
Brasileiro mais ouvido no Spotify, o DJ Alok prepara uma minissérie documental sobre as raízes sonoras dos povos originários do país. Feita em parceria com a produtora Maria Farinha Filmes, a série vai trazer Alok percorrendo musicalmente a jornada dos ativistas indígenas Célia Xakriabá, Kunumi MC, Mapu Huni Kuin e Tashka Yawanawa. Alok também vai trocar vivências com lideranças musicais dos povos Kariri-Xocó, Huni Kuin, Yawanawa e Guarani. E disso também resultará um disco que terá a renda totalmente revertida para apoiar os povos indígenas participantes. Além disso, Alok vai produzir um álbum para cada um deles, com canções tradicionais, visando manter vivas “as narrativas indígenas traduzidas em música”, segundo ele. A minissérie documental tem roteiro de Célia Xakriabá (professora ativista indígena do povo Xakriabá) e Moara Passoni, a partir de ideia original de Estela Renner, Marcos Nisti e Alok. A direção geral é de Tatiana Lohmann O interesse do DJ pelos povos originários brasileiros é antigo. Em 2016, ele lançou o minidocumentário “Yawanawá – A Força”, publicado em plataformas digitais, que registrou seu encontro com a etnia Yawanawá, da tribo Mutum. Veja abaixo.
Juliette anuncia série documental sobre sua vida
Juliette Freire, vencedora do “BBB 21”, aproveitou um bate-papo com Ana Maria Braga no programa matinal “Mais Você” nesta sexta (18/6) para anunciar os planos de uma série documental sobre sua vida na Globoplay. A produção terá seis episódios e o primeiro já será lançado no dia 29 de junho. A ex-“BBB” adiantou que a série abordará sua vida antes e depois do reality show, e incluirá cenas gravadas na casa de Anitta, onde ela se instalou provisoriamente após vencer o programa da rede Globo. A produção também acompanhou a volta de Juliette para sua casa em Campina Grande, na Paraíba, que só aconteceu na última terça-feira (15/6), após seis meses de afastamento – incluindo o período em que ficou confinada. A atração é o mais recente spin-off do “BBB 21”, que rendeu sua primeira série derivada enquanto ainda estava no ar, focada na rejeição de Karol Conká. Outros integrantes do programa, como Gil do Vigor, Lucas Penteado, João Luiz Pedrosa e Lumena Aleluia, também estão envolvidos com produções do grupo Globo. É REAL, MEUS CACTOS! 🥵🌵 Vai ter DOC DA JULIETTE NO GLOBOPLAY e o 1º episódio chega dia 29 de junho na minha plataforma. 🤩 Minha gente, já vai preparando o estoque de lencinhos (e cuidado pra não borrar a make, viu? 😗✌️🌵)! pic.twitter.com/aJHC60DWBg — globoplay 🌵 (@globoplay) June 18, 2021











