Sci-fi “Resistência” e terror “Jogos Mortais X” chegam ao cinema
A programação de cinema desta quinta (28/9) está vitaminada com vários destaques. A lista inclui “Resistência”, uma ficção científica que mergulha em questões éticas e filosóficas; “Jogos Mortais X”, que retorna às origens da franquia de terror; “A Filha do Rei do Pântano”, um suspense psicológico que explora segredos familiares; “Pérola”, uma comédia nacional sobre uma mãe que é uma peça; e “Ruim pra Cachorro”, comédia para adultos que subverte as expectativas tradicionais de filmes sobre animais. E ainda há mais sete títulos em circuito limitado. A grande quantidade e variedade de títulos visa atrair grande público para a celebração promocional da Semana de Cinema, em que as principais redes exibidoras terão ingressos a R$ 12 para todos os filmes em cartaz. Confira a seguir os detalhes de cada lançamento. RESISTÊNCIA A nova sci-fi de Gareth Edwards, diretor de “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) chega precedida por grande hype. A produção é um thriller de ação passado num futuro distópico, marcado pela guerra entre a humanidade e a inteligência artificial (IA). Com efeitos visuais de ponta, o longa se passa após um atentado que fez os EUA banirem todas as IA e acompanha o agente militar Joshua, interpretado por John David Washington (“Tenet”), em uma missão de invasão na Nova Ásia, região onde as IAs são aceitas, para caçar e matar o Criador, o arquiteto elusivo de uma IA avançada que desenvolveu uma arma misteriosa com o poder de encerrar as guerras e a própria humanidade. Mas, durante a missão, ele acaba descobrindo que a arma de destruição mundial que ele recebeu instruções para eliminar é, na verdade, uma IA com forma de criança. E logo muda de lado, enfrentando desafios arriscados para proteger a jovem androide daqueles que querem destruí-la. A obra tem sido elogiada por sua abordagem ambiciosa num gênero frequentemente dominado por sequências e remakes. A narrativa não explora apenas a guerra entre humanos e IA, mas também mergulha em questões éticas e filosóficas, o que tem lhe rendido comparações a obras icônicas de ficção científica. De fato, a trama lembra vários outros filmes, evocando desde produções sobre a Guerra do Vietnã (como “Apocalypse Now”) até sci-fis sobre IAs (“IA”) e androides (“Blade Runner”). O roteiro original foi escrito por Edwards e Chris Weitz (também de “Rogue One”) e o elenco ainda conta com Gemma Chan (“Eternos”), Ken Watanabe (“A Origem”), Sturgill Simpson (“Dog: A Aventura de Uma Vida”), Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”) e a atriz mirim estreante Madeleine Yuna Voyles. JOGOS MORTAIS X O décimo filme da franquia de terror inaugurada em 2004 marca o retorno de John Kramer/Jigsaw, interpretado por Tobin Bell, o infame serial killer dos primeiros lançamentos, que morreu em “Jogos Mortais III”, de 2006. Embora várias continuações sugerissem que ele teria escapado da morte, o vilão continua morto. Seu retorno ao cinema se deve a “Jogos Mortais X” ser uma espécie de prólogo, passado entre o primeiro e o segundo filmes. Na trama, um doente e desesperado John viaja para o México em busca de um procedimento médico experimental e arriscado, na esperança de uma cura milagrosa para seu câncer terminal. No entanto, ele descobre que toda a operação é uma fraude destinada a enganar os mais vulneráveis. Enfurecido, o famoso serial killer retorna ao seu trabalho, virando o jogo contra os golpistas de sua maneira característica, através de armadilhas engenhosas, violentas e perturbadoras, com o objetivo de fazer os criminosos se torturarem para evitar a morte. Além de Tobin Bell, a atriz Shawnee Smith, que interpreta Amanda Young, a sucessora de Jigsaw, também retorna na produção, que completa seu elenco com Synnøve Macody Lund (“Ragnarok”), Steven Brand (“Vikings: Valhalla”), Michael Beach (“Dahmer: Um Canibal Americano”), Renata Vaca (“Pisando Fundo”), Paulette Hernandez (“A Vingança das Juanas”), Octavio Hinojosa (“Por la Máscara”) e Joshua Okamoto (“Control Z”). A direção é de Kevin Greutert, que também volta à franquia após editar os cinco primeiros longas e dirigir “Jogos Mortais 6” (2009) e “Jogos Mortais: O Final” (2010). A FILHA DO REI DO PÂNTANO O suspense estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) chega ao Brasil uma semana antes de seu lançamento nos EUA. Na trama, ela vive uma mulher que mantém um segredo terrível sobre seu passado. Helena, a protagonista, tem uma vida aparentemente comum, morando numa cabana com a filha pequena e o namorado. Entretanto, sem que ninguém saiba, ela esconde uma origem sombria e perigosa: seu pai é o infame Rei do Pântano, um assassino que sequestrou sua mãe e as manteve cativas por anos no mato, onde Helena nasceu. Quando ele foge da prisão, Helena sabe que será caçada e, para proteger sua família, precisará usar tudo o que aprendeu com o assassino, buscando forças para enfrentar o homem que a ensinou sobre sobrevivência no mato. O filme é uma adaptação do romance psicológico de mesmo nome de Karen Dionne, com roteiro de Mark L. Smith (“O Regresso”) e direção de Neil Burger (“Divergente”), e o elenco ainda destaca Ben Mendelsohn (“Invasão Secreta”) como o pai foragido e Garrett Hedlund (“Na Estrada”) como o namorado de Ridley. PÉROLA Segundo longa dirigido por Murilo Benício (após “O Beijo no Asfalto), a comédia adapta um texto clássico do teatro brasileiro, escrito por Mauro Rasi, que conta a história da matriarca do título pelo ponto de vista do seu filho Mauro, logo após saber da morte da mãe. Ao voltar para sua casa de infância, ele revive momentos da família, principalmente as manias da sua mãe, suas ilusões, senso de humor e desejo de querer controlar todas as coisas, lembrando-a com um carinho particular, que apenas o distanciamento e o tempo permitem. A história segue em torno do relacionamento complexo entre mãe e filho, com conflitos, conversas na cozinha e sonhos traduzidos na construção de uma piscina no quintal. Drica Moraes (“Os Outros”) vive Pérola e Leonardo Fernandes (“Deserto Azul”) é Mauro, o filho que ela não conseguiu controlar nos loucos anos 1970. Exibido no Festival do Rio, o filme foi aplaudido de pé pelo público. RUIM PRA CACHORRO Embora filmes de cachorros falantes sejam uma tradição no cinema infantil, “Ruim para Cachorro” é uma comédia para adultos, permeada por humor escatológico e diálogos repletos de palavrões, distanciando-se do tom usualmente sentimental que se associa à produções caninas. Isto tende a causar uma desconexão entre a expectativa do público e o conteúdo real do filme, o que ajuda a explicar seu fracasso de bilheteria nos EUA. Além disso, os cachorros dublados por comediantes como Will Ferrell (“Barbie”) e Jaime Foxx (“Clonaram Tyrone!”) não impressionaram a crítica, apesar dos elogios a seus treinadores, que conseguiram fazê-los atuar de forma convincente. O filme de Josh Greenbaum (“Duas Tias Loucas de Férias”) segue Reggie, um border terrier de 2 anos (com a voz original de Ferrell) que é abandonado por seu dono Doug (Will Forte, de “Nebraska”) em uma cidade distante de sua casa. Ao ser deixado sozinho, Reggie se junta a Bug, um Boston terrier (dublado por Jamie Foxx), e outros cães de rua, incluindo Hunter, um Grande Dinamarquês ansioso (voz de Randall Park, de “WandaVision”) e Maggie, uma pastora australiana inteligente (dublada por Isla Fisher, de “Truque de Mestre”). Juntos, eles embarcam em uma jornada para se vingar de Doug e ajudar Reggie a morder os genitais de seu ex-dono. O grupo de cães enfrenta diversas situações ao longo de sua jornada, desde festas com pizza e cerveja até um encontro com uma águia predatória. A trama também explora a relação entre Reggie e Bug, que se tornam amigos improváveis e aprendem lições valiosas um com o outro. Apesar de seu humor grosseiro, o longa oferece momentos de observação canina perspicaz que adicionam profundidade à história. DAVID CONTRA OS BANCOS A comédia britânica é baseado na história real de Dave Fishwick (Rory Kinnear, de “Men: Faces do Medo”), um empresário da classe trabalhadora em Burnley, Inglaterra, que decide criar um banco comunitário ético com o objetivo de doar todos os lucros para instituições de caridade locais. O enredo se desenvolve em torno dos desafios legais enfrentados pelo protagonista para estabelecer seu banco, uma vez que grandes instituições financeiras, que dominam o mercado local há 150 anos, estão dispostas a “lutar sujo” para impedir que ele abale o status quo. Com isso, a trama se torna uma história de Davi (ou Dave) contra Golias. Com direção de Chris Foggin (assistente de Madonna em “W.E.: O Romance do Século”), a obra faz parte de uma tradição de filmes “feel-good” britânicos que abordam questões de classe e regionalismo, e visam servir de inspiração para o público. Além de Rory Kinnear, o elenco destaca Joel Fry (“Cruella”) como um advogado cético, que inicialmente vê o caso de Dave como uma batalha impossível, mas que gradualmente se torna um aliado crucial para tirar o banco do papel, e Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) numa subtrama romântica com o advogado. TERRA DE DEUS O belíssimo filme do islandês Hlynur Pálmason explora a jornada de um jovem sacerdote luterano dinamarquês (interpretado por Elliott Crosset Hove), que é enviado à Islândia para estabelecer uma igreja. A trama se passa no final do século 19 e aborda temas como fé, colonialismo e a tensão entre a natureza e a civilização. O jovem padre enfrenta desafios tanto físicos quanto espirituais em sua missão, desde a travessia de paisagens inóspitas até o confronto com suas próprias dúvidas e a resistência da população local. Sua relação com seu guia (Ingvar Sigurdsson, de “O Homem do Norte”) serve como um microcosmo das tensões culturais e espirituais que o padre encontra em meio à beleza austera e ameaçadora da Islândia. Fotógrafo amador, o padre também registra as paisagens em imagens, que o filme, por sua vez, exibe aos espectadores numa tela com cortes laterais para evocar o formato de fotografias. Lançado no Festival de Cannes e vencedor de 14 prêmios internacionais, o longa tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e é o candidato da Islândia à vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2024. A CASA DOS PRAZERES Adaptação do livro erótico de Emma Becker, o filme dirigido por Anissa Bonnefont (“Wonder Boy”) acompanha a vida de Emma (Ana Girardot, de “Les Revenants”), uma escritora que se infiltra em uma casa de prostituição em Berlim para encontrar material para seu próximo livro. A narrativa não busca emitir juízos sobre a prostituição, mas sim oferecer um olhar objetivo e desapegado sobre o tema, focando na jornada pessoal da protagonista e suas interações com outras mulheres no bordel. Entretanto, acaba transformando as cenas de sexo num sumário de fetiches, abrindo mão de explorar a complexidade emocional e psicológica da personagem principal. Ana Girardot recebeu os maiores elogios por sua atuação, descrita como uma das mais corajosas do cinema francês recente, e o elenco ainda destaca Rossy de Palma (“Mães Paralelas”) e Aure Atika (“The Night Manager”). NOSSO LAR O filme “Nosso Lar” estreou originalmente em 2 de abril de 2010, data que marcou os 100 anos de nascimento de Chico Xavier. O relançamento comemora os 80 anos do livro do mesmo nome, escrito em 1943 por Chico Xavier enquanto psicografava o médico André Luiz. O livro acompanha a chegada do médico falecido ao além, onde encontra um “plano espiritual” com vários prédios e moradores. A obra foi considerada polêmica na época, por ser a primeira a abordar a mediunidade de forma aberta. Ele inspirou, por exemplo, a novelista Ivani Ribeiro na criação da novela “A Viagem”. Adaptado pelo diretor Wagner de Assis, que era roteirista de filmes da Xuxa e depois desse sucesso se especializou em produções espíritas, o longa chamou atenção por sua equipe hollywoodiana, incluindo seus efeitos chamativos, da mesma equipe que trabalhou em “Watchmen”, a fotografia de Ueli Steiger (“Godzilla” e “O Dia Depois de Amanhã”) e a trilha comandada pelo compositor Philip Glass. Trata-se, enfim, de uma...
Filme sobre turnê de Taylor Swift ganha data de estreia no Brasil
Atenção Swifties brasileiros! O documentário “Taylor Swift — The Eras Tour Concert Film” ganhou data para chegar aos cinemas brasileiros. O filme, que mostra registros de shows da turnê nos EUA, estreará no dia 3 de novembro, e a pré-venda já foi liberada em sites de redes como UCI e Cinemark, que oferecerá combos temáticos. Os ingressos custam a partir de R$ 80 (inteira) e R$40 (meia). “‘The Eras Tour’ é um fenômeno e está caminhando para se tornar a maior turnê da história. Acompanhamos a febre que foi no Brasil e no mundo quando as vendas de ingressos para os shows começaram e fizemos questão de trazer para as telonas essa experiência também. Esse filme-concerto promete ser diferente de tudo o que você já viu. Temos certeza de que a exibição será um momento muito marcante, não só para os fãs, mas também para a Cinemark”, disse em comunicado Vinicius Porto, Diretor de Marketing & Clientes da Cinemark. A rede UCI também exaltou “o fenômeno mundial” e prometeu “uma experiência cinematográfica única do show de tirar o fôlego” em suas telas, sugerindo aos fãs, nas plataformas de exibição: “Separe seu look inspirado na Taylor Swift Eras Tour e as pulseiras da amizade”. Recorde de pré-venda nos EUA Nos EUA, o documentário musical bateu recorde de pré-venda, arrecadando mais de US$ 37 milhões em suas primeiras 24 horas nas três maiores redes de cinema — AMC, Regal e Cinemark. Só nos cinemas da AMC, que distribui a produção, foram US$ 26 milhões em venda de ingressos antecipados. A quantia ultrapassa os números iniciais de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que fizeram US$ 20 milhões e US$ 16,9 milhões no mesmo período. Trata-se da maior pré-venda de um filme de show em todos os tempos. A projeção atual para o fim de semana de estreia do documentário é de, no mínimo, US$ 70 milhões. Fontes do setor estimam que as pré-vendas representarão cerca de 50% da arrecadação total no primeiro final de semana. Outros recordes quebrados Só com a pré-venda, “Taylor Swift: The Eras Tour” já garantiu a maior estreia de um documentário de show de todos os tempos na América do Norte, superando com folga maior outros filmes de concerto bem-sucedidos, como “Hannah Montana e Miley Cyrus – Show: O Melhor dos Dois Mundos”, com uma abertura de US$ 31 milhões e um faturamento final de US$ 65,2 milhões em 2008, e “This Is It”, de Michael Jackson, que estreou com US$ 23,2 milhões e fez US$ 72 milhões em 2009. Outro fato interessante é que a pré-venda do filme superou a bilheteria total dos filmes “Cats” e “Amsterdam”, que arrecadaram US$ 27,1 milhões e US$ 14,9 milhões, respectivamente, e que contaram com participação de Taylor Swift em seus elencos. Turnê ao vivo no Brasil Vale lembrar que a turnê “The Eras” tem passagem confirmada por solos brasileiros em novembro. As apresentações estão marcadas para os dias 17, 18 e 19 no Estádio Nilton Santos (RJ) e nos dias 24, 25 e 26 no Allianz Parque (SP). Todos os ingressos dos shows foram esgotados com antecedência e muito rapidamente. Veja abaixo o trailer do documentário.
Louis Tomlinson terá documentário na Paramount+. Veja o trailer
A Paramount+ divulgou o trailer de um documentário sobre o cantor Louis Tomlinson. Intitulado “Louis Tomlinson: Todas Aquelas Vozes”, o filme é um mergulho na intimidade e na carreira do ex-One Direction. Para isso, conta com várias gravações inéditos de Tomlinson, desde a época da boy band britânica até os bastidores da turnê mundial de 2022, que passou pelo Brasil. A direção é de Charlie Lightening, que assinou vários clipes do cantor, além do vídeo de Paul McCartney no Rio de Janeiro, “Back in Brazil” (2018). A estreia está marcada para 5 de outubro.
Rolling Stones se juntam à equipe das Kardashians para lançar novo documentário
Os Rolling Stones demonstram mais uma vez sua incansável capacidade de adaptação ao realizar um novo documentário com a equipe responsável pelo reality show das Kardashians, a produtora Fulwell 73. Segundo informações do jornal The Sun, Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood gravaram o material durante a produção de seu novo álbum, “Hackney Diamonds”, e o filme mostrará o processo de criação do disco. O documentário também fará homenagens a Charlie Watts, baterista original da banda, que faleceu em 2021 e participou da gravação de duas faixas do novo álbum. A Fulwell 73 possui um histórico impressionante em documentários de alto padrão, tendo trabalhado com artistas como Justin Bieber, Ed Sheeran, One Direction, Michael McIntyre, Jack Whitehall e Elton John. Novo álbum e próximo single “Hackney Diamonds” é o primeiro álbum com músicas inéditas da banda em 18 anos e está programado para ser lançado em outubro. O primeiro single/clipe, “Angry”, foi divulgada em 6 de setembro e o próximo, “Sweet Sounds of Heaven”, é uma música com mais de 7 minutos de duração e com participações de Lady Gaga e Stevie Wonder. O disco ainda conta com outras participações especiais, como do ex-Beatle Paul McCartney e do ex-Stones Bill Wyman, que volta a tocar com Jagger, Richards e Wood mais de 30 anos após sua saída da banda. A produção ficou a cargo de Don Was e Andrew Watt, conhecidos por trabalhar com artistas como Bob Dylan e Post Malone. “Hackney Diamonds” será lançado em 20 de outubro, marcando a volta à ativa de uma das bandas mais influentes da história do rock.
Filme de Taylor Swift quebra recordes em venda de ingressos antecipados
O documentário musical “Taylor Swift: The Eras Tour” arrecadou mais de US$ 37 milhões em suas primeiras 24 horas de pré-venda nos três maiores circuitos de cinema dos EUA — AMC, Regal e Cinemark. Só nos cinemas da AMC, que distribui a produção, foram US$ 26 milhões em venda de ingressos antecipados. A quantia ultrapassa os números iniciais de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que fizeram US$ 20 milhões e US$ 16,9 milhões no mesmo período. Trata-se da maior pré-venda de um filme de show em todos os tempos. A projeção atual para o fim de semana de estreia do documentário é de, no mínimo, US$ 70 milhões. Fontes do setor estimam que as pré-vendas representarão cerca de 50% da arrecadação total no primeiro final de semana. Outros recordes quebrados Só com a pré-venda, “Taylor Swift: The Eras Tour” já garantiu a maior estreia de um documentário de show de todos os tempos na América do Norte, superando com folga maior outros filmes de concerto bem-sucedidos, como “Hannah Montana e Miley Cyrus – Show: O Melhor dos Dois Mundos”, com uma abertura de US$ 31 milhões e um faturamento final de US$ 65,2 milhões em 2008, e “This Is It”, de Michael Jackson, que estreou com US$ 23,2 milhões e fez US$ 72 milhões em 2009. Outro fato interessante é que a pré-venda do filme superou a bilheteria total dos filmes “Cats” e “Amsterdam”, que arrecadaram US$ 27,1 milhões e US$ 14,9 milhões, respectivamente, e que contaram com participação de Taylor Swift em seus elencos. Aparição surpresa Embora ainda não tenha sido confirmado, há especulações de que Taylor Swift poderá fazer aparições surpresa em cinemas ou surgir virtualmente durante o fim de semana de estreia. A artista não tem apresentações agendadas para os dias 13 a 15 de outubro, período em que o filme será lançado. O filme “Taylor Swift: The Eras Tour” tem estreia marcada para 13 de outubro nos EUA, mas ainda não há lançamento previsto para o Brasil. De todo modo, a turnê “The Eras” fará sua passagem por solos brasileiros em novembro. As apresentações estão marcadas para os dias 17, 18 e 19 no Estádio Nilton Santos (RJ) e nos dias 24, 25 e 26 no Allianz Parque (SP). Todos os ingressos dos shows foram esgotados rapidamente. Veja abaixo o trailer do documentário
Streaming: “One Piece” e os 10 melhores lançamentos da semana
A lista de estreias da semana destaca a versão live-action de “One Piece” na Netflix, a 2ª temporada de “A Roda do Tempo” na Prime Video e a 4ª de “Impuros” na Star+. Fãs de terror ainda recebem “Pânico VI” na Paramount+, enquanto os geeks de sci-fi podem curtir a volta da série clássica “Babylon 5” como longa-metragem animado. Confira abaixo as 10 melhores opções selecionadas entre as novidades de filmes e séries em streaming. ONE PIECE | NETFLIX A estreia mais divulgada pela Netflix neste ano é uma adaptação de um dos mangás mais populares do Japão. Os quadrinhos de Eiichiro Oda, publicados desde 1997, já geraram um anime com mais de 900 episódios e agora ganham sua primeira versão live-action (com atores de carne e osso). A trama gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna que mantinha em segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Os protagonistas são um grupo desses aventureiros, os Piratas de Chapéu de Palha, liderado por Monkey D. Luffy, que além de buscar o tesouro também quer se consagrar como o novo rei dos piratas. O ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”) interpreta Luffy e o elenco também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Desenvolvida pelos showrunners Matt Owens (“Luke Cage”) e Steven Maeda (que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”), a série se caracteriza por manter as características visuais dos animes, incluindo cenas de elasticidade irreal, em que boca, punhos e pés de Luffy se estendem mais que num desenho animado do Pica-Pau. A RODA DO TEMPO 2 | AMAZON PRIME VIDEO Baseada nos livros de Robert Jordan, a fantasia épica apresenta um mundo onde a magia existe e o tempo é cíclico. A 1ª temporada, com oito episódios, estreou em 2021 com sua história repleta de batalhas, monstros e diversos efeitos visuais, conforme Moiraine Damodred (Rosamund Pike, de “Garota Exemplar”), feiticeira integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai, parte numa aventura com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidade. A nova temporada adapta a história de “A Grande Caçada”, segundo livro da saga literária homônima de Robert Jordan. Nos episódios, ameaças antigas e inéditas caçam os aliados do povo de Dois Rios, agora espalhados pelo mundo. Sem a mulher que os encontrou e guiou para ajudá-los, eles precisam encontrarem novas força uns nos outros ou neles próprios, na Luz… ou na Escuridão. Enquanto isso, Rand al´Thor (Josha Stradowski) começa a perceber o quão poderoso ele é após descobrir ser o Dragão Renascido no ano anterior. O elenco também conta com Álvaro Morte (“La Casa de Papel”), Sophie Okonedo (“Flack”), Michael McElhatton (“Game of Thrones”), Marcus Rutherford (“Obediência”), Zoë Robins (“Power Rangers Ninja Steel”), Barney Harris (“Clique”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Kae Alexander (“Krypton”) e muitos outros. A série estreou já renovada para sua 3ª temporada. IMPUROS 4 | STAR+ Após dois anos sem episódios inéditos, a série que rendeu duas indicações ao Emmy Internacional ao ator Raphael Logam (“Pacificado”) está de volta. A trama é ambientada nos anos 1990 e acompanha a escalada de Evandro do Dendê (Logam) ao comando do narcotráfico do Rio. Em sua ascensão, ele vive uma relação de gato e rato com o obcecado policial Morello (Rui Ricardo Diaz). O elenco fixo inclui também João Victor Silva (“Verdades Secretas”), Cyria Coentro (“Os Dias Eram Assim”) e Leandro Firmino (“Cidade de Deus”). Na 4ª temporada, Evandro começa a encarar sérios problemas familiares, envolvendo a mãe e a esposa, Geise (Lorena Comparato), por conta das escolhas que fez. Ao mesmo tempo, ainda sofre um atentado que quase tira sua vida e entra em guerra contra a máfia do Jogo do Bicho, enquanto subir cada vez mais na hierarquia da organização criminosa em que atua. Criada por Alexandre Fraga, a série se inspira em um criminoso da vida real, Fernandinho Guarabu, que comandou o morro do Dendê e se tornou um dos maiores narcotraficantes do estado fluminense nos anos 1990. Renovada, a produção já gravou sua 5ª temporada. | PÂNICO VI | PARAMOUNT+ O recente filme da franquia de terror chega ao streaming com novas referências meta e mortes ainda mais sangrentas, entregando tudo o que os fãs esperam quando os sobreviventes do filme anterior são perseguidos por um novo psicopata com a máscara de Ghosface. Só que este assassino se mostra muito mais violento e ousado, atacando em plena cidade de Nova York (ou um set canadense disfarçado como a metrópole). Os sobreviventes são Jenna Ortega (“Wandinha”), Melissa Barrera (“Vida”), Jasmin Savoy Brown (“Yellowjackets”), Mason Gooding (“Com Amor, Victor”), além da veterana da franquia Courteney Cox (vista em todos os filmes) e até Hayden Panettiere (“Nashville”), que retorna após aparecer em “Pânico 4”, agora como agente do FBI. O elenco também foi reforçado com as adições de Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”), Tony Revolori (“Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”), Liana Liberato (“Banana Split”), Henry Czerny (“Casamento Sangrento”), Josh Segarra (“Arrow”) e Devyn Nekoda (“Os Tênis Encantados”). E qualquer um deles pode ser o assassino por trás da máscara. Parte da diversão é descobrir a verdadeira identidade do psicopata. O roteiro é de Guy Busick (“Casamento Sangrento”) e James Vanderbilt (“Mistério no Mediterrâneo”), e a direção é novamente de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt (também de “Casamento Sangrento”), que assumiram o comando da franquia no longa anterior, após a morte do diretor Wes Craven. O PORTAL SECRETO | VOD* A nova fantasia ao estilo “Harry Potter” é uma adaptação do romance de mesmo nome de Tom Holt e se passa numa venerável corporação mágica londrina, responsável por orquestrar todos os incidentes diários de coincidência e imprevistos que ocorrem na cidade. Inicialmente, o recém-chegado estagiário Paul Carpenter (Patrick Gibson, de “Sombra e Ossos”) desconhece a verdadeira função da empresa quando aceita o emprego. Diferente de sua colega novata Sophie (Sophie Wilde, de “Eden”), que possui habilidades empáticas, ele parece não ter talentos notáveis. Por isso, se sente aliviado quando o CEO da empresa (Christoph Waltz, de “Django Livre”) o encarrega de encontrar uma porta mágica que desapareceu em algum lugar da empresa. Mas, nessa busca, ele se vê constantemente surpreendido pela magia dessa espécie de Hogwarts corporativa, repleta de regras arbitrárias e objetos misteriosos. Dirigido pelo experiente diretor de TV Jeffrey Walker (“H2O: Meninas Sereias”) e co-produzido pela Jim Henson Company (produtora dos “Muppets”), o filme também destaca em seu elenco o veterano Sam Neill (“Jurassic Park”) como um gerente impiedoso, que têm planos diferentes para o futuro do mundo. Com elementos de fantasia e comédia, “O Portal Secreto” também apresenta um toque de sátira e se diverte com a ideia da porta sumida ser capaz de conduzir à diferentes dimensões. No entanto, a história central gira em torno dos protagonistas e de seu envolvimento romântico, tornando o filme uma raridade dentro do cinema comercial familiar. MULHERES CHORAM | VOD* A produção que mais deu o que falar no Festival de Cannes de 2021 aborda questões de gênero e relações familiares na Bulgária contemporânea. O filme foca na vida de duas gerações de mulheres de uma mesma família, todas lidando com o luto após a morte da matriarca. A narrativa se desenrola em um contexto político específico: a rejeição da Bulgária em ratificar a Convenção de Istambul, um tratado de direitos humanos contra a violência doméstica, porque utilizava a palavra “gênero”. A obra destaca diversas mulheres da família, cada uma com suas próprias lutas relacionadas à saúde mental. A personagem Sonja chama a atenção por estar vivendo com HIV, um segredo que gera tensão em uma cena chave ao redor da mesa de jantar da família. Sua irmã Lora enfrenta exemplos cotidianos de masculinidade tóxica e Veronica sofre de depressão pós-parto, trazendo uma outra camada de complexidade ao núcleo familiar. O filme abriga performances notáveis, em especial a de Maria Bakalova, conhecida por sua nomeação ao Oscar por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (2020). Ela contracena com um elenco local bastante expressivo, em uma narrativa provocativa, em que revelações impactantes funcionam como um catalisador para questionamentos mais amplos sobre gênero e preconceito. As diretoras Vesela Kazakova e Mina Mileva (“The Beast Is Still Alive”) utilizam metáforas e momentos de alívio emocional para equilibrar cenas mais ásperas, criando uma experiência cinematográfica que oferece muito a ser ponderado pelo público. EU NÃO SOU UM ROBÔ | HBO MAX Comédia romântica imensamente popular da Coréia do Sul, a produção de 2017 gira em torno de uma garota que se passa por robô. A história envolve Min Kyu, um rapaz rico, que tem uma alergia severa a seres humanos e só sai de casa de luvas e máscaras. Impossibilitado de ter um um relacionamento devido à sua condição, ele conhece a Android AJI-3, desenvolvida por uma equipe de seu conglomerado, e se impressiona por sua capacidade de interação. Só que, na verdade, Jo Ji Ah foi contratada pela fingir ser a robô, após a verdadeira androide dar problemas. Sem poder dizer a verdade, ela acaba confundida com um robô real, com quem o rapaz consegue interagir e… se apaixonar. Repleta de momentos divertidos e fofos, a fantasia tem direção de Jung Dae-yoon (“Renascendo Rico”) e destaca Chae Soo-bin (“Rookie Cops”) e Yoo Seung-ho (“Memorist”) nos papéis principais. CHIC SHOW | GLOBOPLAY O documentário conta a história de um dos mais importantes bailes da cidade de São Paulo, o Chic Show. Realizado principalmente no ginásio do Palmeiras, onde chegava a reunir 20 mil pessoas nas décadas de 1970 e 1980, o evento virou mais que um baile. Foi um verdadeiro ponto de encontro da cultura negra, abrindo espaço para o funk, o rap, o samba rock e o pagode. As festas de Luiz Alberto dos Santos, o Luizão, chegaram a trazer até atrações internacionais, como Kurtis Blow, Whodini, Betty Wright e o lendário James Brown. Com direção de Felipe Giuntini (“Domingão do Faustão”), o filme traz depoimentos dos organizadores, dos artistas que se apresentaram, como Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Sandra de Sá, Thaide e Carlos Dafé, e dos frequentadores, mostrando o impacto do baile em famosos como Péricles, Mano Brown, Ice Blue, Thaíde, Rappin’ Hood, Júnior Vox, Marquinhos Sensação e Salgadinho. BABYLON 5: THE ROAD HOME | VOD* A icônica série de ficção científica criada em 1993 por J. Michael Straczynski (“Sense8”) retorna num longa animado, que retoma todos seus personagens clássicos. A trama se passa dois anos após a Guerra das Sombras e segue John Sheridan (Bruce Boxleitner) e sua esposa Delenn em sua despedida da estação espacial Babylon 5. Mas um erro técnico deixa Sheridan perdido no multiverso, percorrendo cronologias alternativas. O enredo efetivamente utiliza a viagem no tempo para revisitar eventos e personagens importantes da série original, tornando o filme uma espécie de retrospectiva da rica história da franquia. “Babylon 5” virou cult não só pelas histórias envolventes, mas por reunir artistas que marcaram época na sci-fi, como o protagonista Bruce Boxleitner (o “Tron”), Bill Mumy (o Will Robinson original de “Perdidos no Espaço”), Walter Koenig (o Sr. Chekov original de “Star Trek”) e Patricia Tallman (estrela do bom remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”). Eles fazem um retorno significativo na continuação animada, junto com Claudia Christian (ainda ativa em “9-1-1”) e Peter Jurasik (também de “Tron”), que tinha se aposentado em 2017, além dos novos dubladores dos personagens dos atores falecidos. Infelizmente, as baixas representam a maioria, incluindo os coprotagonistas Mira Furlan (que depois estrelou “Lost”), Richard Biggs (“Strong Medicine”), Andreas Katsulas (“Star Trek: Enterprise”), Jerry Doyle (“Barrados no Baile”), Jeff Conaway (“Grease: Nos Tempos da...
Documentário de Taylor Swift assusta “O Exorcista”, que muda de data
A Universal e a Blumhouse anteciparam a data de lançamento de “O Exorcista: O Devoto” para evitar o choque com o recem-anunciado documentário “Taylor Swift: The Eras Tour”. Originalmente agendado nos EUA para 13 de outubro, uma sexta-feira 13, o filme de terror agora chegará aos cinemas americanos em 6 de outubro. No Brasil, por enquanto, a data segue marcada em 12 de outubro. Jason Blum, produtor do filme, referenciou o hit “Look What You Made Me Do” da cantora para anunciar a mudança: “Olha o que você me fez fazer [Look what you made me do]. ‘O Exorcista: O Devoto’ mudou para 6/10/2023”, ele escreveu no X/Twitter. O poder de Taylor Swift O que “Barbie” representou para o cinema, a “The Eras Tour” representa para a música em 2023: liderança absoluta em vendas de ingressos. Agora cinema e música vão se juntar, o potencial comercial é enorme. Em poucas horas após seu anúncio nesta quinta (31/8), o filme já havia alcançado mais de US$ 10 milhões em pré-vendas. Swift incentivou seus fãs a verem o filme nos cinemas como um evento comemorativo, com trajes temáticos e trocas de pulseiras da amizade, que se tornaram comuns em seus shows. “Taylor Swift: The Eras Tour” documenta a turnê recordista da cantora, com de 2 horas e 45 minutos de exibição, e terá ingressos com preços simbólicos: US$ 19,89 (referência ao álbum “1989”) mais impostos. Já os bilhetes para crianças e idosos custarão US$ 13,13 (o número da sorte da artista) mais impostos. The Eras Tour Ainda não está claro se o documentário terá transmissão no Brasil, mas isso também deve acontecer pela tradição de exibição de documentários musicais nos cinemas do país. De todo modo, a turnê “The Eras” ainda está na metade do caminho, e fará sua passagem por solos brasileiros em novembro. As apresentações estão marcadas para os dias 17, 18 e 19 no Estádio Nilton Santos (RJ) e nos dias 24, 25 e 26 no Allianz Parque (SP). Todos os ingressos dos shows foram esgotados rapidamente. Veja abaixo o trailer do documentário Look what you made me do. The Exorcist: Believer moves to 10/6/23#TaylorWins — Jason Blum (@jason_blum) August 31, 2023
Turnê histórica de Taylor Swift será exibida nos cinemas
Taylor Swift anunciou nesta quinta-feira (31/8) que a turnê “The Eras Tour” será eternizada num documentário. A cantora afirmou que seus shows serão exibidos nas telas dos cinemas norte-americanos a partir de 13 de outubro. “A ‘Eras Tour’ foi a experiência elétrica mais significativa da minha vida até agora e estou muito feliz em dizer que chegará às telonas em breve. A partir de 13 de outubro você poderá assistir ao filme-concerto nos cinemas da América do Norte!”, informou a artista no Twitter/X. Os ingressos do documentário já estão à venda nos cinemas da rede americana AMC com valores de US$ 19,89 (referência ao álbum “1989”) mais impostos. Já os bilhetes para crianças e idosos custarão US$ 13,13 (o número da sorte da artista) mais impostos. A turnê “The Eras” ainda está na metade do caminho, e fará sua passagem por solos brasileiros em novembro. As apresentações estão marcadas para os dias 17, 18 e 19 no Estádio Nilton Santos (RJ) e nos dias 24, 25 e 26 no Allianz Parque (SP). Todos os ingressos dos shows foram esgotados rapidamente. Mais detalhes do documentário O documentário sobre a turnê “The Eras Tour” tem cerca de 2 horas e 45 minutos de duração, e será exibido pelo menos quatro vezes por dia, de quinta-feira a domingo. A AMC preparou alguns baldes de pipoca e copos de refrigerante com imagens de Taylor Swift para acompanhar a exibição. Segundo informações da Variety, a produção também será exibida nas telas das redes Cinemark e Regal, nos Estados Unidos, no Cineplex, no Canadá, e Cinepolis, no México. Há uma expectativa de adição de outras redes de cinemas internacionais não-afiliadas. Ainda não está claro se o documentário terá transmissão no Brasil, mas isso também deve acontecer pela tradição de exibição de documentários musicais nos cinemas do país. The Eras Tour has been the most meaningful, electric experience of my life so far and I’m overjoyed to tell you that it’ll be coming to the big screen soon 😆 Starting Oct 13th you’ll be able to experience the concert film in theaters in North America! Tickets are on sale now at… pic.twitter.com/eKRqS8C7d1 — Taylor Swift (@taylorswift13) August 31, 2023
Brasileira disputa vaga em novo grupo K-pop do criador do BTS
Em uma parceria inédita, a HYBE, empresa sul-coreana responsável pelo fenômeno BTS, e a gravadora americana Geffen Records lançaram “The Debut: Dream Academy”, programa para descobrir novos talentos e formar um girl group global. Entre as 20 finalistas está a brasileira Samara Henriques, de 17 anos, competindo por uma vaga no grupo. No site Weverse, plataforma de interação da HYBE, Samara se descreve como “resiliente, genuína e determinada”. Ela compete com jovens talentos da Coreia do Sul, Argentina, Belarus, Austrália, Estados Unidos, Tailândia, Eslováquia, Japão, Filipinas, Suíça e Suécia, num processo de seleção que começou em novembro do ano passado, contabilizando mais de 120 mil inscrições. As idades das candidatas variam entre 14 e 21 anos. A disputa entre as finalistas será transmitido pelo YouTube a partir do dia 1º de setembro, com a final marcada para 17 de novembro. As vencedoras serão escolhidas pelo público, em votações nas plataformas TikTok e Weverse, e formarão um grupocom integrantes de vários países diferentes – ao estilo do Now United. Todo o processo está sendo registrado pela Netflix, que vai lançar um documentário sobre a seleção em 2024. Declarações sobre o projeto “Há algum tempo, eu queria formar um grupo internacional baseado na metodologia K-pop”, revelou Bang Si-Hyuk, presidente da HYBE. John Jannick, presidente e CEO da Geffen, também se pronunciou: “Cada candidata é incrivelmente talentosa, dedicada e motivada, tornando este um momento emocionante para fãs de música em todo o mundo.” “A iniciativa única em sua espécie marca a primeira vez que uma grande gravadora dos Estados Unidos e um líder de entretenimento em K-pop combinaram suas expertises na descoberta de artistas e na produção musical para montar, desenvolver e apresentar um grupo feminino internacional sem precedentes”, disseram em nota conjunta as duas empresas. Elas também afirmam que o programa “representa a primeira vez que um grupo feminino verdadeiramente global, com base nos Estados Unidos, será criado e modelado com base no mundialmente renomado sistema de treinamento e desenvolvimento do K-pop”, sob o qual as candidatas têm treinado desde o ano passado em Los Angeles. O formato K-pop para exportação Embora seja a primeira iniciativa do tipo entre uma grande gravadora dos EUA e uma empresa líder de entretenimento K-pop, o modelo de recrutamento internacional para formar um grupo de K-pop não é novidade. A DR Music esteve por trás da criação do Blackswan, um grupo feminino totalmente estrangeiro, com membros da Índia, Senegal, Brasil e Estados Unidos, mas que se apresentam em coreano. Outro exemplo é o Exp Edition, uma boy band composta inteiramente por membros americanos e lançada em 2017, mas que já não está mais ativa. O recrutamento internacional agora é rotineiro, e muitos grupos de K-pop bem estabelecidos, inclusive o megapopular BLACKPINK, incluem um ou mais membros não coreanos. E a projetos criados para mercados estrangeiros específicos, como o Super Junior M, um spin-off do Super Junior, em que o M representa o idioma mandarim, falado na China.
Trailer de “Elis & Tom” revela imagens inéditas do famoso encontro musical
A O2 Filmes divulgou o trailer internacional do documentário “Elis & Tom: Só Tinha de Ser com Você”, que narra a gravação histórica do disco da cantora Elis Regina e com o compositor Antônio Carlos Jobim, “Elis & Tom”, em 1974. Um encontro histórico Dirigido por Roberto de Oliveira e Jom Tob Azulay, o filme traz à tona várias imagens inéditas de filmagens memoráveis dos ensaios, conversas e atmosfera dos bastidores da gravação do álbum. “Eu era o empresário da Elis na época e gravei ensaios, conversas e a atmosfera que reinava nos bastidores”, revelou o diretor Roberto de Oliveira em entrevista à revista americana Variety. O material, guardado por anos, agora ressurge para contar a trajetória profissional desses dois artistas excepcionais e a carreira de sucesso do álbum. “Todo esse material estava guardado, mas todos esses anos e o tempo que passou foram ‘saudáveis’ para essa história. Hoje, conhecemos as jornadas profissionais completas desses dois artistas excepcionais e a carreira de sucesso deste álbum”, disse o cineasta. A química entre Elis e Tom O encontro entre Elis Regina e Tom Jobim resultou em canções inesquecíveis, mas também muita fofoca da indústria. Parte das histórias de bastidores é explorada na prévia, como o fato de os dois artistas não se gostarem, a decisão de Elis de abandonar o projeto e até o momento em que perceberam que tinham criado uma obra-prima com “Águas de Março” e começaram a se entusiasmar pelas gravações. O diretor também refletiu sobre a dinâmica entre os dois artistas: “Ele era minimalista, usava poucas notas e era conhecido por suas harmonias extraordinárias e deslumbrantes. Elis era uma cantora exuberante. Depois de conhecê-lo, ela se tornou mais contida, valorizando palavras e interpretação. Ela descobriu que não é apenas a voz que canta”. A morte prematura de Elis aos 36 anos em 1982 encurtou a carreira da estrela, que na época fazia um disco com Wayne Shorter, que ficou inacabado, e pretendia lançar sua carreira no mercado internacional. “Ela provavelmente seria bem-sucedida, assim como Jobim”, observou de Oliveira, lembrando que o compositor já era conhecido em todo o mundo após a bossa nova e o álbum que gravou com Frank Sinatra. O documentário será lançado nos cinemas norte-americanos em 15 de setembro e chega ao Brasil uma semana depois, em 21 de setembro.
“Besouro Azul” e “Fale Comigo” chegam ao cinema
Dois grandes lançamentos dividem as salas nesta quinta-feira (17/8), o novo filme de super-herói “Besouro Azul” e o elogiado terror “Fale Comigo”, que vão disputar o público de cerca de mil salas. Os demais lançamentos, incluindo a comédia nacional de apelo popular “Vai Ter Troco”, ficam com o circuito intermediário e limitado. Confira a seguir todas as estreias da programação. BESOURO AZUL O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – é melhor que seu trailer deixava entrever, graças a um elenco carismático e o uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Entretanto, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos, efeitos visuais fracos e uma narrativa previsível. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como filha de Ted Kord (o segundo Besouro Azul dos quadrinhos), que ao tentar preservar o legado de seu pai desaparecido e impedir que sua tecnologia caia nas mãos de sua tia maligna, torna-se responsável por entregar o besouro alienígena a Jaime Reyes, vivido por Xolo Maridueña (“Cobra Kai”). O problema é que o artefato transforma o jovem no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à espinha de Jaime, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o uniforme tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem – por sinal, a voz emitida pelo traje é fornecida pela cantora Becky G (“Power Rangers”). O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: Até o Fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“Mayans M.C.”), George Lopez (“As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como a tia vilã de Marquezine. FALE COMIGO Com a fama de melhor terror dos últimos anos, o longa de estreia dos irmãos gêmeos Danny e Michael Philippou apresenta uma trama de possessão diferente de tudo que já foi feito. O filme acompanha um grupo de jovens na Austrália, que descobrem uma mão embalsamada que supostamente pertenceu a um médium ou satanista. Essa mão torna-se o objeto central de um jogo perigoso e viciante, que permite aos jogadores comunicar-se com os mortos. Ao segurar a mão e pronunciar as palavras “fale comigo”, o jogador pode ver o que parece ser um fantasma. Ao adicionar “eu te deixo entrar”, o espírito assume o controle do corpo do jogador até que alguém retire o objeto de suas mãos. Existem regras adicionais envolvendo uma vela e um tempo limite, para impedir que a possessão não dure mais de 90 segundos. A protagonista, Mia (Sophie Wilde, de “Eden”), uma adolescente introvertida que perdeu a mãe, é atraída por essa experiência sobrenatural, inicialmente tratada como uma atração de festa, mas logo descobre como a brincadeira pode ser mortal quando as regras são quebradas. A trama também aborda temas como a cultura da internet, onde a possessão demoníaca se torna uma tendência viral, e a busca por escapismo através de rituais perigosos. O filme foi um sucesso instantâneo no Festival de Sundance deste ano, quando caiu nas graças dos críticos e desencadeou uma guerra por seus direitos de distribuição – vencida pelo estúdio indie especializado A24. Com impressionantes 95% de aprovação da crítica, registrada no site Rotten Tomatoes, a obra chama atenção pelos efeitos assustadores e a habilidade dos diretores em equilibrar humor e terror. PASSAGENS O drama adulto segue o relacionamento de um casal gay, Tomas (o alemão Franz Rogowski) e Martin (o inglês Ben Whishaw), cuja dinâmica é abalada quando Tomas se envolve com Agathe (a francesa Adèle Exarchopoulos). Passada em Paris, a história explora a complexidade do desejo, a atração sexual e as emoções, com Tomas movendo-se impulsivamente entre seus parceiros, enquanto Martin e Agathe tentam navegar em suas próprias respostas a essa dinâmica volátil. A narrativa é infundida com uma abordagem naturalista, com cenas de sexo que são tanto gráficas quanto honestas, e um olhar inquisitivo sobre as relações humanas. Além de trazer protagonistas de três nacionalidades diferentes, a produção é dirigida pelo americano Ira Sachs, que também assina o roteiro com seu parceiro brasileiro Mauricio Zacharias. Os dois trabalharam juntos em filmes premiados de temática gay, como “Deixe a Luz Acesa” (2012) e “O Amor é Estranho” (2014), mas esta foi a primeira vez que foram surpreendidos pelo conservadorismo americano, ao receberem a mais elevada classificação etária disponível, NC-17, que poucos cinemas aceitam exibir nos EUA. Apesar dessa controvérsia, o filme não busca chocar, mas sim oferecer uma visão perspicaz e muitas vezes humorada do narcisismo e das relações contemporâneas, com texto mordaz e performances vibrantes que merecem ser saboreadps e discutidos. A crítica dos EUA aplaudiu com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. AS ÓRFÃS DA RAINHA Com rica contextualização histórica, o ótimo drama de época mineiro se passa no final do século 16 e explora a chegada das primeiras mulheres enviadas de Portugal para ajudar a povoar a colônia brasileira. Para seu segundo longa, a diretora Elza Cataldo se inspirou em um verbete que encontrou no livro “Dicionário do Brasil Colônia”, organizado pelo historiador Ronaldo Vainfas, que descreve a expressão “órfãs da Rainha” como a denominação dada às mulheres enviadas com essa missão. O filme também aborda o terrível capítulo da Inquisição, a perseguição religiosa promovida pela Igreja Católica que chegou ao Brasil em 1581. A cineasta se cercou de autoridades no assunto, leu mais de 300 livros para retratar com fidelidade esse período e ainda visitou o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, onde estão os documentos da Inquisição portuguesa. O resultado é uma trama fictícia, mas bastante realista, sobre os desafios enfrentados por três irmãs órfãs ao serem enviadas da corte portuguesa para a precariedade do Brasil colônia, onde encontram índios que comem gente, machismo e ainda precisam lidar com a intolerância da Igreja. A narrativa se aprofunda na transformação pessoal das personagens e na forma como lidam com a adversidade, entrelaçando suas histórias individuais com a História do Brasil. TEMPOS DE BARBÁRIE – ATO I: TERAPIA DA VINGANÇA O primeiro trabalho de Cláudia Abreu (“Desalma”) após sair da Globo é um “Desejo de Matar” brasileiro. Ela vive uma advogada chamada Carla, cuja vida sofre uma reviravolta brutal quando sua filha é baleada em uma tentativa de assalto e fica em estado grave. Apesar de buscar apoio em grupos de ajuda, ela se encontra insatisfeita com a falta de resultados da investigação policial e decide fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Marcos Bernstein (“O Amor Dá Voltas”), o suspense nacional aborda temas como violência urbana, corrupção, tráfico de armas, ineficácia policial e crime organizado, e se diferencia ao mostrar que o puxar do gatilho é o resultado de uma cadeia de acontecimentos, que inicia no acesso à arma e termina fazendo a violência parecer natural. O elenco conta com Júlia Lemmertz (“Novo Mundo”), Alexandre Borges (“Deus Salve o Rei”), César Melo (“Bom Dia, Verônica”), Kikito Junqueira (“A Força do Querer”), Pierre Santos (“Impuros”), Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) e Claudia Di Moura (“Segundo Sol”). Bernstein também é um dos roteiristas do filme, juntamente com Victor Atherino (“Faroeste Caboclo”) e Paulo Dimantas (“Todas as Melodias”). VAI TER TROCO A comédia brasileira narra a história de funcionários domésticos que trabalham para uma família rica e trambiqueira – que deve meses de salários e ainda se envolve num escândalo de corrupção. Percebendo que seus patrões não vão arcar com seus pagamentos, eles iniciam uma revolução na mansão. Com direção Maurício Eça (“Barraco de Família”), o longa segue a fórmula das sitcoms nacionais, com timings de piadas televisivas – e poderia facilmente virar uma série. O elenco destaca no elenco Miá Mello (“Meu Passado Me Condena”), Marcos Veras (“Vai na Fé”), Giovanna Grigio (“Rebelde”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”), Nany People (“Cama de Gato”), Edmilson Filho (“Cine Holliúdy”) e os cantores Ludmilla e Falcão. | COISAS DO AMOR | A comédia romântica alemã segue um astro famoso alemão, que, após participar de uma entrevista desastrosa, resolve se esconder da imprensa num pequeno teatro feminista independente LGBTIAP+ à beira da falência. Bebendo até cair, ele é encontrado desmaiado pela equipe da peça e acaba se envolvendo com uma feminista, contra todas as expectativas. Sua fama poderia ajudar a salvar o teatro da falência, mas para isso ele precisa restaurar sua reputação primeiro – e, no processo, dar uma chance ao amor, diante do olhar atordoado dos fãs que não conseguem entender esse desenvolvimento inesperado. A direção é de Anika Decker (“High Society”) e o elenco destaca Elyas M’Barek (“O Caso Collini”) e Lucie Heinze (“Professor T.”). EAMI O filme paraguaio de Paz Encina (“Hamaca Paraguaya”) é uma mistura quase inclassificável de realidade e ficção, que aborda o tema do desmatamento na região de Chaco, no norte do Paraguai, sob a perspectiva indígena. A narrativa segue uma menina chamada Eami, que, segundo a cosmogonia dos ayoreos, seria a reencarnação de uma divindade chamada Asojá. De modo simbólico, Eami deve proteger e ao mesmo tempo curar a terra indígena invadida e profanada por brancos insensíveis que, por décadas, tentaram transformar a região em terreno favorável para a indústria e o comércio pecuário. Vencedora do Festival de Roterdã, o filme não se centra em um conflito de violência explícita, mas sim em uma imersão total na vida, costumes e lendas da comunidade hostilizada, explorando a relação intensa desse povo com a natureza, por meio de uma belíssima cinematografia e um design sonoro notável. AS TRÊS VIDAS DE FRIEDA WOLFF Frieda Wolff (1911-2008) foi uma pesquisadora judia alemã que escapou do nazismo e emigrou para o Brasil em 1934. Depois de se dedicarem ao comércio óptico por 30 anos, ela e seu marido Egon, iniciaram um trabalho de pesquisa sobre a presença judaica no país, que resultou na publicação de mais de 40 livros. A partir de uma longa entrevista gravada com Frieda em 2003, o amigo Milton Weintraub inicia uma busca para remontar em três atos a trajetória desta personagem tão desconhecida quanto fundamental para a história dos judeus no país. ALDEIA NATAL O cineasta Guto Pasko volta à colônia de imigrantes ucranianos em que nasceu no Paraná. Ele deixou a casa dos pais ainda criança, com apenas 11 anos, e manteve distância por 30 anos – por motivos culturais e religiosos. Agora retorna com câmera na mão para confrontar todos os seus fantasmas do passado, e na busca pela sua ancestralidade leva seus pais à Ucrânia para buscarem juntos as aldeias de onde vieram seus antepassados, 123 anos depois de terem vindo para o Brasil. METALLICA M72 WORLD TOUR LIVE FROM TX Transmissão ao vivo do show da banda Metallica, que vai acontecer no Texas, EUA, nos dias 19 e 21 de agosto.
Talking Heads vai se juntar pela primeira vez em 20 anos
A icônica banda Talking Heads, uma das mais influentes a emergir na era punk/new wave dos anos 1970, anunciou que se reunirá pela primeira vez em mais de 20 anos. A reunião ocorrerá no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), onde os membros participarão de uma sessão de perguntas e respostas sobre o relançamento do aclamado documentário sobre sua turnê de 1984, “Stop Making Sense”. A notícia surpreendeu os fãs, dada a história conturbada entre os membros da banda. Participação no Festival de Toronto A sessão de perguntas e respostas, que acontecerá no dia 11 de setembro, será conduzida pelo cineasta Spike Lee, que recentemente dirigiu o documentário do show de David Byrne na Broadway, “American Utopia”. A banda não se apresentará, mas discutirá o relançamento de “Stop Making Sense”, amplamente reconhecido como um dos melhores filmes de concerto já feitos. A A24 adquiriu recentemente os direitos de “Stop Making Sense”, dirigido pelo falecido Jonathan Demme, e está lançando uma restauração em 4K do filme. Essa restauração estreará no TIFF e, posteriormente, será transmitida em cinemas IMAX ao redor do mundo. O concerto completo também será lançado pela primeira vez pela Rhino, divisão de catálogo da Warner Music, nesta sexta (18/8). Histórico de problemas entre os membros da banda A relação entre os membros do Talking Heads desde a separação da banda em dezembro de 1991 não tem sido das mais harmoniosas. Desde o rompimento, a banda se reuniu apenas uma vez, quando foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame em 2002. O vocalista e principal compositor David Byrne tem sido alvo de uma série de críticas de seus ex-colegas de banda Chris Frantz e Tina Weymouth. O casal alega que Byrne os privou de créditos devidos e outras oportunidades, e foi geralmente um parceiro desagradável. Chris e Tina desfrutaram de sucesso solo como o Tom Tom Club e tentaram retomar o Talking Heads com o quarto membro, o guitarrista Jerry Harrison, mas sem Byrne nos anos 1990, lançando um álbum sob o nome The Heads, após o cantor tomar medidas legais para impedi-los de usar o nome completo da banda. Em sua autobiografia lançada no ano passado, “Remain in Love”, Frantz criticou Byrne várias vezes. Byrne, por sua vez, tem evitado comentar a situação, embora interprete um grande número dos sucessos que escreveu com a banda durante seus shows solo e também em seu recente espetáculo premiado na Broadway, “American Utopia”.
Bob Dylan reflete sobre morte de Robbie Robertson: “Amigo de toda a vida”
Bob Dylan, o icônico cantor e compositor, quebrou o silêncio sobre a morte de Robbie Robertson, seu parceiro de longa data. A relação entre os dois músicos remonta a 1965, um período de transição para Dylan, que começava a tocar com uma banda após um início de carreira com violão e fama de cantor folk. Declarações sobre a morte de Robertson Dois dias após a morte de Robertson, aos 80 anos, após uma longa doença, Dylan emitiu uma breve declaração sobre o falecimento. “Esta é uma notícia chocante”, disse Dylan em uma declaração publicada pela revista Billboard. “Robbie era um amigo de toda a vida. Sua morte deixa uma lacuna no mundo.” História da parceria Robertson tocou guitarra com Dylan no renascimento do cantor como roqueiro, quando ele entrou em sua fase elétrica. Na transição, Dylan também mudou sua base de fãs, já que seu público original considerou a adoção de guitarras como “traição”. “Nos vaiaram por toda a América do Norte, Austrália, Europa”, lembrou Robertson numa entrevista recente. “As pessoas [da gravadora] diziam que não ia dar certo, mas continuamos e Bob não cedeu.” Além de tocar nos shows, Robertson gravou sua guitarra no álbum clássico de 1966, “Blonde on Blonde”, e também em várias canções que acabaram integrando a coleção “The Basement Tapes”, de Dylan. Foi durante este período que Robertson e o grupo que acompanha Dylan se juntaram para formar The Band, a influente banda que fez história no rock dos anos 1970. Robertson e Dylan fizeram nova turnê juntos em 1974, período em que o guitarrista também trabalhou no disco “Planet Waves”, do cantor. Dois anos depois, Dylan se juntou a The Band para o “O Último Concerto de Rock”, gravado no Dia de Ação de Graças de 1976, que marcou a despedida da banda de Robertson dos palcos. Filmado por Martin Scorsese, o show virou um marco dos documentários musicais.











