Scarlett Johansson encerra processo em acordo com a Disney por “Viúva Negra”
Scarlett Johansson e a Disney entraram em acordo, encerrando o processo aberto em julho passado pela atriz, que alegou quebra de contrato pelo lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e em streaming. “Estou feliz por ter resolvido as diferenças com a Disney”, disse Johansson em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira (30/9). “Estou incrivelmente orgulhosa do trabalho que fizemos juntos ao longo dos anos e apreciei muito meu relacionamento criativo com a equipe”, ela continuou, completando: “Estou ansiosa para continuar nossa colaboração nos próximos anos.” A Disney também se manifestou no mesmo tom. “Estou muito satisfeito por termos chegado a um acordo mútuo com Scarlett Johansson em relação a ‘Viúva Negra'”, disse Alan Bergman, presidente do conselho de conteúdo do Disney Studios. “Agradecemos suas contribuições para o Universo Cinematográfico da Marvel e esperamos trabalhar juntos em uma série de projetos futuros, incluindo ‘A Torre do Terror’ da Disney”, finalizou, referindo-se a um projeto encomendado na véspera da disputa judicial. Nenhum dos lados deu qualquer indicação de quem abriu mão da disputa, mas o site Deadline apurou que o negócio teria rendido mais de US$ 40 milhões para Johansson, que interpretou Natasha Romanoff em nove filmes do MCU. A atriz poderia ganhar até mais, caso vencesse o processo na Justiça, mas o valor representa o dobro do que ela recebeu para atuar no filme – o cachê de US$ 20 milhões foi divulgada pela própria Disney. Além desses montantes, Johansson tem direito a uma percentagem da arrecadação global como produtora do filme. Por sinal, foi isso que motivou o processo. A atriz alegou que tinha um acordo com a Disney para que “Viúva Negra” tivesse um lançamento exclusivo nos cinemas. A estreia chegou a ser adiada várias vezes devido à pandemia, até que a Disney decidiu distribuir o longa simultaneamente em streaming, na sessão Premier Access (paga) da Disney+. Como o cachê da atriz era vinculado aos resultados de bilheteria, ela se sentiu prejudicada pela ação e foi à Justiça por seus direitos. A reação inicial da Disney foi adotar uma postura antagônica, que acabou sendo prejudicial à sua imagem em Hollywood. Os advogados do estúdio reagiram afirmando que “não havia mérito” no processo, porque o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. Sugeriram que a atriz era insensível à situação da pandemia e de quebra revelaram o cachê que ela recebeu. A reação desagradou colegas, integrantes da Marvel e organizações de Hollywood, levando a causa de Johansson a receber apoio até do Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-Aftra. Ao mesmo tempo, a Disney foi acusada de sexismo pela organização Time’s Up, criada para garantir os direitos femininos em ambientes de trabalhos machistas. Muitos na indústria acreditam que Scarlett tinha razão: “Viúva Negra” poderia ter feito mais como lançamento exclusivo de cinema. Ao todo, o longa faturou US$ 378,8 milhões nos cinemas de todo o mundo, mais US$ 125 milhões em streaming na Disney+. Seja como for, a Disney já anunciou que não pretende repetir a experiência. E o sucesso de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que na semana passada superou “Viúva Negra” como o filme de maior bilheteria na América do Norte em 2021, reforçou a decisão.
Jameela Jamil revela visual de Titânia na série da Mulher-Hulk
A atriz inglesa Jameela Jamil, que ficou conhecida como a Tahani da série “The Good Place”, deu uma mostra de sua transformação em ruiva fatal para seu próximo projeto. Ela interpretará Titânia, vilã clássica – e ruiva – da Marvel, na série da Mulher-Hulk, atualmente em desenvolvimento para a Disney+. Personagem criada por Jim Shooter e Mike Zeck na célebre minissérie “Guerras Secretas”, de 1984, Titânia era originalmente Mary MacPherran, uma garota pequena e fraca que acaba transportada acidentalmente para o Mundo de Batalha das Guerras Secretas. Ao chegar lá, ela se alia ao Doutor Destino para ganhar poderes e se transforma em Titânia. Vale lembrar que ela chega no planeta com sua melhor amiga, Marsha Rosenberg, que também vira uma vilã: Vulcana. Desde a introdução na minissérie épica, Titânia se tornou uma personagem recorrente dos quadrinhos, enfrentando o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico, a Capitã Marvel (quando ainda era Ms. Marvel), a Poderosa Thor e principalmente a Mulher-Hulk, com quem desenvolveu grande rivalidade. Apesar do tuíte, a escalação de Jameela Jamil como Titânia até agora não foi oficializada pela Marvel, que também não explicou como a personagem ganhará seus poderes na série, já que a trama obviamente não adaptará “Guerras Secretas”. “She-Hulk”, o título original da série da Mulher-Hulk, está sendo escrita por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”. O elenco destaca Tatiana Maslany (“Orphan Black”) no papel-título, além de Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), intérprete do Hulk, e Tim Roth, que vai voltar a viver o monstro Abominável, após “O Incrível Hulk”, de 2008, e a recente aparição em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. A trama vai mostrar como a advogada Jennifer Walters se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de seu primo mais famoso, Bruce Banner (o Hulk). Última personagem importante criada por Stan Lee na Marvel, no ano de 1980, a heroína acabou se tornando bastante popular e até virou membro dos Vingadores como o primo. Ok Boomer pic.twitter.com/FBuz5S7rFb — Jameela Jamil 🌈 (@jameelajamil) September 30, 2021
Criador de “High School Musical: A Série: O Musical” vai dirigir “Mudança de Hábito 3”
A Disney definiu Tim Federle como diretor de “Mudança de Hábito 3”, que vai retomar a franquia dos anos 1990 num lançamento para a plataforma de streaming do estúdio. Criador de “High School Musical: A Série: O Musical”, Federle tem afinidade com o gênero da comédia musical e deu seus primeiros passos como diretor à frente de “High School Musical: O Musical: Especial de Festas” no ano passado, além de estar filmando atualmente a comédia infantil “Better Nate Than Ever” com produção da própria Disney. O roteiro da continuação está a cargo de Madhuri Shekar (da série “The Nevers”) e vai resgatar vários integrantes dos dois longas originais, incluindo a protagonista. A continuação contará com a volta de Whoppi Goldberg ao papel da falsa freira Deloris Wilson, que ela interpretou no primeiro longa de 1992 e em sua continuação do ano seguinte. A atriz também vai produzir a sequência, ao lado do cineasta Tyler Perry (“Um Funeral em Família”). No filme original, Goldberg vivia uma cantora que, após se tornar testemunha de um crime, é escondida pela polícia em um convento, disfarçada de freira. O resultado dessa combinação gerou um choque cultural que marcou época e rendeu grandes bilheterias.
Encanto: Trailer apresenta família mágica da nova animação da Disney
A Disney divulgou mais um pôster nacional e o primeiro trailer completo de sua nova animação, “Encanto”, concebida pelo compositor Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro em Nova York”). A prévia apresenta os Madrigal, uma família extraordinária que mora nas montanhas da Colômbia, numa região mágica conhecida como Encanto. Neste lugar, os integrantes da família foram abençoadas com um dom único, desde superforça até o poder de curar. Todas, exceto Mirabel. O vídeo explora sua frustração por não ser especial, até que a magia que cerca Encanto começa a entrar em colapso, fazendo com que Mirabel perceba que ela, a única Madrigal sem poderes mágicos, pode ser a última esperança de sua família excepcional. O filme destaca a atriz Stephanie Beatriz (de “Brooklyn Nine-Nine”) como a dubladora original da protagonista e vários astros latinos como as vozes de sua família, incluindo Diane Guerrero (“Patrulha do Destino”), John Leguizamo (“Bloodline”), Wilmer Valderrama (“NCIS”), Angie Cepeda (“Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”), Rhenzy Feliz (“Fugitivos da Marvel”/Runaways) e Ravi Cabot-Conyers (“#BlackAF”). A direção está a cargo de Byron Howard e Jared Bush, co-diretores de “Zootopia”, em parceria com Charise Castro Smith – que faz sua estreia na função após uma carreira como roteirista de séries (de “Devious Maids” à “Maldição da Residência Hill”). Além disso, Bush e Castro Smith também assinam o roteiro com Miranda. A estreia está marcada para novembro nos cinemas. Veja o trailer abaixo em duas versões: dublada em português e legendada.
Tommy Kirk (1941-2021)
O ex-astro mirim Tommy Kirk, um dos maiores ídolos das produções da Disney nas décadas de 1950 e 1960, morreu na noite de terça (28/9) aos 89 anos. A causa da morte não foi revelada. Ele era gay e vivia sozinho, após romper os laços com a família por sua orientação sexual, mas mantinha amizade próxima com a ex-colega Beverly Washburn, com quem contracenou em seu primeiro sucesso de cinema, “O Meu Melhor Companheiro”, de 1957. Os dois se conheceram crianças e nunca se afastaram. Eram, de fato, vizinhos e foi ela quem comunicou sua morte. Em uma entrevista de 1993 à revista Filmfax, Kirk contou que percebeu que era gay aos 17 anos e que isso quase destruiu sua carreira. “Disney era um estúdio de cinema familiar e eu deveria ser o protagonista jovem de seus principais filmes. Depois que descobriram que eu estava envolvido com outro homem, foi o fim da minha trajetória com a Disney. ” “Eu considero minha adolescência como sendo desesperadamente infeliz”, disse Kirk na entrevista. “Eu sabia que era gay, mas não tinha como expressar meus sentimentos. Era muito difícil conhecer pessoas e, naquela época, não havia lugar para ir para se socializar. Foi só no início dos anos 1960 que comecei a ouvir falar de lugares onde os gays se reuniam. Aquele estilo de vida não era reconhecido e eu me sentia muito, muito sozinho. Oh, eu tive alguns encontros breves e muito apaixonados quando adolescente, eu tive alguns casos, mas eles sempre foram clandestinos, coisas do tipo beco sem saída. Éramos desesperados e miseráveis”, desabafou. “Quando eu tinha cerca de 17 ou 18 anos, finalmente admiti para mim mesmo que era isso mesmo, eu não iria mudar. Não sabia quais seriam as consequências, mas tinha a sensação definitiva de que isso destruiria minha carreira na Disney e talvez toda minha carreira de ator. Tudo iria acabar.” A carreira de Tommy Kirk começou de forma impactante em 1956, quando foi escalado, aos 15 anos de idade, como Joe Hardy na adaptação da Disney para os personagens dos livros de mistérios juvenis “Os Hardy Boys”. A trama seriada de “The Hardy Boys: The Mystery of the Applegate Treasure” era exibida como um segmento da versão clássica do “Clube do Mickey”, e seus episódios com tesouros enterrados, pistas misteriosas e esqueletos fizeram tanto sucesso que foram seguidos por uma 2ª temporada, “The Hardy Boys: The Mystery of the Ghost Farm”. A repercussão positiva animou o estúdio a escalar o jovem em seu primeiro longa-metragem. Com direção de Robert Stevenson, que ainda faria os blockbusters “Mary Poppins” e “Se Meu Fusca Falasse” nos anos 1960, “O Meu Melhor Companheiro” marcou a transformação do então adolescente de 16 anos em ícone da Disney. A história do menino que resgatava um vira-latas que parecia não prestar para nada, mas se torna inestimável para uma família no campo, foi uma das maiores bilheterias de cinema de 1957. A Disney tratou de juntar o menino com mais um cachorro em seu filme seguinte, “Felpudo, o Cão Feiticeiro” (1959), mas teve (ainda) mais sucesso com o terceiro lançamento, “A Cidadela dos Robinson”, aventura clássica dirigida por outro mestre, Ken Annakin. A história da família de náufragos que enfrentava piratas numa ilha deserta também marcou época por ser o primeiro filme com personagem queer da Disney, a menina Roberta (Janet Munro), que disfarçava sua identidade para passar por um menino. Kirk também apareceu em “O Fantástico Super-Homem” (1961) e “O Fabuloso Criador de Encrencas” (1963), em que Fred MacMurray deu vida ao professor aloprado Ned Brainard, um inventor atrapalhado que sempre criava problemas. Os dois filmes marcaram novas parcerias com o diretor Robert Stevenson, que em seguida escalou Kirk em seu primeiro papel de protagonista adolescente, “As Desventuras de Merlin Jones” (1964). Foi outro sucesso, que teve continuação em “O Maravilhoso Homem que Voou” (1965), último filme do ator na Disney. Os filmes de Merlin Jones fizeram esforço para estabelecer Annette Funicello como par romântico de Kirk. Os dois começaram a atuar juntos no musical infantil “Uma Aventura na Terra dos Brinquedos”, em 1961, e ao chegarem à puberdade chegaram a encenar cenas mais picantes em “Ele, Ela e o Pijama” (1964), o primeiro lançamento “adulto” do ator fora da Disney. Ao contrário do que Kirk imaginava, o rompimento com a Disney não foi o fim de sua carreira. Funicello o trouxe para a franquia da Turma da Praia. Depois de “Ele, Ela e o Pijama”, que tinha conexão distante com o universo dos surfistas pela participação da gangue dos motoqueiros liderada por Eric Von Zipper (o impagável Harvey Lembeck), Kirk permaneceu naquele universo para estrelar “Fantasma de Biquini” (1966), novamente com Lembeck, “O Mundos dos Biquínis” (1967), terror da Turma da Praia com Boris Karloff (o primeiro “Frankenstein”), e a aventura caiçara “Catalina Caper” (1967). O ator ainda estrelou filmes trash de sci-fi que acabaram se tornando cultuados, como “A Cidade dos Gigantes” (1965), ao lado dos então jovens Ron Howard e Beau Bridges, e “Mars Needs Women” (1968), com a eterna Batgirl Yvonne Craig. Ainda enfrentou o supervilão Dr. Goldfoot no terceiro filme do personagem vivido por Vincent Price, “The Wild Weird World of Dr. Goldfoot”, substituindo o astro da Turma da Praia Frankie Avalon no pastiche de 007, sem esquecer sua tentativa de ser veloz e furioso no filme de corridas “Rivais no Volante” (1967). De fato, boa parte da filmografia de Kirk nos anos 1960 poderia ser descrita, de uma forma ou outra, como cult movies. Mas nem todas as produções trash em que ele se meteu deram certo. Depois de um par de terrores muito, mas muito ruins, “Blood of Ghastly Horror” (1967) e “It’s Alive” (1969), ele finalmente empacou. Ele fez só dois longas na década de 1970 e, depois disso, só voltou aos cinemas em 1995 na comédia sci-fi “Altas Confusões”, remake satírico do clássico “A Mulher de 15 Metros” (1958). Após mais um punhado de terrores lançados direto em vídeo, o ator encerrou a carreira em 2001 com um filme de vampiro, “The Education of a Vampire” (2001). Em 2006, a Disney finalmente demostrou ter superado o preconceito para reconhecer a importância de Kirk para a História do estúdio. Ele e Tim Considine, os dois intérpretes dos irmãos Hardy na série dos anos 1950, foram saudados como Disney Legends, uma honra concedida a poucos artistas por suas contribuições extraordinárias para a The Walt Disney Company. Na cerimônia, Kirk desejou, para sua posteridade, “ser lembrado por meu trabalho na Disney, como ‘O Meu Melhor Companheiro’ e ‘A Cidadela dos Robinson'”. E contou como se sentiu orgulhoso no dia em que Walt Disney o apresentou para a famosa colunista de fofocas Hedda Hopper como seu amuleto da sorte. Tommy Kirk foi um dos maiores campeões de bilheteria da Disney, antes de ser descartado pelo estúdio por homofobia. “O Meu Melhor Companheiro” foi selecionado para preservação por inestimável importância histórica e cultural no Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso em 2019.
Entre Laços: Primeira série latina da Disney+ ganha teaser
Primeira série original da Disney+ produzida na América Latina, “Entre Laços” (Entrelazados) ganhou seu primeiro pôster e teaser em clima de fantasia. A atração argentina acompanha Allegra, uma garota que embarca em uma viagem no tempo para unir família. A prévia mostra a protagonista encontrando uma pulseira misteriosa escondida em sua casa, que vai levá-la a 1994, época em que sua mãe tinha a mesma idade que ela possui agora. Aproveitando-se deste evento mágico, ela vai tentar consertar a relação de sua mãe com a avó, que é uma lenda viva no mundo da comédia musical. Escrita por Claudio Lacelli (“Simona”), Laura Farhi (“Sou Luna”) e Javier Castro Albano (“O11ze”), a produção destaca em seu elenco a atriz Carolina Domenech (“Aliados”) como Allegra, Clara Alonso (“Violetta”) como a versão adolescente de sua mãe e Elena Roger (“O Médico Alemão”) como sua avó jovem. A estreia está marcada para 12 de novembro.
O Livro de Boba Fett: Nova série de “Star Wars” estreia em dezembro na Disney+
As redes sociais da franquia “Star Wars” anunciaram que “O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett), nova série da Disney+, vai estrear ainda este ano, no dia 29 de dezembro. A série foi anunciada nas cenas pós-créditos do episódio final da 2ª temporada de “The Mandalorian”, exibido em dezembro do ano passado, e vai seguir as aventuras do caçador de recompensas Boba Fett após sua “ressurreição”. O personagem interpretado por Temuera Morriso não só sobreviveu aos eventos da trilogia cinematográfica original como conseguiu uma aliada e, ao recuperar seu traje clássico e ajudar a missão do mandaloriano, tornou-se o novo chefe dos contrabandistas da galáxia ao conquistar a fortaleza de Jabba, o Hutt. “O Livro de Boba Fett” será comandada pelo criador e o showrunner de “The Mandalorian”, respectivamente o cineasta Jon Favreau e o produtor-roteirista Dave Filoni, além do diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), que entrou na equipe após dirigir um episódio daquela série. O trio deu liga durante as filmagens do episódio “The Tragedy”, da 2ª temporada de “The Mandalorian”, que foi justamente o capítulo responsável por reintroduzir Boba Fett. Eles vão contar agora o que acontece após a cena pós-créditos, em que Boba Fett (Temuera Morrison) e Fennec Shand (Ming-Na wen) assumem o controle do antigo castelo de Jaba em Tatooine. Com a prioridade dada para esta história, “The Mandalorian” só vai retornar em 2022. 🚨 Atenção para a notícia urgente: foi confirmada a data de #OLivroDeBobaFett, nova Série Original. 👉 Estreia exclusiva em 29 de dezembro. Só no @DisneyPlusBR. 👈 pic.twitter.com/FsEFFDa49o — Star Wars Brasil (@StarWarsBR) September 29, 2021
Disney+ renova “A Misteriosa Sociedade Benedict”
A Disney+ anunciou a renovação de “A Misteriosa Sociedade Benedict”, série de aventura infantil lançada em junho e baseada no romance best-seller de Trenton Lee Stewart. A produção segue a história de quatro órfãos talentosos que, após vencerem uma competição por uma bolsa de estudos, são selecionados e recrutados pelo excêntrico Sr. Benedict (Tony Hale, de “Veep”) para salvar o mundo de uma crise global conhecida como “A Emergência” – e que é culpa de seu irmão gêmeo do mal. Desenvolvida pelos roteiristas Phil Hay e Matt Manfredi (ambos de “Policial em Apuros”) e com direção do cineasta James Bobin (“Os Muppets”), a série destaca um elenco mirim formado por Emmy DeOliveira (“Flacked”), Seth Carr (“Esquadrão de Cavaleiros”), a pequena russa Marta Kessler (“Survive”) e o estreante Mystic Inscho, além de Kristen Schaal (“O Último Cara da Terra”) como a professora responsável por selecioná-los. “Estamos emocionados por ter a oportunidade de continuar nossa jornada no mundo espirituoso, caloroso e maravilhoso de Trenton Lee Stewart em uma 2ª temporada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict'”, disseram os produtores em um comunicado. “Essa já foi uma experiência tão especial, graças ao nosso elenco e colaboradores marcantes. A crença que a 20th Television e a Disney+ demonstraram em nosso programa e seu compromisso com seus valores de gentileza, empatia e a celebração de diferentes formas de ser tornam tudo isso uma grande alegria.” As gravações dos novos episódios vão começar no início de 2022, visando uma estreia no final do ano que vem. Lembre abaixo do trailer da 1ª temporada, que se encerrou após oito episódios no dia 6 de agosto.
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” já foi visto por 1,8 milhão de brasileiros
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” liderou o último fim de semana de setembro nas bilheteiras brasileiras, mantendo-se em 1º lugar pela quarta vez consecutiva com R$ 3,05 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme da Disney/Marvel já foi visto por 1,8 milhão de pessoas e faturou R$ 34,1 milhões no país, o que representa a terceira maior arrecadação do ano. Apesar da boa marca, esse desempenho foi um dos poucos dados positivos do mercado nacional durante o mês que se encerra. A cada semana registrando menos público, o circuito exibidor vendeu 410,9 mil ingressos e totalizou R$ 7,3 milhões em bilheteria entre quinta-feira e domingo (26/9), segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma diminuição de cerca de 20% em relação à frequência da semana anterior, que já era 50% menor que a da semana que a antecedeu, quando 776,3 mil pagantes foram aos cinemas. No novo levantamento, a animação “Patrulha Canina – O Filme” também se manteve no 2º lugar, com arrecadação 60% menor que o longa da Marvel: R$ 1,2 milhão. O Top 3 se completa com uma estreia do fim de semana passado, o terror “A Casa Sombria”, que abriu em 3º lugar com R$ 937 mil. Confira abaixo as 10 maiores bilheterias do Brasil, de acordo com a Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 23-26/9:1. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis2. Patrulha Canina3. A Casa Sombria4. Escape Room 25. Maligno6. Mate ou Morra7. No Ritmo do Coração8. Abelhinha Maya 29. Poderoso Chefinho10. Infiltrado — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 27, 2021
“Shang-Chi” vira filme mais bem-sucedido da pandemia na América do Norte
Líder das bilheterias pelo quarto fim de semana consecutivo, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” faturou mais US$ 13,3 milhões para atingir um total de US$ 196,5 milhões nos EUA e Canadá. A quantia transformou a produção da Marvel/Disney no filme mais bem-sucedido da pandemia no mercado norte-americano. O montante superou com folga a arrecadação de “Viúva Negra”, que liderava o ranking com US$ 183,4 milhões. Mas o filme de Scarlett Johansson continua na frente na soma mundial. “Shang-Chi” tem US$ 166,9 milhões no exterior, totalizando US$ 363,4 milhões em todo o mundo, contra US$ 378 milhões globais de “Viúva Negra”, que foi lançada simultaneamente na Disney+. O bloqueio do lançamento na China, que vetou a produção devido à opiniões do astro Simu Liu sobre o país, impediu o filme do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu de atingir maior faturamento internacional. Apesar do sucesso norte-americano, o longa nem de longe ameaça o domínio global de “Velozes & Furiosos 9”, maior blockbuster de 2021, com US$ 716,5 milhões de ingressos vendidos ao redor do mundo. Mas “Shang-Chi” demonstra ter fôlego para acrescentar ainda muitos milhões em sua conta. Neste fim de semana, sua bilheteria foi quase o dobro da obtida pelo segundo filme melhor colocado, o musical da Universal “Querido Evan Hansen”, que rendeu US$ 7,5 milhões. Principal estreia de sexta passada (24/9), a adaptação da Broadway amargou rejeição da crítica, atingindo apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes. O fracasso acontece num ano que experimenta excesso de lançamentos musicais, tanto nos cinemas quanto em streaming. Culpa de “La La Land”. A realidade das bilheterias tem demonstrado que o desempenho do filme de 2016 foi pontual e não um retorno à era de ouro dos musicais de Hollywood. Lançado poucos meses após o desastre de “Cats”, “Em um Bairro de Nova York”, adaptação da peça de Lin-Manuel Miranda, também chegou durante a pandemia e se saiu um pouco melhor, com um faturamento inicial de US$ 11,5 milhões, mas atingiu apenas US$ 29,8 milhões no mercado interno – ainda que com uma diferença: estreou simultaneamente na HBO Max. O desastre de “Querido Evan Hansen” deixa claro que aquilo que funciona no palco não tem garantia nas telas. A produção da Universal tentou repetir o fenômeno da montagem de 2016, premiada com seis troféus Tony (o Oscar do teatro), ao escalar o mesmo ator, Ben Platt, no papel principal. Só que, agora com 27 anos, ele foi ridicularizado por tentar passar por estudante do Ensino Médio na versão cinematográfica. O pódio das bilheterias norte-americanas se completa com “Free Guy – Assumindo o Controle”. A comédia fantasiosa estrelada por Ryan Reynolds faturou US$ 4,1 milhões em seu sétimo fim de semana, atingindo um total doméstico de US$ 114,1 milhões. Globalmente, o filme está com US$ 317,4 milhões graças à diferença feita pelo lançamento chinês, que responde por US$ 94 milhões da conta. O terror “A Lenda de Candyman” e o drama “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, estrelado e dirigido por Clint Eastwood, fecham o Top 5 com US$ 2,5 milhões e US$ 2,1 milhões de arrecadação no fim de semana, respectivamente.
Os Muppets vão parar na Mansão Assombrada em trailer de especial de Halloween
A Disney+ vai lançar um especial de Halloween dos Muppets. Intitulado “Muppets Haunted Mansion: A Festa Aterrotizante”, a produção ganhou pôster e seu primeiro trailer. A prévia pode ser conferida abaixo em versão dublada em português e com o idioma original em inglês. Com direção de Kirk R. Thatcher (“Agora Muppets”), o especial vai mostrar Gonzo diante do maior desafio da sua vida. Ele topa passar uma noite no lugar mais sombrio e sorridente da Terra: a Mansão Mal-Assombrada da Disneylândia. Além dos Muppers, o elenco também vai contar com participações de Will Arnett (“Arrested Devolopment”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Darren Criss (“Glee”), Taraji P. Henson (“Empire”), Chrissy Metz (“This Is Us”), Danny Trejo (“Machete”), Craig Robinson (“Ghosted”), John Stamos (“Big Shot”), Justina Machado (“One Day at a Time”) e o recém falecido Ed Asner (“Lou Grant”). A estreia está marcada para 8 de outubro.
40 séries estreiam em streaming nesta semana!
A multiplicação dos serviços de streaming desafia a capacidade do público para maratonar séries nesta semana, em que acontecem nada menos que 40 estreias do gênero. Embora a maioria seja composta por lançamentos atuais, a lista também inclui conteúdos clássicos que ainda não estavam disponíveis em streaming. Extremamente variada, a lista destaca a minissérie “Missa da Meia-Noite”, terceira atração de terror do diretor de “Doutor Sono”, Mike Flanagan, após “A Maldição da Residência Hill” e “A Maldição da Mansão Bly”); a ambiciosa produção épica “Fundação”, baseada num dos maiores clássicos da literatura sci-fi, de Isaac Asimov (1920-1992), materializada com orçamento milionário; o drama de true crime “BMF” (Black Mafia Family), produzido pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson, sobre uma das mais infames e influentes famílias de criminosos de Detroit nos anos 1980 – com estreia no domingo (26/9) – ; a reinvenção do clássico “Kung Fu” como uma jornada mística de uma adolescente contemporânea; as cultuadas produções de noir nórdico “Cara a Cara” e “Aqueles que Matam”; um documentário sobre as músicas de Paul McCartney; as continuações da séries “Evil”, “Manifest”, “Cara Gente Branca” e “Patrulha do Destino” (Doom Patrol)… São muitas opções, incluindo dez títulos animados. E os desenhos também tem seus destaques, como o absolutamente clássico “Os Jetsons”, que imaginava o futuro nos 1960, até novas explorações das franquias “Star Wars” e “Star Trek”, além de três séries completas de “Batman” – com direito à estreia da Arlequina na revolucionária “Batman: A Série Animada” – para comemorar o aniversário de 82 anos do personagem. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das quatro dezenas de opções de séries disponibilizados em streaming nesta semana. Missa da Meia-Noite | EUA | 1 Temporada (Netflix) American Rust | EUA | 1 Temporada (Paramount+) Entre Homens | Argentina | 1 Temporada (HBO Max) 11.22.63 | EUA | 1 Temporada (HBO Max) Constantine | EUA | 1 Temporada (HBO Max) McCartney 3,2,1 | EUA | 1 Temporada (Star+) Fundação | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) BMF | EUA | 1ª Temporada (Starzplay) Kung Fu | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Blood & Treasure | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) Vai Dar Tudo Certo | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Rap na Rinha | Argentina | 1ª Temporada (HBO Max) Jaguar | Espanha | 1ª Temporada (Netflix) Herdeiros da Noite | Holanda | 1ª Temporada (Disney+) Cara a Cara | Dinamarca | 1ª Temporada (HBO Max) Submundo do Crime | França | 1ª Temporada (Netflix) Bangkok no Limite | Tailândia | 1ª Temporada (Netflix) Evil | EUA | 2ª Temporada – Parte 1 (Globoplay) Miracle Workers | EUA | 2ª Temporada (HBO Max) Patrulha do Destino | EUA | 3ª Temporada (HBO Max) Manifest | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) Sangue e Água | África do Sul | 2ª Temporada (Netflix) Cara Gente Branca | EUA | 4ª Temporada (Netflix) Goliath | EUA | 4ª Temporada (Amazon Prime Video) Rotas do Ódio | Brasil | 4ª Temporada (Globoplay) Aqueles que Matam | Dinamarca | 2 Temporadas (HBO Max) The Chi | EUA | 3 Temporadas (Star+) Vivendo o Agora | Alemanha | 3 Temporadas (Globoplay) Acampados | EUA | 4 Temporadas (Disney+) Superstore | EUA | 5 Temporadas (Netflix) Star Wars: Visions | Japão | 1ª Temporada (Disney+) Star Trek: Lower Decks | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) The Harper House | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) Wolfboy and the Everything Factory | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Gigantosaurus | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Os Jetsons | EUA | 3 Temporadas (HBO Max) Batman: A Série Animada | EUA | 3 Temporadas (HBO Max) Batman do Futuro | EUA | 3 Temporadas (HBO Max) The Batman | EUA | 4 Temporadas (HBO Max) Samurai Jack | EUA | 5 Temporadas (HBO Max)
Livros do diretor de “Harry Potter” vão virar série de fantasia na Disney+
O diretor Chris Columbus, conhecido por levar “Esqueceram de Mim”, “Harry Potter” e “Percy Jackson” aos cinemas, prepara-se para lançar uma nova franquia juvenil, desta vez baseada em livros que ele próprio escreveu. O cineasta está à frente da adaptação de “Casa de Segredos” (House of Secrets) para a Disney+. O diretor de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” é co-autor da trilogia “Casa de Segredos” em parceria com o falecido Ned Vizzini. Ele lançou os livros em 2013, após ver o impacto de “Harry Potter” no público infantil, e inspirando-se também em outra aventura clássica que ele escreveu para o cinema, nada menos que “Os Goonies”. A trama de “House of Secrets” acompanha três irmãos, Brendan, Eleanor e Cordelia Walker, que não ficam nada satisfeitos quando sua família se muda para uma casa vitoriana assustadora, que já foi propriedade de um escritor de romances de terror, Denver Kristoff. Logo, eles descobrem que a casa é mágica, abrigando o universo real dos livros de Kritoff, e seu novo vizinho tem planos sinistros para eles. Ainda não há previsão para a estreia da série.












