Trailer apresenta última aventura de Indiana Jones antes da aposentadoria
A Disney divulgou divulgou um novo pôster e o último trailer de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, que mostra a última aventura do herói antes da aposentadoria. Há desde cavalgadas entre tiros por ruas movimentas da cidade de Nova York até uma queda livre de avião, além de flashback em que o herói aparece rejuvenescido por computação gráfica. O filme que traz Harrison Ford de volta ao papel-título se passa em 1969, mas ainda apresenta ameaças nazistas, agora infiltrada no programa espacial americano. Para ajudá-lo na nova aventura, Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) foi escalada como Helena, uma afilhada do arqueólogo aventureiro. O resto do elenco inclui Mads Mikkelsen (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) e Boyd Holbrook (“Sandman”), que vivem os vilões do novo filme, Antonio Banderas (“Uncharted”), Shaunette Renée Wilson (“Pantera Negra”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Thomas Kretschmann (“King Kong”) e John Rhys-Davies, que retoma o papel de Sallah, o maior escavador do Egito, introduzido no clássico “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) e visto pela última vez em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989). O filme tem direção de James Mangold (“Logan”) e estreia em 29 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Modelo processa Disney por estupro sofrido em 2001
A modelo e ativista Sara Ziff entrou com uma ação no tribunal civil de Nova York nesta quinta-feira (6/4) alegando que foi estuprada quando adolescente por Fabrizio Lombardo, um ex-executivo da Miramax descrito como o “capanga” de Harvey Weinstein. Além de Lombardo, Ziff também está processando a Miramax e a Disney, alegando que as empresas estavam cientes de que Lombardo e Weinstein usavam seus cargos e influência para atrair mulheres. O processo foi aberto sob a Lei de Sobreviventes Adultos de Nova York, que suspendeu temporariamente a prescrição de violência sexual para vítimas de crimes antigos. “Hoje dei um passo importante para buscar responsabilidade e, finalmente, avançar para a cura. O que aconteceu comigo aos 19 anos foi um momento catalisador para o trabalho da minha vida”, disse Ziff em um comunicado sobre o processo. De acordo com seu processo, Ziff era uma modelo de 19 anos e aspirante a atriz quando conheceu Lombardo em 2001. Seu agente recomendou que ela comparecesse a uma exibição do filme “Falcão Negro em Perigo (2001), em Nova York, com Lombardo, que na época era executivo da Miramax. Na exibição, Lombardo prometeu apresentá-la a Harvey Weinstein, que poderia ajudá-la na carreira de atriz. Segundo o processo, quando chegaram ao hotel, Lombardo a conduziu até a suíte da cobertura. Lá, ela começou a duvidar da situação e, logo em seguida, Lombardo começou a fazer “avanços indesejados” esfregando sua coxa na modelo, enquanto Ziff afastava suas mãos. “Desesperada para impedir que o Sr. Lombardo a tocasse, mas com medo de perder oportunidades profissionais, a Sra. Ziff deixou claro que tinha namorado e não estava interessada nele”, afirma o processo. Revoltado com a rejeição da modelo, Lombardo teria forçado Ziff a deitar na cama e a estuprou enquanto ela gritava que não queria ter relações sexuais com ele. Quando terminou, Lombardo ainda teria dito que “era fantástico que uma garota tão nova achasse um homem da idade dele atraente”. Semanas após o estupro, Lombardo teria convidado Ziff para três reuniões diferentes. Uma delas, inclusive, com Harvey Weinstein e o fotógrafo Patrick Demarchelier. Segundo os laudos do processo, Ziff compareceu às reuniões porque tinha medo que o Sr. Lombardo usasse suas poderosas conexões na indústria para destruir sua carreira, que ainda estava começo. “Lombardo nunca teria sido capaz de estuprar a Sra. Ziff se não fosse por sua posição na Miramax e na Disney”, afirma o processo. A Disney, que era dona da Miramax no período, não respondeu aos pedidos de comentários. Harvey Weinstein também é apontado como réu no processo, assim como os atuais proprietários da Miramax. “Sara Ziff não está acusando Harvey Weinstein de estupro nem alega que houve qualquer má conduta sexual dirigida a ela pelo Sr. Weinstein. Suas alegações de estupro são dirigidas a Fabrizio Lombardo”, disse Imran H. Ansari, advogado de Weinstein. “Sr. Weinstein nega firmemente que tenha qualquer responsabilidade pela suposta conduta de outro”. Na época da suposta agressão de Ziff, Lombardo era amigo próximo de Weinstein e chefe da Miramax na Itália. Weinstein, inclusive, foi padrinho de casamento de Lombardo em 2003. Em 2017, a atriz Asia Argento (“Triplo X”) e as modelos Samantha Panagrosso e Zoë Brock alegaram que Lombardo “arrumava” mulheres para Weinstein, atraindo-as para reuniões privadas com o produtor, que as violou. Argento disse à Variety que, durante o Festival de Cannes de 1997, Lombardo a enganou para que ela fosse ao quarto de Weinstein no Hôtel du Cap-Eden-Roc, onde ela acabou sendo estuprada. A modelo australiana Zoë Brock também afirmou que Lombardo a enganou para ir ao quarto de hotel particular de Weinstein no mesmo festival, onde o magnata do cinema se despiu e a perseguiu pelo quarto. “Acredito que ele era um capanga do Weinstein e responsável por lhe ajudar a conseguir mulheres”, escreveu a modelo em suas redes sociais. Em 2017, o diretor de cinema britânico Nigel Cole (“De Repente é Amor”) tuitou sobre um encontro com Lombardo em um almoço no Festival de Cannes de 2003: “Perguntei a ele o que ele fazia por Harvey e ele respondeu que era o seu cafetão”. Na época das primeiras acusações, Lombardo negou veementemente de que agia como um capanga de Weinstein. Sara Ziff, por sua vez, tem sido uma forte militante na luta pela equidade de gênero no mundo da moda. Em 2012, ela fundou a Model Alliance, um grupo de defesa de melhores condições de trabalho para modelos e trabalhadores da indústria. Disney, Lombardo e Miramax ainda não se pronunciaram sobre as acusações.
Lizzo mostra fotos dos bastidores de sua participação em “The Mandalorian”
A cantora Lizzo divulgou nas redes sociais imagens de bastidores de sua participação no episódio desta semana da 3ª temporada de “The Mandalorian”. Junto das imagens, ela comemorou o fato de realizar seu sonho de atuar em uma produção de “Star Wars”. “Quando criança, meu pai me mostrou ‘Star Wars’ como um rito de passagem”, escreveu. “Quando consegui o papel da Duquesa [na série], chorei o dia todo. Pai, queria que você estivesse aqui para ver isso! Obrigado a todos na Galáxia, agora faço parte dessa saga sempre em expansão das Estrelas. Este é o caminho. Que a Força esteja com você”. No episódio disponibilizado na quarta (5/4) na Disney+, a cantora Lizzo fez par como comediante Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) e também contracenou com o veterano Christopher Lloyd (“De Volta ao Furuto”). Eles interpretaram os novos personagens Duquesa do planeta Plazir-15, o Capitão Bombardier e o Comissário do Planeta, respectivamente. A série da Lucasfilm tem apresentado muitas participações na atual temporada. Um dos destaques recentes foi o ator Ahmed Best, conhecido entre os fãs de “Star Wars” por ter interpretado o personagem Jar Jar Binks nos episódios 1, 2 e 3 da franquia, que apareceu na série como o destemido jedi Kelleran Beq. Atualmente em exibição na Disney+, a 3ª temporada de “The Mandalorian” continua a história de Din Djarin (Pedro Pascal) e Grogu depois de suas aparições como coadjuvantes em “O Livro de Boba Fett” do ano passado. Os novos episódios acompanham a jornada de Djarin para recuperar sua honra após cair em desgraça no credo dos mandalorianos. Para isso, ele decide retornar ao devastado planeta Mandalore, com direito a uma parceria com Bo-Katan (Katee Sackhoff), que reivindica o trono do planeta. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” também foi o primeiro sucesso da plataforma Disney+ e venceu nada menos que 14 prêmios Emmy em suas duas temporadas iniciais, incluindo dois troféus de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lizzo (@lizzobeeating)
Disney confirma que “Indiana Jones 5” encerra a franquia
A Disney emitiu um comunicado oficial confirmando que “Indiana Jones e A Relíquia do Destino” será o último filme da franquia. No texto, o estúdio se referiu ao longa como “a altamente aguardada parte final da amada franquia”. Foi a primeira vez que o estúdio classificou o filme desta forma, indicando a despedida do arqueólogo aventureiro. O diretor James Mangold, que substituiu Steven Spielberg no comando do filme, também já tinha chamado a produção de “aventura final de Indiana Jones”. Para completar, o ator Harrison Ford, que interpreta o personagem-título, anunciou que este seria seu último filme como Indiana Jones. No entanto, apesar de ser o fim da franquia original, a Disney não descarta a possibilidade de fazer um reboot da história no futuro. “Indiana Jones e A Relíquia do Destino” encontra o personagem em 1969, durante a Guerra Fria e a corrida espacial. Ele entra em conflito com Voller, um cientista nazista que agora trabalha para a NASA. O elenco também conta com Mads Mikkelsen (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Boyd Holbrook (“Sandman”), Antonio Banderas (“Uncharted”), Shaunette Renée Wilson (“Pantera Negra”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Thomas Kretschmann (“King Kong”) e John Rhys-Davies, que retoma o papel de Sallah, o maior escavador do Egito, introduzido no clássico “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) e visto pela última vez em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989). Com direção de James Mangold e produção de Steven Spielberg, “Indiana Jones e A Relíquia do Destino” terá première mundial no Festival de Cannes e estreia nos cinemas brasileiros em 29 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA.
Banda dos Muppets ganha série. Veja o trailer
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer de “The Muppets Mayhem”, nova série dos fantoches infantis, que acompanha a banda de rock dos Muppets. Depois de 45 anos de rock, a banda The Electric Mayhem embarca em uma jornada musical épica para finalmente gravar seu primeiro álbum. Com a ajuda de uma jovem executiva da música, Nora, o grupo se depara com a cena musical atual enquanto tentam finalmente chegar ao estrelato. The Electric Mayhem acompanha os Muppets desde o primeiríssimo episódio de “The Muppet Show” em 1975. Eles eram a banda residente do programa, com personalidades e aparências inspiradas em celebridades do rock da época. A série contará com participações de Lilly Singh (“Os Caras Malvados”), Tahj Mowry (“De Férias da Família”), Saara Chaudry (“A Ganha-Pão”) e Anders Holm (“Um Senhor Estagiário”). A estreia está marcada para o dia 10 de maio.
Músicas de “A Pequena Sereia” foram mudadas no novo filme para refletir mundo atual
O live-action de “A Pequena Sereia” fez algumas alterações em letras das canções do filme original. Trechos que hoje podem ser vistos como problemáticos foram atualizados por Alan Menken, que escreveu as músicas da animação de 1989 e também trabalha no live-action de 2023. “Há algumas mudanças em ‘Kiss the Girl’ porque as pessoas ficaram muito sensíveis sobre a ideia de que o príncipe Eric iria, de alguma forma, assediá-la”, explicou Menken à revista Vanity Fair. “Também temos algumas revisões em ‘Poor Unfortunate Souls’ em relação a falas que podem fazer com que as meninas, de alguma forma, sintam que não devem falar fora de hora, mesmo que Úrsula esteja claramente debochando e manipulando Ariel para desistir de sua voz”. “Kiss the Girl” é um dos principais momentos musicais entre Ariel (Halle Bailey, de “As Férias da Minha Vida”) e o príncipe Eric (Jonah Hauer-King, de “A Caminho de Casa”) em “A Pequena Sereia”. Os dois estão em um passeio de barco romântico e Sebastião, o caranguejo, incentiva Eric a dar um beijo em Ariel. Além das modificações nas canções originais, também foi revelado que “A Pequena Sereia” terá 3 novas faixas, todas compostas por Alan Menken. As 3 novas músicas são: “Wild Uncharted Waters”, cantada pelo príncipe Eric; “Scuttlebutt”, cantada por Linguado e Sebastião e “For the First Time”, cantada por Ariel. Dirigido por Rob Marshall (“Chicago”), o filme é estrelado por Halle Bailey, Jonah Hauer-King e ainda conta com Javier Bardem (“Lilo Lilo Crocodilo”) e Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) no elenco. “A Pequena Sereia” estreia em 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Lizzo e Jack Black participam de “The Mandalorian”
O universo “Star Wars” ganhou três adições famosas nesta quarta (5//4). O sexto episódio da 3ª temporada de “The Mandalorian”, intitulado “Guns for Hire”, apresentou a cantora Lizzo e o comediante Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) como um casal, além do veterano Christopher Lloyd (“De Volta ao Furuto”). Eles interpretam os novos personagens Duquesa do planeta Plazir-15, o Capitão Bombardier e o Comissário do Planeta, respectivamente. A série da Lucasfilm tem apresentado muitas participações na atual temporada. Um dos destaques recentes foi o ator Ahmed Best, conhecido entre os fãs de “Star Wars” por ter interpretado o personagem Jar Jar Binks nos episódios 1, 2 e 3 da franquia, que apareceu na série como o destemido jedi Kelleran Beq. Atualmente em exibição na Disney+, a 3ª temporada de “The Mandalorian” continua a história de Din Djarin (Pedro Pascal) e Grogu após suas participações coadjuvantes em “O Livro de Boba Fett” do ano passado. Os novos episódios acompanham a jornada de Djarin para recuperar sua honra após cair em desgraça no credo dos mandalorianos. Para isso, ele decide retornar ao devastado planeta Mandalore, com direito a uma parceria com Bo-Katan (Katee Sackhoff), que reivindica o trono do planeta. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” também foi o primeiro sucesso da plataforma Disney+ e venceu nada menos que 14 prêmios Emmy em suas temporadas já exibidas, incluindo dois troféus de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Confira abaixo um trecho das participações de Lizzo e Jack Black na produção.
Trilha sonora de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” junta Beastie Boys, Radiohead e Alice Cooper
Anda faltam dois meses para “Guardiões da Galáxia Vol. 3” estrear nos cinemas, mas já dá para ouvi-lo chegando. O cineasta James Gunn revelou a lista das faixas da trilha sonora oficial, que já pode ser ouvida em plataformas digitais como Apple Music ou Spotify. Em uma entrevista à revista Rolling Stone, Gunn explicou que a versão acústica de “Creep”, do Radiohead, define o tom do filme. “Não começa com ‘Mr. Blue Sky’ (como em Guardiões da Galáxia Vol. 2)”, disse ele. “Não começa com ‘Come and Get Your Love’ (como no primeiro filme). Começa com a versão acústica de ‘Creep’ do Radiohead. E isso é um tom muito diferente desde o início em relação aos outros dois filmes”. A trilha também é das mais ecléticas da franquia. Além do Radiohead, apresenta, entre outras faixas, “Dog Days Are Over” de Florence + The Machine, “Badlands” de Bruce Springsteen, “Crazy on You” do Heart, “No Sleep Till Brooklyn” dos Beastie Boys, “Poor Girl” da banda punk X, “This is The Day” do The The, “I’m Always Chasing Rainbows” de Alice Cooper e “In the Meantime” do Spacehog, esta última apresentada num dos trailers já divulgados. No novo filme, Gamora surge como uma Saqueadora (Ravager), que não se lembra de seus companheiros dos Guardiões – a personagem não é a mesma dos primeiros filmes, morta por Thanos, mas uma variante introduzida em “Vingadores: Ultimato”. Em compensação, sua irmã Nebulosa (Karen Gillan) deixa de ser tão séria e até faz piadas, totalmente integrada ao grupo. Groot (dublado por Vin Diesel) também cresceu e virou um jovem adulto. Mas o centro da história é mesmo a origem de Rocket e a luta contra o Alto Evolucionário. Além dos citados, o elenco inclui Chris Pratt como Senhor das Estrelas (Star-Lord), Dave Bautista como Drax, Pom Klementieff como Mantis, Sean Gunn como Kraglin e Elizabeth Debicki como Ayesha, vista na cena final do “Vol. 2” criando Adam Warlock, novo personagem que é interpretado por Will Poulter (“Maze Runner”) na continuação. “Guardiões da Galáxia Vol. 3” chegará aos cinemas brasileiros em 4 de maio, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira abaixo a lista completa das faixas da trilha sonora. 01. “Creep” (Acoustic Version) – RADIOHEAD 02. “Crazy On You” – HEART 03. “Since You Been Gone” – RAINBOW 04. “In The Meantime” – SPACEHOG 05. “Reasons” – EARTH, WIND AND FIRE 06. “Do You Realize??” – THE FLAMING LIPS 07. “We Care a Lot” – FAITH NO MORE 08. “Koinu No Carnival” (From “Minute Waltz”) – EHAMIC 09. “I’m Always Chasing Rainbows” – ALICE COOPER 10. “San Francisco” – THE MOWGLI’S 11. “Poor Girl” – X 12. “This Is The Day” – THE THE 13. “No Sleep Till Brooklyn” – BEASTIE BOYS 14. “Dog Days Are Over” – FLORENCE + THE MACHINE 15. “Badlands” – BRUCE SPRINGSTEEN 16. “I Will Dare” – THE REPLACEMENTS 17. “Come And Get Your Love” – REDBONE
Deadpool 3: Morena Baccarin cita dificuldades na negociação para novo filme do herói
A brasileira Morena Baccarin, que viveu Vanessa, interesse amoroso de Deadpool nos dois primeiros filmes do herói, não sabe se voltará para o terceiro, que seria sua estreia no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Em entrevista ao podcast “Inside of You with Michael Rosenbaum”, a atriz disse que precisava “ser diplomática” ao falar sobre “Deadpool 3”. Reafirmando que “gostaria muito” de estar presente na nova produção, ela confessou que o filme era um “assunto delicado”. Ela revelou que a Marvel a procurou recentemente para conversar sobre seu retorno. No entanto, as duas partes ainda estão negociando sua participação no longa e ela não tem certeza se as conversas irão avançar. “No momento, não concordamos com os termos e todos estão fazendo o possível para isso acontecer. Pode ou não dar certo. Não sei”, afirmou a atriz. Com Hugh Jackman retornando ao papel de mutante, a atriz acredita que Marvel e Disney estariam muito mais interessadas em fazer um filme “sobre Wolverine e Deadpool” do que falar dos antigos personagens, e a trama giraria em torno do relacionamento dos dois personagens, um encontro que os fãs desejam há mais de uma década. A atriz deu a entender que não gostaria de voltar para fazer figuração. “Deadpool 3” vai estrear nos cinemas em 8 de novembro de 2024.
CEO da Disney diz que governador “só prejudica a Flórida” com ataques à empresa
O CEO da Disney Bob Iger fez um raro comentário político durante o encontro trimestral com acionistas nesta segunda-feira (3/4), defendendo a posição da Disney em relação a questões de gênero e criticando o governador da Flórida, Ron DeSantis, por sua decisão de “punir” a empresa por conta disso. Segundo Iger, as decisões anti-Disney do político “não são apenas anti-business, mas anti-Flórida”. Neste segunda-feira (3/4), o New York Times noticiou que DeSantis pediu às autoridades da Flórida que investigassem o conselho da Disney World. “Parece que ele decidiu retaliar contra nós”, disse Iger durante a reunião dos acionistas da empresa, e referiu-se aos vários ataques do governador como uma tentativa de “punir uma empresa pelo exercício de um direito constitucional”, que seria a Liberdade de Expressão. “Isso parece muito errado para mim”, acrescentou Iger, que voltou ao cargo de CEO no final do ano passado, após a dispensa de Bob Chapek. “Atualmente, estamos planejando investir mais de US$ 17 bilhões na Disney World pelos próximos 10 anos”, continuou Iger, observando que a Disney estima que isso levará a 13 mil novos empregos e “milhares de empregos indiretos” no estado, trazendo assim mais impostos para a Flórida. O empresário apontou que qualquer tentativa feita por DeSantis para “frustrar” esses esforços “só prejudica a Flórida”. A reunião dos acionistas da Disney também teve o CEO respondendo várias perguntas relacionadas à situação da Disney no estado, incluindo por que a empresa se posicionou contra o Projeto de lei apelidado de “Don’t Say Gay”, que proíbe escolas de ensinarem sobre identidade de gênero e dá aos pais o poder de processar escolas por supostas violações. “Há uma verdadeira razão para isso. Isso afeta diretamente nossos negócios ou pessoas”, disse Iger, citando como a Disney se posicionou durante o movimento dos direitos civis e a 2ª Guerra Mundial. “Aqueles que ficaram em silêncio, de certa forma, ainda carregam a mancha da indiferença”. E continuou: “Enquanto eu estiver no cargo, seremos guiados por um senso de decência. Confiaremos em nosso instinto de que a questão é realmente relevante para nós e para as pessoas com quem trabalhamos”. “Eu apenas espero que a Disney continue sendo uma fonte de esperança e otimismo para o mundo. Estamos honrados em levar adiante o legado inspirador de alegria e admiração de Walt Disney para todos”, finalizou Iger. DeSantis encerrou um contrato que dava autonomia à Disney World e isenções fiscais para a empresa na Flórida, acusando a Disney de promover uma agenda LGBTQIAP+ para “injetar sexualidade na programação que é fornecida aos nossos filhos mais novos”. E declarou: “Não quero no meu estado esse tipo de agenda recebendo tratamento especial. Eu simplesmente não aceito”.
Moana: Disney anuncia versão live-action da animação
O CEO Bob Iger anunciou, durante uma reunião de acionistas da Disney nesta segunda-feira (3/4), que a empresa fará uma versão live-action de “Moana – Um Mar de Aventuras” (2016). O anúncio foi acompanhado por um vídeo especial de Dwayne “The Rock” Johnson, apresentando o projeto. Johnson, que deu voz a Maui na animação, retornará ao papel do grandioso semideus do vento e do mar na nova versão. Além disso, o astro também servirá como produtor junto com Auli‘i Cravalho, que dublou Moana na animação. O ator também usou o Twitter para confirmar a produção. “É uma honra dizer que estamos levando a bela história de Moana em live-action para os cinemas!”, escreveu o ator. “Maui mudou minha vida (sinto sua falta, vovô) e estou honrado em fazer parceria com Disney para contar nossa história através do reino da música e dança que, no fundo, é quem somos como povo polinésio”. Ele complementou: “Esta história é minha cultura e é emblemática da graça e força guerreira de nosso povo. Eu uso esta cultura com orgulho na minha pele e na minha alma, e esta oportunidade única na vida de me reunir com Maui, inspirado pela mana e pelo espírito do meu falecido avô, High Chief Peter Maivia, é algo muito profundo para mim”. Jared Bush, que escreveu o roteiro do longa original, retomará sua função no remake. Nenhum diretor ainda está envolvido no projeto. “Moana” inspirou-se nos mitos polinésios ao contar a história de uma jovem que parte em uma missão para salvar seu povo. Durante a jornada, Moana conhece o poderoso semideus Maui, que a guia em sua busca para se tornar uma mestre. Juntos, eles navegam pelo oceano em uma viagem cheia de aventuras. O filme foi um sucesso de público e crítica, gerando mais de US$ 665 milhões em todo o mundo e ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Filme de Animação, mas acabou perdendo para outra produção da Disney, “Zootopia” (2016). A Disney foi pioneira na estratégia de refazer seus desenhos clássicos em live-action. Alguns filmes, como “A Bela e a Fera” (2017) e “Aladdin” (2019), tornaram-se grandes sucessos de bilheteria. Mas vale lembrar que a estratégia também rendeu insucessos, com alguns títulos sendo despejados diretamente em seu serviço de streaming, o Disney+. Ainda não há previsão de estreia para o live-action de “Moana”. Veja o vídeo do anúncio oficial feito por Dwayne Johnson.
“Dungeons & Dragons” estreia em 1º lugar nos EUA
A fantasia “Dungeons & Dragons: Honra entre Rebeldes” estreou no topo das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá neste fim de semana. A produção da Paramount fez US$ 38,5 milhões entre sexta e domingo (2/4), o suficiente para superar “John Wick 4: Baba Yaga” e liderar o ranking. O filme de grande orçamento baseado no jogo de tabuleiro “Dungeons & Dragons” superou as expectativas, já que analistas apontavam uma estreia de US$ 30 milhões, mas ainda precisará ter um bom desempenho de abril e maio para se pagar e lançar uma nova franquia cinematográfica, após ter custado US$ 150 milhões apenas de produção – sem P&A (cópias e publicidade). A favor da adaptação do jogo da Hasbro estão críticas excelentes, que lhe renderam 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, e uma nota A- do público no Cinemascore. O fim de semana do feriado de Páscoa também pode favorecer seu faturamento. O lançamento também teve um bom desempenho no exterior, estreando com US$ 33 milhões em 60 territórios. A soma das bilheterias doméstica e internacional é de US$ 71,5 milhões. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley. Especialistas em comédia, eles dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Além disso, escreveram roteiros de vários sucessos, inclusive de blockbusters de ação como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Já o elenco reúne Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Sophia Lillis (“It – A Coisa”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”), Justice Smith (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Hugh Grant (“The Undoing”). Na trama, Pine interpreta o mentor de um grupo de ladrões que se junta para impedir a destruição do mundo, após ajudarem os vilões, como Grant, a roubaram o que precisavam para realizar seus planos malignos. A estreia no Brasil está marcada para a próxima semana, em 15 de abril. “John Wick 4”, que estreou com uma bilheteria avassaladora de US$ 73,8 milhões no último fim de semana, caiu 62% para US$ 28,2 milhões em sua segunda semana, totalizando US$ 122,9 milhões no mercado interno. A soma mundial, por sua vez, está em US$ 245 milhões. Em 3º lugar na América do Norte, “Pânico VI” fez mais US$ 5,3 milhões, totalizando US$ 98,2 milhões no mercado interno. A estreia do drama religioso “His Only Son” ficou em 4º, com US$ 5,2 milhões, e “Creed III” fechou o Top 5 com US$ 5 milhões, totalizando US$ 148.6 milhões no mercado interno e US$ 258,5 milhões mundiais. 1 | DUNGEONS & DRAGONS: HONRA ENTRE REBELDES | 2 | JOHN WICK 4 – BABA YAGA | 3 | PÂNICO VI | 4 | HIS ONLY SON | 5 | CREED III |
Lilo & Stich: Disney encontra intérprete da Lilo de carne e osso
A Disney definiu a atriz que viverá a Lilo na versão live action de “Lilo & Stich”. A jovem estreante Maia Kealoha foi escolhida para viver a menina havaiana, que trava amizade com um pequeno alienígena, originalmente criado para ser uma força de destruição. “Lilo & Stitch” foi o primeiro filme escrito e dirigido por Chris Sanders e Dean DeBlois, que depois criaram “Como Treinar Seu Dragão” (2010). O filme rendeu duas sequências lançadas no mercado de vídeo, além de três séries animadas diferentes – para os EUA, o Japão e a China. Desenvolvida para a Disney+, a versão live-action também inclui Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) em um papel ainda não revelado e o próprio Chris Sanders repetindo seu papel dos desenhos, como a voz de Stich – que será, naturalmente, criado por animação computadorizada. A direção do longa está a cargo de Dean Fleischer Camp (“Marcel the Shell with Shoes On”) e a previsão de estreia é para maio de 2024. LILOOOO 🌺🛸 De acordo com o The Hollywood Reporter, a mini querida Maia Kealoha será a nossa Lilo no live-action de 'Lilo & Stitch'! Via: https://t.co/ml6XXl7z2Y pic.twitter.com/L529w07FY4 — Disney Live-Actions Brasil 🧚🏾♀️🧜🏾♀️ (@DisneyLABR) March 31, 2023












