“Gran Turismo” estreia em 1º lugar nos EUA. Mas vai ter VAR
“Gran Turismo”, a adaptação de game que virou drama, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, mas com uma arrecadação bastante baixa na comparação com o período recente de blockbusters. Foram US$ 17,3 milhões estimados em vendas de ingressos, uma abertura moderada em meio à greve que impede os atores de divulgar a produção, que se somou à promoção do Dia Nacional do Cinema, com tickets vendidos a preços baixos neste domingo (27/8). No mercado internacional, a bilheteria foi o dobro, chegando em US$ 36,5 milhões. Ao todo, a soma do lançamento rendeu US$ 53,8 milhões mundiais e a Sony aposta que o filme terá vida longa nas telas após receber nota A no CinemaScore, a pesquisa feita na saída dos cinemas diretamente com os espectadores. “Barbie” segue perto O detalhe é que a vitória de “Grand Turismo” foi por um triz, porque “Barbie” não ficou muito atrás. O sucesso da Warner Bros. arrecadou estimados US$ 17,1 milhões e a diferença de apenas US$ 200 mil, que separa os dois filmes, podem fazê-los mudar de posição com a contagem oficial dos ingressos na segunda-feira. Ou seja, vai ter VAR para definir quem realmente ficou no topo. No exterior, “Barbie” obteve mais US$ 18,2 milhões em 75 mercados, levando seu total global para a marca impressionante de US$ 1,34 bilhão. Trata-se de um recorde histórico para a Warner Bros. A boa e a má notícia de “Besouro Azul” “Besouro Azul” ficou em 3º lugar na América do Norte com estimados US$ 12,8 milhões. O valor representa uma queda de apenas 49% em relação ao desempenho da estreia. Vale lembrar que “The Flash” experimentou uma perda brutal de 72% na bilheteria de sua segunda semana de exibição. Com seus rendimentos, o novo filme de super-herói da DC chegou a US$ 46,3 milhões domésticos e US$ 81,8 milhões mundiais. E o valor ainda está muito longe de conseguir pagar seu investimento de US$ 100 milhões de produção, fora P&A (divulgação e propaganda). Novos marcos de “Oppenheimer” Já “Oppenheimer” é só lucro. A produção da Universal, que continua entre as mais vistas, registrou o 4º lugar com US$ 9 milhões e atingiu US$ 300 milhões redondos de arrecadação doméstica. Em mais um marco, “Oppenheimer” ultrapassou “A Origem” para se tornar o terceiro filme do diretor Christopher Nolan com maior bilheteria norte-americana, atrás apenas de “Batman – O Cavaleiro das Trevas” e “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. Virou também o quinto filme de maior bilheteria nos Estados Unidos em 2023, superando “A Pequena Sereia”. Passo de tartarugas “Tartarugas Ninja: Caos Mutante” fechou o Top 5 com US$ 6,1 milhões, elevando o faturamento interno da aventura animada para US$ 98,1 milhões e US$ 135 milhões mundiais. A produção da Paramount vai finalmente estrear no Brasil na quinta-feira (31/8). Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | GRAN TURISMO 2 | BARBIE 3 | BESOURO AZUL 4 | OPPENHEIMER 5 | TARTARUGAS NINJA: CAOS MUTANTE
Streaming: “Ahsoka” e “O Urso 2” estão no Top 10 das séries da semana
A estreia de uma nova série “Star Wars” e a volta da premiada “O Urso” com episódios inéditos são os destaques de uma semana cheia de novidades no streaming, que ainda incluem o retorno de “Invasão”, o final de “Ragnarok” e a chegada de “The Handmaid’s Tale” na Star+. Boa parte das atrações são voltadas aos fãs de sci-fi/fantasia, mas também há opções para quem prefere outros gêneros. Olha a dica: o policial “Joe Pickett”, na Paramount+, tem 100% e 99% de aprovação, respectivamente, em suas duas temporadas produzidas. Mas se a vontade for de rir alto, a Globoplay disponibilizou centenas de incentivos, ao disponibilizar todos os capítulos de seis temporadas de “Superstore”, uma das melhores sitcoms feitas recentemente dos EUA. Confira abaixo o Top 10 das melhores séries da semana. AHSOKA | DISNEY+ A mais recente série de “Star Wars” segue Ahsoka Tano (interpretada por Rosario Dawson), a ex-Jedi que foi treinada por ninguém menos que Anakin Skywalker, mais conhecido como Darth Vader. A história se passa após a queda do Império e acompanha uma aventura tardia da personagem criada por Dave Filoni na série animada “Star Wars: A Guerra dos Clones” – e que fez sua estreia em live-action na 2ª temporada de “O Mandaloriano”. Para quem não lembra, foi ela quem revelou ao personagem de Pedro Pascal o nome do “Baby Yoda”: Grogu. Além de aparecer em “Star Wars: Guerra dos Clones”, Ahsoka também esteve em “Star Wars Rebels”, outra animação de Dave Filoni – que é o showrunner da série live-action – e por isso sua história inclui personagens de “Rebels”. A produção traz Natasha Liu Bordizzo (“The Voyeurs”) como Sabine Wren, a Jedi aspirante que Ahsoka chegou a treinar, e Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Hera Syndulla. Elas se juntam numa missão para salvar a frágil Nova República, em busca de um poderoso inimigo, Thrawn (Lars Mikkelsen), e um amigo perdido, Ezra Bridger (Eman Esfandi). “Ahsoka” também foi uma das últimas produções estreladas pelo ator Ray Stevenson, que faleceu em maio passado. Ele era conhecido pela série “Roma”, filmes como “RRR” e por viver personagens da Marvel como o Justiceiro em “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” e Volstagg nos primeiros três filmes de Thor. Na nova série “Star Wars”, ele interpreta um dos vilões, chamado Baylan Skoll. Para os fãs, a atração oferece diversas camadas e conexões com o cânone estabelecido de “Star Wars”. Mas os recém-chegados não devem se afligir, pois são rapidamente situados na trama durante os primeiros minutos. Por conta disso, a narrativa leva um tempo para decolar, mas ao explorar as tensões entre os personagens, especialmente as relações mestre-aprendiz, cria a expectativa para uma boa evolução ao longo de seus oito episódios – além de várias lutas de sabres de luz. O URSO 2 | STAR+ A volta da atração premiada bateu recorde de audiência nos EUA, estabelecendo a maior estreia de uma série da FX na plataforma Hulu. Sucesso entre o público, a 2ª temporada ainda registrou uma aprovação de 99% no Rotten Tomatoes, site agregador de críticas. A comédia dramática, indicada a 13 Emmys e vencedora do troféu de Melhor Série Nova de 2022 no Spirit Awards (o Oscar independente), acompanha um premiado chef jovem de cozinha (Jeremy Allen White, de “Shameless”), que troca a cena gastronômica de Nova York pela lanchonete decadente da família em Chicago, após herdar o negócio com a morte repentina e chocante de seu irmão. A mudança é radical e completa. Superqualificado para o lugar, ele precisa superar o luto e vencer as resistências dos funcionários para fazer mudanças, já que quase todas suas tentativas para melhorar o local geram protestos e transformam a cozinha num inferno, com panelas gigantes fervendo sem parar, canos explodindo e luzes queimando nos piores momentos. A 2ª temporada começa em meio a reformas físicas e de cardápio, além da busca por novos funcionários, enquanto os planos não saem como planejado e os atritos da equipe seguem rendendo faíscas. Criada por Christopher Storer (produtor-diretor de “Ramy”), a produção também inclui em seu elenco Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”), Ayo Edebiri (“Dickinson”), Lionel Boyce (“Hap and Leonard”), Liza Colón-Zayas (“Em Terapia”), Edwin Lee Gibson (“Fargo”), Corey Hendrix (“The Chi”) e Abby Elliott (“Doze É Demais”). | JOE PICKETT 2 | PARAMOUNT+ O excelente e pouquíssimo divulgado neo-western contemporâneo, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, ganha outra ótima temporada no domingo (20/8). Baseado na obra literária de C.J. Box, que também inspirou a série “Big Sky”, a trama policial rural se passa em Wyoming, nos EUA, e acompanha um guarda florestal – vivido de forma convincente por Michael Dorman (“Patriota”) – que se encontra no meio de uma série de homicídios. O personagem-título é um homem modesto e de princípios inabaláveis, que se muda com sua esposa Marybeth (Julianna Guill, de “The Resident”) e suas duas filhas para a pequena cidade de Saddlestring. Ao começar seu novo trabalho como guarda florestal, ele imediatamente enfrenta a resistência da comunidade quando multa o governador por pescar sem licença, mas sua competência aos poucos começa a tornar seu estilo inflexível mais bem aceito. Na 2ª temporada, Joe descobre um caçador assassinado nas montanhas e logo percebe que aquele é apenas o primeiro de uma nova série de homicídios horríveis. Para resolver o caso, ele tem que lidar com um ativista anti-caça radical, um par macabro de gêmeos vivendo longe da civilização e seu próprio passado torturado. INVASÃO 2 | APPLE TV+ A série acompanha o início de uma invasão alienígenas à Terra a partir de vários pontos de vistas diferentes, ao redor do mundo. Enquanto a 1ª temporada mostrou como personagens espalhados pelo planeta reagiram à ameaça, com um enfoque particular no drama humano, a 2ª temporada retoma a trama alguns meses após a chegada dos misteriosos extraterrestres, mostrando cidades em estado de guerra. O drama humano ainda é o ponto forte, mas os episódios mergulham mais profundamente no estranho mundo alienígena, apresentando sequências visuais deslumbrantes. A trama, porém, parece cada vez mais interessada em explorar ideias já vistas no filme “A Chegada”, buscando a verdade em meio à potencial aniquilação do planeta. “Invasion” é produzida pela Apple TV+ e foi criada por Simon Kinberg e David Weil. O elenco principal também inclui Shamier Anderson como Trevante e Billy Barratt como Caspar. A 2ª temporada promete explorar mais a fundo tanto os humanos quanto os alienígenas da história, e embora tenha deixado muitos tópicos em aberto, conseguiu despertar uma curiosidade mais justificada sobre como eles serão desvendados na trama que continua a se expandir. A série não foi mencionada como receptora de prêmios notáveis até o momento. Criada por Simon Kinberg (diretor de “X-Men: Fênix Negra”) e David Weil (criador de “Hunters”), a produção conta com um elenco vasto para materializar sua trama internacional, incluindo Shamier Anderson (“Awake”), Billy Barrat (“A Cratera”), Golshifteh Farahani (“Resgate”), Firas Nassar (“Fauda”), Noah Bean (“12 Macacos”), Michael Harney (“Orange Is the New Black”) e Shioli Kutsuna (“Deadpool 2”), entre outros. RAGNAROK 3 | NETFLIX A série escandinava, que mostra os deuses nórdicos nos dias atuais, se passa numa cidade distante, entre as deslumbrantes paisagens naturais da Noruega, onde nem todos são o que aparentam ser. E onde as drásticas mudanças enfrentadas pelo planeta são consideradas sinais do apocalipse. Responsável pela poluição local, a poderosa família Jutul revela sua identidade sobrenatural de gigantes do gelo ao ser desafiada pelo adolescente Magne, que, por sua vez, descobre ser a reencarnação de Thor. Interpretado por David Stakston (“Skam”), Thor não é o único asgardiano renascido na Terra. Seu irmão Laurits (Jonas Strand Gravli, de “Fenris”) assumiu a persona do Deus da Trapaça, Loki. Na 2ª temporada, eles se juntaram a vários outros indivíduos que incorporam deuses nórdicos, como Odin, Freyja e Tyr. Finalmente, na 3ª e última temporada, os aliados precisarão enfrentar os Jutul, que se juntaram a Loki, numa batalha final épica para impedir o fim do mundo. “Ragnarok” é criação de Adam Price, criador do drama político “Borgen”, e Emilie Lebech Kaae, roteirista da mesma série. ARMAS E AMORES | NETFLIX A minissérie indiana é uma criação da dupla de cineastas Raj Nidimoru e Krishna DK, também conhecidos como Raj & DK, cuja parceria bem-sucedida já rendeu várias comédias de ação (como “Go Goa Gone”, “Final Feliz” e “Gentleman”), além da série “Homem de Família” na Amazon Prime Video. Sua nova atração explora temas como ambição excessiva, rivalidade, masculinidade tóxica e corrupção moral. Ambientada em uma pequena cidade da Índia no início dos anos 1990, a trama gira em torno da disputa entre gangues rivais pelo controle do fornecimento local de ópio. Enquanto uma investigação sobre narcóticos se desenrola, um mecânico local lida com o legado do pai criminoso. Os episódios focam em Tipu (Rajkummar Rao, de “O Tigre Branco”), que enfrenta problemas com o chefe do crime, Mr. Ganchi (Satish Kaushik, de “Guilty Minds”), e seu trabalho em uma oficina de motos. Enquanto ele se esforça para conquistar a professora de inglês local, Chandralekha (TJ Bhan, de “Três Histórias de Amor”), a trama se aprofunda nos negócios ilícitos de Ganchi, suas relações com a polícia corrupta e a fábrica de ópio estatal. A tensão aumenta com a chegada de um novo detetive Arjun (Dulquer Salmaan, de “Kurup”) no momento em que a rivalidade entre as gangues está prestes a explodir. Visualmente envolvente, o estilo da série é marcado por elementos de ação pulp e referências a filmes de crime dos anos 1970 e 1980. QUEM É ERIN CARTER? | NETFLIX Erin Carter é uma mãe solteira e professora, que vê sua vida tranquila em Barcelona ameaçada depois de se defender habilmente durante um assalto num supermercado. O flash de violência desencadeia uma série de eventos que desenterram seu passado misterioso. Cinco anos antes, ela estava em fuga com seu bebê em Folkestone, Inglaterra, e agora, trabalhando como professora substituta em Barcelona, ela é repentinamente forçada a enfrentar seu passado quando sua identidade é ameaçada. O papel principal é vivido pela sueca Evin Ahmad (“Dinheiro Fácil – A Série”), que transita entre a vida normal de Erin e momentos de extrema ação. A narrativa mescla a tranquilidade da vida espanhola com combates intensos, além de destacar momentos de turbulência doméstica entre a protagonista, seu namorado (Sean Teale) e sua filha pequena (Indica Watson), conforme as pessoas ao seu redor começam a perceber que ela é muito, muito mais do que diz ser. A série foi criada por Jack Lothian, experiente roteirista que trabalhou em várias produções britânicas cultuadas, como “Skins”, “Ashes to Ashes”, “Beaver Falls” e “Strike Back”, enquanto a direção ficou a cargo de Ashley Way, que já tinha gravado uma série na Espanha para a Netflix, “White Lines”. CAÇADORES DE DEMÔNIOS 2 | NETFLIX A 2ª temporada do K-drama sobrenatural traz de volta os funcionários de um restaurante de macarrão que também são caçadores de demônios com poderes de super-heróis. A série fez sua sua estreia em 2020 e rapidamente conquistou o público com seu mundo colorido, introduzido por meio de So Mun (Jo Byung-gyu), um estudante do ensino médio vítima de bullying, que é alistado para se tornar um caçador de demônios com superpoderes – dotados pelos espíritos conhecidos como Yung. Nesta nova temporada, os demônios se tornam mais inteligentes e fortes, por isso a equipe precisa se aprimorar e até crescer, com a introdução de novos personagens. Com uma mescla de ação, fantasia, drama e humor, a série é baseada no webtoon “Amazing Rumor” de Jang Yi e foi desenvolvida por Yu Seon-dong e Kim Sae-bom (ambos de “Bad and Crazy”). THE HANDMAID’S TALE 5 | STAR+ Disponibilizada no ano passado na Paramount+, a temporada estreia agora em nova plataforma, lembrando reviravoltas que revitalizaram sua trama. Baseada no livro homônimo de Margaret Atwood, lançado no Brasil como “O Conto da Aia”, a série mostra um futuro distópico, onde a extrema direita assume o poder...
Disney+ cancela “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce”
A Disney+ cancelou a série “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce”, lançada em 2021. A notícia chega cinco meses após a exibição da 2ª temporada da série, inspirada pelo sucesso juvenil dos anos 1980 “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser MD). Criada por Steven Bochco e David E. Kelley, a atração original de 1989 catapultou Neil Patrick Harris ao estrelato como um menino prodígio de 16 anos que se tornava o médico residente mais jovem dos EUA, trabalhando num hospital de Los Angeles ao lado de seu pai. A nova versão foi desenvolvida por Kourtney Kang, que por coincidência trabalhou com Neil Patrick Harris quando escreveu e produziu “How I Met Your Mother” entre 2005 e 2014. Sua trama fazia uma inversão de gênero nos papéis principais, trazendo Peyton Elizabeth Lee como uma jovem genial de 16 anos que se torna a médica residente mais jovem num hospital do Havaí, desta vez trabalhando ao lado de sua mãe. A série explica que ela ganhou o apelido de “Doogie” justamente pela coincidência de sua trajetória com a trama da série clássica – ou seja, Doogie Howser era um personagem de ficção em “Doogie Kamealoha”. Além da troca de gêneros, o cenário havaiano foi outro diferencial da produção, com direito até a pai surfista. Mas os conflitos existenciais causados por trabalhar entre adultos na época em que o melhor da vida é a diversão continuaram presentes. Peyton Elizabeth Lee já era bem conhecida do público da Disney por ter vivido o papel-título da série “Andi Mack” dos 13 aos 15 anos (de 2017 a 2019). Seus pais foram interpretados por Jason Scott Lee (o vilão de “Mulan”) e Kathleen Rose Perkins (“I Am Not Ok with This”), e o elenco ainda destacava Jeffrey Bowyer-Chapman (“UnReal”), Matthew Sato (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”), Alex Aiono (“Em Busca de ‘Ohana”), Mapuana Makia (também de “Em Busca de ‘Ohana”), Emma Meisel (“American Horror Story”) e o estreante Wes Tian, entre outros. Veja abaixo o trailer original da atração.
“Frozen” vai ganhar aventura inédita em áudio
O estúdio Walt Disney está trazendo de volta o universo de “Frozen” de uma maneira inédita. A animação, que celebra seu 10º aniversário e tem um terceiro filme em produção, ganhará um audiodrama intitulado “Frozen: Forces of Nature”. Este novo projeto serve como uma ligação entre “Frozen 2” e “Frozen 3”, e será lançado em parceria com a Disney Publishing Worldwide, ABC Audio e Walt Disney Animation Studios. A série introduzirá personagens inéditos, como a Rainha Disa e o Lorde Wolfgang, ao lado das famosas irmãs Elsa e Anna. Trama misteriosa A narrativa acompanha a Rainha Anna, que tem muitas responsabilidades em seu reino e se vê em uma situação complexa. Com visitantes no reino, um amigo em necessidade e até mesmo o sobrinho do Duque de Weselton atuando às escondidas, Anna precisa agir rápido quando os Espíritos da Natureza começam a se agitar. A busca das irmãs por respostas as leva à Floresta Encantada, onde descobrem máquinas misteriosas de cobre que perturbam a ordem natural. A grande questão é: quem criou essas máquinas e como elas podem ser detidas? Liz Alesse, Vice-Presidente da ABC Audio, expressou empolgação pelo projeto em comunicado. “ABC Audio está empolgada em introduzir o poder da narrativa em áudio a uma nova geração através do Disney Frozen Podcast. Esta série imersiva criada em parceria com a Disney Publishing Worldwide e Walt Disney Animation Studios ativa a imaginação dos ouvintes e oferece aos pais uma experiência envolvente, sem tela, para compartilhar com seus filhos.” O audiodrama “Frozen: Forces of Nature” será composto por 12 episódios e tem lançamento previsto para o final deste ano. Até o momento, porém, não foi confirmado se Idina Menzel e Kristen Bell, vozes originais das protagonistas, retornarão aos seus papéis icônicos.
Disney+ adianta estreia de “Ahsoka”, nova série “Star Wars”
“Ahsoka”, a nova série do universo “Star Wars”, teve seu lançamento antecipado pela Disney+. Em vez de ser lançada na quarta-feira (23/8), a produção vai estrear na terça-feira (22/8), às 22h. Estrelada por Rosario Dawson (“Demolidor”) no papel da ex-Cavaleira Jedi Ahsoka Tano, a série se junta a outras produções live-action da franquia como “The Mandalorian” e “Andor”. A história se passa após a queda do Império e mostra a jornada da personagem criada por Dave Filoni na série animada “Star Wars: A Guerra dos Clones”, que fez sua estreia em live-action na 2ª temporada de “O Mandaloriano”. Para quem não lembra, foi ela quem revelou ao personagem de Pedro Pascal o nome do “Baby Yoda”: Grogu. Além disso, instruiu o Mandaloriano a levar o pequeno alienígena esverdeado ao encontro de Luke Skywalker (Mark Hamill), para ser treinado pelo Jedi. Os Rebeldes do Universo Star Wars Além de aparecer em “Star Wars: Guerra dos Clones”, Ahsoka também esteve em “Star Wars Rebels”, outra animação de Dave Filoni. Ele também é responsável pela série live-action, atuando como showrunner e produtor – ao lado do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian” O elenco da série também conta com versões live-action de personagens de “Rebels”. A produção traz Natasha Liu Bordizzo (“The Voyeurs”) como Sabine Wren, Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Hera Syndulla, Eman Esfandi (“The Inspection”) interpretando Ezra Bridger, Ivanna Sakhno (“The Reunion”) como Shin Hati, Diana Lee Inosanto (“Be Water”) como Morgan Elsbeth, David Tennant (“Belas Maldições”) como Huyang e Lars Mikkelsen (“Face to Face”) como o vilão Grande Almirante Thrawn. “Ahsoka” ainda é uma das últimas produções estreladas pelo ator Ray Stevenson, que faleceu em maio passado. Ele era conhecido pela série “Roma” e filmes como “RRR” e por viver personagens da Marvel como o Justiceiro em “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” e Volstagg nos primeiros três filmes de Thor. Na nova série “Star Wars”, ele interpreta um dos vilões, chamado Baylan Skoll. Veja um vídeo de bastidores da produção.
“Besouro Azul” encerra reinado de “Barbie” nas bilheterias
A estreia de “Besouro Azul” conquistou o 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá, encerrando o reinado de “Barbie”, que dominou o circuito cinematográfico por quatro finais de semana consecutivos. O filme teve uma abertura estimada de US$ 25,4 milhões na América do Norte, num desempenho que foi comprometido pelo impacto da Tempestade Tropical Hilary em Los Angeles, seu principal mercado. No exterior, o lançamento somou mais US$ 18 milhões de 63 países para atingir uma estreia global de US$ 43,4 milhões – muito abaixo dos últimos filmes de super-heróis da DC, “Adão Negro” (US$ 140 milhões), “The Flash” (US$ 130 milhões) e “Shazam! Fúria dos Deuses” (US$ 66 milhões), que tiveram bilheterias deficitárias. Por outro lado, “Besouro Azul” foi originalmente concebido como filme de streaming para a HBO Max, custou menos para ser produzido – em torno de US$ 100 milhões – e tem objetivos mais modestos de faturamento. Super-herói enfrenta greve e tempestade Dirigido por Ángel Manuel Soto, “Besouro Azul” é o primeiro filme americano de super-herói com um protagonista latino. Estrelado por Xolo Maridueña no papel principal, o filme também marcou a estreia da brasileira Bruna Marquezine em Hollywood. Por conta disso, a Warner Bros. focou grande parte de sua publicidade no mercado latino e hispânico, e o filme obteve uma resposta positiva de 90% entre os espectadores do nicho. Entretanto, a promoção de “Besouro Azul” foi prejudicada pela greve dos atores em Hollywood, o que impediu o elenco de participar de sua divulgação. A falta de promoção em eventos como a San Diego Comic-Con também levantou questões sobre o apoio do estúdio ao filme. No entanto, o longa conseguiu classificações positivas do público – B+ no CinemaScore – e da crítica – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para completar, a tempestade Hilary, que trouxe fortes chuvas, fez muita gente ficar em casa, afetando potencialmente a arrecadação nas bilheterias. A Warner Bros. expressou preocupações claras sobre o impacto significativo nas bilheterias, já que “Besouro Azul” estava tendo uma demanda particularmente forte em Los Angeles, um dos lugares mais atingidos. A situação meteorológica certamente adicionou um desafio a mais para o herói latino superar neste fim de semana. Outros destaques das bilheterias Em 2º lugar, “Barbie”, dirigido por Greta Gerwig, caiu uma posição, mas continua arrecadando fortunas. Foram US$ 21,5 milhões entre sexta e domingo (20/8) na América do Norte, elevando sua arrecadação doméstica para impressionantes US$ 567,3 milhões e US$ 1,2 bilhão mundial. “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, também continua no pódio. O filme arrecadou US$ 10,6 milhões em 3º lugar, elevando seu total doméstico para US$ 285,2 milhões. Internacionalmente, “Oppenheimer” acumulou uma impressionante quantia de US$ 432,6 milhões, alcançando um total global de US$ 717,8 milhões. Ao ultrapassar a marca de US$ 700 milhões, tornou-se o quarto maior filme do diretor e se consolidou como um dos grandes sucessos do ano. “Tartarugas Ninja: Caos Mutante” ficou com o 4º lugar em seu terceiro fim de semana em cartaz. O filme arrecadou US$ 8,4 milhões, elevando seu total doméstico para US$ 88,1 milhões. A comédia animada, que teve um custo de produção de US$ 70 milhões, também acumulou US$ 30 milhões internacionalmente. A soma total está em US$ 118,4 milhões mundiais, mas a produção ainda não estreou em muitos países. O lançamento no Brasil vai acontecer em 31 de agosto. Um filme ruim pra cachorro A segunda estreia da semana, a comédia canina “Ruim pra Cachorro”, completou o Top 5 com uma abertura de US$ 8,3 milhões. O filme também sofreu sofreu com o clima e a falta de promoção devido à greve, mas teve um desafio extra criado por seu próprio marketing, ao ser confundido com um filme para crianças. Os cartazes e trailers da comédia adotaram uma estética semelhante a filmes anteriores da Universal sobre cães, como “Quatro Vidas de um Cachorro” e “Juntos Para Sempre”, que eram claramente direcionados ao público infantil. No entanto, “Ruim para Cachorro” é uma comédia classificada como R-rated nos EUA, destinada a um público adulto, com um humor mais ácido e linguagem explícita. O resultado foi uma desconexão entre a expectativa do público e o conteúdo real do filme. Algumas famílias podem ter sido atraídas pelo marketing, apenas para descobrir que a obra não era adequada para crianças. Essa confusão de identidade provavelmente prejudicou a capacidade do filme de atrair o público-alvo correto, limitando seu potencial nas bilheterias. A crítica ainda achou a comédia medíocre. Os cachorros dublados por comediantes como Will Ferrell e Jaime Foxx receberam somente 55% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil está marcada apenas para 28 de setembro. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | BESOURO AZUL 2 | BARBIE 3 | OPPENHEIMER 4 | TARTARUGAS NINJA: CAOS MUTANTE 5 | RUIM PRA CACHORRO
Série de Percy Jackson ganha primeiro teaser e data de estreia
A Disney+ divulgou o primeiro teaser de “Percy Jackson e os Olimpianos”. A prévia bastante curta traz Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) como o personagem-título, acompanhado por Leah Sava Jeffries (“Empire”) no papel de Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) como Grover Underwood, além de revelar a data de estreia da atração. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde conhece seus novos companheiros de aventuras: Annabeth e Grover. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lance Reddick (“John Wick”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”) e Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e do autor da franquia literária de Percy Jackson, Rick Riordan. Já a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. A estreia ficou marcada para 20 de dezembro.
Lionsgate+ encerrará atividades no Brasil até o final do ano
A plataforma de streaming Lionsgate+, anteriormente conhecido como Starzplay, anunciou que encerrará suas operações na América Latina, incluindo o Brasil, até o final de 2023. A decisão foi tomada após um “acordo favorável” com um distribuidor importante da região, cujo nome ainda não foi revelado. Um acordo favorável Durante a conferência de divulgação do resultado trimestral da Lionsgate, o CEO da empresa, Jon Feltheimer, explicou a decisão de encerrar as atividades na América Latina: “Após sermos contatados por um distribuidor chave na América Latina, fechamos um acordo favorável que nos motivou a deixar o território até o dia 31 de dezembro, enquanto focamos no serviço nos Estados Unidos e outros países de língua inglesa, como Reino Unido, Canadá e Austrália, além de cortarmos ainda mais nossos gastos”. O CFO da Lionsgate, Jimmy Barge, também comentou a decisão, explicando que o pagamento antecipado de garantias de receitas futuras mais do que compensará os custos de saída. Feltheimer acrescentou que a saída não é muito impactante e que a empresa tem recursos para cobrir os custos. O futuro do conteúdo da Lionsgate+ Ainda disponível por enquanto, a Lionsgate+ combina especialmente conteúdos do estúdio Lionsgate, cujas franquias incluem “John Wick”, “Jogos Vorazes” e “Crepúsculo”, e do canal pago americano Starz. Entre as principais produções originais da plataforma estão séries aclamadas como “The Great”, “Gangs of London”, “Party Down” e “As Bruxas Mayfair”. Feltheimer não revelou para onde os conteúdos do Lionsgate+ irão agora, mas a possibilidade do catálogo migrar para outras plataformas está aberta. Vale apontar que o streaming também é disponibilizado no Brasil via combo nas plataformas da Amazon Prime Video, Globoplay e Star+. No ano passado, o streaming já saiu de vários mercados na Europa, como Alemanha, Itália e Espanha, alterando a estratégia anterior da plataforma, que era de expansão. A saída “programada” também explica a diminuição de lançamentos do streaming, que neste mês só está disponibilizando filmes antigos, como “Drácula: A História Nunca Contada”, “Ressurreição”, “Elizabeth – A Era de Ouro”, “Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!” e “A Cabana”.
“Barbie” quebra mais recordes na liderança das bilheterias de cinema
“Barbie” continua a quebrar recordes de bilheterias em todo mundo. O filme arrecadou estimados US$ 33,7 milhões no fim de semana na América do Norte, ultrapassando a marca de US$ 500 milhões no mercado interno. Além disso, somou US$ 657 milhões no exterior, totalizando uma impressionante quantia global de US$ 1,18 bilhão. Com isso, “Barbie” superou “Aquaman” e se tornou o 2º filme de maior bilheteria mundial da Warner Bros. de todos os tempos, ficando atrás apenas do último longa da saga Harry Potter. A comédia também está prestes a superar “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (US$ 534 milhões) para se tornar o maior lançamento já feito pela Warner Bros. na América do Norte. Em seu recorde particular, a diretora Greta Gerwig agora detém o título de diretora feminina de maior bilheteria de todos os tempos nos Estados Unidos, superando “Frozen II”, dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck. Gerwig também se tornou a diretora feminina de maior bilheteria de um filme live-action em todo o mundo, após “Barbie” ultrapassar “Capitã Marvel” (que arrecadou US$ 1,13 bilhão em 2019). Além disso, o desempenho do longa já o transformou na maior bilheteria de 2023 em 25 países, incluindo o Reino Unido, Itália, Austrália e Brasil. “Barbenheimer” segue firme Não foi só “Barbie” que quebrou recordes. Em 2º lugar, “Opppenheimer” arrecadou US$ 18,8 milhões nos Estados Unidos e outros US$ 31,9 milhões no exterior, totalizando US$ 649 milhões mundiais em seu quarto fim de semana em cartaz. O filme da Universal agora é o maior do diretor Christopher Nolan em 50 mercados, entre eles o Brasil, onde superou a bilheteria de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, até então o título de maior arrecadação do diretor Christopher Nolan no país. “Tartarugas e Tubarões “As Tartarugas Ninja: Caos Mutante” ficou em 3º lugar em seu segundo fim de semana, com estimados US$ 15,8 milhões. A animação da Paramount caiu apenas 44%. totalizando US$ 72,8 milhões até este domingo (13/8) na América do Norte. Seu total global inicial é de US$ 94,7 milhões, mas ainda não foi lançado em muitos países. No Brasil, por exemplo, chega apenas em 31 de agosto. “Megatubarão 2” caiu 58% para estimados US$ 12,7 milhões nos EUA, com uma arrecadação doméstica de US$ 54,1 milhões, em 4º lugar. No entanto, os tubarões da Warner estão abocanhando bem mais dinheiro no exterior, onde o longa arrecadou mais US$ 43,7 milhões só neste fim de semana, totalizando US$ 202,8 milhões internacionais e US$ 256,9 milhões mundiais. “O fracasso da semana O Top 5 se completa com uma decepção. Como a Sony adiou o lançamento doméstico de “Gran Turismo – De Jogador a Corredor” devido à greve dos atores em Hollywood, o único grande lançamento de estúdio da semana foi o terror de época “Drácula – A Última Viagem do Deméter”, da Universal, que teve uma abertura doméstica desanimadora de US$ 6,5 milhões. A produção orçada em US$ 45 milhões fracassou também diante da crítica, atingindo uma aprovação de apenas 48% no Rotten Tomatoes – e 27% entre os principais críticos – , além de uma avaliação medíocre de B- do público no CinemaScore. “Drácula – A Última Viagem do Deméter” vai estrear no Brasil em 24 de agosto. “A luta de “Missão: Impossível” Quase fora do Top 10 nos EUA, “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” surpreendeu pelo fôlego inesperado, ao atingir uma marca importante e ultrapassar US$ 500 milhões globalmente neste fim de semana. Ao todo, o thriller de ação da Paramount fez US$ 522,5 milhões, graças principalmente ao mercado internacional, onde caiu apenas 39% em relação à semana passada. O 4º fim de semana no Japão teve uma retenção fantástica, inclusive saltando 25% em relação à semana anterior, o que colocou o longa em 1º lugar no país. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | BARBIE 2 | OPPENHEIMER 3 | TARTARUGAS NINJA: CAOS MUTANTE 4 | MEGATUBARÃO 2 5 | DRÁCULA – A ÚLTIMA VIAGEM DO DEMÉTER
CEO da Disney admite ilusão com crescimento da Disney+
A plataforma Disney+ está enfrentando um declínio considerável no número de assinantes. O streaming encerrou o segundo trimestre com 146,1 milhões de assinantes, em comparação com os 158 milhões nos três primeiros meses do ano. O maior impacto sofrido pela The Walt Disney Company aconteceu no mercado asiático. Mais de 3,8 milhões de pessoas cancelaram suas assinaturas na região, atendida pela Disney+ Hotstar (Índia e Indonésia). O principal motivo para o declínio regional foi a perda dos direitos da Indian Premier League, o campeonato indiano de cricket. Otimismo exagerado Bob Iger, CEO da empresa, admitiu que houve ilusão na companhia com o sucesso inicial do serviço, lançado em novembro de 2019. Na época, a estreia da Disney+ foi um sucesso absoluto e uma grande novidade no mercado, que ainda não tinha recebido a concorrência da HBO Max, Paramount+, Peacock e outras plataformas mais recentes. Com a nova configuração do mercado, apenas três anos depois, a plataforma presenciou uma redução no número de assinantes, indo em uma direção completamente oposta a que os executivos esperavam. Durante a apresentação trimestral de rendimentos da Disney ao mercado, Iger comentou o assunto e reforçou a falha da empresa em se iludir pelo crescimento exponencial da plataforma: “Uma das coisas que aconteceu foi que ficamos intoxicados por nosso próprio crescimento em assinaturas… Dissemos de 60 a 90 milhões de assinantes em cinco anos… superamos isso em um ano e, de repente, todo mundo estava trabalhando com esse aumento meteórico e [acreditando] que continuaria. Nós nos apoiamos nisso porque parecia que era a métrica primária pela qual seríamos medidos.” Mudanças na percepção do sucesso A métrica para o sucesso de um serviço de streaming também mudou. O êxito deixou de representar quantidade de assinaturas e passou a ser lucro, como na velha e boa Economia de sempre. Plataformas que investiam bilhões para faturar milhões, como a própria Disney+, estão reajustando as contas. O corte em investimentos visa trocar o paradigma: qualificar a programação em vez de quantificar. Para piorar a situação, a divisão de cinema, que sempre dava um jeito de pagar as contas, acumulou prejuízos neste ano. Apenas “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e “Avatar: O Caminho da Água” (que saiu no ano passado) foram citados como sucessos recentes por Iger em sua apresentação trimestral ao mercado. A notícia afeta não apenas os conteúdos disponíveis na plataforma, mas também a vida de mais de 7 mil funcionários que serão demitidos. Segundo Bob Iger, a empresa precisa economizar cerca de US$ 5,5 bilhões para que não sinta o peso em suas finanças.
Billy Porter terá que vender sua casa devido à greve em Hollywood
Billy Porter, vencedor do Emmy por “Pose”, revelou em entrevista ao jornal britânico Evening Standard que terá que vender sua casa devido à greve em Hollywood. Segundo o ator, a venda é uma medida de “corte de gastos”, já que vários projetos nos quais ele estava programado para trabalhar, incluindo a cinebiografia de James Baldwin, foram paralisados. “Eu tenho que vender minha casa”, disse Porter. “Estamos em greve e eu não sei quando vamos voltar. A vida de um artista, até você fazer dinheiro suficiente — o que eu ainda não fiz — ainda é aquela de salário em salário. Eu deveria estar em um novo filme e em uma nova série a partir de setembro. Mas nada disso está acontecendo”. Críticas ao CEO da Disney Porter também criticou o CEO da Disney, Bob Iger, por uma entrevista que ele deu em julho, na Conferência Sun Valley, na qual disse que os grevistas dos sindicatos dos roteiristas (WGA) e dos atores (SAG-AFTRA) não estavam sendo “realistas” com suas demandas. “No final dos anos 1950, início dos anos 1960, eles estabeleceram uma maneira de compensar os artistas adequadamente por meio de pagamentos de cheques residuais… Aí o streaming entrou. Não há contrato para isso. E eles não precisam ser transparentes com os números — não são mais as classificações da Nielsen [que importam]. As empresas de streaming são notoriamente opacas com suas cifras de audiência. O negócio evoluiu. Portanto, o contrato precisa evoluir e mudar, ponto. Ouvir Bob Iger dizer que nossas demandas por um salário digno são irreais? Enquanto ele ganha US$ 78.000 por dia?”, seguiu. “Eu não tenho palavras para isso, exceto: vai se f****”, acrescentou. Greve dos roteiristas e atores O WGA, sindicato dos roteiristas, entrou em greve oficialmente no dia 1º de maio, após as negociações iniciais com os estúdios não resultarem em um acordo. O sindicato trouxe várias reivindicações para a mesa, como mudanças no cálculo de pagamentos residuais (que roteiristas recebem pela exibição contínua de suas obras na TV e no streaming), regulamentação para a estrutura das salas de roteiristas televisivas, e proteções contra o uso de inteligência artificial na produção de filmes e séries. Em 14 de julho, o sindicato dos atores de Hollywood (SAG-AFTRA) se juntou ao WGA na greve, praticamente com as mesmas exigências. Como resultado, a grande maioria das produções filmadas nos EUA foram paralisadas, as divulgações com atores canceladas e datas de estreia de alguns filmes precisaram ser alteradas – incluindo “Homem-Aranha no Aranhaverso 3” e “Kraven, o Caçador”.
2ª temporada de “Eu Sou Groot” ganha trailer adorável
A Marvel divulgou o trailer da 2ª temporada de “Eu Sou Groot”, série de curtas que segue as aventuras de Groot como um jovem garoto-árvore. A prévia mostra mais travessuras e confusões adoráveis do pequeno Groot, que parece causar mais problemas do que ajudar a salvar a galáxia. A série de curtas se passa após os eventos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (2017). E assim como a temporada inaugural do ano passado, retorna com mais cinco episódios e com a voz de Vin Diesel dublando o protagonista, além de Bradley Cooper como Rocket e outros convidados especiais. Produção do Marvel Studios Animation, a série é escrita e dirigida por Kirsten Lepore (diretora de animação de “Marcel, A Concha de Sapatos”). A trajetória de Groot Groot estreou no Universo Cinematográfico Marvel em “Guardiões da Galáxia” de 2014, onde foi finalmente morto e substituído pelo Baby Groot em “Guardiões da Galáxia Vol. 2” de 2017. O Baby Groot se tornou um personagem favorito dos fãs e um ótimo material de merchandising. Mas não durou muito. Em sua aparição seguinte, em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018), Groot já apareceu como adolescente. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” ficou marcado como único projeto de live-action com Baby Groot. A série animada por computação gráfica mostra o que aconteceu depois daquele filme, antes do personagem adolescer. Os novos episódios chegam na Disney+ em 6 de setembro.
“Barbie” ultrapassa US$ 1 bilhão na bilheteria global
O fenômeno “Barbie”, dirigido por Greta Gerwig, ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria global, faturando US$ 459 milhões na América do Norte e US$ 572 milhões no resto do mundo. E com isso quebrou alguns recordes de Hollywood. Os recordes de “Barbie” “Barbie” atingiu o cobiçado marco após apenas 17 dias de lançamento, tornando-se o lançamento mais rápido da Warner Bros. (e o oitavo na história de 100 anos do estúdio) a entrar no clube de US$ 1 bilhão. “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2” detinha o recorde anterior com 19 dias. O sucesso do filme também fez de Greta Gerwig a primeira cineasta feminina a atingir a marca bilionário sozinha. “Capitã Marvel”, que também arrecadou mais de US$ 1 bilhão em 2019, era co-dirigido por um casal – Anna Boden e Ryan Fleck. O filme estrelado por Margot Robbie ainda teve um dos melhores terceiros fins de semana da História nos EUA, ao faturar US$ 53 milhões e se manter em 1º lugar nas bilheterias pela terceira vez consecutiva – e isso apesar das estreias fortes de “Tartarugas Ninjas: Caos Mutante” e “Megatubarão 2”. A produção da Warner também já é o segundo filme de maior bilheteria de 2023, atrás apenas de “The Super Mario Bros. – O Filme”, que arrecadou US$ 574 milhões na América do Norte e US$ 1,35 bilhão mundialmente. Outros sucessos de bilheteria “Megatubarão 2” estreou em 2º lugar com US$ 30 milhões em 3.503 cinemas norte-americanos. É um bom começo, embora uma queda significativa em relação ao filme original de 2018, que estreou com US$ 45 milhões e se tornou um sucesso surpresa com US$ 530,5 milhões mundiais. Diante da nova concorrência, “Oppenheimer” caiu para o 3º lugar, mas ainda se manteve forte em sua terceira semana com US$ 28,7 milhões. O montante elevou seu faturamento doméstico para US$ 228 milhões e sua bilheteria mundial para US$ 552 milhões. Com isso, “Oppenheimer” tornou-se o sexto filme do diretor Christopher Nolan a ultrapassar a marca de US$ 500 milhões. “Tartarugas Ninjas: Caos Mutante” veio coladinho, com US$ 28 milhões em 3.858 locais durante o fim de semana. Como teve lançamento antecipado na quarta-feira (2/8), fez ao todo US$ 43 milhões em seus primeiros cinco dias de lançamento nos EUA e Canadá. É um excelente começo para a animação, que deverá se beneficiar do boca-a-boca nas próximas semanas, graças a sua nota “A” no CinemaScore (pesquisa na saída dos cinemas) e seus 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Como custou US$ 70 milhões, tem maiores chances de dar lucro que “Elementos” da Disney/Pixar, cujo orçamentou chegou a US$ 200 milhões. Ainda inédita em vários países, a produção da Paramount chega no Brasil em 31 de agosto. Em seu segundo fim de semana em cartaz, “Mansão Mal-Assombrada” caiu para 5º lugar e ficou bem distante do quarteto bem-sucedido, com US$ 8,9 milhões. Triturada entre blockbusters, a comédia de terror infantil tem ao todo US$ 42 milhões domésticos e US$ 59,6 milhões mundiais. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | BARBIE 2 | MEGATUBARÃO 2 3 | OPPENHEIMER 4 | TARTARUGAS NINJA: CAOS MUTANTE 5 | MANSÃO MAL-ASSOMBRADA












