Disney produz seu primeiro beijo gay animado
A Disney produziu o seu primeiro beijo gay animado. O 20º episódio da 2ª temporada da série “Star vs. As Forças do Mal” (Star vs The Forces of Evil) foi ao ar no dia 23 de fevereiro no Disney Channel americano, mostrando uma cena em que vários casais se beijavam, entre eles casais gays. A série foi criada por Daron Nefcy, que é apenas a segunda mulher a produzir uma série original para o Disney Channel. Pouco a pouco, a Disney vem assumindo a defesa da diversidade, muito por conta da opção sexual dos próprios criadores de seus desenhos. Um dos vencedores do Oscar 2017 de Melhor Animação por “Zootopia”, o diretor e roteirista Byron Howard, homenageou seu marido no discurso de agradecimento. As mudanças podem ser sentidas nas animações mais recentes do estúdio, como “Frozen” (2014), em que a ideia amor verdadeiro era o amor de Elza pela irmã, e não por um príncipe encantado, e “Moana” (2016), em que a Princesa se mostra mais valente que os homens e não busca romance algum.
Astro de Hell on Wheels será Raio Negro na série dos Inumanos
O ator Anson Mount, protagonista da série “Hell on Wheels”, vai viver o super-herói Raio Negro na série dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Raio Negro é o principal herói do grupo criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1965. Rei dos Inumanos, ele possui uma voz tão poderosa que seu simples sussurro é capaz de destruir um quarteirão. Por isso, porta-se como se fosse mudo, liderando seu reino sem dizer nenhuma palavra. “Anson adorou o desafio de interpretar um personagem que só se comunicará silenciosamente”, disse Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, no comunicado que anunciou a contratação. “Seu entusiasmo misturado com sua persona imponente torna fácil ver porque ele é o nosso Raio Negro.” O ator vai se juntar a Iwan Rheon (Ramsay Bolton na série “Game of Thrones”), anteriormente confirmado como Maximus, o irmão maligno de Raio Negro. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Josh Gad canta a música tema de Gaston em novo trecho de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um novo trecho musical de “A Bela e a Fera”, em que Josh Gad, intérprete de Lefou, solta a voz para animar Gaston (ou Gastão, vivido por Luke Evans) com sua canção-tema. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
La La Land, ops, Moonlight vence o Oscar 2017
Mais politizado, divertido e atrapalhado de todos os tempos, o Oscar 2017 culminou sua noite, após discursos e piadas disparadas na direção de Donald Trump, premiando o filme errado. No melhor estilo Miss Universo, só após os agradecimentos dos produtores de “La La Land” veio a correção. O vencedor do Oscar de Melhor Filme não foi o anunciado por Warren Beatty e Faye Dunaway. O próprio Beatty explicou ao microfone que tinham recebido o envelope errado, que premiava Emma Stone por “La La Land”. E foi o nome do filme da Melhor Atriz que Dunaway anunciou. O que deve dar origem a uma profusão de memes e piadas foi, na verdade, quase um ato falho. Enquanto a falsa vitória de “La La Land” foi aplaudidíssima, a verdadeira vitória de “Moonlight” foi um choque. De pronto, foi um prêmio para o cinema indie. Um dia antes, “Moonlight” tinha vencido o Spirit Awards, premiação do cinema independente americano. Rodado por cerca de US$ 5 milhões, o filme fez apenas US$ 22,2 milhões nos EUA e jamais venceria um concurso de popularidade. Pelo conjunto da noite, sua vitória também representou um voto de protesto. Menos visto pelo grande público entre todos os candidatos, era o que representava mais minorias: indies, pobres, negros, imigrantes, latinos e gays. Para completar, o ator Mahershala Ali, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu micro papel de traficante cubano radicado em Miami, é muçulmano na vida real – e se tornou o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia. Ao todo, “Moonlight” levou três Oscars. O terceiro foi de Melhor Roteiro Adaptado, dividido entre o cineasta Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney, autor da história e da peça original. “La La Land”, porém, venceu o dobro de prêmios: seis ao todo. Entre as conquistas do musical, a principal foi tornar Damien Chazelle o diretor mais jovem a ganhar um Oscar, aos 32 anos de idade. Além disso, Emma Stone venceu como Melhor Atriz. “Manchester à Beira-Mar” e “Até o Último Homem” se destacaram a seguir, com dois Oscar cada. Enquanto o filme de Mel Gibson levou prêmios técnicos, o segundo drama indie mais premiado da noite rendeu uma discutível vitória de Casey Affleck como Melhor Ator e a estatueta de Melhor Roteiro Original para o cineasta Kenneth Lonergan. Viola Davies confirmou seu favoritismo como Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, tornando-se a primeira atriz negra a vencer o Emmy, o Tony e o Oscar. Sua vitória ainda ajudou a demonstrar como o Oscar se transformou com as mudanças realizadas por sua presidente reeleita Cheryl Boone Isaacs, que alterou o quadro de eleitores, trazendo maior diversidade para a Academia. Após um #OscarSoWhite 2016 descrito francamente como racista pelo apresentador Jimmy Kimmel, na abertura da transmissão, a Academia premiou negros como atores, roteiristas e até produtores. Mas o recado foi ainda mais forte, ao premiar os candidatos com maior potencial de dissonância, especialmente aqueles ligados aos países da lista negra de Donald Trump. O diretor inglês de “Os Capacetes Brancos”, Melhor Documentário em Curta-Metragem, sobre o trabalho humanitário em meio à guerra civil da Síria, generalizou em seu agradecimento, mesmo tendo seu cinematógrafo impedido de viajar aos EUA para participar do Oscar. Já o iraniano Asghar Farhadi, que venceu seu segundo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “O Apartamento”, foi na jugular. Sua ausência já era um protesto em si contra o que ele chamou, em texto lido por seus representantes, ao “desrespeito” dos EUA. “Minha ausência se dá em respeito aos povos do meu pais e de outros seis países que foram desrespeitados pela lei inumana que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos”. Foi bastante aplaudido. Interessante observar que, apesar do clima politizado manifestado por meio da seleção de vencedores, apenas os estrangeiros e Jimmy Kimmel fizeram discursos contundentes. Os americanos sorriram amarelo e agradeceram suas mães, enquanto artistas de outros países provocaram reações pontuadas por aplausos com suas declarações contrárias à política internacional americana. Até Gael Garcia Bernal, convidado a apresentar um prêmio, deixou seu texto de lado para se manifestar “como mexicano”. Menos evidente, mas igualmente subversivo, foi o fato dos serviços de streaming e a TV paga terem se infiltrado na premiação. Assim como aconteceu no Globo de Ouro, Jeff Bezos, dono da Amazon, ganhou destaque e propaganda gratuita (será?) do apresentador no discurso de abertura. A Amazon produziu um dos filmes premiados, “Manchester à Beira-Mar”, e foi a distribuidora oficial de “O Apartamento” nos EUA – filme que, prestem atenção, não entrou em circuito comercial nos cinemas americanos. A Netflix também faturou seu Oscar por meio de “Os Capacetes Brancos”, que – prestem mais atenção – é inédito nos cinemas. Para completar, o Oscar de Melhor Documentário foi para “O.J. Simpson: Made in America”, uma minissérie de cinco episódios do canal pago ESPN. Sinal dos tempos. E sinal de alerta para o parque exibidor. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Oscar 2017 Melhor Filme “La La Land” “Moonlight” Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Atriz Emma Stone (“La La Land”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Melhor Roteiro Original Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Fotografia Linus Sandgren (“La La Land”) Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento” (Irã) Melhor Documentário “O.J. Made in America” Melhor Edição John Gilbert (“Até o Último Homem”) Melhor Edição de Som Sylvain Bellemare (“A Chegada”) Melhor Mixagem de Som Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o Último Homem”) Melhor Desenho de Produção David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco (“La La Land”) Melhores Efeitos Visuais Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon (“Mogli, o Menino Lobo”) Melhor Canção Original “City of Stars”, de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“La La Land”) Melhor Cabelo e Maquiagem Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) Melhor Figurino Colleen Atwood (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) Melhor Curta “Sing” Melhor Curta de Animação “Piper” Melhor Curta de Documentário “Os Capacetes Brancos”
Animação Carros 3 ganha novo trailer com capotagens
A Disney divulgou um novo trailer dublado em português de “Carros 3”, que volta a destacar o acidente sofrido pelo protagonista Relâmpago McQueen. A prévia adianta que a capotagem pôlêmica é apenas preâmbulo da história. A trama vai mostrar como o carrinho dará a volta por cima, superando as limitações causadas pela tragédia para retornar às pistas de corridas animadas. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme vai estrear nos cinemas brasileiros para 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Rob Zombie confirma participação em Guardiões da Galáxia Vol 2
O roqueiro e cineasta Rob Zombie (“Halloween – O Ínicio”) revelou seu envolvimento em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, ao postar uma foto no Instagram, ao lado do diretor do filme, James Gunn. Junto da imagem, ele completou a informação, escrevendo: “Com @jamesgunn na Disney gravando uma voz para Guardiões da Galáxia 2!”. Para confirmar, Gunn escreveu logo em seguida nas redes sociais que, sem “os talentos vocais de Zombie”, seu filme não estaria completo. Isto porque o roqueiro gravou participações vocais em todos os filmes do diretor, desde “Seres Rastejantes” (2006) e incluindo a voz de Deus em “Super” (2010). No primeiro “Guardiões da Galáxia” (2014), ele dublou o sistema de navegação dos Ravagers. Mas, desta vez, parece que terá um personagem criado por computador. Gunn até adiantou o nome: Fitzgibbon. “Agora, é com vocês descobri-lo”. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia em 27 de abril no Brasil. With @jamesgunn at Disney recording a voice for Guardians of the Galaxy 2! #robzombie #jamesgunn #guardiansofthegalaxy2 #godblesstinytim Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial) em Fev 22, 2017 às 6:12 PST It isn’t a James Gunn film without @RobZombie’s voice!! https://t.co/wv8SM6c177 — James Gunn (@JamesGunn) 23 de fevereiro de 2017 There are two things you can be sure of in my films: 1) There will be a character named Fitzgibbon. And 2) There will be a @robzombieofficial voice cameo. Yesterday Rob came by to lend his voice to Guardians of the Galaxy Vol. 2. Now it'll be up to you guys to find it. #GotGVol2 #robzombie Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn) em Fev 23, 2017 às 9:30 PST
Gravação do tema de A Bela e a Fera por Ariana Grande e John Legend ganha vídeo de bastidores
A Disney divulgou um vídeo de bastidores da gravação da música “Beauty and the Beast”, tema do filme “A Bela e a Fera”, nas vozes de Ariana Grande e John Legend. A música, conhecida pela animação clássica, vai integrar a trilha da versão com atores e já foi incluída num dos trailers da produção. Trata-se da terceira gravação da música. Na animação clássica, ela é cantada pela atriz Angela Lansbury, que dublou a xícara Madame Samovar em 1991. Mas já na época ganhou outra versão para as rádios, gravada por Celine Dion e Peabo Bryson. A regravação, no entanto, não significa que Celine Dion ficará de fora da trilha do novo longa. A cantora anunciou em suas redes sociais que será responsável pelos vocais de uma música inédita na produção, “How does a Moment Last Forever”. Além disso, a produção já adiantou, em outro vídeo, trechos de “Belle”, a música tema de Bela, cantada por sua intérprete, Emma Watson (franquia “Harry Potter”). Com direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”), “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Pôster especial celebra 40 anos de Star Wars
A Lucasfilm e a Disney divulgaram um pôster especial para o evento de comemoração dos 40 anos anos da franquia “Star Wars”, iniciada em 1977 com o lançamento do então chamado “Guerra nas Estrelas”, escrito e dirigido por George Lucas. A arte do ilustrador Paul Shipper reúne imagens das três trilogias, com Luke Skywalker ao centro. A comemoração oficial vai acontecer no evento Star Wars Celebration, que já virou uma tradição anual da franquia. Neste ano, a celebração será em Orlando, na Flórida, entre os dias 13 e 16 de abril. A ocasião será marcada pela participação do elenco e da equipe de produção dos filmes e séries da franquia, com direito a muitas revelações. O próximo filme a ser lançado será “Star Wars: Os Últimos Jedi”, em 14 de dezembro, seguido pelo spin-off centrado no jovem Han Solo, ainda sem título oficial, em maio de 2018.
Angelina Jolie planeja seus próximos filmes como atriz e diretora
Após lançar seu novo filme como diretora, “First They Killed My Father”, que já teve première no Camboja, Angelina Jolie planeja seu retorno à atuação. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que ela tem dois projetos em vista na Universal: um drama épico sobre a imperatriz russa Catarina, a Grande no século 18 e um thriller de espionagem passado na 2ª Guerra Mundial. O primeiro é uma adaptação do livro “Catherine the Great and Potemkin: The Imperial Love Affair”, de Simon Seabag Montefiore, enquanto o segundo se baseia no livro “The Spy Who Loved”, de Clare Mulley. Ela também está confirmada na sequência de “Malévola”, para a Disney, e considerando se envolver em “Shoot Like a Girl”, projeto da Sony Pictures baseado na história real de Mary Jenning Hegar, major da Força Aérea dos EUA que lutou contra a política que excluía participações de mulheres em situações de combate na Guerra do Afeganistão. Além disso, ela pretende se lançar como produtora de animação, desenvolvendo “The One and Only Ivan”, adaptação do livro homônimo de Katherine Applegate, e ainda planeja dirigir a adaptação do romance “Without Blood”, do autor italiano Alessandro Baricco. A trama gira em torno de uma menina que busca vingança pela morte de seu pai por inimigos de guerra.
A Bela e a Fera: Emma Watson canta música tema de sua personagem, agora com legendas
A Disney divulgou a versão legendada do trecho de “A Bela e a Fera” em que Emma Watson solta sua voz, cantando a música tema de sua personagem, “Belle”. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Descendentes 2 ganha pôster, foto e vídeo centrados nos novos filhos de vilões da Disney
O Disney Channel divulgou uma foto, um pôster e um vídeo do telefilme “Descendentes 2” para destacar os novos filhos de vilões da história. As imagens registram Uma (China Anne McClain, da série “Programa de Talentos”), filha da Úrsula, Harry Hook (o novato Thomas Doherty), filho do Capitão Gancho, e Gil (Dylan Playfair, de “Se Eu Tivesse Asas”), filho do Gastão. Eles irão causar confusões para Jay (Booboo Stewart), Evie (Sofia Carson), Mal (Dove Cameron) e Carlos (Cameron Boyce), que abandonaram as maldades de seus pais (Jafar, Rainha Má, Malévola e Cruella De Vil) e se tornaram amigos do Príncipe Ben (Mitchell Hope), filho da Bela e da ex-Fera. A franquia se passa num reino idílico, após o príncipe herdeiro oferecer uma chance de redenção para os filhos dos maiores antagonistas dos contos de fadas, que foram presos em uma ilha com todos os vilões, ajudantes, madrastas e meia-irmãs malvadas. E ao passar a frequentar a escola ao lado dos filhos da Fada Madrinha, Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan, os jovens decidem romper com seus pais vilões, abraçando a oportunidade de se tornarem pessoas boas. O problema é que a nova classe de “Descendentes 2” não pretende ser tão cooperativa. Novamente escrito por Sara Parriott e Josann McGibbon e dirigido por Kenny Ortega, “Descendentes 2” vai estrear na temporada de verão dos EUA, entre maio e agosto.
Vídeo legendado destaca o elenco e a grandiosidade dos bastidores de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores de “A Bela e a Fera”, em que o diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o elenco estelar falam sobre a grandiosidade da produção e a motivação para criar uma versão com atores de um clássico animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) no papel de Bela e Dan Stevens (série “Legion”) no papel da Fera, o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Vilão de Game of Thrones é primeiro ator confirmado na série dos Inumanos
A Marvel e a rede ABC anunciaram o primeiro ator contratado para o elenco de sua nova série de super-heróis, “Inhumans”, sobre os poderosos Inumanos dos quadrinhos. E é ninguém menos que Iwan Rheon, conhecido do grande público por ter interpretado o sádico Ramsay Bolton em quatro temporadas de “Game of Thrones”. Curiosamente, Rheon já teve a experiência de interpretar um personagem que era uma espécie de super-herói: o encapuzado Simon da série britânica “Misfits”. Mas em “The Inhumans” viverá um personagem mais parecido com Ramsay, assumindo o papel de Maximus. Enquanto a maioria dos sites incorporou simplesmente a descrição oficial divulgada pela rede ABC (“personagem charmoso, inteligente e devotado ao povo de Attilan e ao seu irmão”), o Maximus dos quadrinhos é um vilão sádico e enlouquecido, que faz de tudo para tomar o trono de Atillan de seu irmão, o herói Raio Negro, rei dos Inumanos. “A capacidade de Iwan de ser charmoso, engraçado e completa e inesperadamente perigoso preenche todos os requisitos que precisávamos para trazer o personagem à vida. Estamos felizes por tê-lo a bordo”, disse o chefe da Marvel TV, Jeph Loeb, em comunicado. A série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.












