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  • Filme

    Disney atinge US$ 5 bilhões nas bilheterias mundiais pelo terceiro ano consecutivo

    1 de dezembro de 2017 /

    As compras da Marvel, Pixar e LucasFilm não param de dar lucro para a Disney. Os filmes de super-heróis e animações lançados neste ano estão entre os maiores sucessos do estúdio e ajudaram a empresa a superar, pelo terceiro ano consecutivo, a impressionante marca de US$ 5 bilhões nas bilheterias mundiais. O valor foi atingido após a estreia de seus mais recentes lançamentos, o desenho da Pixar “Viva – A Vida é uma Festa”, que alcançou a marca dos US$ 179 milhões no final de semana, e “Thor: Ragnarok”, que já faturou US$ 800 milhões em todo o mundo. A Pixar e a Marvel respondem por outros sucessos deste ano, como “Carros 3” (US$ 383,2 milhões) e “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (US$ 863,6 milhões), sem esquecer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, produzido em parceria com a Sony. Para completar, o ano será fechado com o lançamento de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, da LucasFilm, que deve bater recorde de arrecadação em dezembro. Assim, o faturamento do estúdio ainda deve aumentar bastante, podendo repetir o recorde de faturamento registrado no ano passado, quando superou os 6 bilhões mundiais, valor nunca antes atingido por nenhum estúdio de cinema. Graças à força de seu conteúdo, o estúdio também prepara sua entrada no mercado de streaming, planejando lançar uma plataforma própria para competir com Netflix e Amazon a partir de 2019.

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  • Etc

    Disney sabia do comportamento do diretor de Toy Story: “Inapropriado até com as fadinhas”

    29 de novembro de 2017 /

    Novas informações vieram à tona sobre as acusações de assédio sexual contra John Lasseter, um dos fundadores da Pixar, diretor de “Toy Story” e chefe do departamento de animação da Disney. O Deadline ouviu funcionários da Disney, que não quiseram se identificar, mas confirmaram que a Disney sabia do comportamento de Lasseter e até designava “babás” para vigiá-los em reuniões com mulheres ou festas da companhia. Segundo a reportagem, Lasseter comparecia às festas escoltado por um funcionário, cuja função era “prevenir” ações que poderiam ser vistas como inapropriadas. Uma das fontes citou casos de executivas que se demitiram após toques indesejados e uma obsessão doentia pelas atrizes que serviam de modelo para as animações da franquia Tinker Bell, nos filmes de fadas feito para o mercado de DVD. “Ele era inapropriado até com as fadinhas”, disse um ex-executivo da Pixar, após revelar que ele convenceu a Disney a bancar uma viagem do elenco feminino da franquia e insistir em levar as atrizes para festas. “Tivemos que escalar alguém para acompanhá-lo e ter certeza de que ele não ficaria sozinho com elas”. Uma executiva contou que não podia sentar a seu lado em reuniões de trabalho, que ele passava a mão boba na sua perna. “Era muito desconfortável. Com o tempo, comecei a evitar me sentar perto dele sempre que podia, porque isso me afligia e me impedia de falar”, confidenciou. Outro executivo da Pixar descreveu um momento em que, após uma feira de brinquedos em Nova York, Lasseter propôs que todos saíssem para “tomar um drinque”. “Quando vimos, ele estava puxando a única mulher que havia no grupo para perto de si e passando a mão por todo o corpo dela. Ela tentou rir depois, mas era óbvio que ela ficou irritada, e com muita razão”, conta o entrevistado, revelando que ela se demitiu. A Disney e a Pixar não se pronunciaram sobre os novos detalhes do comportamento de Lasseter. O diretor se afastou provisoriamente de sua posição como chefe do departamento de animação da Disney – para “um semestre sabático”, segundo seu próprio comunicado – , e boatos indicam que Pete Docter, diretor de “Monstros S.A.” pode assumir seu lugar. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, Lasseter disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles. Minha esperança é que um semestre sabático possa me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”. O texto de Lasseter também aborda sua fama de “pegajoso”. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, disse o produtor.

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  • Filme

    Atriz chinesa de O Reino Proibido será a Mulan de carne e osso da Disney

    29 de novembro de 2017 /

    Após uma busca mundial que durou um ano, a Disney finalmente encontrou sua Mulan de carne e osso. A atriz chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, será a guerreira medieval Hua Mulan na nova versão hollywoodiana do clássico conto chinês. Para chegar na escolhida, a Disney despachou diretores de elenco para cinco continentes e considerou cerca de mil candidatas para o papel, que exige habilidades de artes marciais, capacidade de falar em inglês e carisma de estrela. E deu preferência à atrizes de descendência chinesa, em busca de precisão cultural. Ao final, elegeu aquela que o público chinês já chamava de “irmã fada”, por seu olhar e imagem que transmitem inocência. Longe de ser uma “descoberta”, Liu é uma das atrizes mais populares de sua geração na China, inclusive com passagens anteriores por Hollywood. Ela atuou em inglês na fantasia de artes marciais “O Reino Proibido” (2008), ao lado de Jackie Chan e Jet Li, e na aventura medieval “O Imperador” (2014), com Nicolas Cage. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz também é estrela de produções chinesas de ação, mostrando habilidades como guerreira na franquia “Os Quatro” (foto que ilustra o post), que já rendeu três filmes de artes marciais medievais, além de “O Grande Mestre 3” (2015). Recentemente, ela contracenou com Emile Hirsch em “The Chinese Widow”, filme do dinamarquês Bille August (“Trem Noturno para Lisboa”) que abriu o Festival Internacional de Cinema de Xangai em junho. E estava escalada para estrelar a sci-fi de desastre “Imersion”, de Peter Segal (“Tratamento de Choque”), ao lado de Samuel L. Jackson. Sua fama e beleza também a transformaram em embaixatriz chinesa de grifes como Dior, Tissot, Garnier e Pantene. A escolha da atriz reforça que, ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não será um musical, mas um filme de ação. Foi a própria diretora, Niki Caro, quem tinha apontado esse rumo. “Pelo que entendo, não temos canções até agora, para horror dos meus filhos”, ela comentou, em entrevista ao site Moviefone. A diretora neo-zelandesa, que chamou atenção em 2002 à frente de uma história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”, será a primeira mulher a dirigir uma versão “live action” do estúdio, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no começo do ano. Sua relação com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015.

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  • Filme

    Viva – A Vida É uma Festa derrota Liga da Justiça e lidera bilheterias da América do Norte

    26 de novembro de 2017 /

    A Pixar tem um novo sucesso nas bilheterias. Após quebrar recordes no México, o novo longa animado do estúdio, que se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, enfrentando pouca resistência da “Liga da Justiça”. O filme faturou US$ 49M (milhões) no fim de semana, mas contando os cinco dias do feriadão de Ação de Graças chegou a US$ 71,1M, acima das expectativas, tendo em vista a competição do filme de super-heróis. O valor é a quarta maior abertura de Ação de Graças de todos os tempos, atrás apenas de produções da própria Pixar e de sua proprietária Disney – “Toy Story 2” (1999), “Frozen” (2013) e “Moana” (2016). O faturamento refletiu diretamente a aprovação do público. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. A positividade em torno de “Viva – A Vida É Uma Festa” acabou sendo um grande contraponto às más notícias da semana passada, quando a Pixar foi abalada por denúncias de assédio contra seu fundador, que se afastou da companhia. Não há como negar que havia muito receio na Disney, tanto pela proximidade do escândalo quanto pela temática do desenho, centrado em personagens e na cultura do México. A trama conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”), transformou temas mexicanos numa história de apelo universal, que ressoou em todo o mundo, atingindo faturamento global de US$ 153,3M. Mas no México foi muito mais bem-sucedido que o imaginado, virando um fenômeno. Com arrecadação de US$ 53,4M, “Viva” já é a maior bilheteria de todos os tempos no país. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. Com o sucesso de “Viva”, “Liga da Justiça” acabou caindo para o 2º lugar em seu segundo fim de semana em cartaz. Fez US$ 40,7M no fim de semana, chegando a US$ 60M no feriadão. Assim, o acumulado doméstico de dez dias está em US$ 171,5M, o pior desempenho de um filme do universo compartilhado da DC Comics. Como comparação, “Mulher Maravilha” fez US$ 203M em seus primeiros dez dias na América do Norte. A boa notícia para a Warner é que o filme arrebentou na China, onde foi promovido até com pôsteres piratas, em que os heróis da DC se impunham sobre cadáveres da Marvel. Em todo o mundo, “Liga da Justiça” respira com US$ 481,3M. O Top 3 também continua a registrar a boa vendagem de “Extraordinário”. O filme anti-bullying, que traz Sonia Braga em seu elenco, já faturou US$ 69,4M no mercado doméstico, antes de chegar aos demais países. A estreia no Brasil está marcada para 7 de dezembro. Mas impressionante mesmo é “Thor: Ragnarok”, que continua vendendo muitos ingressos em 4º lugar. Até o próximo fim de semana, a produção da Marvel deverá cruzar a marca de US$ 800M de arrecadação mundial. Para completar, um recorde foi quebrado por um lançamento limitado, logo abaixo do Top 10. O romance gay “Me Chame por Seu Nome”, que vem se destacando nas indicações aos prêmios de final de ano, estreou na sexta (24/11) em apenas quatro salas, e mesmo assim apareceu em 13º lugar no ranking, com US$ 404,8 mil de bilheteria. A média de US$ 101 mil por sala é a maior já registrada por qualquer filme neste ano nos Estados Unidos. “Me Chame por Seu Nome” estreia no Brasil apenas em 18 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 49M Total EUA: US$ 71,1M Total Mundo: US$ 153,3M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 40,7M Total EUA: US$ 171,5M Total Mundo: US$ 481,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 22,3M Total EUA: US$ 69,4M Total Mundo: US$ 70,3M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 277,4M Total Mundo: US$ 790M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA: US$ 72,6M Total Mundo: US$ 73,6M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13M Total EUA: US$ 74,2M Total Mundo: US$ 175,3M 7. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 22M Total Mundo: US$ 22,7M 8. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 59,7M Total Mundo: US$ 92,8M 9. Roman J. Israel, Esq. Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 6,2M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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  • Filme

    O Touro Ferdinando: Nova animação do diretor de Rio ganha pôsteres de personagens e comercial dublado

    24 de novembro de 2017 /

    A Fox divulgou os pôsteres dos personagens um comercial dublado de “O Touro Ferdinando”, animação do brasileiro Carlos Saldanha. Como “Rio” e “A Era do Gelo”, dirigidos por Saldanha, a nova produção também é um desenho de bichos falantes. A diferença é que Ferdinando não é uma criação original. A história é inspirada no personagem homônimo criado em 1936 pelo escritor americano Munro Leaf, num livro infantil ilustrado por Robert Lawson, que já rendeu até produção da Disney: um curta clássico que venceu o Oscar de sua categoria em 1939. Graças ao sucesso da versão da Disney, reprisada várias vezes na TV, o touro sensível, que gosta de ficar no campo cheirando flores e não leva jeito para touradas, acabou virando um símbolo do pacifismo. Apesar disso, Ferdinando nunca tinha ganhado um longa-metragem antes. O novo vídeo reforça que, para esticar a história, foram incluídos diversos bichos coadjuvantes. Depois de ser confundido com uma perigosa criatura, o touro grande – de tamanho e de coração – é capturado para competir nas touradas. Mas, determinado a voltar para sua família, ele lidera uma equipe de desajustados em uma grande fuga. Saldanha divide a animação do longa com Cathy Malkasian e Jeff McGrath (ambos de “Os Thornberrys – O Filme”) e o elenco de dubladores originais inclui o lutador John Cena (“Pai em Dose Dupla”), voz do personagem-título, Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), David Tennant (séries “Doctor Who”, “Jessica Jones”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Anthony Anderson (série “Black-ish”), Boris Kodjoe (série “The Last Man on Earth”), Sally Phillips (“O Bebê de Bridget Jones”), Gabriel Iglesias (série “Cristela”), Miguel Ángel Silvestre (série “Sense8”) e Bobby Cannavale (série “Vinyl”). Enfim, tanta gente que não será ouvida na dublagem nacional. A estreia está marcada para 15 de dezembro nos EUA e 4 de janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Viva – A Vida É uma Festa estreia nos EUA com nota máxima de aprovação do público

    23 de novembro de 2017 /

    A Liga da Justiça vai sofrer para superar uma criança mexicana neste fim de semana. Após quebrar recordes de bilheteria no México, o novo longa animado da Pixar, que se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, obteve aprovação máxima do público nos Estados Unidos. O filme tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público, em sua estreia no feriadão do Dia de Ação de Graças nos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para completar, a expectativa da indústria é que a animação fature até US$ 70 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos e Canadá. O que fará com que “Liga da Justiça” sofra um tombo no ranking, aumentando a tensão nos bastidores da Warner Bros. Mas o ambiente na Pixar, estúdio dos mais famosos desenhos animados deste século, também estava sob nuvens cinzentas, após acusações de assédio e o afastamento voluntário de seu chefe, John Lasseter (diretor de “Toy Story”), no começo da semana. De forma inegável, o bom resultado de “Viva – A Vida É uma Festa” vira a página e volta a resgatar a moral da Pixar. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). Mas o público brasileiro ainda terá que esperar muito para assistir ao desenho. O lançamento nacional foi marcado apenas para 4 de janeiro. Por sinal, esta demora explica porque a Disney só disponibilizou um único trailer dublado em português do filme até o momento.

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  • Etc

    Rashina Jones nega assédio de John Lasseter, mas acusa Pixar de discriminação sexual

    22 de novembro de 2017 /

    Após uma reportagem da revista The Hollywood Reporter ligar a saída de Rashida Jones de “Toy Story 2” à notícia de que John Lasseter, cofundador e diretor de criação da Pixar, estava se afastando do estúdio em meio a denúncias de assédio, a atriz negou ter sido assediada ou que sua decisão de abandonar o filme seja relacionada ao comportamento do chefe. Rashida, que era uma das roteiristas da sequência da franquia de animação, contou ao jornal The New York Times que a decisão de sair foi consequência do tratamento que a Pixar dá a mulheres e minorias no ambiente de trabalho, e não por conta de Lasseter. “A velocidade vertiginosa com que os jornalistas têm buscado o próximo perpetrador torna algumas notícias irresponsáveis”, criticou a atriz, em comunicado assinado com Will McCormack, seu parceiro criativo no projeto, que também optou por deixar “Toy Story 4”. “Nós não saímos da Pixar por conta de assédios. Isso não é verdade. Optamos por sair por diferenças criativas e, mais ainda, filosóficas”. No comunicado, Rashida e McCormack descreveram a Pixar como um lugar “em que mulheres e pessoas de cor não têm a mesma voz criativa que outros”. “Nós esperamos encorajar todos aqueles que sentiram que suas vozes não foram ouvidas no passado, que se sintam empoderados”, afirmaram. A reportagem da THR ligou a saída da dupla do desenvolvimento de “Toy Story 4” à denúncias de assédio que levaram Lasseter, diretor da divisão de animação da Disney, a anunciar seu afastamento por seis meses, após admitir que precisava “enfrentar seus erros”. A publicação afirmou que a decisão tinha sido decorrência de denúncia de Rashida Jones, por conta de um avanço não consensual de Lasseter, mas ela veio agora à público negar. Outras pessoas, que não quiseram se identificar, descreveram Lasseter como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Na nota em que anunciou seu afastamento, Lasseter mencionou este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

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  • Etc

    Diretor de Toy Story se afasta da chefia da Disney após acusação de assédio sexual

    21 de novembro de 2017 /

    O cineasta John Lasseter, atual chefão da divisão de animação da Disney, anunciou nesta terça-feira (21/11) seu afastamento do estúdio para tirar um “semestre sabático”, após admitir que precisa “enfrentar seus erros”. O site The Hollywood Reporter chegou a apontar que o afastamento era decorrência de denúncia da atriz Rashida Jones, que deixou a produção de “Toy Story 4”, em que atuava como uma das roteiristas, por conta de um avanço não consensual de Lasseter. Will McCormack, seu parceiro criativo no filme, que tem previsão de estreia para junho de 2019, também pediu demissão em apoio à colega. Mas após ver seu nome citado na reportagem, Rashida Jones veio a público negar a história, contando o motivo de sua decisão: discriminação sexual – o que também não pegou bem para a companhia e seu diretor. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. O anúncio de seu afastamento foi divulgado após chegar a seu conhecimento que o THR preparava uma reportagem sobre sua conduta. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, ele disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluiu Lasseter. A Disney não se pronunciou, mas muitos funcionários falaram com o THR para a reportagem, sob a condição de anonimato por temerem que suas carreiras fossem prejudicadas. De acordo com relatos, o incidente com Rashida Jones não teria sido isolado. Lasseter é muito conhecido por abraçar seus funcionários e demais profissionais da área, além de gostar de “agarrar, beijar e fazer comentários sobre atributos físicos”. O executivo também costuma ingerir doses altas de bebidas alcoólicas em eventos sociais da empresa, como festas de lançamentos, mas seu comportamento não estaria exclusivamente atrelado ao fato. Segundo apurou o THR, as funcionárias mulheres da Pixar já sabiam “virar a cabeça rapidamente para evitar seus beijos”. Algumas usavam um movimento que batizaram de “o Lasseter” para evitar que seu chefe passasse a mão em suas pernas. Uma das fontes que falou de forma anônima lembrou de uma reunião, realizada há 15 anos, em que Lasseter sentou ao lado de uma mulher. “Ela estava curvada e posicionou o braço na coxa. A melhor maneira de descrever é que era uma postura defensiva… John estava com a mão no joelho dela e movendo-a”, contou. Após a reunião, a fonte conversou com a vítima sobre o ocorrido: “Ela disse que deu azar por usar uma saia naquele dia e que se não estivesse se protegendo com o braço, a mão de John teria viajado…”. A mesma fonte lembrou um caso em que uma foto corporativa precisou sofrer um corte bizarro porque Lasseter, que estava posicionado entre duas funcionárias, repousou suas mãos no corpo delas. Em outro relato, uma ex-funcionária lembrou encontros estranhos com Lasseter, que gostava — “como muitos na indústria” — de distribuir abraços em reuniões. “Você o abraçava e ele sussurrava em sua orelha por um longo tempo. Ele abraçava diversas vezes e todos te olhavam. Era uma invasão de espaço”, relatou. O texto de Lasseter menciona este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

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  • Série

    Primeiro vídeo de Os Incríveis 2 vira o trailer de animação mais visto da internet

    21 de novembro de 2017 /

    O primeiro teaser de “Os Incríveis 2” foi divulgado de surpresa no sábado (18/11) e virou trending topic das redes sociais. O interesse foi tanto que a prévia disponibilizada pela Pixar se tornou o trailer de animação mais visto da internet. Segundo o site da revista Entertainment Weekly, o vídeo teve 113 milhões de visualizações em diversas plataformas, nas primeiras 24 horas de divulgação. Na prévia, lançada com legendas pela Disney no Brasil, a estrela é o bebê Zezé (ou Jack-Jack, em inglês), que exibe pela primeira vez seus poderes, soltando raios pelos olhos. “Os Incríveis 2” acompanhará o Sr. Incrível (dublado por Craig T. Nelson) cuidando do caçula da família, enquanto a Mulher Elástica (voz de Holly Hunter) sai para salvar o mundo. Lançado em 2004, o longa original faturou US$ 633 milhões em todo o mundo e venceu Oscar de melhor animação. A expectativa é que a sequência fature muito mais. Novamente escrito e dirigido por Brad Bird, a continuação do clássico da Disney-Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Uma Dobra no Tempo: Nova fábula da Disney ganha fotos e trailer legendado com belos efeitos visuais

    20 de novembro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo pôster, fotos e o segundo trailer legendado de sua fábula contemporânea “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time). A prévia apresenta a premissa e os belos efeitos visuais da produção, destacando o papel de Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como um cientista que faz uma descoberta importante sobre as leis da física e acaba sendo capturado pela escuridão. Cabe a sua filha mais velha, Meg, que ainda é uma criança, a missão de salvá-lo, com a ajuda de seu irmão mais novo e um adolescente corajoso, além de contar com apoio de seres místicos. “Uma Dobra no Tempo” adapta o premiado livro homônimo de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, com direção de Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014), que assim se torna a terceira mulher a dirigir um filme orçado em mais US$ 100 milhões, após Kathryn Bigelow (“K19 – The Widowmaker”, em 2002) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), e a primeira negra deste clube seleto. O roteiro é de Jennifer Lee, que escreveu o fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e o elenco ainda inclui Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”) e Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”), que interpretará a protagonista Meg Murry. A estreia está marcada para 29 de março no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos, mas é sujeita a mudanças, já que se trata da mesma data de lançamento do aguardado “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg, e da animação “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim”.

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    Liga da Justiça estreia em 1º lugar, mas é maior fracasso do universo DC na América do Norte

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” abriu em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, faturando US$ 96M (milhões) em seu fim de semana de estreia. Números imponentes. Mas com um porém ainda maior: os US$ 300 milhões estimados de seu orçamento de produção. Ainda entusiasmados pelo bom resultado de “Mulher-Maravilha”, o público americano foi em massa assistir às pré-estreias e ao primeiro dia de exibição da nova produção de super-heróis da Warner Bros, o que jogou suas estimativas de faturamento para a casa dos US$ 120 milhões. Entretanto, o ímpeto diminuiu no sábado. As vendas de ingresso caíram e o filme, inesperadamente, não conseguiu ultrapassar os US$ 100 milhões. Por “coincidência”, a avaliação do site Rotten Tomatoes só foi liberada na véspera da estreia – de forma controversa – , e a nota foi péssima, oscilando entre 38 e 40% de aprovação. As críticas negativas contribuíram para arrefecer o entusiasmo do público. Ao final, o primeiro filme a juntar os maiores heróis da DC Comics estreou abaixo do longa individual da Mulher-Maravilha. O lançamento da heroína abriu com US$ 103M em junho, na América do Norte. Ainda mais significativo é seu desempenho diante da estreia de “Batman vs. Superman”, que estabeleceu a premissa do universo compartilhado da DC Comics – ao introduzir Mulher-Maravilha e apresentar rapidamente os demais integrantes da futura Liga da Justiça. O borrão sombrio de Zack Snyder abriu com US$ 166M no ano passado. Mas desabou em sua segunda semana, após ser execrado pela crítica – e terminou sua trajetória com quatro prêmios no troféu Framboesas de Ouro, anualmente concebidos aos piores trabalhos do cinema hollywoodiano. Considerando que “Esquadrão Suicida” fez US$ 133M e até “O Homem de Aço” começou com US$ 113M, os números definem “Liga da Justiça” não como o carro-chefe do universo compartilhado da DC Comics, como planejava a Warner, mas como seu maior fracasso. Para chegar em números mais baixos, é preciso lembrar o estado em que estavam as adaptações de quadrinhos há duas décadas, época de “Batman e Robin”, que levaram até “Batman Begins” a ser encarado com desconfiança – e uma bilheteria inicial de apenas US$ 48,7M há 12 anos. Superada esta fase, só “Liga da Justiça” faturou menos de US$ 100M para o catálogo da DC. Para cutucar com vara curta, vale lembrar que “Os Vingadores”, primeira produção a juntar os super-heróis da Marvel, fez mais que o dobro em sua estreia, estabelecendo a arrecadação recorde de US$ 204,7M em 2012 – e a continuação não ficou muito atrás, com US$ 191,3M em 2015. A briga de DC vs. Marvel quase ofuscou os demais lançamentos da semana. Mas é digno de nota o desempenho de “Extraordinário”, que se acomodou no 2º lugar. A história anti-bullying do menino deformado que encontra apoio para superar as dificuldades da vida escolar agradou em cheio, com 82% de aprovação da crítica. A arrecadação de US$ 27M ficou, inclusive, acima das expectativas do mercado, diante da concorrência dos blockbusters dos super-heróis valentões. A estreia no Brasil vai acontecer em 7 de dezembro. Com isso, “Thor: Ragnarok” perdeu duas posições, caindo para 3º lugar após duas semanas no topo. O longa tinha aberto com US$ 122,7M e já tem US$ 247,3M em bilheteria doméstica. Com um detalhe a mais para se vangloriar: custou 60% do preço da “Liga da Justiça”. Abaixo no ranking, a animação “A Estrela de Belém” implodiu com US$ 10M. História do nascimento de Jesus com bichos falantes, o filme foi aprovado pela crítica americana, com 62% no Rotten Tomatoes, e traz sua presepada ao Brasil em 30 de novembro. Destaca-se, ainda, o fenômeno registrado nas exibições limitadas de “Lady Bird” e “Três Anúncios para um Crime”. O sucesso de “Lady Bird” na semana passada fez o filme dobrar a quantidade de telas, chegando em 238 salas. “Três Anúncios para um Crime” está em 53. E ambos se destacam no Top 10 à frente de títulos em cartaz em mais de mil salas. Na verdade, só “Liga da Justiça” faturou mais que os dois por sala neste fim de semana na América do Norte. Mas o público brasileiro só vai vê-los em 2018, após a confirmação de suas indicações para o Oscar. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 96M Total EUA: US$ 96M Total Mundo: US$ 281,5M 2. Extraordinário Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 27M Total Mundo: US$ 27M 3. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 21,7M Total EUA: US$ 247,3M Total Mundo: US$ 738M 4. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 14,85M Total EUA: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 51M 5. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 51,7M Total Mundo: US$ 148,2M 6. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 7. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 50,9M Total Mundo: US$ 77,5M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M 9. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 1M Total EUA: US$ 36,4M Total Mundo: US$ 88,8M

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    Conglomerados da Sony, Universal e Paramount também querem comprar a Fox

    18 de novembro de 2017 /

    O vazamento de que a Disney tinha aberto negociações para comprar a Fox atraiu interesse de outros conglomerados de Hollywood, que também querem discutir a aquisição dos ativos da empresa de TV e cinema. Segundo a revista Variey, as empresas Sony, Comcast (dona da Universal) e Viacom (dona da Paramount) já sondaram a 21st Century Fox para saber se há possibilidade de negócios. O interesse da Comcast é pelos mesmos ativos em discussão com a Disney: o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e as participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. A Sony visaria um pacote menor e não há notícias sobre o que atrai a Viacom. A Comcast não poderia comprar o canal Fox, já que as leis antitruste impedem que uma mesma empresa tenha mais de uma rede de TV no Estados Unidos. A Comcast é proprietária da rede NBC. Há especulações de que Rupert Murdoch, sócio majoritário da 21st Century Fox, quer vender parte da companhia para remanejar o restante numa nova versão da News Corp., centrada em publicações e canais de notícias. A atual configuração da Fox foi separada da News Corp. em 2013, após o escândalo de espionagem de celebridades que envolveu a divisão de jornais da empresa no Reino Unido. Para evitar contaminação financeira e acompanhando previsões pessimistas sobre o futuro da mídia impressa, Murdoch dividiu a empresa em duas. Agora, estaria interessado em desfazer essa separação, concentrando-se apenas em notícias – TV, streaming e imprensa – , o que inclui também esportes. Se o estúdio de cinema, a produtora de TV, canais de TV paga e participações em serviços de streaming foram adquiridos por um concorrente, haverá uma grande mudança na correlação de forças de Hollywood. A Disney sonhava em juntar os Vingadores aos X-Men, mas a Sony poderia juntar o Homem-Aranha aos heróis mutantes, enquanto a Comcast passaria a ser majoritária no Hulu, somando 60% das ações na joint venture (que ainda inclui Disney e Warner), podendo assumir o controle do serviço para se posicionar na vindoura guerra de streamings que se aproxima. Mais modesta, a Viacom é quem teria o maior salto, já que não possui os mesmos ativos dos rivais.

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    Animação Os Incríveis 2 ganha primeiro pôster e teaser legendado

    18 de novembro de 2017 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser legendado de “Os Incríveis 2”, que destaca o membro mais jovem da família Parr, um bebê que solta raios pelos olhos. Além disso, o vídeo revela a data de estreia e mostra a “origem” do logotipo oficial da animação, estampado no cartaz. O bebê, chamado de Jack-Jack no roteiro original, foi batizado de Zezé no lançamento do primeiro filme no Brasil. Ele é o caçula do Sr. Incrível (Bob Parr) e da Mulher-Elástica (Helen Parr), e irmão de Flecha (Dash Parr) e Violeta (Violet Parr). A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone (Lucius Best). Novamente escrito e dirigido por Brad Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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