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  • Filme

    Diretor de Extraordinário vai comandar o filme do Príncipe Encantado da Disney

    15 de novembro de 2017 /

    O cineasta Stephen Chbosky, diretor de “As Vantagens de Ser Invisível” (2012) e do vindouro “Extraordinário”, foi contratado pela Disney para desenvolver o filme do Príncipe Encantado, o herói representado em todas as fadas de princesa do estúdio, com diferentes nomes, mas mesma função. O projeto está em desenvolvimento há algum tempo e irá aparecer em breve, conforme apurou o site The Hollywood Reporter, no cronograma de lançamentos da Disney. Chbosky já trabalhou numa fábula do estúdio, como roteirista do blockbuster “A Bela e a Fera”. Desta vez, ele irá dirigir o a nova produção, que já tem roteiro assinado por Matt Fogel (“Vovó… Zona 3: Tal Pai, Tal Filho”). A trama vai contar a história do personagem arquetípico a partir do ponto de vista de seu irmão, que nunca honrou o nome da família. O filme do Príncipe Encantado ainda não tem previsão de estreia. Já “Extraordinário”, que chega na sexta (17/11) nos Estados Unidos, será lançado em dezembro no Brasil.

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  • Filme

    Thor: Ragnarok mantém 1º lugar e já supera bilheterias dos dois filmes anteriores da franquia

    12 de novembro de 2017 /

    “Thor: Ragnarok” enfrentou pais em dose dupla e trens expressos sem sair do lugar: o 1º lugar das bilheterias na América do Norte. O blockbuster da Marvel faturou US$ 56,6M (milhões) na estimativa do site Box Office Mojo, em seu segundo fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. É uma arrecadação incomum para uma produção em sua segunda semana, ainda mais por disputar ingressos com duas grandes estreias no período. O sucesso de “Thor: Ragnarok” é tão estrondoso que já superou, em apenas de dez dias, toda a arrecadação conquistada pelos dois longas anteriores da franquia, “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), tanto no mercado doméstico quando em seu faturamento mundial. O lançamento já soma US$ 211,5M na América do Norte e US$ 650M em todo o mundo, ultrapassando “Thor: O Mundo Sombrio”, que fez US$ 206M e US$ 644M em 23 semanas. Entre as estreias, “Pai em Dose Dupla 2” foi a que se saiu melhor. Apesar de ter sido destruída pela crítica, com míseros 16% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a curiosidade de ver Mel Gibson numa comédia, como o pai de Mark Wahlberg, lhe rendeu o 2º lugar no ranking com um faturamento considerável de US$ 30M. Mas “Assassinato no Expresso do Oriente” não ficou muito atrás, com US$ 28,2M. A diferença pode ser creditada às 230 salas a menos que receberam esta produção. Apesar do grande elenco – Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, etc – , o “remake” de Kenneth Branagh não conseguiu atingir a consagração da primeira versão da obra de Agatha Christie, encenada em 1974 e premiada pelo Oscar (Melhor Atriz Coadjuvante, vencido por Ingrid Bergman). Sem empolgar a crítica, conquistou 58% de aprovação e elogios para sua direção de arte. “Pai em Dose Dupla 2” e “Assassinato no Expresso do Oriente” estreiam, respectivamente, em 23 e 30 de novembro no Brasil. A grande sensação da semana, porém, não foi nenhum título do Top 3. De forma inesperada e impressionante, a novidade mais celebrada acabou sendo o filme que fecha o Top 10. “Lady Bird” foi lançado na semana passada em circuito ultra-limitado, apenas em Los Angeles e Nova York, e expandiu suas salas na última sexta (10/11) para atingir um total de 37 cinemas. Mesmo assim, virou um dos dez filmes mais vistos do fim de semana nos Estados Unidos, faturando US$ 1,2M. O valor representa uma arrecadação de US$ 33,7 mil por sala. Para se ter noção, “Thor: Ragnarok” faturou no mesmo tempo US$ 13 mil por sala – mas nem em sua estreia conseguiu tanto (US$ 30 mil). Trata-se de um fenômeno, que transforma “Lady Bird” num dos filmes indies mais bem-sucedidos do ano, além de lhe jogar holofotes na véspera das premiações do cinema americano. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Trata-se de reincidência. Este descaso sempre costuma acontecer quando um grande estúdio (leia-se Universal) assume a distribuição internacional de uma produção indie. Confira, abaixo, o desempenho dos dez filmes de maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 56,6M Total EUA: US$ 211,5M Total Mundo: US$ 650M 2. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 30M Total EUA: US$ 30M Total Mundo: US$ 30M 3. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 28,2M Total EUA: US$ 28,2M Total Mundo: US$ 85,4M 4. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 46,5M 5. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 34,3M Total Mundo: US$ 79M 6. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 2M Total EUA: US$ 45,9M Total Mundo: US$ 46,6M 7. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 199M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 243M 9. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 88,1M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA: US$ 1,7M Total Mundo: US$ 1,7M

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  • Série

    Disney vai produzir primeira série live action de Star Wars para lançar seu serviço de streaming

    10 de novembro de 2017 /

    A Disney planeja produzir a primeira série live-action de “Star Wars” para lançar seu serviço de streaming. E não é só. De acordo com a revista Variety, a produção será acompanhada por uma série animada da Pixar baseada em “Monstros S.A.”, uma produção derivada da franquia “High School Musical”, do Disney Channel, e uma nova atração de super-heróis da Marvel. Ainda não há informações sobre os detalhes de nenhum desses projetos, mas eles deixam claro que a Disney pretende investir em conteúdo de prestígio para lançar sua plataforma, visando competir de forma agressiva com a Netflix. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria a licença de exibição de seu conteúdo na Netflix, apostando na exclusividade de seus filmes e séries como mais um fator para atrair assinantes para seu serviço. A princípio, o projeto seria voltado apenas para desenhos animados e produções da própria Disney, com serviços similares para a Marvel e a Lucasfilm, mas o CEO da companhia, Bob Iger, reavaliou o negócio e decidiu concentrar tudo numa única plataforma. A plataforma da Disney será lançada em 2019.

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  • Filme

    Diretor de Os Últimos Jedi vai criar próxima trilogia de Star Wars

    9 de novembro de 2017 /

    A Lucasfilm ficou mesmo empolgada com o trabalho de Rian Johnson (“Looper”), que escreveu e dirigiu o próximo filme da saga de Luke Skywalker, “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O próprio J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) chegou a se declarar arrependido por ter desistido de dirigir o segundo filme do retorno da franquia, após ler o roteiro de Johnson. Pois agora Rian Johnson ganhou aval da presidente do estúdio, Kathleen Kennedy, para comandar a próxima fase da trama espacial. Um anúncio oficial da Lucasfilm, via redes sociais de “Star Wars”, revelou que o cineasta será responsável por estruturar uma nova trilogia, que, além de introduzir novos personagens, promete ser ambientada em “um canto da galáxia jamais explorado por ‘Star Wars'”. A nova trilogia não deverá ser um prólogo como “Rogue One” ou o vindouro “Han Solo”, mas uma história passada após “Star Wars: Episódio IX”, previsto para 2019 nos cinemas. Por isso, o primeiro filme tende a ser lançado em 2021, ainda que nenhuma data oficial tenha sido revelada. Por enquanto, não há detalhes sobre o projeto, que será produzido por Ram Bergman, parceiro de Johnson em “Looper” (2012) e em “Star Wars: Os Últimos Jedi” – que, por sinal, estreia em 14 de dezembro no Brasil. No anúncio oficial, Kathleen Kennedy elogia a experiência de trabalhar com o diretor. “Todos nós amamos trabalhar com Rian em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’. Ele é uma força criativa, e vê-lo fazer ‘Os Últimos Jedi’ do início ao fim foi uma das grandes alegrias da minha carreira. Rian fará coisas incríveis com as possibilidades desta nova trilogia”. No mesmo comunicado, Johnson e Bergman agradeceram a oportunidade. “‘Star Wars’ é o maior produto da mitologia moderna e nos sentimos muito sortudos por ter contribuído para isso. Mal podemos esperar para continuar esse legado nesta nova série de filmes”. Veja abaixo o tuíte com o link para a página do anúncio da Lucasfilm. #TheLastJedi's @rianjohnson is returning to a galaxy far, far away…. https://t.co/UHujwYOGgp pic.twitter.com/dg92hLyQse — Star Wars (@starwars) November 9, 2017

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  • Filme

    Touro Ferdinando estrela novo trailer, em versões dublada e legendada

    7 de novembro de 2017 /

    A Fox divulgou um novo trailer de “O Touro Ferdinando”, animação do brasileiro Carlos Saldanha (responsável pelas franquias “Rio” e “A Era do Gelo”). O vídeo foi disponibilizado em versões legendada e dublada em português, novamente ao som do hit “Castle on the Hill”, de Ed Sheeran. Como “Rio” e “A Era do Gelo”, a nova produção também é um desenho de bichos falantes. A história de Ferdinando foi criada em 1936 pelo escritor americano Munro Leaf, num livro infantil ilustrado por Robert Lawson, e já foi até filmada pela Disney, num curta clássico que venceu o Oscar de sua categoria em 1939. Graças ao sucesso da versão da Disney, reprisada várias vezes na TV, o touro sensível, que gosta de ficar no campo cheirando flores e não leva jeito para touradas, acabou virando um símbolo do pacifismo. Apesar disso, Ferdinando nunca tinha ganhado um longa-metragem antes. O novo trailer revela que, para esticar a história, foram incluídos diversos bichos coadjuvantes. Depois de ser confundido com uma perigosa criatura, o touro grande e de coração ainda maior é capturado para competir nas touradas. Mas, determinado a voltar para sua família, ele lidera uma equipe de desajustados em uma grande fuga. Saldanha divide a animação do longa com Cathy Malkasian e Jeff McGrath (ambos de “Os Thornberrys – O Filme”) e o elenco de dubladores originais inclui o lutador John Cena (“Pai em Dose Dupla”), voz do personagem-título, Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), David Tennant (séries “Doctor Who”, “Jessica Jones”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Anthony Anderson (série “Black-ish”), Boris Kodjoe (série “The Last Man on Earth”), Sally Phillips (“O Bebê de Bridget Jones”), Gabriel Iglesias (série “Cristela”), Miguel Ángel Silvestre (série “Sense8”) e Bobby Cannavale (série “Vinyl”). A estreia está marcada para 15 de dezembro nos EUA e 4 de janeiro no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Pressionada, Disney volta atrás e libera jornalistas do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A Disney sentiu o peso e a força da imprensa norte-americana. Após entidades de críticos de cinema e os principais jornais dos Estados Unidos anunciarem boicote contra seus filmes, o estúdio voltou atrás em sua decisão de impedir que jornalistas do Los Angeles Times participassem das sessões de imprensa de seus lançamentos. Sem mencionar a repercussão da união de jornalistas do país contra o estúdio, um porta-voz da Disney divulgou uma nota, em que menciona “discussões produtivas” com o Los Angeles Times para permitir que os críticos do jornal voltem a ter acesso a seus filmes. “Tivemos discussões produtivas com a nova liderança recém-instalada no Los Angeles Times sobre nossas preocupações específicas”, diz o comunicado. “E, como resultado, concordamos em restaurar o acesso às sessões de imprensa para seus críticos de cinema”. O estúdio quis boicotar o jornal por não ter gostado de uma reportagem feita sobre o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. Furiosa com a reportagem, a Disney vetou jornalistas do Times em qualquer atividade, ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a empresa em comunicado, para justificar seu boicote. Entretanto, o estúdio não gostou de provar seu próprio remédio. A decisão de boicotar o Times levou quatro associações de críticos dos Estados Unidos e jornais como o New York Times e Washington Post a fazerem seu próprio boicote contra a Disney, ameaçando deixar de escrever críticas de seus filmes e produtos até o acesso dos jornalistas do LA Times ser restabelecido. A queda de braços não durou 24 horas, até o estúdio perceber a dimensão que tinha tomado sua decisão punitiva. O New York Times deu o tom ao divulgar sua decisão de forma editoral. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. As associações de críticos de Los Angeles, Nova York e Boston, além de uma entidade nacional (National Society of Film Critics), também emitiram um comunicado conjunto, em que taxaram a iniciativa da Disney de “antitética, diante dos princípios de uma imprensa livre”, além de estabelecer “um precedente perigoso em um momento de hostilidade já exacerbada em relação aos jornalistas”. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa. “A resposta da Disney deve preocupar gravemente todos os que acreditam na importância de uma imprensa livre, artistas incluídos”, conclui o texto das associações.

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  • Etc,  Filme

    Principais jornais dos EUA boicotam Disney após estúdio impedir críticos do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A decisão da Disney de proibir que jornalistas do Los Angeles Times tenham acesso às sessões de imprensa de seus filmes uniu os críticos de cinema e a imprensa americana contra o estúdio. Após quatro associações de críticos anunciarem boicote ao estúdio, críticos dos jornais New York Times e Washington Post, dois dos mais importantes veículos de comunicação dos Estados Unidos, anunciaram que não irão mais escrever sobre filmes da Disney, até o estúdio reverter sua posição. O New York Times assumiu a decisão de forma editoral, divulgando um comunicado. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. A polêmica começou quando após o Los Angeles Times publicar denúncias contra o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. A Disney justificou seu veto a jornalistas do Times ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a Disney em comunicado. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa.

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  • Etc,  Filme

    Associações de críticos dos EUA decidem boicotar a Disney após estúdio impedir jornalistas de verem seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    Quatro importantes associações de críticos americanos anunciaram nesta terça (7/11), que os filmes da Disney estão barrados de suas premiações de 2018, consideradas importantes termômetros para o Oscar. As associações de críticos de Los Angeles, Nova York e Boston, além de uma entidade nacional (National Society of Film Critics), resolveram barrar a Disney em resposta à decisão do estúdio de impedir que jornalistas do Los Angeles Times vejam seus filmes. O boicote contra o jornal aconteceu após o Times publicar denúncias contra o parque da Disneylândia na Califórnia. O Los Angeles Times entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. Por sua vez, a Disney afirma que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a Disney em comunicado. Mas a decisão de impedir que críticos do jornal vejam seus filmes foi considerada uma afronta pelas associações da categoria, que, em seu comunicado conjunto, taxaram a iniciativa de “antitética, diante dos princípios de uma imprensa livre”, além de estabelecer “um precedente perigoso em um momento de hostilidade já exacerbada em relação aos jornalistas”. “É reconhecidamente extraordinário que um grupo de críticos, ainda mais quatro grupos de críticos, tomem uma decisão que possa penalizar artistas de cinema por decisões além de seu controle. Mas a Disney precipitou essa ação quando escolheu punir os jornalistas do Times, em vez de expressar seu desacordo com uma história sobre negócios através de uma discussão pública. A resposta da Disney deve preocupar gravemente todos os que acreditam na importância de uma imprensa livre, artistas incluídos”, conclui o texto das associações.

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  • Etc

    Disney estaria negociando a compra da Fox

    6 de novembro de 2017 /

    Uma junção gigantesca de estúdios pode estar prestes a acontecer em Hollywood. A Disney e a Fox, duas das maiores companhias de mídia do mundo, estariam conversando sobre um projeto de aquisição, afirmou o canal americano de notícias CNBC nesta segunda-feira (6/11). Segundo a reportagem, a Disney compraria “a maior parte” da Fox, exceto sua divisão jornalística. Isso significa que a empresa do bilionário Rupert Murdoch manteria canais como Fox News e Fox Sports. Leis anti-truste também podem impedir a aquisição da rede Fox, pois a Disney já possui um canal de TV aberta nos Estados Unidos, ABC. Mas a Disney estaria mais interessada em outras empresas, como o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e até nas participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. Caso a aquisição se consolide, a Marvel recuperaria os X-Men, inclusos no pacote. O negócio é considerado estratégico para a Disney, que pretende lançar um serviço de streaming próprio em 2019. O conteúdo da Fox aumentaria suas ofertas de produções para os assinantes. De acordo com a CNBC, os dois estúdios tem conversado há pelo menos duas semanas. Mesmo sem a garantia de que um acordo final será fechado, parte dos executivos da 21st Century Fox, que administra o conglomerado, começam a crer que a companhia não consegue competir no segmento de streaming e que um investimento elevado no setor não compensaria, quando é mais lucrativo concentrar os negócios onde a empresa já é bem-sucedida: nas notícias e no esporte – justamente os setores que não interessam à Disney. Assim que a notícia foi divulgada, as ações da 21st Century Fox e da Disney dispararam na bolsa de valores americana.

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  • Música

    Nova animação da Pixar, Viva – A Vida É uma Festa ganha último trailer

    6 de novembro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou um novo pôster e seu trailer final – para variar, dublado em inglês e sem legendas. A prévia mostra a relação do menino protagonista com sua família, viva e morta, conforme a animação acompanha sua jornada pelo plano espiritual. Na trama, a criança é proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso, e ao segurar o violão de seu ancestral acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. A partir daí, seus parentes falecidos tentam ajudá-lo a voltar ao mundo dos vivos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois do lançamento nos EUA. Esta demora explica porque a Disney só disponibilizou um único trailer dublado em português até o momento, contra quatro disponíveis no exterior.

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  • Filme

    Thor: Ragnarok fatura US$ 121 milhões em estreia arrasadora na América do Norte

    5 de novembro de 2017 /

    “Thor: Ragnarok” se mostrou onipotente nas bilheterias norte-americanas. Saudado por críticas muito positivas (93% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a produção lotou os cinemas, faturando impressionantes US$ 121M (milhões) em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos e Canadá. O valor é quase o dobro da abertura de “Thor” (2011), o primeiro filme da franquia (US$ 65M), e também muito superior ao desempenho de “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 85M) em 2013. Até então considerado o personagem menos empolgante da Marvel, Thor deu a volta por cima e superou até o badalado “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (abriu com US$ 117M) em 2017. Lançado com uma semana de antecedência em outros países, inclusive no Brasil, o filme já soma US$ 306M no mercado internacional, contabilizando também uma ótima estreia na China, onde fez US$ 55M – recorde de arrecadação para o mês de novembro no mercado chinês. Em todo o mundo, a bilheteria acumulada do super-herói contabiliza US$ 427M, arrecadados em cerca de 10 dias. Um novo sucesso para a Marvel e um empurrão e tanto para a Disney atingir o faturamento mundial de US$ 5B (bilhões) em 2017. A competição se provou desigual para o lançamento de “Perfeita É a Mãe 2”, comédia que também chegou aos cinemas norte-americanos neste fim de semana. O estúdio STX tentou amaciar o golpe antecipando sua estreia em dois dias, para a quarta-feira (2/11). Mas nem com a soma de cinco dias a continuação conseguiu superar a arrecadação do primeiro filme. Enquanto o original faturou US$ 23,8M, a sequência ficou com US$ 21,5M. Se contar apenas os três dias do fim de semana, o valor não passa de US$ 17M. Para piorar, a avaliação da crítica foi negativa. Se o primeiro tinha dividido opiniões, com 58% de aprovação, o segundo virou unanimidade: podre, com 32%. Chega no Brasil em dezembro, para valorizar sua temática natalina. O Top 3 fecha com “Jogos Mortais: Jigsaw”, renascimento da franquia de terror, que tinha aberto em 1º lugar na semana passada. O longa rendeu apenas US$ 6,7 milhões em seu segundo fim de semana. Mas como foi rodado com um orçamento de US$ 10M, deverá cobrir seus custos de produção até o próximo domingo (11/11) apenas com a bilheteria doméstica. A estreia no Brasil esta marcada para o fim do mês. Confira, abaixo, os dez filmes de maior bilheteria no fim de semana na América do Norte, com atenção especial para um trio responsável por grandes prejuízos para os estúdios. O caso mais gritante é o fracasso de “Tempestade – Planeta em Fúria”, orçado em US$ 120M, que fez somente US$ 28,7M em três semanas em cartaz na América do Norte. Além dele, “Blade Runner 2049” e “Only the Brave” também desempenharam muito abaixo das expectativas. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 121M Total EUA: US$ 121M Total Mundo: US$ 427M 2. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 21,5M Total Mundo: US$ 28,2M 3. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 28,8M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 42,9M Total Mundo: US$ 43,3M 5. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 28,7M Total Mundo: US$ 182,3M 6. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 52,9M Total Mundo: US$ 78,3M 7. Thank You for Your Service Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 7,3M Total Mundo: US$ 7,3M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 85,4M Total Mundo: US$ 239,9M 9. Only the Brave Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA: US$ 15,2M Total Mundo: US$ 16,4M 10. Let There Be Light Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA: US$ 4M Total Mundo: US$ 4M

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    Thor Ragnarok é uma piada – no bom sentido

    4 de novembro de 2017 /

    Elementos cômicos caracterizam os filmes da Marvel desde o primeiro “Homem de Ferro” (2008), mas após “Guardiões da Galáxia” (2014) vêm assumindo proporções cada vez maiores, a ponto de “Homem-Formiga” (2015) ser quase uma comédia. A evolução dessa linha narrativa rendeu “Thor: Ragnarok”, a primeira comédia assumida da Marvel. O filme é basicamente uma paródia de super-herói. Isto fica clara nas semelhanças em relação ao primeiro “Thor” (2011). Se o tom contrasta de forma radical com o clima de tragédia épica shakespeareana conjurado pelo diretor Kenneth Branagh há seis anos, a história parte exatamente da mesma premissa: Thor perde seu martelo místico, é exilado e precisava voltar a Asgard para salvar a cidade dos deuses de um inimigo mortal. Mas, como se trata de uma comédia, o caminho de volta é uma sucessão de piadas e não uma jornada de herói. Isto é, ele não precisa aprender humildade, como em “Thor”, apenas fazer gracejos, enquanto abre seu caminho à base de porradas. Ao mesmo tempo, “Thor: Ragnarok” é também o filme mais autoral de toda a linha industrial-cinematográfica da Marvel. Méritos do diretor neozelandês Taika Waititi, que tem comédias insanas e engraçadíssimas no currículo, entre elas o hilário documentário fake sobre vampiros “O Que Nós Fazemos Nas Sombras” (2014), que conseguiu a façanha de vencer a mostra Midnight do Festival de Toronto, dedicada a filmes extremos e assustadores. Se James Gunn abriu as portas com seus “Guardiões”, Taika Waititi derrubou as paredes. O novo “Thor” é um filme típico de Waititi, para rir do começo ao fim. E ele encontrou um aliado importante para realizar seu projeto: o próprio Thor. Ou melhor, o australiano Chris Hemsworth, que já tinha mostrado talento cômico anteriormente – em “Férias Frustradas” (2015) e “Caça-Fantasmas” (2016) – , e que entrega seu melhor desempenho como ator. Até Mark Ruffalo, que incorporava um Hulk atormentado, virou piadista. Pela primeira vez, o Hulk fala num filme da Marvel, apenas para contar piadas. O tom cômico agradou em cheio a maioria do público e até aos críticos de cinema, que consideravam os filmes de “Thor” como os mais fracos de todo o universo “cinemático” da Marvel. Mas irritou ferozmente os blogueiros nerds. Quem procurar por críticas de “Thor: Ragnarok” fora do Rotten Tomatoes pode se assustar com as notas baixas conquistadas pela produção na nerdosfera. Se a grande imprensa achou que o filme vale um 9, geeks irritados não dão nem 2. Isto porque o filme ridiculariza sem dó o gênero das adaptações de quadrinhos, e faz isso de forma consciente, com piadas sobre Tony Stark e outros personagens da Marvel. Mesmo assim, fãs dos quadrinhos não deveriam reclamar da paleta colorida e da extravagância visual dos novos personagens, pois remetem aos desenhos clássicos de Jack Kirby. E há inúmeras referências à tramas famosas da Marvel, de “Planeta Hulk” ao próprio “Ragnarok”. Por outro lado, a destruição de Asgard nas mãos de Hela, uma Cate Blanchett divina, causa tanto impacto quando a quarta explosão da Enterprise nos filmes de “Star Trek”. As piadinhas também fazem com que mortes de personagens conhecidos da franquia não sejam sentidas. E isto num filme intitulado “Ragnarok”, o apocalipse nórdico. A dramaticidade sucumbe sob o peso dos excessos. As nuances não funcionam. O destino dos personagens se torna irrelevante, já que o ritmo leva o público a esperar gags e não tragédias. E ironicamente, mesmo assim, as cenas de ação são muito bem realizadas. Mas o grande fato incontornável é que, sem as piadas, “Thor: Ragnarok” não valeria o ingresso de cinema. Isto porque a produção parte de um roteiro extremamente simplório, apesar de escrito por quatro roteiristas diferentes, e se resume a uma história de transição, criada para anunciar que vem outro filme da Marvel a seguir. Waititi conseguiu um milagre, ao tornar esse comercial gigante de “Vingadores: Guerra Infinita” num passatempo divertido. Para quem não espera nada de um terceiro filme do deus do trovão, “Thor: Ragnarok” pode se revelar uma boa surpresa. Já quem espera muito de qualquer filme da Marvel, a surpresa pode ser descobrir que o estúdio finalmente fez o filme que sempre ensaiou fazer: uma homenagem ao Batman da TV dos anos 1960.

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    Beyoncé é confirmada na nova versão do Rei Leão

    2 de novembro de 2017 /

    A cantora Beyoncé confirmou os rumores sobre sua participação na nova versão de “O Rei Leão”. Ela anunciou sua presença com a postagem de uma imagem nas redes sociais, que reúne todo o elenco da produção. Veja abaixo. Beyoncé dará vida à Nala no filme da Disney, e trabalhará ao lado de Donald Glover (série “Atlanta”) como Simba e James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que voltará a dublar Mufasa, o pai de Samba, como no desenho clássico de 24 anos atrás. Mas a postagem não aborda outro detalhe anteriormente antecipado: que ela também trabalharia na trilha sonora da produção. Ao contrário das refilmagens anteriores dos desenhos animados da Disney, “O Rei Leão” não será uma versão “live action”. Trata-se mesmo de outra versão animada, mas com imagens mais realistas. Todos os personagens serão criações digitais, que ganharão as vozes de atores famosos, como já aconteceu com os animais de “Mogli, o Menino Lobo”. A diferença é que, em Mogli, havia uma criança como protagonista, que contracenava com os efeitos visuais. Em “Rei Leão” estarão em cena apenas os “efeitos visuais”. De forma interessante, já que a trama se passa na África, todos os dubladores dos leões da trama são atores negros. Além de Beyoncé, Glover e James Earl Jones, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) dublará o vilão Scar e Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dará voz à Sarabi, a mãe de Simba. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, ganharão as vozes dos comediantes brancos Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. A dupla é responsável pela música mais famosa do filme, “Hakuna Matata”. Para completar, o apresentador John Oliver viverá o passarinho Zazu. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e previsão de estreia é para junho de 2019. #TheLionKing 2019. Publicado por Beyoncé em Quarta-feira, 1 de novembro de 2017  

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