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  • Etc

    Martin Scorsese diz que filmes da Marvel não são cinema e recebe resposta de James Gunn

    4 de outubro de 2019 /

    O diretor Martin Scorsese resolveu polemizar com a Marvel ao conceder entrevista para divulgar seu novo filme “O Irlandês”. Falando à revista Empire, ele disse que os filmes da Marvel “não são cinema” ao analisar o sucesso dos longas de super-heróis do estúdio. “Eu não vejo (os filmes). Eu tentei, sabe? Mas aquilo não é cinema. Honestamente, o mais próximo que consigo pensar deles, por mais bem-feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem sob as circunstâncias, são os parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”, criticou o diretor. Os comentários do cineasta causaram reação extremamente forte em todo o Twitter. E não apenas de fanboys. O diretor James Gunn, responsável por “Guardiões da Galáxia”, chamou Scorsese de um de seus cinco cineastas vivos favoritos, mas sugeriu que ele foi preconceituoso. “Fiquei indignado quando as pessoas atacaram ‘A Última Tentação de Cristo’ [dirigido por Scorsese] sem terem visto o filme”, tuitou Gunn. “Estou triste por ele estar agora julgando meus filmes da mesma maneira”. E acrescentou: “Dito isto, eu sempre amarei Scorsese, serei grato por suas contribuições ao cinema e mal posso esperar para ver ‘O Irlandês'”. O roteirista C. Robert Cargill, que escreveu “Doutor Estranho”, juntou-se ao coro, saudando Scorsese como um “gênio”, mas também usou outros adjetivos, ao declarar que “qualquer um que pense que a Marvel está apenas tentando fazer passeios em parques temáticos está sendo injusto e cínico”. Martin Scorsese is one of my 5 favorite living filmmakers. I was outraged when people picketed The Last Temptation of Christ without having seen the film. I’m saddened that he’s now judging my films in the same way. https://t.co/hzHp8x4Aj8 — James Gunn (@JamesGunn) October 4, 2019 That said, I will always love Scorsese, be grateful for his contribution to cinema, and can’t wait to see The Irishman. — James Gunn (@JamesGunn) October 4, 2019 As I tweeted last night, I take no issue with Scorsese. The man's a genius. I'm mostly taking issue today with all of the smug freelancers retweeting his quote, patting themselves on the back as if correct and vindicated, before lining up to watch and review the next one. — C. Robert Cargill (@Massawyrm) October 4, 2019

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  • Filme

    Foto dos bastidores de Avatar 2 mostram o diretor James Cameron entre fogo e água

    3 de outubro de 2019 /

    O produtor Jon Landau disponibilizou nas redes sociais uma foto dos bastidores da primeira sequência de “Avatar”. A imagem mostra o diretor James Cameron de câmera em punho, avançando por um cenário de estúdio, que é parcialmente coberto por tela verde (para receber efeitos na pós-produção), cercado por fogo e água. “Máquinas de ondas, fogo ardente e Jim Cameron empunhando uma câmera 3D – apenas mais um dia no set das sequências de Avatar!”,. Assim o perfil oficial do filme descreveu a cena. A continuação trará de volta a maioria dos atores do primeiro filme – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , além de novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e talvez até Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). Mas ainda vai demorar a chegar aos cinemas. “Avatar 2”, que retoma os personagens do blockbuster lançado em 2009, só vai estrear em dezembro de 2021. Além deste filme, o diretor planejou mais três longas da franquia, que têm seus lançamentos marcados para 2023, 2025 e 2027.

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  • Filme

    Disney divulga visual de novo alienígena de Star Wars: Ascensão de Skywalker

    2 de outubro de 2019 /

    A Disney revelou o visual de um novo personagem alienígena que estará no próximo filme da saga “Star Wars”. Chamado de Babu Frik, o personagem será introduzida em “Star Wars: Ascensão de Skywalker” e é descrito como um engenheiro de droids. Segundo a descrição oficial, ele pode reprogramar ou modificar qualquer droid – os robôs inteligentes da saga – e trabalha no planeta Kijimi. Apesar de disponibilizar a primeira imagem do personagem, a Disney não revelou quem é o responsável por sua interpretação, nem mesmo qual sua importância para a trama do novo filme. Cercado de mistérios, apesar de já ter disponibilizado até trailer, “Star Wars: Ascensão de Skywalker” encerra não apenas uma trilogia, mas a saga principal da franquia, e justamente por isso os segredos em torno desta produção são maiores do que nunca. O que se sabe sobre o filme é que trará a volta de Lando Calrissian (Billy Dee Williams) e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), além de contar com imagens de arquivo de Carrie Fisher (que morreu em 2016) como a Princesa Leia e apresentar o clímax do conflito entre os Jedi e os Sith, encarnado em Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver). Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), o filme chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Tom Holland teria sido responsável pela volta do Homem-Aranha aos filmes da Marvel

    2 de outubro de 2019 /

    O ator Tom Holland teve papel fundamental para que Disney e Sony fechassem um novo acordo em relação ao Homem-Aranha, apurou revista The Hollywood Reporter. A publicação informou que o intérprete do herói teve encontros com Bob Iger, CEO da Disney, e Tom Rothman, chefão da Sony, após o anúncio de que o Aranha não estaria mais no Universo Marvel. Ele usou sua participação na D23, a Comic Con da Disney, para mobilizar fãs e usar essa influência para demonstrar aos dois executivos como a permanência do Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) seria mais lucrativo para ambos, com maior venda de ingressos e nenhum protesto. Ele teria usado seu contrato para estrelar “Uncharted”, adaptação de game que a Sony pretende transformar em franquia, para fazer Rothman reconsiderar a separação, e se tornou uma das raras estrelas de cinema a ser recebida pessoalmente por Iger, um dos homens mais poderosos de Hollywood, para discutir uma questão puramente comercial. Tom Holland tem apenas 23 anos. O resultado dessa intervenção foi anunciado por outro defensor da permanência do Aranha no MCU, ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso”, disse Feige, em comunicado, na sexta-feira passada (27/9). “O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, completou. Detalhes da negociação entre Disney e Sony não foram revelados, mas o site Deadline apurou que a Disney conseguiu aumentar sua participação de 5% para 25% das bilheterias, em troca de um investimento equivalente (25%) no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. Em contrapartida, a Disney não vai mais se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo.

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  • Etc,  Filme

    Angelina Jolie revela que tinha crush em Michelle Pfeiffer quando era adolescente

    2 de outubro de 2019 /

    A atriz Angelina Jolie confessou que, em sua adolescência, tinha um grande crush em Michelle Pfeiffer, que é sua atual colega de elenco de “Malévola: Dona do Mal”. A revelação foi feita durante entrevista ao Access Hollywood, feita com as duas atrizes e Elle Fanning, que vive a Princesa Aurora no filme. Quando perguntadas sobre os primeiros crushes da adolescência, Fanning foi a primeira a fazer sua escolha: “Eu amava Danny Zuko [personagem de John Travolta] em “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”. “Eu amava você em Grease”, emendou Jolie, apontando para Pfeiffer. A atriz estrelou a continuação do musical, “Grease 2: Os Tempos da Brilhantina Voltaram”, em 1982. Na época, Jolie tinha apenas 7 anos de idade, mas, assim como a ainda mais jovem Fanning, viu o filme anos depois na televisão. “Obrigada”, agradeceu Pfeiffer, perguntando em seguia: “Eu sou o seu crush de adolescente?”. “Na verdade, sim”, respondeu Jolie. “Quando você estava cantando ‘Cool Rider’, naquela escada. Você era muito gostosa. Em ‘Scarface’ também, eu tinha um grande crush em você”. Michelle Pfeiffer foi uma das atrizes mais bonitas dos anos 1980. Agora, é rival de Jolie em “Malévola: Dona do Mal”. A beldade de “Scarface” (1983) interpreta a Rainha Ingrith, mãe do Príncipe Filipe (Harris Dickinson), com quem Aurora (Fanning), criada por Malévola (Jolie), pretende se casar. Os problemas começam quando Ingrith resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming. Veja a íntegra da entrevista abaixo.

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  • Filme

    William Hurt é flagrado em filmagens de Viúva Negra

    2 de outubro de 2019 /

    O ator William Hurt foi flagrado na terça-feira (1/10) participando de filmagens do filme solo da Viúva Negra no estado da Georgia. Segundo os paparazzi que fotografaram o astro, a atriz Scarlett Johansson não participou das cenas registradas. Vale lembrar que a produção já terminou oficialmente suas filmagens e as novas cenas são ou refilmagens ou material para ser inserido após os créditos do longa. No MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), Hurt dá vida ao General Thaddeus “Thunderbolt” Ross, que em “Capitão América: Guerra Civil” (2016) assumiu o cargo de Secretário de Defesa dos EUA. Prólogo dos filmes mais recentes da Marvel, “Viúva Negra” se passa exatamente após “Guerra Civil”, acompanhando a fuga da heroína após ajudar o Capitão América contra o governo americano. Especula-se que a participação do ator seria uma cena pós-créditos, que poderia levar a um filme dos Thunderbolts. Nos quadrinhos, Ross foi responsável por reformular o grupo original (formado por supervilões disfarçados), juntando os principais anti-heróis da Marvel – como Elektra, Justiceiro, Cavaleiro da Lua, Motoqueiro Fantasma, Deadpool e Venom. Sem anular essa possibilidade, outra função de sua participação poderia ser o recrutamento de Yelena Belova (vivida por Florence Pugh, atualmente em cartaz em “Midsommar”) para trabalhar para o governo como a nova Viúva Negra. “Viúva Negra” também destaca em seu elenco David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O roteiro foi escrito por Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e a direção é da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). A estreia está prevista para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Amazon passa a distribuir os filmes e as séries da Disney no Brasil

    1 de outubro de 2019 /

    A Amazon fechou um contrato com a Disney para disponibilizar os lançamentos do estúdio durante um ano em sua plataforma de streaming Prime Video. E começa a valer partir desta terça, 1º de outubro. Inclusive no Brasil. O acordo vai disponibilizar filmes como “Vingadores: Guerra Infinita”, “Alita: Anjo de Combate”, “O Rei Leão”, “Aladdin”, “Star Wars: O Despertar da Força” e “Toy Story 4” e todas as temporadas de séries de sucesso da Disney, ABC, Fox e FX, como “Grey’s Anatomy”, “American Horror Story”, “The Walking Dead” e “How I Met Your Mother”. O período de um ano do contrato tem o objetivo de cobrir a fase entre a saída das produções da Netflix e a inauguração da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) ao mercado internacional. Os títulos inclusos no acordo com a Disney estarão disponíveis no Amazon Prime Video em toda a América Latina e podem ser acessados via aplicativos para Smart TVs, equipamentos que incluem Fire TV Stick e dispositivos móveis e online. “A Amazon está comprometida em oferecer aos assinantes do Prime Video na América Latina o melhor conteúdo licenciado e original. Os filmes e as séries da biblioteca da Disney estão entre os títulos mais populares do mundo. Nossos clientes vão adorar assistir às obras clássicas e às mais recentes”, disse em comunicado Pablo Iacoviello, Diretor de Conteúdo do Prime Video para a América Latina.

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  • Filme

    Trilha de Frozen 2 terá Panic! At the Disco, Kacey Musgraves e Weezer

    30 de setembro de 2019 /

    A Disney divulgou a lista de músicas da trilha de “Frozen 2”, continuação da animação blockbuster do estúdio. Além de novas composições de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, dupla vencedora do Oscar de Melhor Canção por “Let It Go”, o grande hit do primeiro filme, a trilha terá gravações de artistas populares, como as bandas Panic! At the Disco e Weezer, além da cantora Kacey Musgraves. Panic! At the Disco vai gravar uma versão da canção “Into the Unknown”, primeira música revelada da trilha, que no filme será entoada por Idina Menzel no papel de Elsa. Um trecho da versão cinematográfica já pode ser ouvida em vídeo divulgado pela Disney (aqui). Musgraves cantará “All Is Found”, que no filme será interpretada por Evan Rachel Wood (mãe de Elsa e Anna). E Weezer fará “Lost in the Woods”, canção do personagem de Jonathan Groff, Kristoff. Vale lembrar que Demi Lovato gravou “Let It Go” para os créditos finais do primeiro “Frozen”, mas as vendas e números de streaming demonstraram que os fãs preferiram os vocais originais de Menzel – que ficou conhecida como Adele Dazeem na apresentação de John Travolta para sua performance premiada no Oscar 2014. A trilha também terá as versões das músicas cantadas pelos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). Para completar, há uma notícia ruim para quem quer ver logo o filme. O Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos. Confira abaixo a lista de faixas confirmadas para a trilha sonora de “Frozen 2” e os posts que confirmam as participações de Panic! At the Disco, Kacey Musgraves e Weezer. 1. “All is Found” – Evan Rachel Wood (mãe de Elsa e Anna) 2. “Some Things Never Change” – Kristen Bell (Anna), Idina Menzel (Elsa), Josh Gad (Olaf) & Jonathan Groff (Kristoff) 3. “Into the Unknown” – Idina Menzel (Elsa) 4. “When I Am Older” – Josh Gad (Olaf) 5. “Reindeer(s) are Better than People (Cont. “)” – Jonathan Groff (Kristoff) 6. “Lost in the Woods” – Jonathan Groff (Kristoff) 7. “Show Yourself” – Idina Menzel (Elsa) & Evan Rachel Wood (mãe de Elsa e Anna) 8. “The Next Right Thing” – Kristen Bell (Anna) 9. “Into the Unknown” – Panic! At the Disco 10. “All is Found” – Kacey Musgraves 11. “Lost in the Woods” – Weezer Channeling Elsa for “Into the Unknown,” out on the @DisneyFrozen soundtrack on 11/15! ❄️✨ Make sure y'all listen for it when the end credits start when #Frozen2 is out on 11/22 ? pic.twitter.com/5in5JNr6ID — Panic! At The Disco (@PanicAtTheDisco) September 30, 2019 I can’t wait for y’all to hear my version of this stunning song on the @Disney Frozen 2 soundtrack. “All Is Found” can be heard 11/15 on the album and then 11/22 in theaters ❄️ pic.twitter.com/R585WI3W8R — K A C E Y M U S G R A V E S (@KaceyMusgraves) September 30, 2019 Bringing the magic to the @DisneyFrozen soundtrack with “Lost in the Woods,” out on November 15th! Hear it during the end credits when #Frozen2 is in theaters starting November 22nd. pic.twitter.com/UUBPAu4UbX — weezer (@Weezer) September 30, 2019

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  • Filme,  Música

    Frozen 2: Vídeo revela nova canção de Elsa na continuação

    30 de setembro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo vídeo de “Frozen 2”, continuação da animação blockbuster do estúdio, que destaca a primeira canção da trilha sonora. Trata-se de “Into the Unknown”. Assim como “Let It Go”, o grande hit do primeiro filme, a faixa é cantada por Idina Menzel no papel de Elsa. Os autores também são os mesmos de “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2014. Mas o resultado é bem, digamos, diferente da música anterior. A prévia destaca um trecho da canção, caprichando nos gritos à beira da histeria. E quando a voz parece ter chegado no limite da altura, o mesmo verso retorna com uma vingança, em tom ainda mais alto. Em suma, não é exatamente material de karaokê. Mas a banda de “rock” Panic! At the Disco vai gravar uma versão mais popular da canção para a trilha sonora oficial. A continuação da segunda animação de maior bilheteria de todos os tempos (depois do remake de “O Rei Leão”) volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). Para completar, há uma notícia ruim para quem quer ver logo o filme. O Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Séries da Marvel para a Disney+ terão orçamento de filmes do estúdio

    30 de setembro de 2019 /

    A Disney abriu os cofres para financiar as novas séries da Marvel para o Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A revista Variety apurou que cada temporada das atrações de super-heróis do serviço de streaming custará o equivalente a um longa-metragem do Marvel Studios, com orçamentos entre US$ 100 e 150 milhões. Com duração de seis a oito episódios por temporada, essas séries custarão, portanto, entre US$ 12 e US$ 15 milhões por capítulo. São valores bem mais próximos de “Game of Thrones” que das produções anteriores da Marvel Television. Os títulos feitos para a Netflix, como “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”, custavam em torno de US$ 3,8 milhões por episódio. A diferença fundamental é que as novas produções estão a cargo da divisão cinematográfica, o Marvel Studios, presidido por Kevin Feige. A iniciativa foi tomada com a justificativa de se tratar de uma expansão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), com o lançamento de séries centradas em personagens já vistos no cinema, como “Loki”, “WandaVision” (série da Feiticeira Escarlate com o Visão), “Hawkeye” (atração do Gavião Arqueiro), “The Falcon and The Winter Soldier” (de Falcão e Soldado Invernal) e até a animação “What If…?” (série animada que explora universos alternativos, com dublagem do elenco dos filmes). Mas a desculpa foi por terra quando três novas séries foram anunciados na D23, a Comic Con da Disney: “Ms. Marvel”, “She-Hulk” e “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua), centradas em personagens inéditos no cinema. Trata-se de uma estratégia para tirar da Marvel Television a responsabilidade por desenvolver séries live-action, após o fiasco de “Inumanos”, o cancelamento de todos os títulos produzidos para a Netflix e a vergonha de ter a série do “Motoqueiro Fantasma” abortada na pré-produção. Atualmente, a Marvel Television responde apenas por “Agents of SHIELD”, que vai acabar na próxima temporada, “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga), que ainda não foi renovada, e “Runaways” (Fugitivos), além de desenvolver “Helstrom” (Filho de Satã) para a plataforma Hulu. Todas essas séries tem orçamento bastante limitado, porque a Marvel Television é diretamente subordinada ao CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, famoso pelo pão-durismo. Já o Marvel Studios é atualmente uma divisão do Walt Disney Studios, fora do alcance de Perlmutter. Lançado na semana passada nos Estados Unidos, o livro de memórias do CEO da Disney, Bob Iger, revelou a existência de uma briga criativa muito grande entre a visão da Disney para os personagens da Marvel e a abordagem ultraconservadora de Perlmutter. O CEO da Marvel tentou até barrar as produções dos filmes “Pantera Negra” e “Miss Marvel”, o que fez com que o Marvel Studios fosse tirado do organograma controlado pelo empresário israelense. A recente incursão de Kevin Feige na produção de séries indica uma nova fase desse conflito. A vasta diferença de orçamentos para a realização das séries do Marvel Studios sugere uma pressão para que a Marvel Television se limite apenas à produção de animações para crianças.

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  • Filme

    Animação Abominável estreia em 1º lugar na América do Norte

    29 de setembro de 2019 /

    Única estreia ampla da semana, a animação “Abominável” liderou as bilheterias em seu lançamento na América do Norte, arrecadando US$ 20,8 milhões. Não é uma fortuna em termos de blockbuster hollywoodiano, especialmente para um filme exibido em mais de 4,2 mil telas, mas registrou alguns feitos. A nova produção da DreamWorks Animation, sobre a inesperada amizade entre uma adolescente e um yeti com poderes mágicos, tornou-se a maior bilheteria de uma animação original deste ano. E ainda se juntou a dois outros lançamentos distribuídos pela Universal, o terror “Nós” e a comédia “Bons Meninos”, na restrita lista de produções originais (isto é, que não são adaptações ou continuações) que conseguiram estrear em 1ª lugar nos Estados Unidos e Canadá em 2019. Com este resultado, o filme derivado da série “Downton Abbey” caiu para a vice-liderança, após abrir no topo na semana passada. A produção britânica de época da BBC fez mais US$ 14,5 milhões entre sexta e domingo (29/9) e continua com um desempenho acima do esperado. Em dez dias, superou os US$ 100 milhões de arrecadação mundial, A grande surpresa, porém, foi o ressurgimento de “As Golpistas” no Top 3. O longa em que Jennifer Lopez lidera uma gangue de strippers, subiu duas posições, saindo do 5º lugar no ranking passado para o 3º neste fim de semana. Neste retorno, deixou para trás “It: Capítulo Dois” e “Ad Astra”. O ranking semanal ainda registrou um lançamento limitado no Top 10. Distribuído em apenas 467 salas, “Judy”, cinebiografia da atriz Judy Garland estrelada por Renée Zellwegger, abriu em 7º lugar, com rendimento de US$ 3 milhões. O interesse do público fez da sua estreia a que mais encheu cinemas no período, mantendo a maior média de faturamento por tela. Para comparar, cada sessão de “Judy” rendeu US$ 6,7 mil, enquanto as salas de “Abominável” faturaram US$ 4,2 mil. “Judy” também teve a melhor avaliação crítica, com 84% de aprovação no Rotten Tomatoes, à frente dos 80% de “Abominável”. Ainda inédito no Brasil, o filme que deve render indicação ao Oscar para Renée Zellwegger nem sequer tem previsão de lançamento nacional. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Abominável Fim de semana: US$ 20,8M Total EUA e Canadá: US$ 20,8M Total Mundo: US$ 31M 2. Downton Abbey Fim de semana: US$ 14,5M Total EUA e Canadá: US$ 58,5M Total Mundo: US$ 107,1M 3. As Golpistas Fim de semana: US$ 11,4M Total EUA e Canadá: US$ 80,6M Total Mundo: US$ 95,4M 4. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 193,9M Total Mundo: US$ 417,4M 5. Ad Astra Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA e Canadá: US$ 35,5M Total Mundo: US$ 89M   6. Rambo: Até o Fim Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ US$ 33,1M Total Mundo: US$ 46,7M 7. Judy Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 3M Total Mundo: US$ 3M 8. Bons Meninos Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 80,3M Total Mundo: US$ 104M 9. O Rei Leão Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA e Canadá: US$ 540M Total Mundo: US$ 1,6B 10. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 67,1M Total Mundo: US$ US$ 123,9M

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  • Etc,  Filme

    CEO da Disney revela briga com CEO da Marvel para filmar Pantera Negra e Capitã Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Dois dos maiores sucessos de cinema da Marvel quase não foram lançados. O motivo? Preconceito. Quem fez a revelação foi ninguém menos que o CEO da Disney, Bob Iger, em seu livro de memórias, “The Ride of a Lifetime”, lançado nesta semana nos Estados Unidos. Ele conta em detalhes que precisou se livrar do CEO ultraconservador da Marvel Entertainment, Ike Perlmutter, um dos maiores contribuidores financeiros da campanha eleitoral de Donald Trump, para conseguir lançar “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”. Perlmutter era dono de uma companhia de brinquedos que acabou assumindo as dívidas da Marvel e controlando a empresa a partir de 1997. Ele foi responsável por vender os direitos de personagens como o Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Hulk, Demolidor e Justiceiro para empresas de cinema. E quando a Disney comprou a editora, o empresário israelense veio no pacote, criando problemas desde o início. Kevin Feige vivia tendo problemas com sua intromissão no Marvel Studios. Teria sido Perlmutter, por exemplo, quem mandou demitir Terrence Howard do papel de James Rhodes, porque o ator tinha salário que ele considerava muito alto, substituindo-o por Don Cheadle em “Homem de Ferro 2” – negros seriam todos iguais e o público nem notaria, segundo relatos. E ele criava dificuldades para todos os projetos imaginados por Feige, barrando a produção de filmes que tivessem minorias como protagonistas. Foi por isso que a Warner saiu na frente com “Mulher-Maravilha” e o filme da Viúva Negra, pedido pelos fãs, era sempre protelado. O israelense achava que filmes de heroínas ou heróis negros davam prejuízo. Um dos emails vazados na época do ataque hacker da Sony comprova a tese reacionária, mostrando que Perlmutter listava os desempenhos financeiros de “Elektra”, “Mulher-Gato” e “Supergirl” como justificativa para bloquear qualquer iniciativa de atender aos pedidos dos fãs sobre o filme da Viúva Negra ou de outras personagens femininas, além de heróis de minorias raciais. Bob Iger percebeu o problema e ficou do lado de Feige. “Estou nesta indústria há tempo suficiente para ouvir todo tipo de argumento ultrapassado, e eu aprendi sobre eles justamente isso: são apenas velhos que não sabem onde o mundo está hoje”, escreveu em seu livro. “Tínhamos a chance de fazer ótimos filmes e mostrar segmentos sub-representados e esses objetivos não eram mutuamente excludentes. Liguei para Ike e disse a ele para dizer à sua equipe que parasse de colocar obstáculos e ordenei que colocássemos ‘Pantera Negra’ e ‘Capitão Marvel’ em produção”. O CEO da Disney é modesto ao descrever o que fez. Ele não ficou só no pedido. Iger reestruturou todo o organograma da Marvel para tirar Perlmutter do caminho e fortalecer Feige. Na prática, desvinculou o Marvel Studios da Marvel Entertainment, transformando o estúdio presidido por Kevin Feige numa unidade da Disney. Assim, Feige deixou de ter Perlmutter como chefe, passando a responder diretamente aos cabeças do Walt Disney Studios, atualmente Alan Horn e Alan Bergman. E o resultado foram bilheterias cada vez maiores para os filmes da Marvel. Tanto “Pantera Negra” quanto “Capitã Marvel” renderam mais de US$ 1 bilhão, e o filme seguinte, “Vingadores: Guerra Infinita”, quebrou o recorde de faturamento mundial do cinema em todos os tempos. Além disso, “Pantera Negra” se tornou o primeiro título da Marvel indicado ao Oscar de Melhor Filme do ano. Ao mesmo tempo, a Marvel Television, que continuou sob controle de Perlmutter, passou a acumular cancelamentos, além de render o maior vexame recente sob o nome da Marvel: a série dos Inumanos. Feito à moda de Perlmutter, com baixo orçamento, diretor de filmes B e roteirista fraquíssimo, a série destruiu a franquia e virou um constrangimento por associar a Marvel à sua péssima realização. Por conta disso, quando começou a traçar os planos de lançamento da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), Iger decidiu encarregar a divisão de Feige de produzir as séries da Marvel exclusivas da plataforma, em vez da Marvel Television. Atualmente, inclusive, discute-se planos para restringir a Marvel Television à produção de séries animadas. Caso a tendência se concretize, todas as novas séries baseadas em quadrinhos da companhia teriam produção do Marvel Studios. E Ike Perlmutter passaria a ser a “rainha da Inglaterra” da empresa, sem nenhuma influência nos destinos cinematográficos e televisivos dos personagens.

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    Surgem detalhes da negociação que manteve o Homem-Aranha nos filmes da Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Detalhes da negociação entre Disney e Sony para a permanência do Homem-Aranha no MCU (sigla, em inglês, do Universo Cinematográfico da Marvel) começaram a vir à tona. O site Deadline apurou que os estúdios encontraram um meio termo entre suas propostas e entraram em acordo para compartilhar o herói em outros filmes. Enquanto a Sony queria manter o acordo original, em que a Disney ficava com 5% dos lucros das bilheterias, o estúdio dono da Marvel só aceitava renovar a parceria por 50%, contribuindo também com 50% do orçamento da produção. A diferença de propostas fez o negócio congelar. Até que a Disney sentiu a reação negativa dos fãs durante a feira D23, sua Comic-Con particular. Tom Holland, o intérprete do Homem-Aranha, foi ao evento divulgar sua participação num desenho da Pixar, mas o público – e a imprensa – só queria saber do que iria acontecer com o filme do super-herói. Por conta disso, a Disney decidiu voltar à mesa de negociações. Ainda de acordo com o Deadline, o estúdio dos Vingadores vai agora receber 25% das bilheterias, em troca de um investimento de 25% no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. A novidade é que, em contrapartida, a Marvel não vai se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo. Com alguma sorte, mais detalhes serão revelados em breve.

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