Vilãs da DC Comics podem roubar a data de estreia do filme solo do Flash
As vilãs mais fascinantes da DC Comics podem vencer um herói da Liga da Justiça antes mesmo de chegar aos cinemas. Após perder dois diretores, o filme solo do Flash pode ser adiado para 2019, dando lugar no cronograma da Warner para a produção de “Sereias de Gotham City”, o spin-off de “Esquadrão Suicida” que voltará a trazer Margot Robbie como Arlequina. Autor do roteiro original de “The Flash”, Seth Grahame-Smith foi dispensado em maio, mas oficialmente afirmou ter saído por diferenças criativas com a Warner. Cinco meses depois, seu substituto Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”) deu a mesma justificativa oficial para sua desistência. Além de Ezra Miller, confirmado no papel do super-herói, o filme teria Kiersey Clemons (também de “Dope”) como Iris West, e rumores apontavam que o Ciborgue, vivido por Ray Fisher, poderia aparecer no longa. As filmagens deveriam começar no início de 2017, visando um lançamento para novembro de 2018. A Warner estaria cogitando agora dar data para as “Sereias de Gotham”, que já tem diretor definido. O longa será dirigido por David Ayer, responsável por “Esquadrão Suicida”. E, além de estrelar, Robbie também produzirá o longa. É dela, por sinal, a ideia de fazer uma espécie de “Esquadrão Suicida feminino”, juntando Arlequina a “novas” vilãs. O projeto está sendo chamado originalmente de “Gotham City Sirens” em referência a uma publicação em quadrinhos que tem este título – traduzida no Brasil como “Sereias de Gotham City”. O gibi foi lançado em 2009 por Paul Dini, o criador da Arlequina, e além dela participam da publicação a Mulher-Gato e a Hera Venenosa.
Sylvester Stallone desiste de estrelar thriller de vingança a uma semana do começo das filmagens
Sylvester Stallone surpreendeu o estúdio STX Entertainment, ao abandonar a produção de “GodForsaken”, que seria seu próximo longa, faltando uma semana para começarem as filmagens. Segundo o site Deadline, o ator desistiu da produção sem dar maiores detalhes, e o estúdio cancelou as filmagens, que aconteceriam em Atlanta a partir da próxima segunda (5/11). Toda a equipe – incluindo o diretor Jim Mickle, de “Julho Sangrento” – foi dispensada. Curiosamente, Stallone colaborou com o roteiro e até participou da última Comic-Con, em San Diego, para divulgar o projeto. Na trama, o ator viveria um pai amargurado, que entra numa missão de vingança contra os assassinos de seu filho e também para proteger sua família. Apesar da desistência repentina, aparentemente o ator e os produtores mantêm um bom relacionamento, pois a STX declarou que pretende procurar outro projeto para Stallone atuar. O ator será visto a seguir na sci-fi “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que estreia em maio, e vai estrelar a série “Omerta”, como um chefão da máfia.
Sam Mendes e Steven Spielberg desistem de filmar polêmico livro voyeur de Gay Talese
O diretor Sam Mendes (“007 Contra Spectre”) e o produtor Steven Spielberg (“Ponte dos Espiões”) desistiram de adaptar o livro “The Voyeur’s Motel”, do célebre escritor Gay Talese (“A Mulher do Próximo”, “Honra Teu Pai”). Segundo o site Deadline, o motivo foi a produção de um documentário sobre os fatos supostamente reais relatados na obra. Mas a história do livro já tinha sido desautorizada pelo próprio autor. “The Voyeur’s Motel” tem sido uma causa interminável de polêmicas desde que o primeiro trecho foi publicado na revista New Yorker, causando ultraje. Nele, Talese conta a história de Gerald Foos, o homem que decidiu comprar e gerenciar um motel no Colorado em 1966 para satisfazer seu voyeurismo, assistindo a seus hóspedes fazerem sexo e descrevendo os atos num diário mantido até 1995. Só que ele acabou vendo bem mais que isso – como, por exemplo, um assassinato, que suas próprias ações precipitaram. O furor causado pela revelação da história fez a produtora DreamWorks, de Spielberg, adquirir os direitos da obra por cerca de US$ 1 milhão, antes mesmo do livro chegar às livrarias. Mas logo o jornal The Washington Post começou a encontrar furos na história, revelando que pelo menos parte do relato de Foos tinha sido inventado. Diante do questionamento de sua fonte, Talese resolveu renegar a obra, assumindo-se enganado pelo homem que ele transformou em protagonista, cujos relatos foram tidos como verdadeiros. Em comunicado, Talese afirmou, de forma dramática, que não ajudará a promover seu livro. “Eu não deveria ter acreditado no que ele me contou”, escreveu. “Como posso promovê-lo, quando sua credibilidade está no esgoto?” Como se não bastasse esse problema, dois documentaristas, Myles Kane e Josh Koury (de “Journey to Planet X”), já estavam de olho na polêmica, tendo entrevista Talese e Foos antes do livro virar projeto de filme. Sam Mendes viu o trabalho que eles realizaram e decidiu jogar a toalha, lamentado o tempo perdido. “O que sobrou disso, foi um relacionamento muito bom com uma jovem roteirista (Krysty Wilson-Cairns), que se mostrou extremamente talentosa e promissora. Ela fez um grande trabalho, o que torna tudo ainda mais frustrante, porque sentimos que desperdiçamos nosso tempo. Foi uma situação muito, muito incomum, que nenhum de nós poderia ter antecipado”, disse Mendes ao Deadline. “Ninguém nos informou sobre o documentário”, lamentou o diretor. “Ninguém disse à DreamWorks, ninguém me disse. E ele estava acontecendo todo esse tempo. Eles trabalharam no documentário durante pelo menos um ano antes da publicação do livro, e esta é uma das razões porque é um trabalho tão forte. Mas ninguém nunca nos informou, simples assim, o que é frustrante. É difícil falar sobre isso sem lamentar que o documentário seja tão maravilhoso, ao questionar quem realmente é o voyeur: Gerald Foos, que comprou o motel, ou Gay Talese, que escreveu sobre isso com muitos detalhes para milhões de leitores?” “O livro que compramos não é em absoluto a versão definitiva da história como garantia ser. Para contar a história completa, real, com autenticidade, seria preciso envolver o time do documentário, que é realmente parte da história”, ele continuou. “Talvez isso rendesse um filme até mais interessante, mas não era o roteiro que fizemos e nem seria algo fácil de fazer numa estrutura narrativa de ficção, algo meio ao estilo de Charlie Kaufman. Mais importante que isso, o próprio documentário já lidava com estas questões de forma muito bem definitiva. Achei brilhante o trabalho deles, tão bom que matou nosso filme”.
Flash: Filme do super-herói perde o diretor pela segunda vez
O filme do super-herói Flash perdeu seu diretor. De novo. A produção já tinha dispensado Seth Grahame-Smith, que afirmou ter saído por diferenças criativas com a Warner. Agora, perdeu também seu substituto, Rick Famuyiwa, que, segundo o site da revista The Hollywood Reporter, deu a mesma justificativa oficial para sua desistência. Seth Grahame-Smith iria escrever e dirigir “The Flash”, após fracassar em todos os projetos em que se meteu, como roteirista de “Sombras da Noite” (2012) e do infame “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2013). Ele também era o autor do livro que rendeu o fiasco “Orgulho e Preconceito e Zumbis” (2016). Mas Famuyiwa era outra escolha inusual, sendo mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010), tendo se destacado apenas com “Um Deslize Perigoso” (2015), que combinou juventude, tráfico e hip-hop na fórmula de humor. “Quando fui abordado pela Warner Bros e a DC sobre a possibilidade de dirigir ‘The Flash’, eu estava animado com a oportunidade de entrar neste mundo surpreendente de personagens que eu amei desde a infância, e ainda amo até hoje”, disse Famuyiwa em um comunicado publicado pelo Hollywood Reporter. “Eu também estava animado para trabalhar com Ezra Miller, que é um jovem ator fenomenal. Eu sugeri uma versão do filme alinhada a minha voz, humor e coração. Embora seja decepcionante que não conseguimos ter entrado num acordo criativo, fico grato pela oportunidade. Vou continuar a procurar oportunidades para contar histórias que falem às novas gerações, que sejam relevantes e tenham um ponto de vista multicultural. Desejo à Warner, DC, Jon Berg, Geoff Johns e Ezra Miller tudo de melhor em sua viagem na força da aceleração”, completou. Além de Ezra Miller, confirmado no papel do super-herói, o filme terá Kiersey Clemons (também de “Um Deslize Perigoso”) como Iris West. Rumores ainda apontam que o Ciborgue, vivido por Ray Fisher, pode aparecer no longa. As filmagens deveriam começar no início de 2017, visando um lançamento para março de 2018. Mas, antes, o Flash poderá ser visto em “Liga da Justiça”, que estreia em 16 de novembro de 2017.
Kéfera Buchmann não tem tempo para Internet – O Filme e desiste da produção
Kéfera Buchmann virou atriz e cantora e não tem mais tempo para se juntar com a turma do YouTube. É mais ou menos isso, resumido no famoso “conflito de agenda”, que explica sua saída da produção de “Internet – O Filme”. O motivo oficial, segundo a produção, seria incompatibilidade de agenda. Em outras palavras, ela priorizou outros compromissos. Kéfera vai estrear como protagonista de cinema e cantora na comédia “É Fada” (veja o trailer), que além de chegar às telas em 6 de outubro pretende emplacar sua trilha sonora nas paradas. O clipe da música que ela gravou já pode ser visto aqui. No meio disso, aconteceria a gravação de “Internet – O Filme”, cuja descrição lembra mais “Internet – O Humorístico da TV”. Em linguagem de release, “o filme terá oito esquetes em diferentes tramas que dialogam com situações recorrentes do dia a dia”. Tudo filmado, editado e lançado a toque de caixa, com previsão para estrear já em janeiro de 2017. Com roteiro de Rafinha Bastos e Dani Garuti, o longa-metragem terá no elenco Felipe Castanhari, Cauê Moura, Nakada, Teddy, Gusta, Cocielo, Igão, Polly Marinho, Pathy dos Reis, Patricia Gaspar, Antonio Pedro, Fernando Sampaio, Marcelo Laham e Isadora Aguillera, entre outros youtubers desconhecidos do grande público de cinema.
Último filme da franquia Divergente perde seu diretor
O diretor Robert Schwentke está de saída da franquia “Divergente”. Após dirigir o segundo e terceiro capítulo, intitulados “Insurgente” e “Convergente”, ele não vai participar da filmagem do último longa, “Ascendente”. Segundo o site Variety, houve conflito de agendas, após o estúdio Lionsgate mudar a data de lançamento do final da saga, atrasando a estreia em quase três meses – de 24 de março para 9 de junho de 2017. A Lionsgate se recusou a comentar a saída de Schwentke, que teria tomado a iniciativa de se afastar para não ficar até 2017 sem poder realizar outros projetos, envolvido em trabalhos contínuos da franquia. Atualmente, ele acompanha a pós-produção de “Convergente”, que chega aos cinemas brasileiros em 17 de março. Sua saída representa a segunda mudança de diretor nos filmes de “Divergente”. Neil Burger comandou o primeiro longa e foi substituído por Schwentke a partir do segundo. Ainda não há informações sobre quem será o cineasta responsável pelo quarto filme, que encerrará a franquia. As filmagens de “Ascendente” estão previstas para começarem em Atlanta durante o verão dos EUA (entre junho e agosto).
Christian Bale desiste de viver Enzo Ferrari no cinema por medo de engordar
O ator Christian Bale desistiu de estrelar a cinebiografia “Enzo Ferrari”. Dirigido por Michael Mann (“Hackers”), o filme pretende contar a história do criador da mais famosa montadora de carros do planeta, a Ferrari. Segundo o site da revista Variety, a saída de Christian Bale se deu por um motivo prosaico: a dificuldade para ganhar peso. O ator chegou a começar o esforço de “engorda”, mas não se sentiu seguro para continuar, por temer não alcançar os quilos necessários antes das filmagens, marcadas para o primeiro semestre deste ano. Além disso, abusar do processo poderia ser prejudicial à sua saúde. Christian Bale é conhecido por se dedicar fisicamente a seus papeis, a ponto de ter virado quase um esqueleto em “O Operário” (2004) e aparecido balofo em “Trapaça” (2013). O emagrecimento visto em “O Vencedor”, por sinal, o ajudou a vencer o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2011. Mas, em seu último filme, “A Grande Aposta”, precisou apenas tirar os sapatos, e mesmo assim foi indicado ao Oscar 2016.






