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    Marilyn Manson é cortado da série American Gods

    2 de fevereiro de 2021 /

    Depois de ser dispensado por sua gravadora, a participação de Marilyn Manson na 3ª temporada de “American Gods” também foi cortada. A dispensa aconteceu depois que Evan Rachel Wood acusou publicamente o roqueiro de abusar “horrivelmente” dela quando ainda era adolescente. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006, quando a atriz de “Westworld” tinha 18 anos, até 2010 e chegaram a ficar noivos. Depois da denúncia, outras quatro mulheres apresentaram queixas similares. “Devido às alegações feitas contra Marilyn Manson, decidimos remover sua performance do episódio restante em que ele apareceria, que estava agendado para ir ao ar no final desta temporada. O Starz está inequivocamente ao lado de todas as vítimas e sobreviventes de abuso”, disse um porta-voz do canal pago Starz em comunicado. Manson se juntou à série baseada no premiado romance de Neil Gaiman na atual temporada, como o sangrento Johan Wengren, vocalista da banda Viking de death metal Blood Death. O cantor foi uma parte essencial do episódio “The Unseen”, exibido na noite de domingo (31/1) nos EUA, e voltaria em mais um episódio. Em seu post nas redes sociais, Evan Rachel Wood escreveu: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. As alegações da atriz e de outras quatro mulheres não as primeiras denúncias de abuso contra Manson. Em maio de 2018, um boletim de ocorrência chegou a ser preenchido contra ele por crimes sexuais não especificados que datavam de 2011. A investigação não foi adiante, porque o crime acabou prescrito.

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    Gravadora dispensa Marilyn Manson após denúncias de abuso sexual

    1 de fevereiro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson está sem gravadora. Ele teve seu contrato oficialmente rompido após as denúncias de abuso sexual, agressão, tortura psicológica e estupro publicadas pelas atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) e outras quatro mulheres nesta segunda (1/2). Em um comunicado, a gravadora Loma Vista Recordings informou que não vai mais promover o álbum mais recente de Manson ou trabalhar com ele em projetos futuros. “À luz das alegações perturbadoras de Evan Rachel Wood e outras mulheres nomeando Marilyn Manson como abusador, a Loma Vista deixará de promover seu álbum atual, com efeito imediato. Devido a esses desenvolvimentos preocupantes, também decidimos não trabalhar com Marilyn Manson em qualquer projeto futuro”, diz o texto da gravadora. A página de Manson também foi apagada do site da Loma Vista. A decisão é a primeira repercussão das denúncias desta segunda, que começaram com um post de Evan Rachel Wood, que namorou o cantor quando tinha 18 anos e ele 36. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006 a 2010, e chegaram a ficar noivos. “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson”, escreveu a atriz em suas redes sociais. “Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Em resposta à postagem, quatro outras mulheres também apresentaram alegações de abuso semelhantes contra Manson. Wood compartilhou esses desabafos em seu Stories no Instagram. Estas não são as primeiras alegações de abuso contra Manson. Em maio de 2018, um boletim de ocorrência chegou a ser preenchido contra ele por crimes sexuais não especificados que datavam de 2011. A investigação não foi adiante, porque o crime acabou prescrito. O advogado de Manson, Howard E. King, disse na ocasião: “As alegações feitas à polícia são categoricamente negadas pelo Sr. Warner e são completamente delirantes ou parte de uma tentativa calculada de gerar publicidade … Qualquer alegação de impropriedade sexual naquela ou em qualquer outra época é falsa. ”

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    Evan Rachel Wood acusa Marilyn Manson de abuso sexual

    1 de fevereiro de 2021 /

    Evan Rachel Wood (da série “Westworld”) usou as redes sociais nesta segunda (1/2) para denunciar abusos sofridos quando namorava o cantor Marilyn Manson. A atriz conheceu Manson quando tinha 18 anos e ele 36. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006 a 2010, e chegaram a ficar noivos. Em um post em seu Instagram, a atriz desabafou: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. A atriz já tinha mencionado diversas vezes ter sobrevivido a um relacionamento violento e abusivo, mas até então nunca havia nomeado o responsável. Em 2016, chegou a dizer ter sido estuprada duas vezes, identificado um dos agressores como um namorado, o que teria sido o motivo que a levou a tentar se suicidar. Em sua antiga conta no Twitter, atualmente desativada, ela revelou que cortava os pulsos quando o “abusador” a ameaçava, mas que isso só o desarmava temporariamente. Ela chegou a gravar um vídeo falando sobre o relacionamento abusivo e revelou que não sabe se algum dia conseguirá superar o trauma. “É muito difícil se sentir segura. Eu penso sobre isso todos os dias, de uma forma ou outra. Eu não estou bem porque não importa o quanto eu trabalhe isso ou tenha trabalhado isso, eu ainda estou procurando um certo tipo de paz, procurando formas de me sentir segura. Estou tentando colocar tudo isso pra trás, mas não sei se eu algum dia poderei fazer isso. Eu não estou bem porque não me lembro como é não sentir medo”, disse na época. Desde que revelou esses detalhes, ela se tornou uma defensora dos sobreviventes de violência sexual e doméstica. Em resposta à nova postagem de Wood, pelo menos quatro outras mulheres trouxeram novas alegações de relatos de abuso contra Manson. Wood compartilhou essas histórias em seu Stories. Alguns dos detalhes também foram publicados pela revista Vanity Fair. As denúncias são de abuso psicológico, “comportamento demente”, incluindo chantagem, manipulação e isolamento, abuso físico, como cortes e estupro. As mulheres também dizem que sofreram ataques de pânico, PTSD e/ou depressão devido aos supostos abusos e agora estão se manifestando em um esforço para exigir a responsabilização. Até o momento, Marilyn Manson não comentou as denúncias. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Evan Rachel Wood (@evanrachelwood)

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    Marcius Melhem volta à justiça contra Felipe Castanhari após perder para Danilo Gentili

    29 de janeiro de 2021 /

    Os processos de Marcius Melhem contra comediantes que o atacaram após a revista Piauí publicar uma reportagem-denúncia com acusações de assédio sexual tem rendido desdobramentos. Enquanto Danilo Gentili escapou de punição e ainda tripudiou com piada, Felipe Castanhari recebeu uma segunda advertência no caso. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) determinou que Castanhari retire do ar uma nova publicação em que acusa Melhem de promover “censura e intimidação”. A postagem foi feita após ele ser condenado a apagar um primeiro post, em que chamava Melhem de “criminoso”, “escroto” e “assediador”, sob pena de pagar R$ 10 mil por dia. Mas, após obedecer a determinação, Castanhari voltou a repetir o termo “assediador” em novo ataque, comparando a decisão de Melhem de ir Justiça a assédio. “A imposição do silêncio é uma das principais armas de um assediador”, ele escreveu. “Sendo verossímeis as alegações de que o conteúdo exposto na rede social é ofensivo e capaz de abalar a honra do autor, e, considerando que a publicação mencionada imputa ao autor crime pelo qual sequer foi indiciado até o momento, defiro a tutela de urgência pleiteada”, diz a decisão, assinada pela juíza Ana Luiza Madeiro Cruz Eserian. O apresentador do programa “Mundo Mistério”, da Netflix, recebeu um prazo de 24 horas para apagar o post, tempo que já foi superado sem que o texto saísse do ar. Por ser reincidente, a multa agora é de R$ 20 mil por dia. Já Danilo Gentili escapou da mesma punição pelo entendimento de outra juíza, Carolina de Figueiredo Dorlhiac Nogueira, da 38ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, que considerou as manifestações do apresentador do programa “The Noite” como piadas e não ofensas à honra. De fato, Gentili não fez afirmações diretas como Castanhari, valendo-se de humor para agredir Melhem. “Em breve, Marcius Melhem estreará seu novo programa: Porra total”, escreveu o comediante do SBT. “Eu sempre achei que o Marcus Melhem forçava. Mas eu achava que era só no humor”, continuou. “Uma coisa não podemos negar. O Marcius Melhem foi um grande líder na Globo. Daqueles que não tem medo de botar o pau na mesa”, acrescentou. Melhem considerou os conteúdos “ofensivos e depreciativos”, mas a magistrada entendeu que o caso ainda precisa ser plenamente esclarecido e que atender a demanda de Melhem poderia caracterizar a violação de princípios democráticos e censura. Como resultado, Gentili emplacou mais uma piada às custas de Melhem. Ele publicou um “pedido formal e público de desculpas ao sr. Melhem”, dando como justificativa o fato de ter sido “injusto com ele em determinada afirmação. Certa vez eu disse que não conseguia rir de nada que esse senhor fazia, porém dessa vez eu tô rindo muito”. Além dos dois comediantes citados, Marcius Melhem também abriu processos contra Rafinha Bastos, Marcos Veras, Dani Calabresa e a revista Piauí.

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    Acusadoras de Marcius Melhem são oito funcionárias da Globo

    25 de janeiro de 2021 /

    Foram oito as funcionárias da rede Globo que acusaram o ex-diretor da empresa, Marcius Melhem, de assédio sexual e/ou moral. Este foi o total de depoimentos feitos na Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público, visando abertura de inquérito. A informação veio à tona no momento em que a promotora Gabriela Manssur se prepara para encaminhar os depoimentos aos promotores do Rio de Janeiro, o que deve acontecer ao longo desta semana. A promotora deve recomendar ao Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro a abertura de um inquérito criminal e a adoção de medidas cautelares, como proibir Melhem de se aproximar das mulheres que o acusam. Gabriela Manssur também pode recomendar que Melhem seja proibido de divulgar mensagens que trocou com elas, como já fez com Dani Calabresa, e que a investigação corra sob sigilo. Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, o advogado do ex-diretor, José Luis Oliveira Lima, emitiu nota comemorando a formalização das denúncias. Segundo ele, Melhem “vê com alívio o fato de que ele finalmente vai saber quem o acusa e do que. É um desejo do próprio Marcius — manifestado inúmeras vezes — que algo tão sério se desenvolva na Justiça, onde deveria estar desde o primeiro minuto, e não através de linchamento público. Marcius manifesta mais uma vez seu desejo por justiça e esclarecimento, sem distorções ou inverdades”.

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    Asia Argento acusa diretor de Triplo X e Velozes e Furiosos de estupro

    23 de janeiro de 2021 /

    A atriz italiana Asia Argento, filha do cineasta Dario Argento e figura controversa do movimento #MeToo, acusou o diretor americano Rob Cohen, que a dirigiu no primeiro “Triplo X”, de abuso sexual em entrevista publicada na sexta (22/1) pelo jornal Corriere della Sera. Asia foi uma das primeiras mulheres a denunciar abusos sexuais no mundo do cinema, o que contribuiu para o surgimento da campanha #MeToo. Na primeira reportagem da revista New Yorker sobre os assédios de Harvey Weinstein, em novembro de 2017, ela declarou que o produtor americano a tinha estuprado em 1997, quando ela tinha 21 anos. Na nova entrevista ao jornal italiano, a atriz e diretora de 45 anos disse que Cohen a drogou e estuprou em 2002. “É a primeira vez que falo sobre Cohen. Ele abusou de mim me fazendo beber GHB, tinha uma garrafa”, afirmou, referindo-se a uma droga usada por estupradores. “Naquela época, não sabia muito bem o que era. Acordei de manhã nua em sua cama”, contou. Segundo a atriz, a agressão ocorreu na época em que ela filmava o longa “Triplo X”, que ela estrelou ao lado de Vin Diesel. Cohen também assinou o primeiro “Velozes e Furiosos”, em 2001. Por sua vez, o cineasta negou a acusação. “O senhor Cohen nega categoricamente a acusação completamente falsa de agressão sexual feita contra ele por Asia Argento”, diz um comunicado enviado à imprensa. “Tinham uma excelente relação de trabalho e Cohen a considerava uma amiga, motivo pelo qual essa acusação, que data de 2002, é desconcertante, principalmente se considerado o que foi dito dela nos últimos anos.” Asia Argento foi acusada em 2018 de agressão sexual pelo ator americano Jimmy Bennett, por fatos ocorridos em um hotel da Califórnia quando ele tinha 17 anos. Inicialmente, a atriz negou a relação sexual, mas depois se retratou, embora tenha desmentido a versão de Bennett. Ela dirigiu o jovem quando ele tinha oito anos, no filme “Maldito Coração” (2004). A nova acusação feita pela atriz consta de um livro que ela vai lançar no próximo dia 26 na Itália, “Anatomia di Un Cuore Selvaggio”.

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    Justiça determina que Rafinha Bastos apague ofensa contra Marcius Melhem

    21 de janeiro de 2021 /

    Depois de Felipe Castanhari, Rafinha Bastos também foi intimado a apagar um post ofensivo contra o ex-diretor da Globo Marcius Melhem. Melhem foi denunciado por atrizes da Globo por assédio sexual e moral. Elas levaram a queixa ao departamento competente da emissora e, após uma investigação interna, o comediante se afastou das funções de chefia do Humor da rede, tendo seu contrato encerrado com a empresa. Desde então, as queixas se tornaram públicas, mas mantiveram o anonimato. Rafinha Bastos se envolveu na história com a edição de um vídeo, publicado três vezes (duas no Twitter e uma no Instagram), em que debocha de uma declaração de Melhem sobre o caso (“foi muito doloroso para mim”). “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação, substituindo o áudio da entrevista do comediante por frases gravadas em sua voz: “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. Sob pena de multa diária de R$ 500, podendo chegar ao máximo de R$ 50 mil, a juíza Tonia Yuka Koroku, da 13ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou que Bastos “exclua de suas redes sociais os vídeos”, que foram considerados ofensivos à honra de Melhem. Na análise da magistrada, a exclusão “se justifica pelo conteúdo ofensivo que ultrapassa o mero exercício da livre expressão do pensamento”. “Os direitos fundamentais não são absolutos”, diz ela. “O limite está nos direitos fundamentais das outras pessoas que podem ser atingidas, como é o caso dos autos.” O vídeo teve quase 80 mil visualizações e ainda estão no ar. Veja a versão do Instagram abaixo (quando não puder ver, ele finalmente terá saído do ar). A ação de Melhem pede ainda retratação pública e R$ 50 mil de indenização por danos morais, mesma quantia pedida a Felipe Castanhari, que igualmente recebeu ordem judicial para tirar de suas redes sociais as acusações feitas a Melhem, chamado por ele de “assediador” e “escroto”. No caso de Castanhari, a decisão foi de outra juíza, Ana Luíza Madeiro Cruz, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Além dos dois, postagens de Danilo Gentili e Marcos Veras também foram alvo de reclamação judicial. Por enquanto, a Justiça atendeu apenas aos pedidos de tutela antecipada para a retirada dos posts. Já as retratações e indenizações por danos morais serão julgadas mais adiante. O ex-diretor da Globo também move uma ação contra a revista Piauí, que publicou uma reportagem com detalhes de supostos assédios, e Dani Calabresa, que se recusou a desmentir fatos polêmicos e contestados por Melhem na citada publicação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rafinha Bastos (@rafinhabastos)

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    Justiça determina que Felipe Castanhari apague ofensa contra Marcius Melhem

    18 de janeiro de 2021 /

    A Justiça determinou que Felipe Castanhari, apresentador do “Mundo Mistério”, da Netflix, apague um texto de seu perfil no Twitter em que chama o ex-diretor da TV Globo Marcius Melhem de “criminoso”, “escroto” e “assediador”. A decisão é assinada pela juíza Ana Luiza Madeiro Cruz, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que deferiu tutela antecipada de urgência pleiteada pela defesa de Melhem. Nesta segunda (18/1), ela deu um prazo de 24 horas para que Castanhari apague a mensagem, sob pena de multa de R$ 10 mil. Em sua decisão, Ana Luiza Madeiro Cruz afirma que “não se pode admitir que alguém, a pretexto de estar manifestando o seu livre pensamento, impute a outro, peremptoriamente, a prática de crime pelo qual, conforme consta nos autos, não foi sequer indiciado, ao menos até o momento”. Melhem foi denunciado por atrizes da TV Globo por assédio sexual e moral. Elas levaram a queixa ao departamento competente da emissora e, após uma investigação interna, o comediante se afastou das funções de chefia do Humor da rede, tendo seu contrato encerrado com a empresa. Mas a separação foi amigável, com elogios a Melhem, o que fez com que as denúncias começassem a se tornar públicas, primeiro como vazamentos anônimos, depois por entrevistas de uma advogada das atrizes que não se identificam e, por fim, numa reportagem polêmica da revista Piauí, cheia de detalhes contestados e acusações graves de fontes desconhecidas. Apenas no mês passado, após Melhem iniciar um processo legal contra as supostas fontes das acusações – que até o momento não assumiram publicamente as denúncias – , as advogadas que representam as funcionárias da Globo entraram no Ministério Público Federal (MPF) com pedido de investigação contra ele. Duas atrizes que fizeram denúncias prestaram depoimento à Ouvidoria das Mulheres no Conselho Nacional do Ministério Público na véspera do Natal. Entretanto, ainda não existe uma ação na Justiça contra Melhem. A juíza que acolheu a ação do comediante contra Castanhari reconheceu o mérito da reclamação, afirmando que são “verossímeis as alegações de que o conteúdo exposto na rede social é ofensivo e capaz de abalar a honra do autor [Melhem]”. Segundo os documentos, a postagem de Castanhari que originou o processo foi feita no dia 5 de dezembro e dizia: “Não caiam nesse discursinho de merda do Marcius Melhem. Esse cara é um criminoso, um escroto, um assediador que merece cadeia por todo o sofrimento que causou”. O texto já não estaria mais no ar. Além de Castanhari, Melhem também processa os humoristas Rafinha Bastos, Danilo Gentili e Marcos Veras por declarações similares, bem como a atriz Dani Calabresa, uma das citadas pela Piauí como vítima de suposto assédio sexual, que não teria contestado a reportagem.

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    Marcius Melhem processa Danilo Gentili, Rafinha Bastos, Marcos Veras, Felipe Catanhari e revista Piauí

    16 de janeiro de 2021 /

    A atriz Dani Calabresa não é a única pessoa que o ex-diretor do núcleo humorístico da TV Globo Marcius Melhem está processando devido à acusações que recebeu de assédio moral e sexual. De acordo com o colunista Leo Dias, ele também abriu ações contra os comediantes Rafinha Bastos, Danilo Gentili, Marcos Veras e o youtuber Felipe Catanhari, além da revista Piauí, que publicou uma reportagem polêmica com fontes anônimas detalhando vários dos supostos casos de assédio cometidos por Melhem. Os advogados de Melhem afirmam que as opiniões expressas pelos comediantes vão além da liberdade de expressão e ofendem a honra, a intimidade e a imagem pública de seu cliente. Melhem pretende receber R$ 200 mil por danos morais da revista Piauí e promete doar o valor total ao Retiro dos Artistas. Já nos processos contra os comediantes, ele pede R$ 50 mil de cada um por calúnia e difamação. Para não ter que pagar, eles precisarão provar que Melhem fez o que acusaram – ou, ao menos, que não lhe ofenderam. Além do dinheiro, os advogados de Melhem pedem que a Justiça exija uma retratação publica em relação ao conteúdo contestado – no caso dos comediantes, tanto em suas respectivas redes sociais quanto em entrevistas concedidas à imprensa. As ações foram protocoladas na última sexta-feira (15/1) nas Varas Cível de São Paulo e do Rio de Janeiro. Melhem ainda move um processo de R$ 200 mil contra Dani Calabresa, valor que promete doar, caso vença, à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Ele também pede o ressarcimento do custo dos tratamentos psiquiátrico e psicoterápico que fez entre fevereiro e dezembro do ano passado, quando surgiram as fofocas de assédio, no valor de R$ 46,4 mil.

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    Marcius Melhem processa Dani Calabresa por danos morais

    14 de janeiro de 2021 /

    O comediante e ex-diretor da Globo Marcius Melhem protocolou uma ação por danos morais e materiais contra Dani Calabresa nesta quinta-feira (14/1), na Vara Civil de São Paulo. Ele pede uma indenização de R$ 200 mil, que promete doar à Associação de Assistência a Criança Deficiente (AACD). Além disso, Melhem quer o ressarcimento do custo de todo o tratamento psiquiátrico/psicoterápico que fez entre fevereiro e dezembro de 2020, no valor de R$ 46,4 mil, bem como uma retratação pública de Calabresa, após o nome da atriz ser associado a acusações de assédio e violência sexual supostamente cometidos por ele. Melhem nega o assédio, que foi detalhado em reportagem da revista Piauí e trazido à imprensa por uma advogada que representa Calabresa e outras atrizes supostamente assediadas pelo humorista. No documento, Marcius Melhem apresenta mensagens de áudio e texto para tentar comprovar a intimidade que existia entre ele e Calabresa do período de 2017, quando teria acontecido o assédio, até 2019. A ação tenta demonstrar que o tratamento de Calabresa a Melhem “é absolutamente incompatível com aquele esperado de uma sedizente vítima de assédio”, segundo o documento disponível no site do Tribunal de Justiça de São Paulo. “A gravidade da falsa imputação do crime/delito de assédio divulgada perante diversas mídias e corroborada pela Ré [Calabresa] tem repercussão nacional, impondo dano incomensurável à reputação e honra do Autor [Melhem]“, alega a defesa de Marcius. “Além de ter sua vida profissional maculada de forma potencialmente irremediável, ganha relevo o reflexo da reprovabilidade pública de condutas delitivas/criminosas, como aquelas imputadas ao Autor, no âmbito familiar e social”, acrescentam os advogados do comediante. De acordo com o processo, as acusações teriam partido de Dani após um projeto que ela comandaria (“Fora de Hora”) ter sido remanejado sem ela. O documento protocolado pela equipe jurídica de Melhem afirma que, após isto, um desentendimento profissional aconteceu entre os dois. Este não é o único processo aberto sobre o caso. Em 17 de dezembro, as advogadas que representam Calabresa e outras funcionárias da Globo entraram com pedido de investigação de Melhem no Ministério Público. Elas prometeram entrar também com um processo criminal contra o ator pelo fato de ele ter divulgado áudios de uma conversa com Calabresa à imprensa – como o ex-Ministro Sergio Moro em relação ao presidente Jair Bolsonaro – e um pedido de indenização por danos morais à atriz.

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    Intérprete de Ciborgue retoma briga com a Warner pelo filme do Flash

    14 de janeiro de 2021 /

    Ray Fisher e a WarnerMedia continuam em clima litigioso, após o ator denunciar abusos nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça” e exigir uma investigação independente contra atitudes do diretor Joss Whedon e dos produtores Jon Berg e Geoff Johns. Após acusar o presidente da DC Films, Walter Hamada, de tentar acobertar o caso, o intérprete do herói Ciborgue disse que não trabalharia mais em nenhum filme produzido pelo executivo. Assim, a Warner anunciou o corte de sua participação no vindouro filme do Flash. Isto originou uma nova disputa de versões. Fisher publicou um longo texto de duas páginas em seu Twitter na noite de quarta (13/1), em que confirmou ter sido removido do elenco de “The Flash”. “Eu recebi confirmação oficial de que a Warner Bros. decidiu me remover do elenco de ‘The Flash’. Eu discordo fortemente desta decisão, mas não me surpreendo. Apesar do que havia sido noticiado, o envolvimento do Ciborgue em ‘The Flash’ era muito maior do que apenas uma ponta – e embora eu lamente perder a oportunidade de levar Victor Stone de volta às telas, chamar atenção às ações de Walter Hamada se provarão muito mais importantes para o mundo”. A WarnerMedia, a empresa-mãe da Warner Bros., contestou as alegações de Fisher de que ele foi removido do filme, observando que o ator se recusou a participar do longa ao dizer publicamente que não voltaria a trabalhar com Hamada. “No verão passado, Fisher foi convidado a repetir seu papel como Ciborgue em ‘The Flash’”, disse a WarnerMedia em um comunicado. “Dada sua declaração de que não participará de nenhum filme associado ao Sr. Hamada, nossa produção está agora seguindo adiante”. A WarnerMedia também negou ter rompido com Geoff Johns, o ex-chefe dos filmes da DC, que Fisher alegou que estava saindo da empresa após a investigação de suposta má conduta nos bastidores de “Liga da Justiça”. Johns é um dos roteiristas de “Mulher-Maravilha 1984”, criador e showrunner de “Stargirl”, além de produtor de várias séries da DC Comics. “A Warner Bros. continua a fazer negócios com Geoff Johns, que continua a produzir ‘Stargirl’, ‘Batwoman’, ‘Patrulha do Destino’, ‘Superman & Lois’ e ‘Titãs’ para o estúdio, entre outros projetos”, acrescentou a empresa. Fisher tem feito várias alegações por meio das redes sociais, inclusive apontando que a saída de Joss Whedon da vindoura série “The Nevers”, que o cineasta criou para a HBO, teria sido consequência de sua denúncia e da investigação que se seguiu, apesar da suposta resistência inicial de Hamada em lhe dar ouvidos. Hamada não era o chefe da DC Films durante a produção de “Liga da Justiça”. o ex-diretor da New Line assumiu o cargo em janeiro de 2018, dois meses depois do filme implodir nas bilheterias. No entanto, Fisher diz que Hamada tentou acobertar os supostos maus-tratos cometidos por Whedon, que assumiu a cadeira de diretor depois que o cineasta original, Zack Snyder, deixou a produção devido à morte de sua filha. Ele também teria tentado livrar Geoff Johns das acusações. Agora é Ann Sarnoff, presidente e CEO da WarnerMedia Studios and Networks Group, quem se pronuncia contra as afirmações de Fisher. “Acredito em Walter Hamada e que ele não impediu ou interferiu na investigação”, disse Sarnoff em nota. “Além disso, tenho total confiança no processo e nas conclusões da investigação. Walter é um líder respeitado, conhecido por seus colegas e por mim como um homem de grande caráter e integridade. Como eu disse no anúncio recente de extensão do acordo de Walter, estou animada com o caminho que ele está levando a DC Films e ansiosa para trabalhar com ele e o resto da sua equipe para construir o Multiverso DC”. Apesar disso, Fisher não está recuando. Nas redes sociais, ele se ofereceu para “submeter-se a um teste do polígrafo para apoiar minhas alegações contra [Hamada]”. A investigação das alegações de Fisher foi encerrada em dezembro, com a Warner divulgando um comunicado, dizendo que “medidas corretivas foram tomadas”. A impressão, porém, é que apenas Whedon, que disse estar se afastando de “The Nevers” por vontade própria, e o próprio Fisher foram prejudicados.

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  • Filme

    Ray Fisher se recusa a fazer novos projetos da DC Films

    30 de dezembro de 2020 /

    Um dos motivos que explicam a falta de vontade da DC Films em dar continuidade à “Liga da Justiça” manifestou-se no Twitter. Após o chefão do estúdio, Walter Hamada, revelar planos para lançar seis filmes da DC por ano, o ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, voltou a usar as redes sociais para atacar o executivo. Fisher linkou a entrevista de Hamada (no New York Times) sobre o futuro da DC Films, para declarar que não vai participar de “nenhuma produção associada a ele”. Fisher retomou uma briga que ele iniciou em setembro, ao revelar suposta conversa em que o executivo teria sugerido sacrificar algumas pessoas da produção da “Liga da Justiça” para preservar um dos produtores. Isto aconteceu em meio a várias polêmicas, como a denúncia feita pelo ator contra o diretor Joss Whedon por comportamento “abusivo” durante as refilmagens de “Liga da Justiça” e outras acusações, como racismo ou acobertamento de atitudes racistas – inclusive da parte do chefão da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich. “Para vocês entenderem o quão fundo isso vai: após eu expor o que aconteceu em ‘Liga da Justiça’, o presidente da DC Films [Walter Hamada] me ligou tentando que eu jogasse Joss Whedon e Jon Berg na fogueira e que eu pegasse leve com Geoff Johns. Eu não vou”, Fisher afirmou nas redes sociais, na ocasião. Agora, ele retoma a briga. “Walter Hamada é o mais perigoso tipo de facilitador. Ele mente, e sua tentativa fracassada de relações públicas de 4 de setembro procurou minar as questões reais por trás da investigação dos bastidores de ‘Liga da Justiça’. Não participarei de nenhuma produção associada a ele”, tuitou o ator nesta quarta (30/12). A tempestade de fogo de Fisher contra a WarnerMedia começou em 1º de julho num tuite em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Na primeira sexta de setembro, a WarnerMedia lançou um longo comunicado, o que não é típico do estúdio em situações de crise, disparando contra Fisher. “Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue no próximo filme da Warner Bros, do herói Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça”, dizia o texto. “Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista/diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos”, continuou o comunicado. “Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que levaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação. Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém na fogueira’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer julgamento sobre a produção da Liga da Justiça, na qual Hamada não teve envolvimento, pois as filmagens ocorreram antes do Sr. Hamada assumir sua posição atual”, segue a nota. “Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ela também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, o que até agora o Sr. Fisher não forneceu”, conclui o texto oficial. Em uma entrevista subsequente à Forbes, em outubro, Fisher indicou que as questões raciais desempenharam um papel nas decisões que levaram aos seus alegados maus-tratos no set da “Liga da Justiça”. Outras estrelas de “Liga da Justiça”, como Jason Momoa, o Aquaman, apoiaram a cruzada do colega nas redes sociais, enquanto o ator convocava uma investigação. “Coisas sérias aconteceram”, declarou Momoa. Já Gal Gadot, a Mulher Maravilha, disse ao Los Angeles Times que não participou das refilmagens com Fisher, mas também teve “minha própria experiência com [Whedon], que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”. Na noite de 11 de dezembro, a WarnerMedia divulgou uma declaração vaga e superficial de que sua investigação dos bastidores de “Liga da Justiça” foi “concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Nenhum outro detalhe foi fornecido e nem os executivos do cinema da Warner Bros. sabiam que medidas foram estas. Pouco depois desta declaração, Fisher compartilhou um texto oficial que recebeu da WarnerMedia com um agradecimento pela “coragem de se apresentar e ajudar a empresa a criar um ambiente de trabalho inclusivo e mais igualitário para seus funcionários e parceiros”. Ele acrescentou sua própria declaração no Twitter: “Ainda há conversas que precisam acontecer e resoluções que precisam ser encontradas. Obrigado a todos por seu apoio e incentivo nesta jornada. Estamos à caminho.” Fisher ainda informou que a investigação “levou a uma ação corretiva”, afirmando que “já vimos” isso, mas outros desdobramentos “ainda estão por vir”. Na época, especulou-se que o comentário se referia a Joss Whedon, que duas semanas antes tinha abandonado a produção da fantasia “The Nevers”, que ele criou para a HBO, citando exaustão e acontecimentos sem precedentes de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Não houve, até o momento, nenhuma outra repercussão visível da investigação. Por outro lado, a reportagem de domingo passado (27/12) do New York Times sobre os planos ambiciosos da DC Films informou que, apesar de Hamada prometer seis filmes por ano, nenhum deles seria continuação de “Liga da Justiça”. A HBO Max está investindo uma fortuna para relançar o filme como uma minissérie de quatro horas, totalmente reeditada pelo diretor original, Zack Snyder. Mesmo assim, de acordo com o jornal nova-iorquino, o estúdio avalia essa produção “como uma narrativa que não leva a lugar nenhum”.

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    Duas atrizes que acusam Marcius Melhem de assédio prestam depoimento na Justiça

    22 de dezembro de 2020 /

    Duas atrizes que acusam o humorista Marcius Melhem de assedia-las sexualmente prestaram depoimento à Ouvidoria das Mulheres no Conselho Nacional do Ministério Público nesta terça-feira (22/12). Segundo a coluna de Monica Bergamo do jornal Folha de S. Paulo, elas foram ouvidas pela promotora Gabriela Manssur sobre as denúncias de crimes sexuais feitas contra o ex-diretor do núcleo de humor da TV Globo. As notícias sobre os supostos assédios vieram à tona em dezembro passado. Mais recentemente, em outubro, após a Globo encerrar o contrato com o humorista, a advogada Mayra Cotta, representante de seis mulheres que se dizem vítimas de Melhem, acusou o ator frontalmente na coluna da Folha. “Melhem atuou de forma violenta com várias atrizes”, afirmou a advogada na ocasião. Após este episódio, a revista Piauí publicou uma reportagem detalhando vários abusos que Melhem teria cometido durante o período em que foi chefe do Humor da Globo, citando, entre outras, duas situações explícitas de assédio contra a humorista Dani Calabresa. O ator nega as acusações, divulgou algumas mensagens trocadas com a atriz Dani Calabresa, que contrariam a narrativa da revista, e deu entrada numa interpelação judicial para a atriz confirmar ou negar o conteúdo da reportagem. A ação foi o primeiro passo para deflagrar um processo por danos morais. Ele também entrou na justiça contra a advogada Mayra Cotta, que até então não tinha levado a queixa de assédio além do debate na mídia. “Não existe uma advogada que só fala na TV, no jornal, na internet. Nós já entramos com uma representação contra ela e interpelamos a Dani para que ela confirme ou negue o teor da reportagem da Piauí, que nós dois sabemos que não é verdade”, disse Melhem no fim de semana, em entrevista a Roberto Cabrini no programa “Domingo Espetacular”, reforçando que quer o caso na Justiça. “Eu sou o único acusado que está pedindo pra ser réu”.

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