Bruna Marquezine quase virou a nova Supergirl do cinema
A atriz Bruna Marquezine revelou que fez testes para viver a heroína Supergirl em “The Flash”, um dos próximos lançamentos da DC no cinema. Em entrevista ao podcast Mamilos, ela disse que chegou a fazer um teste virtual com Ezra Miller, intérprete do herói do título. E foi elogiada por ele. “Era um [chamado] ‘teste frio’. E o Ezra disse: ‘Esse teste frio veio direto do inferno, que bom!'”, lembrou ela. Bruna contou ter sabido que 60 atrizes participaram dos testes, mas seus nomes foram mantidos em sigilo. “Eu soube de alguns nomes de atrizes que eu considero muito mais capacitadas do que eu. Eu fui a única brasileira aprovada. Fui para o Top 5, fui para o Top 2. Até então, era para uma personagem que a gente não tinha muita informação”. Entretanto, por causa da pandemia, ela não conseguiu permissão para viajar para Londres, onde aconteceriam os testes finais. “Eles tentaram de todas as formas possíveis”, contou. Não se sabe até onde ela chegaria, mas como foi descartada não enfrentou o teste derradeiro, que acabou dando o papel para a americana Sasha Calle. Só depois, quando o nome da escolhida foi anunciada, é que ela soube que o papel seria o de Supergirl. A própria Sasha Calle só descobriu quem interpretaria ao ser escolhida. A revelação foi gravada pelo diretor argentino Andy Muschietti (de “It: A Coisa”) e postada no Instagram, registrando a surpresa da atriz. A participação da brasileira confirma que havia a intenção de escolher uma latina para viver a nova Supergirl. Apesar de nascida em Boston, EUA, Calle tem descendência colombiana e fará sua estreia no cinema como a heroína. Vale observar que a personagem não é Kara Zor-El/Danvers, a Supergirl tradicional dos quadrinhos e da série recém-concluída nos EUA. O visual da personagem, confirmado na primeira prévia do filme, revela uma heroína morena e de cabelos curtos. Como “The Flash” vai abrir o multiverso da DC, são cogitadas duas possibilidades para a justificar a mudança da heroína. A opção favorita é Lara Lane-Kent, uma filha “imaginária” de Clark Kent/Superman e Lois Lane, que apareceu numa breve – mas marcante – sequência de sonho de “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”. Mas ela também pode ser Cir-El, outra “filha” de Superman, que na verdade era praticamente “irmã” de Superboy (Kon-El), por ser como ele um clone humano alterado por Lex Luthor. O resto do elenco inclui Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Michael Keaton (“Batman”) como duas versões de Batman, Kiersey Clemons (que aparece na versão “Liga da Justiça de Zack Snyder”) como Iris West, a atriz mexicana Maribel Verdú (“E sua Mãe Também”) como Nora Allen, a mãe do Flash, e Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como Henry Allen, substituindo Billy Cudrup (também visto em “Liga da Justiça”) como pai do super-herói. “The Flash” tem previsão de estreia em novembro de 2022.
“Mulher-Maravilha 3” terá volta de Lynda Carter
Atualmente em processo de roteiro, “Mulher-Maravilha 3” contará com participação de Lynda Carter, atriz que viveu a Mulher-Maravilha na popular série de TV do final dos anos 1970. Carter já tinha aparecido brevemente no final de “Mulher-Maravilha 1984” como a lendária guerreira amazona Asteria e deve retomar o papel na continuação. A diretora Patty Jenkins já havia indicado a volta de Carter durante bate-papo na DC Fandome, e agora Gal Gadot reforçou a escalação. “Ela é uma verdadeira defensora do que eu e Patty estamos fazendo, e foi muito legal que encontramos a oportunidade de trazer ela no último filme, e agora também para o terceiro”, disse Gadot ao site The Hollywood Reporter. “Ela foi minha mentora desde o primeiro momento em que eu fui escalada como Mulher-Maravilha”. Sem revelar detalhes da trama, a protagonista da franquia disse apenas que a participação de Carter “é ainda melhor desta vez”, sugerindo um destaque maior que a cena pós-créditos do primeiro filme. De acordo com a história de “Mulher-Maravilha 1984”, Asteria foi a heroína que ficou para trás no mundo dos homens para garantir que as amazonas partissem com segurança para a ilha de Themyscira. Embora tenha procurado Asteria, tudo o que Diana, a Mulher-Maravilha, encontrou foi seu traje dourado, que ela usa no combate final. Mas a guerreira ainda vive entre os mortais, como revelou o desfecho dos créditos da produção. Veja abaixo a curta cena de Lynda Carter em “Mulher-Maravilha 1984”.
Ben Affleck revela ter recuperado prazer de viver Batman no filme “The Flash”
Ben Affleck revelou ter gostado de voltar a viver Batman no filme do Flash, nova produção baseada nos quadrinhos da DC Comcs. O astro comentou que a experiência de ter rodado o longa estrelado por Ezra Miller ajudou a superar o trauma que passou a relacionar a vestir o uniforme do herói. “Foi uma maneira muito boa de revisitar isso, já que a experiência anterior tinha sido difícil”, disse Affleck, referindo-se à experiência traumática de trabalhar com o diretor Joss Whedon, acusado de abusos por Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, e até por Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, após assumir refilmagens de “Liga da Justiça”. “Desta vez foi realmente adorável. Realmente engraçado”, acrescentou o ator, que conversou com a revista Variety durante a première do filme “The Tender Bar”, de George Clooney, no qual tem o papel principal. “The Flash” será dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”) e voltará a trazer Ezra Miller no papel do super-herói mais rápido da DC. Affleck aproveitou para elogiar o colega de elenco. “Eu amo Ezra e ainda tive a chance de ver Jason Momoa, que estava no estúdio fazendo o novo filme do Aquaman”, acrescentou. A trama de “The Flash” envolverá o multiverso ou viagem no tempo, levando Flash a encontrar duas versões do Batman. Além da versão de “Liga da Justiça”, ele vai deparar com o Batman do futuro, vivido por ninguém menos que Michael Keaton – intérprete do homem-morcego nos filmes “Batman” (1989) e “Batman: O Retorno” (1992). O filme também vai introduzir uma nova Supergirl, interpretada Sasha Calle, a primeira intérprete latina da heroína. Fotos vazadas do set sugerem que não se trata da Supergirl mais conhecida dos quadrinhos e da TV, Kara Zor-El, a prima kryptoniana do Superman, mas sim de Lara Lane-Kent, a filha terráquea de Superman e Lois Lane, que apareceu na saga em quadrinhos “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”. A estreia de “The Flash” está marcada para novembro de 2022.
Pinguim: Vilão de Batman pode ganhar série na HBO Max
A HBO Max estaria desenvolvendo uma série centrada no Pinguim, vilão clássico dos quadrinhos de Batman. Segundo os sites Deadline, Variety e The Hollywood Reporter trata-se de uma produção derivada do novo filme “Batman”, que estreia em março. No longa, o personagem é vivido pelo ator Colin Farrell (“Magnatas do Crime”). Pinguim se juntaria a outro conteúdo derivado de “Batman”, uma série centrada no GCPD, o Departamento de Polícia de Gotham City, que está há bastante tempo em desenvolvimento. Ambas as atrações teriam o mesmo produtor, Matt Reeves, diretor do novo filme do super-herói. A Warner se recusou a comentar a informação, mas o estúdio já implementou essa sinergia com a produção de “Pacificador”, série derivada do filme “O Esquadrão Suicida”, prevista para janeiro. Os três sites acrescentam que a roteirista Lauren LeFranc (de “Agents of SHIELD”) será a showrunner do projeto, descrito como a história da ascensão do Pinguim no submundo do crime, ao estilo do filme “Scarface”. Vale lembrar que uma história semelhante foi contada na recente série “Gotham”.
Aumenta a queda de público nos cinemas do Brasil
O público dos cinemas brasileiros continua caindo, após o mercado sugerir uma recuperação. O passar das semanas demonstrou que os picos eram exceção e ligados ao lançamento de três blockbusters apenas: “Velozes e Furiosos 9”, “Viúva Negra” e “O Esquadrão Suicida”. Ao todo, 491,6 mil espectadores foram aos cinemas e gastaram R$ 9,1 milhões na compra de ingressos no último fim de semana passado, segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam a terceira queda consecutiva. Em comparação com o fim de semana passado, quando 517,7 mil pessoas foram aos cinemas, a queda foi de 5%. Números semelhantes de público e bilheteria foram registrados no mês de junho. Vale lembrar que o recorde de público da pandemia aconteceu no fim de semana de estreia de “Viúva Negra”, quando 1 milhão de ingressos foram vendidos. Desde então, as vendas desabaram mais de 50%. “Free Guy – Assumindo o Controle”, novo filme de Ryan Reynolds, foi o título mais visto pela segunda semana consecutiva. O longa levou 100 mil pessoas aos cinemas e gerou R$ 1,9 milhão em ingressos vendidos. Já veterano no ranking, “O Esquadrão Suicida” foi o segundo filme com maior público no período, com 93,2 mil espectadores e R$ 1,7 milhão em bilheteria. “A Lenda de Candyman”, por sua vez, não conseguiu repetir no Brasil o sucesso que teve nos Estados Unidos, onde abriu em 1º lugar. A estreia do terror não passou do 5º lugar, com R$ 849 mil de bilheteria. Antes dele, aparecem ainda o lançamento “O Infiltrado”, filme de ação com Jason Statham, que fez R$ 1,5 milhão, e a animação “O Poderoso Chefinho 2”, com R$ 1,2 milhão arrecadados. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias brasileiras, segundo a Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema FinalSem 26-9/8:1. Free Guy 2. Esquadrão Suicida3. Inflitrado 4. Poderoso Chefinho 25. A Lenda de Candyman6. Pedro Coelho 27. Velozes e Furiosos 98. O Homem das Trevas 29. Space Jam10. Caminhos da Memória — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 30, 2021
“A Lenda de Candyman” lidera bilheterias dos EUA
O terror “A Lenda de Candyman” abriu em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá, com US$ 22,37 milhões em 3.569 cinemas, superando as expectativas do mercado, que não apostava num desempenho tão bom para um filme proibido para menores – com classificação “R” nos EUA, para maiores de 17 anos. Dirigido por Nia DaCosta, que atualmente filma a continuação de “Capitã Marvel”, a produção é uma espécie de sequência espiritual do terror homônimo de 1992, lançado no Brasil com um título ligeiramente diferente, “O Mistério de Candyman”, e recebeu críticas bastante elogiosas, atingindo 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o público internacional não teve a mesma reação. Apesar de ter sido lançado em 51 países diferentes, sua receita no exterior não passou de US$ 5,2 milhões para atingir um total mundial de US$ 27,6 milhões. Com um orçamento de US$ 25 milhões, o longa precisa triplicar sua arrecadação para ser considerado um lançamento cinematográfico lucrativo. O sucesso do terror derrubou “Fee Guy – Assumindo o Controle” para o 2º lugar em seu terceiro fim de semana em cartaz. A comédia fantasiosa estrelada por Ryan Reynolds arrecadou US$ 12,7 milhões nos últimos três dias, caindo apenas 31% em relação à semana passada. Ao todo, a produção da Disney/20th Century Studios já vendeu US$ 78 milhões em ingressos na América do Norte e, com seu lançamento na China, chegou a mais de US$ 100 milhões no exterior, revelando-se um dos raros blockbusters da pandemia. Somando todas as receitas, o longa faturou US$ 180 milhões. Em 3º lugar ficou a animação infantil “Patrulha Canina – O Filme” em seu segundo fim de semana, com US$ 6,6 milhões. Contando seus 10 dias de exibição, a adaptação da série animada do Nickelodeon fez US$ 24 milhões, apesar de também estar disponível para os assinantes da Paramount+. A estreia no Brasil está marcada para 9 de setembro. “Jungle Cruise” atingiu uma marca importante no 4º lugar, ao render mais US$ 5 milhões e ultrapassar os US$ 100 milhões nas bilheterias domésticas. Em todo o mundo, o valor está em US$ 187 milhões após um mês em cartaz. O Top 5 da América do Norte fecha com “O Homem nas Trevas 2”, que fez US$ 2,8 milhões e atingiu uma bilheteria doméstica de US$ 24,5 milhões. O faturamento mundial está em US$ 35,3 milhões em três semanas.
Mary Elizabeth Winstead quer filme solo da Caçadora
Depois do anúncio de que Jurnee Smollett vai estrelar um filme solo da heroína Canário Negro na HBO Max, sua colega Mary Elizabeth Winstead se colocou à disposição para um longa centrado na Caçadora. As duas atrizes compartilharam as telas no filme “Aves de Rapina”, no ano passado, dando vida às heroínas da DC Comics. “Estou disposta a qualquer coisa, realmente”, ela afirmou ao site ComicBook. “A Caçadora é uma personagem tão divertida. Não sei se há planos para a minha versão da personagem continuar aparecendo, porque sei que existem várias versões dela por aí, nos quadrinhos. Fico feliz de ter tido a chance de interpretar ao menos uma iteração dela – e, se essa iteração for continuar em outros filmes, amaria fazer parte deles. Vamos ver o que vem por aí!”, declarou. No filme “Aves de Rapina”, a Caçadora e Canário Negro formaram um time improvável com Arlequina (Margot Robbie), Renee Montoya (Rosie Perez) e Cassandra Cain (Ella Jay Basco). Já nos quadrinhos, as duas heroínas formaram o grupo conhecido como Aves de Rapina com a Batgirl, que será vivida por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) em outro filme em desenvolvimento para a HBO Max. Com as produções já anunciadas, só faltaria mesmo um filme da Caçadora para completar possíveis planos de um relançamento da franquia em streaming.
“Free Guy” lidera bilheterias em meio à queda de público nos cinemas do Brasil
“Free Guy – Assumindo o Controle” foi o filme mais visto do fim de semana no país, mas público dos cinemas brasileiros caiu 26% em relação à semana passada. O novo filme de Ryan Reynolds levou 141 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,7 milhões, tirando a liderança de “O Esquadrão Suicida”. Mas a diferença foi pequena. A adaptação de quadrinhos teve 137,9 mil espectadores e rendeu R$ 2,5 milhões em ingresso vendidos. Ao todo, o circuito cinematográfico recebeu 517,7 mil pessoas e faturou R$ 9,7 milhões em bilheteria entre quinta e domingo, segundo dados da consultoria Comscore. No mesmo período da semana passada, 702 mil pessoas foram aos cinemas. Com isso, o mercado reverte aos números de junho. Entre os dias 10 e 13 daquele mês, foram registrados 558,7 mil espectadores nos cinemas e R$ 10,2 milhões em bilheteria. Veja abaixo a lista da Comscore com as 10 maiores bilheterias do país no último fim de semana. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 19 -22/81. Free Guy – Assumindo o Controle2. Esquadrão Suicida3. Poderoso Chefinho 24. Homem das Trevas 25. Velozes e Furiosos 96. Caminhos da Memória7. Space Jam8. Um Lugar Silencioso 29. Jungle Cruise10. Tempo — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 23, 2021
“Free Guy” mantém controle das bilheterias dos EUA
“Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame, manteve a liderança das bilheterias pelo segundo fim de semana consecutivo nos EUA e Canadá, com uma arrecadação de US$ 18,8 milhões. O filme sofreu uma queda de apenas 38% de arrecadação desde a estreia na semana passada no mercado norte-americano. Foi o menor declínio da era da pandemia, causado em parte por ser um lançamento exclusivo dos cinemas, mas também pelas críticas positivas (82% de aprovação no Rotten Tomatoes) e recomendações boca a boca do público (nota A no CinemaScore). O fenômeno, por sinal, é global. A bilheteria de “Free Guy” caiu ainda menos no resto do planeta, apenas 26%, para permanecer como o filme mais visto em vários países. Ao todo, a produção que a Disney herdou da antiga 20th Century Fox faturou US$ 58,8 milhões em 10 dias na América do Norte e quase o mesmo valor no exterior, chegando a US$ 112 milhões ao redor do mundo. A Disney se entusiasmou com o resultado e já encomendou uma sequência da produção. O 2º lugar das bilheterias dos EUA ficou com uma estreia, a animação “Patrulha Canina: O Filme”, baseada na série da Nickelodeon, que teve um desempenho melhor que o esperado com US$ 13 milhões, apesar do lançamento simultâneo na plataforma Paramount+. Boa parte da arrecadação vem do Canadá, país original da produção. O Top 5 teve ainda “Jungle Cruise” (US$ 6,2M), “O Homem nas Trevas 2” (US$ 5M) e “Respect: A História de Aretha Franklin (US$ 3,8M). Graças ao fraquíssimo desempenho em sua segunda semana nos EUA, a cinebiografia de Aretha Franklin, que deveria estrear em 9 de setembro por aqui, desapareceu do calendário de lançamentos nacionais e deve chegar diretamente em streaming no Brasil. O detalhe é que houve mais cinco estreias neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. E todas tiveram desempenho pior que “Respect”. Na verdade, abaixo de “O Esquadrão Suicida”, que ficou em 6º lugar com US$ 3,4 milhões. Com lançamento amplo, o thriller de ação “The Protégé”, estrelado por Michael Keaton, Samuel L. Jackson e Maggie Q, fez US$ 2,93 milhões em 7º lugar, o terror “A Casa Sombria”, protagonizado por Rebecca Hall, ficou perto disso com US$ 2,8 milhões em 8º lugar, e a sci-fi “Caminhos da Memória”, com Hugh Jackman, naufragou com US$ 2 milhões em 9º lugar. Dos três, apenas “Caminhos da Memória” teve lançamento simultâneo em streaming – na HBO Max. O filme também chegou ao Brasil neste fim de semana. Destruída pela crítica (37% no Rotten Tomatoes), a estreia da roteirista Lisa Joy (cocriadora de “Westworld”) na direção teve pouquíssima divulgação da Warner, que preferiu economizar no marketing após gastar US$ 100 milhões em produção, já prevendo o prejuízo. “The Protégé” foi considerável passável pela crítica (62%), mas só tem previsão de estreia no Brasil em novembro. Já “A Casa Sombria” agradou a crítica (85%) e chega em 30 de setembro nos cinemas brasileiros. A produção que fecha o Top 10 é “Viúva Negra”, que ao somar mais US$ 1,1 milhão nos últimos três dias atingiu o total de US$ 180 milhões nas bilheterias dos EUA e Canadá, superando “Velozes e Furiosos 9” (US$ 172M) como o maior sucesso cinematográfico da pandemia na América do Norte. Em todo o mundo, porém, o filme de Vin Diesel ainda está muito na frente, devendo chegar a US$ 700 milhões nos próximos dias, contra US$ 369 milhões da produção da Disney/Marvel. Para completar, também chegaram às telas norte-americanas o drama “Flag Day”, dirigido e estrelado por Sean Penn, e o terror “Demonic”, Neill Blomkamp. Ambos tiveram lançamentos limitados e fizeram apenas US$ 40 mil e US$ 38 mil, em 22º e 24º lugares, respectivamente.
Canário Negro de “Aves de Rapina” terá filme na HBO Max
A HBO Max está desenvolvendo um filme centrado na heroína Canário Negro. A produção será estrelada por Jurnee Smollett, que viveu a personagem no filme “Aves de Rapina”, e escrita por Misha Green, criadora de “Lovecraft Country”, que trabalhou com a atriz nessa série. O longa fará parte do DCU (Universo Cinematográfico da DC) e continuará a história da personagem de “Aves de Rapina”. A produção está a cargo de Sue Kroll, que também trabalhou no lançamento de 2020. “Aves de Rapina” não teve um forte desempenho de bilheteria – arrecadou apenas US$ 201,8 milhões em todo o mundo – , mas entusiasmou parte da crítica – alcançou 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção tomou várias liberdades em relação aos personagens retratados, trocando as etnias da Canário Negro e da Caçadora em relação aos quadrinhos – e, no caso da personagem de Smollett, contrastando até com as séries do Arrowverso. O filme da Canário Negro se junta a uma lista crescente de produções de super-heróis da DC Comics em desenvolvimento para a HBO Max, após os anúncios de longas de Batgirl e Besouro Azul.
“O Esquadrão Suicida” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana
“O Esquadrão Suicida” foi o filme mais assistido no Brasil pelo segundo fim de semana seguido. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics levou 269,5 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 5,1 milhões em bilheteria, segundo dados da consultoria Comscore. Com a soma dos rendimentos, o filme da Warner já faturou R$ 14,98 milhões nas bilheterias nacionais. O desempenho é impressionante, com uma queda de apenas 28% no faturamento em relação ao lançamento na semana passada. O mais curioso é que se trata de um fenômeno exatamente oposto ao registrado nos EUA, onde o filme desabou 72% em relação à sua estreia. A principal diferença entre os dois mercados é que “O Esquadrão Suicida” não foi disponibilizado simultaneamente na HBO Max no Brasil. Por outro lado, o país pôde conferir o impacto do streaming nas bilheterias com “Velozes e Furiosos 9”, que foi o filme mais visto por semanas a fio, até ser superado por “O Esquadrão Suicida”. O filme de ação desabou para o 4º lugar no fim de semana em que ficou disponível em locação digital. Na totalização de seus rendimentos, entretanto, o filme segue imbatível, com R$ 68,5 milhões faturados por aqui. Ao todo, os cinemas brasileiros venderam 702 mil ingressos e arrecadaram R$ 13 milhões em bilheteria. “Poderoso Chefinho 2” foi o segundo filme com maior público: 179,5 mil espectadores e R$ 3,1 milhões em ingressos vendidos. O lançamento do terror “O Homem nas Trevas 2” completou o pódio com R$ 1,51 milhão. Veja abaixo a lista dos 10 filmes mais visto do fim de semana no Brasil. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 12-15/81. Esquadrão Suicida2. Poderoso Chefinho 23. Homem das Trevas 24. Velozes e Furiosos 95. Um Lugar Silencioso 26. Space Jam7. Jungle Cruise8. Tempo9. Viúva Negra10. Dois + Dois — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 16, 2021
“Free Guy” assume o controle das bilheterias nos EUA
“Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame, liderou as bilheterias em sua estreia nos EUA e Canadá, com uma arrecadação de US$ 26 milhões em 4.165 cinemas entre sexta e este domingo (15/8). Como o orçamento da produção está na casa dos US$ 100 milhões, o valor passa longe de ser ideal, mas se alinha às bilheterias recentes da pandemia. É basicamente o mesmo que fez “O Esquadrão Suicida” e um pouco mais do que faturou “Cruella” em seus três primeiros dias. O detalhe é que, ao contrário destes dois, a comédia de Reynolds foi um lançamento exclusivo dos cinemas, sem concorrência do streaming. No mercado internacional, “Free Guy” trouxe mais US$ 22,5 milhões de 41 países. O Brasil não foi um deles, já que o lançamento nacional ficou para a próxima quinta (19/8). Somando tudo, a produção que a Disney herdou da antiga 20th Century Fox faturou US$ 51 milhões mundiais em seus primeiros dias de exibição. O resultado agradou ao estúdio, que já decidiu encomendar uma sequência da produção. Público e crítica também aplaudiram. O filme teve 82% de aprovação no Rotten Tomatoes e tirou nota “A” no CinemaScore, pesquisa feita com plateias na saída dos cinemas. Outra estreia da semana, o suspense “O Homem das Trevas 2”, ficou num distante 2º lugar nas bilheterias norte-americanas, com US$ 10,6 milhões arrecadados de 3.005 salas. Não é um desastre, porque seu orçamento foi de US$ 15 milhões, mas representa uma grande queda em relação ao filme antecessor, que abriu com US$ 26,4 milhões em 2016. A expectativa não é das melhores para a próximo fim de semana, porque a Sony escondeu o filme da crítica e muitas pessoas foram aos cinemas antes que as avaliações negativas se tornassem conhecidas. Considerado medíocre, ficou com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em seu terceiro fim de semana, “Jungle Cruise” assegurou o 3º lugar com US$ 8,9 milhões, elevando seu total a US$ 88 milhões no mercado doméstico. O 4º lugar ficou com a estreia de “Respect – A História de Aretha Franklin”, com US$ 8,8 milhões. A cinebiografia estrelada por Jennifer Hudson como a Rainha do Soul não galvanizou a crítica, atingindo 64% de aprovação no Rotten Tomatoes, e pode ter dificuldades para se pagar devido ao custo de US$ 55 milhões. O lançamento no Brasil está marcado para 9 de setembro. “O Esquadrão Suicida” fechou o Top 5 com US$ 7,7 milhões, representando uma queda brutal de 72% em relação à sua estreia no fim de semana passado. Com isso, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics soma US$ 42,3 milhões no mercado doméstico. Em compensação, manteve-se entre os mais vistos ao redor do mundo – no Brasil, a queda teria sido de apenas 28% – fazendo US$ 17 milhões no exterior para trazer seus rendimentos ao total de US$ 117 milhões mundiais.
“O Esquadrão Suicida” faturou 52% das bilheterias de cinema do Brasil
“O Esquadrão Suicida” ajudou a aumentar o público de cinemas no Brasil no último fim de semana. Ao todo, 728,5 mil espectadores pagaram R$ 13,7 milhões para assistir aos títulos em cartaz, segundo dados da consultoria Comscore. E “O Esquadrão Suicida”, lançado na quinta-feira (5/8), foi o filme mais visto do período, respondendo por 52% de todos os ingressos vendidos. Com 378,2 mil espectadores, arrecadou R$ 7 milhões para assumir uma liderança folgada nas bilheterias, contra R$ 1,78 milhão do até então imbatível “Velozes e Furiosos 9”, que levou 95,2 mil pessoas aos cinemas – 13% do total. O pódio se completou com “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que manteve o 3º lugar da semana passada com uma arrecadação de cerca de R$ 990 mil, não muito à frente de “Space Jam 2 – Um Novo Legado” ( R$ 988 mil) e “Jungle Cruise” (R$ 918 mil). Veja abaixo a lista dos 10 filmes vai vistos no Brasil durante o primeiro fim de semana de agosto. Top10 BRASIL #filmes #bilheteria #cinema FINDE 5-8/8:1. Esquadrão Suicida2. Velozes e Furiosos 93. Um Lugar Silencioso 24. Space Jam5. Jungle Cruise6. Tempo7. Viúva Negra8. Blackpink: The Movie9. Croods 210. Dupla Explosiva 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 9, 2021












