Titãs: 2ª temporada ganha data de estreia no Brasil
A Netflix anunciou a data de estreia da 2º temporada de “Titãs”. A produção da DC Universe vai estrear em 10 de janeiro no Brasil, 40 dias após sua conclusão nos Estados Unidos. Nos capítulos da trama atual, a produção juntou os Novos Titãs dos quadrinhos, formados por Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) e Estelar (Anna Diop, de “24: Legacy”), com a Turma Titã original, que na série inclui, além de Robin, Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e, nos flashbacks, também por Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”). Para completar, ainda trouxe de volta o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), introduziu Bruce Wayne (vivido por Iain Glen de “Game of Thrones”), Superboy (o novato Joshua Orpin), o cachorro Krypto, o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Sem abrir mão do tom sombrio dos episódios inaugurais, a série também já eliminou alguns desses personagens de forma trágica – e bastante irritante para quem é fã dos quadrinhos originais. Mas o final da temporada cria a perspectiva de uma reviravolta milagrosa na já anunciada 3ª temporada – afinal, uma das mortes vistas na série foi revertida nos quadrinhos. Em 2020 não vai ter miséria: tem Titãs pra dar e vender! A segunda temporada chega dia 10 de janeiro. pic.twitter.com/TkoxBkcTU5 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 5, 2019
Titãs: Atriz de Pose será principal vilã da 3ª temporada
A atriz Damaris Lewis, conhecida por seus papéis em “Pose” e “Infiltrado na Klan”, entrou para o elenco fixo da 3ª temporada de “Titãs”. Ela já teve uma breve participação como Estrela Negra (Blackfire) na série, e deverá retornar como principal antagonista do terceiro ano da produção. Estrela Negra é a irmã e principal inimiga da heroína Estelar (Anna Diop). A 2ª temporada estabeleceu que a vilã virou rainha do planeta Tamaran, devido à decisão de Estelar de não voltar para casa. Apesar de ter sido beneficiada pela ausência da irmã, Estrela Negra se mostrou decidida a ir atrás de Estelar para levá-la de volta, à força se for preciso. A série já terminou de exibir os episódios de seu segundo ano nos Estados Unidos, mas eles ainda não tem previsão de estreia no Brasil. A 1ª temporada foi lançada pela Netflix três semanas após o fim da exibição na plataforma DC Universe.
Titãs: Brenton Thwaites aparece como Asa Noturna na primeira foto oficial
A plataforma DC Universe divulgou a primeira foto oficial de Brenton Thwaites no uniforme de Asa Noturna (Nightwing), que será introduzido no episódio final da 2ª temporada de “Titãs”. Esta é a nova identidade de Dick Grayson (Thwaites), após queimar o uniforme de Robin na temporada anterior, e pode ser conferida também no trailer anteriormente divulgado. Intitulado justamente “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
Titãs: Robin vira Asa Noturna no trailer do final da 2ª temporada
A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 2ª temporada de “Titãs”. A prévia destaca a estreia de Asa Noturna (Nightwing), nova identidade de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o antigo Robin, que aparece em cima da hora para salvar os Titãs de um novo ataque do vilão Exterminador (Esai Morales). O vídeo também inclui uma luta entre Superboy (Joshua Orpin) e Moça-Maravilha (Conor Leslie) e um aviso sinistro, de que um Titã “vai cair”. A última cena registra os personagens com roupas pretas e cara de velório – e a ausência de duas heroínas. Intitulado “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
Stargirl: Mais uma série de super-heróis entra na programação da rede The CW
A série “Stargirl”, em produção para a plataforma DC Universe, também vai passar na TV aberta nos Estados Unidos. Os episódios serão exibidos na rede The CW um dia depois de serem disponibilizados em streaming. A iniciativa segue outra parceria similar para a exibição de “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino), que terá lançamento simultâneo pela DC Universe e a HBO Max em sua 2ª temporada. Originalmente prevista para agosto, a estreia de “Stargirl” foi adiada para 2020. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. A trama gira em torno da estudante Courtney Whitmore, adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. Por sinal, vários coadjuvantes da história são extraídos da rica biblioteca de personagens clássicos da DC Comics, que liga a novata Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis. A série simplifica essa ligação, para poupar tempo de desenvolvimento e também facilitar o entendimento da história para quem não é versado em heróis obscuros dos anos 1940. De todo modo, a mudança afeta a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além de Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A expectativa é de uma estreia no primeiro trimestre de 2020.
Série animada da Arlequina ganha data de estreia e novo trailer com dublagem de Kaley Cuoco
A DC Comics divulgou um novo trailer e a data de estreia da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) dublando a personagem de quadrinhos Arlequina. Ao som de “Think”, de Aretha Franklin, a prévia é anárquica e violenta, e mostra a Arlequina formando um novo grupo de vilões para provar sua independência do Coringa. As cenas também acompanham uma evolução visual da personagem, que começa com um uniforme ao estilo clássico das animações de Bruce Timm, criador da personagem na série animada do Batman dos anos 1980, e termina com uma aparência mais próxima da versão do filme “Esquadrão Suicida”. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também é produtora executiva da atração, que ainda traz as vozes de outros atores famosos, como Lake Bell (“Childrens Hospital”), Alan Tudyk (“Doom Patrol”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”), James Wolk (“Zoo”) e Christopher Meloni (“Happy!”). A série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada, ainda sem previsão de estreia, na plataforma DC Universe, que por enquanto é exclusiva dos Estados Unidos. um vídeo de bastidores da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) como a voz a personagem de quadrinhos Arlequina. A prévia destaca os principais dubladores da atração: Alan Tudyk (“Doom Patrol”) como Coringa, Lake Bell (“Childrens Hospital”) no papel da Era Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada e Diedrich Bader (“Veep”) como Batman. Além disso, a equipe apresenta a produção como a versão mais insana da personagem. A 1ª temporada de 26 episódios será lançada na plataforma DC Universe no dia 29 de novembro, por enquanto apenas nos Estados Unidos.
Titãs é renovada para a 3ª temporada
A plataforma DC Universe renovou “Titãs” para sua 3ª temporada. Primeira série do serviço de streaming da DC Comics, “Titãs” mantém uma média de 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas os números de sua audiência são desconhecidos – uma característica que acompanha a produção de séries para streaming. Nos capítulos da trama atual, a produção juntou os Novos Titãs dos quadrinhos, formados por Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) e Estelar (Anna Diop, de “24: Legacy”), com a Turma Titã original, que na série inclui, além de Robin, Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o estreante Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”). Para completar, também trouxe de volta o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), e introduziu Bruce Wayne (vivido por Iain Glen de “Game of Thrones”), Superboy (o novato Joshua Orpin), o cachorro Krypto, o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Sem abrir mão do tom sombrio dos episódios inaugurais, também já eliminou alguns desses personagens de forma trágica. O final da temporada está marcado para 29 de novembro nos Estados Unidos, mas ainda há previsão para o lançamento no Brasil – o que deve acontecer entre dezembro e janeiro pela Netflix.
HBO Max anuncia série live-action do Lanterna Verde
Os executivos da WarnerMedia fizeram uma série de anúncios nesta noite de terça (29/10) sobre a plataforma HBO Max, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. Além da data de inauguração, o evento de imprensa que aconteceu nos estúdios da Warner em Burbank, na grande Los Angeles, incluiu a oficialização de algumas produções novas. O destaque são duas novas séries de super-heróis da DC Comics. Uma delas é centrada no herói Lanterna Verde e a outra será a primeira antologia de super-heróis, intitulada “Strange Adventures”. Ambas terão produção de Greg Berlanti, maior especialista nas adaptações de quadrinhos da editora – ele produz todo o Arrowverso do canal CW, além de três séries de heróis na plataforma DC Universe. “As duas propriedades originais de DC que desenvolveremos para a HBO Max serão diferentes de tudo o que é visto na televisão”, disse Berlanti no evento para a imprensa americana. “Uma delas é uma antologia de contos passados num mundo onde os superpoderes existem, e, no que promete ser nossa maior série da DC já produzida, iremos ao espaço com os Lanternas Verdes, mas não posso revelar mais nada sobre isso ainda”. Vale lembrar que a Warner estava desenvolvendo um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, que deveria chegar aos cinemas em 2020. O projeto chegou a contratar roteiristas e foi até discutido na Comic-Con de San Diego em 2015, antes de sumir no buraco negro aberto pelo fiasco de “Liga a Justiça”. Mas isso não é o mais curioso. O detalhe que realmente chama atenção é que Greg Berlanti foi um dos autores do roteiro de “Lanterna Verde” (2011), o maior fracasso da DC Comics nos cinemas, estrelado por Ryan Reynolds. E ele escreveu a história em parceria com Marc Guggenheim, que é showrunner do Arrowverso. Não há maiores detalhes sobre a série do herói espacial, nem sequer se sabe o título oficial da produção, ao contrário de “Strange Adventures”, cujo nome deriva de uma publicação clássica da DC Comics. Lançada em 1950 com histórias de ficção científica e terror sobrenatural, a “Strange Adventures” dos quadrinhos também serviu de berço para os heróis Capitão Cometa, Homem-Animal e Desafiador (Dead Man), além de ter sido lar de Adam Strange. Nenhum personagem está confirmado na versão televisiva, que irá contar histórias completas com diferentes heróis a cada episódio. A série do Lanterna Verde e “Strange Adventures” elevam o número de programas de Berlanti para a HBO Max para quatro – sem contar quatro longas-metragens de tema adolescente encomendados. Com isso, seu recorde, que já era impressionante, subiu para um total de 22 séries atualmente em produção, em 7 canais/plataformas diferentes. Ninguém chega nem perto desse número absurdo de produções simultâneas. A lista inclui “Arrow” “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning”, “Batwoman”, “Riverdale”, “All American” e “Katy Keene” na rede CW; “Prodigal Son” na Fox; “Blindspot” na NBC; “God Friended Me” na CBS; “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Stargirl” na plataforma DC Universe, “Você” (You), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) e “The Girls on the Bus” na Netflix; mais “The Flight Attendant”, “Equal”, “Strange Adventures” e a série do “Lanterna Verde” (Green Lantern) na HBO Max. Todas essas séries são produzidas pela WBTV (Warner Bros. Television), que tem contrato de exclusividade com o produtor.
Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960
O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.
DC Universe imita a HQ Uma Morte em Família e pede para o público votar se Jason Todd deve morrer em Titãs
A pior ideia da História da DC Comics foi repetida como farsa pela plataforma DC Universe. Algum executivo com senso de humor macabro resolveu colocar o destino de Jason Todd, o Robin da série “Titãs”, nas mãos do público. O personagem interpretado por Curran Walters foi capturado e torturado pelo vilão Exterminador (Deathstroke), e visto no episódio da semana passada caindo para sua morte certa. Convocado a votar se Jason vive ou morre, o público usou as redes sociais para votar em massa pela morte do personagem. Desta vez, porém, uma reviravolta de última hora fez com que os votos por sua sobrevivência superassem em 2% a vontade dos trolls na contagem final. A votação pode ter sido manipulada para refletir a solução dramática do episódio, que vai ao ar nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos. Mas a morte original do personagem nos quadrinhos também foi resultado de uma campanha manipulada para o mal, que marcou a pré-história dos trolls e robôs na interação do público com a cultura pop. Em 1988, no arco conhecido como “Uma Morte em Família” (A Death in the Family), a DC pediu a participação do público através de telefonemas e cartas, para decidir o futuro de Jason. Na ocasião, ele estava preso e sendo torturado pelo Coringa, que, atendendo aos pedidos do público, acabou matando o personagem. Quando lançaram a convocação, os editores esperavam que os leitores pedissem que Jason fosse salvo. Mas se espantaram com a grande votação por sua morte. O personagem era controvertido, por isso aceitaram a decisão como sinal de uma rejeição muito grande. Entretanto, posteriormente veio à tona que o resultado foi forjada por uma pessoa, que usou um computador para programar ligações em massa para o número de telefone 0800 divulgado para votar a favor da morte do segundo Robin. Pela reviravolta “milagrosa” da nova votação, os responsáveis pela série são mais espertos que os antigos editores, especialmente nesses dias em que o uso de robôs é conhecido e disseminado. De todo modo, a morte do Jason dos quadrinhos acabou “desfeita” 15 anos após a farsa ter sido desmascarada, numa história até hoje tão mal-explicada quando o resultado da votação. It’s time to ask the age-old question! Should @DCUTitans’ Jason Todd live or die? https://t.co/AlMBLlrzkH — DC Universe (@TheDCUniverse) October 10, 2019
Estreia de Superboy em Titãs ganha dois vídeos e fotos
A série “Titãs” vai entrar em nova fase nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos com a introdução de mais um super-herói. Superboy vai fazer sua estreia oficial, após ser visto de relance nas cenas pós-créditos do final da temporada passada. Para incentivar a audiência, a plataforma americana DC Universe divulgou dez fotos e dois vídeos centrados no personagem. Confira abaixo. Intitulado “Conner”, o capítulo marca a metade da 2ª temporada com a entrada do australiano Joshua Orpin na atração, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin), primeiros australianos do elenco. A descrição oficial caracteriza Superboy como “um adolescente de aço revoltado, que procura por seu propósito e pela verdade sobre o seu passado”. Conforme vislumbrado pela cena pós-créditos, a aparição do personagem vai acontecer após sua fuga do laboratório genético Cadmus, refletindo também a forma como sua origem foi apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). O detalhe é que, ao fugir, ele levou um companheiro de experiências, um cachorro, que é nada menos que Krypto, o Super-Cão. Vale lembrar que o Superboy atual não tem nenhuma relação com o personagem clássico dos quadrinhos, o dono do Krypto original, que era a versão adolescente do Superman e até teve série própria nos anos 1980. Ele é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. A nova versão do herói foi introduzida após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Mas bastou a editora e os herdeiros entraram em acordo para o personagem “melhorar” sua saúde e retornar da morte para as páginas da DC. Em contraste com essa bagunça editorial, Superboy teve um desenvolvimento muito consistente na série animada “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a DC Universe, deve dar o tom do personagem em “Titãs”. No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu a data de estreia da 2ª temporada.
Série animada do vilão Exterminador ganha primeiro vídeo sangrento
A CW Seed, plataforma de streaming da rede americana The CW, divulgou uma cena de sua próxima série animada exclusiva, “Deathstroke: Knights & Dragons”. A prévia violenta tem cabeça decepada, assassinatos, extorsão e muito sangue, com um golpe de estado incluído de bônus. Trata-se da primeira atração estrelada pelo vilão dos quadrinhos da DC, conhecido no Brasil como Exterminador, que vive fase de grande popularidade – após ganhar carne e osso na série “Arrow”, ser vislumbrado em “Liga da Justiça” e retornar em nova encarnação na atual temporada de “Titãs”. Criado em dezembro de 1980 por Marv Wolfman e George Pérez nas páginas dos “Novos Titãs”, o Exterminador rapidamente se tornou o maior adversário de Robin/Asa Noturna e um dos principais vilões da DC Comics. Apesar de “Deathstroke” ser sua primeira série, não é a primeira vez que ele aparece numa animação. O Exterminador enfrentou os Titãs na série do Cartoon Network, apareceu em “Young Justice” (Justiça Jovem), “Beware the Batman” e foi o vilão do longa animado “Os Jovens Titãs em Ação! No Cinema”. Em sua nova versão animada, ele será dublado por Michael Chiklis, que foi o Coisa em dois filmes do “Quarteto Fantástico” e também estrelou a série “Gotham”. Diz a sinospse: “Dez anos atrás, Slade Wilson – também conhecido como Exterminador – cometeu um grande erro, fazendo com que sua esposa e filho pagassem um trágico preço. Agora, a família Wilson é ameaçada novamente por Chacal e os terroristas da C.O.L.M.É.I.A. Será que Exterminador conseguirá enfrentar os pecados do seu passado?” A série vai estrear em 2020, em data ainda não revelada.
Titãs: Vídeo da 2ª temporada mostra a estreia da heroína Devastadora
A plataforma DC Universe divulgou um novo vídeo de “Titãs”, que destaca a primeira cena completa da heroína Devastadora (Ravager, em inglês). A sequência faz parte do segundo episódio da 2ª temporada da série, intitulado “Rose”, que vai ao ar na sexta-feira (13/9) nos Estados Unidos. O título se refere à identidade civil da Devastadora, Rose Wilson, que é filha de Slade Wilson, mais conhecido como o vilão Exterminador – introduzido rapidamente no final do episódio inaugural da temporada. Um dos maiores desgostos da vida do vilão foi ver seus filhos se juntarem a seus maiores inimigos. Mas, no caso de Rose, quem a levou aos Titãs foi ele mesmo. Ao menos nos quadrinhos. O Exterminador só descobriu que tinha uma filha quando ela já era adolescente e manifestava seus poderes. Com a morte da mãe da jovem e sem saber como cuidar de uma garota superpoderosa, Slade procurou Asa Noturna para treiná-la. Rose se provou um desafio para o antigo Robin, com grandes problemas para distinguir o bem e o mal, mas ao final acabou se identificando mais com os heróis que com seu pai vilão – especialmente após desenvolver um crush pelo novo Robin, Tim Drake. A prévia divulgada não deixa claro se a série vai seguir essa direção. Mas é notável que os Titãs tenham incorporado um novo Robin, Jason Todd (vivido por Curran Walters), cuja primeira manifestação ao ver a Devastadora em ação sugere um crush, ao menos no que se refere à habilidade de luta. A atriz Chelsea T. Zhang (a Britney da série “Andi Mack”) vive Rose/Devastadora, apesar de a personagem ser uma jovem ocidental de cabelos prateados nos quadrinhos. Mas a produção não tem se preocupado com esses “detalhes”. Afinal, tampouco Slade Wilson é latino, apesar de ser vivido por Esai Morales (“Ozark”) na série. Os dois não serão os únicos membros da família Wilson a aparecer em “Titãs”. Joe Wilson, irmão de Rose, que vira o herói Jericó, também está confirmado na atração. Ele será interpretado pelo modelo transexual Chella Man, que é surdo como o personagem. “Titãs” foi a primeira série produzida pelo serviço de streaming americano DC Universe, exclusivo para produções da DC Comics, e é disponibilizada no Brasil pela Netflix.











