Joel Kinnaman diz que o novo Esquadrão Suicida é uma comédia
Joel Kinnaman é um dos poucos atores do primeiro “Esquadrão Suicida” que retornam para a sequência de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”). E não teve problemas em comparar as duas adaptações dos personagens dos quadrinhos, dizendo claramente, durante participação do podcast “The Big Ticket” da Variety, o que diferencia o novo filme de seu antecessor, que teve direção de David Ayer. Segundo ele, a continuação é uma comédia. “James Gunn é um cara incrível. Ele escreveu um roteiro fantástico. É tão engraçado… sinto que estou filmando minha primeira comédia. Há muitas pessoas realmente engraçadas lá. É como uma experiência de aprendizado. Estou com muitas pessoas engraçadas incríveis.” Os detalhes da continuação do longa de 2016 ainda permanecem em segredo, mas as filmagens já começaram em Atlanta. Além de Kinnaman, que retoma seu papel de Rick Flag, líder das missões da Força Tarefa X, também retornam do primeiro filme os atores Margot Robbie (Arlequina), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). O resto do elenco é repleto de novidades, incluindo a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Steve Agee (“Superstore”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), a portuguesa Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”). Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada apenas para agosto de 2021.
Crise nas Infinitas Terras: Brandon Routh se despede do papel de Ray Palmer
Stephen Amell não é o único ator que está se despedindo de seu papel no Arrowverso. Além do intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, Brandon Routh também dá adeus a Ray Palmer, o Elektron/Átomo, no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. “Meu último dia filmando com a minha família de ‘Legends’. Amo todos vocês e agradeço muito as cinco temporadas que passamos juntos. Nem sempre foi fácil, mas acho que isso dificulta ainda mais a saída – nossas dificuldades nas primeiras temporadas nos uniram e fizeram das três últimas um estouro! Nunca fiquei tanto tempo em um trabalho, então isso é novo para mim. Acho que vou sentir falta de todos vocês e do quanto nos divertimos fazendo esse programa bobo na Waverider – tanto quanto eu vou sentir falta de viver Ray Palmer. Amor e benção para um grande final de temporada” Routh foi escalado como Ray Palmer na 3ª temporada de “Arrow”, em 2014, e formou o time original do spin-off “Legends of Tomorrow” em 2016. A despedida dá a entender que seu personagem será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” durante o crossover. Outra pequena informação sobre a trama de “Crise das Infinitas Terras” (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso. Ao menos, o arco final permitirá ao ator realizar uma volta ao papel de Superman, 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006). No crossover, Routh também interpretará o Superman de outra Terra, um herói mais velho, inspirado na minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme que ele vai usar até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. O que não deixa de ser um presente de despedida por seu desempenho no Arrowverso. Ver essa foto no Instagram My final day of filming with my #LegendsFamily. I love you all & appreciate the 5 seasons we’ve spent together. It hasn’t always been easy, but I think that’s what makes it harder to leave—getting through the growing pains of the first few seasons has bonded us. ?? And made the last three seasons a blast! I’ve never been at a job this long, so this is new for me. ? I think I will miss you all and the fun we’ve had making this silly show on the #Waverider—as much as I’ll miss bringing #RayPalmer to life. Love & blessings on a great finish to the season. ??❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Brandon Routh (@brandonjrouth) em 25 de Out, 2019 às 1:49 PDT
Batwoman e Nancy Drew ganham encomenda de mais episódios
A rede The CW está satisfeita com suas duas séries novas de 2019, “Batwoman” e “Nancy Drew”. O canal americano fez a encomenda de novos episódios para as duas produções, lançadas originalmente com 13 capítulos. Com os chamados “back nine”, nove episódios encomendados após a certeza do sucesso, o total das temporadas de cada série será de 22 episódios, a duração tradicional de uma atração da TV aberta americana. “Batwoman” já é um dos maiores êxitos da rede, com uma média de audiência acima de toda a programação da CW em 2019 – 1,5 milhão de telespectadores ao vivo, 100 mil a mais que o antigo líder “The Flash” na atual temporada. “Nancy Drew”, por sua vez, tem 900 mil espectadores, mas apresenta grande salto no meio digital. Enquanto “Batwoman” aumenta seu público em 80% com o streaming oficial do canal, “Nancy Drew” tem mais público online que na TV – ganha mais 114% de espectadores com o streaming. As duas séries são as primeiras disponibilizadas pela plataforma do canal de foram simultânea à exibição televisiva, graças ao fim do acordo de distribuição da Warner e da CBS com a Netflix. “Batwoman” é uma produção da WBTV (Warner Bros Television) e “Nancy Drew” da CBS TV Studios. CBS e Warner são sócias no controle do CW – cujo nome é formado pelas iniciais de cada estúdio.
Coringa supera Deadpool e vira filme de classificação “R” com maior bilheteria em todos os tempos
“Coringa” continua rindo à toa. Ao atingir US$ 788,3 milhões em arrecadação mundial, o filme estrelado por Joaquin Phoenix virou oficialmente a maior bilheteria de um filme de classificação “R” (para “maiores” nos EUA) em todos os tempos. A adaptação do vilão da DC Comics deixou para trás um herói da Marvel nesse ranking. O primeiro “Deadpool” detinha o recorde com US$ 782,6 milhões. Vale considerar que “Deadpool 2” teria supostamente mais que isso (US$ 785 milhões), mas essa conta inclui quase US$ 50 milhões arrecadados sob outro título e classificação etária, quando o filme foi relançado nos cinemas como “Era uma Vez um Deadpool”. De todo modo, “Coringa” bate até esse truque. Diante dos números, o ator Ryan Reynolds, que interpreta Deadpool no cinema, mostrou que é um bom perdedor, ao parabenizar “Coringa” pela façanha. “Posts de parabenização por bilheteria para maiores não são como aqueles que você está acostumado”, brincou o ator no Twitter. Veja abaixo. Apesar de receber classificação “R” em seu país de origem, tanto “Coringa” quanto os dois “Deadpool” foram lançados com restrição para 16 anos no Brasil. O diretor de “Coringa”, Todd Phillips, afirmou recentemente que nunca divulgará cenas cortadas ou uma versão estendida do filme, para capitalizar um relançamento nos cinemas ou Blu-ray especial, mas que está aberto à ideia de uma possível sequência, o que Joaquin Phoenix apoia. R-Rated box office congratulatory posts aren’t like the ones you’re used to… pic.twitter.com/OTy2BqIP4f — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 25, 2019
Crise nas Infinitas Terras: Stephen Amell grava vídeo para comemorar final da superprodução
O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde em “Arrow”, gravou um vídeo para marcar o encerramento de sua participação nas filmagens de “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover deste ano das séries do Arrowverso. Nele, agradece e também se despede de seus colegas de elenco, já que a série “Arrow” vai acabar logo após o crossover, e deixa um recado para os fãs sobre as gravações: “Acho que é provavelmente uma das coisas mais legais sobre quadrinhos já produzidas para a TV. Isso deixa meu coração feliz”. Além dele, a atriz Caity Lotz, que vive Sara Lance/Canário Branco em “Legends of Tomorrow”, também postou uma homenagem à última vez em que atuou com o colega. Confira abaixo. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Além das séries do Arrowverso, a trama também fará crossovers com séries clássicas da DC Comics, como “Batman” de 1966 e “Smallville”. Ainda não há previsão para a exibição de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 22 de Out, 2019 às 10:15 PDT Ver essa foto no Instagram Today is the last day of filming for the 5 show crossover, and this might have been the last scene @stephenamell and I do together. I look really happy here but it’s bitter sweet. Going to miss #arrow but luckily we still have #legendsoftomorrow #theflash #supergirl and #batwoman Uma publicação compartilhada por CAITY LOTZ (@caitylotz) em 24 de Out, 2019 às 10:36 PDT
Cineastas Vingadores: Coppola, Amodóvar e Meirelles se juntam a Scorsese contra os super-heróis
Os cineastas tradicionais abriram guerra contra os filmes de super-heróis. A deixa de Martin Scorsese (“Os Bons Companheiros”), que disse que os filmes da Marvel “não são cinema”, mas parques temáticos, foi repercutida por Francis Ford Coppola, ironicamente criador de uma franquia temática (“O Poderoso Chefão”), comentada por Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”) e reforçada por Pedro Almodóvar (“Dor e Glória”). Meirelles foi o mais honesto, ao dizer que não se interessa pelo gênero porque lhe dá sono. “Eu sei que eles são grandes, mas eu não os assisto”, disse o diretor brasileiro à revista The Hollywood Reporter. “Quero dizer, eu gosto da técnica, às vezes assisto fragmentos e trailers e todo o VFX (efeitos visuais) e a produção são realmente espetaculares, há pessoas de primeira classe envolvidas. Mas não consigo me envolver com a história, fico com sono. Às vezes eu assisto no cinema e depois de meia hora estou com sono. São muito opressivos. Não me interessam em nada”, afirmou. Já Coppola extrapolou, num discurso durante o recebimento do prêmio Lumière, na França, chamando as produções de “desprezíveis”. “Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo, pois esperamos aprender algo do cinema, esperamos ganhar alguma coisa, alguma clareza, algum conhecimento, alguma inspiração. Eu não sei se alguém ganha alguma coisa de ver o mesmo filme de novo e de novo. Martin pegou leve ao dizer que os filmes da Marvel não são cinema, pois eu os acho desprezíveis”, comentou. Por fim, Almodóvar chamou os filmes da Marvel de assexuados, dizendo que os heróis parecem “castrados” por não se relacionarem intimamente no decorrer das histórias. “Aqui nos Estados Unidos, talvez exista uma autocensura que não permite que os roteiristas escrevam sobre outros tipos de histórias. Existem muitos, muitos filmes sobre super-heróis. E a sexualidade não existe para super-heróis. Eles são castrados”, afirmou o cineasta espanhol. A afirmação parece sugerir que todos os filmes deveriam ter sexo – algo meio europeu e meio bobo. Mas a verdade é que “Deadpool”, um filme de super-herói, e sua continuação “Deadpool 2” têm várias cenas de sexo do herói com sua namorada. O problema desses cineastas com os filmes de super-heróis, porém, é outro. “Pantera Negra”, por exemplo, não só foi considerado cinema como o oposto de desprezível para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, tornando-se o primeiro lançamento do gênero indicado ao Oscar de Melhor Filme neste ano. Isso representa uma ameaça. Com a Academia abraçando os filmes de super-heróis, os diretores tradicionalmente acostumados com a adulação de seus pares veem diminuir sua condição de eternos favoritos a prêmios em seu próprio quintal. Não apenas isso. “Coringa” venceu o Festival de Veneza, reduto tradicional do cinema de arte. E agora os cineastas veteranos encaram a possibilidade concreta de a adaptação de quadrinhos de Todd Phillips disputar o Oscar 2020 como favorito contra, vejam só, os novos filmes de Scorsese e Almodóvar. A tática, portanto, é desqualificar o gênero como um todo para desacreditar o rival.
Margot Robbie e elenco de Aves de Rapina confirmam presença na Comic Con Experience
O elenco de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” confirmou presença na Comic Con Experience (CCXP), que vai acontecer no começo de dezembro em São Paulo. As próprias estrelas revelaram sua participação com um vídeo divulgado pela Warner nas redes sociais. Veja abaixo. No evento, o estúdio fará um painel dedicado ao filme com a presença da diretora Cathy Yan e das atrizes Margot Robbie, Ella Jay Basco, Mary Elizabeth Winstead, Jurnee Smollet-Bell e Rosie Perez. O filme vai juntar a Arlequina (Robbie) com novas “amiguinhas”, o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Apesar dessa divulgação em dezembro, a estreia do filme está prevista apenas para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram MINHA GIRL GANG TÁ VINDO ? As #AvesDeRapina @margotrobbie, @jurneebell, @EllaJayBasco, @RosiePerezbrooklyn, Mary Elizabeth Winstead e a diretora Cathy Yan estarão na CCXP, trazendo cenas inéditas para o público do painel da quinta-feira, 5 de dezembro! #WarnerNaCCXP Uma publicação compartilhada por Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) em 24 de Out, 2019 às 1:10 PDT
Watchmen registra melhor estreia da HBO desde Westworld
A estreia de “Watchmen”, no domingo passado (20/10), registrou o maior público de primeiro episódio de uma série da HBO nos últimos três anos. Mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram ao capítulo inaugural ao vivo pela televisão e streaming oficial (HBO Now e HBO GO) nos Estados Unidos. O público é maior que a sintonia habitual de “Succession” (1,2 milhão), série que “Watchmen” substituiu na grade de programação do canal, e só perde para as primeiras temporadas de “Westworld” (mais de 2 milhões), que por sinal foi a última série a estrear com números maiores. “Game of Thrones” tinha dez vezes mais audiência, é claro, mas já foi encerrada. Na televisão apenas, a primeira exibição de “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” foi assistida por 800 mil pessoas. Parece um desempenho modesto, mas não é. Com esse resultado, “Watchmen” teve a maior audiência de um estreia na TV paga americana em 2019. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”), a série é uma continuação da trama dos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, já levados ao cinema no filme homônimo de 2009. A produção inclui pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpreta Adrian Veidt, o Ozymandias, e Jean Smart (“Legion”) é Laurie Jupiter, a Espectral. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e é representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A série é exibida simultaneamente no Brasil pelo canal pago HBO.
Malévola: Dona do Mal estreia em 1º lugar no Brasil
“Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras, com arrecadação de R$ 18,4 milhões entre quinta e domingo (20/10), segundo levantamento da Comscore. O filme da Disney foi exibido em mais de mil salas e teve 999 mil telespectadores. Assim como aconteceu na América do Norte, o desempenho foi abaixo do esperado, mas permitiu a liderança em sua estreia. Em sua terceira semana em cartaz, “Coringa” foi o segundo filme mais assistido do período. E bem próximo dos números da continuação de “Malévola”, levando 984 mil pessoas aos cinemas, com uma arrecadação de R$ 17,6 milhões. Ao todo, o filme protagonizado por Joaquin Phoenix já foi visto por 6,5 milhões de pessoas e faturou R$ 104 milhões no Brasil. Em 3º lugar, “Projeto Gemini” levou 140 mil espectadores aos cinemas e arrecadou R$ 2,5 milhões em bilheteria. Em duas semanas, acumula 597 mil espectadores e R$ 10,1 milhões em ingressos vendidos. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 6º lugar, “Bacurau” em 7º e “Morto Não Fala” em 10º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 17 a 20/Out: 1. Malévola – Dona do Mal2. Coringa 3. Projeto Gemini4. Angry Birds 2 – O Filme5. Abominável6. Ela disse, Ele disse7. Bacurau8. Ad Astra9. A Luz No Fim do Mundo10. Morto Não Fala — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 21, 2019
Malévola: Dona do Mal registra pior estreia da Disney no ano
“Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma maldição. A continuação do sucesso de 2014 teve o pior fim de semana de abertura do ano para a Disney no mercado doméstico. A superprodução orçada em US$ 185M (milhões) fez apenas US$ 36,9M em seu lançamento, muito abaixo das previsões do mercado. O valor é praticamente metade do que faturou o primeiro filme há três anos (US$ 69M), e bem abaixo do maior fracasso do estúdio no ano, “Dumbo”, que abriu com US$ 45,9M no final de março. Dos 11 remakes live-action que a Disney já produziu desde “Alice no País das Maravilhas” (2010), a sequência de “Malévola” se posiciona em 10º lugar em arrecadação, ficando à frente apenas de “Meu Amigo, O Dragão” (US$21,5M em 2016) O filme de Angelina Jolie também foi destruído pela crítica, com apenas 40% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. O desastre só não é irremediável porque o mercado internacional correspondeu, com uma arrecadação de US$ 118M, que trouxe o total mundial para US$ 155M. Mesmo com a decepção financeira, a vilã da Disney conseguiu superar o vilão da DC Comics nas bilheterias da América do Norte. “Coringa” caiu para 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Fez mais 29,2M nos últimos três dias para atingir US$ 247,2M domesticamente. No mundo todo, a arrecadação já está em US$ 738,5M. “Coringa” é atualmente o 4º filme de maior bilheteria da DC no exterior e o maior em 17 mercados, incluindo Itália, Espanha, Rússia, Argentina e México. A outra continuação estreante da semana, “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”, ficou em 3º lugar, com US$ 26,8M. Mas, paradoxalmente, esse valor fez a produção ser considerada um sucesso. O motivo é simples: o segundo “Zumbilândia” custou “apenas” US$ 42M e deve se pagar facilmente com a bilheteria doméstica, ao fim de sua passagem pelos cinemas. Assim, os números faturados no exterior vão entrar como lucro. Por sinal, a estreia no Brasil é nesta quinta (24/10). “Zumbilândia: Atire Duas Vezes” se saiu bem até na comparação com seu antecessor, que abriu com US$ 24,7M em 2009. E recebeu aprovação de 66% das críticas aferidas no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 36,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 155M 2. Coringa Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA e Canadá: US$ 247,2M Total Mundo: US$ 738,5M 3. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 26,8M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 32,1M 4. Família Addams Fim de semana: US$ 16,3M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 57M 5. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 118,5M 6. Abominável Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 114,7M 7. Downton Abbey Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 164,3M 8. Judy Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 9. As Golpistas Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 101,8M Total Mundo: US$ 125,4M 10. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 209,6M Total Mundo: US$ US$ 450,3M
Spin-off de Arrow ganha primeira imagem conceitual
O showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, divulgou a primeira imagem conceitual do spin-off de “Arrow”. Disponibilizada em seu Twitter, a ilustração é uma capa fictícia de quadrinhos da DC Comics sobre “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários). A arte reúne as personagens Mia Smoak (Katherine McNamara na série), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), também conhecidas como a Canário Negro da Terra 2 (aka Sereia Negra) e a terceira Canário Negro da Terra 1. Na legenda, Guggenheim acrescentou: “A última temporada de ‘Arrow’ está sendo lançada, então parece apropriado compartilhar essa amostra do seu futuro”. A imagem sugere que o spin-off foi aprovado e dá algumas dicas sobre a trama, ao mostrar Mia com a roupa do Arqueiro Verde e não como Blackstar, interagindo com as versões “jovens” de Laurel e Dinah e não com suas contrapartes maduras do futuro. Fotos dos bastidores de “Crise nas Infinitas Terras”, crossover que vai encerrar a série “Arrow” e preparar terreno para a nova atração, já tinham revelado Mia entre personagens do “presente” do Arrowverse. Para quem não sabe, a filha do Arqueiro Verde apareceu até agora apenas em flashforwards do futuro distante – mais exatamente, de 2040. Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá mais dois episódios para encaminhar seu final e possível spin-off. A arte abaixo foi feita pelos artistas Emanuela Lupacchino, Brett Breeding e Dave McCaig. #Arrow's final season bows today, so it feels appropriate to share this glimpse of its future. Many thanks to @DCComics @manulupac @DaveMcCaig & Brett Breeding for this stunning art. #TheFutureIsFemale@Kat_McNamara @MzKatieCassidy @JulianaHarkavy @SchwartzApprovd @ojbalderrama pic.twitter.com/i6H0WEZAEn — Marc Guggenheim (@mguggenheim) October 15, 2019
Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960
O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.
Jared Leto não será mais o Coringa após interpretação de Joaquin Phoenix
A reportagem da revista The Hollywood Reporter, que revelou as ações de Jared Leto para tentar impedir a produção de “Coringa”, afirma ter ouvido de uma fonte que o ator não retornará ao papel do vilão dos quadrinhos. Leto fez parte do elenco de “Esquadrão Suicida“, mas, de acordo com a fonte, seu desempenho ficou muito abaixo do esperado. “Apesar de não ter sido um filme próprio do Coringa, a tentativa de Leto em ‘inventar’ algo novo deu completamente errado”, disse a fonte. “Como você interpretaria aquela versão do Coringa novamente após a atuação de Joaquin Phoenix? Foi o fim da jornada dele.” Pressentindo o que aconteceria, Leto orientou seus agentes a obrigarem a Warner a “matar” o filme de Joaquin Phoenix, o que causou uma ruptura entre ele e seus antigos agentes, que se recusaram a entrar em conflito com os executivos do estúdio. Leto esperava produzir e estrelar um filme-solo focado na sua versão do personagem, mas o projeto foi cancelado pela Warner para dar espaço para o reboot de “Esquadrão Suicida” do diretor James Gunn e também ao longa de Todd Phillips, estrelado por Joaquin Phoenix. Para aumentar ainda mais sua frustração, parte de seus colegas de “Esquadrão Suicida” retornará no novo longa de Gunn. Além disso, Margot Robbie, que foi a Arlequina no filme de 2016, terá sua própria aventura com “Aves de Rapina”, que inicialmente começou como um filme sobre o relacionamento dela com o Coringa de Leto. O personagem, por sinal, está na história, mas aparecerá apenas de relance e interpretado por um figurante maquiado (veja as fotos).











