Série Monstro do Pântano estreia no Brasil pela HBO
A HBO vai começar a exibir a série “Monstro do Pântano” (Swamp Thing), produção da plataforma DC Universe, a partir desta sexta (17/1), às 22h. A série foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan (“Invocação do Mal”) e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). E mesmo com todo esse talento criativo, teve sua produção interrompida ao final do 10º de 13 episódios encomendados e acabou oficialmente https://pipocamoderna.com.br/2019/06/serie-do-monstro-do-pantano-e-cancelada-apos-exibicao-do-primeiro-episodio/cancelada logo após a exibição do primeiro capítulo. Diversas versões conflitantes sobre os motivos do cancelamento vieram à tona e foram rebatidas desde então, incluindo problemas com leis de incentivo e até o fechamento da plataforma DC Universe. O que é fato é que o cancelamento não recebeu explicação oficial e o assunto é proibido. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a Mark Verheiden sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da WarnerMedia impediu que ele respondesse. Este mistério apenas alimenta boatos, entre eles a reprovação do conteúdo por executivos da WarnerMedia, empresa formada após a compra da Warner pela AT&T. A série foi encomendada antes da formalização do negócio. Para aumentar a decepção com seu cancelamento inexplicável, “Monstro do Pântano” é uma série com grande qualidade técnica, bons roteiros e cenas de terror intenso. Apesar da interrupção, a trama principal é concluída nos episódios produzidos, o que serve de consolo e ajuda a justificar sua exibição em outros países, apesar de algumas pontas soltas. Há uma cena pós-créditos, no último capítulo, que aponta para onde a história iria – diretamente no território dos quadrinhos clássicos de Alan Moore. A trama acompanha Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna à cidade em que nasceu, Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Durante sua pesquisa, ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), que ao chegar perto da fonte da poluição ambiental sofre uma emboscada e acaba sofrendo uma mutação ao cair nos pântanos contaminados. Enquanto Holland é considerado desaparecido, a cidade é tomada por forças poderosas com o objetivo de explorar as peculiaridades do pântano, o que faz Abby perceber que talvez seu colega e interesse romântico não tenha desaparecido – e sim se tornado um protetor monstruoso. O ótimo elenco também inclui Jennifer Beals (“The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), no papel do monstro. Veja o trailer da série abaixo.
Stargirl: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha segundo trailer
A rede The CW divulgou o segundo trailer da série “Stargirl”, uma nova produção de super-heróis, que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta o tom leve, mas repleto de mitologia de quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem. A série resume tudo à descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança do novo padrasto da estudante Courtney Whitmore, que a inspira a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história da heroína remete aos primeiros quadrinhos publicados pela DC Comics. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi justamente quem criou Stargirl nos quadrinhos. A prévia anuncia a estreia para a primavera americana de 2020 – isto é, entre março e maio.
Arrowverso sofre mudança radical com Crise nas Infinitas Terras. Veja como as séries lidarão com as mudanças
O crossover “Crise nas Infinitas Terras” confirmou as expectativas de reorganizar todas as séries de super-heróis da rede CW num mesmo universo, tornando o termo Arrowverso mais que um apelido extra-oficial. Em entrevistas após o episódio final, exibido na noite de terça (14/1) nos EUA, o produtor Marc Guggenheim explicou que o reboot não foi tão radical quanto nos quadrinhos originais de 1985, que inspiraram a trama do crossover. Apenas as séries do Arrowverso foram reunidas na mesma Terra, enquanto as demais produções – como “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Monstro do Pântano” e “Stargirl”, da plataforma DC Universe – permanecem em universos separados. Ou seja, o multiverso não foi destruído. Apenas parcialmente “rebutado”. Mas isto foi suficiente para mudar tudo no Arrowverso, trazendo “Supergirl” e “Raio Negro” (Black Lightning) para o mesmo universo ficcional de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Com o anúncio da produção de “Superman & Lois”, serão seis séries interligadas com exibição simultânea, algo jamais visto antes na História da Televisão. E o número pode crescer ainda mais, caso o spin-off de “Arrow”, centrado em Mia, a filha do Arqueiro Verde, vire a sétima série. Não foram apenas os universos paralelos que sumiram. Linhas temporais precisaram ser alteradas para acomodar a história dos personagens numa nova continuidade. Apenas um pequeno grupo de heróis guarda memórias do multiverso original, enquanto o resto da humanidade sofre os efeitos do reboot, acreditando que todos sempre existiram juntos. Com isso, surgem problemas narrativos, que Guggenheim prefere deixar para os roteiristas de cada série resolverem. Para começar, Supergirl terá que lidar com a distorção criada em torno de Lex Luthor, que agora é adorado pelo público e não mais temido como um cientista louco. Superman teve filhos gêmeos com Lois, em vez de apenas uma criança. Sara, o bebê de John Diggle que tinha sido apagado da existência por culpa do Flash, voltou a aparecer como uma menina crescida. E ninguém sabe, até o momento, quem realmente é a atual Laurel Lance – seria a vilã que veio da Terra 2 e se redimiu ou a heroína da Terra 1, que originalmente morreu na 4ª temporada de “Arrow”? O fato é que “Crise nas Infinitas Terras” vai continuar reverberando por um bom tempo, como demonstram os trailers dos próximos episódios do Arrowverso, disponibilizados nesta quarta pela rede CW. Confira abaixo como cada atração foi impactada e vai lidar com a continuidade de suas histórias. Vale observar ainda que, infelizmente, o crossover será exibido incompleto no Brasil pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente). A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1) na TV brasileira.
Arrow: Piloto de nova série com a filha do Arqueiro Verde ganha trailer e fotos
A rede The CW divulgou o trailer e as fotos do piloto plantado do spin-off de “Arrow”. Intitulado “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários), o piloto será exibido como um episódio convencional de “Arrow” na próxima terça (21/1). E só vai virar série se agradar ao público e aos executivos do canal. A prévia mostra o encontro entre as personagens Mia Smoak Queen (Katherine McNamara na série), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), também conhecidas como as Canários Negros da Terra 2 (aka Sereia Negra) e Terra 1. Após o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, a linha temporal dessas três personagens foi redefinida, e a confusão resultante deve ser abordada no episódio-piloto. Para começar, há a questão temporal. Na última vez em que foi vista, Mia tinha viajado no tempo para 2019. Mas a sinopse indica que o episódio se passa em 2040, época original da herdeira do Arqueiro Verde. O problema é que, ao aparecer para visitá-la, as duas Canários mostram-se muito bem conservadas para quem está na Terceira Idade. Outra viagem no tempo? Também há a questão de Laurel. Se os habitantes do Arrowverso foram todos incluídos na mesma Terra, o que isso significa para a personagem que veio originalmente da Terra 2? Em outras palavras, qual Laurel continua em “Arrow” – a personagem de Terra 2 ou a Canário Negro original, que morreu na 4ª temporada? Diz a sinopse do episódio: “No ano de 2040, Mia Queen tem tudo o que sempre quis, até que Laurel e Dinah aparecem subitamente e as coisas tem uma guinada chocante. Laurel e Dinah investigam uma vítima de sequestro que se conecta diretamente a Mia”. Além das três atrizes, as fotos ainda apresentam a vítima citada. Ela é identificada como Bianca Bertinelli e vivida por Raigan Harris (da série “The Dead Girls Detective Agency”). O sobrenome Bertinelli sugere que os produtores planejam uma versão televisiva de “Aves de Rapina”, numa referência à identidade secreta da heroína Caçadora, Helena Bertinelli. Helena chegou a aparecer em “Arrow”, interpretada pela atriz Jessica de Gouw em quatro episódios durante a 1ª e a 2ª temporada. Sua última aparição foi num capítulo chamado, justamente, de “Birds of Prey” (Aves de Rapina, em inglês). Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá apenas mais dois episódios para encaminhar esse possível spin-off. A série acaba no dia 28 com o episódio “Fadeout”.
Crise nas Infinitas Terras surpreende ao juntar os universos televisivo e cinematográfico da DC
Alerta de spoiler agudo. O final de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso, exibido na noite de terça-feira (14/1) nos EUA, surpreendeu o público com o encontro de dois Flash: o herói da série “The Flash”, vivido por Grant Gustin, e sua versão de cinema, vista no filme “Liga da Justiça” e interpretado por Ezra Miller. Foi a primeira vez que os universos televisivo e cinematográfico da DC Comics se encontraram. A participação surpresa de Ezra Miller foi mantida em segredo pelos produtores e só foi descoberta pelos telespectadores no momento da exibição. Com o público ainda de boca aberta, Grant Gustin compartilhou fotos de bastidores desse encontro histórico em seu Instagram. Em 12 horas, mais de 1,3 milhão de pessoas curtiram as imagens. Veja abaixo. O desfecho de “Crise nas Infinitas Terras” teve várias outras citações às infinitas versões dos super-heróis da DC, além de incluir uma aparição especial de Marv Wolfman, o escritor da “Crise nas Infinitas Terras” nos quadrinhos. Mas o detalhe mais divertido ficou para a cena final. Juntando-se em homenagem a Oliver Queen, os heróis resolvem manter uma sede secreta para se reunir sempre que fosse necessário enfrentar uma nova crise de proporções infinitas. Seria a criação da Liga da Justiça? Não exatamente. Ao mostrar o exterior, o lugar se revela a Sala da Justiça da animação clássica “Superamigos” – com direito à trilha do desenho e referência ao macaco Gleek, dos Super-Gêmeos, para reforçar a conexão. Desta vez com impacto duradouro no Arrowverso, a saga de cinco episódios culminou na morte de Oliver Queen e acomodou as infinitas Terras numa única Terra – ou seja, “Supergirl” e “Raio Negro” agora fazem parte do mesmo universo de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Infelizmente, o crossover será exibido incompleto na TV brasileira pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente), além de eliminar a aparição do Batman do Futuro em outra participação histórica – a primeira vez que o dublador oficial dos desenhos de Batman, Kevin Conroy, viveu o personagem. A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1). Ver essa foto no Instagram How about that? Ezra is one of a kind. So glad we could make this happen and keep it a secret until today. Thank you to @dccomics. Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 14 de Jan, 2020 às 8:26 PST
Superman & Lois vira a mais nova série do Arrowverso
A rede The CW anunciou a produção de uma nova série do Arrowverso, “Superman & Lois”. A atração teve sua 1ª temporada aprovada sem piloto, numa iniciativa rara do canal, que costuma aprovar novas produções apenas após avaliar seus pilotos. A série vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais, e a atriz postou uma mensagem em seu Instagram dizendo que os dois estavam “surtando” com a notícia. Veja abaixo. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente, “Crise nas Infinitas Terras”, encerrou-se na noite de terça (14/1) nos EUA. Em outubro, quando o projeto veio à tona, Tyler Hoechlin escreveu nas redes sociais que “não poderia pedir por uma parceira melhor do que Elizabeth Tulloch em tudo isso”. E acrescentou: “Todas as pessoas por trás das câmeras se importam tanto com os personagens, suas vidas e todas as partes que vamos discutir na série. Me traz grande conforto saber que vão nos colocar no caminho certo. Obrigado a todos que disseram, ‘Sim’ para esse projeto (Warner, DC, CW). Não vamos decepcionar. Será uma grande aventura. Mal posso esperar para começar a trabalhar!” Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A premissa, portanto, inclui o bebê do casal, que foi introduzido em “Supergirl” durante a primeira parte de “Crise nas Infinitas Terras”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark e Lois após o final da série clássica. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto produzido, que será exibido como episódio normal de “Arrow” na próxima semana, mas ainda não teve sua produção oficializada. Além de “Superman & Lois”, a CW também anunciou ter aprovado – sem piloto – a 1ª temporada do remake de “Walker Texas Ranger” (conhecida no Brasil como “Chuck Norris: Homem da Lei”), que trará Jared Padalecki (o Sam de “Supernatural”) no papel do xerife imortalizado por Chuck Norris nos anos 1990. Ver essa foto no Instagram So grateful to @gberlanti, Warner Brothers, DC Comics, CW et al for believing in us. Straight to series! I’m with @tylerhoechlin right now and we are freaking out! 🎉🎉🎉 Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 14 de Jan, 2020 às 12:41 PST
Crise nas Infinitas Terras: Final do crossover ganha novos pôsteres e trailer
A rede The CW divulgou um novo trailer e três pôsteres de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso, que chega ao final nesta terça (14/1). Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em dezembro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participou da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e retorna nesta terça para sua conclusão, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.
Era uma Vez em Hollywood vence o Critics Choice Awards 2020
Uma semana depois da imprensa estrangeira de Hollywood, foi a vez dos críticos americanos distribuírem seus prêmios de cinema e TV com transmissão ao vivo pela televisão. O Critics Choice Awards 2020 realizou sua cerimônia no domingo (12/1) com resultados muito similares ao Globo de Ouro, mas com uma diferença crucial: os americanos não consideraram “Era uma Vez em Hollywood” uma comédia. Assim, no confronto direto, o ganhador do Globo de Ouro de Melhor Comédia superou o dono do Globo de Ouro de Melhor Drama. “Era uma Vez em Hollywood” foi o grande vencedor da noite. Além do troféu de Melhor Filme, “Era uma Vez em Hollywood” repetiu as duas vitórias que tinha conquistado na semana passada, com prêmios para Brad Pitt, como Melhor Ator Coadjuvante, e Quentin Tarantino, pelo Roteiro Original, e ainda acrescentou uma estatueta de Melhor Direção de Arte (de Barbara Ling e Nancy Haigh), que elevou seu total para quatro prêmios, mais que qualquer outra produção. Os quatro vencedores das categorias de interpretação também refletiram a lista consagrada pelo Globo de Ouro: além de Pitt, a coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”), a atriz Renée Zellweger (“Judy”) e o ator Joaquin Phoenix (“Coringa”). O Critics Choice não distingue entre atores de Comédia e Drama, mas tem dois troféus extras, que foram entregues ao menino Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit”) como Melhor Ator Jovem e ao elenco de “O Irlandês”. Filme com maior quantidade de indicações da 25ª edição do evento dos críticos televisivos americanos, “O Irlandês” conquistou apenas esta vitória, de suas 14 nomeações. Já “1917”, que ficou com o Globo de Ouro de Melhor Drama, dobrou o reconhecimento ao inglês Sam Mendes como Melhor Diretor, mas desta vez num empate com o sul-coreano Bong Joon Ho (“Parasita”). O suspense asiático ainda conquistou o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, enquanto “1917” faturou Melhor Edição (Lee Smith) e Fotografia (do veterano Roger Deakins). “Toy Story 4” (Melhor Animação), “Vingadores: Ultimato” (Melhor Filme de Ação), “Meu Nome É Dolemite” (Melhor Comédia) e “Nós” (Melhor Filme Sci-fi ou Terror) completaram a lista de vencedores por gênero na parte cinematográfica da premiação, que ainda incluiu uma homenagem ao ator Eddie Murphy, consagrado com um troféu especial pelas realizações de sua carreira. Para completar, as categorias televisivas foram dominadas por “Succession” (Melhor Série de Drama), “Fleabag” (Melhor Série de Comédia) e “Olhos que Condenam” (When They See Us, Melhor Minissérie). Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Filmes Melhor Filme “Era uma Vez em Hollywood” Melhor Ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) Melhor Atriz Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt (“Era uma vez em Hollywod”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”) Melhor Ator/Atriz Jovem Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit”) Melhor Elenco “O Irlandês” Melhor Direção Bong Joon Ho (“Parasita”) e Sam Mendes (“1917”) Melhor Roteiro Original Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Roteiro Adaptado Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Melhor Fotografia Roger Deakins (“1917”) Melhor Direção de Arte Barbara Ling, Nancy Haigh (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Edição Lee Smith (“1917”) Melhor Figurino Ruth E. Carter (“Meu Nome É Dolemite”) Melhor Cabelo e Maquiagem “O Escândalo” Melhores Efeitos Visuais “Vingadores: Ultimato” Melhor Animação “Toy Story 4” Melhor Filme de Ação “Vingadores: Ultimato” Melhor Comédia “Meu Nome É Dolemite” Melhor Filme Sci-fi ou Terror “Nós” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Música “Glasgow (No Place Like Home)” (“As Loucuras de Rose”) e “(I’m Gonna) Love Me Again” (“Rocketman”) Melhor Trilha Sonora Hildur Guðnadóttir (“Coringa”) Séries Melhor Série de Drama “Succession” Melhor Ator em Série de Drama Jeremy Strong (“Succession”) Melhor Atriz em Série de Drama Regina King (“Watchmen”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Billy Crudup (The Morning Show) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Jean Smart (“Watchmen”) Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Andrew Scott (“Fleabag”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Minissérie “When They See Us” Melhor Telefilme “El Camino: A Breaking Bad Movie” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Jharrel Jerome (“When They See Us”) Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård (“Chernobyl”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Toni Collette (“Unbelievable”) Melhor Série Animada “BoJack Horseman” Melhor Talk Show “The Late Late Show with James Corden” e “Late Night with Seth Meyers” Melhor Especial de Comédia “Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s All in the Family and The Jeffersons”
Aves de Rapina: Novo trailer legendado indica que Arlequina matou Coringa
A Warner divulgou novos pôsteres, fotos e trailer legendado de “Aves de Rapina”. A prévia destaca o tom de comédia e o visual colorido da produção, além de introduzir a hiena chamada Bruce e indicar que a Arlequina matou o Coringa. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Na trama, elas se juntam para enfrentar os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está marcada para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Crise nas Infinitas Terras: Novo pôster inclui transformação de Oliver Queen no Espectro
A rede The CW divulgou um novo pôster de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso, que se encerra na semana que vem. A arte traz um grande spoiler em relação ao line-up de heróis: a transformação de Olive Queen (Stephen Amell) no Espectro. Após sua morte, o Arqueiro Verde foi convocado por Jim Corrigan (Stephen Lobo) no purgatório para assumir seu papel na Crise. Nos quadrinhos, o Espectro original, Jim Corrigan, surgiu na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. Ele também foi assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Corrigan já tinha aparecido na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso, mas interpretado por outro ator (Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”). Além desse “detalhe”, o novo pôster da atração destaca as participações de Lex Luthor (Jon Cryer), de Raio Negro (Cress Williams), do estreante Ryan Choi (Osric Chau, de “Supernatural”) e ainda enfatiza a parceria entre as heroínas Batwoman (Ruby Rose) e Supergirl (Melissa Benoist), colocadas em posição central na luta contra o Anti-Monitor (LaMonica Garrett). Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em 8 de dezembro nos Estados Unidos, ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participa da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e será concluído em 14 de janeiro nos Estados Unidos, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.
Equipe de Coringa revela dificuldades para trabalhar com Joaquin Phoenix
A equipe de maquiagem e cabelo de “Coringa” participou de uma apresentação especial dos profissionais do setor que foram pré-selecionados para disputar uma indicação no Oscar. E sem ter muito a mostrar em termos de efeitos visuais, os maquiadores e cabeleireiros revelaram no evento, realizado no fim de semana, que seu maior desafio no longa foi enfrentar o difícil Joaquin Phoenix nos bastidores da produção. Numa descrição do painel do filme, publicada no site NBP, os profissionais contaram que tiveram diversos confrontos com o ator, que desejava fazer sua própria maquiagem e cabelo no longa. Eles conseguiram entrar num acordo, mas, mesmo assim, não foram muito respeitados. Segundo o relato, Phoenix “saía no meio do processo de coloração de cabelo e desaparecia no meio das filmagens, então a equipe tinha dificuldade de encontrá-lo para finalizar o trabalho”. Os maquiadores ainda afirmaram que Phoenix não gostava de ser tocado muito frequentemente e que isso fazia com que sua maquiagem muitas vezes ficasse incompleta. “O processo de manter continuidade era tão difícil que a pessoa responsável por isso se demitiu”, registrou a cobertura da apresentação. Os profissionais contaram que só conseguiram trabalhar com Phoenix após desenvolverem um método para mantê-lo parado. “A equipe subornava ele com bolachas de água e sal”, que era só o que ele estava comendo para perder peso para o papel. Segundo o registro do painel, Phoenix estava sempre faminto e isso pode ter aumentado muito seu mau-humor durante as filmagens. No ano passado, o programa “Jimmy Kimmel Live” exibiu um vídeo dos bastidores de “Coringa”, que mostrava Phoenix tendo um ataque de diva contra o diretor de fotografia Lawrence Sher, até simplesmente abandonar a filmagem. Confira aqui. No domingo passado (5/1), Joaquin Phoenix ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator por seu papel em “Coringa”
The CW renova todas as suas séries de super-heróis e mais 7 atrações
A rede americana The CW anunciou a renovação de 13 séries para a temporada de outono, que inicia entre setembro e novembro nos EUA. A lista inclui todas as séries de super-heróis da emissora: “The Flash” (7ª temporada), “Supergirl” (6ª temporada), “Legends of Tomorrow” (6ª temporada), “Black Lightning” (4ª temporada) e a estreante “Batwoman” (2ª temporada). “Arrow”, infelizmente”, está se despedindo nas próximas semanas, com o final de sua 8ª temporada, e não terá mais episódios produzidos, mas seu espaço deve ser preenchido por novas (plural) adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Além de “Batwoman”, a outra série que estreou em 2019 também foi renovada: “Nancy Drew” terá 2ª temporada. As demais atrações da lista são Riverdale (5ª temporada), “Legacies” (3ª temporada), “Charmed” (3ª temporada), “All American” (3ª temporada), “In The Dark” (3ª temporada), “Roswell, New Mexico” (3ª temporada) e até “Dynasty” (4ª temporada), série de pior audiência do canal, assistida ao vivo por uma média de 396 mil telespectadores e que registra irrelevantes 0,11 ponto na classificação da Nielsen para o público alvo dos anunciantes. Ficaram de fora apenas as séries que decidiram acabar por conta própria, como a citada “Arrow” e a veterana “Supernatural”, além das atrações de midseason, como “Katy Keene”, que ainda nem estreou (chega à TV americana em fevereiro), e as séries de verão. Por sinal, 2020 também marcará a despedida da “veranista” “The 100” no canal.
Lucifer vai encontrar Deus na última temporada da série
Deus vai participar de “Lucifer”. A produção da série da Netflix escalou o ator Dennis Haysbert no papel de “pai” do protagonista, vivido por Tom Ellis. A escalação vai propiciar um encontro de intérpretes da série clássica “24 Horas”. Haysbert ficou conhecido por viver o primeiro presidente negro da TV americana, David Palmer, no thriller de ação em tempo real. Ele apareceu em campanha na temporada inaugural, de 2001, e já eleito nos anos seguintes. Seu irmão naquela série era o ator D.B. Woodside, que em “Lucifer” interpreta o anjo Amenadiel. Haysbert, porém, não será o primeiro intérprete de Deus em “Lucifer”. Um homem que se dizia Deus, vivido por Timothy Omundson (“Psych”), apareceu na 2ª temporada. E o “personagem” foi ouvido num episódio “bônus” da 3ª temporada, com a voz do escritor Neil Gaiman, que criou essa versão de Lucifer nos quadrinhos da DC/Vertigo. Sempre é bom lembrar que a série não tem quase nada a ver com a trama publicada. “Nós fizemos uma lista enorme de possíveis atores para o papel, e Dennis estava no topo dela”, disse o showrunner da série, Joe Henderson, para a revista Entertainment Weekly. “Tivemos sorte que ele aceitou. Era nossa primeira escolha”. A 5ª e última temporada de “Lucifer” será dividida em duas partes. A Netflix lançará oito episódios em maio, fará uma pequena pausa, e os outros oito episódios chegarão no segundo semestre de 2020.












