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    Atriz de Entourage será Lana Lang na nova série de Superman

    7 de abril de 2020 /

    A nova série de Superman vai apresentar uma nova Lana Lang. A atriz Emmanuelle Chriqui, que estrelou o terror “Pânico na Floresta” (2003), a série “The Passage” (2019) e também a série e o filme de “Entourage” (de 2005 a 2015), interpretará a personagem em “Superman & Lois”. Chriqui vai viver uma Lana adulta, que trabalha em um banco de Smallville, após a maioria de seus amigos de escola ter se mudado da cidadezinha. Ela se reconecta com Clark Kent, seu velho colega de colégio, durante um momento difícil de sua vida. Segundo rumores, a série vai começar com um enterro. Criada em 1950 por Bill Finger (o cocriador de Batman), Lana Lang já passou por várias transformações em sua trajetória na DC Comics – de primeira namorada de Clark Kenk a esposa de outro grande amigo de infância, Pete Ross, e até virou a heroína Superwoman. Sua encarnação mais famosa, porém, é a versão televisiva de “Smallville” (2001–2011), onde foi vivida por Kristin Kreuk. Antes disso, Stacy Haiduk foi a Lana Lang da série “Superboy” (1988–1992) e Annette O’Toole interpretou o papel nos cinemas, em “Superman 3” (1983). E apenas estas duas representaram a personagem como ruiva, de forma fiel aos quadrinhos. Apesar da inclusão da ex-namorada, Clark/Superman vai aparecer na série casado com Lois Lane. “Superman & Lois” vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente foi “Crise nas Infinitas Terras”, encerrado em janeiro. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Introduzida em “Supergirl”, a gravidez de Lois acabou sofrendo uma reviravolta pelos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, que transformaram o bebê Jonathan num par de garotos adolescentes. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto exibido como episódio normal de “Arrow”, mas até agora não teve sua produção oficializada nem descartada.

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    Dylan Walsh viverá pai de Lois Lane em nova série do Arrowverso

    4 de abril de 2020 /

    O ator Dylan Walsh, que estrelou “Nip/Tuck” e atualmente está em “Blue Bloods”, foi escalado no elenco de “Superman & Lois”, nova série do Arrowverso. Ele vai viver o General Samuel Lane, pai de Lois. O personagem já tinha aparecido na 1ª temporada de “Supergirl” interpretado por outro ator, Glenn Morshower, e terá papel importante na estreia da nova série, ao alertar Superman sobre uma ameaça em uma usina nuclear. A série vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente foi “Crise nas Infinitas Terras”, encerrado em janeiro. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Introduzida em “Supergirl”, a gravidez de Lois acabou sofrendo uma reviravolta pelos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, que transformaram o bebê Jonathan num par de irmãos adolescentes. “Superman & Lois” também será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark e Lois após o final daquela série clássica. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto exibido como episódio normal de “Arrow”, mas ainda não teve sua produção oficializada.

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    Titãs vai introduzir Barbara Gordon na 3ª temporada

    4 de abril de 2020 /

    A 3ª temporada de “Titãs” vai introduzir outra heroína famosa dos quadrinhos. Durante uma live do Facebook, o diretor de fotografia da série, Boris Mojsovski, revelou que Barbara Gordon fará sua estréia no primeiro episódio do retorno, que trará os Titãs de volta a Gotham City. A personagem é uma das mais importantes da “família de Batman”. Filha do Comissário Gordon, Barbara também é Batgirl e, após um ataque do Coringa torná-la paraplégica, virou Oráculo, expert em computação e principal fonte de informações dos heróis. Nos quadrinhos, Barbara também tem um intenso passado romântico com Dick Grayson, desde suas primeiras parcerias, quando Asa Noturna ainda era Robin, e foi a fundadora original do grupo de heroínas Aves de Rapina. Nas histórias atuais, ela recuperou sua mobilidade e voltou a ser Batgirl. Mojsovski não revelou que fase da personagem será retratada na série, mas se referiu à existência de rumores corretos sobre sua participação. Dois rumores que vieram à tona apontam situações opostas. Num deles, Barbara seria a nova Comissária da GCPD, ocupando o lugar de seu “falecido pai”. O outro rumor sugere que a produção estaria procurando “atrizes que usam cadeiras de rodas para o papel”. O cinematógrafo também confirmou que Ian Glenn retornará como Bruce Wayne, e que “os Titãs serão enormemente desafiados por forças externas, mas também internas, e a temporada terá grande similaridade, num bom sentido, com a 1ª temporada, mas com algumas coisas emocionais bacanas da 2ª temporada”. A revelação pode ser vista neste link, após 2:41:38 de conversa entre Mojsovski e o colega Brendan Steacy sobre os bastidores da série. Como praticamente todos os outros projetos, a produção na 3ª temporada de “Titãs” encontra-se paralisada e, portanto, não tem data de estreia definida. Vale lembrar ainda que há dois anos a Warner contratou a roteirista Christina Hodson (“Aves de Rapina”) para criar a trama de um filme de Batgirl, cujo status atual é desconhecido.

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    Stargirl: Nova série de super-heróis ganha mais pôsteres, fotos e trailer inéditos

    31 de março de 2020 /

    A Warner divulgou mais três pôsteres, cinco fotos e um novo trailer da série “Stargirl”, produção de super-heróis que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta um tom leve de trama adolescente, apesar das referências aos quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem do título. A prévia mostra como a descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança de seu novo padrasto inspira a estudante Courtney Whitmore a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história de Stargirl é complexa e depende de conhecimento prévio dos quadrinhos publicados pela DC Comics nos anos 1940. Quem liga a história da adolescente com o legado da Era de Ouro é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar vira o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, que resolve virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama chama Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A estreia está marcada para 18 de maio na DC Universe e um dia depois na rede The CW.

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    Stargirl: Fotos revelam visual de Henry Thomas como o herói Dr. Meia-Noite

    30 de março de 2020 /

    A figurinista Laura Jean Shannon publicou no Instagram duas fotos dos bastidores de “Stargirl”, que revelam o traje do Dr. Meia-Noite, um dos heróis da Era de Ouro que aparecerão na trama. O visual do personagem, interpretado por Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”), é bastante fiel às publicações da DC Comics. A participação do herói clássico da Sociedade da Justiça, dos anos 1940, deve-se à ligação da heroína principal com os os primeiros quadrinhos da DC Comics. Isto porque, apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois personagens bastante antigos. Quem liga as duas eras é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore, a Stargirl. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora e o citado Henry Thomas como Dr. Meia-Noite. A lista ainda inclui Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, o autor de quadrinhos que criou Stargirl para a DC. A estreia está marcada para 19 de maio nos EUA, primeiro na plataforma DC Universe e logo em seguida na rede The CW. Ver essa foto no Instagram Some behind the scenes looks on the set of Stargirl. LJ and ACD Sarah will always visit the set for the start of filming to “establish” characters, like Doctor Midnite Golden Era seen here. Meaning that she ensures that each character is dressed and styled to her exact vision, and that is what will remain the standard for the rest of the season! #dc #dcuniverse #dcustargirl #stargirl #cdg #cdglocal892 #cwstargirl Uma publicação compartilhada por Team LJ Supersuits (@ljsupersuits) em 27 de Mar, 2020 às 3:53 PDT

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    Elenco de Watchmen grava vídeo sobre a pandemia de coronavírus

    28 de março de 2020 /

    O elenco de “Watchmen” voltou a se reunir para um novo trabalho diante das câmeras. Os atores da série da HBO gravaram “Washmen”, um vídeo em que cada fazem campanha para os fãs lavarem as mãos, uma das principais medidas preventivas no combate à pandemia de coronavírus. O título é um trocadilho em inglês que substitui a palavra “Watch” (“vigiar”) por “Wash” (“lavar”). “Quem lava os lavadores?” pergunta o perfil de Watchmen no Twitter, também brincando com o famoso slogam dos quadrinhos, “Quem vigia os vigilantes?”. Entre os atores que participaram, diretamente do isolamento social de suas casas, estão Regina King, Yahya Abdul-Mateen II, Jean Smart, Sara Vickers, Tom Mison, Tim Blake Nelson, Dustin Ingram e Andrew Howard. A série criada por Damon Lindelof (criador também de “Lost” e “The Leftovers”), que serve de continuação para os quadrinhos clássicos de Alan Moore e Dave Gibbons, exibiu uma história completa e, apesar do sucesso, pode não voltar à TV. Embora a HBO deseje produzir novos episódios, Lindelof disse que considerava a atração como uma minissérie e só faria uma nova temporada se imaginasse uma nova história capaz de superar os capítulos inaugurais. Se o impasse persistisse, ele também se disse disposto a passar a produção para outro roteirista. Who Washes The Washmen? pic.twitter.com/MfRXDGOix4 — Watchmen (@watchmen) March 27, 2020

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    Mulher-Maravilha 1984 ganha pôster com nova data de estreia

    26 de março de 2020 /

    A diretora Patty Jenkins divulgou um novo pôster animado de “Mulher-Maravilha 1984” no Twitter. O cartaz vem acompanhado por uma mensagem da cineasta que registra a nova data de estreia do filme, prevista para “tempos melhores” em agosto. Previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve sua data alterada em apenas dois meses, com relocação para 13 de agosto, tanto no Brasil quanto nos EUA. Apesar de poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” terem sido revelados até o momento, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Além deles, Gal Gadot voltará a viver a heroína e Chris Pine retorna como o aviador Steve Trevor. Veja abaixo também a versão estática do cartaz, que anuncia a nova data da estreia. We made Wonder Woman 1984 for the big screen and I believe in the power of cinema. In these terrible times, when theater owners are struggling as so many are, we are excited to re-date our film to August 14th 2020 in a theater near you, and pray for better times for all by then pic.twitter.com/85ykQ8x6NE — Patty Jenkins (@PattyJenks) March 24, 2020

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    Aves de Rapina tem lançamento digital no Brasil

    25 de março de 2020 /

    O filme “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” chega nas plataformas Google Play e Apple TV nesta quinta (26/3) no Brasil, para compra digital, uma semana antes de ser disponibilizado em outras plataformas – como Claro, Sky e Vivo Play, a partir de 2 de abril. O lançamento digital foi acelerado devido aos fechamentos dos cinemas, como medida preventiva contra a pandemia de coronavírus. A antecipação também é uma forma da Warner tentar recuperar parte do investimento gasto em sua produção. Orçado em US$ 89,5 milhões, o longa fez apenas US$ 199,1 milhões em todo o mundo, dando um prejuízo considerável. Apesar da expectativa criada em torno do filme, ele teve um desempenho fraquíssimo na América do Norte. No Brasil, o longa chegou a liderar as bilheterias em sua estreia, mas como foi um dos últimos blockbusters lançados antes do blecaute cinematográfico, teve problemas de distribuição internacional, com cinemas chineses e de parte da Ásia fechados, comprometendo ainda mais suas finanças. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o filme introduz o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Elas se juntam à vilã Arlequina (Margot Robbie, repetindo seu papel de “Esquadrão Suicida”) para enfrentar uma ameaça comum, representada pelo maligno Máscara Negra (Ewan McGregor de “Doutor Sono”).

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    Batwoman estreia no Brasil em abril pela HBO

    24 de março de 2020 /

    A HBO anunciou que vai exibir a série “Batwoman” no Brasil. O canal pago programou a estreia da série da heroína da DC Comics para o dia 17 de abril, às 22h. Com isso, “Batwoman” se torna uma das poucas séries do Arrowverso sem transmissão no Brasil pelo canal pago Warner. Nos EUA, todas as séries derivadas de “Arrow” (que terminou em fevereiro), como “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, são transmitidos pela rede The CW, assim como “Black Lightning” (Raio Negro), integrada nesse universo durante a “Crise nas Infinitas Terras”. Com exceção da última, disponibilizada pela Netflix no Brasil, as demais fazem parte da programação nacional do Warner Channel. A decisão de exibir “Batwoman” na HBO reflete o destino da série nos EUA, que, após passar pela TV, será disponibilizada na HBO Max, vindoura plataforma da WarnerMedia, assim como “Katy Keene” e “Doom Patrol” (Patrulha do Destino), séries baseadas em quadrinhos que também chegaram ao Brasil pelo combo HBO/Cinemax. A diferença é que as séries do Arrowverso fazem parte de um mesmo universo ficcional, frequentemente se cruzando em grandes eventos que atravessam episódios de todas as produções, normalmente exibidos na mesma semana. Foi o que aconteceu, por exemplo, no recente crossover “Crise nas Infinitas Terras”, que o Warner exibiu capenga no Brasil, sem o capítulo de “Batwoman”. Agora, o episódio da heroína chegará à HBO desconectado do começo e do final da história original, fazendo pouco sentido para quem não souber do que se trata. Já renovada para sua 2ª temporada, “Batwoman” tem a terceira maior audiência da CW, atrás apenas de “The Flash” e “Supernatural”, que está em sua reta final, apesar de ataques organizados da extrema direita contra a produção. Alguns blogs geeks de direita chegaram a publicar fake news a respeito do cancelamento da produção por suposta baixa audiência – dias antes da renovação antecipada – , enquanto robôs multiplicam comentários negativos nos sites IMDb e Rotten Tomatoes. O motivo da “polêmica” é que Batwoman é a primeira heroína assumidamente lésbica a ter sua própria série nos EUA. Mais que isso, a personagem é interpretada por uma atriz igualmente assumida, Ruby Rose (de “Megatubarão” e “xXx: Reativado”), e os episódios são comandados pela showrunner lésbica Caroline Dries, que foi roteirista-produtora de “The Vampire Diaries” e “Smallville”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane surgiu 12 anos antes de Barbara Gordon, a Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há três anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão lésbica de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”). Na série “live-action”, Ruby Rose vive Kate Kane, prima de Bruce Wayne que descobre a Batcaverna e o segredo da família, e decide usar seu treinamento militar para virar a versão feminina de Batman, após o misterioso desaparecimento do herói. Um detalhe criativo da trama é que sua arquiinimiga é ninguém menos que sua irmã, tida como morta há anos, que retorna enlouquecida como Alice (Rachel Skarsten, que foi Canário Negro na série “Birds of Prey”), uma vilã obcecada por “Alice no País das Maravilhas”. Outros personagens derivados do universo de Batman que ganham destaque nos episódios são Luke, o filho do empresário Lucius Fox, e, de forma recorrente, Julia, a filha do mordomo Alfred Pennyworth – ex-namorada de Kate – , vividos, respectivamente, por Camrus Johnson (“O Sol Também É uma Estrela”) e Christina Wolfe (“The Royals”). Nos EUA, a série já teve 16 capítulos exibidos em sua temporada de estreia.

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    Warner adia estreia de Mulher-Maravilha 1984

    24 de março de 2020 /

    A Warner Bros. anunciou nesta terça (24/3) o adiamento do filme “Mulher-Maravilha 1984”. Previsto para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, o filme teve sua data alterada em apenas dois meses, com relocação para 14 de agosto no mercado norte-americano. Ainda não há uma nova data oficial para os cinemas nacionais. “Quando aprovamos ‘Mulher-Maravilha 1984’, foi com a intenção de ser visto em tela grande, e estamos animados em anunciar que o filme chegará em agosto”, afirmou Toby Emmerich, presidente da Warner Bros Pictures. “Esperamos que o mundo esteja em um lugar mais seguro e saudável até lá”, completou o executivo, que com essa observação demonstra que a data é uma previsão sujeita a chuvas e trovoadas. Ou seja, o estúdio pode ter que repetir esse anúncio, após ser muito otimista em sua expectativa de reabertura dos cinemas. Além de “Mulher-Maravilha 1984”, a Warner também adiou as estreias da animação “Scooby! O Filme”, originalmente marcada para maio, do musical “Em um Bairro de Nova York”, agendado para junho nos cinemas americanos e do terror “Malignant”, que – atenção! – estrearia justamente em 14 de agosto na América do Norte. Pode ter havido uma simples troca de lugar com o filme da super-heroína. Estes três filmes não ganharam nova data de lançamento.

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    Arlequina destrói tudo no trailer completo da 2ª temporada da animação

    22 de março de 2020 /

    A plataforma DC Universe divulgou o pôster e o trailer oficial da 2ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada da Arlequina. O vídeo traz Arlequina destruindo tudo com seu bastão, especialmente supervilões masculinos que não a respeitam, além de gritar “vagina” com enorme satisfação. A 2ª temporada foi finalizada antes da quarentena forçada pelo coronavírus e será lançada em 3 de abril nos EUA. A rapidez com que os produtores completaram os novos capítulos não tem segredo. O primeiro ano, que foi encerrado em 21 de fevereiro nos Estados Unidos, tinha sido inicialmente previsto para durar 26 episódios semanais. Mas a DC Universe decidiu dividir esse volume de episódios em dois, possibilitando que duas temporadas fossem produzidas em tempo menor. O novo desenho não é uma produção do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos responsáveis pela subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. “Harley Quinn” traz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) como voz da protagonista e conta ainda com Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e o Cara de Barro, Lake Bell (“Bless This Mess”) como Hera Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a plataforma HBO Max no país – ainda sem previsão.

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    Legends of Tomorrow: Brandon Routh reclama de sua saída da série

    21 de março de 2020 /

    O ator Brandon Routh, interprete de Ray Palmer/Átomo na série “Legends of Tomorrow”, não gostou nada de sair do elenco da atração. O episódio mais recente, intitulado “Romeo V. Juliet: Dawn of Justness”, mostrou a evolução do relacionamento entre Ray e Nora Darhk (Courtney Ford), com seu casamento e saída da equipe de super-heróis da atração. Em entrevista ao TV Guide, Routh disse que, por um lado, estava feliz pelos eventos do episódio. “Mas eu acho que a jornada para chegar nisso não deveria ser forçada. A saída também foi rápida e forçada, então tenho problemas com isso em nível pessoal”, ele reclamou. Ao menos, o ator saiu após realizar uma volta ao papel de Superman, 14 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006). No crossover “Crise nas Infinitas Terras”, Routh também apareceu como o Superman de outra Terra, um herói mais velho, inspirado na minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O que não deixou de ser um presente de despedida por seu desempenho no Arrowverso. Os produtores também oferecem outra consolação, avisando que a saída do casal do elenco fixo não descarta novas participações no futuro. Por sinal, Brandon Routh e Courtney Ford também são casados na vida real.

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    Patrulha do Destino estreia nesta quinta na TV paga brasileira

    19 de março de 2020 /

    A série “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), produzida para a plataforma americana DC Universe, chega ao Brasil nesta quinta (19/3), às 21h, pelo canal pago Cinemax, encontrado em Cobertura de TV por assinatura. Elogiadíssima, a atração superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” dá vida aos personagens mais estranhos da editora DC, criados em 1963 com aparências bizarras. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Na TV, os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, série disponibilizada no Brasil pela Netflix, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. Ao contrário de “Titãs”, que foi disponibilizada pela Netflix, a série foi produzida após a AT&T adquirir a Warner, e por isso não foi negociada para o serviço de streaming. Os planos para a 2ª temporada são um lançamento simultânea na DC Universe e na HBO Max, a plataforma da Warner, que a princípio tem previsão de inauguração em maio nos EUA. Confira abaixo um trailer da atração.

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