Série Titans revela a Patrulha do Destino em vídeos e fotos
A plataforma DC Universe divulgou o trailer, uma cena e as fotos do episódio de “Titans” que vai introduzir a Patrulha do Destino. Pelas imagens divulgadas, eles entram na trama por sua relação com Mutano (Ryan Potter, de “Supah Ninjas”). Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar nos Titãs. Ele era filho adotivo de Rita Farr e seu marido Steve Dayton, identidade dos heróis conhecidos como Mulher-Elástica e Mento. A Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Isto porque os personagens tinham origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causavam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que aparecerão em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. Eles vão ganhar uma série própria após essa aparição, mas o elenco vai mudar bastante. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) será mantida como Mulher-Elástica. Mulher-Elástica e o Chefe, na verdade, são os únicos que mostram seus rostos no grupo original. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titans”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série “Doom Patrol” (o título original da Patrulha do Destino). O Homem-Robô e o Homem-Negativo, vividos por figurantes em “Titans”, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks na outra série por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Atualmente em produção, a série da Patrulha do Destino ainda não tem previsão de estreia. Já o próximo episódio de “Titans”, que introduzirá os personagens, será exibido nesta sexta (2/11) nos Estados Unidos. “Titans” vai chegar ao Brasil pela Netflix em 2019.
Ewan McGregor viverá o vilão Máscara Negra no filme das Aves de Rapina
O ator Ewan McGregor (“Trainspotting”) assinou com a Warner para virar vilão dos quadrinhos da DC Comics. Ele vai viver o Máscara Negra no filme das Aves de Rapina. O personagem é mais conhecido como vilão do Batman, porém vai enfrentar um time de super-heroínas no cinema. Mas ele quase foi escalado para lutar contra supervilãs. E este detalhe é revelador sobre os bastidores das produções da DC Comics na Warner. Em fevereiro, o diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) publicou um tuíte misterioso, sem texto, com um desenho do Máscara Negra, sugerindo que ele estaria em seu próximo filme, que seria uma adaptação das Sereias de Gotham City, o grupo de vilãs femininas que inclui a Arlequina, a Mulher-Gato e a Hera Venenosa. Desde então, as conversas sobre esse filme diminuíram até sumir. Em seu lugar, a Warner priorizou um longa similar, também com a Arlequina e, como se vê, com o mesmo vilão. A coincidência pode ter sido decisiva para selar o destino da outra produção. O Máscara Negra é um vilão relativamente novo, como a própria Arlequina. Ele surgiu nos gibis do Batman em 1985 e é um chefão do crime de rosto deformado, fascinado por máscaras – o que o leva a querer incluir o capuz do herói em sua coleção. Nos últimos anos, ele tem sido uma pedra na bota de cano alto da Mulher-Gato, o que justificava sua inclusão na trama das Sereias de Gotham. A sinopse do filme das Aves de Rapina ainda é desconhecida. A Warner nem definiu se “Aves de Rapina” (Birds of Prey) será realmente o título da produção. As únicas certezas são relativas ao elenco e personagens da produção. Além do Máscara Negra e da Arlequina, vivida por Margot Robbie (repetindo seu papel de “Esquadrão Suicida”), o longa também já escalou Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”) como a policial Renee Montoya, Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que, numa inversão de etnia em relação aos quadrinhos (e à série “Arrow”), será mais uma intérprete negra a viver uma personagem chamada Negro, a Canário Negro. Falta ainda definir a intérprete de Cassandra Cain, a Batgirl asiática da DC. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o lançamento está marcado para fevereiro de 2020.
Zachary Levi vem promover Shazam! na Comic Con Experience
O ator Zachary Levi, que vai viver o super-herói Shazam dos cinemas, virá ao Brasil participar do painel da Warner Bros. na Comic Con Experience (CCXP), no dia 9 de dezembro. O próprio ator confirmou sua presença num vídeo divulgado nas redes sociais. “Será uma grande festa brasileira do amor, mal posso esperar”, disse o ator no vídeo. Veja abaixo. Levi vem promover o filme baseado no herói da DC Comics. E com grande antecipação, já que estreia está marcada apenas para 4 de abril de 2019. “Shazam!” tem direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) e conta como o menino Billy Batson é escolhido por um velho mago para virar um super-herói adulto e fortão ao dizer seu nome (Shazam) em voz alta. Levi é o herói fortão e seu alter-ego infantil é vivido no longa por Asher Angel (da série “Andi Mack”). A CCXP acontece entre os dias 5 e 9 de dezembro, em São Paulo. Também estão confirmados no evento o ator Michael B. Jordan e o diretor M. Night Shyamalan. Visualizar esta foto no Instagram. Braaazzziiillllllllllllllllllllllllllllll!!! ??? #warnernaccxp @shazammovie Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em 1 de Nov, 2018 às 1:34 PDT
Gal Gadot se fantasia de Batman no Halloween
A atriz Gal Gadot aproveitou o Halloween para vestir outro uniforme de super-herói. A intérprete da Mulher-Maravilha publicou uma foto em seu Instagram com a máscara e capa do Batman. Na legenda, escreveu “Eu sou o Batman! Feliz Halloween! Lembranças da Liga da Justiça”. Ela está atualmente filmando “Mulher-Maravilha 1984”, continuação do sucesso do ano passado, novamente com direção de Patty Jenkins, que chegará aos cinemas em junho de 2020. Visualizar esta foto no Instagram. "I'm batman" ?? Happy Halloween!! Memories from @justiceleague @clayenos #iactuallygotexcitedwearingit Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) em 31 de Out, 2018 às 3:12 PDT
Revelada imagem oficial do Monitor no crossover das séries da DC Comics
A rede CW divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira imagem do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) como Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. E o visual é bastante similar aos dos quadrinhos. O Monitor é descrito pelos responsáveis pelo crossover como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover “Elsweworlds”, entre as séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores são seres encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” – nome de um selo para histórias alternativas dos heróis da editora, independentes da cronologia oficial – , sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” da descrição oficial que sela o direcionamento. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980, com sua transformação em Novos Titãs e a introdução de diversos personagens, como o Ciborgue, vivido por Ray Fisher no filme da Liga da Justiça. Segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl” (é a imagem acima). Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todos os universos paralelos, reunindo alguns poucos sobreviventes de outras dimensões na única Terra sobrevivente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime), evento tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança de outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, o homem chamado Kronas foi responsável por criar o Multiverso, dando origem também a duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visa sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A história ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da DC. Há grande probabilidade de os produtores estarem apenas plantando a semente de “Crise nas Infinitas Terras” no novo crossover, que, convenhamos, teria este nome se fosse realmente adaptar a história clássica. Isso significa que o próximo crossover pode já ter sido determinado: um megaevento como nunca se viu antes na TV. Dividido em três episódios, “Elsworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.
Rosie Perez entra no filme das Aves de Rapina
A atriz Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”) foi confirmada como a policial Renee Montoya na adaptação dos quadrinhos das “Aves de Rapina” (Birds of Prey). Montoya é um detetive da polícia de Gotham City que, ao se assumir lésbica, tornou-se uma das personagens LGBTQIA+ mais proeminentes da DC Comics nos anos 2000. Ela também virou super-heroína ao adotar a identidade do Questão, que até então era vivido por um homem. A personagem vai aparecer muito mais velha no filme que nos quadrinhos, já que Rosie Perez tem 54 anos. Ela fez sua estreia no cinema em “Faça a Coisa Certa” (1989), de Spike Lee, e viveu seu auge nos anos 1990, quando foi indicada três vezes ao Emmy pelas coreografias do humorístico “In Living Color” e ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo drama “Sem Medo de Viver” (1993). Perez vai se juntar a Margot Robbie, que voltará a viver Arlequina após “Esquadrão Suicida” (2016), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que, numa inversão de etnia em relação aos quadrinhos (e à série “Arrow”), será mais uma intérprete negra a viver uma personagem chamada Negro, a Canário Negro. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o lançamento está marcado para fevereiro de 2020.
Nova foto dos bastidores de Elseworlds revela uniforme da Batwoman mais de perto
O coordenador de dublês e diretor de “Arrow” James Bamford postou em seu Instagram uma nova foto em que a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) aparece caracterizada como Batwoman, nos bastidores do crossover “Elseworlds”. A foto mostra o uniforme mais de perto, revelando mais detalhes. Bamford dirigiu a atriz no episódio 9 da 7ª temporada de “Arrow”, o capítulo do meio do crossover, e escreveu nas redes sociais: “Cuidado com essa mulher… Ela é uma força! Que prazer absoluto trabalhar com esse ser humano!” Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da Batwoman. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Curiosamente, a atriz ainda não apareceu em fotos como Kate Kane, a identidade secreta da heroína, então não se sabe se ela irá preservar suas conhecidas tatuagens e cabelo curto ao viver a personagem. Segundo a sinopse, Kate Kane é uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Há a expectativa de que, após o crossover, Batwoman ganhe uma série própria. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da personagem. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, em episódios das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, exatamente nesta ordem. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner. Visualizar esta foto no Instagram. @rubyrose and myself kickin’ it crossover style….Episode 709….ARROW….#Elseworlds………watch out for this woman…..she’s a force! ??What an absolute pleasure to work with this human! Uma publicação compartilhada por James Bamford (@james2bambamford) em 27 de Out, 2018 às 6:12 PDT
Temporada final de Gotham ganha data de estreia e mais episódios
A rede americana Fox anunciou a data de estreia e um aumento na quantidade de episódios da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a rede encomendou mais dois, aumentando a duração da série para 12 capítulos em 2019. A 5ª temporada vai introduzir o vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e apresentar a transformação de Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. Fotos dos bastidores também sugerem que Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan) virará o Coringa. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Reign of the Supermen: Continuação de A Morte do Superman ganha trailer fiel aos quadrinhos
A Warner Bros Animation divulgou a capa e o trailer da animação em blu-ray “Reign of the Supermen”, continuação de “A Morte do Superman” (The Death of Superman), lançada em julho. A prévia é bastante fiel aos quadrinhos, assim como foi o lançamento anterior. A produção adapta o famoso arco homônimo da DC Comics, publicado originalmente em 1993 e lançado no Brasil na minissérie “O Retorno do Super-Homem”, que se passa após o enterro do Homem de Aço. Na trama, o luto mundial pela perda do maior super-herói de todos os tempos é interrompido pela chegada de quatro pessoas com uniformes parecidos ao do herói caído, tratados como Superman ressuscitado, cada um com poderes e personalidades diferentes. Escrita por Dan Jurgens, Louise Simonson, Roger Stern, Karl Kesel e Gerard Jones, e espalhada por quatro publicações diferentes (uma para cada protagonista), a história chegou num ponto de popularidade elevadíssima dos quadrinhos de Superman, graças ao interesse do público sobre como a DC iria mostrar seu retorno. A decisão de, em vez disso, mostrar quatro personagens diferentes dizendo-se a “segunda vinda” do super-herói foi uma surpresa que se provou narrativamente fértil, já que originou novos heróis e vilões. Esta história apresenta, por exemplo, a origem do atual Superboy e do herói Aço, além de marcar uma guinada na trajetória do vilão Superciborgue e a primeira aparição do famoso uniforme preto do Superman. O título “Reign of the Supermen” também foi uma homenagem aos criadores do super-herói, já que é uma variação do nome da primeira história de Superman publicada por Jerry Siegel e Joe Shuster num fanzine independente em 1933 (“The Reign of the Superman”). Novamente dirigida por Sam Liu, a animação traz três atores já conhecidos das séries da DC Comics para dublagem dos novos personagens: Cameron Monaghan (o Jerome/Jeremiah de “Gotham”) como Superboy, Cress Williams (o Raio Negro de “Black Lightning”) como Aço e Charles Halford (o Chas de “Constantine”) como o Erradicador. Já o Superciborgue é dublado alternadamente por Patrick Fabian (de “Better Call Saul”) e Jerry O’Connell (“Billions”), que também dubla Superman. O resto do elenco vocal é o mesmo de “A Morte do Superman”, com destaque para a intérprete de Lois Lane, Rebecca Romijn (“X-Men”), que é casada na vida real com o responsável pela voz de Clark Kent/Superman. O lançamento está marcado para 29 de janeiro nos Estados Unidos.
Foto de bastidores revela primeiro encontro entre Supergirl e Batwoman
A atriz Melissa Benoist divulgou em seu Instagram a primeira foto do encontro entre Supergirl e Batwoman no crossover “Elseworlds”. Na imagem, ela parece se divertir, rindo muito ao abraçar a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) que, além de uma máscara negra, usa uma peruca vermelha como a Batwoman dos quadrinhos. Há a expectativa de que, após o crossover, Batwoman ganhe uma série própria. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da personagem. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da Batwoman. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Curiosamente, a atriz ainda não apareceu em fotos como Kate Kane, a identidade secreta da heroína, então não se sabe se ela irá preservar suas conhecidas tatuagens e cabelo curto ao viver a personagem. Segundo a sinopse, Kate Kane é uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Além da Batwoman, o evento especial também contará com as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço (que ele já desempenhou em “Supergirl”) e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, em episódios das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, exatamente nesta ordem. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.
Gotham: Foto de bastidores sugere transformação final de Cameron Monaghan no Coringa
O ator Sean Pertwee divulgou em suas redes sociais uma foto bastante reveladora dos bastidores da série “Gotham”. A imagem flagra uma nova transformação do ator Cameron Monaghan, que está cada vez mais parecido com o Coringa dos quadrinhos, com maquiagem branca, cabelos esverdeados e luvas roxas. Ele aparece ao lado de David Mazouz, que vive Bruce Wayne (também de luvas), e o intérprete de Alfred. A caracterização sugere que a 5ª e última temporada da série pode finalmente mostrar o nascimento do vilão, além da esperada transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Criada por Bruno Heller (criador também de “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os levaram a virar os vilões dos quadrinhos. A 5ª temporada vai estrear em 2019, em data ainda não revelada. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Número de personagens LGBTQIA+ nas séries americanas registra novo recorde
O recorde aumentou. Um ano após registrar a maior quantidade até então vista de personagens LGBTQIA+ nas séries americanas, a nova pesquisa “Where We are on TV”, conduzida pela GLAAD, concluiu que o número aumentou ainda mais em 2018. O avanço é veloz. Em 2016, a programação da TV americana registrava 30 personagens LGBTQIA+. No ano passado, foram 58. E este ano há 75 personagens fixos que são gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, queers e não binários, o que representa 8,8% dos protagonistas televisivos, sem contar os 38 personagens LGBTQIA+ que apareceram em participações especiais. O estudo ainda mostra que 50% dos personagens LGBTQ são não-caucasianos, e os gêneros estão bem equibilibrados, mostrando um aumento na representatividade feminina em relação ao ano passado. Dentre todas as plataformas, a Netflix tem o maior número de personagens LGBTQ, enquanto o FX é o destaque na TV paga, em especial por conta da série “Pose”. Mas há até super-heróis na TV aberta que são assumidamente gays e lésbicas, situação que tende a aumentar ainda mais com a introdução da transexual Sonhadora em “Supergirl” e da lésbica Batwoman, que ganhará série própria em 2019 – ambas na rede CW. A presidente da ONG GLAAD, Sarah Kate Ellis, comentou o estudo: “Com políticas anti-LGBTQ sendo debatidas nacional e internacionalmente, as histórias e personagens na televisão são mais críticas do que nunca para transmitir compreensão e aceitação das pessoas LGBTQ. Estas séries demonstram que o público está sedento por novas histórias e perspectivas”.
Filme do Coringa vai ter Bruce Wayne criança
O filme do Coringa escalou intérpretes para os papéis do mordomo Alfred e do menino Bruce Wayne. Eles serão vividos, respectivamente, por Douglas Hodge (da série “Penny Dreadful”) e Dante Pereira-Olson (série “Happy!”). Eles vão se juntar ao elenco encabeçado por Joaquin Phoenix (“Ela”), que também conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Brett Cullen (“Narcos”) e Shea Whigham (“Agent Carter”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. Considerando que o Coringa tem a idade de Joaquin Phoenix na época em que o futuro Batman está começando o Ensino Fundamental, isso significa que ele teria cerca de 70 anos ao enfrentar o Batman adulto. Um senhor bem vigoroso pelo que mostram os quadrinhos. Aparentemente, a Warner não está preocupada com esse “furo”. Isto porque o filme pretende mostrar a história de Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada pelo diretor Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. Pelo jeito que a trama anda, o filme podia muito bem receber o selo “Elseworlds”, que acompanha quadrinhos passados em universos paralelos, onde a realidade é muito diferente daquela que todos conhecem.












