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  • Série

    Aubrey Plaza garante que quem vê Legion é louco no teaser da 2ª temporada

    24 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano FX divulgou um teaser da 2ª temporada de “Legion”. A prévia mostra que Aubrey Plaza (“Ingrid Goes West”) continua na série – o que é ótimo, uma vez que ela roubou as cenas da temporada inaugural – , mesmo após revelar-se mero disfarce de um parasita mental. E se nos episódios anteriores ela tentou convencer o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “A Bela e a Fera”) de que ele era louco – e não um mutante superpoderoso – , agora seu jogo mental mira o próprio público. Na prévia, ela afirma que nada do que foi visto na 1ª temporada aconteceu de verdade. “David Haller é uma invenção. Foi tudo uma projeção do seu subconsciente. Você é o que chamamos de esquizofrênico”, a atriz descreve, assumindo a persona de uma psiquiatra ao se dirigir a quem assiste a série. Criada por Noah Hawley (de “Fargo”), “Legion” é inspirada pelos universo dos quadrinhos dos “X-Men”. Nas publicações da Marvel, Haller é um poderoso telepata, filho do Professor Xavier. Com dez novos episódios, a 2ª temporada estreia em 3 de abril nos Estados Unidos. A data da exibição nacional ainda não foi anunciada, mas a 1ª temporada teve lançamento simultâneo no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Legion: Pôster revela data de estreia da 2ª temporada

    7 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro pôster da 2ª temporada de “Legion”, que revela a data de estreia dos novos episódios. Criada por Noah Hawley (criador também de “Fargo”), a série é inspirada pelos universo dos quadrinhos dos “X-Men”. Nas publicações da Marvel, o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, da série “Downton Abbey”) é filho do Professor Xavier. Com dez novos episódios, a 2ª temporada de “Legion” estreia em 3 de abril nos Estados Unidos. A 1ª temporada teve exibição simultânea no Brasil, pelo canal pago Fox.

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  • Série

    2ª temporada de Legion terá salto temporal e um novo intérprete do Rei das Sombras

    6 de janeiro de 2018 /

    O criador de “Legion”, Noah Hawley, revelou que a 2ª temporada da série terá salto temporal de um ano, e que o ator Navid Negahban (série “Homeland”) entrou no elenco como novo intérprete do Rei das Sombras, o parasita mental que queria enlouquecer o protagonista David Haller (Dan Stevens). “Não queria entrar no segundo ano com clareza o tempo inteiro, então elaboramos um salto temporal. Podemos deixar as coisas mais turvas agora. É por causa do mistério, das tentativas de entender as coisas, que a série é divertida”, disse Hawley, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Curiosamente, a atriz Aubrey Plaza, intérprete de uma das facetas do vilão na 1ª temporada, também deve continuar na série, já que participou do encontro com a imprensa promovido pela TCA. Sua interpretação de Lenny/Farouk/Demônio dos Olhos Amarelos/Rei das Sombras foi o ponto alto da atração. Originalmente, Lenny era a melhor amiga de David Haller, mas teria morrido no começo da série e virado uma imagem mental para Farouk manipular o protagonista. Como David descobriu o truque do vilão, Farouk passou a assumir sua aparência real (vivido por Saïd Taghmaoui, de “Mulher-Maravilha”). Então, como Lenny vai voltar? A atriz deu uma resposta misteriosa. “Eu estava sendo usada como um receptáculo na 1ª temporada. Lenny quase se tornou como David, onde ela não sabe o que é real ou quem é ela. Para a 2ª temporada, é como se meu poder tivesse sido tirado de mim. Agora temos que cavar mais fundo. Eu realmente não posso responder isso agora”. Adaptação dos quadrinhos da Marvel, a 2ª temporada de “Legion” terá mais dez capítulos inéditos, com estreia prevista para abril.

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  • Filme

    Rebecca Hall e Dan Stevens experimentam relacionamento aberto em trailer de comédia indie

    3 de dezembro de 2017 /

    A comédia dramática indie “Permission” ganhou um pôster e seu primeiro trailer, mostrando que, não importa quantas vezes se filme a mesma história, o resultado é sempre o mesmo. Um casal de Nova York, que está prestes a se casar, percebe que nunca se envolveu sexualmente com outras pessoas e decide entrar em um relacionamento aberto, com a permissão para transar com estranhos. Obviamente, não é assim que se entra em um casamento, mas como se termina, e o futuro do casal logo é colocado em cheque. O casal é vivido por Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Dan Stevens (“A Bela e a Fera”), seus amantes são François Arnaud (série “Midnight, Texas”) e Gina Gershon (série “Red Oaks”), e o elenco ainda inclui Jason Sudeikis (“Colossal”), Morgan Spector (série “The Mist”) e David Joseph Craig (“O Presente”). Escrito e dirigido por Brian Crano (“A Bag of Hammers”), o filme teve sua première no Festival de Tribeca e estreia em 9 de fevereiro nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Começam as gravações da 2ª temporada de Legion

    2 de outubro de 2017 /

    Começaram as gravações da 2ª temporada de “Legion”

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  • Filme

    Chadwick Boseman vive advogado famoso em luta contra o racismo no trailer de Marshall

    23 de junho de 2017 /

    A Open Road divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Marshall”, combinação de cinebiografia, filme de época, drama racial e suspense de tribunal, estrelado por Chadwick Boseman (“Pantera Negra”). Ele interpreta o famoso advogado Thurgood Marshall, uma década antes de vencer o caso que acabou com a segregação racial nas escolas dos Estados Unidos e duas décadas antes de se tornar o primeiro juiz negro da Suprema Corte do país. A trama acompanha um dos casos que ajudou a definir sua carreira, quando atuava em defesa de negros acusados de crimes que não cometeram. Seu cliente é um motorista suspeito de atacar sua chefe branca, tentando estuprá-la e matá-la. Diante da repercussão negativa do suposto crime, Marshall decide contratar um advogado branco inexperiente para ser seu assistente, e o rapaz logo descobre como é sofrer racismo. Mas o julgamento revela muitas reviravoltas. A escalação do elenco promove o reencontro de Josh Gad e Dan Stevens após “A Bela e a Fera”. Os dois vivem, respectivamente, o advogado assistente e o promotor público do caso. Além deles, a trama destaca Sterling K. Brown (“The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”) como o suspeito do crime e Kate Hudson (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) como a suposta vítima. O filme marca a volta à direção cinematográfica de Reginald Hudlin (“O Príncipe das Mulheres”), após 15 anos comandando séries. A estreia está marcada para 13 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Colossal: Comédia de monstro gigante com Anne Hathaway ganha trailer legendado

    7 de abril de 2017 /

    A comédia de monstros “Colossal”, estrelada por Anne Hathaway (“Interestelar”), ganhou dois novos pôsteres internacionais e seu primeiro trailer legendado. A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul e como a personagem de Hathaway percebe estar ligada à criatura, que imita todos os seus gestos. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um monstro gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011), que, inclusive, optou por um ator fantasiado como monstro em “Colossal”, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Dan Stevens (série “Legion”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). A estreia acontece nesta sexta (7/4) em circuito limitado nos EUA, e daqui a 20 dias no Brasil.

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  • Filme

    A Bela e a Fera representa o auge do “fan service” e da exploração da nostalgia em Hollywood

    17 de março de 2017 /

    Sua reação ao assistir à adaptação live action de “A Bela e a Fera” vai depender do quanto você é fã do original. Quem ama o desenho de 1991, sabe cantar as músicas e chora em diversos momentos, incluindo a famosa cena da dança, vai sair do cinema achando que o filme foi feito sob encomenda. Mas quem nunca viu ou não gosta do clássico deve passar longe. É preciso entender – com seus prós e contras – que “A Bela e a Fera” representa o auge da fan service e da exploração da nostalgia em Hollywood. Sabendo disso, a Disney compreensivelmente optou por realizar quase uma filmagem literal do desenho com atores. Afinal, trata-se da única animação indicada ao Oscar de Melhor Filme quando essa categoria tinha somente cinco vagas. E ela mora nos corações de qualquer um que tem algo batendo no peito. Então, quem for ao cinema já vai para gostar do filme. Sem dúvida, é um prazer ver “A Bela e a Fera” de novo. Verdade que o filme traz algumas cenas inéditas, mas elas não acrescentam muito à magia. Por outro lado, também não atrapalham. É preciso considerar que a animação tinha cerca de 1h20 de duração e não dá para entregar um filme tão curto hoje em dia. Imagine também que a Disney poderia inventar mais alguma cena de dança entre a Bela e a Fera ou preencher tudo com músicas que soariam gratuitas, porém agradariam aos fanáticos. Mas não, isso não acontece. De resto, “A Bela e a Fera” reproduz quase que frame by frame toda obra original, como Zack Snyder fez com “300” (2006) e “Watchmen” (2009), os melhores filmes de um diretor fraco. Do mesmo modo, o diretor Bill Condon, que enganou todo mundo quando filmou o ótimo “Deuses e Monstros” (1998) e seguiu carreira rumo à mediocridade com dois filmes da saga “Crepúsculo”, tenta fazer apenas uma imitação. Sob total controle da Disney, Condon arrisca muito pouco, como na tímida insinuação gay de um personagem coadjuvante, e não se encarrega de atualizar detalhes que mereciam atenção maior. Pode-se argumentar que a trama é de filme de época, com seus valores antiquados e cheirando a mofo, porém alguns conceitos, que já incomodavam em 1991, envelheceram muito no século 21. Como uma Bela que se esforça para ser relevante, mas permanece 100% submetida ao universo masculino – a seu pai (Kevin Kline), ao vilão Gaston (Luke Evans) e à Fera (Dan Stevens). Por mais que Emma Watson tenha reiterado que trouxe uma visão feminista ao papel, a própria Disney foi mais empoderadora com “Valente”, “Frozen”, “Zootopia” e “Moana”. Também é estranho ver todos os atores, com exceção do casal principal, atuando como se estivessem em um desenho animado – e isso pode ser colocado na conta da direção, afinal são atores competentes. Sem falar nos efeitos visuais um tanto artificiais, como numa animação mesmo, porque o trabalho do elenco por trás de personagens digitais se restringe à dublagem. Se deu certo na animação, não quer dizer que o resultado será o mesmo em um filme de verdade. É um contraste gritante com o milagre que foi “Mogli”, adaptação da própria Disney para uma de suas animações, onde animais falantes e cantores eram realistas e perfeitamente plausíveis dentro da narrativa. A diferença é que Jon Favreau, diretor de “Mogli” (e da futura adaptação live action de “O Rei Leão”) conhece o caminho das pedras e está anos-luz à frente de Bill Condon. Favreau jamais deixa o CGI dominar seu filme – ironicamente, quase todo criado em computador – e o usa como ferramenta para se concentrar no principal, a história. Já na versão animada com atores de “A Bela e a Fera” salva-se, pelo menos, a própria Fera graças ao trabalho de Dan Stevens por trás dos pixels. Nem perto de ser um Andy Serkis, responsável pelo Gollum de “O Senhor dos Anéis” e o Cesar, de “Planeta dos Macacos”, ao menos aproxima-se de Sam Worthington e Zoe Saldana, que convenceram em “Avatar”. Como não dava para brigar em pé de igualdade com o encanto gerado pela versão clássica, esse “A Bela e a Fera” precisava, no mínimo, impressionar em outros quesitos. Emma Watson, por exemplo, não tem aquele brilho nos olhos que o papel exige nem fará qualquer espectador se apaixonar pela personagem. E é quase impossível não pensar em Hermione de vez em quando, o que pode gerar mais desconexões da plateia. Mas o fã de carteirinha nem vai ligar, porque vai chorar, cantar e assistir do início ao fim com um sorriso largo no rosto, como se estivesse reencontrando um velho conhecido muito querido. Alegria garantida, mas fortuita, já que o conhecido não tem nada de novo para contar desde o último encontro.

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  • Música

    Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme

    14 de março de 2017 /

    A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.

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  • Filme

    Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados

    8 de março de 2017 /

    A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos

    7 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.

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  • Música

    Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama

    7 de março de 2017 /

    Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.

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  • Música

    Rússia avalia banir A Bela e a Fera devido à “propaganda gay”

    5 de março de 2017 /

    A Rússia está considerando vetar a exibição do novo filme da Disney, “A Bela e a Fera”, no país. Segundo a rede inglesa BBC, o próprio ministro russo da Cultura, Vladimir Medinsky, disse estar avaliando se a obra infringe a lei que proíbe qualquer “propaganda gay” a menores de idade. A avaliação será feita sob o embalo de manifestações como a do deputado russo Vitali Milonov, que afirmou no sábado (4/3) que o filme faz uma “desavergonhada propaganda do pecado”. A polêmica ecoa uma entrevista de Bill Condon, diretor do filme, na qual ele revelou que “A Bela e a Fera” mostrará “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, apesar de alguns críticos já terem anunciado que a afetação do personagem LeFou, vivido pelo ator Josh Gad, está longe de ser escandalosa. O deputado Milonov pediu ao ministro da Cultura que organize uma projeção especial antes da estreia, a fim de “tomar medidas para vetar totalmente sua exibição, se forem encontrados elementos de propaganda homossexual”. O deputado é um dos principais entusiastas da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. Curiosamente, os ex-comunistas encontram respaldo em suas preocupações num gerente de cinema do interior do Alabama, nos EUA, que também vetou a exibição de “A Bela e a Fera” em nome de Deus e dos bons costumes. “A Bela e a Fera” tem estreia marcada para 16 de março no Brasil.

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