Trailer de “Gotham Knights” revela morte de Batman
A rede The CW divulgou o esperado trailer de “Gotham Knights”, série baseada em personagens dos quadrinhos da DC Comics, que se passa em Gotham City após a morte de Batman. A prévia mostra que a trama toma enormes liberdades com universo da DC, misturando cronologias dos quadrinhos. Os pontos extremos são a participação de Harvey Dent como um promotor bonzinho, que não virou o vilão Duas-Caras, e Carrie Kelley (a Robin criada por Frank Miller no futuro distópico de “O Cavaleiro das Trevas”) como a atual Robin, retratada como uma adolescente negra, em vez de ruiva. Além disso, a produção também destaca um personagem inédito: Turner Hayes, filho adotivo de Bruce Wayne/Batman. Para sorte dos produtores, a premissa é interessante o suficiente para não ser rejeitada de cara pelos fãs dos quadrinhos. Como diz a sinopse, a série traz “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato” do herói. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham fica mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O elenco destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela Dent, que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras – e também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até uma ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. A produção também conta com Anna Lore (“All American”) como Stephanie Brown, que já assumiu a identidade de três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC Comics: Spoiler, Robin e Batgirl. Ela tem menos destaque na prévia, que enfatiza mais o papel de Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”) como a citada Carrie Kelley, numa alteração racial da primeira Robin feminina. Outros integrantes incluem Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”), que vivem a heroína Pássaro Azul e seu irmão, além de Oscar Morgan (“Warren”) como Turner Hayes e Misha Collins (o Castiel de “Supernatural”) como Harvey Dent. A série foi desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que escreviam “Batwoman”. E a produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, universo (cada vez menor) de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. A estreia vai acontecer no começo de 2023 nos EUA.
Acusado de assédio e demitido, Noel Clarke vai processar todo mundo por falta de evidências
Acusado de assédio sexual, o ator e produtor britânico Noel Clarke teve prêmios rescindidos e séries canceladas. Mas um ano depois do escândalo, a Polícia Metropolitana de Londres anunciou não ter conseguido confirmar nenhuma das denúncias, encerrando as investigações após atingir o limite de tempo para prosseguir sem resultados por falta de evidências. Um dos mais promissores astros do Reino Unido, Clarke foi a falência e fechou sua produtora por causa de um artigo publicado em maio de 2021 pelo jornal The Guardian, com depoimentos nominais e em off de cerca de 20 mulheres que trabalharam com ele em projetos de cinema e TV nos últimos anos. As alegações incluíam desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante um teste de papel. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final de uma trilogia aclamada que o ator dirigiu e estrelou. Todas as demais acusações foram em “off”, sem identificação. Clarke sempre negou todas as acusações e a investigação policial não conseguiu provar malícia de sua parte. Neste fim de semana, ele desabafou numa entrevista ao jornal Daily Mail: “Não houve prisão, nenhuma acusação, nenhum julgamento, nenhum veredicto, mas fui criminalizado. Esta é uma forma de macarthismo moderno.” “Se não precisamos mais de polícia, juízes e júris, se precisamos apenas das mídias sociais e de declarações na imprensa, então em que mundo vivemos?”, ele continuou. “Em que ponto as emissoras de TV deste país se tornaram juízes, júris e executores de pessoas? Em que ponto a BAFTA (Academia de TV e Cinema do Reino Unido) decidiu que não seu objetivo não é mais sobre filmes, mas julgar a vida das pessoas? Isso não é apenas sobre mim, é maior, é sobre o direito à Justiça. Sim, as pessoas disseram essas coisas sobre mim, mas se eu disser que você é um burro, isso não faz de você um burro, faz?” Sua menção à BAFTA se deve à retirada de um prêmio em homenagem às suas conquistas notáveis na indústria cinematográfica britânica. Já a parte das emissoras refletem o fato de os canais britânicos ITV e Sky terem rompido suas relações profissionais com o ator, levando ao cancelamento da série policial “Bulletproof” e à interrupção da minissérie “Viewpoint”. Ele agora está processando a BAFTA e o jornal The Guardian por difamação. Ele também está processando a editora de revistas Conde Nast, que publicou um artigo sobre a polêmica na revista GQ. “Vinte anos de trabalho se foram em 24 horas”, disse Clarke ao Daily Mail. “Eu perdi tudo. A empresa que construí do zero, meus programas de TV, meus filmes, meus contratos de livros, o respeito da indústria que eu tinha. No meu coração e na minha cabeça, isso me prejudicou de uma forma que não consigo articular.” Clarke diz que seus processos visam criar uma indústria de cinema e TV mais justa, capaz de ter uma estrutura onde “mulheres e pessoas vulneráveis sejam protegidas, mas também que proteja pessoas de condenações sumárias sem provas”. Ele acrescenta que não vê um caminho fácil para retomar sua carreira depois de ter sido “cancelado” pela BAFTA, emissoras de TV e produtoras. “Nenhum deles quer estar errado. Eles fizeram declarações tão grandes e ousadas. Depois, há o clima atual, em que se alguém questiona a opinião da maioria, ‘Espere um segundo, qual é o contexto?’, a sociedade também se volta contra essa pessoa”.
Spin-off de “Walker” apresenta trailer passado no Velho Oeste
A rede americana The CW divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Walker: Independence”, prólogo da série policial “Walker” passada no velho Oeste. A trama segue Abby Walker, interpretada por Katherine McNamara (a Mia Queen de “Arrow”), que parte em busca de vingança após seu marido ser assassinado diante de seus olhos, numa viagem para a cidade de Independence, onde ele se tornaria xerife. Resgatada por um indígena samaritano, ela chega à cidade texana decidida a obter Justiça, mas logo descobre que o assassino de seu marido é o novo xerife. E só não se dá mal pela intervenção providencial de um pistoleiro galanteador, que mostra simpatia por sua causa perdida. O elenco também destaca Matt Barr (“Blood and Treasure”), Brandon Sklenar (“Mapplethorpe”) e Justin Johnson Cortez (visto na série “Lucifer”). O roteiro é de Seamus Fahey (“Máquina Mortífera”) e da showrunner de “Walker”, Anna Fricke, e a atração ainda conta com Jared Padalecki, astro de “Walker”, como produtor executivo. “Walker: Independence” estreia no outono (nossa primavera) nos EUA.
The Winchesters: Prólogo de “Supernatural” revela seu trailer
A rede americana The CW divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Winchesters”, spin-off da série “Supernatural”, que conta a história dos pais de Sam e Dean do seriado original. A prévia é introduzida por Jensen Ackles, intérprete de Dean, que também é produtor da serie. Ele abre e fecha o vídeo, que mostra como John Winchester conheceu sua futura esposa Mary Campbell durante o ataque de um demônio nos anos 1970. Os personagens principais são interpretados por Meg Donnelly (“American Housewife”) e Drake Rodger (“Not Alone”). Enquanto Mary é apresentada como uma jovem de 19 anos que tem lutado contra as forças das trevas desde a infância, John é um veterano altruísta da Guerra do Vietnã. Graças à narração de Ackles, a série é apresentada como um grande flashback sobre o início do legado da família. “The Winchesters” é comandada pelo showrunner Robbie Thompson, que foi co-produtor executivo de “Supernatural”. A estreia está marcada para o outono (nossa primavera) nos EUA.
“Riverdale” vai acabar na 7ª temporada
A rede The CW cancelou a série “Riverdale”, que vai acabar a 7ª temporada, atualmente em pré-produção. Os últimos capítulos começarão a ser exibidos no começo de 2023 nos EUA, e desta forma poderão dar uma conclusão satisfatória para a trama. “Ainda não decidimos quantos episódios. Mas não acredito que será uma temporada encurtada”, disse o presidente da CW, Mark Pedowitz, ao dar a notícia durante os upfronts (apresentação da programação de outono) da rede americana. “Acredito muito em tentar dar a séries que tiveram longas temporadas despedidas apropriadas”, acrescentou. De acordo com Pedowitz, os produtores da Archie Comics estão satisfeitos com a decisão de encerrar o programa. “Tivemos uma longa conversa com Roberto [Aguirre-Sacasa, criador e showrunner de “Riverdale”, além de diretor da Archie Comics] ontem, que ficou emocionado com esta notícia. E vamos tratar a série da maneira que merece. Foi uma estrela icônica da cultura pop, e queremos ter certeza de que vai se despedir do jeito certo. Acho que eles consideraram que sete anos é a quantidade certa, e queremos fazer a coisa certa. Isso é uma coisa pessoal. Como fã mesmo. Eu quero fazer o que é certo para a série”. Lançada em 2017, “Riverdale” reintroduziu o universo dos quadrinhos da Archie Comics na TV. Além da turma do próprio Archie, a série apresentou Josie e as Gatinhas e originou o spin-off “Katy Keene”, além de encorajar Roberto Aguirre-Sacasa a relançar Sabrina, a aprendiz de feiticeira, como uma série de terror adolescente na Netflix, em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Todas essas séries, porém, foram canceladas. Vale observar ainda que o elenco de “Riverdale” vinha demonstrando, em entrevistas, estar cansado da série, chegando a desejar que ela acabasse para poderem realizar outros projetos. Em março passado, Cole Sprouse, intérprete de Jughead em “Riverdale”, assumiu a situação. “A maioria dos atores ficaria feliz em finalizar a série, colocar uma cereja em cima do bolo”, ele contou, durante uma entrevista à revista GQ.
Criadora de “Legacies” garante que série tem final e é de “explodir mentes”
A produtora Julie Plec vem usando o Twitter para agradecer sua equipe, colegas e atores que foram afetados pelos cancelamentos das séries “Legacies”, “Roswell, New Mexico” e “The Endgame” na quinta-feira (12/5). E mais recentemente aproveitou para acalmar os fãs das duas primeiras, exibidas na rede The CW, com a revelação que elas terão um final. Plec destacou especialmente “Legacies”, cujo cancelamento encerra uma saga iniciada em 2009, na série “The Vampire Diaries”. Interagindo com os fãs desde o dia da oficialização dos cancelamentos, a produtora descreveu os cortes como “o Casamento Vermelho na CW”, em referência às mortes súbitas de vários personagens na série “Game of Thrones”. Ela voltou na sexta para dar “um brinde aos mortos e aos fãs que precisam dizer adeus”, abrindo uma longa thread com citações para cada uma das séries encerradas. Mas só no sábado (14/5) deu a notícia que os fãs queriam ouvir. “Uma última coisa sobre ‘Roswell’ e ‘Legacies’. (O CEO) Mark Pedowitz e sua equipe na The CW tiveram a classe e a graça de avisar que as séries podem não sobreviver, mesmo que a CW as quisesse. Por causa disso, os finais de temporada de ambos os programas foram cuidadosamente elaborados para funcionar também como finais de série. “Posso falar por ‘Legacies’ ao dizer que Brett [Matthews, o showrunner), eu e a equipe de roteiristas colocamos todo tipo de amor na conclusão. E há algumas surpresas para os fãs de longa data do universo de ‘The Vampire Diaries’ que podem simplesmente explodir mentes.” “Legacies” e “Roswell, New Mexico” vão acabar na 4ª temporada. A primeira – e única criada por Plec – , entrou num breve hiato e retorna para seus três capítulos finais em 2 de junho, com encerramento marcado para 16 de junho, enquanto a outra, concebida por Carina Adly MacKenzie, só começa a exibir sua temporada final em 3 de junho. Ambas são disponibilizadas no Brasil pela HBO Max. Infelizmente, o thriller de assalto a banco “The Endgame” vai ficar sem fim, graças ao cancelamento na 1ª temporada. Mas isto não fará diferença para o público brasileiro, já que, das três, a criação da dupla Jake Coburn e Nicholas Wootton era a única inédita no país. As três também eram as únicas séries com produção de Julie Plec exibidas atualmente nos EUA. Mas ela tem encomendas suficientes para recuperar o espaço perdido. Após assinar com a NBCUniversal para desenvolver novas séries exclusivas, ela começou a trabalhar em duas séries sobrenaturais para a plataforma Peacock: “Vampire Academy” e “Dead Day”, além do drama político “The Girls on the Bus” para a HBO Max e “Confessions”, estrelada pelo astro de “The Vampire Diaries” Paul Wesley, para a Netflix. Nenhuma destas atrações tem previsão de estreia. A toast thread to the fallen and the fans who have to say goodbye… 1/infinity. — Julie Plec (@julieplec) May 13, 2022 I can speak for #Legacies in saying that Brett and I and the writing team poured all kinds of love into it. And there are a couple surprises for long-time #TVDU fans that may just blow your mind. 👀👀👀💃💃💃🍾🍾🍾🍾 — Julie Plec (@julieplec) May 14, 2022
“Gotham Knights” e spin-offs de “Supernatural” e “Walker” vão virar séries
A rede The CW cancelou nada menos que sete séries na quinta (13/5), além de outras duas que já tinha definido no final de abril. O total é maior que a quantidade de séries que restaram no canal – oito produções. Trata-se de um grande choque para o público da CW, acostumado a ver renovações por atacado – apenas quatro séries foram canceladas nos últimos quatro anos pela emissora, que alimenta catálogos de streaming da Netflix, HBO Max e Globoplay no Brasil. O mais frustrante é que, apesar deste buraco enorme aberto em sua programação, os executivos da CW só tinham três pilotos para aprovar, encomendados no início do ano. Não por acaso, todas eles vão virar séries. As novas produções são dois spin-offs de títulos bem-sucedidos do canal e uma nova série de super-heróis da DC Comics. E, curiosamente, todas tem ligação com “Supernatural” (2005-2020), seja por meio dos produtores, seja pelo elenco. “The Winchesters” tem a conexão mais evidente, já que é um prólogo de “Supernatural” centrado nas primeiras aventuras do casal John e Mary Winchester, os pais de Sam e Dean, como caçadores de criaturas das trevas. O roteiro foi escrito por Robbie Thompson, co-produtor executivo de “Supernatural”, e os personagens serão interpretados por Meg Donnelly (“American Housewife”) e Drake Rodger (“Not Alone”). Segundo a descrição do piloto, Mary será apresentada como uma jovem de 19 anos que tem lutado contra as forças das trevas desde a infância, enquanto John é um veterano da Guerra do Vietnã. O projeto vem da Chaos Machine Productions, a produtora do ator Jensen Ackles, que interpretava Dean Winchester na série original. Ackles também deve participar da produção como narrador da história. Assim, os episódios terão a perspectiva de Dean, conforme ele revela o que seus pais passaram ao enfrentar ameaças sobrenaturais. “Walker: Independence” também é um prólogo, uma versão western da série policial “Walker”. A trama segue Abby Walker, interpretada por Katherine McNamara (a Mia Queen de “Arrow”), que parte em busca por vingança depois de seu marido ser assassinado diante de seus olhos, numa viagem para o Oeste selvagem. Ao longo do caminho, ela cruza com um pistoleiro em busca de propósito, e juntos chegam à cidade de Independence, no Texas, onde decidem mudar a forma como as coisas são feitas. O roteiro é de Seamus Fahey (“Máquina Mortífera”) e da showrunner de “Walker”, Anna Fricke, e o spin-off ainda conta com Jared Padalecki, astro da série original, como produtor executivo. Por fim, “Gotham Knights” é a produção mais ambiciosa, baseada em personagens dos quadrinhos de “Batman”. Apesar do título, a série tem uma premissa original, sem relação com o game da DC de mesmo nome, e se passa em Gotham City após a morte de Batman. Segundo a sinopse divulgada, a trama mostrará “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato”. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham fica mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O elenco destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela Dent, que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras – e também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até uma ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. O próprio Duas Caras participa da trama, vivido por Misha Collins, que ficou conhecido ao interpretar o anjo Castiel em “Supernatural”. A trama também contará com Anna Lore (“All American”) como Stephanie Brown, que já assumiu a identidade de três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC Comics: Spoiler, Robin e Batgirl, e Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”) como Carrie Kelley, numa alteração racial da primeira Robin feminina (apresentada no clássico futurista “O Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller). Outros integrantes incluem Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”), que viverão a heroína Pássaro Azul e seu irmão, e Oscar Morgan (“Warren”), contratado para interpretar um personagem inédito nos quadrinhos: Turner Hayes, o filho adotivo de Bruce Wayne acusado de matar o herói. Nenhuma das três séries tem previsão de estreia.
“All American: Homecoming” é renovada para 2ª temporada
A rede americana The CW renovou “All American: Homecoming”, spin-off de “All American” lançado em fevereiro passado – e que encerra sua temporada inaugural em 23 de maio. A atração acompanha a jovem Simone Hicks, interpretada por GeffriMaya, enquanto ela frequenta uma faculdade historicamente negra. Em “All American”, a personagem era uma veterana da escola de ensino médio Beverly High, além de ser namorada de um dos personagens centrais, e na atração derivada vive os altos e baixos do início da idade adulta. A nova série é a primeira criação da showrunner de “All American”, Nkechi Okoro, e conta com produção de Greg Berlanti (criador do Arrowverso). Conheça a série, ainda inédita no Brasil, no trailer abaixo.
“Legacies” é cancelada após 4 temporadas
A rede americana The CW cancelou “Legacies”, spin-off das séries “The Originals” e “The Vampire Diaries”, em meio a sua 4ª temporada. O último episódio vai ao ar em 16 de junho. Com o cancelamento, chega ao fim o universo televisivo baseado nos livros de L.J. Smith, introduzido pela produtora Julie Plec em 2009 com a estreia de “The Vampire Diaries”. A nova atração girava em torno de filhas de personagens daquela atração. A trama se passava na Escola Salvatore para adolescentes sobrenaturais, fundada para ensinar seus alunos a lidar com poderes e maldições, e evitar que se tornassem monstros. A escola foi estabelecida na antiga residência Salvatore, lar dos irmãos vampiros de “The Vampire Diaries”, era administrada pelo ex-caçador de vampiros Alaric Saltzman (Matthew Davis) e financiada com a herança do falecido vampiro original Klaus Mikaelson (Joseph Morgan), com o objetivo de assegurar um futuro para sua filha Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell, introduzida em “The Originals”), a jovem mais poderosa do mundo. Além de Hope, herdeira de bruxas, vampiros e lobisomens, a série também destacava as filhas gêmeas de Alaric, as bruxas Josie (Kaylee Bryant, de “Santa Clarita Diet”) e Lizzie Saltzman (Jenny Boyd, de “A Jornada dos Vikings”), e diversos jovens sobrenaturais interpretados por Aria Shahghasemi (“No Alternative”), Quincy Fouse (“The Goldbergs”), Chris Lee (“The Chi”), Ben Levin (“Caindo na Real”), Omono Okojie (“Trees of Peace”), Leo Howard (“Porque as Mulheres Matam”), Courtney Bandeko (“Dead of Night”) e Peyton Alex Smith (“Detroit em Rebelião”), entre outros. No ano passado, a série sofreu uma baixa importante, com a saída de Kaylee Bryant do elenco. Com os cancelamentos desta quinta (12/5) – incluindo “Roswell, New Mexico” e “The Endgame” – , Julie Plec ficou sem nenhuma produção no ar na TV americana. Mas ela já está desenvolvendo outra série de vampiros, “Vampire Academy”, para a plataforma de streaming Peacock. Exibida com o nome original no canal pago Warner, “Legacies” também chega como “Legados” na plataforma HBO Max, com episódios disponibilizados simultaneamente à transmissão nos EUA. Veja abaixo os trailers legendados da premissa da atração.
Naomi: Nova série de super-heróis é cancelada
A rede The CW cancelou “Naomi”, série baseada nos quadrinhos homônimos da DC Comics, após uma temporada. Produzida e com piloto dirigido pela cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”), a atração foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) e destacava a jovem atriz Kaci Walfall (“Army Wives”), de 16 anos, no papel título. Na trama, Naomi é uma jovem apaixonada pelos quadrinhos de Superman, que leva um choque ao descobrir que também tem superpoderes. Não só isso: ela é de outro planeta como seu herói favorito, e há outros alienígenas em sua cidadezinha. O resto do elenco incluía Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”), Mary-Charles Jones (“Kevin pode Esperar”), Will Meyers (“The Walking Dead: World Beyond”), Barry Watson (“Hart of Dixie”), Mouzam Makkar (“The Exorcist”) e os estreante Daniel Puig e Camila Moreno, entre outros. O fim de “Naomi” foi o terceiro corte recente da rede The CW em suas produções de super-heróis da DC, menos de duas semanas após os cancelamentos de “Batwoman” e “Legends of Tomorrow”. Lançada em janeiro, a série terminou na terça-feira (10/5) com a transmissão de seu 13º e último episódio. “Naomi” era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max, com lançamento semanal de novos capítulos, próximo à exibição nos EUA. Veja o trailer nacional abaixo.
“4400” é cancelada após uma temporada
A rede The CW cancelou “4400”, reboot da cultuada série de ficção científica “The 4400”, após apenas uma temporada. A série original foi ao ar entre 2004 e 2007 em dois canais diferentes nos Estados Unidos, durando quatro temporadas bastante criativas e com um final que, embora abrisse condições para uma nova temporada, serviu como boa conclusão para a história. Já a nova versão terminou num cliffhanger, deixando seu público sem resolução. O numeral do título se refere ao número de pessoas que surge misteriosamente de uma hora para outra, ao mesmo tempo e no mesmo local, após passarem anos – em alguns casos, até décadas – desaparecidas, acreditando que o tempo não passou. Os episódios explicavam aos poucos quem é cada um, revelando pessoas de quem o mundo não sentiria falta – quase todos negros, num diferencial com a série original, que destacava apenas dois atores pretos, Megalyn Echikunwoke (“Vixen”) e o hoje famoso Mahershala Ali (“Green Book”), duas vezes vencedor do Oscar. Todos foram sequestrados de suas linhas temporais para cumprir uma missão importante no começo dos anos 2020. O motivo de trazê-los a esta época e lhes dar superpoderes é abordado apenas superficialmente no final da temporada, sugerindo que as respostas viriam nos capítulos que nunca serão produzidos. O reboot era assinado pela dupla Taylor Elmore e Craig Sweeny, que trabalhou junta como produtores e roteiristas de “Limitless”. Além disso, Sweeny também foi roteirista e supervisor da série original – por sua vez criada por René Echevarria e Scott Peters. “4400” ainda é inédita no Brasil. Veja abaixo dois trailers da temporada, com várias cenas de diferentes episódios.
Dinastia: Série menos vista da TV americana é cancelada após 5 temporadas
A rede The CW cancelou “Dinastia” (Dynasty), remake da série novelesca homônima, que foi um dos maiores sucessos de audiência da TV americana nos anos 1980. A nova versão, ao contrário, detinha o recorde de pior audiência atual. E não era de hoje. Na 1ª temporada já registrava a audiência mais baixa de uma tração televisiva contando até cinco anos para trás. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhava a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. O remake, porém, concentrava-se nos Carringtons e nos Flores, acrescentando latinidade na revisão. Por conta disso, “Dynasty” foi o terceiro reboot com guinada latina cancelado nesta quinta (12/5) pela emissora americana, junto de “Charmed” e “Roswell, New Mexico”. A produção foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que tinham experiência em retratar a vida de milionários mimados como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles se juntaram a Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas a produção nunca encontrou seu público, situação que foi complicada ainda mais pela troca constante de intérpretes. A dança foi iniciada logo no final da 1ª temporada, com a saída da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”) do papel de Cristal Flores (a versão latina de Krystle, vivida pela loira Linda Evans nos anos 1980), sendo substituída por Daniella Alonso (“The Resident”) graças a uma explicação mirabolante de novela. O remake durou 5 temporadas e mais de 100 episódios graça a um acordo de distribuição com a Netflix, que disponibiliza a série no Brasil. Apenas as quatro primeiras temporadas estão disponíveis em streaming, mas a série ainda tem seis episódios inéditos – seus últimos – para queimar nos EUA, em datas ainda não divulgadas.
“No Escuro” é cancelada com 4ª temporada inédita
A rede The CW cancelou “No Escuro” (In the Dark) após quatro temporadas. Assim como aconteceu com “Roswell, New Mexico”, a série completou as gravações de sua 4ª e agora última temporada, que será lançada em 6 de junho nos EUA. “No Escuro” acompanhava uma jovem cega irreverente, que se envolvia numa trama de investigação criminal, ao se tornar a única testemunha de assassinato de seu amigo e traficante favorito. Quando a polícia rejeita seu testemunho “ocular”, ela resolve investigar por conta própria, com o auxílio de seu cachorro Pretzel, enquanto toca sua agitada vida amorosa e o trabalho que ela odeia na Breaking Blind – uma escola de cães-guia de propriedade de seus pais superprotetores. A trama foi criada por Corinne Kingsbury (roteirista série “The Newsroom”), o elenco destacava Perry Mattfeld (“Shameless”) no papel de protagonista e a produção contava com dois cineastas, Michael Showalter (“Doentes de Amor”) e Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”). No Brasil, a séria faz parte do catálogo da Globoplay, que até o momento disponibilizou todas as três temporadas disponíveis. Veja abaixo o comercial brasileiro da estreia da atração.











