Victoria Pedretti larga filme de escritora que deixou inocente preso por 16 anos
A atriz Victoria Pedretti (“Você”, “A Maldição da Mansão Bly”) desistiu de estrelar a adaptação de “Sorte – Um Caso de Estupro” (Lucky), após o homem acusado de violência sexual pela obra ser inocentado na semana passada, depois de passar 16 anos preso. Ele foi identificado casualmente pela escritora Alice Sebold, com quem cruzou na rua, e com base nessa identificação e provas circunstanciais foi condenado à prisão. O filme também perdeu seu financiamento e não deverá mais sair do papel. O livro foi escrito em 1999, lançado no Brasil em 2003, e relata o estupro que Alice Sebold sofreu aos 17 anos, em maio de 1981, quando foi atacada dentro do campus da universidade Syracuse, em que estudava. No texto, ela conta ter visto um homem negro se aproximando dela e narra o ocorrido. O título do livro faz referência a uma frase que o policial que atendeu ao seu chamado lhe disse: “Você tem sorte de ter sido estuprada, e não estuprada e morta”. Autora também do livro que virou “Um Olhar do Paraíso” (2009), de Peter Jackson, focado num caso fictício de estupro e morte de adolescente, Sebold negociou a adaptação de “Sorte” em 2019, mas as filmagens demoram a começar porque um dos produtores executivos, Timothy Muccianate, viu “discrepâncias” entre as descrições da violação na obra e os registros do julgamento na segunda parte do livro, e decidiu contratar um detetive particular para apurar o que realmente aconteceu. O detetive encontrou provas e pediu análises forenses mais modernas do que as da época do julgamento de 40 anos atrás, e suas descobertas fizeram as autoridades determinarem que havia “falhas sérias” na apuração de 1982, que traziam dúvidas sobre se o verdadeiro criminoso tinha sido condenado. Ao analisar novamente o caso, os promotores pediram ao juiz da Suprema Corte Estadual para exonerar Anthony J. Broadwater, o homem condenado pelo estupro de Sebold — que ficou 16 anos na prisão — , pois ele era inocente. Na última segunda-feira (22/11), Broadwater foi formalmente inocentado, teve todas as condenações anuladas – de estupro em primeiro grau e cinco acusações relacionadas – e não será mais classificado como agressor sexual. Broadwater nunca assumiu a culpa pelo estupro de Sebold. No fatídico dia, a futura escritora descreveu as características de seu agressor para a polícia, mas o retrato falado não se parecia com o do homem condenado pelo crime. Mesmo assim, ele foi preso cinco meses depois, porque Sebold passou por ele na rua e contatou a polícia, dizendo ter visto seu agressor. O detalhe é que, na hora de identificar o agressor entre outros homens pretos, Sebold voltou a apontar uma pessoa diferente. Isto deveria encerrar a acusação, mas os promotores originais do caso justificaram o erro dizendo que Broadwater e o homem identificado erroneamente haviam tentado enganar e confundir Sebold propositalmente. A condenação de Broadwater (chamado de Gregory Madison no livro) se baseou nesta identificação problemática e em análises de um fio de cabelo encontrada na cena do crime, uma tecnologia que nunca foi considerada acurada e se tornou obsoleta. “Junte um pouco de ciência fajuta com uma investigação falha e temos a receita perfeita para uma condenação errada”, disse à imprensa o advogado de Broadwater, David Hammond. A moção para anular a condenação foi feita pelo promotor público do condado de Onondaga, William J. Fitzpatrick, que observou que as identificações de testemunhas de estranhos, especialmente aquelas que cruzam as linhas raciais, muitas vezes não são confiáveis. Alice Sebold é branca e o Anthony J. Broadwater é negro. “Sorte – Um Caso de Estupro” é cheio de situações racistas, que seriam justificadas pelo choque causado pelo estupro. Em algumas passagens, a escritora assume ver todos os negros como prováveis estupradores. E tudo indica que foi isso que aconteceu com um homem inocente. O livro vendeu mais de 1 milhão de cópias, deu início à carreira da escritora. Três anos depois, ela publicou “Uma Vida Interrompida” (The Lovely Bones), que vendeu 10 milhões de cópias e virou o filme de Peter Jackson indicado ao Oscar. A adaptação de “Sorte” seria escrita e dirigida por Karen Moncreiff (“13 Reasons Why”), mas após o escândalo, a saída da atriz principal e a perda de financiamento, o trabalho de desenvolvimento resultou em tempo perdido. Só que a trama pode ter desdobramentos, com ações judiciais por perdas e danos dos produtores do filme, que devem ter pago adiantado pelos direitos do livro, e do próprio Anthony Broadwater, ao descobrir que Sebold ganhou dinheiro com sua prisão. Em comunicado divulgado por seus assessores, a escritora afirmou que não iria se pronunciar sobre o caso.
Will Poulter vira bandido romântico em trailer de musical
O filme independente britânico “The Score” ganhou pôster e seu primeiro trailer, que revela uma curiosa mistura de gêneros. A trama acompanha dois criminosos num café de beira de estrada, aguardando o momento para realizar um assalto, ao mesmo tempo em que um deles desenvolve um enredo romântico paralelo com a garçonete. O detalhe é que tudo acontece em clima de musical, com os atores cantando parte da história. O elenco é liderado por Will Poulter (“Maze Runner”), Naomi Ackie (“As Panteras”) e Johnny Flynn (o David Bowie de “Stardust”), que também assina as músicas originais. Já o roteiro e a direção são de Malachi Smyth (“Nocturne”) Ainda não há previsão de estreia.
“The Sinner” vai acabar na 4ª temporada
O canal pago americano USA Network anunciou que a 4ª temporada de “The Sinner”, atualmente em exibição nos EUA, será a última da série. A série estreou em 2017, acompanhando a investigação do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) sobre o caso de uma jovem mãe (Jessica Biel) que comete um ato de violência brutal sem saber explicar porquê. Jessica Biel se tornou uma das produtoras da série, que nas três temporadas seguintes acompanhou novos casos de Ambrose, com participação de outros astros conhecidos, como Carrie Coon (“Ghostbusters – Mais Além”), Matt Bomer (“Patrulha do Destino”) e Frances Fisher (“Watchmen”). O último episódio está programado para ir ao ar em 1º de dezembro. No Brasil, “The Sinner” é disponibilizada pela Netflix, que ainda não revelou a data de estreia dos capítulos finais. Veja abaixo o trailer americano da 4ª temporada, que começou a ser exibida em 13 de outubro nos EUA.
Terceiro spin-off de “Power” ganha trailer
O canal pago Starz divulgou o trailer de mais uma série derivada de “Power”. Trata-se do terceiro spin-off da atração original, encerrada em fevereiro do ano passado após seis temporadas. A nova atração se chama “Power Book IV: Force” e é centrada no personagem Tommy Egan. Joseph Sikora volta a encarnar o papel originado em “Power”, após deixar Nova York e os eventos turbulentos do final da série para trás. A produção é de Courtney Kemp, criadora de “Power”, e Curtis “50 Cent” Jackson, que viabilizou a atração original e seus derivados. Já a função de showrunner ficou com Robert Munic, criador de “The Cleaner” e produtor-roteirista de “Empire”. A estreia está marcada para 6 de fevereiro. “Power Book IV: Force” se junta a “Power Book II: Ghost”, continuação direta da história original que estreia a 2ª temporada em 21 de novembro, e ao prólogo “Power Book III: Raising Kanan”, que retorna em 2022 com seu segundo ano de produção. Todas as séries são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Starzplay.
Luísa Sonza é assaltada na noite de São Paulo
A cantora Luísa Sonza foi assaltada na noite de terça (12/10) em São Paulo. Ela estava voltando de um show da banda Melim no Espaço das Américas e fazia compras em uma farmácia quando foi rendida por assaltantes. Segundo sua assessoria, ela “está bem”. Relatos do roubo indicam que Sonza teve um celular roubado. Ela estava com um segurança, que perdeu uma corrente, e amigas, que também tiveram alguns pertences levados pelos assaltantes.
Brincadeira de mau gosto vira treta entre atores do filme do caso Richthofen
Assim como Suzanne von Richthofen e Daniel Cravinhos, seus intérpretes também se desentenderam após contracenarem nos filmes “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou os Meus Pais”, da Amazon Prime Video. A atriz Carla Diaz afirmou se sentir “desrespeitada” após uma postagem de Leonardo Bittencourt nas redes sociais e publicou recados contundentes. Leonardo compartilhou uma imagem no Twitter com a frase “topa tudo por buce**”, em que aparecem os rostos dos protagonistas dos filmes, numa referência ao caso envolvendo Suzane von Richthofen e os irmãos Cravinhos. A ex-participante do “BBB 21” não gostou de ver uma foto sua associada à frase, afirmou que “brincadeira tem limite” e disse que não se calaria diante da atitude. “Hoje me senti muito desrespeitada como mulher e profissional. Não vou me calar, chega!”, escreveu. “Toda vez que venho ao Twitter é um caos, discórdia e falta de respeito com o próximo”, completou. O desabafo fez o assunto “Te Amamos Carla Diaz” se tornar tendência no Twitter, demonstrando o apoio dos fãs à atriz. “E se eu me senti desrespeitada, imagina que ela que tinha a imagem sendo usada?”, disse uma das seguidoras. “Respeito acima de tudo”, pediu outra. Diante da repercussão, o ator apagou a postagem e pediu desculpas na rede social. “Jamais imaginei que isso pudesse ser ofensivo. Eu não tenho nada a fazer além de pedir desculpas, ouvir e não repetir”. Veja abaixo os tuítes originais da confusão. Pra quem n ta entendendo:O cara que contracena com ela postou um meme com a capa do filme escrito "topa tudo por buceta" no lugar do nome do filme. as fãs dela se sentiram ofendidas e ele apagou pic.twitter.com/IGIIJVtdTm — Ryan Henrique (@Ryan_opX) October 1, 2021 Do fundo do meu coração, jamais imaginei que isso pudesse ser ofensivo. Eu não tenho nada a fazer além de pedir desculpa, ouvir e não repetir. Triste de verdade com o rumo que isso tomou. Mais uma vez, desculpas. — Leo Bittencourt (@Leobiteco) October 1, 2021 De fato preciso aprender ainda a lidar com a responsabilidade de ter mais exposição. Fui inconsequente, irresponsável e estendo meu pedido de desculpas a todas as mulheres que se sentiram ofendidas. — Leo Bittencourt (@Leobiteco) October 1, 2021 É sobre isso. Apenas isso! Sobre ser mulher! https://t.co/8HHORBDiBv — Carla Díaz 🦋 (@Carladiaz) October 1, 2021 O carinho de vocês é o que aquece. Mas as vezes é preciso tomar muito cuidado com o que se posta e compartilha.Não existe lado certo e lado errado. Todos vocês são meus fãs certo? E eu respeito todos vocês! Amo todos e não existe divisão para mim! Tenham isso em mente. pic.twitter.com/ng1z7hOVSm — Carla Díaz 🦋 (@Carladiaz) October 1, 2021
Minissérie “BMF” vira série com renovação para 2ª temporada
O canal pago americano Starz transformou a minissérie “BMF” (Black Mafia Family) em série normal, ao anunciar a renovação da produção para sua 2ª temporada. A decisão foi tomada em tempo recorde, quatro dias após a exibição do primeiro episódio. A renovação reforça os laços do canal com o produtor rapper Curtis “50 Cent” Jackson, responsável pelo fenômeno da série “Power”, que continua a render derivados após seu final. O rapper também é o produtor principal de “BMF”. Assim como “Power”, a nova atração é uma série criminal, inspirada na história real de dois irmãos que se tornaram os poderosos chefões de Detroit nos anos 1980. A liderança carismática de Demetrius “Big Meech” Felnory, o faro para negócios de Terry “Southwest T” Flenory e a parceria fraternal e visionária da dupla transformou o tráfico de drogas num negócio lucrativo e influente. Graças a suas conexões com o mundo do rap, os irmãos também lançaram um selo musical. A série é estrelada por Demetrius ‘Lil Meech’ Flenory (“Euphoria”) interpretando o próprio pai, Demetrius “Big Meech” Felnory, e o rapper Da’Vinchi (“All American”) como Terry “Southwest T” Flenory. Além deles, o elenco ainda destaca Snoop Dogg como o conselheiro espiritual da dupla, Pastor Swift, e até uma participação de Eminem, rejuvenescido digitalmente para viver White Boy Rick, traficante adolescente que virou informante da polícia – e ganhou seu próprio filme em 2018. O showrunner é Randy Huggins (produtor-roteirista de “Power”) e a produção ainda inclui os atores Russell Hornsby (“Grimm”), La La Anthony (“Power”), Ajiona Alexus (“Empire”), Steve Harris (“O Desafio”/The Practice), Wood Harris (“Homem-Formiga”), Myles Truitt (“Raio Negro”/Black Lightning), Serayah (“Empire”), Markice Moore (“Snowfall”) e Eric Kofi-Abrefa (“The One”). Os episódios de “BMF” são disponibilizados todos os domingos no Brasil pela plataforma Starzplay. Veja abaixo o trailer em duas versões, dublada em português e com o idioma original.
Antonia Fontenelle é enquadrada em crime de racismo
Antonia Fontenelle foi indiciada pela Polícia Civil da Paraíba pelo crime de preconceito e racismo por comentários sobre o caso de DJ Ivis – preso por agredir a ex-mulher, Pamela Hollanda. A atriz que virou youtuber utilizou expressões como “esse paraíbas” e “paraibada”, consideradas preconceituosas de acordo com investigação, As investigações tiveram o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Fontenelle deu depoimento sobre o caso à polícia do Rio e, durante o interrogatório, disse que utilizou a expressão xenofóbica para se referir só ao DJ. Ela falou que não pretendia ofender a população da Paraíba ou qualquer outro nordestino nem quis se mostrar superior. Mas o inquérito da 1ª Delegacia de Polícia Civil de João Pessoa, aberto em julho e encerrado nesta quarta (22/9), realizou uma perícia nos vídeos que circularam nas redes sociais e chegou à conclusão que o caso se enquadrada na Lei do Racismo, que prevê multa por crime de preconceito ou discriminação e pena de reclusão de 1 a 3 anos. Ao comentar a agressão de Ivis, Fontenelle se manifestou da seguinte forma: “Esses paraíbas fazem um pouquinho de sucesso e acham que podem tudo”. Posteriormente, ela tentou se justificar a expressão no Instagram. “Paraíba é força de expressão, quem faz ‘paraibada’, como por exemplo bater em mulher. Esses machos escrotos que ganham uns trocados e acham que podem tudo”, disse. A justificativa teria reincidido na xenofobia. Até a vencedora do “BBB 21”, Juliette Freire, comentou, sem citar o nome da youtuber, que se tratava de ofensa. “Não é força de expressão, é xenofobia. Não existe ‘ser Paraíba’ e ‘fazer paraibada’. Existe ser PARAIBANA/O, o que sou com muito orgulho. Tire seu preconceito do caminho, que vamos passar com a nossa cultura e não vamos tolerar atitudes machistas e xenofóbicas de lugar algum…”. Com a repercussão do caso, os advogados de Fontenelle afirmavam que a acusação de racismo era caluniosa e baseada em distorção dos fatos. “A Antonia está sendo vítima de calúnia, pois teve a fala deturpada e retirada de um contexto, quando manifestou indignação nas redes sociais a respeito da violência doméstica praticado pelo DJ Ivis contra a esposa, fato divulgado em mídia nacional”, afirmou um comunicado dos responsáveis pela defesa da atriz. “Ela jamais teve a intenção de ofender o povo da Paraíba, apenas manifestou opinião sobre o covarde comportamento de um paraibano em específico, do qual temos certeza que não é orgulho para nenhum de seus conterrâneos no momento. O Delegado que determinou a instauração do inquérito policial certamente está sendo induzido a erro, mudaram o foco da questão. Com a investigação será elucidado o fato específico, minha cliente não cometeu o suposto crime alegado. A situação vem causando um abalo imensurável à honra de Antonia, e eventual denúncia caluniosa será apurada, sob as penas da Lei”, acrescentou o texto. Essa não foi a primeira acusação de xenofobia contra Antonia Fontenelle. Em fevereiro, ela foi indiciada pelos crimes de racismo e xenofobia após dizer que Giselle Itié deveria voltar para o México, país onde a atriz nasceu.
Morena Baccarin vai estrelar nova série de ação criminal
Morena Baccarin vai protagonizar uma nova série na TV americana. A rede NBC encomendou a produção de “The Endgame”, um thriller de ação, que trará a estrela brasileira de “Homeland”, “Gotham” e dos filmes de “Deadpool” como uma criminosa internacional. A atriz viverá Elena Federova, uma traficante de armas recentemente capturada, que orquestra uma série de assaltos a bancos de seu cativeiro. Mas seus planos ambiciosos são interceptados por uma gente do FBI que fará tudo para impedi-la de atingir seu verdadeiro objetivo. A série foi criada pelos roteiristas Nicholas Wootton (“Scorpion”) e Jake Coburn (“Arrow”) e tem produção de Julie Plec (criadora do universo “The Vampire Diaries”) por meio de sua empresa My So-Called Company. O elenco também inclui Ryan Michelle Bathe (“O Clube das Divorciadas”), Kamal Angelo Bolden (“Amizade de Férias”), Costa Ronin (“The Americans”), Noah Bean (“12 Monkeys”), Jordan Johnson-Hinds (“Nurses”) e Mark D. Espinoza. O drama vem da Universal TV, onde Plec também desenvolve “Vampire Academy”, série baseada na coleção literária “Academia de Vampiros”. A produtora trocou seu antigo acordo com a Warner Bros. Television por um novo contrato com a Universal em janeiro de 2020. Veja abaixo a primeira imagem oficial de “The Endgame”.
José Padilha vai dirigir nova série criminal da Netflix
A Netflix encomendou uma nova série criminal de José Padilha. Produtor de “Narcos e “O Mecanismo”, ele vai dirigir os primeiros episódios de “Jigsaw”, série sobre um grande assalto. Criada pela estreante Erica Garcia e com produção do veterano cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), a produção vai girar em torno do maior assalto já tentado, mostrando os planos, as tramoias, traições e vinganças que cercam o feito, ao longo de 25 anos. A trama é inspirada pela história real do desaparecimento de US$ 70 milhões desapareceram no centro de Manhattan durante o furacão Sandy em 2012. O elenco internacional é encabeçado por Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”), Paz Vega (“Rambo: Até o Fim”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”), Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Peter Mark Kendall (“The Americans”), Rosaline Elbay (“Ramy”), Jai Courtney (“O Esquadrão Suicida”) e Niousha Noor (“Here and Now”). Ainda não há previsão para a estreia.
The Sinner: Bill Pullman investiga novo mistério no trailer da 4ª temporada
O canal pago americano USA divulgou o trailer da 4ª temporada de “The Sinner”, que é disponibilizada no Brasil pela Netflix. A prévia dos novos episódios mostra o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) tendo que desvendar um novo mistério na ilha de Hanover. Tudo começa quando ele vê uma mulher caminhando em direção a um penhasco perto do oceano antes de desaparecer. Esta mulher é Percy Muldoon (Alice Kremelberg, de “Orange Is the New Black”), filha de uma família abastada da ilha. Após seu testemunho, autoridades vasculham as águas ao redor, mas não encontram sinais de um corpo. Na verdade, uma testemunha afirma ter visto Percy ir embora após a ligação inicial de Harry para o 911, forçando-o a questionar se ele realmente viu o que pensa que viu. Meg (Frances Fisher, de “Watchmen”), a matriarca da família Muldoon, também não acredita que Percy teria se matado. Mas a jovem talvez tenha se escondido, com medo de uma ameaça real a sua vida, mantida em segredo pela família. Além de Pullman, a continuação também terá a volta de Jessica Hecht como Sonya, a parceira do detetive, e a mesma equipe de bastidores comandada pelo criador-showrunner Derek Simonds, incluindo a atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada e é produtora executiva da atração. A estreia da 4ª temporada está marcada para 13 de outubro nos EUA.
Série criminal estrelada por Jeremy Renner ganha trailer violento
A Paramount+ divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Mayor of Kingstown”, série criminal criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Vingadores: Ultimato”). A prévia é repleta de cenas de ação e violência, que abrangem os dois lados da lei, com enfrentamentos atrás das grades e abusos policiais. Cocriada por Sheridan e o ator Hugh Dillon (do elenco de “Yellowstone”), a série gira em torno da família McLusky, considerada verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Com 10 episódios, a trama pretende desenvolver temas de racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social. Além de Renner, o elenco destaca Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”), Taylor Handley (“Vegas”), Aidan Gillen (“Game of Thrones”), Tobi Bamtefa (“Tin Star”), Michael Reventar (“See”) e o próprio roteirista Hugh Dillon, entre outros. A estreia está marcada para 14 de novembro.
“Impeachment: American Crime Story” ganha novo trailer
O canal pago FX divulgou um novo trailer de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir em seus novos episódios o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A prévia destaca a importância de Linda Tripp no escândalo, que foi quem descobriu e vazou o envolvimento de Clinton com a estagiária Monica Lewinsky, informação que foi usada para tentar derrubar o presidente. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, e Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, além de Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. A estreia está marcada para 7 de setembro nos EUA.












