Os Novos Mutantes ganha nova data de estreia no cinema
A Disney não desistiu de lançar “Os Novos Mutantes” nos cinemas. Nove dias depois do filme aparecer como futuro lançamento digital na Amazon, o estúdio definiu uma nova data de estreia, a quarta desde o início da produção. O anúncio foi feito no Twitter oficial do longa, por meio de um novo pôster que destaca o lançamento em 28 de agosto. Ainda não há confirmação da data no Brasil. “Os Novos Mutantes” é um dos filmes mais adiados de todos os tempos – só deve perder para a continuação de “Avatar”. A estreia anterior estava marcada para março, data que se tornou inviável devido à pandemia de coronavírus. Mas enquanto outros filmes da Disney foram rapidamente remanejados, a última produção da Fox com heróis da Marvel tinha ficado fora do calendário do estúdio até esta quarta-feira (13/5), alimentando rumores sobre seu destino. Filmado em 2016, “Os Novos Mutantes” deveria ter estreado originalmente em 2018, mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. O trabalho de pós-produção ficou interrompido por meses sem que os efeitos visuais tivessem sido finalizados, nem os efeitos sonoros, edição, trilha e vários outros detalhes. O diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) só retomou a produção no fim do ano passado, acrescentando efeitos que aprimoraram o visual das habilidades místicas de Illyana/Magia, notadamente sua espada de energia, além de Lockheed, o dragão roxo da personagem, para lançar o longa em março. O que, de novo, não aconteceu. Enquanto isso, acumulam-se três anos de trailers que não revelam muita coisa, refletindo uma sinopse incrivelmente curta sobre cinco jovens mutantes que ainda estão descobrindo seus poderes e que são mantidos reclusos em um local contra a sua vontade. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. Para completar, o elenco inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. we’re back pic.twitter.com/JsoRciPYpj — New Mutants (@NewMutantsFilm) May 13, 2020
Ator de Blue Bloods sai de coma após perder a perna por covid-19
O ator Nick Cordero acordou após passar mais de um mês em coma. O astro da Broadway estava sedado num UTI de Nova York desde 1ª de abril e, devido a complicações da covid-19, precisou amputar uma perna para sobreviver ao ataque agressivo do novo coronavírus Sua esposa, Amanda Kloots, compartilhou a informação num Stories de seu Instagram, dizendo que Nick está acordado e consciente. “Caras, talvez a gente tenha que mudar nossa hashtag. Nick está acordado!”, disse a personal trainer, referindo-se a hashtag #wakeupnick (acordeNick), que ela usou em suas mensagens anteriores. Ela revelou que o ator mal consegue abrir os olhos porque está “muito, muito fraco” por combater o coronavírus, mas garantiu que a reação dele representa “ótimas notícias”, segundo os médicos. Kloots tem mantido os amigos da família e seguidores do Instagram atualizados sobre a saúde de Cordero durante toda a sua hospitalização. Em alguns momentos, ela chegou a se desesperar, achando que ele jamais se recuperaria. Em 18 de abril, ela compartilhou a notícia de que seu marido precisaria amputar a perna direita, devido à problemas de circulação de sangue. O tratamento com anticoagulantes para evitar a perda do membro causou problemas, como aumento de pressão arterial e sangramento interno no intestino, e foi preciso fazer uma escolha. Isto aconteceu uma semana depois do ator desenvolver uma segunda infecção pulmonar e morrer por alguns minutos, precisando ser ressuscitado e passar por uma cirurgia de emergência. “Eles tiveram muita dificuldade em recuperá-lo”, disse Kloots na época. Cordero já foi indicado ao Tony (o Oscar do teatro) e trabalhou no filme “Despedida em Grande Estilo” e nas séries “Blue Bloods” e “Law & Order: SVU”.
Netflix culpa coronavírus e adia especial de Unbreakable Kimmy Schmidt no Brasil
Lançado nesta terça (12/5) nos EUA, o especial da série “Unbreakable Kimmy Schmidt” não foi disponibilizado para os fãs brasileiros. E o motivo disso, segundo a plataforma, foi a falta de dublagem na produção. A Netlix explicou que, por se tratar de um especial interativo, a companhia optou por não lançá-lo sem a opção do áudio dublado em português, e que não foi possível realizar esse trabalho devido à pandemia de covid-19. “Muitos estúdios de dublagem estão fechados devido ao coronavírus e por isso a dublagem de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend’ está atrasada. Esperamos realizar essas dublagens o mais rápido possível – assim que os dubladores puderem gravar em segurança novamente”, informou a empresa em nota oficial. Um aviso deve ser colocado em breve na página do especial na plataforma. Por conta disso, ainda não há previsão de estreia da produção no Brasil. Nas últimas semanas, a Netflix tem disponibilizado várias séries apenas em versão legendada, com o alerta de que não há dublagens disponíveis. Foi o caso, por exemplo, da 2ª temporada de “Disque Amiga Para Matar” – que infelizmente não reverteu também ao título original, “Dead to Me”, sem nenhuma relação com a “tradução” nacional. Ao buscar os episódios disponibilizados na sexta (8/5), os assinantes se deparam com uma mensagem dizendo que “em alguns idiomas, a dublagem atrasou. A prioridade é a saúde dos dubladores”. De acordo com a Netflix, atrasar estreias por falta de dublagem não deve se tornar uma regra. De todo modo, o atraso de “Kimmy Schmidt” não parece ter sido repentino. Ao contrário, a estreia da produção foi omitida do material da empresa sobre os lançamentos de maio no Brasil, tanto para o público quanto para jornalistas. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanha uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada de seu bunker subterrâneo, Kimmy (Ellie Kemper) não lamenta ter sido enganada, preferindo ficar feliz por o mundo não ter acabado. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos sempre positivos. Com um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, o especial da atração inclui opções para que os espectadores façam escolhas para os personagens ao longo da história. Como se trata de um epílogo, já que a série acabou janeiro, as escolhas dão diferentes finais para a trajetória da protagonista. A produção destaca a participação de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e o enfrentamento final, após quatro temporadas, entre Kimmy e o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Entre as diversas situações apresentadas, o espectador deverá escolher se Kimmy se casa com o personagem de Radcliffe ou embarca numa aventura para salvar outras vítimas do Reverendo, que estariam num bunker ainda não descoberto. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial, descrito como “a maior aventura de Kimmy até agora”. Veja o trailer oficial abaixo. Por sinal, ele também não recebeu versão legendada ou dublada em português na página da Netflix no YouTube.
Hamilton: Disney vai lançar documentário mais caro de todos os tempos em streaming
A Disney mudou seus planos para a exibição do filme do musical da Broadway “Hamilton”. Previsto para chegar aos cinemas em outubro de 2021, o documentário mais caro de todos os tempos vai virar lançamento de streaming e estreará já no próximo mês. O anúncio foi feito no Twitter e acompanhado por um pôster animado que traz a nova data e destino – veja abaixo. O estúdio adquiriu os direitos de exibição da peça de Lin-Manuel Miranda (indicado ao Oscar por “Moana”) em fevereiro passado, travando uma luta de ofertas contra outros interessados, o que fez o valor atingir impressionantes US$ 75 milhões, segundo apurou na época o site Deadline – não desmentido pela Disney. Apesar do custo de blockbuster, o filme é, na verdade, literalmente teatro filmado. Trata-se de um registro da peça em junho de 2016, filmado durante três noites consecutivas, com o elenco apresentando-se no palco original da produção, que se tornou uma das mais bem-sucedidas da Broadway em todos os tempos, além de vencedora de 11 prêmios Tony e o Prêmio Pulitzer de Drama. O lançamento em streaming pretende prestar homenagem ao teatro, já que a pandemia de coronavírus, que fechou as salas de cinema, também esvaziou os palcos da Broadway, e oferecer uma história edificante para animar o espírito do público americano. “À luz dos desafios extraordinários que o mundo enfrenta, esta história sobre liderança, determinação, esperança, amor e o poder das pessoas de se unirem contra as forças da adversidade é relevante e impactante”, disse o presidente executivo da Disney, Bob Iger, no comunicado que explicou a decisão. O musical de hip-hop, no qual atores negros e latinos interpretam os pais fundadores dos Estados Unidos, será disponibilizado em 3 de julho, véspera do Dia da Independência do país, exclusivamente na plataforma Disney+ (Disney Plus). Surprise! The original Broadway production of Hamilton, filmed LIVE onstage at the Richard Rodgers Theatre, is now coming exclusively to @DisneyPlus this July 3rd. Shout it to the rooftops! #Hamilfilm pic.twitter.com/Uha1RBo6NB — Disney (@Disney) May 12, 2020
Quibi encalha e fundador da plataforma culpa coronavírus
O fundador da plataforma Quibi, Jeffrey Katzenberg, assumiu estar lidando com uma decepção diante dos números de pessoas interessadas no seu produto, lançado durante a pandemia de coronavírus. O aplicativo da Quibi teve 1,7 milhão de downloads em sua primeira semana. Mas desde a estreia em 6 de abril, mantém apenas uma base de 1,3 milhão de “usuários ativos”. Graças à baixa demanda, saiu rapidamente da lista dos 50 aplicativos gratuitos mais baixados da Apple Store. Pior que isso: não está nem entre os 100. Atualmente, encontra-se encalhado em 125º lugar. Mesmo com uma campanha que oferece teste gratuito por 90 dias, e prometendo um dos custos mais baixos dos streamings (US$ 4,99 por mês com anúncios), a plataforma não emplacou. “Atribuo tudo que deu errado ao coronavírus”, disse Katzenberg em entrevista ao jornal The New York Times, publicada na segunda-feira (12/5). “Tudo. Mas nós assumimos nossa parte”. O ex-executivo da Disney e criador da DreamWorks Animation disse que o público do Quibi realmente não é “a avalanche de pessoas que queríamos”. “Não é nem perto do que queríamos”, admitiu. Quibi aspirava ser uma Netflix de celular, com conteúdo feito exclusivamente para dispositivos móveis. A proposta faz parte do próprio nome da plataforma, formado pela junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). O nome também foi transformado em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço era apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. Só que as pessoas foram desaconselhadas a usar transportes públicos. E o ambiente de trabalho virou home office. Embora o tempo gasto nas plataformas de streaming tenha disparado à medida que os consumidores se distanciam socialmente, a opção de lazer para quem está em quarentena tem sido assistir filmes e maratonar séries pela televisão e não ver vídeos curtos pelo celular. O sucesso do Quibi dependia, basicamente, de mudar os hábitos de consumo de séries influenciados pela popularização da Netflix, com os “binges” – ou maratonas – de várias horas dedicadas a um mesmo programa. Já era uma opção arriscada, por ir contra um padrão bem-sucedido, e se tornou impraticável diante do aumento do número de horas disponíveis para o público se dedicar ao conteúdo de streaming. A ideia de “filmes em capítulos”, que define a maioria das séries de ficção da empresa, também criou um vício narrativo, ao programar uma situação de perigo a cada 10 minutos, no fim de cada episódio. Nisso, o Quibi se provou mais retrô que moderno, por evocar os antigos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940 – que batizaram o termo “cliffhanger”. Mas apesar de todo o revés, Katzengerg disse não ter se arrependido de lançar o aplicativo durante o coronavírus. “Se soubéssemos em 1º de março, quando tivemos que tomar a decisão, o que sabemos hoje, eu diria que não era uma boa ideia”, ele ponderou. “Mas estamos produzindo ouro suficiente com o feno que temos, de modo que não me arrependi”. Ele acrescentou: “Minha esperança, minha crença era que ainda haveria muitos momentos intermediários enquanto nos protegíamos em casa… Ainda existem esses momentos, mas não é a mesma coisa. Estamos fora de sincronia”. Katzenberg ainda espera virar o jogo com algumas inovações. Muito criticada por não permitir que assinantes pudessem assistir a seu conteúdo na TV, a Quibi já permite que os usuários do iPhone vejam suas atrações em telas maiores, e a mesma atualização chegará e breve aos usuários do Android. Ao mesmo tempo, a empresa está trabalhando em novas projeções de receita, com margens menores, que já levaram a cortes em seu orçamento de marketing. Só que enquanto o Quibi empaca, outras plataformas novas traçam histórias diferentes no competitivo mundo do streaming. Quando confrontado sobre o sucesso do TikTok, uma plataforma social que também usa vídeos curtos, Katzenberg se mostrou irritado. “É como comparar maçãs com submarinos”, disse ele ao Times. “Não sei o que as pessoas esperam de nós. Como era a Netflix em seus primeiros 30 dias após o lançamento? Para me falar de uma empresa que tem um bilhão de usuários e está se saindo bem nas últimas seis semanas, estou feliz por eles, mas o que diabos isso tem a ver comigo?” O Quibi também está disponível no Brasil, onde chegou sem alarde no mesmo dia em que o serviço foi inaugurado nos EUA.
Personagens de Uma Aventura Lego ensinam prevenção contra covid-19
A fabricante dos brinquedos Lego produziu um curta animado com os protagonistas de seus dois longas da franquia “Uma Aventura Lego”, Emmet e Lucy/Wildstyle, para falar sobre o coronavírus para as crianças. O vídeo conta com dublagem de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Elizabeth Banks (“As Panteras”), que fazem as vozes originais dos personagens no cinema. Na animação, eles explicam o que significa o nome covid-19 e como fazer para evitar o contágio. Ao final, a dupla ensaia até uma música para as crianças decorarem as dicas, que incluem lavar as mãos, manter distanciamento e ficar em casa. Veja abaixo.
Tell Me a Story é cancelada após 2ª temporada
A plataforma CBS All Access cancelou a série “Tell Me a Story”, que transformava contos de fadas em tramas de suspense, após sua 2ª temporada. Produzida por Kevin Williamson, o criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico” (Scream), a série era uma adaptação da espanhola “Cuéntame un Cuento” e combinava três fábulas diferentes por temporada (“Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” no primeiro ano) para criar tramas de ganância, vingança e assassinato. “O brilhante Kevin Williamson deu vida aos nossos contos de fadas favoritos em um formato de antologia que distorceu e subverteu as histórias que todos conhecemos, transformando-as em thrillers modernos. Foi um privilégio trabalhar com um grupo de mentes criativas e de elite como Kevin, Aaron Kaplan e a equipe da Kapital Entertainment, bem como o incrível elenco de ‘Tell Me a Story’, que fez um trabalho fenomenal personificando e reinventando os personagens amados desses seis contos de fadas”, disse Julie McNamara, vice-presidente e chefe de programação da CBS All Access, em comunicado. O elenco grandioso da produção incluiu Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), Zabryna Guevara (série “Gotham”), Michael Raymond-James (o Neal de “Once Upon a Time”), Sam Jaeger (série “Parenthood”), Dorian Missick (série “Animal Kingdom”), o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”) e, na 2ª temporada, Carrie-Anne Moss (a Trinity de “Matrix”). O último episódio foi exibido em fevereiro passado. Como cada temporada contou uma história completa, a série foi rapidamente adquirida pela rede The CW para ser exibida na TV aberta americana, junto com outras atrações – como “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano da plataforma DC Universe – , visando cobrir buracos da programação, ocasionados pela crise sanitária do novo coronavírus.
Rodrigo Santoro homenageia cinema brasileiro e artistas mortos em tempos de coronavírus
O ator Rodrigo Santoro publicou no Instagram um homenagem para o cinema brasileiro e os artistas mortos durante a pandemia do novo coronavírus. Em um vídeo chamado “O Povo Brasileiro”, Santoro aborda a situação da pandemia atual com uma narração que entrelaça títulos de filmes nacionais para incentivar a arte e a esperança. “Esses filmes representam parte da identidade brasileira. Não caberiam todos aqui. Foram feitos por nós para que o mundo pudesse testemunhar. Artistas, técnicos, produtores, músicos que cuidam das trilhas, enfim, tantos brasileiros contribuindo para escrever a nossa história ao longo do tempo. E isso ninguém vai poder apagar”, escreveu o ator ao lado do vídeo. Ao final, imagens dos artistas brasileiros recentemente falecidos, como Moraes Moreira, Ciro Pessoa e Rubens Fonseca, são lembradas e enaltecidas. A publicação contrasta como o silêncio da secretária de Cultura Regina Duarte sobre as mortes dos artistas. Em entrevista à CNN Brasil, ela disse que não era “obituário” para justificar sua falta de manifestação pública. Falta humanidade ao governo que ignora mortes e usa o lema nazista do Holocausto (“o trabalho liberta”) para promover ações que podem deflagrar genocídio de brasileiros em tempos de coronavírus. Ver essa foto no Instagram Esses filmes representam parte da identidade brasileira. Não caberiam todos aqui. Foram feitos por nós para que o mundo pudesse testemunhar. Artistas, técnicos, produtores, músicos que cuidam das trilhas, enfim, tantos brasileiros contribuindo para escrever a nossa história ao longo do tempo. E isso ninguém vai poder apagar. São a nossa herança, assim como "a esperança equilibrista" de Aldir, o "ficou tudo lindo de manhã cedinho" de Moraes, as palavras precisas e potentes de Rubem, o sorriso terno de Daisy, as aventuras intrépidas do Tio Maneco (Flávio querido), o som de Ciro, as obras de arte “só para baixinhos” de Azulay… e os que ainda seguem fazendo o que é belo e potente no nosso país🌻 #PatrimônioBrasileiro Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 9 de Mai, 2020 às 9:28 PDT
Remake de Colheita Maldita está sendo filmado em plena pandemia
Nem todas as produções foram paralisadas devido à pandemia de coronavírus. O site The Hollywood Reporter apurou que o remake de “Colheita Maldita” (Children of the Corn) conseguiu contornar a suspensão de suas filmagens ao adotar medidas de proteção para a equipe, em conjunto com as autoridades da cidade australiana em que está sendo rodado. O diretor Kurt Wimmer (“Ultravioleta”), responsável pela nova versão do conto de Stephen King, readaptou o planejamento das filmagens com a ajuda das autoridades locais e do produtor Lucas Foster (“Ford vs Ferrari”). A equipe foi reduzida e tem seguido todas as regras estipuladas pelo governo australiano para o período de isolamento social. Segundo a organização Screen NSW, os realizadores têm “mantido a polícia local informada de sua operação”. Essa será a terceira versão do livro a chegar às telas. A estrela de “Exterminador do Futuro”, Linda Hamilton, protagonizou a primeira versão em 1984. Depois de sete continuações, a história ganhou seu primeiro remake em 2009, feito para TV, que, por sua vez, rendeu mais duas sequências – a última em 2018. Apesar da continuidade das filmagens, o novo “Colheita Maldita” ainda não tem previsão de estreia.
Festival de Cannes desiste da edição de 2020, mas irá promover os filmes selecionados
Em meio às incertezas causadas pela pandemia do coronavírus, a organização do Festival de Cannes descartou qualquer possibilidade de realizar uma edição física do evento em 2020 e anunciou que vai criar um selo para que os filmes de sua seleção recebam reconhecimento, além de buscar parceria com outros festivais internacionais para promovê-los. Em entrevista realizada neste domingo (10/5) para o site Screen Daily, Thierry Fremaux, diretor do festival, confirmou que não será possível organizar o evento, mas descartou uma edição digital. Em vez disso, revelou seus planos para promover os filmes que deveriam ser exibidos em Cannes nesta semana, entre 12 e 23 de maio. Estes filmes vão receber um selo “Cannes 2020”. “Anunciaremos a lista no início de junho”, ele afirmou. “Em nosso coração, o que queremos fazer é promover os filmes que vimos e amamos. Recebemos filmes de todo o mundo, obras magníficas e é nosso dever ajudá-los a encontrar seu público. Uma vez anunciada a lista, o objetivo é começar a organizar eventos nos cinemas” para promover as obras selecionadas. Muitos dos filmes que não puderam estrear em Cannes devem aparecer em festivais do fim do ano, como os de Toronto, Veneza e Nova York, entre outros. Fremaux acrescentou que a ideia com Veneza é ir além de incluir um selo nas obras, mas apresentar filmes em conjunto. Até o momento, o Festival de Veneza mantém sua edição para 2020, inicialmente marcada para setembro, mas o governo italiano ainda não liberou a reabertura dos cinemas. Por conta disso, sua realização ainda não está 100% definida. Tudo vai depender da evolução da pandemia. Além de Cannes, os tradicionais festivais de cinema de Karlovy Vary, na República Tcheca, de Locarno, na Suíça, o SXSW, nos EUA, e de Edimburgo, na Escócia, já foram cancelados.
Produções de Avatar 2 e série do Senhor dos Anéis já podem ser retomadas na Nova Zelândia
Exemplo de contenção à pandemia do novo coronavírus, a Nova Zelândia fechou tudo e, após a população ficar trancada em casa por dois meses, a curva de contaminação entrou em queda vertiginosa, permitindo um relaxamento gradual da quarentena nesta semana. Entre as atividades que tiveram permissão para serem retomadas está a produção de filmes e séries, entre eles as continuações de “Avatar”, da Disney, e a atração baseada em “O Senhor dos Anéis”, da Amazon. Os estúdios interessados em retomar os trabalhos precisarão seguir uma série de normas estipuladas pela Comissão de Filmes da Nova Zelândia e aprovadas pelo governo. Annabelle Sheehan, presidente da Comissão, informou que diversos sindicatos ligados à indústria cinematográfica da Nova Zelândia trabalham em conjunto para o estabelecimento dos procedimentos que permitirão “filmagens seguras”. As filmagens das sequências de “Avatar”, de James Cameron, estavam avançadas quando foram suspensas em meados de março. O diretor estava filmando simultaneamente “Avatar 2” e “Avatar 3”, visando lançar o primeiro em dezembro de 2021 e o próximo no final de 2023. Já a série ainda sem título de “O Senhor dos Anéis”, rodada nos mesmos cenários do filme, mal tinha começado a ser gravada, após longo período de pré-produção. Por isso, ainda não tem previsão de estreia.
Elenco de Pretty Little Liars voltará a se reunir em evento online beneficente
O elenco da série “Pretty Little Liars” vai voltar a se reunir num evento beneficente online. Promovida pelo Cast4Good, a transmissão do encontro tem objetivo de arrecadar fundos para o Feeding America, organização que fornece alimentos para vulneráveis durante a pandemia do novo coronavírus. Participarão do evento Lucy Hale (Aria), Troian Bellisario (Spencer), Shay Mitchell (Emily), Ashley Benson (Hanna), Janel Parrish (Mona), Sasha Pieterse (Alison), Tyler Blackburn (Caleb) e Ian Harding (Ezra), além da criadora da série I. Marlene King. A reunião está marcada para a próxima sexta-feira (15/5) no site dos organizadores, que também oferecem oportunidades para conversas pessoais com os integrantes do elenco, limitadas aos maiores doadores. Veja os detalhes abaixo. Ver essa foto no Instagram Today’s the day!!!! We’re super excited to reveal our next #Cast4Good live online Cast Chat will be next Friday, May 15th with …. #PrettyLittleLiars!! It’s been almost 3 years since the finale of #PrettyLittleLiars, and we’ve been waiting for this moment ever since! Join us as all your favorite cast members and the show’s creator Marlene King answer your most burning questions and discuss all things #PLL exclusively for #Cast4Good. TV Guide’s Damian Holbrook will be your host, and we can’t wait to see what questions you guys come up with for him to ask the cast. And it gets even better… Upgrade to our Virtual VIP experience to have a 1-on-1 video chat with your favorite cast member (but just a heads up that these upgrades are extremely limited and will sell out quickly). So what are you waiting for? Head over to www.Cast4Good.com <http://www.cast4good.com> right now to get your tickets and secure your spot for this once-in-a-lifetime reunion. Plus you can feel really good about being a part of this with us as proceeds are going to @FeedingAmerica, who are doing amazing work to help people out during the #Covid-19 crisis. So come have a great time and help support a great cause. @prettylittleliars #cast4good #feedingamerica #prettylittleliars Uma publicação compartilhada por Cast4Good (@cast4good) em 8 de Mai, 2020 às 9:19 PDT
Antonio Bolívar (1948 – 2020)
O ator colombiano Antonio Bolívar, que interpretou o xamã Karamakate no premiado filme “O Abraço da Serpente”, de Ciro Guerra, morreu de covid-19 aos 72 anos. Ele era um dos últimos membros da tribo indígena Huitoto e foi internado em Leticia, na Colômbia, na semana passada, com sintomas do novo coronavírus, vindo a falecer na sexta-feira da semana passada (1/5). Bolívar também foi tradutor de línguas indígenas, incluindo Tikuna e Cubeo, faladas entre os habitantes do Orinoco e da região amazônica. Como ator, ele ficou conhecido por sua participação em “O Abraço da Serpente”, premiado no Festival de Cannes em 2015 e indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Depois do filme, Bolívar retomou a parceria com Ciro Guerra na série da Netflix “Fronteira Verde”, lançada no ano passado.











