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    Juliana Paes e Samantha Schmütz “discordam” sobre política nas redes sociais

    3 de junho de 2021 /

    Juliana Paes usou seu perfil no Instagram, na noite de quarta-feira (2/5), para rebater as críticas que recebeu de outra atriz, que não identificou, após ter defendido a médica Nise Yamaguchi na CPI da Covid. Juliana afirmou que foi “agredida” pelas palavras da colega de profissão, com quem já contracenou, e tentou justificar porque não sai de cima do muro. “Não sou bolsominion”, afirmou, defendendo uma posição que a esquerda chama de “isentona”. O detalhe é que seu discurso, que aparenta ser sensato (de fada sensata), embute em seu cerne argumentos que o senso comum já identificou entre os bolsominions. “Cara colega, apesar de eu ter sido agredida por suas palavras caluniosas, de ter sido invadida pela sua mensagem de noite, de ter sido acusada de ser covarde, desonesta, criminosa, eu me dispus a te responder por todas as cenas que eu me emocionei do seu lado”, iniciou a atriz. Em seguida, ela afirma ter defendido a compra de vacinas, mas sem veemência, e imediatamente passa a ecoar a posição de Bolsonaro contra o isolamento social. “Já falei publicamente sobre querer vacinas, mas eu não vou fazer isso todos os dias. Fui a primeira a pedir que as pessoas ficassem em casa, quando você ainda nem estava tão preocupada, mas agora não me sinto no direito de pedir para as pessoas ficarem sem trabalhar”, disse Juliana. Por fim, a atriz chamou de “doentia” a divisão existente na política brasileira. “Qualquer assunto é politizado. É um maniqueísmo”, afirmou, antes de usar justamente de maniqueísmo para se justificar, dizendo que não apoia as “ideias arrogantes da extrema direita”, mas que também tem medo dos “delírios comunistas da extrema esquerda”, como se o Brasil estivesse dividido entre esses dois polos. Apenas bolsominions chamam de “comunistas” aqueles que criticam o governo Bolsonaro. Na pesquisa de opinião mais recente, divulgada na semana passada pela PoderData, 59% dos brasileiros reprovam Bolsonaro. A maioria dos brasileiros não cabe no clichê de que quem protesta é comunista. Em seu desabafo, a atriz afirmou ter críticas severas contra o governo. Mas simplesmente não as faz. Muitos internautas deduziram que o vídeo teve como alvo Samantha Schmütz, que anda revoltadíssima contra quem não se posiciona, após a morte de seu amigo Paulo Gustavo por covid-19. As duas atrizes contracenaram na novela “Totalmente Demais” (2016), como as irmãs Dorinha e Carolina. Para comprovar que o alvo era ela mesmo, Samantha Schmütz reagiu à mensagem de Juliana Paes. Também sem dizer o nome da atriz, ela escreveu em suas redes sociais: “Gente que não está falando, não é porque está em cima do muro. É porque está do outro lado do muro mesmo. O lado que dá vergonha de estar. Por isso silencia”. Samantha Schmütz ainda repostou uma mensagem do roqueiro Tico Santa Cruz abordando o argumento dos “comunistas” levantado pela atriz. Veja os posts das duas estrelas abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Juliana Paes Actress Brazil (@julianapaes)

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    “Um Lugar Silencioso – Parte II” é adiado novamente no Brasil

    2 de junho de 2021 /

    A estreia de “Um Lugar Silencioso – Parte II” voltou a ser adiada no Brasil. O filme, que deveria ter sido lançado em março do ano passado, vem sofrendo vários atrasos devido à pandemia de covid-19. Finalmente lançado na sexta passada (28/5) nos EUA, a sequência do terror de 2018 deveria chegar em 24 de junho no Brasil, mas agora só entrará em cartaz nos cinemas nacionais em 15 de julho. O filme quebrou recordes de bilheteria no fim de semana, quando chegou na América do Norte, tornando-se a maior estreia de cinema da pandemia. Novamente dirigida por John Krasinski, a continuação de “Um Lugar Silencioso” acompanha o destino da personagem de Emily Blunt e seus filhos, que agora incluem um bebê, em fuga das criaturas que reagem ao menor barulho com força extrema. Em sua jornada, a família acaba cruzando com novos personagens, entre eles os vividos por Cillian Murphy (“Peaky Blinders”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Wayne Duvall (“Pearson”). Confira abaixo o trailer legendado.

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  • Série

    Marcelo Adnet lança programa humorístico sobre CPI da Covid

    31 de maio de 2021 /

    O humorista Marcelo Adnet lançou nesta segunda-feira (31/5) um novo programa na plataforma Globoplay: “Adnet na CPI”. A produção foi inspirada nos recentes posts do comediante nas redes sociais. Assim como o “Sinta-se em Casa”, realizado durante a pandemia, o novo programa será aberto também para não assinantes. Mas não será diário como o anterior. “Adnet na CPI” será semanal, com novos episódios disponibilizados sempre às segundas-feiras. A atração trará Adnet narrando o desenrolar da CPI da Covid com crítica e humor, imitando a dicção e entusiasmo dos locutores esportivos, principalmente da dupla da Globo Galvão Bueno e Casagrande. “Os internautas que sugeriram essa dinâmica de narrar a CPI. Estou fazendo tudo de casa. Comecei fazendo posts, fiz uma rápida live e a partir daí chegamos neste formato”, ele explicou em comunicado à imprensa. “Acho que é interessante porque pode dar visibilidade e popularidade a um momento tão sério. Ao mesmo tempo em que é uma brincadeira, é também uma divulgação de um momento muito importante para o país”, completou.

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  • Etc

    Descaso na Cinemateca: Centenas de filmes já estariam perdidos

    31 de maio de 2021 /

    Responsável pelo fechamento da Cinemateca Brasileira, o governo Bolsonaro pode ser culpado pela destruição de um patrimônio inestimável da cultura brasileira. Fechada há cerca de 15 meses, desde que um representante da secretaria da Cultura chegou com escolta ostensiva da Polícia Federal para pegar as chaves dos responsáveis pela preservação de seus filmes, a Cinemateca pode já ter perdido parte de seu acervo, que estaria em estado de deterioração avançado, devido à negligência, segundo denúncia publicada pelo colunista Ricardo Feltrin nesta segunda-feira (31/5). Entre 600 e 1.000 filmes, em incontáveis números de rolos, teriam sido perdidos completamente. Os números são estimados por funcionários públicos que preferiram não se identificar, por temerem represálias – relatos de que o secretário da Cultura Mário Frias anda armado durante o trabalho em Brasília nunca foram contestados. O mau estado do acervo teria sido constatado por uma perícia no local a mando do Ministério Público Federal (MPF), que apura denúncias e investiga o que levou o governo a romper com a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto) de forma unilateral em dezembro de 2019. A inspeção teria apontado vários problemas na manutenção do prédio e do acervo. Fundada em 1946, a Cinemateca guarda registros de valores incalculáveis, como filmes feitos durante as incursões do Exército brasileiro na 2ª Guerra Mundial, clássicos do Cinema Novo, documentários do Brasil do começo do século 20, coleção de imagens raras da TV Tupi, primeira emissora de TV do país, inaugurada em 1950, 1 milhão de documentos relacionados à área do audiovisual, 245 mil rolos de filmes e 30 mil títulos de cinema, entre obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares de personalidades históricas. A Secretaria de Cultura não se manifestou sobre a denúncia. Mas ela é responsável pela situação, na medida em que forçou o despejo dos que preservavam as obras e assumiu publicamente o “compromisso de resguardar a continuidade dos serviços e a segurança do patrimônio cultural preservado pela Cinemateca”. O governo jogou a Cinemateca no limbo quando o então ministro da Educação, Abraham Weintraub, aquele que Bolsonaro chamava de “um dos meus melhores ministros”, encerrou o contrato da Acerp para a realização da TV Escola, visando colocar olavistas para tocar o canal. Só que os direitos do canal eram exclusivos da Acerp, melando seus planos. Mas não ficou nisso. Além de tirar a TV Escola do ar, ao rasgar o contrato Weintraub criou um imbrólgio jurídico, porque a administração da Cinemateca estava definida num aditivo daquele documento. A Acerp entendeu que a parceria não poderia ser rompida, porque o acordo original para que cuidasse da Cinemateca iria até março de 2021, e continuou a administrar a entidade com recursos do próprio caixa por vários meses. Por conta disso, alega que o governo lhe deve R$ 14 milhões, correspondentes aos valores não repassados inclusive quando o contrato estava vigente. Segundo a Acerp, dos R$ 13 milhões do orçamento previsto em 2019, o governo só entregou R$ 7 milhões – e nada em 2020. O objetivo da secretaria de Cultura, ao congelar o repasse, teria sido justamente inviabilizar o funcionamento da Cinemateca, de modo a assumir o controle administrativo da entidade de forma emergencial. Bolsonaro chegou a posar ao lado da atriz Regina Duarte, dizendo que lhe daria a presidência da Cinemateca como compensação por demiti-la da Secretaria da Cultura. Mas o cargo que ele prometeu nunca existiu, uma vez que a administração da Cinemateca não poderia ser exercita pelo poder federal. Mas apesar do contrato de seção pública da Cinemateca, datado de 1984, proibir o governo de assumir seu controle, em agosto de 2020, com reforço da Polícia Federal, as chaves da Cinemateca Brasileira foram entregues à União e todo corpo técnico da instituição foi demitido. O caso ganhou repercussão internacional e se tornou símbolo da política cultural do governo Bolsonaro – que, conforme apontam as evidências, é simplesmente destruir tudo. Até o diretor do Festival de Cannes, o francês Thierry Frémaux, chegou a protestar contra o descaso do governo em relação à Cinemateca, considerando o desgoverno de Bolsonaro como uma ameaça à Cultura. “Quero expressar meu apoio à Cinemateca Brasileira, ameaçada pelo atual governo”, disse ele, em entrevista coletiva com a participação dos diretores dos sete maiores festivais de cinema da Europa, durante o Festival de Veneza no ano passado.

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  • Filme

    “Um Lugar Silencioso – Parte II” quebra recordes de bilheteria

    30 de maio de 2021 /

    “Um Lugar Silencioso – Parte II” fez um barulho enorme nas bilheterias em sua estreia neste fim de semana. O lançamento da Paramount quebrou vários recordes de arrecadação da pandemia. Só na sexta (28/5), dia em que chegou aos cinemas, faturou US$ 19,3 milhões no mercado doméstico, a maior bilheteria de um único dia na América da Norte desde o começo das restrições. Até este domingo (30/5), o terror com alienígenas somou US$ 48 milhões nos EUA e Canadá, superando em três dias o recorde de abertura de “Godzilla vs. Kong”, que precisou de cinco dias em cartaz para chegar neste valor. Como o fim de semana é estendido por um feriado local (Memorial Day) na segunda-feira, as projeções apontam uma abertura de quatro dias de US$ 58 milhões, deixando ainda mais evidente o recorde conquistado. O que mais impressiona neste desempenho é que o montante reflete as previsões iniciais para o lançamento do filme… antes da pandemia. Vale lembrar que “Um Lugar Silencioso – Parte 2” deveria ter estreado originalmente em 20 de março de 2020 e chegou a ter projeções de vendas de ingressos na época, baseadas na procura antecipada. Esperava-se que o filme faturasse US$ 60 milhões em seu fim de semana inaugural e a “profecia” se cumpriu, independente do adiamento e da pandemia. “‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ é o primeiro lançamento doméstico deste ano a cruzar o limiar de ‘grande fim de semana de abertura devido à pandemia’ para ‘grande fim de semana de abertura, ponto final’, oferecendo uma prova inegável de que a bilheteria doméstica está de volta”, apontou Rich Gelfond, CEO da IMAX em um comunicado. A continuação ainda teve desempenho comparável ao primeiro filme, que abriu com US$ 50 milhões em 2018. Entretanto, o longa original custou apenas US$ 17 milhões, enquanto o segundo teve orçamento de US$ 61 milhões. O terror escrito e dirigido por John Krasinski, e estrelado por sua esposa Emily Blunt, também teve uma boa vendagem internacional. Por enquanto, a distribuição se limitou a 12 países, mas só a China foi responsável por US$ 15 milhões – 66% mais que o filme original. O sucesso ainda se estendeu à crítica, que rasgou elogios à produção e principalmente à direção de Krasinski. A média aferida pelo agregador Rotten Tomatoes foi de 91% de aprovação, altíssima não só para o gênero, mas para títulos que concorrem ao Oscar. O impacto de “Um Lugar Silencioso – Parte II” acabou eclipsando outra grande aposta de Hollywood nas bilheterias do fim de semana. Mas o lançamento simultâneo em streaming pode ter conspirado para um desempenho menos agressivo de “Cruella”. A produção da Disney, que atingiu 72% de aprovação no Rotten Tomatoes, faturou US$ 21,3 milhões em seus três primeiros dias nos cinemas norte-americanos, com projeções apontando um total de US$ 26,5 milhões até segunda-feira. O mercado internacional acrescentou mais US$ 16,1 milhões de 29 países, elevando a soma do faturamento para US$ 37,4 milhões em todo o mundo, com projeções de US$ 42,6 milhões até o Memorial Day. Cinemas da Austrália e Japão sofreram novo apagão no fim de semana, mas outros mercados tradicionais reagiram à pandemia, com o México liderando a arrecadação com US$ 2,6 milhões, seguido pela Coreia do Sul com US$ 2,5 milhões e o Reino Unido com US$ 2,2 milhões. A fábula desencantada ainda liderou as bilheterias em mercados impactados pela covid-19 e que não receberam a continuação de “Um Lugar Silencioso”, incluindo o Brasil. Apesar disso, o desempenho deixou claro que muita gente preferiu assistir a “Cruella” em casa, aproveitando a disponibilidade na plataforma Disney+. Os números do streaming, porém, estão guardados no calabouço de um castelo, cercado por espinhos e pela maldição de uma bruxa que impede seu acesso ao público.

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  • Etc

    Cinemas dos EUA deixam de exigir máscaras para vacinados

    28 de maio de 2021 /

    As três principais redes de cinema dos Estados Unidos deixaram de exigir o uso de máscaras para pessoas que estão totalmente vacinadas contra o coronavírus, de acordo com novas diretrizes divulgadas nesta sexta-feira (28/5). As redes AMC, Cinemark e Regal Cinemas anunciaram em seus sites que os frequentadores que não estiverem totalmente vacinados com as duas doses necessárias para a imunização ainda precisarão usar máscaras, mas os demais estarão dispensados. Ao mesmo tempo, informam que as outras medidas de distanciamento social e protocolos de limpeza permanecem em vigor. “De acordo com as diretrizes do CDC, as máscaras não são necessárias para aqueles que estão totalmente vacinados”, disse a AMC em seu site, referindo-se ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. “Se você não estiver totalmente vacinado, pedimos que continue a usar máscara, a menos que esteja desfrutando ativamente de comida ou bebida.” Atualizações semelhantes sobre a política de máscara foram feitas nos sites das redes Regal e Cinemark. Todas as três disseram que vão seguir as regras estaduais e locais sobre o uso de máscaras, que podem ser diferentes das diretrizes do CDC. De todo modo, com a liberação para “desfrutar” de comida ou bebida, na prática ninguém era obrigado a usar máscaras o tempo todo nos cinemas americanos – e o mesmo acontece no Brasil.

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  • Série

    Chris Noth reprisará papel de Mr. Big no revival de “Sex and The City”

    26 de maio de 2021 /

    O ator Chris Noth, até hoje lembrado como o Mr. Big de “Sex and The City”, voltará ao papel no revival da série na HBO Max. Após diversas especulações, a participação do ator foi confirmada em “And Just Like That…”, nome que recebeu a continuação da série em streaming. “Estou animado para trabalhar com Chris de novo em ‘And Just Like That…’. Como poderíamos fazer um novo capítulo da história de ‘Sex and The City’ sem o nosso Mr. Big?”, disse Michael Patrick King, produtor da série, em comunicado. As gravações da nova produção estão previstas para ocorrer entre junho em agosto, em Nova York, mas não está claro se o intérprete do interesse amoroso – e agora marido – de Carrie (Sarah Jessica Parker) terá participação fixa na série de 10 episódios ou apenas participará de um capítulo como convidado. Ele integra atualmente o elenco da série “The Equalizer”, renovada para a 2ª temporada pela rede americana CBS. O revival contará com o retorno de três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Ela ficou fora da nova produção.

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    Morena Baccarin revolta internet ao dizer que “a pandemia acabou”

    25 de maio de 2021 /

    A atriz brasileira Morena Baccarin, uma das estrelas do filme “Deadpool” e da série “Gotham”, foi alvo de várias críticas nas redes sociais após publicar um post em que afirma que a pandemia de covid-19 acabou. Ela postou uma foto em seu post em seu Instagram em que aparece em uma mesa com vários doces e na legenda questionou: “A pandemia acabou. Isso significa que eu tenho que fazer dieta”. Os seguidores ficaram indignados, dizendo que a pandemia não acabou. “Onde você está que conseguiu esse milagre?”, questionou um deles. “Você acompanha o noticiário?”, provocou outra. “Vem pro seu país antes de afirmar isso”, “Só no seu mundo né?”, “É uma brincadeira?”, foram alguns dos comentários ao post. Morena mora nos Estados Unidos desde os 7 anos e lá a vacinação está tão avançada que os moradores já imunizados receberam autorização para andar sem máscaras. A sensação de que a pandemia “acabou” nos EUA é reforçada pela reabertura dos cinemas e teatros, com a volta dos grandes espetáculos da Broadway e a exibição de blockbsters em tela grande. Mas apesar de já ter vacinado mais de 130 milhões de pessoas, o país ainda tem uma média de 600 mortes por dia devido à pandemia. Bem menos que a média brasileira, mas ainda assim alarmante.

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    Noite Passada em Soho: Terror com Anya Taylor-Joy ganha trailer legendado

    25 de maio de 2021 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer legendado de “Noite Passada em Soho”, o novo filme do diretor Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”). A prévia começa em clima onírico, acompanhando a protagonista numa viagem de sonhos ao tempo de “Downtown”, a música de 1964 de Petula Clark cantada durante o trailer. E conforme ela fica obcecada pelo visual e estilo glamouroso da Londres da época, assumindo a personalidade que vê nos sonhos, também embarca numa jornada de pesadelos, perseguida por horrores do passado. O elenco destaca Thomasin McKenzie (“Jojo Rabbit”), Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”), Matt Smith (“The Crown”) e três astros britânicos que marcaram os anos 1960, Terence Stamp (visto mais recentemente em “Mistério no Mediterrâneo”), Rita Tushingham (“Os Intrusos”) e Diana Rigg (“Game of Thrones”) em seu último papel, filmado antes de seu falecimento no ano passado. A estreia está marcada para 22 de outubro nos EUA e 11 de novembro no Brasil.

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    Diretora de “Democracia em Vertigem” está filmando CPI da Covid

    23 de maio de 2021 /

    Em meio a um documentário sobre a pandemia, a diretora Petra Costa passou os últimos dias acompanhando e filmando senadores que integram a CPI da Covid. Indicada ao Oscar por “Democracia em Vertigem” (2019), a cineasta está trabalhando no novo filme há um ano. Em sua gênese, o projeto seria um mosaico de depoimentos sobre o confinamento causado pela pandemia, mas logo no começo de sua produção ficou claro que a doença estava saindo do controle devido à politização e ao avanço de uma retórica da morte nas redes sociais bolsonaristas. “Eu acho que a pandemia revela muito do que não era óbvio para todos: essa retórica fascista estava escondida atrás da retórica do ódio pelo diferente, pela esquerda, pelo Partido dos Trabalhadores, pelos artistas, gays, mulheres”, opinou a cineasta, em registro da revista Variety, em maio do ano passado. “O que o coronavírus mostra é que se trata de um ódio pela humanidade. Um desejo pela morte”, apontou. Na época da entrevista, o projeto foi apresentado com o título de “Distopia”, mas isso pode mudar, conforme a produção ganha novos desdobramentos.

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    “CPI da Covid” é o reality show de maior sucesso no Brasil

    22 de maio de 2021 /

    A audiência da CPI da Covid, que investiga os desmandos e desgoverno dos responsáveis pela Saúde pública no Brasil durante a pandemia, já supera a de reality shows da Globo e da Record. O Google Trends revelou que as buscas por informações sobre a CPI entre terça e quarta-feira, quando os ex-ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello foram os astros convidados do Senado Federal, foi três vezes maiores do que as pesquisas por “No Limite” e ficaram no mesmo patamar das consultas pelo “Power Couple”. No período, “CPI da Covid” ainda apareceu entre os 40 termos mais pesquisados da plataforma. As buscas por vídeos da CPI no YouTube subiram 1.290% na última semana. Também dispararam as consultas pela TV Senado. Neste mês, elas atingiram o segundo maior nível da História, perdendo só para as sessões do impeachment de Dilma Rousseff, em agosto de 2016. Em relação a outras CPIs, esta é de maior audiência no YouTube em todos os tempos. De olho nessa repercussão na web, o relator da CPI, senador Renan Calheiros, está até convidando o público a enviar perguntas pelas redes.

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    Salma Hayek revela que quase morreu de covid-19

    19 de maio de 2021 /

    Salma Hayek revelou que ficou à beira da morte em decorrência da covid-19. Em entrevista à revista Variety, a estrela mexicana contou que passou a maior parte de 2020 tentando se recuperar da doença, após contrair o vírus no início da pandemia. “Meu médico implorou que eu fosse para o hospital porque eu estava muito mal. Eu disse: ‘Não, obrigada. Eu prefiro morrer em casa'”, ela admitiu. A estrela de 54 anos precisou receber oxigênio e passou sete semanas isolada em um dos quartos de sua mansão, onde mora com o marido, o empresário francês François-Henri Pinault, e a filha Valentina, de 13 anos. Antes de pegar covid-19, ela filmou o filme da Marvel “Eternos” e “Dupla Explosiva 2 e a Primeira Dama do Crime”. E especialmente no segundo teve várias cenas de ação – ao lado de Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds, astros do primeiro “Dupla Explosiva” (2017). Mas ela observou que não conseguiria fazer isso hoje. Mesmo tendo passado um ano do contágio, Hayek afirmou que ainda não recuperou a energia que tinha antes. A atriz só voltou ao trabalho no mês passado, para filmar sua participação no filme “House of Gucci”, dirigido por Ridley Scott. Ela tem o papel de uma vidente que foi condenada por ajudar Patrizia Reggiani (interpretada por Lady Gaga) a orquestrar o assassinato de seu ex-marido Maurizio Gucci (vivido por Adam Driver), herdeiro da marca Gucci. “Como não foi por muito tempo, foi fácil. Foi o emprego perfeito para voltar ao trabalho”, contou a atriz. Os cinemas brasileiros receberão os três filmes que ela já finalizou nos próximos meses: “Dupla Explosiva 2” tem previsão de estreia para 1 de julho, “Eternos” em 28 de outubro e “House of Gucci” em 25 de novembro.

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    Novo “Jogos Mortais” estreia em 1º lugar nos EUA

    16 de maio de 2021 /

    A estreia de “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá, arrecadando US$ 8,7 milhões em 2,8 mil cinemas. O valor é similar ao atingido na semana passada pelo lançamento de “Infiltrado”, novo thriller de ação estrelado por Jason Statham, e aponta que o mercado estabilizou em nível baixo. Apesar da vacinação avançada e da liberação do uso de máscaras nos EUA, ainda há cerca de 45% de cinemas fechados na América do Norte, especialmente no Canadá. A situação aflige estúdios que olham para o calendário e veem que em duas semanas tem feriadão com os lançamentos de “Cruella” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Enquanto “Infiltrado” segurou o segundo lugar, com US$ 3,7 milhões em 3 mil telas, os sinais de alerta piscaram forte para o lançamento de “Aqueles que Me Desejam a Morte”, thriller de ação estrelado por Angelina Jolie, que faturou apenas US$ 2,8 milhões em mais salas (3,1 mil) que qualquer outro filme na semana. “Aqueles Que Me Desejam a Morte” estreou simultaneamente na HBO Max, como todos os outros títulos da Warner Bros neste ano, mas ao contrário dos anteriores, como “Godzilla vs Kong” e “Mortal Kombat”, o estúdio não investiu tanto em publicidade. Se dependesse da crítica, o filme dirigido por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) mereceria mais público. Considerado convencional, mas tenso na medida certa para o gênero, o thriller atingiu 64% de aprovação no Rotten Tomatoes. Bem mais que os 39% do novo “Jogos Mortais”, que foi considerado uma oportunidade perdida de reviver a franquia. A maior novidade da semana, entretanto, foi um lançamento que nem apareceu no Top 5, mas representa um acordo inédito entre a Netflix e as salas de cinema para começar a exibir produções feitas para a plataforma nos cinemas dos EUA, uma semana antes da estreia em streaming. Sem a pandemia, esse negócio seria inimaginável, devido o clima de rivalidade do circuito exibidor com as plataformas digitais. A novidade permitiu a estreia de “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, o filme de zumbis de Zack Snyder, em pouco mais de 400 telas. Ainda é pouco, mas muito mais que a dezena de salas que a Netflix costumava mobilizar em suas antigas tentativas de qualificação para o Oscar. Apesar disso, a falta de publicidade não deve ter rendido um estouro de vendas. Só que ninguém sabe ao certo quanto foi a bilheteria, porque a Netflix não liberou a contabilidade, mantendo a obscuridade que cerca seus números também no levantamento da venda de ingressos.

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