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    Giovanni Ribisi vai retomar seu papel nas continuações de Avatar

    14 de outubro de 2017 /

    O ator Giovanni Ribisi (série “Sneaky Pete”) foi confirmado nas sequências da franquia “Avatar” de James Cameron. Ribisi irá retomar seu papel de Parker Selfridge, o principal administrador da RSA, a empresa responsável pela colônia humana no filme de 2009. Com a confirmação, faltam apenas Michelle Rodriguez, Wes Studi e Laz Alonso para a reunião completa do elenco original. Os demais atores que já tiveram seus retornos anunciados são Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald. Além deles, o elenco terá Kate Winslet (“A Série Divergente: Insurgente”), Oona Chaplin (neta do mestre do cinema mudo Charles Chaplin e intérprete da mulher de Robb Stark na série “Game of Thrones”), Cliff Curtis (o Travis da série “Fear the Walking Dead”) e diversos atores-miris como novos personagens. Após anos de desenvolvimento, a franquia terá mais quatro filmes, com a expectativa de todos os filmes serão gravados ao mesmo tempo – assim como aconteceu com “O Hobbit”. Segundo o site Deadline, o orçamento estimado para a realização dos quatro longas é de US$ 1 bilhão, o mais alto da história. “Avatar 2” vai estrear em dezembro de 2020, seguida por “Avatar 3” em dezembro de 2021. Com um curioso hiato de três anos, “Avatar 4” só será visto em dezembro de 2024 e a última parte da franquia, “Avatar 5”, em dezembro de 2025.

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    Raven’s Home: Continuação de As Visões da Raven é renovada para sua 2ª temporada

    11 de outubro de 2017 /

    O Disney Channel renovou “Raven’s Home”, a série derivada de “As Visões da Raven”, para sua 2ª temporada. De acordo com o site Deadline, a produção será retomada ainda neste ano. “Raven’s Home” é uma continuação da história original e mostra as melhores amigas Raven (Raven-Symoné) e Chelsea (Anneliese van der Pol) morando juntas, agora como mães recém-divorciadas que ajudam uma a outra a criar seus filhos. O detalhe é que uma das crianças também herdou o poder de prever o futuro de Raven. Considerada uma das séries mais bem-sucedidas da Disney, “As Visões da Raven” acompanhava a adolescente Raven, que acabava se metendo num monte de trapalhadas por conta de sua capacidade de ver o futuro. A atração durou quatro temporadas, exibidas entre 2003 e 2007, e um total de 100 episódios, atingindo recordes de audiência no canal. Até hoje suas reprises registram uma sintonia na casa de 1 milhão de telespectadores. Além da atriz e cantora Raven-Symoné, que reprisa o papel-título, e de Anneliese van der Pol como sua melhor amiga Chelsea Daniels, o elenco da nova atração inclui Issac Brown e Navia Robinson como os gêmeos Booker e Nia, de 11 anos, filhos de Raven, e Jason Maybaum como Levi, filho de 9 anos de Chelsea. Uma quarta criança, Sky Katz, vive a vizinha e melhor amiga de Nia, chamada Tess. A própria Raven-Symoné assina a produção executiva de “Raven’s Home”, que teve seu conceito criado pela dupla Jed Elinoff e Scott Thomas – criadores da animação “Randy Cunningham: 9th Grade Ninja” no Disney XD e a série “Best Friends Whenever” no Disney Channel.

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    Continuação da sci-fi Skyline ganha novo trailer com muitos efeitos visuais

    10 de outubro de 2017 /

    A sci-fi indie “Beyond Skyline”, que retoma a trama do filme de invasão alienígena “Skyline” (2010), ganhou um novo trailer. A prévia destaca o personagem de Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”), que começa num metrô de cidade grande americana e vai parar numa selva asiática atrás do filho abduzido por alienígenas. Os efeitos visuais chamam bastante atenção, por assumirem uma escala mais ambiciosa que o filme original, realizado com baixo orçamento. Além do protagonista, o elenco internacional inclui o indonésio Iko Uwais (“Operação Invasão”), o javanês Yayan Ruhian (também de “Operação Invasão”), a singapurense Pamelyn Chee (série “2025”), o neozelandês Callan Mulvey (série “Power”), a sérvia Bojana Novakovic (“A Maldição da Floresta”) e os americanos Jonny Weston (“A Série Divergente: Convergente”) e Antonio Fargas (série “Todo Mundo Odeia o Chris”). O roteirista e técnico de efeitos Liam O’Donnell, que escreveu o primeiro filme, volta a assinar a trama e fará sua estreia como diretor à frente da produção. Mas os diretores do longa original, os irmãos Greg e Colin Strause, também retornam, agora como produtores. “Beyond Skyline” vai estrear em 1 de novembro na Indonésia, 15 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Sylvester Stallone vai dirigir Creed 2

    10 de outubro de 2017 /

    O ator Sylvester Stallone vai assumir a direção de “Creed 2”. Ele próprio fez o anúncio nas redes sociais, confirmando um antigo rumor. Além de dirigir, Stallone é responsável pelo roteiro e a produção do longa, que deve começar as filmagens no início de 2018 e contar novamente com Michael B. Jordan no papel de Adonis Creed. Ao publicar uma foto do rascunho do roteiro, em julho, o astro também sugeriu a volta de Dolph Lundgren ao papel de Ivan Drago, visto em “Rocky IV” (1984). Vale lembrar que Stallone escreveu todos os filmes da franquia “Rocky” original, além de ter dirigido quatro dos cinco filmes – apenas o primeiro teve direção de John G. Avildsen. A previsão de estreia é para 2018, mas ainda não há uma data definida. Looking forward to directing and Producing The incredibly talented Michael B Jordan in CREED 2 next year … One more Round ! #creed2 #mgm #fighting #workout #exercise #boxing Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em Out 9, 2017 às 5:59 PDT

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    Blade Runner 2049 decepciona nas bilheterias, apesar da estreia em 1º lugar na América do Norte

    8 de outubro de 2017 /

    “Blade Runner 2049” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte neste fim de semana, mas com uma arrecadação frustrante. Elogiadíssimo pela imprensa, com 89% de aprovação (caiu 7% desde as primeiras sessões), o filme dirigido por Denis Villeneuve (“A Chegada”) não conseguiu capitalizar as críticas positivas numa grande venda de ingressos, arrecadando apenas US$ 31,5M (milhões). A frustração se deve às primeiras previsões de faturamento. A Warner, que distribui o filme nos Estados Unidos, tinha projetado uma estreia em torno de US$ 50M. Este foi exatamente o valor obtido, mas no mercado internacional. Entretanto, a projeção internacional era de US$ 100M. Somando todos os países, a sequência da sci-fi clássica de 1982 ficou em US$ 81,5M. O longa teria que fazer US$ 400M em todo o mundo para equilibrar seu orçamento oficial de produção – de US$ 150M. Mas teve um desempenho similar a outro derivado recente de um clássico de Ridley Scott, “Alien: Covenant”, que abriu com US$ 36M no seu primeiro fim de semana em maio. Agora, “Blade Runner 2049” depende do mercado asiático para se pagar. As estreias na Coreia do Sul e no Japão acontecem nas próximas semanas, mas ainda não há previsão para o lançamento na China. Um dos fatores apontados como responsável pela baixa bilheteria é a longa duração de 163 minutos, que limita o número de exibições por dia. Além disso, o estúdio teria superestimado o interesse do público jovem na franquia, já que o filme original tem 35 anos. Não por acaso, 63% dos espectadores da estreia norte-americana foram maiores de 35 anos. Mesmo assim, “Blade Runner 2049” pode experimentar um reativamento em streaming ou Blu-ray, pois há um consenso de que deverá ser um dos destaques das categorias técnicas do Oscar 2018, assim como aconteceu com “Mad Max: Estrada da Fúria” há dois anos. É o que acredita o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, que previu muitos prêmios, mas assumiu seu desapontamento em depoimento ao site The Hollywood Reporter. “Nós ficamos desapontados por não ter um resultado mais forte na América do Norte. É difícil, porque Denis fez um lindo filme”, ​​disse Goldstein. “Nós definitivamente tivemos um público menor do que esperávamos”. Se foi ruim para “Blade Runner 2049”, as outras estreias tiveram um fim de semana ainda pior. Em 2º lugar, o romance interracial de “A Montanha Entre Nós” rendeu somente US$ 10,1M, além de ter sido considerada medíocre, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, o filme estrelado por Idris Elba e Kate Winslet custou pouco – US$ 35M. Já “My Little Pony: O Filme” implodiu com US$ 8,8M, abrindo em 4º lugar, abaixo do bicho-papão “It: A Coisa”, que ultrapassou um novo marco, ao superar os US$ 300M de arrecadação nos Estados Unidos e no Canadá. A animação infantil não empolgou a crítica, com 58% de aprovação, e não teve seu custo revelado. O ranking semanal ainda teve mais uma novidade, desta vez positiva. O drama de época “Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha” teve seu circuito ampliado e entrou no Top 10, em 8º lugar. O que torna seus US$ 4,1M dignos de nota é o fato de virem de 732 salas, enquanto os demais filmes do ranking estão em cartaz entre 2,5 mil e 4 mil telas. Em faturamento por tela, o filme em que Judi Dench volta a viver a rainha Vitória, 20 anos após “Sua Majestade, Mrs. Brown” (1997), só perde para “Blade Runner 2049”. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 31,5M Total EUA: US$ 31,5M Total Mundo: US$ 81,7M 2. A Montanha Entre Nós Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA: US$ 10,1M Total Mundo: US$ 13,7M 3. It: A Coisa Fim de semana: US$ 9,6M Total EUA: US$ 304,9M Total Mundo: US$ 603,7M 4. My Little Pony: O Filme Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA: US$ 8,8M Total Mundo: US$ 12,6M 5. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA: US$ 79,9M Total Mundo: US$ 253,5M 6. Feito-na-América Fim de semana: US$ 8M Total EUA: US$ 30,4M Total Mundo: US$ 98,5M 7. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 43,8M Total Mundo: US$ 77,4M 8. Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 5,9M Total Mundo: US$ 30,9M 9. Além da Morte Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 12,3M Total Mundo: US$ 18,3M 10. A Guerra dos Sexos Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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    Comerciais de Jogos Mortais: Jigsaw destacam novas torturas da franquia

    7 de outubro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou dois comerciais de “Jogos Mortais: Jigsaw”, que destacam as novas torturas da franquia. O terror também ganhou um novo pôster, voltado para o mercado japonês. Segundo a sinopse, a investigação de uma nova série de assassinatos brutais revela os mesmos requintes de sadismo associados ao serial killer John Kramer. O problema é que o homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década, como os fãs da franquia puderam testemunhar. O roteiro foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a direção está a cargo dos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado” (2014). Já o elenco destaca a atriz Laura Vandervoort (série “Bitten”), Hannah Anderson (série “Shoot the Messenger”), Callum Keith Rennie (série “Battlestar Galactica”) e Mandela Van Peebles (minissérie “Raízes”), além de, claro, Tobin Bell como Kramer/Jigsaw. O primeiro “Jogos Mortais” se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. Wan e Whannell continuam envolvidos com “Jigsaw”, atuando como produtores executivos. A estreia do filme no Brasil está marcada para o dia 2 de novembro, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos (em 27 de outubro).

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    Jackie Chan confirma produção de A Hora do Rush 4

    7 de outubro de 2017 /

    A dupla Jackie Chan e Chris Tucker vai voltar a se juntar no quarto filme da franquia “A Hora do Rush”. A informação foi confirmada pelo próprio Chan em entrevista a uma rádio de Los Angeles, durante a divulgação de seu novo filme: “O Estrangeiro”, que estreia em 30 de novembro no Brasil. “Nos últimos sete anos, ficamos recusando roteiro atrás de roteiro”, disse Chan ao “The Cruz Show”, da LA Power 106. “Ontem, nós finalmente concordamos”, revelou. “Provavelmente, no final deste mês teremos um segundo rascunho do roteiro e, no próximo ano, devemos começar. Eu espero – se Chris Tucker concordar”, completou. Seguindo a fórmula consagrada das comédias policiais sobre parceiros de personalidades, raças e temperamentos distintos, que amam tanto se odiar que viram amigos para sempre (veja-se “48 Horas”, “Máquina Mortífera”, etc), o primeiro “A Hora do Rush” foi lançado há quase 20 anos, em 1998, e se tornou o maior sucesso americano da carreira de Jackie Chan. A primeira continuação veio logo seguida, em 2001, mas o terceiro filme demorou a sair do papel, exibido há dez anos, em 2007. Desde então, o diretor dos três longas, Brett Ratner, vem falando em realizar um quarto filme, já que a franquia também foi o maior, senão único, êxito de sua controvertida filmografia. Nos últimos anos, ele até deixou a direção de lado para se concentrar na produção de filmes e séries. No ano passado, a rede americana CBS produziu uma série de comédia baseada na franquia. Poucos lembram, porque “Rush Hour” (o título original) teve uma audiência pífia e acabou cancelada após a exibição de oito episódios. Os personagens foram encarnados por Jon Foo (“Tekken”) e Justin Hires (“Anjos da Lei”), com produção, justamente, de Ratner. Veja abaixo o vídeo completo da entrevista, em que Chan confirma a produção da sequência.

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    Tom Cruise retorna às filmagens de Missão Impossível 6 após acidente

    7 de outubro de 2017 /

    Tom Cruise já retomou as filmagens de “Missão Impossível 6”, após o acidente sofrido no set há quase dois meses. Os paparazzi do tabloide britânico Daily Mail registraram diversas fotos e até um vídeo do ator em seu retorno à produção, que podem ser vistos abaixo. Segundo relatos, Cruise estava mancando, em consequência de ter quebrado o tornozelo num salto durante a produção. Mas as cenas filmadas só requeriam que ele aparecesse sentado, pilotando um helicóptero. Para garantir sua segurança, montou o corpo do helicóptero num guindaste acoplado num veículo, de modo que o aparelho aéreo jamais levantou voo. O ator de 55 anos se feriu ao filmar uma cena de ação em Londres, em 13 de agosto. Ao fazer um salto entre dois prédios, Cruise, que tem o costume de dispensar dublês, não conseguiu atingir a marca da cena e foi de encontro a uma parede, machucando-se. Mesmo com todos os problemas, a produção não sofreu atrasos, pois foram adiantados trabalhos de pós-produção das cenas já filmadas e sequências envolvendo os demais personagens. Além disso, o diretor só esperava contar com a volta de Cruise no final desse mês. A nova sequência de “Missão Impossível” está sendo filmada desde abril, com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou o filme anterior, visando lançamento em julho de 2018.

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    Os monstros tiram férias na primeira foto e sinopse oficial de Hotel Transilvânia 3

    6 de outubro de 2017 /

    A Sony Pictures Animation divulgou a primeira imagem e a sinopse oficial de “Hotel Transilvânia 3”, sequência da franquia animada de sucesso, dublada por Adam Sandler, Selena Gomez, Andy Samberg, Kevin James e outros comediantes famosos. No longa, Mavis (voz original de Selena) surpreende Drácula (Sandler) com uma viagem da família em um cruzeiro de luxo para que ele possa tirar férias de todos os outros no hotel, mas o resto da turma decide acompanhá-lo. Os monstros aproveitam toda a diversão que o cruzeiro tem para oferecer, até que o inesperado acontece quando Drácula se apaixona pela intrigante e perigosa capitã do navio. A direção é novamente de Genndy Tartakovsky, que desta vez também assina o roteiro em parceria com Michael McCullers (“O Poderoso Chefinho”). A previsão de estreia de “Hotel Transilvânia 3” é para julho de 2018.

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    Blade Runner 2049 tem tantas ideias promissoras que poderia ser uma minissérie

    5 de outubro de 2017 /

    Na tela em 1982, “Blade Runner” causou certo estranhamento. Era enigmático, escuro e fora do padrão. Se a estética não parece tão estranha agora, foi porque a publicidade, o cinema, os clipes, todo mundo assimilou o visual e tentou capturar a atmosfera. Em casos assim é muito comum a indústria destruir o que antes parecia fresco e autêntico. Não aconteceu com esse clássico. Revendo o filme, o senso de mistério persiste, a trama ilumina algumas questões, mas deixa várias implicações a margem para o espectador deduzir. O prazer de rever “Blade Runner” continua justamente pelas entrelinhas. Parece que há sempre algo novo a ser descoberto. O novo “Blade Runner 2049” tem bem pouco disso. Existe uma trama de mistério, mas ela é confortavelmente solucionada pra ninguém sair da sala com uma preocupação nova. É um espetáculo bem produzido e bonito, com duas reviravoltas surpreendentes, mas com um acumulo de detalhes pensados para tornar o todo mais complexo, que precisava ser melhor depurado. São 2 horas e quarenta de filme contra os 119 minutos do Blade Runner original. Deve-se desanimar com isso? Não. O filme tem força. A maior delas é o carinho, o amor com que o diretor Dennis Villeneuve se debruça sobre o baú de relíquias do clássico de Ridley Scott sem se intimidar em tatear esse mundo. O roteiro co-escrito por Michael Green (de “Logan”) e Hampton Fancher (que escreveu o original) alinha ideias para uns quatro filmes. Todas muito boas, mas desperdiçadas. A começar pelo paralelo entre os protagonistas. Aparentemente no primeiro filme, Harrison Ford era o humano que rastreava e matava os sintéticos humanoides reconstruídos com DNA humano, os chamados replicantes. O olhar para esses seres vinha de fora. Em “Blade Runner 2049”, a perspectiva desde o princípio vem de dentro. Ryan Gosling (“La La Land”) é KD6-3.7, um replicante que caça replicantes. E ele é a escolha perfeita para o Departamento de Polícia de Los Angeles. Uma máquina que sabe exatamente o que fazer e pouco se lixa para o que cada morte significa. Essa pelo menos é a impressão que “K” passa a chefe do departamento, a tenente Joshi (Robin Wright, da série “House of Cards”). No íntimo, porém, o replicante revela-se um sujeito cheio de duvidas. Um caixão enterrado sob uma árvore seca aumenta ainda mais as incertezas de K. Dentro, encontra-se a ossada de uma mulher desconhecida. O legista diz que a vítima morreu de complicações de parto. Quando examinam os pormenores, descobrem uma costela marcada com número de série: a mulher era uma replicante. Deveria ser impossível um ser sintético engravidar, mas aconteceu. Esta descoberta é o incidente propulsor do filme. Para a tenente Joshi, a reprodução de replicantes representa uma ameaça para os principados da criação e para o equilíbrio social. Mas para o empresário Niander Wallace (Jared Leto, de “Esquadrão Suicida”), o diabólico sucessor da Tyrell Corporation, a fábrica de replicantes, representa uma oportunidade. Se os replicantes são capazes de se reproduzir por conta própria, eles podem ser peões de uma nova ordem. Desta forma, K encontra-se no centro de um conflito político. Ele é designado para encontrar e matar a criança que cresceu, tornou-se adulta e que ninguém sabe o paradeiro. Nessa missão, K esbarra em dois grupos inimigos, um que pretende interferir, e outro que tem a intenção de ajudá-lo. A quantidade de história aqui é suficiente para construir uma minissérie, mas em sua ambição, Villeneuve mira o além. Ele insere as ruminações sombrias do caçador de replicantes sobre a natureza da espécie humana, da espécie sintética e sobre o futuro da vida na Terra. Curioso que o aspecto mais promissor do filme envolva uma meditação periférica. Sim, tem mais uma! Trata-se de uma reflexão sobre as fronteiras do palpável e o virtual numa sociedade altamente tecnológica. Primeiro vemos como K lida com essa virtualidade em casa. Ele tem uma namorada chamada Joi (a cubana Ana de Armas), que simplesmente é um holograma. É comovente como são apaixonados e como sustentam a relação mesmo sem um beijo real. Na esperança de consolar o parceiro, a mulher holográfica contrata uma prostituta para fazer sexo com K. E numa jogada de mestre, sincroniza sua imagem sobre o corpo da outra para que a ilusão do sexo palpável seja plena. O trecho, sem sombra de dúvida, é o maior momento do filme. Uma inquietante sequência de amor em que o protagonista se vê enlaçado por um corpo real e outro virtual de duas cabeças, quatro mãos e quatro pernas que iludem e ao mesmo tempo fornecem o sentido do quanto o amor é um sentimento rico, vasto e complexo. Há outra cena preciosa, dentro de um casino antigo, onde os hologramas de artistas mortos podem ser vistos com o simples acionamento de um botão. Assim Elvis reaparece cantando em seu macacão branco. Marilyn comparece sedutora com a saia branca esvoaçante, seguido por Liberace ao piano e Sinatra entoando uma canção romântica. Uma sublime melancolia se instala nessa ocasião. Elvis, Marilyn, Sinatra são emblemas de um outro tempo, um passado simples, quando todos entendiam o que significava ser humano. Não há tal compreensão no mundo de 2049. No filme é impossível dizer a um ser sintético o que o torna mais humano, assim como parece igualmente complicado reforçar nos humanos seus traços civilizados. Isso implica em todo tipo de questões existenciais. Talvez os replicantes sejam como seres humanos e tenham uma alma. Ou talvez os humanos sejam como replicantes, tudo seja mecanicista, e toda a noção da alma não passe apenas de fantasia. “Blade Runner 2049” roça nessas ideias densas e promissoras. Pena que o roteiro esteja tão inflado delas. Em vez do desenvolvimento, temos apenas a amostragem. Nesse sentido, Villeneuve foi mais feliz em seu filme anterior, “A Chegada”. Esse novo bem que tenta alcançar o brilho neon-noir esfumaçado do Los Angeles de Ridley Scott, mas não é fácil redefinir o mapa de nossos sonhos coletivos. Isso é ruim? Certamente, não. Seria um descaso não mergulhar na experiência proposta. A satisfação é imediata, mas há o que pensar, uma quantidade razoável para sentir e até para ver. E não é todo dia que temos uma oportunidade dessas.

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    Mel Gibson se diverte com trapalhadas de Will Ferrell em trailer legendado de Pai em Dose Dupla 2

    4 de outubro de 2017 /

    A Paramount divulgou o pôster nacional e o novo trailer (legendado e dublado) de “Pai em Dose Dupla 2”, que mostra Mel Gibson se divertindo horrores com as trapalhadas imbecis do personagem de Will Ferrell. A prévia mostra que, como o conflito original foi resolvido no primeiro filme, a produção optou pela fórmula estabelecida em “Entrando Numa Fria” (2000), tornando-o “Maior Ainda” (2004) com a inclusão de mais parentes. Após se acertarem e ficarem amigos, o pai e o padrasto vividos por Mark Wahlberg e Will Ferrell terão que lidar com seus próprios pais, vividos, respectivamente, por Mel Gibson (“Herança de Sangue”) e John Lithgow (série “The Crown”). Claro que o primeiro é durão e o segundo amoroso em excesso, e todos terão que conviver durante um Natal em família. O elenco também volta a trazer Linda Cardellini como a mãe dos filhos de Wahlberg e esposa de Ferrell, além das crianças Scarlett Estevez, Owen Vaccaro e Didi Costine, que motivarão a disputa de atenção dos vovôs, sem esquecer da modelo brasileira Alessandra Ambrósio e do lutador John Cena. Novamente escrito e dirigido por Sean Anders, o filme estreia em 30 de novembro no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Velozes e Furiosos 9 tem estreia adiada em um ano

    4 de outubro de 2017 /

    O próximo filme da franquia “Velozes e Furiosos” teve a estreia adiada em um ano. Originalmente previsto para abril de 2019, a Universal anunciou que “Velozes e Furiosos 9” chegará aos cinemas americanos apenas em 10 de abril de 2020, durante o feriado da Páscoa. Não foi dada explicação para a demora, mas pode ter relação com a agenda lotada dos integrantes da franquia, em particular de Vin Diesel e Dwayne Johnson. O lado positivo é que o grande espaçamento permitirá aos dois astros esfriarem as cabeças, após a tensão relatada por Johnson nos bastidores da produção de “Velozes e Furiosos 8”. Primeiro longa filmado após a morte de Paul Walker, “Velozes e Furiosos 8” rendeu US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, maior bilheteria da Universal Pictures em 2017. Vale lembrar que a revista Variety adiantou em abril que a Universal tinha planos de juntar Johnson e Jason Statham num spin-off, que ainda teria Charlize Theron reprisando seu papel de vilã do último filme. A personagem dela tem ligação direta com o de Statham, e a situação abre espaço para mais histórias. O roteirista da franquia, Chris Morgan, já teria se encontrado com produtores para desenvolver a história do derivado, que seria filmado paralelamente a “Velozes e Furiosos 9”. A Universal não anunciou oficialmente nenhum plano para produzir spin-offs, mas desde “Velozes e Furiosos 5” os produtores falam num filme individual centrado no personagem de Johnson.

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    Kaya Scodelario confirma estar contratada para mais um Piratas do Caribe

    4 de outubro de 2017 /

    A atriz Kaya Scodelario confirmou ter assinado contrato para dois filmes da franquia “Piratas do Caribe”. Estrela de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, ela disse, em entrevista ao site Screen Rant, que também estará num futuro sexto longa. “Bem, quando assinei para fazer o primeiro, concordei com dois filmes. Então sou contratualmente obrigada, mas adoraria fazer. Acho que ainda podemos fazer muita coisa. Gostaria de ver uma Carina que assume o leme de Barbossa no mar – ter sua própria equipe totalmente feminina.” Embora torça muito pelo projeto, ela também afirmou que ainda não há conversas sobre um novo “Piratas do Caribe”. “Seria muito divertido voltar. Filmar foi uma experiência incrível. Tantas pessoas assistem e gostam – atravessa gerações. Acho que é importante que a gente garanta que o próximo seja bom e se quiserem e acharmos o roteiro certo, adoraria fazer parte. Mas, até agora, não ouvi nada.” “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” chegou aos cinemas em maio e fracassou na América do Norte, onde arrecadou apenas US$ 172,5 milhões. Parece muito dinheiro, mas o filme foi orçado em US$ 230 milhões, só com custos de produção – sem o marketing. As contas se equilibram graças a seu sucesso no mercado internacional, que totalizou rendimentos de US$ 794,6 milhões em todo o mundo. Resta saber se a Disney se anima a arriscar outra produção da franquia.

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