Fotos e vídeo de bastidores mostram novos detalhes da volta de O Predador
A Fox divulgou 10 fotos novas e um vídeo de bastidores de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos que foi sucesso nos anos 1980. A prévia traz o elenco e o diretor comentando a volta da franquia, enquanto algumas cenas da produção são reveladas. O novo filme revela que a criatura vista nos lançamentos anteriores é basicamente amadora perto do Predador “supremo” (ultimate), que chega a dar uma surra no Predador comum, antes de partir pra cima de uma tropa de elite militar e dos civis pegos no meio de sua caçada. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e a direção ficou a cargo de Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que volta à franquia. Para quem não lembra, ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia de “O Predador” está marcada para 13 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ed Harris e Jon Hamm entram na continuação de Top Gun
A continuação do filme “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986) vitaminou seu elenco, com a adição de Ed Harris (“Westworld”) e Jon Hamm (“Mad Men”). Intitulado “Top Gun: Maverick”, o filme vai reencontrar o personagem Maverick, vivido por Tom Cruise, mais de 30 anos depois dos eventos do primeiro filme. Agora, ele é um instrutor na escola de pilotos da Marinha, e tem um novo aprendiz: o filho de Goose (Anthony Edwards), que morreu em 1986. O personagem será interpretado por Miles Teller (“Whiplash”). Não foram divulgadas descrições dos demais personagens, mas o elenco é grande. Os atores da produção incluem Jennifer Connelly (“Noé”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Charles Parnell (“Transformers: A Era da Extinção”), Jay Ellis (“Insecure”), Bashir Salahuddin (“GLOW”), Danny Ramirez (“The Gifted”), Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”), além de Val Kilmer, que reprisará seu papel como Iceman. completam o elenco. A direção está a cargo de Joseph Kosinski, que já dirigiu Tom Cruise em “Oblivion” (2013). O filme tem estreia marcada para junho de 2020.
Netflix está desenvolvendo continuação de Death Note
A Netflix está desenvolvendo uma continuação de “Death Note”, adaptação americana do mangá de mesmo nome, lançada na plataforma em 2017. A informação surgiu em meio a uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre novos projetos do serviço de streaming. O roteirista Greg Russo, que assina o remake ainda inédito de “Mortal Kombat”, está desenvolvendo a história da sequência. Não há outras informações sobre o projeto, como o envolvimento do diretor do primeiro filme, Adam Wingard (“Bruxa de Blair”), ou a volta do elenco. O primeiro “Death Note” foi destruído pela crítica, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, e virou foco de discussões sobre apropriação cultural e falta de representatividade, graças ao elenco ocidental escalado para dar vida a personagens com nomes japoneses e ao folclore do país asiático. Mas teria sido um sucesso “considerável” para a Netflix, numa declaração creditada ao executivo Ted Sarandos pela The Hollywood Reporter. Os quadrinhos criados por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata contam a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá fez tanto sucesso que já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão. A adaptação americana trouxe Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L, que o investiga, e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk (neste caso, o nome japonês foi mantido), que tenta convencê-lo a matar cada vez mais. O “Death Note 2” da Netflix ainda não tem data de estreia.
James McAvoy se machuca enfrentando Pennywise nas filmagens da continuação de It: A Coisa
James McAvoy parece ter se acostumado a filmar numa cadeira de rodas após viver Charles Xavier nos filmes dos “X-Men”. Ele machucou as pernas durante as filmagens de “It: A Coisa – Parte 2” e está fazendo tratamento para retomar o trabalho. O intérprete da versão adulta de Bill Denbrough (vivido por Jaeden Lieberher no primeiro filme), revelou o “ferimento de guerra” aos seguidores das redes sociais, contando que estirou os músculos das coxas durante uma “luta” com o palhaço do mal. “Amando essa compressa fria. Destendi as coxas lutando com Pennywise”, escreveu como legenda de uma imagem de seu tratamento, usando ainda as hashtags #oldman (“homem velho) e #gonnatakehimdowntoclowntown (algo como “vou fazê-lo rolar para a cidade dos palhaços”). Pouco tempo depois, ele trocou o post por uma atualização. “Com o índice de preocupação pública abaixo do esperado, à exceção de estranhos comentários em um par de tabloides de celebridades, gostaria de dizer que estou muito bem. Pennywise, fique esperto”, completou, repetindo as hashtags e acrescendo outras, como #40yearoldclownfighter (“lutador de palhaços de 40 anos”). A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores, mas atores mirins aparecerão em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A estreia está prevista para setembro de 2019. #UPDATE . In the wake of underwhelming public concern but a couple of weirdly concerned internet celeb sites I’d like to let you all know that I’m Doing just fine. Slight double thigh strain,caught it early,no worries. Pennywise look out . #pennywiseburgersandfries ? ? ? #40yearoldclownfighter Love a Compresse Froide . Pulled my thighs fighting pennywise… #oldman #gonnatakehimdowntoclowntown #itmovie? #it2 #pennywise Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 17 de Ago, 2018 às 2:59 PDT
Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas
Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m
Tubarões atacam dinossauros no novo trailer do último Sharkanado
O canal pago Syfy divulgou um novo trailer do sexto telefilme da franquia “Sharknado”. Intitulado “The Last Sharknado: It’s About Time”, a prévia promete encerrar a série de filmes trash com viagens no tempo. E a prévia mostra tubarões comendo dinossauros, enfrentando bruxaria medieval, lutando contra a independência dos Estados Unidos e virando robôs no futuro. Isto mesmo. Depois de expandir as fronteiras dos ataques de tubarões voadores para o mundo, incluindo o Rio de Janeiro no filme anterior, os Sharknados agora atacam também no passado e no futuro. A continuação é novamente dirigida por Anthony C. Ferrante e volta a contar com os protagonistas Ian Ziering (série “Barrados no Baile”), Tara Reid (“American Pie: O Reencontro”) e Cassandra Scerbo (série “Make It or Break It”), especialistas na catástrofe inusitada dos tornados repletos de tubarões, criados por condições meteorológicas bizarras. A exibição do besteirol está marcada para domingo (19/8), inclusive no Brasil – com transmissão às 22h, também no Syfy.
Terror sul-coreano Invasão Zumbi vai ganhar continuação
O terror sul-coreano “Invasão Zumbi” (Train to Busan, 2016), que surpreendeu com sucesso em todo o mundo, vai ganhar uma sequência. O filme atingiu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a melhor avaliação do gênero desde “A Noite dos Mortos-Vivos”, de 1968, e foi considerado inovador por combinar o terror com uma trama de desastre, acompanhando o desespero dos passageiros de um trem durante a eclosão da epidemia zumbi. Yeon Sang-ho, diretor do filme original, confirmou que já está trabalhando no projeto e as filmagens começam em 2019. O título da sequência será “Peninsula” e irá mostrar a evolução da epidemia, com toda a Coreia do Sul tomada por zumbis. Além destes filmes, Yeon Sang-ho tem outro filme de zumbis. Ele escreveu e dirigiu a animação “Seul Station” (2016), uma espécie de prólogo de “Invasão Zumbi” e excelente exemplar de desenho para adultos. O diretor só fazia animação antes de estourar com “Invasão Zumbi”. Neste ano, ele lançou seu segundo longa “live action”, “Psychokinesis”, disponibilizado pela Netflix em abril.
The Purge: Série baseada na franquia Uma Noite de Crime ganha coleção de pôsteres
O canal pago USA Network divulgou uma coleção de pôsteres de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). As artes destacam alguns dos psicopatas mascarados que estarão à solta na versão televisiva da noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “purgatório”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.
Novo trailer da animação WiFi Ralph destaca a personagem de Gal Gadot
A Disney divulgou um novo trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, ainda sem legendas ou dublagem em português. E a prévia destaca a personagem recém-anunciada da atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), além de fazer uma piada divertida às custas da Pixar. A personagem de Gadot é uma piloto de corrida de rua durona, não muito diferente da personagem que ela viveu na franquia “Velozes e Furiosos” – e com visual que lembra a própria atriz. Já a piada da Pixar acontece no encontro das princesas da Disney, quando Vanellope revela que não consegue entender nada que fala a princesa Merida, da animação “Valente”, dublada por Kelly Macdonald com forte sotaque escocês. Pois as outras princesas também não entendem nada. Ela é a única com sotaque, porque pertence a outro estúdio. Depois do primeiro filme mostrar Ralph (voz original de John C. Reilly) e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) interagindo com games clássicos, a continuação os leva a viver aventuras na internet, graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, além de juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, desta vez em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Megatubarão devora negativismo da imprensa com 1º lugar nas bilheterias da América do Norte
“Megatubarão” trucidou as pitonisas profissionais da imprensa dos Estados Unidos ao faturar US$ 44,5m (milhões) em sua estreia na América do Norte. O maremoto causado pelo filme foi considerado uma grande surpresa, porque afogou bocas-abertas que gargantearam seu fracasso. O filme enfrentou enorme pressão negativa da mídia em seu primeiro fim de semana nos cinemas, e mesmo assim arrecadou mais que o dobro de “Missão: Impossível – Efeito Fallout” para conquistar o 1º lugar com folga. Especialistas em profecias cravaram que o filme seria um fracasso abissal. A revista The Hollywood Reporter chegou a apostar que a estreia faria só US$ 20m, afundando as pretensões da Warner. Isto foi na quinta (16/8), baseando-se apenas em projeções de pré-venda. Na sexta, a Variety aumentou a previsão para US$ 32m. No sábado, o Deadline corrigiu o montante para US$ 40m, mas manteve o tom alarmante: “Será suficiente?”. No mesmo tom, o THR tratou de encomendar o enterro do projeto de franquia que o lançamento pretende criar, num texto que recomendava Jason Statham a se focar no spin-off de “Velozes e Furiosos”. Neste domingo (12/8), “surpresa”… nos títulos dos artigos sobre bilheterias do fim de semana publicados nos três sites. O valor arrecadado representa a maior abertura de um filme de tubarão nas bilheterias da América do Norte em todos os tempos. E para envergonhar ainda mais os profetas, a maior abertura do ano para a Warner, à frente de “Jogador Nº 1” (US$ 41,7m) e “Oito Mulheres e um Segredo” (US$ 41,6m). E tem o detalhe: o filme do tubarão chamado Meg engoliu a concorrência não apenas nos Estados Unidos e no Canadá, mas também no mercando internacional, onde faturou o dobro. Só na China o faturamento foi de US$ 50m, resultando num montante mundial de US$ 141,5m nos primeiros dias de exibição. Trata-se, na verdade, de um começo muito positivo para a produção, orçada em US$ 130m. Nada indica que o filme dará prejuízo. E a Warner pode já começar a planejar sua continuação. Em 2º lugar, o novo “Missão Impossível” fez mais US$ 20m para chegar a US$ 161,9m em seu terceiro fim de semana em cartaz na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 437,5m. Com isso, o objetivo de superar a bilheteria do filme anterior continua plausível – US$ 195m nos EUA e US$ 682,7m no mundo. Com mais dificuldades para recuperar o investimento, “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível” atingiu US$ 50m após dois fins de semana no mercado doméstico. Para piorar as contas, a fábula da Disney ainda engatinha o mercado internacional, por não ter sido lançada na maioria dos países. A estreia no Brasil está marcada para quinta (16/8). Duas estreias amplas da semana completam o Top 5. O terror “Slender Man” e a premiada comédia de época “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Juri no último Festival de Cannes, abriram em 4º e 5º lugares com quantias muito próximas, respectivamente US$ 11,3m e 10,7m. Só que o segundo foi lançado em 700 cinemas a menos. Os dois também tiveram a pior e a melhor avaliação da imprensa norte-americana entre os lançamentos da semana. “Slender Man” foi destruído com somente 15% de críticas positivas, enquanto “Infiltrado na Klan” se tornou favorito ao Globo de Ouro – já que o Oscar não gosta de comédias – com impressionantes 97% de aprovação. Infelizmente, o filme bom só deve chegar ao Brasil em novembro, enquanto o ruim estará disponível em duas semanas. Para completar, a comédia de cachorros “Dog Days” implodiu e nem conseguiu entrar no Top 10. Distribuída em mais salas que “Slender Man”, rendeu apenas US$ 2,6m e amargou o 12º lugar no ranking norte-americano. Este filme nem tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Megatubarão Fim de semana: US$ 44,5m Total EUA e Canadá: 44,5m Total Mundo: US$ 141,5m 2. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 161,9m Total Mundo: US$ 437,5m 3. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Fim de semana: US$ 12,4m Total EUA e Canadá: US$ 50m Total Mundo: US$ 62,1m 4. Slender Man Fim de semana: US$ 11,3m Total EUA e Canadá: US$ 11,3m Total Mundo: US$ 11,3m 5. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 10,7m Total EUA e Canadá: US$ 10,7m Total Mundo: US$ 11,1m 6. Meu Ex É um Espião Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 24,5m Total Mundo: US$ 26,2m 7. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 103,84m Total Mundo: US$ 280,8m 8. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 5,5m Total EUA e Canadá: US$ 89,6m Total Mundo: US$ 99,8m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 146,8m Total Mundo: US$ 378,2n 10. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 4m Total EUA e Canadá: US$ 203,5m Total Mundo: US$ 448,9m
Comercial de O Predador mostra a versão “suprema” dos caçadores alienígenas
A Fox divulgou novos pôster e comercial de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos que foi sucesso nos anos 1980. A prévia mostra que a criatura vista nos primeiros filmes é basicamente amadora perto do Predador “supremo” (ultimate) que aparece no meio da ação. Este novo monstro vitaminado, por sinal, dá uma surra no Predador comum, antes de partir pra cima de uma tropa de elite militar e dos civis pegos no meio da caçada. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e a direção ficou a cargo de Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que volta à franquia. Para quem não lembra, ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia do novo “Predador” está marcada para 13 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Trek 4 fica em risco com ameaça de desistência de Chris Pine
A nave Enterprise está com problemas para voltar a sair da garagem espacial da Paramount. Após muita protelação, o estúdio finalmente decidiu dar sinal verde para a produção de “Star Trek 4”, mas a demora em tomar essa decisão fez com que a tripulação mudasse de ideia sobre embarcar na viagem. Chris Pine, que interpreta o Capitão Kirk, e Chris Hemsworth, que deveria voltar a interpretar seu pai na trama, após participar do reboot da franquia em 2009, não fecharam acordos para as filmagens, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. Os dois atores estavam em negociações avançadas, mas fontes da publicação afirmam que as conversas foram concluídas com ambos abandonando a franquia, após ouvirem que teriam que reduzir suas pretensões salariais. Pine e Hemsworth estrelam blockbusters de super-heróis da DC e da Marvel, e não estariam dispostos a ouvir falar em redução ou cortes de pagamentos, após se acostumarem a contratos de estrelas. Mas a Paramount argumenta que “Star Trek” não pode ser comparado a “Mulher-Maravilha” e “Vingadores”, e quer evitar encarecer o orçamento da produção com salários inflacionados. Alega que o último filme da franquia, “Star Trek: Sem Fronteiras”, deu prejuízo, ao fazer apenas US$ 343,4 milhões em todo o mundo, com um orçamento de US$ 190 milhões. Para completar o entrave, a Paramount ainda terá pela frente a negociação com outros membros do elenco – incluindo Zoe Saldana, Zachary Quinto, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. De acordo com o THR, as negociações não afetam os planos da Paramount e suas parceiras na produção, a Skydance e a Bad Robot, que tratam o projeto como prioridade e não pretendem adiar seu cronograma de filmagem. Mas isso não esclarece qual será o próximo passo para “Star Trek 4”. O filme pode trocar o elenco. Ou os atores podem retomar a discussão com novas propostas na mesa. “Star Trek 4” seria o primeiro filme da franquia dirigido por uma mulher, S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”).
Os Incríveis 2 é o filme da família super-empoderada
Fazia 14 anos que a Pixar levou às telas a animação “Os Incríveis”, sobre uma família de super-heróis que não podem ser quem eles realmente são, mas na verdade estão preparados para ajudar a solucionar os crimes da cidade onde vivem. Em “Os Incríveis 2”, o diretor e roteirista Brad Bird (também responsável por “Ratatouille” e “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma“) dá uma turbinada na vida secreta dos super-heróis e dificulta ainda mais sua missão. Isso porque no novo filme, a família Incrível, composta pelo senhor Incrível, pela Mulher-Elástica e pelos filhos Violeta, Flecha e Zezinho, tenta ser normal, mas não consegue se esconder por muito tempo. Além de contar a luta contra o vilão, que é o hipnotizador, a trama enfoca a troca de papéis tradicionais do homem e da mulher. No filme, agora a mulher sai de casa para salvar a cidade, enquanto o homem fica cuidando dos filhos. A Mulher-Elástica foi escolhida por uma grande empresa para encabeçar um projeto que pretende fazer com que os super-heróis deixem de se esconder. Enquanto ela sai para salvar o mundo, começando pela cidade New Urben, o senhor Incrível fica em casa ajudando Flecha a estudar matemática (que mudou, desde quando ele estudou), Violeta a superar o fora do provável namorado e o desenvolvimento dos primeiros super-poderes de Zezinho. Aqui, Bird aproveita para mostrar uma mulher empoderada, como se diz hoje em dia, enquanto o homem, sem problema nenhum, troca a fralda e faz o bebê dormir, além de sentir na pele as dificuldades de todas as mulheres quando viram mães: é muito mais difícil cuidar de um bebê em casa do que trabalhar fora… A mulher desempenha o seu trabalho com louvor, mas não sem sentir culpada por não ter participado do desenvolvimento do bebê. Por outro lado, o pai se empenha em se sair bem nessa sua nova função, embora se sinta colocado de escanteio, quando vê a mulher ser escolhida para ser a heroína da vez. O longa-metragem de 2004 foi um dos primeiros desenvolvidos em animação que buscou melhorar a técnica na construção e interpretação de pessoas – em vez dos tradicionais bichos falantes. De lá para cá, surgiram muitos outros, como “Up – Altas Aventuras”, “Valente”, “Divertida Mente” e o mais recente “Viva – A Vida É Uma Festa”, e “Os Incríveis 2” mostra como a tecnologia evoluiu para ajudar bastante na finalização do filme. Embora seja um filme de super-heróis, “Os Incríveis 2” não poderia ser live action, ou seja, com personagens de verdade. Neste caso, não teria o mesmo efeito, embora os efeitos especiais estejam aí para isso. Aqui, o navio navega em alta velocidade, o carro sai do asfalto e vai para a água sem problemas, além de os super-poderes serem fáceis de engrandecer em uma animação. O som está ainda melhor, principalmente quando temos a sensação de que tem alguém falando com a gente ao nosso lado ou logo atrás, de tão realista que parece. Por falar em som, a trilha sonora do longa é um ponto extra. Michael Giacchino é o responsável pelas composições, assim como fez em outros tantos longas que estão no seu currículo, como “Viva – A Vida É Uma Festa“. A versão dublada tira a oportunidade de ouvir Brad Bird interpretando Edna Mode e Samuel L. Jackson como o Gelado. Mas tem o jornalista Evaristo Costa dublando um jornalista. Desde que ele saiu da Globo, há um ano, pode aceitar convites como esse. Além de animar as crianças, “Os Incríveis 2” fala para os adultos de maneira tão natural sobre família e tudo o que ela representa, que dá vontade de sair correndo do cinema e apertar um nenê…












