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    Ridley Scott e Michael Fassbender aparecem em nova foto de bastidores de Alien: Covenant

    19 de junho de 2016 /

    O estúdio 20th Century Fox divulgou uma foto oficial das filmagens de “Alien: Covenant”, continuação de “Prometheus (2012). A imagem mostra o diretor Ridley Scott discutindo uma cena, com o ator Michael Fassbender ao fundo. O detalhe mais curioso da foto é que Fassbender está com os cabelos morenos. Em “Prometheus”, seu personagem, o androide David, tinha os cabelos loiros… e havia perdido o resto do corpo. O mistério da tintura capilar pode significar apenas que Fassbender interpreta outro papel na trama, como já aconteceu com Lance Henriksen, intérprete de três personagens diferentes da franquia, em “Aliens – O Resgate” (1986), “Aliens 3” (1992) e “Alien vs. Predador” (2004). Bishop, o papel de Henriksen, também era originalmente um androide que, como David… perdeu a cabeça. A sinopse oficial da Fox inclui David na trama, da seguinte forma: “Ridley Scott retorna ao universo de ‘Alien’ com ‘Alien: Covenant’, segundo capítulo de uma trilogia que começou com ‘Prometheus’ e que se conecta diretamente com o clássico de ficção cientifica de 1979. Com destino a um planeta remoto do outro lado da galáxia, a tripulação da nave Covenant descobre o que eles acreditam ser um paraíso inexplorado, mas que é, na verdade, um mundo perigoso e sombrio, cujo único habitante é o ‘sintético’ David (Michael Fassbender), sobrevivente da expedição condenada Prometheus”. Além de Fassbender, o elenco inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Billy Crudup (“Spotlight”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e Danny McBride (“É o Fim”). Com roteiro de Michael Green (“Lanterna Verde”), “Alien: Covenant” tem lançamento marcado para agosto de 2017.

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    Jack Reacher 2: Tom Cruise surra elenco na primeira prévia do filme de ação

    18 de junho de 2016 /

    O programa Entertainment Tonight apresentou em primeira mão trechos do trailer de “Jack Reacher 2”, sequência do filme estrelado por Tom Cruise em 2012. A prévia mostra que a ação e a pancadaria continua o grande atrativo da franquia, além de introduzir a trama, com narração de Cobie Smulders (“Os Vingadores”), intérprete da protagonista feminina. O papel de Cobie é a Major Susan Turner, bastante importante na trama, baseada no livro “Never Go Back”, de Lee Child. Ela acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, é preso e acusado de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. A adaptação tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Tom Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick também escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). O longa original, escrito e dirigido por Christopher McQuarrie (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), faturou US$ 218 milhões nas bilheterias ao redor do mundo, quase empatando seus custos – a produção foi relativamente barata, com orçamento de US$ 60 milhões. O fato de ganhar uma continuação se deve mais ao interesse de Tom Cruise em repetir o papel do que à expectativa do estúdio de ampliar a franquia. Cruise, claro, também é produtor de ambos os filmes. “Jack Reacher 2” tem estreia marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    As Tartarugas Ninja dominam os shoppings em semana com cinco estreias nacionais

    16 de junho de 2016 /

    Mais de uma dezena de filmes chega aos cinemas nesta quinta (15/6), mas apenas três estarão disponíveis num cinema perto de sua casa. Vale destacar que nenhum deles é brasileiro, apesar das estreias nacionais somarem cinco títulos na lista. Água mole em uma situação bem conhecida, já crônica, que entretanto não gera maiores discussões: o gargalo da distribuição. Estranhamente, o tema não é abordado em entrevistas, não rende debates nem motiva protestos em festivais. Enquanto artistas se unem em defesa de um status quo ineficiente e corrupto, o cinema de uma geração inteira já se tornou invisível, sem nem sequer existir em Blu-ray. Entra e sai de cartaz sem deixar maiores vestígios que registros de críticas na internet. Maior lançamento da semana, em 791 salas, o filme “As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras” tem apelo exclusivo para crianças, já que inspirado em desenhos animados, repleto de personagens coloridos, e não nos quadrinhos originais – bem mais anárquicos. O roteiro é puro nonsense, o que desagradou aos adultos da crítica americana, obtendo apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, já é um avanço em relação ao primeiro filme (22%). “Como Eu Era Antes de Você”, novo romance de “doença” que teve pré-estreias lotadas no Dia dos Namorados, também chega longe, com 582 telas. A sinopse sugere uma versão romântica de “Intocáveis” (2011), o sucesso francês sobre a amizade entre um cadeirante e seu cuidador pouco ortodoxo. No lugar de um imigrante africano, surge a bela Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). E em vez de um velho milionário, há um jovem milionário, vivido pelo igualmente desejável Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”). A trama, porém, prefere o desfecho de “Mar Adentro” (2004). O juvenil “Tini – Depois de Violetta” é o terceiro e último a chegar nos shoppings, levando a 90 salas uma continuação da telenovela “Violetta”, do Disney Channel. O produto é uma espécie de “Hannah Montana” para o mercado latino, com direção do argentino Juan Pablo Buscarini, que anteriormente comandou animações e a coprodução infantil canadense “O Inventor de Jogos” (2014). O melhor filme internacional da semana, claro, não chega nem perto deste circuito, exibido em apenas duas salas de “cinema de arte” do Rio de Janeiro. O drama estoniano “Na Ventania” acompanha a vida de uma mãe e uma filha num campo de trabalhos forçados durante a 2ª Guerra Mundial. Baseado em fatos reais, mostra as deportações forçadas da população estoniana para a Sibéria, sob o regime comunista. Venceu vários prêmios internacionais, mas a fotografia em preto em branco é rejeitada pelo mercado. Ainda há dois filmes americanos e dois franceses com estreias limitada. A razoável comédia indie “Elvis e Nixon”, sobre o encontro do Rei do Rock com o Presidente dos EUA em 1970, chega em 14 salas. Já o suspense “Doonby”, com elenco televisivo e apelo de DVD, estreia em uma sala em São Paulo. Os franceses são “Doce Veneno”, remake da comédia “Um Momento de Loucura” (1977), e “Vida Selvagem”. Ambos trazem pais impulsivos. Enquanto o primeiro apela para o sexo com a filha do melhor amigo (em 11 salas), o segundo trilha a reclusão social com os filhos (em duas salas). Nenhum dos dois é especialmente memorável. Por fim, sobra para as cinco estreias nacionais – número impressionante, que poderia ser celebrado como tese da prosperidade do cinema brasileiro, #SQN – espremer-se entre 19 e 4 salas. O maior lançamento é “Big Jato”, o quarto longa do premiado diretor pernambucano Cláudio Assis (“A Febre do Rato”). Inspirado na obra homônima de Xico Sá, traz Matheus Nachtergaele (“Trinta”) em papel duplo: como o pai limpador de fossas e o tio radialista do jovem protagonista (Rafael Nicácio) de uma estranha fábula sobre o rito do amadurecimento. Repleto de escatologia e ternura, “Big Jato” foi o grande vencedor do último Festival de Brasília, onde conquistou os prêmios de Melhor Filme, Roteiro (do cineasta Hilton Lacerda, de “Tatuagem”, e Ana Carolina Francisco), Ator (Nachtergaele), Atriz (Marcelia Cartaxo) e Trilha (DJ Dolores). Coprodução entre Brasil e Argentina, “Paulina” leva a 15 telas um tópico dos noticiários atuais, acompanhando a história de uma professora estuprada por um grupo de alunos, numa região desolada da fronteira argentina. Polêmico, o filme tenta debater a importância da educação na chamada “cultura do estupro”. Dirigido pelo argentino Santiago Mitre (“O Estudante”), foi premiado em diversos festivais importantes, como Cannes, San Sebastian, Torino e Pequim. Em circuito mais restrito, o drama “Trago Comigo”, da cineasta Tata Amaral (“Hoje”), leva a cinco telas uma adaptação da série homônima da TV Cultura, juntando linguagens do teatro e documentário para narrar a experiência de um ex-preso político da ditadura (Carlos Alberto Riccelli, de “Amor em Sampa”). Menor de todos, em quatro salas, “Mundo Deserto de Almas Negras”, do estreante Ruy Veridiano, apresenta um universo paralelo, em que brancos moram na periferia e os negros são ricos, como no americano “A Cor da Fúria” (1995). Completa a programação a estreia paulista do trash “Vampiro 40°”, estrelado pelo cantor Fausto Fawcett, após lançamento restrito no Rio de Janeiro na semana passada.

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    Helen Mirren entra em Velozes e Furiosos 8

    15 de junho de 2016 /

    A atriz Helen Mirren (“Decisão de Risco”) vai dirigir alucinadamente no elenco de “Velozes e Furiosos 8”. Ela confirmou sua participação em entrevista à revista Elle, em que revelou ser um sonho antigo participar de uma cena de perseguição de carros. “Sempre amei dirigir e disse ‘Farei [o longa], desde que eu mesma grave minhas cenas ao volante – se elas existirem’. Veremos como as coisas vão acontecer”, ela contou. “O cinema é uma coisa maravilhosa e imprevisível. Não viro as costas para nada. Amo filmes, amo ir ao cinema. Gosto de filmes sérios, estrangeiros, blockbusters divertidos. Basta que sejam bem-feitos e tenham bons roteiros. Isso é o mais importante”, completou. A participação vai acontecer quase um ano após ela dar uma entrevista ao Yahoo! em que confessava que seu maior desejo era participar de um filme da franquia. “Minha grande ambição é estar em um ‘Velozes e Furiosos’ e ser uma motorista louca”, ela disse na ocasião, acrescentando que amava Vin Diesel. Não há maiores detalhes sobre sua participação. Atualmente em produção, “Velozes e Furiosos 8” também contará com Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como nova vilã. Dirigido por F. Gary Gray, o filme tem previsão de estreia em abril de 2017.

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    Indiana Jones 5: Steven Spielberg promete não matar Harrison Ford

    15 de junho de 2016 /

    O cineasta Steven Spielberg fez uma promessa aos fãs de Indiana Jones. Falando sobre seus planos para o quinto filme da franquia, ele afirmou ao site The Hollywood Reporter que não pretende se desfazer do personagem para dar lugar a uma nova geração. “Uma coisa que posso dizer é que não vamos matar Harrison Ford no final do filme”, brincou. A afirmação ecoa o destino de Han Solo, também interpretado por Ford. O retorno da franquia “Star Wars” aos cinemas serviu para, entre outras coisas, encerrar a trajetória do personagem, no momento mais dramático, mas também mais controvertido de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Até o momento nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. Em uma entrevista recente, o produtor Frank Marshall disse que o longa deve ser uma continuação direta de “O Reino da Caveira de Cristal” (2008), escrito pelo menos roteirista, David Koepp. A trilha sonora, por sua vez, voltará a contar com a composição e regência de John Williams. Spielberg, Ford, Marshall e Williams trabalham juntos na franquia desde o primeiro filme, “Os Caçadores da Arca Perdida”, de 1981. A estreia de “Indiana Jones 5” está prevista apenas para 2019.

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    Invocação do Mal 2 confirma talento de James Wan para assustar o público

    14 de junho de 2016 /

    Não foi com “Jogos Mortais” (2004) e “Sobrenatural” (2010) que James Wan mostrou que deveria ser levado a sério como um dos cineastas mais promissores deste século. Foi com o primeiro “Invocação do Mal” (2013), relembrando como se faz um belo filme de terror, ao valorizar sugestões em cada canto de uma boa e velha casa mal-assombrada e recuperar a sensação de medo do desconhecido. Não precisava de uma continuação, mas, como era inevitável, nada melhor que contar novamente com Wan na direção. Mais uma vez buscando inspiração nos arquivos dos demonologistas Lorraine (a sempre ótima Vera Farmiga) e Ed Warren (o sempre fraco Patrick Wilson), o diretor conduz o espectador à Londres dos anos 1970 para revelar os bastidores do famoso caso conhecido como “Poltergeist de Enfield”. Quem assistir a um documentário da BBC realizado na época, notará o quanto a produção fez um trabalho incrível para reconstruir cenários, figurinos e personagens reais. Destaque para a fotografia de Don Burgess, que além de alçar “voos” pelos cômodos da casa, brinca de forma eficiente com as cores e atua a favor do ilusionismo como poucos filmes do gênero conseguiram. Um exemplo: marcada pelos espíritos de porco de “Invocação do Mal 2”, a menina Peggy (a fantástica Madison Wolfe) só usa vermelho e, assim, se destaca das penumbras ora cinzentas, ora completamente dominadas pela escuridão da casa amaldiçoada da vez. “Invocação do Mal 2”, porém, não supera o original. Nem mesmo se iguala. Ainda assim, mostra como pode ser prazeroso ver o resgate dos ensinamentos dos melhores exemplares do terror hollywoodiano dos anos 1970, aliados a truques modernos, que Wan tira da câmera para manipular as emoções e prender a atenção da plateia. É um mágico no controle absoluto de seus lenços, pombos e cartolas. O show permanece elegante, imersivo e impressionante – muitos se pegarão agarrados à cadeira do cinema em alguns momentos –, mas, diferente do primeiro, Wan mostra e explica mais que sugere. Ao contrário do “Invocação do Mal” original, que segura a onda até os minutos finais, quando o implícito dá lugar ao explícito, o segundo filme privilegia os sustos à incômoda e quase que ininterrupta sensação de calafrio, embora Wan ainda brilhe nesse quesito. Duas cenas de “Invocação do Mal 2” ilustram essa diferença. Há um espírito maligno conhecido como “Homem Torto”, que, já em sua primeira aparição, aparece em toda a sua glória (e não é CGI e sim o incrível trabalho corporal do ator magrelo Javier Botet). Mas é em sua segunda cena, quando mal aparece, que ele tem maior impacto, resultado mais de sugestão que revelação. Mas o filme não é só uma sucessão de sustos. Há um bom desenvolvimento dramático, que aproxima o espectador dos protagonistas e da família que eles tentam salvar. Somos convidados a entrar e a habitar a casa mal-assombrada. É o que basta para embarcar na proposta. James Wan, tanto aqui quanto no primeiro, valoriza as relações humanas e os dramas familiares, uma estratégia que costuma levar aos melhores filmes do gênero. Wan é mestre nesse tipo de filme, mas já começa a se repetir, juntando elementos que deram certo em “Invocação do Mal” e “Sobrenatural” – um velho, um demônio, a caminhada solitária pelo lado espiritual, a “nova Annabelle” (representada pelo “Homem Torto”), entre outros. O que ele faz de melhor é desenvolver bem os personagens, mostrando como os Warren se fortalecem indo até o inferno e retornando como um casal mais apaixonado que nunca. Você pode pular da cadeira na “cena do quadro”, mas é a identificação instantânea com essas pessoas que ficará em sua mente.

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    Um Tira da Pesada 4 será dirigido por dupla belga premiada

    14 de junho de 2016 /

    A Paramount Pictures contratou uma dupla de diretores belgas para comandar a nova sequência da franquia “Um Tira da Pesada”. São Adil El Arbi e Bilall Fallah, do elogiado drama criminal “Black” (2015), premiado no último Festival de Toronto. Inicialmente idealizado para a TV, como piloto de uma série, a produção foi recusada pela rede CBS e acabou reconfigurada para virar o quarto filme da franquia pelos roteiristas Josh Appelbaum e Andre Nemec (ambos de “As Tartarugas Ninja”) “Um Tira da Pesada 4” vai voltar a trazer o ator Eddie Murphy no papel do detetive Axel Foley, que ele viveu com grande sucesso por dez anos, entre 1984 e 1994. Mais de duas décadas depois, a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, que também planeja fazer uma sequência de “Top Gun” nos cinemas. Ainda não há previsão de estreia.

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    Invocação do Mal 2: Documentário raro revela a história real que inspirou o filme

    12 de junho de 2016 /

    Quem duvida que a história do terror “Invocação do Mal 2” seja baseada em fatos reais pode se surpreender ao assistir um documentário raro da BBC, gravado nos anos 1970 e disponível no YouTube, que mostra a casa de Enfield, a família e os fatos que assombraram o lugar. O vídeo também serve para demonstrar a fidelidade da recriação do local e dos eventos fantasmagóricos no filme. Ao final, fica a certeza de que se trata de um terror bastante realista. O que o torna ainda mais assustador. Como no primeiro longa, a trama de “Invocação do Mal 2” é baseada numa história extraída dos arquivos de Lorraine e Ed Warren, o casal de investigadores paranormais vividos por Vera e Patrick, que desta vez investigam a famosa assombração de Enfield, que aflige uma família em Londres, especialmente a filha Janet (Madison Wolfe, de “O Herdeiro do Diabo”), aterrorizada por um poltergeist. Novamente escrito pelos irmãos Chad e Corey Hayes, “Invocação do Mal 2” marca a volta do diretor James Wan ao terror, após bater recordes de bilheteria com seu primeiro filme de ação, “Velozes & Furiosos 7”. O filme está nos cinemas desde quinta (9/6) no Brasil. Já o documentário pode ser assistido abaixo na íntegra, sem legendas.

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    Bastidores de Alien: Covenant ganham fotos e inspiram boatos

    12 de junho de 2016 /

    Diversas fotos dos bastidores das filmagens de “Alien: Covenant” na Austrália começaram a circular na internet, revelando a cenografia da produção, entre paisagens paradisíacas, naves espaciais e até alienígenas. Assim, aos poucos, os segredos da produção começam a ser desvendados. E embora a trama esteja cercada de mistério, aos poucos detalhes suculentos começam a vir à tona, como rumores que escapam do set da produção. O mais recente boato foi publicado pelo site The Playlist, que alegou ter recebido de uma fonte confiável da produção a informação sobre a verdadeira identidade da personagem interpretada por Katherine Waterston (“Vício Inerente”) na continuação de “Prometheus” (2012). Chamada Daniels, a personagem da atriz será ninguém menos que a mãe de Ellen Ripley, a personagem de Sigourney Weaver em “Alien” (1979). Assim que a notícia foi publicada, a 20th Century Fox comunicou o site para remover a informação, o que apenas ajudou a espalhar com mais força o rumor pela internet. A hipótese faz sentido, uma vez que o diretor Ridley Scott anunciou que “Alien: Covenant” faria parte de uma trilogia que levaria até “Alien, o 8º Passageiro”. A primeira foto de Katherine Waterston no set, por sinal, também revela uma perturbadora semelhança com o icônico visual de Ripley. Confira acima. A sinopse oficial da Fox descreve o filme da seguinte forma: “Ridley Scott retorna ao universo de ‘Alien’ com ‘Alien: Covenant’, segundo capítulo de uma trilogia que começou com ‘Prometheus’ e que se conecta diretamente com o clássico de ficção cientifica de 1979. Com destino a um planeta remoto do outro lado da galáxia, a tripulação da nave Covenant descobre o que eles acreditam ser um paraíso inexplorado, mas que é, na verdade, um mundo perigoso e sombrio, cujo único habitante é o ‘sintético’ David (Michael Fassbender), sobrevivente da expedição condenada Prometheus”. Além de Fassbender e Katherine Waterston, o elenco inclui Billy Crudup (“Spotlight”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e Danny McBride (“É o Fim”). Com roteiro de Michael Green (“Lanterna Verde”) e direção de Ridley Scott, que fez tanto o primeiro “Alien” quanto “Prometheus”, “Alien: Covenant” tem lançamento marcado para agosto de 2017.

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    Jack Reacher 2: Veja Tom Cruise e Cobie Smulders nas primeiras fotos da continuação

    11 de junho de 2016 /

    A revista americana People divulgou as primeiras fotos de “Jack Reacher 2”, continuação do filme de 2012, que mostram Tom Cruise em Nova Orleans. Além dele, as imagens destacam a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”) como a protagonista feminina e Jason Douglas (série “The Walking Dead”) no papel do xerife local. O papel de Cobie é a Major Susan Turner, bastante importante na trama, baseada no livro “Never Go Back”, de Lee Child. Ela acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, é preso e acusado de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. A adaptação tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Tom Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick também escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). O longa original, escrito e dirigido por Christopher McQuarrie (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), faturou US$ 218 milhões nas bilheterias ao redor do mundo, quase empatando seus custos – a produção foi relativamente barata, com orçamento de US$ 60 milhões. O fato de ganhar uma continuação se deve mais ao interesse de Tom Cruise em repetir o papel do que à expectativa do estúdio de ampliar a franquia. Cruise, claro, também é produtor de ambos os filmes. “Jack Reacher 2” tem estreia marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Continuação do cult Barrados no Shopping vai virar série

    10 de junho de 2016 /

    O cineasta Kevin Smith revelou que “Mallbrats”, a sequência do cultuado filme “Barrados no Shopping” (Mallrats, no original), vai acontecer como série. Em entrevista ao programa “Preston & Steve”, da rádio WMMR, Smith revelou que a história terá dez episódios. O cineasta, que este ano dirigiu um episódio da série “The Flash”, revelou que um dos fatores que reconfigurou a produção foi o contrato com a Universal Pictures, que detém os direitos do filme original, lançado em 1995. “Você sabe, ‘Mallrats’ é um filme de 20 anos atrás, e a ideia de fazer uma sequência de um filme de 20 anos de idade é, para algumas pessoas, algo como: ‘Por que você vai se preocupar em fazer isso? Não foi bem sucedido da primeira vez. Quanto vocês ganharam?’. E nós dizemos: ‘Dois milhões (de dólares)?’. ‘Certo, bem, eu não sei se o mundo está clamando por isso'”, narrou o diretor. “Quem diria que a TV seria a salvação para esse filme?”, ele completou. Anunciada no ano passado pelo diretor, a produção chegou a confirmar o retorno da maior parte do elenco original, por meio de diversas publicações no Facebook de Kevin Smith – os atores Jeremy London (série “Sétimo Céu”) e Jason Lee (“Alvin e os Esquilos”), que viveram os protagonistas do filme original, além de Shannen Doherty (série “Charmed”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Ethan Suplee (série “Jennifer Falls”), Joey Lauren Adams (“Procura-se Amy”), Sven-Ole Thorsen (“Gladiador”), Renée Humphrey (“O Império (do Besteirol) Contra-Ataca”), Trevor Fehrman (série “Odd Man Out”), Jason Mewes (“O Balconista”) e o quadrinista Stan Lee. Do elenco original, ficaram faltando apenas as confirmações da protagonista feminina, a atriz Claire Forlani (série “NCIS: Los Angeles”), e do então desconhecido Ben Affleck (“Batman vs. Superman”). O diretor também adiantou que já escolheu o shopping que será o cenário para as filmagens: Exton Square Mall, na Pensilvânia (EUA). “A não ser que alguém chegue para mim e diga: você tem que filmar no shopping do meu primo. Eu consigo ver isso acontecendo”. O próximo filme de Kevin Smith será o trash “Yoga Hosers”, com o ator Johnny Depp e sua filha, Lily-Rose, que será lançado em 29 de julho nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil.

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    Mel Gibson prepara continuação de A Paixão de Cristo

    10 de junho de 2016 /

    Mel Gibson planeja retomar “A Paixão de Cristo” (2004) com uma continuação, focada na história da ressurreição de Jesus. A informação foi revelada pelo roteirista Randall Wallace, com quem Gibson trabalhou em “Coração Valente” (1995) e em seu filme mais recente, o inédito “Hacksaw Ridge”, sobre o médico militar Desmond Doss (1919-2006). Wallace confirmou o projeto, dizendo que ficou difícil mantê-lo em segredo, e que a ideia surgiu durante as filmagens de “Hacksaw Ridge”. Formado pela Duke University, ele se especializou em religião, com foco na ressurreição. “A paixão é o início, mas há muito mais para contar”, disse ele, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “A Paixão de Cristo” é considerado o filme independente de maior sucesso de todos os tempos no cinema americano. A produção, que custou cerca de US$ 30 milhões, rendeu US$ 612 milhões em bilheteria no mundo inteiro. Procurado pela revista, um representante de Gibson não quis comentar o envolvimento do cineasta no projeto.

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    Trainspotting 2: Fotos flagram filmagens com Ewan McGregor e Jonny Lee Miller

    9 de junho de 2016 /

    Os atores Ewan McGregor e Jonny Lee Miller foram flagrados filmando uma cena de “Trainspotting 2” em Edimburgo, na Escócia. Bem diferentes do tempo em que viveram os personagens originais, Renton e Sick Boy, os dois aparecem bem vestidos, saindo do interior do prédio do Parlamento escocês. Além deles, também pode ser visto nas imagens os cineasta Danny Boyle, passando orientações. “Trainspotting 2” terá a participação dos principais integrantes elenco da produção de 1996, que ainda incluía os atores Ewen Bremner (Spud) e Robert Carlyle (Begbie). O filme vai mostrar o que aconteceu com os personagens após duas décadas. Infelizmente, a continuação não ficará pronta a tempo de marcar os 20 anos do filme original. Mas por pouco. A estreia está marcada para 27 de janeiro no Reino Unido.

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