Gravações da série Shippados são paralisadas após assassinato de integrante da produção
As gravações da série “Shippados”, produzida para o Globoplay, foram paralisadas devido à morte de Francis Ferreira de Souza, eletricista da equipe de produção, que foi assassinado na noite de segunda-feira (10/12). Segundo comunicado da Globo, Francis foi baleado quando chegava em casa, na cidade carioca de Maricá. Ele havia acabado de sair de um jantar e estava acompanhado do colega Carlos Niedson Faria Adell, maquinista da equipe, que acabou sendo ferido na perna e foi transferido para um hospital na cidade do Rio de Janeiro. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de São Gonçalo. “Shippados” foi uma das novidades apresentadas pela Globoplay na CCXP (Comic Con Experience) 2018. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociais. Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. A série é uma criação de Alexandre Machado e Fernanda Young (o casal responsável por “Os Normais”) e ainda tem no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”), Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”).
Shippados: Nova série dos criadores de Os Normais revela fotos dos personagens
A nova série de comédia dos criadores de “Os Normais”, Alexandre Machado e Fernanda Young, foi oficialmente anunciada na CCXP (Comic Con Experience) 2018, com direito a painel e divulgação das fotos dos personagens. Apesar da notícia já circular anteriormente, o evento serviu para reunir elenco e criadores e alardear a produção, que vai se chamar “Shippados” e voltará a tratar dos problemas de um casal como na série clássica da Globo. A diferença é que será lançada diretamente em streaming. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociaisl Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. “O que surge no amor [aplicativos de relacionamento] faz parte da trama atual sem excluir o assunto que é o conflito, ciúmes, possessividade. São justamente esses recursos virtuais que são mais risíveis do que nunca. Graças a Deus, sou uma jovem senhora e não tenho acesso a essa palhaçada, porque do jeito que sou ciumenta, possessiva e agressiva, ia dar merda”, afirmou Fernanda Young, autora da série, durante o painel da Comic Con. “A ideia da série veio por causa das nossas filhas mais velhas, as gêmeas de 18 anos. Eu gosto muito do assunto dos casais e do amor, e na minha literatura já tem isso. Na comédia, o casal deve ser dramaturgicamente risível porque o amor é engraçado”, completa. Young também comentou o paralelo da nova série com “Os Normais”, exibido entre 2001 e 2003 na Globo. “Nos ‘Shippados’ são pessoas loucas, que são normais na vida. Já em ‘Os Normais’ eram pessoas normais que eram loucas.” A autora também revelou que gostaria de ter feito uma trilogia da sitcom para o cinema e concluiu que “Os Normais” sempre será uma referência. A atriz Tatá Werneck também comentou sobre a mudança dos relacionamentos da época de “Os Normais” para os dias atuais. “A gente descobre a traição com mais facilidade hoje por causa das redes sociais”, diz Tatá. Com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2019 na Globoplay, a sitcom tem ainda no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”) e Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), que formam um casal que vai aparecer na série sempre nu, e Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”). “A gente mostra a nudez real. Nossa realidade, com corpo real. Não é uma nudez Marina Ruy Barbosa”, brincou Tatá.
Paulo Gustavo anuncia que Minha Mãe é Uma Peça vai virar série da Globoplay
O comediante Paulo Gustavo anunciou que “Minha Mãe é Uma Peça” vai virar série no Globoplay. A revelação foi feita pelo Instagram neste domingo (9/11), no perfil do próprio ator e também via conta da Globoplay, com direito à vídeo. Ele gravou o vídeo e compartilhou a novidade diretamente do estande da plataforma na CCXP (Comic Con Experience) 2018, em São Paulo. A Dona Hermínia, personagem vivida por Paulo Gustavo, surgiu como uma peça de teatro, conforme revela o título. Depois virou livro e filmes, chamado “Minha Mãe é Uma Peça – O Filme” e “Minha Mãe é uma Peça 2: O Filme”. Ambos foram recordistas de bilheterias. A série ainda não tem título oficial. Mas se “Minha Mãe é Uma Peça – O Filme” servir de dica, a gente é capaz de prever o nome da produção para o streaming. A previsão de lançamento é apenas para 2020, possivelmente porque vem aí… “Minha Mãe é Uma Peça 3 – O Filme”. Visualizar esta foto no Instagram. @joaoferrazdemesquita amei nosso encontro! Parabéns pelo stand e pela programação @globoplay ! 2020 teremos o seriado da DONA HERMINIA! Minha mãe é uma peça! Que ansiedade! Isso vai ser incrível ! Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 9 de Dez, 2018 às 10:50 PST Visualizar esta foto no Instagram. Spoiler do @paulogustavo31 para 2020: série #MinhaMãeÉumaPeça, exclusivo Globoplay. #ccxp2018 Uma publicação compartilhada por Globoplay (@globoplay) em 9 de Dez, 2018 às 9:05 PST
WiFi Ralph lidera bilheterias por seu terceiro e último fim de semana consecutivo nos EUA
A animação “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” chegou ao limite de seu fôlego para manter-se no topo das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo terceiro fim de semana consecutivo. Com US$ 16,1M (milhões), ficou apenas 1M à frente de outra animação rival, “O Grinch”, que está em sua quinta semana em cartaz. Na semana que vem, as duas animações terão a concorrência de uma terceira – e elogiadíssima – , “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Enquanto isso, “Aquaman” já começou a surfar no mercado internacional, batendo recorde de bilheteria da Warner na China. O rei de Atlantis vai chegar apenas daqui a dois fins de semana à América do Norte – passando antes pelo Brasil – , para também disputar a liderança do ranking. Por enquanto, porém, é tudo calmaria no Top 10, já que praticamente não houve alteração em relação à semana passada. Sem estreias amplas, os mesmos filmes permanecem entre os dez mais vistos da América do Norte. Mas as críticas positivas e indicações ao Globo de Ouro fizeram “Green Book” subir algumas posições, indo do 10º para o 7º lugar e jogando o “Cadáver” ladeira abaixo. De significativo, vale ressaltar que “Bohemian Rhapsody” fez mais US$ 100M entre o fim de semana passado e o atual, atingindo quase US$ 600M em todo o mundo. É recorde disparado para o gênero das cinebiografias musicais, que devem se multiplicar após esse resultado. O filme sobre a banda Queen também superou a cinebiografia da banda NWA, “Straight Outta Compton”, para se tornar a maior bilheteria do gênero no mercado norte-americano. Saiba mais aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 16,1M Total EUA e Canadá: 140,8M Total Mundo: US$ 258,1M 2. O Grinch Fim de semana: US$ 15,1M Total EUA e Canadá: US$ 223,4M Total Mundo: US$ 322,3M 3. Creed II Fim de semana: US$ 10,3M Total EUA e Canadá: US$ 96,4M Total Mundo: US$ 119,6M 4. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 145,2M Total Mundo: US$ 568,5M 5. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 173,5M Total Mundo: US$ 596,5M 6. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 54,1M Total Mundo: US$ 60,4M 7. Green Book Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 19,9M Total Mundo: US$ 19,9M 8. Robin Hood: A Origem Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 27,2M Total Mundo: US$ 65,7M 9. Cadáver Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 11,5M Total Mundo: US$ US$ 23M 10. As Viúvas Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 38,5M Total Mundo: US$ 65M
Disney contrata roteiristas para lançar Mudança de Hábito 3 em streaming
A Disney contratou as roteiristas de séries Regina Hicks (“Insecure”) e Karin Gist (“Star”) para escrever a continuação da franquia “Mudança de Hábito”, que fez sucesso nos anos 1990. Hicks e Gist já trabalharam diversas vezes juntas anteriormente – nos dois telefilmes da franquia “Camp Rock”, no telefilme “Drumline: A New Beat” e na série “Girlfriends”. Mas “Mudança de Hábito 3” não será a estreia delas no cinema. Isto porque a produção está sendo desenvolvida para o serviço de streaming Disney +, que ficará disponível a partir de 2019. Detalhes da trama ainda não foram revelados, e a participação da estrela Whoopi Goldberg no filme não é garantida. Ela protagonizou os dois filmes anteriores, de 1992 e 1993, como Deloris, uma cantora que, após se tornar testemunha de um crime, é escondida pela polícia em um convento, disfarçada de freira. O original contou também com a presença de Maggie Smith (“Harry Potter”) e Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”), além da atriz Kathy Najimy (“Convenção das Bruxas”), que apareceu em ambos os filmes ao lado de Goldberg. Ainda não há data de estreia prevista para “Mudança de Hábito 3”.
Chris Hemsworth divulga primeira foto oficial de Homens de Preto: Internacional
O ator Chris Hemsworth divulgou em suas redes sociais a primeira foto oficial do novo filme dos Homens de Preto, em que aparece de arma em punho ao lado de Tessa Thompson, repetindo a parceria bem-sucedida de “Thor: Ragnarok”. “Flashback para quando eu estava filmando ‘Homens de Preto’ com a minha parceira em em proteção galactica, Tessa Thompson, quando estávamos mandando ver nos alienígenas”, escreveu Hemsworth, junto da foto. “Pela minha memória, esta foto foi tirada entre cenas, quando detectamos atividade criminosa nas ruas de Londres”, ele brincou. “Nós imediatamente usamos nossas armas à laser para derrubar o maior sindicato do crime da cidade. Feliz em dizer que as ruas estão seguras novamente. De nada, mundo”. Há dois dias, a Sony também divulgou o logotipo e o título oficial da produção, que vai se chamar “MIB: International” nos Estados Unidos e, conforme mostra o estande do estúdio na CCXP 2018 (Comic-Con Experience 2018), “Homens de Preto: Internacional” no Brasil. O filme vai acompanhar a ação a partir dos escritórios britânicos da agência de segurança alienígena, e trará de volta Emma Thompson reprisando o papel de Agente O, que ela interpretou em “Homens de Preto 3” (2012). Com direção de F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), o filme estreia em 13 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. #FBF shooting MIB with my partner in galaxy protection @tessamaethompson when we were ripping aliens a new one. From memory, this shot was taken in between set ups when Tessa and I noticed some criminal activity on the streets in London. We immediately drew our laser guns and took down one of the largest crime syndicates in the city. Happy to say the streets of London are now safe again. You’re welcome world. #MIBInternational ?️ @meninblack Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 7 de Dez, 2018 às 6:29 PST
Trailer revela especial de Natal do Porta dos Fundos na Netflix
A Netflix divulgou um trailer de um especial de Natal nacional, feito pelo grupo Porta dos Fundos. Trata-se de uma paródia de “Se Beber Não Case” passada na última ceia de Jesus, apropriadamente intitulada “Se Beber Não Ceie”. Após encherem a cara com o milagre da multiplicação do vinho, os apóstolos não lembram onde Jesus foi parar. O especial tem roteiro de Fábio Porchat, que interpreta Jesus, e traz Gregório Duvivier no papel de Judas, além de Antonio Tabet e Rafael Portugal. A estreia está marcada para 21 de dezembro em streaming. E é ressaca garantida para a Netflix, graças ao tom que pode ser considerado ofensivo aos cristãos – já repararam de onde sai o estoque interminável dos pães de Jesus?
Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série baseada na comédia Quase 18
A atriz Isabelle Fuhrman, que foi “A Órfã” (2010) e um dos tributos originais de “Jogos Vorazes” (2012), vai estrelar “The Edge of Seventeen”, série do YouTube Premium baseada na comédia homônima, traduzida no Brasil como “Quase 18”. Fuhrman não vai dar vida à personagem interpretada por Hailee Steinfeld no cinema, a adolescente Nadine. Em vez disso, sua personagem vai se chamar Mira. A adaptação está sendo desenvolvida por Annabel Oakes, que escreveu episódios de “Awkward.” e “Atypical”, duas séries de temática similar. Em comunicado, ela descreveu o projeto como “uma subversão daquilo que é esperado em séries de adolescentes”. Primeiro filme dirigido por Kelly Fremon, que antes só tinha roteirizado a comédia “Recém-Formada” (2009), “Quase 18” recebeu elogios rasgados da crítica. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, foi uma das estreias mais bem cotadas de 2016 e provavelmente a melhor comédia sobre a vida no colegial (A.K.A. Ensino Médio) desde “A Mentira” (2010), com quem compartilha muitos temas. Seu enredo é um apoteose de humor adolescente amargo, cínico e autodepreciativo, como nos bons clássicos de John Hughes dos anos 1980, concentrado na falta de amor próprio de uma adolescente em crise eterna. Desinteressante, sem muitas amizades ou atrativos, ela sofre por ter um irmão perfeito (Blake Jenner no filme), que todos adoram, inclusive sua melhor amiga Krista (Haley Lu Richardson), que vira ex-amiga quando começa a namorá-lo. A partir daí, sentindo-se traída e abandonada, ela toma uma série de decisões que só pioram a situação. Sem ninguém com quem desabafar, só lhe resta conversar com o professor (Woody Harrelson) que se vê forçado a lhe dar mais atenção que a própria mãe dela (Kyra Sedgwick). Além de Isabelle Fuhrman, a atriz Liana Liberato (da série “Light as a Feather”) foi escalada como a nova versão da melhor amiga, chamada de Lou. A produção foi uma das últimas encomendadas antes do YouTube Premium anunciar uma mudança sua abordagem comercial. Originalmente concebido como um serviço de streaming para assinantes, ele passará a disponibilizar seu conteúdo de forma gratuita, mas com anúncios, a partir de 2020.
WiFi Ralph mantém 1º lugar e vira maior sucesso dos estúdios Disney nos EUA em 2018
“WiFi Ralph: Quebrando a Internet” manteve a liderança das bilheterias na América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo. Com os US$ 25,7M (milhões) acumulados nos três últimos dias, atingiu 119,2M no mercado doméstico e, assim, já se tornou o maior sucesso do Walt Disney Studios nos Estados Unidos e Canadá neste ano, após os fracassos de todas as produções live-action do estúdio em 2018 – “Uma Dobra no Tempo” (US$ 100,4M na América do Norte), “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” (US$ 99,2M) e “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” (US$ 49,1M). A ausência de sucessos do estúdio foi compensada pelo êxito do resto do conglomerado, com produções da Marvel e Pixar encabeçando as bilheterias de 2018. Mas chama atenção que até “WiFi Ralph” incluiu personagens da Marvel, Pixar e Lucasfilm em sua trama, no primeiro crossover geral – e genérico – da Disney. O público brasileiro ainda vai demorar para poder conferir, já que sua estreia nacional está marcada apenas para 3 de janeiro. Outra animação ocupou o 2º lugar. “O Grinch” subiu uma posição em relação à semana passada, ultrapassando o drama “Creed II”, em 3º. O Top 5 se completa com “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e “Bohemian Rhapsody”, que, por coincidência, estão com desempenhos muito próximos em suas escaladas mundiais. O segundo “Animais Fantásticos” ultrapassou os US$ 500M de arrecadação em todo o mundo, enquanto a cinebiografia da banda Queen roçou na marca nos últimos três dias. A diferença, claro, é que enquanto a fantasia grandiosa da Warner custou US$ 200M e ainda está no prejuízo, o musical da Fox foi rodado por US$ 52M e está dando muito lucro. Para completar, a semana teve apenas um lançamento, o terror “Cadáver”, que também estreou neste fim de semana no Brasil. Destruído pela crítica com somente 17% de aprovação no Rotten Tomatoes, fez US$ 6,5M e abriu em 7º lugar – à frente do fiasco de “Robin Hood: A Origem”, que foi outra estreia da semana nos cinemas brasileiros. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 25,7M Total EUA e Canadá: 119,2M Total Mundo: US$ 206,9M 2. O Grinch Fim de semana: US$ 17,7M Total EUA e Canadá: US$ 203,5M Total Mundo: US$ 268,3M 3. Creed II Fim de semana: US$ 16,8M Total EUA e Canadá: US$ 81,1M Total Mundo: US$ 92,5M 4. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 134,3M Total Mundo: US$ 519,6M 5. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 164,4M Total Mundo: US$ 493M 6. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 45,9M Total Mundo: US$ 45,9M 7. Cadáver Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 6,5M Total Mundo: US$ 10,6M 8. Robin Hood: A Origem Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 21,7M Total Mundo: US$ 48M 9. As Viúvas Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 33M Total Mundo: US$ US$ 46,6M 10. Green Book Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 14M Total Mundo: US$ 14M
Novo clipe de Ariana Grande é uma grande homenagem às comédias clássicas dos anos 2000
As fotos de bastidores das gravações do novo clipe de Ariana Grande, “Thank U, Next”, já adiantavam uma grande homenagem ao filme “Meninas Malvadas”, comédia adolescente cultuada de 2004. Mas a estreia do clipe nesta sexta (30/11) revelou muitas outras referências, num tributo mais amplo às comédias dos anos 2000, repetidas à exaustão na Sessão da Tarde. “Meninas Malvadas” ocupa, de fato, o recheio da produção, com Ariana encarnando uma versão de Regina George, personagem que impulsionou a carreira da atriz Rachel McAdams. E na companhia de ninguém menos que Jonathan Bennet, intérprete de Aaron Samuels, ex-namorado de Regina no filme, além de Stefanie Drummond, que também esteve na comédia como Bethany Byrd. Não falta sequer a icônica sequência da dancinha de Natal, com Elizabeth Gillies (a Fallon da série “Dynasty”), quase um clone da Lindsay Lohan jovem, e a socialite Kris Jenner (“Keeping Up with the Cardashians”) como a mãe coruja (papel de Amy Poehler no filme). Mas não fica nisso. A cantora também vira Elle Woods, a personagem rosada de Reese Witherspoon em “Legalmente Loira” (2001), com direito à recriação da cena do salão de beleza com Jennifer Coolidge. E ainda compete com cheerleaders no clima de “As Apimentadas” (tradução nacional de “Bring It On”, 2000), de onde também vem a escovação de dentes com Matt Bennett (“Victorious”), uma cena originalmente encenada por Jesse Bradford e Kirsten Dunst naquele longa. Outra referência é a casinha de bonecas de “De Repente 30” (2004), com Ariana tendo seu momento de Jenna Rink (Jennifer Garner). Por sinal, Mark Rufallo, que interpretou o par de Jennifer no filme, aprovou, com elogios nas redes sociais. “Comendo algumas Razzles (é bala E chiclete!) em sua homenagem, Ariana!”, escreveu o ator no Twitter, após ver o clipe. São provavelmente os filmes que marcaram a infância da cantora de 25 anos, que era criança quando eles estrearam no cinema. A letra, porém, refere-se a outro tipo de lembranças, já que faz um balanço de seus relacionamentos. Nela, Ariana cita nominalmente os ex-namorados, como o rapper Big Sean e o dançarino Ricky Alvarez, além do comediante Pete Davidson, de quem se separou em outubro após quatro meses de noivado. Ela se diz “grata” a Pete e também agradece ao rapper Mac Miller, que morreu em setembro aos 26 anos. “Gostaria de poder dizer obrigada para Malcolm, porque ele foi um anjo”, ela canta. Ao contrário do tom rancoroso escolhido, por exemplo, por Taylor Swift para falar de exes, Ariana se manifesta de forma bastante adulta. “Um me ensinou o amor. Um me ensinou paciência. E um me ensinou a dor. Agora eu sou tão maravilhosa. Eu tenho amado e tenho perdido, mas não é isso que eu vejo. Então, olhe o que eu tenho. Olhe o que vocês me ensinaram. E por isso eu digo ‘Obrigada, próximo’”. A mensagem parece contrastar com o tema do clipe, mas, na verdade, ambos se complementam, já que as comédias românticas selecionadas apostam na superação e no final feliz, após os primeiros desencontros, em busca do mítico “amor verdadeiro” dos contos de fada cor-de-rosa. Com direção de Hannah Lux Davis, responsável pelo clipe anterior de Ariana (“Breathin”), “Thank U, Next” também tem participações de Colleen Ballinger (da série “Haters Back Off”),Daniela Monet (também de “Victorious”), Scott Nicholson (“Succession”) e do cantor Troye Sivan (“X-Men Origens: Wolverine”), entre outros. Acontece tanta coisa em cena que o clipe ganhou uma espécie de “making of” com imagens de seus bastidores. Veja abaixo. Having some Razzles (it’s a candy AND a gum) in your honor, @ArianaGrande! #thankunext https://t.co/5QA1pNtbiO — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) November 30, 2018
Kristen Stewart negocia estrelar sua primeira comédia romântica lésbica
A atriz Kristen Stewart está negociando estrelar sua primeira comédia romântica lésbica, “Happiest Season”. A história é bem convencional. A protagonista (Stewart) planeja propor casamento a sua namorada durante as festividades de fim de ano, mas descobre que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Soa como uma versão lésbica de “Adivinhe Quem vem para Jantar” (1967). O filme será o segundo longa dirigido pela atriz Clea DuVall, que é abertamente lésbica, e foi escrito em parceria com outra atriz, Mary Holland. As duas atuam juntas na série “Veep”. A produção é da Temple Hill Entertainment em parceria com a TriStar, do conglomerado Sony. A Temple Hill fez sucesso este ano justamente com uma comédia romântica gay, “Com Amor, Simon”. Kristen Stewart, que está filmando a nova versão de “As Panteras”, definiu-se recentemente como bissexual, mas seus relacionamentos mais recentes foram todos com mulheres. No cinema, porém, a maioria de seus papéis são de heroínas heterossexuais, de Bella Swan em “Crepúsculo” a Branca de Neve em “Branca de Neve e o Caçador”. Mas ela experimentou a sexualidade de Joan Jett numa cena de “The Runaways” e seu filme mais recente é o suspense lésbico “Lizzie”, que estreia no Brasil em março.
WiFi Ralph quebra bilheterias com a segunda maior estreia do feriado de Ação de Graças na América do Norte
“WiFi Ralph” fez mais que quebrar a internet. A nova animação da Disney quebrou a concorrência em sua estreia na América do Norte no fim de semana, com uma arrecadação de US$ 84,5M (milhões). Trata-se da segunda maior bilheteria já registrada no feriado de cinco dias de Ação de Graças, atrás apenas dos US$ 93,6M do fenômeno “Frozen”, a animação mais bem-sucedida de todos os tempos. Considerando apenas os três dias de fim de semana, porém, a abertura de “Wifi Ralph: Quebrando a Internet” encolhe para US$ 55,6M. O valor é superior à estreia do primeiro filme, “Detona Ralph”, que fez US$ 49M em 2012. Mas menor que a estreia de “O Grinch” (US$ 67,5M) há três semanas. A animação não foi a única produção de cinema com motivos para agradecer o Dia de Ação de Graças. O drama “Creed II” superou expectativas e também faturou uma pequena fortuna: US$ 55,8M ao longo dos cinco dias de feriado e 35,2M no fim de semana apenas. Sua bilheteria também representou um avanço em relação ao filme anterior. O primeiro “Creed” fez US$ 29,5M em 2015. Por sinal, a crítica adorou quase igualmente o spin-off da franquia “Rocky”, que teve 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, e o desenho da sinergia da Disney, com 86%. A má notícia é que o público brasileiro vai demorar muito para poder ver esses sucessos. “WiFi Ralph” só estreia no Brasil em 3 de janeiro e “Creed II” ainda mais tarde, em 24 de janeiro. “O Grinch” parece em 3º lugar com mais um bom desempenho: US$ 30M em sua terceira semana em cartaz. O que significa que o tombo de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” foi grande. Após ter a pior estreia de um filme do universo de Harry Potter, o segundo “Animais Fantásticos” caiu do 1º para o 4º lugar em sua segunda semana. Mas a fraca arrecadação doméstica é compensada por grande êxito internacional, que já fez a bilheteria da fantasia da Warner atingir os US$ 439,7M em todo o mundo. Outro fenômeno mundial, “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, completa o Top 5 e já soma US$ 420,5M em todos os mercados, tornando-se um dos musicais mais bem-sucedidos do século. Já os dois lançamentos amplos remanescentes registraram fracassos retumbantes. Atingido por críticas negativamente letais, “Robin Hood: A Origem” chegou quase morto aos cinemas, com US$ 9,1M em 7º lugar. Os míseros 12% de aprovação conquistados no Rotten Tomatoes ainda o tornam favorito ao Troféu Framboesa de Ouro como um dos piores filmes do ano. E “Green Book”, vencedor do Festival de Toronto que muitos consideram favorito ao Oscar, decepcionou com US$ 5,4M em 9º lugar. Mas vale apontar que o drama indie estrelado por Viggo Mortensen e Mahershala Ali teve a menor distribuição da lista, com exibição em mil salas, contra os demais entre 2,8 mil e 4 mil cinemas. Até “Nasce uma Estrela”, em sua oitava semana em cartaz, está em mais salas. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 55,6M Total EUA e Canadá: 84,4M Total Mundo: US$ 125,9M 2. Creed II Fim de semana: US$ 35,2M Total EUA e Canadá: US$ 55,8M Total Mundo: US$ 55,8M 3. O Grinch Fim de semana: US$ 30,2M Total EUA e Canadá: US$ 180,4M Total Mundo: US$ 215,7M 4. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 29,6M Total EUA e Canadá: US$ 117,1M Total Mundo: US$ 439,7M 5. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA e Canadá: US$ 152M Total Mundo: US$ 420,5M 6. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: US$ 35,7M Total Mundo: US$ 35,7M 7. Robin Hood: A Origem Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 14,2M Total Mundo: US$ 22,9M 8. As Viúvas Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 25,5M Total Mundo: US$ 33,3M 9. Green Book Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA e Canadá: US$ 7,8M Total Mundo: US$ US$ 7,8M 10. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 191M Total Mundo: US$ 353,4M
A Balada de Buster Scruggs é uma aula de estilo dos irmãos Coen
“A Balada de Buster Scruggs”, novo filme dos irmãos Joel e Ethan Coen, produção realizada pela Netflix que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, apresenta uma antologia formada por seis curtas/médias-metragens com histórias que se passam no Velho Oeste americano. O filme vem sendo comparado ao sucesso argentino “Relatos Selvagens” por conta da estrutura semelhante e pela inevitável violência com que seus conflitos e imbróglios são resolvidos. Embora o filme dos Coen tenha uma roupagem mais clássica comparada ao estilo mais anárquico de Damián Szifron. As seis histórias que compõem a trama trazem características marcantes dos diretores: o senso de humor estranho, às vezes escrachado, beirando a escatologia; a já citada violência, que surge de maneira inesperada, resolvendo conflitos em que aparentemente haveria outros métodos para solucionar as questões em si; personagens excêntricos, mas que à sua maneira possuem coerência dentro do universo estabelecido pelo filme; ritmo cadenciado, em que o local em que a trama acontece conta a história, com os personagens respeitando esse tempo; e um tom nefasto para tratar de histórias que podem sugerir maior leveza, ou vice-versa. Ethan e Joel são cineastas que não fazem muitas concessões à audiência, e tal característica se comprova como uma qualidade em Buster Scruggs. Trata-se de um exercício de estilo, em que a ambientação do local, personagens, tramas já são o filme, sem “nada além disso” por trás, ou sem nenhum maior objetivo. Ao mesmo tempo que as tramas se fecham em si, e como um todo, claramente não existe interesse dos diretores/roteiristas para que o filme se feche redondamente com uma história sendo facilmente reconhecível na outra. É outro tipo de coesão que é buscada aqui, mais interessada em seguir uma linha mestra estilística que é maior que as próprias histórias isoladamente. Somando-se a isso há a direção de fotografia de Bruno Delbonnel, que explora grandes cenários criando um visual arrebatador, com planos com grande profundidade de campo, estabelecendo um universo próprio de cores, sombras, sol escaldante, para auxiliar decisivamente na ambientação desse Velho Oeste que não se parece com outros, e que esconde perigos à espreita o tempo inteiro. O elenco, numeroso mas milimetricamente harmônico, tem função importante no filme. Todas as tramas trazem atuações destacadas, pois realmente cada personagem tem uma maneira própria de existir naquele tempo, naquele lugar, em atuações sucintas, evidentemente técnicas, precisas. Desde o ótimo Tim Blake Nelson, divertido, cafona na medida certa como o personagem título; James Franco e Stephen Root que fazem a dobradinha mais engraçada do filme; Zoe Kazan e Bill Heck criam uma forte relação entre seus personagens e com a plateia, na trama mais emocional; além do sempre excelente Brendan Gleeson, acompanhado de Jonjo O’Neill, Tyne Daly, Saul Rubinek e Chelcie Ross, que criam a única cena basicamente focada em diálogos, e fazem isso parecer fácil. Mas duas histórias se destacam: “Meal Ticket”, com Liam Neeson e Harry Melling, e “All Good Canyon”, com Tom Waits e Sam Dillon. Esses dois trechos são especiais por contarem com direção bastante econômica, com as informações relevantes sendo exibidas apenas visualmente, sem diálogos, e também por terem as melhores atuações do filme. Melling, o Duda da série “Harry Potter”, cria uma figura sensível, resvalando na autopiedade, mas que, pelo contraponto de Neeson, fica num meio termo dificílimo de ser alcançado. A cena em que Neeson assiste ao show da galinha, e conclui o óbvio, é o melhor momento do filme, uma aula de concisão de planos para passar uma informação interior do personagem. Já o outro trecho traz um verdadeiro exercício de paciência cinematográfica (para o lado bom), quando nos faz compreender seu ritmo, e que essa trama não teria metade do impacto se fosse decupada e montada de maneira mais ágil. A entrada do personagem de Sam Dillon é a chave para o entendimento de que filme (cena) estamos vendo, e o que se deve buscar. Tom Waits traz um peso diferente para este momento, e me faz torcer pra que ele retorne em breve para frente da câmera. Se for no próximo filme dos Coen, melhor ainda. Aliás, esses diretores já estão com o nome garantido na história, e para a nossa sorte parecem com lenha pra queimar por muito tempo ainda.











