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  • Filme

    Patricia Arquette vai estrelar comédia indie da criadora de Hung

    15 de agosto de 2016 /

    A atriz Patricia Arquette, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Boyhood” (2014), vai estrelar a comédia independente “Permanent”. Segundo o site da revista Variety, o filme dirigido por Colette Burson (criadora a série “Hung”) é ambientado nos anos 1980 e segue as desventuras de uma família que anseia para se sentir mais confiante e artística. O elenco ainda conta com Rainn Wilson (“Cooties: A Epidemia”), Jane McNeill (“Magic Mike XXL”) e a adolescente de 12 anos Kira McLean (“A Seita”). Curiosamente, Patricia Arquette começou a carreira nos anos 1980, fazendo sua estreia em “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos”, de 1987. As filmagens começaram na Virgínia na última semana e a produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Amor & Amizade faz leitura avançada e pouco convencional de Jane Austen

    15 de agosto de 2016 /

    No primeiro ato de “Metropolitan” (1990), Tom, personagem principal vivido por Edward Clements, tem uma discussão literária com Audrey (Carolyn Farina), no qual ele desdenha de “Mansfield Park”, considerando o livro de Jane Austen ridículo dentro de um contexto contemporâneo. Inconformada, Audrey retruca: “Já te ocorreu que o mundo contemporâneo, pela perspectiva de Austen, ficaria ainda pior?”. Com 26 anos de carreira, Whit Stillman continua fiel a um sentimento de deslocamento vivido por seus personagens nos ambientes em que transitam, como se estivessem despreparados para um novo rito de passagem. É um conflito que aproxima “Metropolitan” ou qualquer um dos seus três filmes seguintes de “Amor & Amizade”, este justamente inspirado em um romance de Jane Austen. Assumidamente comercial, o título pode fazer os fãs da escritora pensarem que “Amor & Amizade” é uma adaptação homônima do romance escrito em 1790, quando Austen ainda era uma adolescente. No entanto, o roteiro de Stillman tem como base “Lady Susan”, publicado postumamente em 1871. Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) é quem interpreta Lady Susan Vernon, uma quase quarentona que enviuvou sem uma herança generosa. Exatamente por isso, aproveita a ocasião do retorno de sua filha Frederica (Morfydd Clark, de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”) após a expulsão do colégio em que estudava para aproximá-la do afortunado Sir James Martin (o hilário Tom Bennett, mais conhecido por suas participações em seriados britânicos), que vive de cometer gafes durante as tentativas frustradas de conquistá-la. Sem muito sucesso na tentativa em sofisticar o seu nome por meio de sua própria filha, Lady Susan parece ter outras cartas na manga, como conquistar Reginald DeCourcy (Xavier Samuel, de “A Saga Crepúsculo: Eclipse”), jovem irmão de Catherine DeCourcy (Emma Greenwell, da série “Shameless”), esposa de seu ex-cunhado, Charles Vernon (Justin Edwards, de “A Duquesa”). Durante os flertes, surgem os boatos de que Lady Susan também estaria atraída por Lord Manwaring (Lochlann O’Mearáin, da série “Vikings”), este em um casamento aos frangalhos com Lady Lucy (Jenn Murray, de “Brooklyn”). Mais do que respeitar os elementos de uma boa comédia de costumes, Whit Stillman persegue uma aproximação entre os valores antiquados e modernos. Não à toa, ele traz Chloë Sevigny (série “Bloodline”) fazendo a melhor amiga americana de Beckinsale: as duas atrizes foram também protagonistas de “Os Últimos Embalos do Disco”, vivendo garotas que parecem as encarnações futuras de Lady Susan e sua confidente Alicia Johnson em plena era da conversão de hippies em yuppies. O resultado está longe de ser uma adaptação convencional de Austen, especialmente pela ênfase na ardilosidade que move Lady Susan. Os homens até pensam que estão resolvendo os seus assuntos amorosos com uma impunidade que não favorece as mulheres. Mal sabem que as razões contidas no coração de Lady Susan a fazem estar muito avançada no jogo de aparências que articula.

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  • Filme

    A Viagem de Meu Pai diverte com um personagem inesquecível

    15 de agosto de 2016 /

    Akira Kurosawa (1910-1998) considerava que uma condição essencial para se ter um bom filme é se ter um bom personagem. De fato, um personagem bem estruturado, psicologicamente consistente, inserido em seu contexto sociocultural e histórico, é capaz de envolver o público, cativá-lo, provocá-lo ou assustá-lo. É meio caminho andado para que um filme funcione e atinja o espectador, razão de ser da produção cinematográfica, algumas vezes ignorada pelos realizadores. O personagem Claude (Jean Rochefort), de “A Viagem de Meu Pai”, é uma dessas figuras que marcam presença com força e prendem a nossa atenção o tempo todo. Impossível ficar indiferente a ele. E quem é Claude? Um homem na faixa dos 80 anos, que tem força, presença marcante, alta autoestima e, consequentemente, uma boa imagem de si mesmo e de suas capacidades e recursos. Só que ele já está sofrendo do mal de Alzheimer, mas não se dá conta disso. Ou prefere não ver que seus esquecimentos, as confusões que ele acaba provocando, as dificuldades que surgem no convívio com as pessoas, são consequência de um problema sério, de uma doença que atinge a mente, embora possa mantê-lo ativo e serelepe. O desgaste que sua filha sofre e demonstra, inclusive com a troca de cuidadoras que ele, de um lado, rejeita, de outro, se relaciona de um modo totalmente inconveniente, não é percebido como algo relacionado ao que ele faz. Assim como as malandragens que o divertem são da ordem de um comportamento infantil, que ele não percebe como fora de lugar. Enfim, o roteiro do diretor Philippe Le Guay e de Jérôme Tonnerre, com base em história de Florian Zeller, explora muito bem as características da doença de Alzheimer, se manifestando numa pessoa dinâmica, forte e divertida, muito difícil de abordar, controlar e restringir. Tanto que, quando ele resolve fazer uma grande viagem, o fará, de um modo ou de outro. No caso, o destino é a Flórida, onde supostamente vive sua outra filha, e que produz um suco de laranja inigualável. Claude não aceita nenhum outro suco em seu lugar. Para que o filme se complete, surpreenda ao final e faça valer a boa trama que construiu, aplica-se uma pegadinha na plateia. Sem ela, não seria possível. Não gosto desse recurso, apesar de reconhecer que funciona no filme. É, digamos, um mal menor que se pode tolerar. A direção, numa abordagem clássica, consegue passar um clima de leveza e informação séria, que faz a gente refletir, se divertindo. À semelhança de um outro trabalho anterior de Philippe Le Guay, “Pedalando com Moliére” (2013), o humor é o seu ponto forte. Um humor inteligente, sofisticado. Em “A Viagem de Meu Pai”, nada supera a construção do personagem. É seu grande trunfo. Claude é muito especial e vivido com enorme talento pelo ator Jean Rochefort (“Uma Passagem para a Vida”). Ele é brilhante, consegue uma atuação impecável, luminosa, que encanta. A gente ri, se diverte, sofre com ele, torce por ele, admira sua determinação. Rochefort constrói um personagem inesquecível, que vale o filme.

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  • Filme

    A Intrometida rende um dos melhores papeis recentes de Susan Sarandon

    15 de agosto de 2016 /

    A luta das atrizes veteranas de Hollywood por bons papéis parece estar surtindo efeito nestes tempos em que a representatividade é a palavra de ordem no cinema. Isso porque tivemos nos últimos meses ao menos quatro filmes que se sobressaíram dentro do circuito independente com mulheres maduras: “Reaprendendo a Amar”, “Aprendendo com a Vovó”, “Hello, My Name Is Doris” e, agora, “A Intrometida”. Grande atriz, Susan Sarandon vive no segundo longa-metragem de Lorene Scafaria (“Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo”) a sua melhor protagonista desde “Anjo de Vidro”, drama natalino produzido em 2004. Na superfície, a sua Marnie tem semelhanças com a Carol Petersen de Blythe Danner em “Reaprendendo a Amar”. São duas mulheres na faixa dos 60 anos que não sabem muito bem como aplacar a solidão advinda da viuvez, reavaliando as próprias funções em uma vida que não as surpreende mais. No entanto, as semelhanças param a partir do momento em que fica evidente a personalidade mais expansiva de Marnie, que não tem qualquer dificuldade em se meter em assuntos alheios, como bem deixa explícito o título do filme. É um comportamento que sufoca a sua filha única Lori (Rose Byrne, de “Vizinhos”), uma roteirista com dificuldades para superar o fim do relacionamento com Jacob (Jason Ritter, da série “Parenthood”), um jovem ator que já está com outra companheira. Diante da exigência de Lori para que tenha a sua independência respeitada, Marnie passa a estreitar os laços com outras pessoas, tentando justificar a sua presença a partir de um auxílio por vezes financeiro para quem não tem a mesma fortuna que a sua. A primeira a contar com as suas generosas contribuições é Jillian (Cecily Strong, do humorístico “Saturday Night Live”), colega lésbica de Lori que teve um casamento feito às presas e que agora terá a chance de celebrar como deseja em uma festa de mais de US$ 10 mil totalmente bancada por Marnie. Outro a ter a sua ajuda é Freddy (Jerrod Carmichael, também de “Vizinhos”), vendedor de uma loja da Apple que conta com as caronas de Marnie para se deslocar até a faculdade iniciada recentemente. Mesmo partindo de um registro mais cômico do que dramático, surpreende como Lorene Scafaria (também autora do roteiro) não ridiculariza Marnie por estar em uma posição privilegiada diante dos personagens secundários. Claro que a protagonista terá o momento em que ouvirá algumas boas verdades sobre o seu comportamento a partir das consultas com a mesma terapeuta de sua filha, Diane (Amy Landecker, da série “Transparent”). No entanto, isso não reduz a sua benevolência natural, a sua amabilidade com o próximo. Outro fato que traz maior interesse ao filme é o seu tom de crônica, oferecendo uma perspectiva crível de pequenas cenas do cotidiano, que irá gerar uma proximidade muito especial com o público da terceira idade, inclusive no interesse amoroso de Marnie com o policial aposentado Zipper (J.K. Simmons, de “Whiplash”). Não que o espectador mais jovem seja incapaz de ter empatia por essa história, que também destaca a cumplicidade na relação entre mães e filhas.

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  • Série

    No Tomorrow: Remake de série brasileira ganha novo trailer

    13 de agosto de 2016 /

    A rede americana CW divulgou um novo trailer de “No Tomorrow”, série de comédia aprovada baseada na produção brasileira “Como Aproveitar o Fim do Mundo”. A prévia mostra o encontro, atração e piração do casal central, que constrói seu relacionamento em torno da premissa que o mundo vai acabar em poucos meses. A série gira em torno de Evie, personagem de Tori Anderson (série “The L.A. Complex”), empregada de uma grande loja cuja falta de carisma é compensada por excesso de otimismo. Sua vida sem graça vira do avesso quando ela conhece Xavier com X, um hipster new age vivido por Joshua Sasse (série “Galavant”), que leva a vida seguindo o slogan “Carpe Diem” (aproveitar o dia). O encanto com o belo exemplar masculino, porém, não a impede de reparar que ele é um pouquinho maluco, ao decidir largar o emprego e viver intensamente como se não houvesse amanhã, porque acredita que o mundo vai acabar em oito meses e 20 dias, com a colisão de um asteroide. Dividida, ela não sabe se foge do louco ou se deixar levar, aproveitando a “apocalista” do rapaz para se divertir, enquanto o mundo não acaba. O remake alterou a premissa da produção da rede Globo para adequá-la aos dias atuais, já que, na série brasileira, o maluco acreditava numa profecia maia sobre o fim do mundo em 21 de dezembro de 2012. “Como Aproveitar o Fim do Mundo” durou oito episódios e foi cancelada na véspera da data em que o planeta “acabaria”, mas mesmo assim conseguiu ser indicada ao Emmy Internacional em 2013, chamando atenção dos produtores americanos. Escrita por Corinne Brinkerhoff e produzida por Ben Silverman (que juntos produzem “Jane the Virgin”, adaptação de uma novela venezuelana), “No Tomorrow” é a única série nova de comédia da próxima temporada da rede CW, que, se não tem atraído público com o gênero, vem conquistando prêmios – com a própria “Jane the Virgin” e, mais recentemente, “Crazy Ex-Girlfriend”. A estreia vai acontecer em 4 de outubro nos EUA.

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  • Filme

    Comédias americanas dominam as estreias da semana

    11 de agosto de 2016 /

    Duas comédias americanas e uma animação mexicana são os lançamentos amplos da semana. As primeiras entregam o que prometem, com bastante previsibilidade, enquanto a última não oferece reembolso. Tanto “Um Espião e Meio” quanto “Perfeita É a Mãe!” seguem fórmulas prontas e evitam grandes surpresas, tendo na desenvoltura de seu elenco o principal atrativo. A primeira coloca os atores Dwayne Johnson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”) numa trama de espionagem atrapalhada, de humor besteirol para crianças, enquanto a segunda reúne Mila Kunis (“O Destino de Júpiter”), Kristen Bell (“A Chefa”) e Kathryn Hahn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) como mães estressadas, que se cansam de tentar fazer tudo perfeito e passam a relaxar e se divertir, contrariando um grupo de mães exemplares (Christina Applegate, de “Férias Frustradas”, e Jada Pinkett Smith, da série “Gotham”, entre elas). A maior diferença entre o apelo das duas comédias é que o humor feminino, além de adulto e mais engraçado, contém uma mensagem subversiva e permite uma bem-vinda reflexão sobre a maternidade no mundo atual. Todas as atrizes do elenco são mães, mas curiosamente o filme foi escrito e dirigido por dois homens: Jon Lucas e Scott Moore, a dupla que criou a franquia “Se Beber, Não Case!”. Mas “Um Espião e Meio” estará no dobro de salas (360) que “Perfeita É a Mãe! (186). Entre uma e outra fica “Cantando de Galo”, animação de galinheiro mexicano, que chega sem explicação a 243 salas. Afinal, trata-se de sequência de dois outros longas que nem sequer entraram em cartaz no país, e seu uso de computação gráfica dá vergonha de tão “televisivo”, 16 anos depois de “Fuga das Galinhas” (2000) ter encantado com a simplicidade do stop-motion. Se há comédias no shopping centers, o circuito limitado ri melhor. Afinal, a melhor comédia da semana chega em apenas 32 telas. Trata-se de “Amor & Amizade”, adaptação de um romance menos conhecido de Jane Austen, intitulado originalmente “Lady Susan”. A comédia de época tem direção de Whit Stillman (“Os Últimos Embalos da Disco”), que faz poucos filmes e todos cults, e traz Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) como a Lady Susan, uma viúva que precisa lidar com as fofocas da aristocracia rural britânica, enquanto tenta casar a filha e encontrar um novo marido para si mesma. O site Rotten Tomatoes registra simplesmente 99% de aprovação da crítica. Mas não é para todo público, basta ver o IMDb, o que se reflete também na restrição de telas em seu lançamento. Os lançamentos franceses da semana também se mostram acima da média e, no caso do thriller criminal “A Conexão Francesa”, até capazes de entreter quem busca apenas um passatempo. O título nacional evidencia a reverência ao clássico “Conexão Francesa” (1971). Além da encenação nos anos 1970, o tema se repete, com Jean Dujardin (“O Artista”) no papel de um magistrado que tenta desarticular uma quadrilha de traficantes em Marselha. Bastante estilizada, a produção chega com uma boa distribuição em 61 salas. Melhor roteiro do Festival de Veneza do ano passado, o drama “A Corte” é igualmente sobre a aplicação da lei, acompanhando um rígido e temido juiz do tribunal criminal que vive o impasse de reencontrar uma antiga paixão em um caso que deve julgar. O roteiro e a direção são de Christian Vincent (“Os Sabores do Palácio”) e o destaque do elenco pertence à dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (“Negócio das Arábias”), que venceu o Cesar (o Oscar francês) de Melhor Atriz Coadjuvante. O terceiro filme francês é a comédia dramática “A Viagem de Meu Pai”, que vale a pena pela performance do veterano Jean Rochefort (“Uma Passagem para a Vida”). Aos 85 anos, ele vive um velhinho que se encaminha para a senilidade, mas insiste em achar que não há nada errado, convencendo sua filha a levá-lo para uma viagem à Flórida, nos EUA, para visitar sua outra filha – que já morreu há muitos anos. A programação de inéditos se encerra com o inventivo longa “Brasil S/A”, de Marcelo Pedroso, vencedor de três Candangos no Festival de Brasília de 2014, incluindo Melhor Direção. O filme não tem diálogos, apenas coreografias protagonizadas por tratores, navios, caminhões e pessoas sujeitas às forças da “natureza econômica”, como um pescador engolido por empreendimentos portuários e um cortador de cana que se vê transformado em astronauta. O diretor pode ter mirado o capitalismo e o culto ao mercado, numa crítica de esquerda, mas acabou acertando o modelo econômico equivocado que quebrou o país – de um dito governo de esquerda. Feito sob o impacto da propaganda progressista dos governos Lula-Dilma, apresenta uma imagem do Brasil que, nos dois anos em que levou para estrear, deteriorou-se completamente. Ou seja, seu viés distópico provou-se premonitório. O atraso do lançamento acabou por tornar o filme mais relevante. Por fim, 15 salas vão receber a versão restaurada de “Rebecca, A Mulher Inesquecível”, suspense clássico do mestre Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme de 1941.

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  • Filme

    Brie Larson vai estrear como diretora em comédia indie

    10 de agosto de 2016 /

    A atriz Brie Larson, que venceu o Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”, vai alçar novos voos. E não é como Capitã Marvel. Ela se prepara para estrear na direção. Segundo o site da revista Variety, Brie vai comandar a comédia independente “Unicorn Store”. Além de dirigir, a atriz ainda será a protagonista e produtora do filme. Com roteiro de Samantha McIntyre (série “Married”), “Unicorn Store” conta a história de uma garota que decide voltar a morar na casas dos pais, quando recebe convite de uma loja para testar suas ideias sobre o que significa ser adulta. As filmagens estão previstas para começar em outubro, após o projeto amargar gaveta por quatro anos. O roteiro quase foi filmado em 2012 por Miguel Arteta (“Alexandre e o Dia Terrivel, Horrível, Espantoso e Horroroso”). Na ocasião, Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) teria o papel principal.

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  • Filme

    Papai Noel às Avessas 2 ganha trailer totalmente impróprio

    9 de agosto de 2016 /

    Após divulgar as fotos e o teaser, a Broad Green Pictures apresenta o trailer totalmente impróprio de “Bad Santa 2”, continuação da cultuada comédia “Papai Noel às Avessas” (2003), com muitos palavrões, peitos e bundas. A prévia volta a mostrar o ator Billy Bob Thornton (série “Fargo”) como um Papai Noel de ressaca e mau humor, novamente acompanhado por Tony Cox (“Oz: Mágico e Poderoso”) e Brett Kelly (“Contos do Dia das Bruxas”), respectivamente seu “elfo” auxiliar e a criança que acreditava no Natal. Mesmo crescido, o personagem de Kelly continua infantilizado, além de gordo o suficiente para também virar Papai Noel. De resto, Thornton está mais racista e misógino, o que, apesar de tudo, representa o “humor” de seu personagem. Lançado em 2003, “Papai Noel às Avessas” acompanhava um homem boca-suja que usava a roupa do “bom velhinho” para aplicar golpes em lojas de departamento. A sequência vai envolver nova tentativa de roubo, desta vez num evento beneficentes na véspera de Natal. O roteiro foi escrito por Doug Ellin (criador da série “Entourage”) e Shauna Cross (“Se Eu Ficar”). A direção é de Mark Waters (“Meninas Malvadas”, “Academia de Vampiros”) e as novidades do elenco incluem Kathy Bates (série “American Horror Story”), Christina Hendricks (série “Mad Men”) e Ryan Hansen (série “Veronica Mars”). A estreia está marcada para 9 de dezembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Superstore: Comerciais promovem especial da série com temática olímpica

    9 de agosto de 2016 /

    A rede americana NBC divulgou dois comerciais de um episódio especial da série de comédia “Superstore”, que terá temática olímpica, em sincronia com a realização dos Jogos Olímpicos do Rio. O episódio será exibido fora da cronologia da série – a 1ª temporada terminou num cliffhanger de demissão coletiva – , com o objetivo de se concentrar nas piadas temáticas. Criada por Justin Spitzer (produtor da série “The Office”), “Superstore” é, como “The Office”, uma sitcom de ambiente de trabalho. A trama acompanha funcionários variados de uma grande loja americana, que vende de tudo e precisa lidar com um cotidiano repleto de emoções – desde raivosos caçadores de promoções, vendas que causam motins e sessões de treinamento intermináveis. O elenco destaca America Ferrera (“Ugly Betty”), Ben Feldman (série “Silicon Valley”), Mark McKinney (série “Man Seeking Woman”), Lauren Ash (série “Super Fun Night”), Colton Dunn (série “Key and Peele”), Nichole Bloom (série “Shameless”) e Nico Santos (“Segurança de Shopping 2”). A exibição está marcada para o dia 19 de agosto, um mês antes da estreia oficial da 2ª temporada (marcada para 22 de setembro) nos EUA. A rede NBC divulgou também um cartaz promocional da segunda temporada de Superstore, que você pode conferir abaixo.

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  • Série

    Fleabag: Nova série de comédia do Amazon ganha trailer promissor

    8 de agosto de 2016 /

    O Amazon divulgou o pôster e o trailer de sua nova série de comédia “Fleabag”, que chama atenção pelos deliciosos sotaques ingleses e pelo fato de parecer, de fato, engraçada e não como um drama – caso evidente de “Transparent”. E isto apesar do pôster trazer uma mulher chorando! Quem chora é a protagonista e criadora da série, Phoebe Waller-Bridge (série “Broadchurch”), que sofre com seus relacionamentos transitórios e a família disfuncional, enquanto tenta viver como uma mulher moderna em Londres. Seu sofrimento em cena é reflexo do típico humor britânico, que faz graça com situações constrangedoras. Para ampliar o efeito, a produção ainda quebra a quarta parede, com comentários dos personagens para a câmera – mas não ao estilo de “The Office”, que tinha a intensão de propor um falso documentário. As confidências desmoralizantes sugerem, na verdade, uma versão contemporânea de “Alfie” (1966, lançado no Brasil com o título infeliz de “Como Conquistar as Mulheres”) protagonizada por uma jovem solteira. A estreia está marcada para 16 de setembro no Amazon.

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  • Filme

    Esquadrão Suicida estreia em 1º lugar nos EUA, apesar das críticas negativas

    7 de agosto de 2016 /

    A estreia de “Esquadrão Suicida” seguiu o roteiro imaginado pela Warner Bros, com US$ 135,1 milhões arrecadados em seu primeiro fim de semana nos EUA e praticamente a mesma quantia no mercado internacional, para atingir um total de US$ 267,1 milhões. Mas podia ter sido muito melhor. Projeções do começo da semana apontavam um lançamento na casa dos US$ 150 milhões. A diferença pode ser creditada na conta das críticas negativas. Um dos filmes mais aguardados do ano, “Esquadrão Suicida” surpreendeu com críticas inesperadamente negativas. Muito negativas, na verdade, fazendo a média calculada pelo site Rotten Tomatoes cair dia a dia, até a chegada aos cinemas. Com 30% de aprovação no começo da semana, o filme desabou para 26% no domingo (7/8), atingindo queda ainda mais dramática entre os chamados “críticos top”, onde registou apenas 19% de aprovação. Isto é pior até que a péssima recepção de “Batman vs. Superman”, que levou 27% e 23% na avaliação final das duas categorias de críticos do Rotten Tomatoes. Para completar, o filme anterior da Warner teve uma arrecadação inicial bem mais espetacular – US$ 170,1 milhões nos EUA e US$ 424,1 milhões mundiais em seu primeiro fim de semana. Mesmo assim, “Esquadrão Suicida” registrou um recorde, superando “Guardiões da Galáxia” (US$ 94,3 milhões) como maior lançamento já registrado nos EUA no mês de agosto. Agora, terá que mostrar resistência para se manter entre as grandes bilheterias mundiais, porque um orçamento de US$ 175 milhões não é para os fracos. Considerando o investimento em mídia que acompanhou sua estreia, o filme terá que fazer pelo menos tanto quanto “Batman vs. Superman” (US$ 872,6 milhões) para não dar prejuízo. O detalhe que piora esta expectativa: o governo da China não autorizou sua distribuição no país. Nas próximas semanas, a Warner dever reavaliar seus projetos baseados em filmes de super-heróis da DC Comics, diante da dificuldade em conseguir criar produções bem vistas e lucrativas. As consequências vão depender do desempenho do “Esquadrão Suicida” em seus primeiros 10 dias em cartaz, mas pelo menos “Mulher-Maravilha”, já filmado, e “Liga da Justiça”, em produção, têm suas estreias garantidas. O resto do ranking da semana não trouxe muitas novidades. Líder na semana passada, “Jason Bourne” caiu para o 2º lugar com US$ 22,7 milhões, enquanto a comédia “Perfeita é a Mãe” completou o pódio com US$ 14,2 milhões. “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” continua faturando bem nos EUA e ficou no 4º lugar. Vale registrar que o filme superou duas marcas importantes, passando os US$ 300 milhões em arrecadação doméstica e os US$ 500 milhões em bilheteria mundial antes de estrear no Brasil, onde chega apenas em 25 de agosto. “Star Trek – Além das Fronteiras” caiu para o 5º lugar com US$ 10,2 milhões, mas ainda tem muito espaço para cobrir, já que só chega em setembro em inúmeros países, como a China e novamente o Brasil. Assim, a outra estreia da semana, “Virei um Gato”, abriu apenas em 6º lugar, com modestos US$ 6,5 milhões. Nem mesmo a presença de Kevin Spacey (série “House of Cars”) como o executivo atarefado que vira gato atraiu o público. A versão felina de “Lembranças de Outra Vida” (1995) e “Soltando os Cachorros” (2006) não fez tanto sucesso quanto os similares caninos. A aprovação no Rotten Tomatoes foi desmoralizante: apenas 4% da crítica gostou do filme. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 135,1 milhões Total EUA: US$ 135,1 milhões Total Mundo: US$ 267,1 milhões 2. Jason Bourne Fim de semana: US$ 22,7 milhões Total EUA: US$ 103,4 milhões Total Mundo: US$ 195,3 milhões 3. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 14,2 milhões Total EUA: US$ 51 milhões Total Mundo: US$ 56,5 milhões 4. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 11,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 502,1 milhões 5. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 127,9 milhões Total Mundo: US$ 194,4 milhões 6. Virei um Gato Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 6,5 milhões Total Mundo: US$ 6,5 milhões 7. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 54,7 milhões Total Mundo: US$ 85,7 milhões 8. Nerve – Um Jogo Sem Regras Fim de semana: US$ 4,9 milhões Total EUA: US$ 26,8 milhões Total Mundo: US$ 27,6 milhões 9. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 116,7 milhões Total Mundo: US$ 179,5 milhões 10. A Era do Gelo: O Big Bang Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 53,5 milhões Total Mundo: US$ 288,1 milhões

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    Shailene Woodley vai estrelar comédia romântica do roteirista de Bridget Jones: No Limite da Razão

    4 de agosto de 2016 /

    A atriz Shailene Woodley (“Divergente”) vai estrelar sua segunda comédia romântica. Segundo o site da Variety, trata-se de “No Baggage”, novo filme escrito por Adam Brooks, um especialista no gênero – roteirizou, entre outros, “Wimbledon: O Jogo do Amor” (2004), “Bridget Jones: No Limite da Razão” (2004) e “Três Vezes Amor” (2008). Baseado numa história real, “No Bagagge” vai contar como o primeiro encontro de um casal acabou se tornando uma viagem ao redor do mundo. A história foi contada num texto publicado no site Salon.com. A autora Clara Bensen começou a conversar online com o professor universitário Jeff e, na terceira mensagem, ele perguntou se ela estava interessada em fazer uma viagem experimental. A jornada durou 21 dias, durante os quais os dois conheceram oito países e se apaixonaram. Shailene tem marcado sua carreira com filmes de ação e dramas e indies. Antes de “No Baggage”, seu filme mais leve tinha sido “O Maravilhoso Agora” (2013), uma comédia indie juvenil, em que contracenou com Miles Teller, seu colega na franquia “Divergente” Ainda não há diretor nem data de lançamento definidos.

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    Papai Noel às Avessas 2: Fotos voltam a reunir o elenco da comédia original

    2 de agosto de 2016 /

    Após lançar o teaser, a Broad Green Pictures divulgou as primeiras fotos de “Bad Santa 2”, continuação da cultuada comédia “Papai Noel às Avessas” (2003). A prévia volta a mostrar o ator Billy Bob Thornton (série “Fargo”) como um Papai Noel de ressaca e mau humor, novamente acompanhado por Tony Cox (“Oz: Mágico e Poderoso”) e Brett Kelly (“Contos do Dia das Bruxas”), respectivamente seu “elfo” auxiliar e a criança que acreditava no Natal. Lançado em 2003, “Papai Noel às Avessas” acompanhava um homem boca-suja que usava a roupa do “bom velhinho” para aplicar golpes em lojas de departamento. A sequência vai envolver uma tentativa de roubo num evento beneficentes na véspera de Natal. O roteiro foi escrito por Doug Ellin (criador da série “Entourage”) e Shauna Cross (“Se Eu Ficar”). A direção é de Mark Waters (“Meninas Malvadas”, “Academia de Vampiros”) e as novidades do elenco são Kathy Bates (série “American Horror Story”), Christina Hendricks (série “Mad Men”) e Ryan Hansen (série “Veronica Mars”). A estreia está marcada para 9 de dezembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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