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  • Filme

    Drew Barrymore é um zumbi no primeiro trailer da série Santa Clarita Diet

    17 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer completo de “Santa Clarita Diet”, em que Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) vira um zumbi. A prévia mostra como sua família lida com a situação, ajudando a mãe e esposa a se alimentar de pessoas malvadas, enquanto ela celebra seu novo estilo de vida. Timothy Olyphant (série “Justified”) vive o marido, a australiana Liv Hewson (série “Dramaworld”) a filha adolescente e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) o vizinho apaixonado pela filha do casal. A prévia também mostra diversas participações especiais, como Nathan Fillion (série “Castle”), Mary Elizabeth Ellis (série “The Grinder”) e Ricardo Chavira (série “Desperate Housewives”) Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” estreia em 3 de fevereiro.

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  • Série

    Crashing: Nova série de comédia da HBO ganha pôster e segundo trailer

    17 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano HBO divulgou o segundo trailer de sua nova série de comédia, “Crashing”, produzida pelo cineasta Judd Apatow (diretor de “Descompensada” e produtor de “Girls”) e estrelada por Pete Holmes (“The Pete Holmes Show”). A série tem tom semi-autobiográfico e gira em torno de um humorista de stand-up chamado Pete, que, após ser abandonado pela esposa (Lauren Lapkus, da série “Orange Is the New Black”), fica sem ter onde morar. Assim, ele começa a dormir nos sofás dos melhores comediantes de Nova York. A premissa serve de gancho para a participação de diversos humoristas. “Crashing” estreia no dia 19 de fevereiro na HBO.

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  • Filme

    Batgirl rouba a cena no novo comercial de Lego Batman

    16 de janeiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um novo comercial da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). A prévia destaca Barbara Gordon, a nova Comissária de Gotham City, cujo sonho é combater o crime com Batman. E por isso ela se disfarça como… “Se você me chamar de Batgirl, posso te chamar de Batboy?”, a heroína pergunta ao herói. Na versão original, a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”, e a de Batgirl é feita por Rosario Dawson (série “Luke Cage”). Além deles, o elenco original ainda destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) no papel de Alfred e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação de “Uma Aventura Lego”. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Vanessa Hudgens acha que vai trabalhar com Bruce Wayne em novo comercial de Powerless

    15 de janeiro de 2017 /

    A rede NBC divulgou um novo comercial de “Powerless”, série de comédia passada no universo dos super-heróis da DC Comics. A prévia mostra a personagem de Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”) feliz da vida, achando que vai trabalhar com Bruce Wayne (ele mesmo, o Batman), apenas para descobrir que seu chefe é o primo do milionário, Van Wayne (Alan Tudyk, que fez a voz do robô K-2SO em “Rogue One”). Por sinal, o primeiro episódio vai se chamar “Wayne or Lose”, um trocadilho com o nome de Bruce Wayne e “ganhe ou perca”. Definida como “The Office” com super-heróis, a atração foi desenvolvida por Ben Queen (roteirista de “Carros 2” e criador de “A to Z”) e não é baseada em nenhuma revista específica, focando personagens criados para a TV. A estreia de “Powerless” está marcada para 2 de fevereiro nos EUA.

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  • Série

    Produção da série Heathers, baseada na comédia cult Atração Mortal, é aprovada

    15 de janeiro de 2017 /

    O canal pago TV Land aprovou o piloto de “Heathers”, série baseada na cultuada comédia teen dos anos 1980 “Atração Mortal”. O anúncio foi feito pelos executivos do canal durante participação no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). A versão televisiva está sendo descrita como uma comédia no formato de antologia. A ideia é contar uma história diferente por ano. Mas a trama da 1ª temporada é basicamente a do filme. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer. A atriz Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, segunda líder do grupo – após Heather Chandler (a já falecida Kim Walker) se tornar a primeira vítima de onda de “suicídios” provocados pelo serial killer juvenil – , fez uma participação especial no piloto. Ela divulgou uma foto dos bastidores, usando peruca (devido ao tratamento com quimioterapia de seu câncer) e um lenço de cabelo similar ao que sua personagem usava em 1988. O elenco original ainda destacava Christian Slater (hoje em “Mr. Robot”) como J.D., o delinquente psicopata, e Winona Ryder (hoje em “Stranger Things”) como sua namorada, a rebelde inconformista Veronica Sawyer. A nova versão trará Grace Cox (a Melanie da série “Under the Dome”) como Veronica e o estreante James Scully como J.D. Mas as novas Heathers praticamente foram reinventadas, deixando de ser magrelas brancas para ganharem as formas de um ruivo (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012). Apesar de aprovada, “Heathers” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc,  Série

    Dick Gautier (1931 – 2017)

    15 de janeiro de 2017 /

    Morreu Dick Gautier, que foi um dos espiões mais populares da série clássica “Agente 86”. Ele faleceu na sexta (13/1) aos 85 anos, em uma casa de assistência para idosos em Arcadia, na Califórnia, nos EUA, depois de lutar contra uma doença de longa data. Richard Gautier começou a carreira fazendo comédia stand-up e recebeu uma indicação ao Tony (o “Oscar do teatro”) ao interpretar um cantor inspirado em Elvis na produção original de “Bye, Bye Birdie”, na Broadway. Isto o levou a receber convites para trabalhar na TV, onde os cachês eram mais altos. O ator apareceu como o agente Hymie em apenas seis episódios de “Agente 86” (1965-1970), mas, como as participações foram espalhadas ao longo de quatro temporadas, tornou-se um dos personagens mais longevos da série, que fazia uma paródia dos filmes de espionagem dos anos 1960. A piada é que Hymie era um robô. Além de ser incrivelmente forte, ele tinha um supercomputador como cérebro e componentes mecânicos em um compartimento em seu peito. Originalmente, o androide tinha sido construído com propósitos malignos pela organização Kaos (a KGB da série), mas acabou virando um agente do Controle (a CIA da série) porque o Agente 86 do título, Maxwell Smart (Don Adams), foi o primeiro a tratá-lo como uma pessoa real. Max até convidou Hymie para ser seu padrinho no episódio clássico do casamento com a Agente 99 (Barbara Feldon), em 1968. Por sinal, foi a última aparição de Gautier na série. Mas ele ainda voltou a viver o robô num telefilme de reunião do elenco, lançado em 1989. Ainda nos anos 1960, Gautier integrou o elenco fixo de “Mr. Terrific”, uma série de comédia de super-herói, que não fez o mesmo sucesso e foi cancelada ao final da 1ª temporada, deixando-o à deriva, como ator convidado de inúmeras atrações clássicas, como “Gidget”, “A Feiticeira”, “O Show da Patty Duke”, “A Noviça Voadora” e “Mary Tyler Moore” – curiosamente, todas séries com protagonistas femininas. Ele teve a chance de virar protagonista em outra produção de comédia criada por Mel Brooks, o lendário cineasta que também criou “Agente 86”. Lançada em 1975, “When Things Were Rotten” satirizava as aventuras de Robin Hood, interpretado por Gautier. Mas a atração durou apenas 13 episódios. Nunca mais teve outra oportunidade como aquela e, no resto da carreira, alinhou dezenas de participações em episódios de séries famosas, de “As Panteras” até a mais recente “Estética” (Nip/Tuck) em 2010, seu último trabalho. Entretanto, no meio dessa rotina, Gautier acabou descobrindo um novo talento: a dublagem. Ele estreou fazendo vozes adicionais na série animada “Galtar e a Lança Dourada” (1985), um sub-“He-Man” da Hanna-Barbera, e logo emplacou inúmeras atrações animadas. Foi Serpentor em “Comandos em Ação” e até o herói Hot Rod em “Transformers”, além de ter participado de dezenas de desenhos que marcaram época, de “Batman: A Série Animada” a “A Vaca e o Frango”. Gautier também apareceu em meia dúzia de filmes, como “Divórcio à Americana” (1967), em que viveu o advogado de Dick Van Dyke, “Adivinhe Quem Vem para Roubar” (1977) e “Billy Jack Vai a Washington” (1977). Menos conhecido foi seu talento como roteirista. Ele escreveu dois filmes sensacionalistas: “Maryjane” (1968), sobre os perigos da maconha, e “Wild in the Sky” (1972), em que ativistas negros sequestram um avião, além de dois episódios da série “O Jogo Perigoso do Amor”. Como se não bastasse, ainda foi cartunista, tendo inclusive lançado livros sobre como desenhar. “Desenhar tem sido meu hobby, minha terapia, um delicioso passatempo e ocasionalmente a minha salvação – que me ajudou a superar alguns apuros financeiros quando eu era um ator sem trabalho”, ele escreveu na introdução de seu livro “The Creative Cartoonist”, em 1989.

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  • Série

    Novos comerciais revelam ligação da série Powerless com os quadrinhos de Batman

    14 de janeiro de 2017 /

    A rede NBC divulgou novos comerciais de “Powerless”, uma série de comédia passada no universo dos super-heróis da DC Comics. As prévias revelam a conexão direta da atração com os quadrinhos de Batman: seus personagens são funcionários da Wayne Security, subsidiária da Wayne Enterprises. Mais que isso: o chefe da companhia é ninguém menos que o próprio primo de Bruce Wayne, Van Wayne, interpretado por Alan Tudyk (a voz do robô K-2SO em “Rogue One”). O primeiro episódio vai se chamar “Wayne or Lose”, um trocadilho com o nome de Bruce Wayne e “ganhe ou perca”. Além de Tudyk, o elenco inclui Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”), Danny Pudi (série “Community”), Christina Kirk (série “A to Z”) e Ron Funches (série “Undateable”). Definida como “The Office” com super-heróis, a atração foi desenvolvida por Ben Queen (roteirista de “Carros 2” e criador de “A to Z”) e não é baseada em nenhuma revista específica, focando personagens criados para a TV. Mas alguns heróis secundários da DC devem fazer aparições, como a Raposa Escarlate, já confirmada. A estreia de “Powerless” está marcada apenas para 2 de fevereiro nos EUA.

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  • Filme

    Tatá Werneck é Transtornada Obsessiva Compulsiva em trailer de novo besteirol

    13 de janeiro de 2017 /

    A Downtown Filmes divulgou um novo trailer do besteirol “TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva”. A prévia traz Tatá Werneck (novela “Haja Coração”) sofrendo em seu primeiro protagonismo no cinema, com tapas, mordida de macaco e muito incentivo à baixa auto-estima. Na trama, ela é uma atriz buscando a fama, que tem como musa Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), presente no filme no papel de si mesma. O diálogo entre as duas, que fecha o trailer, resume o status de cada uma, entre alfinetadas passivo-agressivas. Mas é a cena de abertura, em que um taxista detona as comédias nacionais, que dá a maior piscadela para o espectador. O elenco também inclui Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) como um fã obsessivo, Bruno Gagliasso (“Mato sem Cachorro”) como o namorado galã e Vera Holtz (“Família Vende Tudo”) como a empresária exigente. Roteiro e direção são divididos por Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, que trabalharam juntos na série “Destino”, da HBO, e pela prévia parecem não ter nenhum dos vícios dos roteiristas humoristas da rede Globo. A estreia está marcada para 2 de fevereiro.

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  • Série

    Betty Faria será sogra de Leandro Hassum na série A Cara do Pai

    13 de janeiro de 2017 /

    Betty Faria vai voltar a atuar na Globo após quase dois anos. Ela fará uma participação especial na série “A Cara do Pai”, interpretando Iolanda, sogra de Théo (personagem de Leandro Hassum) e avó de Duda (Mel Maia). Ela é mãe de Silvia (Alessandra Maestrini), ex-mulher do protagonista. Em seu perfil no Instagram, Betty comemorou a parceria com Hassum. “Leandro, companheiro todo meu”, escreveu. O ator também celebrou a entrada de Betty na série: “Não dá para medir o tamanho da honra de ter Betty Faria fazendo minha sogra na ‘Cara do Pai’. Feliz demais”. Já Mel Maia brincou com filtros e fez a atriz aparecer disfarçada de cachorrinho. “Doçura de vovó”, elogiou a garota. A Globo ainda não definiu quando exibirá a participação de Betty Faria, porque “A Cara do Pai” está em hiato. O criador da atração, o roteirista Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”) brigou com a emissora e abandonou a série devido à demora em definir a produção da 1ª temporada e a exigência, na véspera da estreia, da produção de mais capítulos. O projeto foi aprovado e, em agosto, Cursino recebeu a encomenda de escrever mais 12 episódios em tempo recorde. Segundo disse ao colunista Flávio Ricco, do UOL, o trabalho deveria ser feito “sem equipe e em menos de três meses”. Ele acabou não aceitando as condições impostas e, diante do impasse, preferiu se afastar do projeto e se desligar da Globo. Mesmo assim, a Globo manteve a estreia do programa para dezembro, com apenas os quatro episódios já escritos, estrelados por Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) e Mel Maia (“Qualquer Gato Vira-Lata 2”). Acabou que só três foram exibidos. A ideia agora é continuar a produção com novos capítulos sob responsabilidade de Daniel Adjafre (das séries “S.O.S. Emergência” e “Batendo o Ponto”).

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  • Etc,  Filme

    William Peter Blatty (1928 – 2017)

    13 de janeiro de 2017 /

    Morreu William Peter Blatty, roteirista e diretor de cinema, mais conhecido como criador de “O Exorcista”. A confirmação de sua morte veio pelo twitter do cineasta William Friedkin, que dirigiu “O Exorcista”. Ele faleceu na quinta-feira (12/1), aos 89 anos, de câncer – mieloma múltiplo, um tipo de câncer no sangue – , em um hospital em Bethesda, Maryland (EUA). Antes de aterrorizar o mundo, Blatty se especializou em fazer o público rir, assinando quatro roteiros para o cineasta Blake Edwards, entre eles o ótimo “Um Tiro no Escuro” (1964), a melhor comédia da franquia “A Pantera Cor-de-Rosa”. Ele também escreveu “O Harém das Encrencas” (1965), de J. Lee Thompson, com Shirley MacLaine de odalisca, e “A Deliciosa Viuvinha” (1966), de Arthur Hiller, com o jovem Warren Beatty e Leslie Caron. A mudança de tom veio com a adaptação de “A Última Esperança da Terra” (1971), sci-fi distópica baseada no romance clássico “Eu Sou a Lenda”, de Richard Matheson. Chamado para consertar o roteiro, ele acabou ficando sem créditos, mas o resultado rendeu um clima de terror impressionante que contrastava muito com a primeira filmagem da obra, “Mortos que Matam” (1964). No mesmo ano, ele se afirmou como grande autor e escritor com a publicação de seu livro “O Exorcista”. O livro ficou impressionantes 57 semanas na lista dos dez best-sellers mais vendidos do New York Times, e despertou grande interesse de Hollywood. O próprio Blatty assinou a adaptação para o cinema, lançada dois anos depois. Dirigido por um mestre, William Friedkin, “O Exorcista” (1973) atingiu o raro patamar de obra-prima, não só do gênero terror, mas do próprio cinema. Impossível falar de Hollywood nos anos 1970 sem mencionar sua produção. Acompanhado por uma campanha de marketing avassaladora, sua estreia em 1973 foi um frisson, que mudou o terror para sempre – além de ajudar a criar o conceito de filme-evento, antecipando “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, e “Guerra nas Estrelas” (1977), de George Lucas. E o longa fazia jus ao hype. Até hoje considerado o filme mais assustador já feito, “O Exorcista” impressionou com uma coleção de cenas chocantes, que iam do profano ao escatológico, acompanhando as tentativas de dois padres de exorcizar uma adolescente possuída, ao mesmo tempo em que discutia aspectos filosóficos da fé. Algumas partes eram tão fortes que criaram dificuldades para sua liberação pela ditadura militar no Brasil, só chegando no país com um ano de atraso. Blatty venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, um feito inesperado para um autor de terror. Também faturou um Globo de Ouro, de lambuja. O passo seguinte do escritor foi passar para trás das câmeras, dirigindo seu primeiro longa, também adaptação de um livro de terror de sua autoria, “A Nona Configuração” (1980). A trama se passava num castelo transformado em sanatório, que abrigava militares traumatizados pela Guerra do Vietnã. O detalhe é que o recém-chegado novo diretor do hospício (Stacy Keach) era ainda mais insano que os pacientes. A produção não rendeu o mesmo frenesi, mas Blatty colecionou o seu segundo Globo de Ouro de Melhor Roteiro. Enquanto isso, o estúdio Morgan Creek, tentando capitalizar com “O Exorcista”, lançou uma continuação que quase acabou com a franquia. Sem a participação de Blatty ou Friedkin, “O Exorcista II – O Herege” (1977) foi um fiasco de público e crítica. Visando recuperar o título, o estúdio fechou o retorno do escritor para “O Exorcista III” (1990), que ele também dirigiu, baseado em seu livro “Legião” (1983), a sequência literária oficial de “O Exorcista”. A trama juntava possessão e psiquiatria, os dois temas de suas duas obras anteriores de terror, e ignorava completamente o filme anterior. Na verdade, fazia conexão direta com o longa original ao recuperar o personagem do detetive policial William Kinderman, interpretado por Lee J. Cobb em 1973 e vivido por George C. Scott na continuação, investigando crimes cometidos por psicopatas diabólicos. Apesar da premissa inovadora – que seria copiada por inúmeros terrores, entre eles o recente “Livrai-Nos do Mal” (2014) – , o lançamento não teve a repercussão pretendida, ainda que parte da crítica tenha reverenciado sua capacidade de assustar. Blatty reclamou muito da Morgan Creek na época, mas apenas em 2016 foi possível comparar sua visão com a do estúdio, deixando claro a interferência em seu processo criativo. Uma edição do diretor foi lançada em Blu-ray em outubro passado, com um tom mais sombrio e final completamente diferente – sem o show pirotécnico que o estúdio acrescentou à revelia do cineasta. As cenas inéditas, porém, foram mal preservadas e possuem péssima qualidade. Mesmo assim, o lançamento arrancou elogios rasgados da crítica americana. Infelizmente, Blatty não teve outras chances de escrever e dirigir mais filmes desde “O Exorcista III”. Ele chegou a desenvolver uma minissérie baseada na franquia, mas o projeto foi substituído pela série “The Exorcist” em 2016, passada no mesmo universo de seus livros e filmes. O roteiro da minissérie inédita, intitulada “The Exorcist for the 21st Century”, deve ser lançado como livro.

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  • Filme

    Anna Kendrick negocia viver a filha de Papai Noel em comédia da Disney

    12 de janeiro de 2017 /

    A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) está negociando estrelar uma comédia de Natal da Disney. De acordo com o site da revista Variety, o filme, provisoriamente intitulado “Nicole”, trará Kendrick como a filha do Papai Noel, que se vê obrigada a assumir os “negócios” do papai… Noel. Na trama, a personagem terá que se virar para manter a boa reputação da família após a inesperada aposentadoria do pai e a recusa do irmão em voar e entregar os presentes na véspera de Natal. A direção e roteiro são de Marc Lawrence. E como todos os quatro filmes anteriores do diretor (“Amor à Segunda Vista”, “Letra e Música”, “Cadê os Morgans” e “Virando a Página”) foram estrelados por Hugh Grant, é possível imaginar quem ele tem em mente para viver o Papai Noel.

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  • Filme

    Marcelo Adnet canta o novo trailer de Os Penetras 2 ao estilo de Anitta

    11 de janeiro de 2017 /

    O canal dos Penetras no YouTube divulgou um novo trailer do besteirol “Os Penetras 2 – Quem Dá Mais?”. A novidade fica por conta da trilha, uma paródia de “Bang”, de Anitta, em que Marcelo Adnet canta o que o espectador pode esperar do filme, com direito aos palavrões básicos que marcam o chamado humor nacional. A continuação traz de volta os protagonistas do primeiro longa, Marcelo Adnet e Eduardo Sterblitch, além de Stepan Nercessian, a russa Elena Sopova e Mariana Ximenes. Entre as novidades do elenco, incluem-se Danton Mello, em seu sexto besteirol consecutivo, e uma porção de youtubers, porque agora todos os besteiróis brasileiros têm que ter youtubers. A direção é novamente de Andrucha Waddington, que já foi mais conhecido por seus dramas premiados em festivais internacionais. A estreia vai penetrar nos cinemas em 19 de janeiro.

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  • Filme

    Lego Batman enfrenta o Lego Coringa em trailer dublado da animação

    10 de janeiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou a versão dublada trailer da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). A prévia explora a rivalidade entre Batman e Coringa, que extrapola os velhos inimigos para virar a uma batalha entre a Liga da Justiça – ou seriam os Superamigos? – e inúmeros vilões de Gotham City. Na versão original, a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Barbara Gordon/Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) no papel de Alfred e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação de “Uma Aventura Lego”. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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