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    Como se Tornar o Pior Aluno da Escola implode nas bilheterias

    23 de outubro de 2017 /

    O filme “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” não virou o fenômeno que Danilo Gentili imaginava. Apesar das polêmicas em torno do longa, que incluem até demissão de um jornalista da Folha de S. Paulo, sua bilheteria não repetiu a trajetória de outros lançamentos nacionais que se destacaram em 2017. O desempenho é similar ao do besteirol “Eu Fico Loko”, que ficou apenas três semanas no Top 10 (de 13 a 29/1) com arrancada melhor. Em duas semanas de exibição, a comédia estrelada por Gentili vendeu 317 mil ingressos. Mas o viés de queda é expressivo, caindo de 175 mil espectadores na estreia para 72 mil no segundo fim de semana, uma diferença de 41%, de acordo com os dados da ComScore. A queda também é visível no ranking. Após abrir em 5º lugar, o filme desceu para o 7º entre quinta (18/10) e domingo (22/10). Ainda assim, rendeu R$ 1 milhão no último fim de semana. A maior bilheteria do período acabou sendo “Tempestade: Planeta em Fúria”, que fracassou nos Estados Unidos. Com 282 mil ingressos vendidos, o filme de desastre arrecadou R$ 5,2 milhões no Brasil, à frente do terror “A Morte Te Dá Parabéns” (R$ 2,5M) e do DVD do “Pica-Pau” (R$ 2,4M).

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    Alguém Como Eu: Veja o trailer de besteirol português com Paolla de Oliveira

    22 de outubro de 2017 /

    O besteirol brasileiro cruzou o Atlântico. O trailer da comédia portuguesa “Alguém Como Eu” traz a “carioca” Paolla de Oliveira (que é paulista) vivendo uma experiência de besteirol nacional em Lisboa. Ao chegar em Portugal, ela começa um relacionamento de comédia romântica que não demora a empacar, até que, numa reviravolta mágica, as luzes piscam e… embora ela não vire Tony Ramos, seu namorado passa a virar mulher em momentos inapropriados. O milagre é consequência de um desejo para que ele fosse mais parecido com ela, com os mesmos gostos e atitudes. Pedido atendido. Assim, a prévia mostra Paolla Oliveira na cama com outra mulher, o que tem gerado a maior quantidade de comentários em relação ao filme. A direção é de Leonel Vieira, responsável pelo filme “Pátio das Cantigas”, produção mais vista na história dos cinemas portugueses, com 610 mil espectadores. E o elenco inclui Ricardo Pereira (da novela “Novo Mundo”) como o namorado, além da brasileira Irene Ravache (“A Memória que me Contam”). “Alguém Como Eu” já estreou nos cinemas portugueses e deve chegar ainda neste ano no Brasil.

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  • Série

    2ª temporada de Lady Dynamite ganha trailer repleto de convidados

    22 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e 12 fotos da 2ª temporada de “Lady Dynamite”, nova série de comédia de Mitch Hurwitz (“Arrested Development”). A prévia e as fotos revelam diversas participações especiais nos novos episódios, como o diretor Judd Apatow (“Descompensada”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”), David Spade (“Gente Grande”), Ana Gasteyer (série “People of Earth”) e Fred Armisen (“A Guerra dos Sexos”), entre outros. Hurwitz desenvolveu a atração em parceria com Pam Brady (roteirista de “South Park”) e em torno do humor semi-autobiográfico da comediante Maria Bamford (também de “Arrested Development”). O humor depreciativo é o mesmo de “Arrested Development”, assim como os exageros de certas situações e o clima meio amargurado das situações retratadas. A trama um tanto surreal acompanha o altos e baixos da vida de Bamford (a personagem tem seu nome) em sua carreira como atriz, seus problemas com distúrbio bipolar e seu cotidiano em Los Angeles, em busca de equilíbrio e de uma vida amorosa quase normal. A 2ª temporada de “Lady Dynamite” estreia em 10 de novembro.

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    Veja 10 comerciais da comédia Perfeita É a Mãe 2

    22 de outubro de 2017 /

    A STX divulgou nada menos que dez comerciais da continuação de “Perfeita É a Mãe” (Bad Moms), que desta vez tem temática natalina. A prévia explora a pressão que as mães sofrem para realizar o Natal perfeito para suas famílias. Mas Mila Kunis, Kristen Bell e Kathryn Hahn decidem que o estresse não vale a pena e resolvem relaxar. Isto é, até suas mães resolverem chegar de surpresa e cobrar um Natal de verdade. As vovós (mães das mães) são vividas por Christine Baranski (série “The Good Fight”), Susan Sarandon (série “Feud”) e Cheryl Hines (série “Curb Your Enthusiasm”). A sequência é novamente escrita e dirigida pela dupla Jon Lucas e Scott Moore (roteiristas de “Se Beber, Não Case!”), apenas um ano após o primeiro filme arrecadar US$ 180 milhões nas bilheterias e se tornar o maior sucesso do estúdio STX. “Perfeita É a Mãe 2” (o título original é “A Bad Moms Christmas”) tem estreia marcada para 7 de dezembro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos (em 3 de novembro).

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  • Série

    Casual é renovada para sua 4ª e última temporada

    21 de outubro de 2017 /

    A Hulu anunciou a renovação da série de comédia “Casual” para sua 4ª temporada, que vai encerrar a atração. “Casual” foi uma das primeiras séries originais da plataforma, ajudando a consolidar a Hulu no mercado de streaming, mas permanece até hoje inédita no Brasil. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). Além de ter sido indicada ao Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia do ano passado, tem 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A 3ª temporada terminou em 1º de agosto e a 4ª e derradeira só será exibida em 2018.

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    Cher entra na continuação do musical Mamma Mia!

    17 de outubro de 2017 /

    A cantora Cher vai cantar e dançar na continuação do musical “Mamma Mia!”. Ela compartilhou a informação em seu Twitter, revelando já ter passado por ensaios de duas canções e citando nominalmente “Fernando”. Além disso, compartilhou uma foto de um sapato de plataforma, ao estilo da banda Abba, cujas músicas servem de base para a produção. Chamado de “Mamma Mia Here We Go Again”, o filme ainda não teve maiores detalhes antecipados, além do fato de novamente usar músicas da banda Abba para contar sua história e incluir flashbacks, para contar como as relações da trama se iniciaram. A direção está a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e praticamente todo o elenco do filme original vai retomar seus papéis – incluindo Meryl Streep, Amanda Seyfried, Julia Walters, Christine Baranski, Dominic Cooper, Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth. Entre as novidades, incluem-se Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”), Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”). ? pic.twitter.com/CMqHKnLeAO — Cher (@cher) October 15, 2017 FERNANDO ? — Cher (@cher) October 16, 2017 THE ROAR OF GUNS & CANNONS ALMOST MADE ME CRY? — Cher (@cher) October 16, 2017

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    Trailer de Os Parças aposta em humor datado com caretas, bordões, Tom Cavalcante e Whindersson Nunes

    16 de outubro de 2017 /

    O youtuber Whindersson Nunes divulgou em seu canal o primeiro trailer de “Os Parças”, besteirol repleto de referências antigas – Fábio Júnior, É o Tchan – , que ajudam a definir seu humor como datado. Nas primeiras horas de publicação, o vídeo foi visto mais de 2 milhões de vezes e recebeu milhares de comentários de gente que até já decorou os bordões. E é isto mesmo. A prévia é basicamente um quadro do antigo programa “Zorra Total”, em que um grupo de comediantes careteiros e cheios de frases de efeito (que funcionam como bordões) tenta dar um golpe numa festa de casamento, conseguindo se mostrar mais incompetente que “Os Penetras” – franquia de que Nunes também participou. Os “parças” do título são vividos pelo próprio Whindersson Nunes, Bruno de Luca (“Copa de Elite”), Tirullipa (filho de Tiririca) e Tom Cavalcante (do “Zorra Total”), em sua estreia no cinema. Na trama, quatro amigos montam uma empresa de organização de casamentos trambiqueira, com produtos da rua 25 de Março – endereço de lojas populares de São Paulo – , e acabam contratados para fazer uma festa do casamento de luxo. A noiva é vivida por Paloma Bernardi (novela “A Terra Prometida”), o noivo é André Bankoff (“Gostosas, Lindas e Sexies”), o pai da noiva é Taumaturgo Ferreira (série “Magnifica 70”) e Neymar (“xXx: Reativado”) é Neymar, numa participação especial. A comédia foi escrita por Cláudio Torres Gonzaga (do fraco “Vestido Pra Casar”) e está sendo dirigida por Halder Gomes (do bom “O Shaolin do Sertão”). A estreia está marcada para 30 de novembro.

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    A Família Addams vai virar animação do diretor de A Festa da Salsicha

    15 de outubro de 2017 /

    A Família Addams vai voltar ao cinema como um longa animado. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto da MGM terá direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”). Outro detalhe da produção é que, ao contrário da série animada clássica dos anos 1970, os personagens serão criados por computação gráfica. Mas há uma boa notícia. O roteiro é de Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Ela assina a adaptação com Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”. Criada por Charles Addams em 1938, como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de TV nos anos 1960, animação na década seguinte e até filmes nos anos 1990.

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  • Etc

    Jornalista é demitido da Folha após Danilo Gentili mobilizar seguidores contra entrevista

    15 de outubro de 2017 /

    O comediante Danilo Gentili tem aproveitado a divulgação do seu besteirol “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” para bater na tecla de que humor não deve ter limite, além de atacar a patrulha ideológica. Entretanto, na prática acabou demonstrando que seu próprio humor tem limite pequeno, e que ele é na verdade o maior patrulheiro em atividade no país, capaz de mobilizar tropas de patrulheiros-mirins a fazer bullying virtual até sua vítima ser demitida. Gentili não gostou de uma entrevista/crítica publicada na Folha de S. Paulo e usou as redes sociais para mobilizar seus seguidores contra o autor. Como forma de engajamento, ele disponibilizou um vídeo com a íntegra da entrevista para “denunciar” as perguntas. Mas nele já deixa clara sua má vontade, reclamando da reportagem antes dela ser publicada. “Eu acho que você já está com sua matéria pronta independente do que eu dizer”, ele falou, ao ser questionado a respeito de temas que seu filme de fato aborda. Ao publicar o vídeo, o comediante atacou pessoalmente o jornalista Diego Bargas. “Esse cara do vídeo abaixo se chama Diego Bargas, e como pode ver nas imagens que postei aqui nos coments, ele se comporta mais como militante político do que como jornalista isento. Sendo assim, que credibilidade teria um torcedor do PT entrevistando eu, um artista que está literalmente na lista negra do PT?” Nos “coments”, Gentili publicou registros pessoais de Bargas em seu Twitter, derretendo-se por Lula, Fernando Haddad e Dilma, “a honesta”, para demonstrar a má intenção do entrevistador. Neste ato, sua patrulha se assumiu literalmente ideológica. Entretanto, o principal ponto da entrevista não é política, mas o questionamento feito a Gentili e ao diretor Fabrício Bittar sobre uma cena do filme, protagonizada por Fábio Porchat, envolvendo pedofilia. A questão é se pedofilia tem graça. Danilo preferiu não responder cara a cara com o entrevistador, mas o ironizou no post: “Porque o mesmo cara que estava uma semana atrás defendendo a liberdade para todos artistas e que pedofilia é uma coisa e arte é outra, agora teve um surto moral e se mostra inconformado com uma obra artística de ficção, roteirizada, onde nada daquilo aconteceu na vida real? Chego até mesmo a pensar que na verdade ele estaria escandalizado porque retratamos o pedófilo como um vilão, sem relativizar a pedofilia. Seriam os pedófilos uma nova minoria a ser protegida das piadas?” 48 mil pessoas curtiram o ataque no Facebook. E boa parte foi assediar o jornalista, além do próprio jornal, que demitiu Bargas – provavelmente pelas postagens pessoais de simpatia política, escancaradas por Gentili, que vão contra o “Manual de Redação”. Estarrecedor por um lado. Mas por outro, iluminador. Afinal, ilustra como são parecidos os “petistas” que perseguiram Marcos Petrucelli (o caso “Aquarius”) e os “anti-petistas” que agora miraram em Diego Bargas. Ambas as facções compartilham a mesma visão de mundo estilo Facebook, onde se busca eliminar a existência de contrários, procurando um “botão” para bloqueá-los. “A Folha de S.Paulo me demitiu. Não posso entrar em detalhes sobre isso, mas é tudo muito nebuloso”, Bargas escreveu em seu Facebook. “As perguntas eram espinhosas, mas eram perguntas. Era a oportunidade de o Danilo rebatê-las. Como eu poderia ser mais honesto do que questionando-o? Disseram que as perguntas tinham conotação política, mas são as respostas que importam. Fui condenado por fazer perguntas. São tempos sombrios”, completou. Veja abaixo o post de Gentili e um post de Bargas sobre o caso. E leia o texto original publicado no site da Folha. Vale lembrar que, durante a perseguição sofrida por Petrucelli, a Abraccine, dita Associação de Críticos de Cinema do Brasil, omitiu-se e até certo ponto apoiou os ataques de “cineastas petistas” contra o jornalista. Aguardamos agora a posição da entidade nesta escalada de “artistas” contra a “classe” – que evoca uma conhecida poesia de Eduardo Alves da Costa, atribuída a Vladimir Maiakóvski. COMO SE TORNAR O PIOR JORNALISTA DE CINEMA A Folha de SP publicou hoje uma matéria com a manchete "DANILO SE NEGA A FALAR SOBRE PIADA COM PEDOFILIA". Eu gravei essa entrevista. Posto agora na íntegra. O jornalista da Folha foi honesto? Assista e tire suas próprias conclusões. De todo modo faço questão de apontar algumas coisinhas: 1) Esse cara do vídeo abaixo se chama Diego Bargas, e como pode ver nas imagens que postei aqui nos coments, ele se comporta mais como militante político do que como jornalista isento. Sendo assim, que credibilidade teria um torcedor do PT entrevistando eu, um artista que está literalmente na lista negra do PT? 2) Que tipo de jornalista cultural vai conversar sobre um filme de ficção/comédia e não faz uma pergunta sequer sobre direção, roteiro, fotografia, atuação e outros aspectos artísticos e cinematográficos? 3) Porque o mesmo cara que estava uma semana atrás defendendo a liberdade para todos artistas e que pedofilia é uma coisa e arte é outra, agora teve um surto moral e se mostra inconformado com uma obra artística de ficção, roteirizada, onde nada daquilo aconteceu na vida real? Chego até mesmo a pensar que na verdade ele estaria escandalizado porque retratamos o pedófilo como um vilão, sem relativizar a pedofilia. Seriam os pedófilos uma nova minoria a ser protegida das piadas? 4) Ao perguntar em tom de desaprovação se "pode fazer piada com pedófilo e psicopata" o cara que recebe um salário como "especialista de cinema" (uii) demonstra desconhecer momentos clássicos da sétima arte como o hilário piloto de "Apertem os cintos o piloto sumiu" ou o mais recente "Quero matar meu chefe". Isso pra ser breve e ir parando por aqui. Os exemplos são incontáveis. Todo mundo conhece, menos o burrão aí. Aliás dá uma olhadinha nas imagens que postei aqui nos coments. O cara que reprova psicopatas na ficção parece admirá-los bastante na vida real. 5) Infelizmente a melhor parte desse encontro não foi filmada. Após cortarem a entrevista, ele se levantou dando suas bufadinhas e disse "Eu quero dizer que não gosto do filme". Eu respondi: "E eu quero dizer que não me importo nem um pouco com a sua opinião". 6) Se você assistir o que foi respondido e ler a matéria que ele publicou verá que eu tinha razão. Esse cara já tinha a matéria pronta, ignorando o óbvio, que o Fabrício tão pacientemente explicou. Eu, como já conhecia o tipo, nem me dei ao trabalho, pois saquei qual era a dele desde a primeira pergunta. 7) Se um cara como esse não gostou, não recomenda e ainda precisa fazer matéria desonesta é sinal que você deve correr para o cinema hoje mesmo e assistir "Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola". Nos vemos lá! Publicado por Danilo Gentili em Sexta, 13 de outubro de 2017  

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  • Série

    She’s Gotta Have It: Série de Spike Lee ganha primeiro trailer completo

    12 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “She’s Gotta Have It”, adaptação do filme “Ela Quer Tudo”, o primeiro longa-metragem da carreira de Spike Lee, rodado em duas semanas de 1986 por apenas US$ 175 mil. A prévia resume a trama ao som de “The Seed”, sucesso da banda The Roots. A atração tem o título original da comédia e a mesma personagem central, Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco, claro, foi totalmente reformulado, com DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. Cada um deles aparece no vídeo, contracenando com Wise. O próprio Spike Lee vai dirigir todos os 10 episódios da 1ª temporada e cada capítulo terá cerca de 30 minutos de duração. A estreia está marcada para 23 de novembro.

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  • Filme

    Jean Rochefort (1930 – 2017)

    9 de outubro de 2017 /

    Jean Rochefort, um dos atores mais populares do cinema francês, morreu na madrugada desta segunda-feira (9/10) aos 87 anos. Ele estava hospitalizado em agosto e faleceu em um estabelecimento médico em Paris. Com uma filmografia de quase 150 filmes, Rochefort construiu sua carreira em todos os gêneros, mas principalmente comédias ligeiras, sem nunca perder o charme e a elegância… ou seu icônico bigode. O ator nasceu em Paris em 1930 e começou a trabalhar no cinema na década de 1950, primeiro como figurante, depois como coadjuvante de aventuras de capa e espada, como “Le Capitaine Fracasse” (1961), “Cartouche” (1962), “Maravilhosa Angélica” (1965) e “Angélica e o Rei” (1966). Até que a comédia o descobriu. De coadjuvante em “Fabulosas Aventuras de um Playboy” (1965), estrelado por seu colega de “Cartouche”, Jean-Paul Belmondo, passou a protagonista no filme seguinte, o cultuado “Quem é Polly Maggoo?” (1966), um dos filmes mais famosos da história da moda no cinema. Ainda contracenou com Brigitte Bardot no romance “Eu Sou o Amor” (1967) e fez alguns thrillers importantes no começo dos anos 1970: “A Estranha Herança de Bart Cordell” (1973), nova parceria com Belmondo, “O Relojoeiro” (1974), de Bertrand Tavernier, e dois longas de Claude Chabrol, “Assassinato por Amor” (1975) e “Profecia de um Delito” (1976). O período também destaca duas obras dramáticas que lhe consagraram com Césares (o Oscar francês) consecutivos: a produção de época “Que a Festa Comece” (1976), novamente dirigido por Tavernier, e a trama de guerra “Le Crabe-Tambour” (1978), de Pierre Schoendoerffer. Mas apesar da variedade de projetos, logo sua veia de comediante se tornou mais evidente. Um quarteto de filmes foi responsável por estabelecer o novo rumo de sua carreira: “Loiro Alto do Sapato Preto” (1972), em que foi dirigido pela primeira vez por Yves Robert, “O Fantasma da Liberdade” (1974), do gênio espanhol Luis Buñuel, “Pecado à Italiana” (1974), de Luigi Comencini, e principalmente “O Doce Perfume do Adultério” (1976), seu segundo filme comandado por Robert. “O Doce Perfume do Adultério” fez tanto sucesso que, oito anos depois, ganhou um remake americano ainda mais popular – “A Dama de Vermelho” (1986), no qual o papel de Rochefort foi vivido por Gene Wilder. E depois de outra parceria bem-sucedida com o mesmo diretor, “Vamos Todos para o Paraíso” (1977), Rochefort filmou sua primeira comédia em inglês, “Quem Está Matando os Grandes Chefes?” (1978), tornando-se ainda mais conhecido no mundo todo. Ele continuou a acumular sucessos em sua associação com Robert – “Vamos Fugir!” (1979), “O Castelo de Minha Mãe” (1990) e “Esse Mundo é dos Chatos” (1992) – e ao firmar uma nova parceria importante com Patrice Leconte, com quem rodou seis filmes: “Tandem” (1987), “O Marido da Cabeleireira” (1990), “A Dança dos Desejos” (1993), “Os Canastrões” (1996) e o melhor de todos, “Caindo no Ridículo” (1996), uma obra-prima do humor francês, que rendeu a Rochefort nova indicação ao César. A lista se completa com o suspense “Uma Passagem para a Vida” (2002), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Veneza. O ator francês também foi dirigido pelo gênio americano Robert Altman em “Prêt-à-Porter” (1994) – que só perde para “Quem É Polly Maggoo?” na lista dos filmes de moda obrigatórios. Très chic. E foi a primeira escolha de Terry Gilliam para estrelar “The Man Who Killed Don Quixote” em 2000, ao lado de Johnny Depp. Mas esta produção foi interrompida por inúmeros desastres e nunca saiu do papel, ao menos como planejado, já que virou um documentário premiado, “Perdido em La Mancha” (2002). Ao final do século 20, Rochefort resolveu diversificar a carreira, aparecendo em minisséries e telefilmes, além de passar a dublar longas animados. É dele a voz do cavalo Jolly Jumper no desenho “Os Daltons Contra Lucky Luke” (2004). Outras animações recentes com sua voz incluem “Titeuf: O Filme” (2011), “Jack e a Mecânica do Coração” (2013) e “Abril e o Mundo Extraordinário” (2015). Entre seus últimos trabalhos, destacam-se ainda o excelente suspense “Não Conte a Ninguém” (2006), de Guillaume Canet, a comédia inglesa “As Férias de Mr. Bean” (2007), a adaptação dos quadrinhos de “Asterix e Obelix: A Serviço de sua Majestade” (2012), e o drama “O Artista e a Modelo” (2012), do espanhol Fernando Trueba, pelo qual foi indicado ao Goya (o Oscar espanhol). Seu papel final foi o personagem do título de “A Viagem de Meu Pai” (2015), de Philippe Le Guay, outro desempenho elogiadíssimo, que encerrou sua carreira no mesmo nível notável com que sempre será lembrado.

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    Dave Bautista planeja virar protagonista com nova franquia de comédia de ação

    9 de outubro de 2017 /

    O ator Dave Bautista quer deixar de ser um eterno coadjuvante. Com a carreira em ascensão, ele tem ganhado cada vez mais espaço em Hollywood. Aproveitando a exposição obtida por papéis em “007 Contra Spectre”, “Blade Runner 2049” e, claro, na franquia “Guardiões da Galáxia”, ele fechou contrato com a produtora STX Entertainment para produzir e protagonizar uma nova franquia de comédia de ação. A ideia é seguir os passos de Dwayne Johnson, que como Bautista começou a carreira na luta livre, antes de virar astro de ação. Ainda não foram divulgados detalhes da produção, mas, de acordo com o site Deadline, Bautista desenvolverá o projeto com o produtor Jonathan Meisner, que é creditado como seu assistente em “Guardiões da Galáxia”. Os próximos trabalhos do ator incluem a reprise do papel de Drax em “Vingadores: Guerra Infinita” e “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, além de dois filmes da franquia “Plano de Fuga”, em que atuará ao lado de Sylvester Stallone.

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  • Série

    Vídeo mostra protagonistas entrando em forma para o telefilme da série Psych

    8 de outubro de 2017 /

    O canal pago USA Network divulgou um novo teaser do telefilme de “Psych”, que mostra os atores James Roday e Dulé Hill entrando em forma para retomar seus papéis, ensaiando os gritinhos de apuros que consagraram na série. “Psych” foi um dos maiores sucessos do USA e durou 8 temporadas, entre 2006 e 2014. A trama girava em torno do filho picareta de um ex-policial que resolve usar seus dons apurados de dedução, que o pai lhe incutiu ainda na infância, para se fingir de médium e resolver crimes. A ideia foi ao ar muito antes de “The Mentalist”, o que inclusive rendeu piadas em episódios de “Psych”. A produção também era conhecida por atrair muitos atores famosos em participações especiais. Num de seus melhores capítulos, chegou a juntar quase todo o elenco clássico de “Twin Peaks”. O telefilme vai contar com o retorno de James Roday ao papel do detetive “vidente” Shawn Spencer e de Dulé Hill como Gus, seu fiel parceiro. Os demais atores do elenco fixo também têm presença confirmada – Timothy Omundson, Maggie Lawson, Corbin Bernsen e Kirsten Nelson. Mas o USA prometeu que os fãs poderão esperar a presença de outros personagens marcantes da trajetória da produção. O ator Jimmi Simpson (série “Westworld”), por exemplo, foi confirmado na Comic-Con e voltará a viver “Mary” Lightly, na que será sua terceira participação desde que o personagem morreu no final da 4ª temporada. “Psych: The Movie” terá temática natalina e a direção de Steve Franks, o criador da atração, que também assina o roteiro junto com Roday. A estreia está marcada para 7 de dezembro nos Estados Unidos.

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