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  • Série

    Trailer e pôster anunciam novos episódios de The Tick

    8 de outubro de 2017 /

    A Amazon divulgou um pôster e o trailer da segunda metade da 1ª temporada de “The Tick”, em que o herói azulado tenta salvar seu fiel parceiro Arthur, ainda não que não faça a menor ideia por onde começar. Na dúvida, ele grita o nome de Arthur. A trama gira em torno de Arthur Everest (Griffin Newman, da série “Vinyl”), um contador sem nem um tipo de superpoder, que se envolve numa conspiração ao descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão (Jackie Earle Haley, de “Watchmen”). Em sua jornada, ele acaba se aliando a um estranho super-herói, o Tick (Peter Serafinowicz, de “Guardiões da Galáxia”). Personagem de quadrinhos, o Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração foi desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). O elenco ainda inclui Valorie Curry (série “The Following”), Brendan Hines (série “Scorpion”), Yara Martinez (série “Jane the Virgin”), Berto Colon (minissérie “Show Me a Hero”), Kyle Catlett (“Uma Viagem Extraordinária”), Jackie Earle Haley (série “Preacher”) e Whoopi Goldberg (“As Tartarugas Ninja”). A 1ª temporada foi disponibilizada em duas partes. Os seis primeiros episódios de “The Tick” chegaram no serviço de streaming Amazon Prime em 25 de agosto, enquanto a segunda metade estreia em 23 de fevereiro.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Gal Gadot causa frisson ao beijar Kate McKinnon como Mulher-Maravilha no programa Saturday Night Live

    8 de outubro de 2017 /

    A atriz Gal Gadot foi a convidada especial do programa “Saturday Night Live” exibido na noite passada (7/10) nos Estados Unidos. E os produtores devem ter levado em conta a campanha para que Mulher-Maravilha se revele bissexual no próximo filme, porque, entre os esquetes da produção, ela reviveu seu papel como princesa das amazonas experimentando um beijo sensual em Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). Infelizmente para a comediante, que interpreta uma lésbica assumida – e também para muitos fãs – , a princesa diz não ter sentido nada após o beijão. Não foi a esquete mais engraçada da participação de Gadot, nem a única referência a seu papel como Mulher-Maravilha, mas foi a que causou maior repercussão. Mais até que seu hilário encontro romântico com o recém-libertado da prisão O.J. Simpson (Kenan Thompson). Confira abaixo o super-beijo da mulher maravilhosa.

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  • Filme

    Jackie Chan confirma produção de A Hora do Rush 4

    7 de outubro de 2017 /

    A dupla Jackie Chan e Chris Tucker vai voltar a se juntar no quarto filme da franquia “A Hora do Rush”. A informação foi confirmada pelo próprio Chan em entrevista a uma rádio de Los Angeles, durante a divulgação de seu novo filme: “O Estrangeiro”, que estreia em 30 de novembro no Brasil. “Nos últimos sete anos, ficamos recusando roteiro atrás de roteiro”, disse Chan ao “The Cruz Show”, da LA Power 106. “Ontem, nós finalmente concordamos”, revelou. “Provavelmente, no final deste mês teremos um segundo rascunho do roteiro e, no próximo ano, devemos começar. Eu espero – se Chris Tucker concordar”, completou. Seguindo a fórmula consagrada das comédias policiais sobre parceiros de personalidades, raças e temperamentos distintos, que amam tanto se odiar que viram amigos para sempre (veja-se “48 Horas”, “Máquina Mortífera”, etc), o primeiro “A Hora do Rush” foi lançado há quase 20 anos, em 1998, e se tornou o maior sucesso americano da carreira de Jackie Chan. A primeira continuação veio logo seguida, em 2001, mas o terceiro filme demorou a sair do papel, exibido há dez anos, em 2007. Desde então, o diretor dos três longas, Brett Ratner, vem falando em realizar um quarto filme, já que a franquia também foi o maior, senão único, êxito de sua controvertida filmografia. Nos últimos anos, ele até deixou a direção de lado para se concentrar na produção de filmes e séries. No ano passado, a rede americana CBS produziu uma série de comédia baseada na franquia. Poucos lembram, porque “Rush Hour” (o título original) teve uma audiência pífia e acabou cancelada após a exibição de oito episódios. Os personagens foram encarnados por Jon Foo (“Tekken”) e Justin Hires (“Anjos da Lei”), com produção, justamente, de Ratner. Veja abaixo o vídeo completo da entrevista, em que Chan confirma a produção da sequência.

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  • Future Man
    Série

    Josh Hutcherson é Future Man no primeiro trailer da série produzida por Seth Rogen

    6 de outubro de 2017 /

    A plataforma de streaming Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer da série de comédia sci-fi “Future Man”, estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), que detalha bastante a premissa e assume suas referências de sci-fi dos anos 1980. A trama gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ele tem um péssimo emprego no centro de pesquisas de disfunções sexuais Devlin e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Mas quando ele ultrapassa o último nível, os personagens vão ao mundo real avisá-lo que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele fora selecionado para viajar no tempo e ajudá-los a salvar o mundo. Neste ponto, a história evoca “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), coincidência que, num instante de clareza, o próprio personagem comenta. Vale observar que, em vez de ir ao futuro, ele é levado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. E é simplesmente seu chefe, vivido no presente por Keith David (“A Viagem”). Assim, a história também evoca “O Exterminador do Futuro” (1984) e “De Volta ao Futuro” (1985), com Futturman encontrando versões jovens de seu chefe e até de seus próprios pais… nos anos 1980. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg ainda dirigem o primeiro episódio. A série terá todos os seus episódios laçados de uma vez em 14 de novembro. A prática é comum na Netflix, mas representa uma novidade na Hulu, que costuma seguir o padrão televisivo de disponibilizar um episódio diferente por semana.

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  • Série

    Volta de Will & Grace bate recorde de audiência digital da rede NBC

    5 de outubro de 2017 /

    A estreia do revival de “Will & Grace” já tinha superado expectativas ao atrair 10M (milhões) de telespectadores e virar a série mais assistida da quinta-feira passada (28/9) nos Estados Unidos. Mas a medição do instituto Nielsen para as gravações digitais e exibições em streaming nos três dias seguintes à exibição original (chamada de Live+3) foi ainda mais impressionante. Com a divulgação dos novos dados, a série aumentou sua audiência em 4,8M, graças as outras plataformas. É praticamente 50% do que tinha registrado ao vivo, rendendo ainda um aumento de 2,6 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Este “residual” é mais que muitas séries estreantes conseguiram nesta temporada. Mais: trata-se do maior aumento de audiência conseguido por uma comédia da rede NBC na história da medição. A elevada audiência em outras plataformas pode ser explicada pelo fato de “Will & Grace” estar sendo exibida na noite mais competitiva da TV americana. A quinta passada também teve a volta de “Grey’s Anatomy” (7,95M), “Chicago Fire” (7,18M) e “How to Get Away with Murder” (4M). Muita gente optou por gravar ou deixar para ver online, após sintonizar alguma das atrações dos outros canais. Ao todo, “Will & Grace” somou 14,8M de telespectadores e registrou 4,6 pontos na demo. Um fenômeno de audiência.

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  • Série

    Estreias de The Mayor e Kevin (Probably) Saves the World registram audiências modestas

    5 de outubro de 2017 /

    As comédias novatas “The Mayor” e “Kevin (Probably) Saves the World” tiveram estreias modestas nos Estados Unidos. As duas atrações registraram praticamente o mesmo desempenho, como as séries menos assistidas da rede ABC na noite de terça-feira (3/10). “The Mayor” teve 4 milhões de telespectadores ao vivo, enquanto “Kevin (Probably) Saves the World”, exibido na sequência, aumentou um pouquinho a audiência com 4,2 milhões. Em compensação, o primeiro programa registrou 1,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), contra 1 ponto redondo do segundo. Como referência, a audiência das outras duas séries exibidas pela ABC, “The Middle” e “Black-ish”, também comédias, marcou respectivamente 6 e 4,6 milhões de telespectadores. Já o programa mais assistido da noite foi o segundo episódio de “This Is Us”, na rede NBC, com 10,92 milhões de telespectadores e 3,1 pontos na demo. Comédia estreante que recebeu mais elogios da crítica nesta temporada, “The Mayor” tem 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série gira em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. Vale lembrar que a ideia da eleição de um rapper negro para um cargo político já foi explorada no filme “Ali G Indahouse” (2002). O elenco destaca Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”) na função de chefe do gabinete do jovem inexperiente. David Spade (“Gente Grande”) também participa como o adversário político. Estrelada por Jason Ritter (série “Parenthood”), “Kevin (Probably) Saves the World” tem uma aprovação razoável de 68%. Na trama, Kevin é um divorciado fracassado que, após se mudar para a casa da irmã e da sobrinha, tem uma experiência sobrenatural. Ao investigar a queda de um meteoro nas redondezas, ele passa a ser acompanhado por uma mulher que só ele vê, que diz ser do céu e que ele foi escolhido para salvar o mundo. Mas, para cumprir seu destino, precisará melhorar de atitude e de vida. Curiosamente, a premissa foi concebida por Tara Butters e Michele Fazekas, que já tinham produzido uma narrativa inversa, sobre um cara comum aliciado pelo diabo na divertida – e cultuada – série “Reaper” (2007–2009). O elenco também inclui Kimberly Hebert Gregory (série “Vice Principals”), JoAnna Garcia Swisher (a Ariel de “Once Upon a Time”), Cristela Alonzo (série “Cristela”), J. August Richards (série “Agents of SHIELD”), Chloe East (série “Liv e Maddie”), Dustin Ybarra (série “Us & Them”) e India de Beaufort (série “Veep”).

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  • Filme

    Guillaume Canet e Marion Cotillard divertem como si mesmos na comédia Rock’n Roll

    5 de outubro de 2017 /

    A grande surpresa da edição deste ano do Festival Varilux de Cinema Francês, a comédia “Rock’n Roll: Por Trás da Fama”, de Guillaume Canet, chega agora ao circuito comercial. No filme, Guillaume Canet é Guillaume Canet e Marion Cotillard é Marion Cotillard. Pra não mencionar os tantos outros atores e atrizes que interpretam a si mesmos. Pelo menos supostamente. Só por isso, o filme já se torna bastante curioso, como um mergulho na intimidade de grandes astros do cinema francês contemporâneo, ainda que existam várias piadas que só quem conhece a fundo a indústria cinematográfica francesa possa entender melhor. “Rock’n Roll” é dessas obras que acaba se encaminhando para algo totalmente diferente do previsto – um reality show no cinema – , e a surpresa é fundamental para que o filme seja apreciado ou até mesmo odiado. A primeira parte nos apresenta a Guillaume Canet, um ator na faixa dos 40 anos que percebe que já não está mais na turma dos jovens astros em ascensão. Isso acontece principalmente em uma entrevista que ele dá com a sua colega num filme fictício, vivida por Camille Rowe, belíssima jovem modelo e atriz que interpreta sua filha no filme dentro do filme. Indignado, Canet não acha nada legal estar fazendo o papel do pai daquela garota. E fica mais indignado ainda quando descobre que está nas últimas colocações de uma lista de atores “pegáveis” do cinema francês. Quer dizer, não adianta ser um cara estabelecido e ainda por cima casado com Marion Cotillard, a juventude acaba se tornando uma obsessão para ele. Marion Cotillard parece se divertir muito com seu papel, alimentando os estereótipos de uma atriz que tem mania de usar o método de imersão para dar força a seus papéis. É assim que, depois de convidada para atuar em um filme de Xavier Dolan (o não citado “É Apenas o Fim do Mundo”), cisma que precisa estudar e ficar falando o francês com sotaque de Quebec. E isso não é nada bom para o marido que queria ao menos desfrutar de uma noite de sexo com a esposa. E aí começam as mudanças de comportamento: se ele não é do tipo que bebe e usa drogas, passa a querer provar para os outros que pode sim ser rebelde e ter uma vida desregrada, o que acaba rendendo algumas situações engraçadíssimas, com direito a paralisia facial. Aos poucos, vamos percebendo que o próprio Canet aparece mais envelhecido de propósito para compor esse personagem decadente. Mais adiante, os trabalhos de maquiagem se tornarão fundamentais para a segunda e mais ousada parte do filme. Também escrito pelo próprio Canet, “Rock’n Roll” faz uma crítica contundente ao impulso de querer ser “forever young”, mas o faz de maneira muito espirituosa, divertida e sem parecer uma lição de moral. Os excessos são abraçados pelos personagens e a sensação de estranheza acaba sendo mais do que bem-vinda. E se antes o grande público percebia Canet apenas como o ator que despontou em “A Praia” (2000), coadjuvando Leonardo DiCaprio, e por filmes populares como “Feliz Natal” (2005), “Não Conte à Ninguém” (2006) e “Apenas uma Noite” (2010), pode se ver incentivado a querer saber mais sobre sua carreira. “Rock’n Roll” já é o quinto filme dirigido pelo talentoso francês, que é muito mais que o marido galã de sua famosa esposa.

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    Mel Gibson se diverte com trapalhadas de Will Ferrell em trailer legendado de Pai em Dose Dupla 2

    4 de outubro de 2017 /

    A Paramount divulgou o pôster nacional e o novo trailer (legendado e dublado) de “Pai em Dose Dupla 2”, que mostra Mel Gibson se divertindo horrores com as trapalhadas imbecis do personagem de Will Ferrell. A prévia mostra que, como o conflito original foi resolvido no primeiro filme, a produção optou pela fórmula estabelecida em “Entrando Numa Fria” (2000), tornando-o “Maior Ainda” (2004) com a inclusão de mais parentes. Após se acertarem e ficarem amigos, o pai e o padrasto vividos por Mark Wahlberg e Will Ferrell terão que lidar com seus próprios pais, vividos, respectivamente, por Mel Gibson (“Herança de Sangue”) e John Lithgow (série “The Crown”). Claro que o primeiro é durão e o segundo amoroso em excesso, e todos terão que conviver durante um Natal em família. O elenco também volta a trazer Linda Cardellini como a mãe dos filhos de Wahlberg e esposa de Ferrell, além das crianças Scarlett Estevez, Owen Vaccaro e Didi Costine, que motivarão a disputa de atenção dos vovôs, sem esquecer da modelo brasileira Alessandra Ambrósio e do lutador John Cena. Novamente escrito e dirigido por Sean Anders, o filme estreia em 30 de novembro no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Anna Kendrick e Shirley MacLaine farão filme sobre a filha de Papai Noel

    4 de outubro de 2017 /

    As atrizes Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Shirley MacLaine (“A Última Palavra”) vão estrelar “Nicole”, produção da Disney sobre filha de Papai Noel. Kendrick será a personagem-título e MacLaine a elfa Polly, que foi babá da protogonista e ajudou a criá-la durante toda a vida. O filme mostrará a filha do Papai Noel (Kendrick) tendo que assumir os negócios da família após a inesperada aposentadoria do pai e a recusa do irmão em entregar os presentes na véspera de Natal. Bill Hader (“Descompensada”) e Billy Eichner (série “American Horror Story”) também estão no elenco. Roteiro e direção são de Marc Lawrence, especialista em comédias românticas, que até aqui teve o ator Hugh Grant como protagonista em todos os seus filmes (“Amor à Segunda Vista”, “Letra e Música”, “Cadê os Morgan?” e “Virando a Página”). A produção ainda não escalou Papai Noel. A estreia está marcada para 8 de novembro de 2019.

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    Comédia de terror A Babá ganha primeiro trailer

    4 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer e o pôster da comédia de terror “A Babá” (The Babysitter), uma inversão da história de “Halloween” (1978), em que a babá é o psicopata. O filme gira em torno de Cole, um pré-adolescente loucamente apaixonado por sua babá. Ela é legal e incrível de todas as formas em que Cole não é. Até uma noite em que ele resolve espiar o que a babá faz quando acha que ele está dormindo. E o que a princípio parece uma festa em sua sala, logo se revela um assassinato ritual, em que ela e seus amigos pretendem sacrificar o próprio Cole para o diabo. O elenco destaca Judah Lewis (“Demolição”) como Cole e Samara Weaving (série “Ash vs. Evil Dead”) como a babá, além de Bella Thorne (série “Famous in Love”), Robbie Amell (série “The Flash”), Andrew Bachelor (“Cinquenta Tons de Preto”) e Hana Mae Lee (“A Escolha Perfeita”) como os amigos psicopatas. “The Babysitter” marca a volta de McG à direção de um longa metragem. Ultimamente, ele tem tido mais sucesso na carreira televisiva que no cinema, tendo dirigido os pilotos de “Caçadores das Sombras” (Shadowhunters) e “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon). Seu último filme foi o thriller “3 Dias Para Matar” (2014). O roteiro é de Brian Duffield (“A Série Divergente: Insurgente”) e a estreia está marcada para sexta-feira 13 de outubro.

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    Ryan Hansen vive a si mesmo em trailer de série do diretor de Família do Bagulho

    3 de outubro de 2017 /

    O YouTube Red divulgou dois pôsteres e o trailer da série de comédia “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”, estrelada por… Ryan Hansen. Apesar do título, a atração não tem estrutura de reality ou documentário. É uma espécie de versão comédia de “Castle”, com um ator (não tão célebre) de Hollywood acompanhando investigações criminais. A prévia mostra que Hansen interpreta uma versão bizarra de sua persona televisiva e traz alguns amigos mais famosos para participar da brincadeira. O ator é até hoje mais lembrado por seu papel como Dick Casablancas na série “Veronica Mars”, que lançou a carreira de Kristen Bell. Os dois ficaram tão amigos que ela também fará participação na produção, interpretando a si mesma – e zoando o protagonista o tempo inteiro. Há ainda participações de Jon Cryer (série “Two and a Half Men”), Joel McHale (série “Community”) e Donald Faison (série “Scrubs”) como eles próprios, mas também personagens criados para a atração, como a policial designada para acompanhar Hansen, vivida por Samira Wiley (das séries “Orange Is the New Black” e “The Handmaid’s Tale”). Entre os coadjuvantes, ainda se destacam Aly Michalka (“iZombie”), Karen David (série “Galavant”) e Barry Shabaka Henley (“Carrie, a Estranha”). A série é uma criação do cineasta Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”, “Um Espião e Meio”), que, além de escrever e produzir, dirige dois dos oito episódios da 1ª temporada. A estreia está marcada para 25 de outubro na plataforma de streaming do YouTube.

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    Diretor de Meu Namorado É um Zumbi fará continuação da comédia clássica Um Príncipe em Nova York

    30 de setembro de 2017 /

    O diretor Jonathan Levine (“Meu Namorado É um Zumbi”) vai filmar uma continuação da comédia dos anos 1980 “Um Príncipe em Nova York”. Sucesso da Sessão da Tarde, o filme de 1988 trazia Eddie Murphy como um príncipe africano que se esconde entre os plebeus do bairro nova-iorquino do Queens, para fugir de um casamento e encontrar uma mulher que o ame independente do seu título. A sequência é desenvolvida há vários anos pela Paramount e deve trazer Eddie Murphy de volta ao papel principal, uma vez que ele também é produtor do filme. O primeiro roteiro foi escrito pela David Sheffield e Barry W. Blaustein, escritores do filme original (e também do remake de “O Professor Aloprado”), mas já existe uma nova versão reescrita por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”). Ainda não há data prevista para o começo da produção.

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    Volta de Will & Grace é vista por 10 milhões nos Estados Unidos

    29 de setembro de 2017 /

    A estreia do revival de “Will & Grace” superou expectativas e foi a série mais assistida da noite de quinta-feira (28/9) nos Estados Unidos, segundo dados de monitoramento da Nielsen. Vista por 10M (milhões) de telespectadores, praticamente empatou com o público que preferiu ver uma partida de futebol americano em outro canal (10,7M). Considerada a noite mais competitiva da TV americana, a quinta também teve a volta de “Grey’s Anatomy” (7,95M), “Chicago Fire” (7,18M) e “How to Get Away with Murder” (4M). E além de superar todas as demais atrações de diferentes horários, “Will & Grace” ainda ajudou o restante da programação da rede NBC a aumentar sua audiência. Numa estratégica temática, o canal juntou suas comédias na quinta, resultando num aumento da média de público de “Superstore” (4,5M) e “The Good Place” (4,6M) em relação à temporada passada, enquanto “Great News” (5,1M) registrou sua melhor audiência desde a estreia da 1ª temporada em abril. Em compensação, a situação de “Gotham” (2,9M) preocupa diante de concorrência tantos carros-chefes de audiência. A série da Fox teve o pior público de sua história.

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