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  • Série

    Kidding: Trailer da série revela visual fabuloso do reencontro de Jim Carrey e Michel Gondry

    7 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer de “Kidding”, série que marca a volta do comediante Jim Carrey para a TV, de onde saiu há 23 anos, após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Mais que isso, a série também marca o reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondy assina a direção dos episódios, o que confere ao trailer uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Em “Kidding”, Carrey interpreta Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua alegria é posta em cheque quando sua família passa por uma crise. O ótimo elenco também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey), e estreia em 9 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Uma Quase Dupla: Tatá Werneck e Cauã Reymond são “tiras” brasileiros em trailer de comédia

    7 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer de “Uma Quase Dupla”, filme brasileiro que segue a fórmula importada das comédias de duplas de “tiras”. Nesta variação nacional de “Chumbo Grosso” (2007), Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) vive uma policial durona de cidade grande, que é forçada a fazer parceria com um policial delicado de cidade pequena, interpretado por Cauã Reymond (“Reza a Lenda”). Juntos, eles arrebentam portas, se estapeiam, revisam piadas do antigo “Zorra Total” e levam tombos gratuitos. Dirigida por Marcus Baldini (de “Bruna Surfistinha” e “Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou”), a comédia estreia nos cinemas em 19 de julho.

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  • Filme

    Reese Witherspoon confirma Legalmente Loira 3

    7 de junho de 2018 /

    A atriz Reese Witherspoon confirmou nesta quinta-feira (7/6) em sua conta no Instagram que a produção de “Legalmente Loira 3” vai sair do papel. Ela postou um vídeo em que usa um biquíni rosa numa piscina, em alusão à cor favorita de sua personagem na franquia. E legendou: “É verdade…#LegalmenteLoira3”. Desde janeiro, Witherspoon vinha abordando planos para retomar a franquia. Durante uma entrevista ao canal pago E!, ela chegou a dizer que a ideia era mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. O primeiro “Legalmente Loira” acompanhava Elle Woods, uma patricinha extremamente fútil e mimada que decidia ingressar na prestigiada faculdade direito de Harvard. Dirigido por Robert Luketic, o filme de 2001 foi um inesperado sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 142 milhões. Tanto que teve continuação, na qual Ellie foi parar no Congresso dos Estados Unidos como assessora política. As roteiristas originais, Kirsten Smith e Karen McCullah, negociam escrever a nova continuação, que ainda não definiu diretor nem a volta de outros personagens. Também não há previsão para o começo das filmagens ou estreia nos cinemas, It’s true… #LegallyBlonde3 Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em 7 de Jun, 2018 às 5:02 PDT

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  • Filme

    Animação da Família Addams ganha imagem e anuncia vozes de Charlize Theron, Chloe Moretz e Finn Wolfhard

    5 de junho de 2018 /

    A MGM divulgou a primeira imagem e o elenco de vozes originais do longa animado de “A Família Addams”. E são todos astros famosos. Charlize Theron (“Tully”) foi anunciada como a voz da matriarca da família, Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) será seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) dará voz à Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney, vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro de Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”, e Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes. A nova produção será o primeiro longa animado de “A Família Addams”. A estreia está marcada para outubro de 2019.

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  • Filme

    Reese Witherspoon negocia estrelar Legalmente Loira 3

    4 de junho de 2018 /

    A atriz Reese Witherspoon deve reprisar seu papel mais conhecido, voltando a viver Elle Woods no terceiro filme da franquia “Legalmente Loira”. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a atriz está negociando com o estúdio MGM estrelar e produzir a comédia, que teve seus dois primeiros filmes lançados em 2001 e 2003. As roteiristas originais, Kirsten Smith e Karen McCullah, também fazem parte das negociações, assim como os produtores Marc Platt e Adam Siegel. Ainda não há informações sobre direção e demais integrantes do elenco do novo filme, nem sobre o retorno de personagens. Desde janeiro, Witherspoon vem abordando planos para retomar a franquia. Durante uma entrevista ao canal pago E!, ela chegou a dizer que a ideia era mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. O primeiro “Legalmente Loira” acompanhava Elle Woods, uma patricinha extremamente fútil e mimada que decide ingressar na prestigiada faculdade direito de Harvard. Dirigido por Robert Luketic, o filme de 2001 foi um inesperado sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 142 milhões. Já o segundo a mostrou ingressando no mundo eleitoral, trabalhando no Congresso dos Estados Unidos como assessora política.

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  • Filme

    Han Solo mantém 1º lugar com pior bilheteria de Star Wars na América do Norte

    3 de junho de 2018 /

    Sem enfrentar grandes estreias, “Han Solo: Uma História Star Wars” conseguiu manter sua liderança nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá em sua segunda semana de exibição, apesar da queda de 65% da arrecadação, em relação ao desempenho da estreia. A liderança, porém, não inspira comemoração. Os US$ 29m (milhões) conquistados pelo longa entre os dias 1 e 3 de junho representam a menor bilheteria de segunda semana de uma produção do universo “Star Wars”. Para preocupar ainda mais a Disney, o mercado internacional segue o mesmo padrão. A bilheteria mundial de US$ 264m até agora, pode tornar a produção mais cara de “Star Wars” (com orçamento estimado em US$ 250m) no primeiro filme da franquia a dar prejuízo. Uma pena, já que “Han Solo” não é dos piores criações desse universo – tem 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Deadpool 2” também manteve seu 2º lugar, muito próximo dos números de “Han Solo”. Mas essa posição é ilusória, já que a produção da Fox é um dos maiores sucessos do ano. Após três fins de semana, o longa atingiu quase US$ 600m de faturamento em todo o mundo. Já as estreias da semana nos cinemas norte-americanos tiveram desempenho abaixo do esperado. Mais bem-sucedido, o drama de sobrevivência marítima “Vidas à Deriva”, com Shailene Woodley, faturou US$ 11,5m e abriu em 3º lugar. Embora longe do êxito obtido pela atriz com seu drama romântico mais famoso, “A Culpa É das Estrelas”, saiu-se melhor que o esforço mais recente do gênero nas bilheterias, “Depois daquela Montanha”, igualmente marketado como combinação de romance e luta contra a natureza. A crítica aprovou “Vidas à Deriva”, com 71% de comentários positivos no Rotten Tomatoes. Mas pode segurar a curiosidade, porque a estreia no Brasil só vai acontecer em agosto. Ainda mais elogiado, o thriller de ação futurista “Upgrade” atingiu 85% na medição do Rotten Tomatoes. Mas o segundo longa dirigido por Leigh Whannell, roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, abriu na metade do número de salas destinado aos demais filmes, o que teve impacto em sua bilheteria, de apenas US$ 4,4m. Isto representou o 6º lugar no ranking semanal. Por outro lado, trata-se de uma produção de baixo orçamento, que não deve ter dificuldade para se pagar. Não há previsão de lançamento no Brasil. Para completar a lista de estreias, ainda houve o fiasco de “Action Point”, que implodiu em 9º lugar com US$ 2,3m, a pior abertura de uma comédia de Johnny Knoxville, o antigo astro de “Jackass”. A crítica jogou a pá de cal, com 19% de consideração. Sem previsão, nem deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 29,2m Total EUA e Canadá: US$ 148,8m Total Mundo: US$ 264,1m 2. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 23,3m Total EUA e Canadá: US$ 254,6m Total Mundo: US$ 598,6m 3. Vidas à Deriva Fim de semana: US$ 11,5m Total EUA e Canadá: 11,5m Total Mundo: 11,8m 4. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 10,3m Total EUA e Canadá: US$ 642,8m Total Mundo: US$ 1,96b 5. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 6,8m Total EUA e Canadá: US$ 47,3m Total Mundo: US$ 47,3m 6. Upgrade Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 4,4m Total Mundo: US$ 4,4m 7. Alma da Festa Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 46,36m Total Mundo: US$ 54,4m 8. Breaking In Fim de semana: US$ 2,8m Total EUA e Canadá: US$ 41,3m Total Mundo: US$ 43,8m 9. Action Point Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Overboard Fim de semana: US$ 1,9m Total EUA e Canadá: US$ 45,5m Total Mundo: US$ 57,5m

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  • Filme

    Trailer de comédia traz Kevin Hart estudando para o supletivo

    3 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou o segundo trailer de “Operação Supletivo – Agora Vai!”, nome do filme que se chama “Night School” nos Estados Unidos. Apesar da tradução absurda, o lançamento do filme no Brasil supera um absurdo ainda maior do mercado brasileiro, já que se trata de uma rara comédia com atores e diretor afro-americanos a superar a barreira preconceituosa do parque exibidor nacional. Vale destacar que o filme é estrelado por dois dos atores mais populares do momento nos Estados Unidos, Kevin Hart (“Jumanji”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). E que a má escolha de título nacional, que mantém a mania de transformar duas palavras em pelo menos o dobro para lançamento no Brasil, parece aludir ao fato de que, por mais que estourem bilheterias na América do Norte, os dois comediantes só chegam aos cinemas brasileiros quando aparecem como coadjuvantes de atores brancos. “Agora vai” leva a pensar no fim deste racismo indisfarçável. No filme, o personagem de Hart se matricula numa escola noturna para fazer o equivalente americano ao exame supletivo e conseguir um diploma de Ensino Médio, com vistas a um emprego melhor. Haddish é sua professora linha dura, que tenta manter os adultos desajustados de sua aula interessados em estudar. A premissa tem uma vaga semelhança com a série “Community” e foi escrita pelo próprio Kevin Hart, em parceria com quase meia dúzia de roteiristas, entre eles o diretor Nicholas Stoller (“Vizinhos”). A direção é de Malcolm D. Lee (“Viagem das Garotas”) e o elenco ainda inclui Ben Schwartz (série “House of Lies”), Taran Killam (humorístico “Saturday Night Live”), Mary Lynn Rajskub (série “24 Horas”), Rob Riggle (“Anjos da Lei”), Megalyn Echikunwoke (série “Vixen”), Yvonne Orji (série “Insecure”), Romany Malco (série “Weeds”) e Keith David (série “Community”). “Operação Supletivo – Agora Vai!” chega aos cinemas brasileiros em 18 de outubro, um mês após a estreia nos Estados Unidos.

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  • Série

    Heathers: Tema polêmico faz série baseada na comédia cult Atração Mortal ser descartada

    2 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Paramount desistiu de estrear “Heathers”, série baseada na comédia cult “Atração Mortal” (1988). O cancelamento do projeto veio depois de um longo adiamento e reflete o clima atual dos Estados Unidos. Originalmente prevista para estrear em março, “Heathers” foi adiada devido ao tiroteio letal numa escola em Parkland, Flórida, que deixou 17 estudantes mortos. Uma nova data de estréia nunca foi definida, mas havia expectativa de um lançamento durante o verão norte-americano. Entretanto, estes planos foram descartados após um novo tiroteio, desta vez em Santa Fé. A emissora passou a considerar a série muito polêmica, já que trata de assassinatos de estudantes numa trama de vingança contra adolescentes praticantes de bullying. “Este é uma série passada no ensino médio, em que explodem a escola, há armas na escola e há momentos de professores com armas. Ela toca em muitos tópicos quentes. Esta empresa não pode passar mensagens conflitantes, ao dizer que o movimento da juventude é importante para nós e, ao mesmo tempo, colocar no ar uma série com a qual não estamos confortáveis”, disse Keith Cox, presidente de desenvolvimento e produção da Paramount Network. “A combinação de uma série do ensino médio com esses momentos muito sombrios deixou de parecer algo correto”, completou. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que, antes da polêmica, a série era muito bem considerada pela Paramount Network, que quase a renovou para a 2ª temporada antes da estreia. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram produzidos e agora serão oferecidos para outros canais e plataformas de streaming. “Heathers” era uma atualização da comédia original dos anos 1980, mas contaria uma história diferente por temporada, em formato de antologia. A 1ª temporada seria a mais parecida com o filme. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer (papel de Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), que convence sua namorada (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”) a embarcar numa matança “justificada”. Na serie, a anti-heroína Veronica Sawyer é interpretada por Grace Victoria Cox (a Melanie de “Under the Dome”) e lida com um grupo muito diferente de Heathers, mas igualmente maldoso. No lugar das magrelas branquelas do filme, as novas Heathers são estereótipos “modernos”: um gay (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). O elenco central se completa com o estreante James Scully como J.D. (o papel de Slater). Além deles, Selma Blair (“Hellboy”) vive uma personagem que não existia no filme: Jade, uma ex-stripper que aplicou o golpe do baú para virar madrasta de uma das novas Heathers, e passa o tempo aguardando o marido de 82 anos morrer para herdar tudo. A produção incluiu até Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, uma das maldosas originais, que voltaria numa participação especial. A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012).

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  • Filme

    Tully é um filme simples com proporções épicas e mais incrível que você imagina

    2 de junho de 2018 /

    Jason Reitman acostumou o público mal com seus três primeiros (ótimos) filmes, “Obrigado por Fumar”, “Juno” e “Amor sem Escalas”. Esse último tem quase 10 anos e, de lá para cá, entregou sucessivos trabalhos descartáveis. Mas ele finalmente reencontra seu bom cinema com “Tully” (2018), filme que marca sua terceira parceria com a roteirista Diablo Cody, do excelente “Juno”, e o apenas OK “Jovens Adultos”, completando assim uma trilogia involuntária sobre diferentes fases na vida de uma mulher. Novamente dirigindo Charlize Theron (sua atriz principal em “Jovens Adultos”), Jason Reitman conta a história de Marlo, mãe de dois filhos e à espera do terceiro. O marido (Ron Livingston) ama sua esposa e as crianças, mas bem que ele poderia ajudar mais, não? Porém, o ambiente é inteiramente favorável para Charlize dar um show como a mãe estressada, enfrentando depressão pós-parto e pronta para entrar em colapso. Na primeira metade do filme há uma curiosa sequência picotada pela edição monitorada por Reitman que convence qualquer um de que Marlo está pirando com a situação. É incrível como o poder da montagem influencia o espectador. Sou homem e vi de perto o drama de Marlo nessa parte que flerta com o visceral, mas imagino como muitas mulheres se sentiram, principalmente as mães. É a deixa para entrar em cena a babá Tully (Mackenzie Davis), que cuidará não somente da bebê enquanto os pais dormem (ou fazem outras coisas), mas também da mamãe à beira de um ataque de nervos. Jason Reitman tem a comédia correndo nas veias, afinal é filho de Ivan Reitman, diretor de importantes exemplares do gênero nos anos 1980, como “Almôndegas”, “Os Caça-Fantasmas” e “Irmãos Gêmeos”. Ele não faz filmes tão populares quanto o pai, mas exercita um estilo de humor muito mais contido, maduro, dramático, sempre em busca do lado humano dos personagens, focando num tom mais sério e, ao mesmo tempo, cínico. É um cara que se dá bem escrevendo seus próprios roteiros sem jamais trair suas influências. Mas quando ousa narrar histórias sobre mulheres, Reitman, como homem, sabe muito bem que não teria como ser justo na abordagem e nunca conseguiria entendê-las profundamente. Mas isso não quer dizer que não possa tentar. E faz o certo ao contar com a colaboração de Diablo Cody para investigar a alma feminina. “Tully” é mais um filme que comprova que a roteirista e o diretor nasceram um para o outro quando o assunto é cinema. Jason Reitman traduz com muita sensibilidade um texto extremamente honesto de Diablo Cody, que engana quem pensa que já viu de tudo sobre filmes de maternidade. E só temos a certeza disso no final de explodir cabeças; uma conclusão que torna praticamente impossível destrinchar as qualidades de “Tully” sem dar spoilers. Mas basta você saber que não é exatamente a depressão pós-parto que diferencia “Tully” da maioria dos filmes sobre mães. O que atualiza um tema tão explorado pelo cinema para o século 21 é a proximidade do espectador com o desabafo íntimo, confidencial, realista de uma mulher de 40 anos sobre sua rotina, as dificuldades do casamento, e de ser mãe; bem como o equilíbrio das expectativas de uma vida que se anuncia sem surpresas daqui para frente com a sensação de tempo perdido, o excesso de ansiedade, a velocidade do dia, das informações, e a distância cada vez maior do que faz alguém se sentir jovem. É um filme simples em sua forma, mas de proporções épicas quando notamos seus verdadeiros significados. Diablo Cody mostra que aceitação não precisa ser uma punição. Sim, a bagagem pesa, mas Cody lembra que juventude e velhice estão muito mais ligadas a sensações e atitudes capazes de dialogar em harmonia e ignorar nossos limites físicos. O que Reitman faz é abrir seu coração, admitir que está disposto a aprender e confiar 100% em sua roteirista e suas atrizes, porque Charlize e Mackenzie estão excelentes e a química entre elas é mais incrível que você imagina. São pontos que levam “Tully” a figurar entre os melhores filmes de Jason Reitman, que agora tem quatro “clássicos” em sua filmografia.

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  • Série

    Série Imposters é cancelada no final da 2ª temporada

    1 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Bravo cancelou a série “Imposters” ao final da 2ª temporada. A atração tinha surpreendido por conseguir aumentar sua audiência a cada episódio da 1ª temporada, até atingir uma média de 1,4 milhão de telespectadores. Entretanto, este público sumiu na 2ª temporada, vista por 400 mil. Primeira série criada pelo ator Paul Adelstein (da série “Prison Break”) e o roteirista de cinema Adam Brooks (“Bridget Jones: No Limite da Razão”), “Imposters” era uma comédia sombria sobre uma golpista que vive mudando de personalidade. A trama girava em torno de Maddie (a israelense Inbar Lavi, da série “The Last Ship”), especialista em roubar os corações e os pertences de suas vítimas. Sua carreira de golpista bem-sucedida, porém, encontra um inconveniente, quanto três de seus últimos alvos decidem se unir e caçá-la – dois homens, vividos por Rob Heaps (série inglesa “Home Fires”) e Parker Young (série “Arrow”), e uma mulher, Marianne Rendón (“Gemini”). Em busca de Maddie, eles viram o jogo, transformando a golpista num alvo, mas as muitas reviravoltas acabam revelando seu chefe misterioso, seu capanga psicótico e até o envolvimento do FBI. O último episódio vai ao ar na próxima quinta, dia 7 de junho, nos Estados Unidos. Mas, segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Universal, que produz a atração, acredita que encontará um novo parceiro para continuar a história. A Netflix, que distribui “Imposters” no mercado internacional, inclusive no Brasil, será a primeira escala destas negociações, já que a série se saiu melhor em streaming que na TV.

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  • Etc,  Filme

    Advogado muppet vence os humanos de Sésamo em tribunal de Nova York

    1 de junho de 2018 /

    O filme “Crimes em Happytime” não poderia encomendar melhor campanha publicitária. A STX venceu o processo movido pelos produtores da série infantil de fantoches “Sésamo” (antiga “Vila Sésamo”) contra seu filme. O juiz distrital Vernon Broderick determinou que o longa continuar usando o slogan “No sesame. All street” (Nada de Sésamo, só rua) na promoção do filme para maiores, que apresenta fantoches semelhantes aos Muppets em uma história de crime cômica. O Sesame Workshop tinha entrado com um processo na semana passada, buscando impedir a divulgação do slogan em materiais promocionais antes do lançamento do filme em 17 de agosto. A empresa argumentava que o público ficaria confuso e acharia que o filme era associado a “Sésamo”. E que esta associação, por meio de seu slogan, “causa um dano irreparável” a “Sésamo”. “Cenas da sinopse mostram uma linguagem grosseira usada pelos humanos e pelas marionetes, o uso de drogas por parte de humanos e marionetes, marionetes que se prostituem ou oferecem seus serviços a humanos, armas e violência e relações sexuais entre marionetes, cujo ponto alto é uma cena em que se vê uma marionete ejacular copiosa e prolongadamente”, diz o documento do processo. As descrições correspondem a cenas vistas no primeiro trailer da produção. No filme, a atriz Melissa McCarthy interpreta uma policial que investiga uma série de assassinatos de fantoches e, durante o caso, encontra marionetes apresentados como prostitutas e viciados. Detalhe: a direção de “Crimes em Happytime” é de Brian Henson, filho de Jim Henson, criador dos “Muppets” e de bonecos clássicos de “Sésamo”, como Kermit (que os mais velhos lembram como Caco, o Sapo). Após ouvir os argumentos dos dois lados, o juiz disse que o Sesame Workshop não conseguiu demonstrar que os espectadores estavam confusos ou que patrocinadores ou pais estavam reclamando. E deu ganho de causa para a STX. O mais curioso é que a STX chegou a escalar um novo muppet, um advogado chamado Fred, para sua esquipe de defesa. Foi ele quem assinou o comunicado oficial da produtora relativo ao caso. O comunicado assinado pelo advogado muppet diz: “A STX adorou a ideia de trabalhar de perto com Brian Henson e a Jim Henson Company para contar a história jamais contada da vida ativa dos bonecos de Henson, quando eles não estão se apresentando na frente das crianças. ‘Crimes em Happytime’ é o resultado feliz dessa colaboração e estamos incrivelmente satisfeitos com a reação inicial ao filme e no quão bem o trailer foi recebido por seu público alvo. Embora estejamos decepcionados com o fato de ‘Sésamo’ não compartilhar a nossa diversão, estamos confiantes em nossa posição legal. Estamos ansiosos para apresentar os espectadores adultos aos nossos adoráveis ​​personagens sem remorso neste verão”, diz a nota assinada por Fred, “advogado da STX Entertainment”, acompanhada por um foto do fantoche (imagem acima). Assim, na prática, um advogado muppet derrotou os representantes humanos do famoso programa de muppets.

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  • Filme

    Imagens de bastidores revelam início das filmagens de Sai de Baixo – O Filme

    29 de maio de 2018 /

    Começaram nesta terça-feira as filmagens de “Sai de Baixo – O Filme”, longa baseado na série da Globo, que foi sucesso nos anos 1990. Os atores Miguel Falabella, que interpreta o personagem Caco Antibes, e Marisa Orth, a Magda, compartilharam fotos dos bastidores em seus perfis no Instagram. “Começamos hoje as filmagens de Sai de Baixo. Uma alegria reencontrar essas personagens”, escreveu Falabella. “Primeiro dia com Caco! Saudades! Prestes a embarcar numa excursão da Vavatur. Vem aí, O FILME!”, disse Marisa. Em outra imagem, eles aparecem diante de um ônibus, descrito como sendo da Vavatur, ao lado de outros integrantes do elenco, como Rafael Canedo (Caquinho), Tom Cavalcante (Ribamar) e Katiuscia Canoro (Sunday). Pelo visto, os produtores decidiram não esperar o ator Luiz Gustavo, que vivia o Vavá. Ele foi diagnosticado com diverticulite e recebeu recomendação de repouso. Só participaria se as filmagens acontecessem no final do ano. Um detalhe: Luiz Gustavo foi um dos criadores da série original. Além dele, também não vai participar Claudia Jimenez, que interpretou a empregada Edileuza nas primeiras temporadas. O que circula é que ela não quis se envolver após ler o roteiro. Em seu lugar, foi escalada a comediante Cacau Protásio (“Os Farofeiros”). Em compensação, Tom Cavalcanti, que interpretava o porteiro Ribamar e saiu da série durante sua 3ª temporada, em 1998, já aparece numa das fotos do filme, que foi escrito e será dirigido por Miguel Falabella. Primeiro dia com Caco! Saudades! Prestes a embarcar numa excursão da Vavatur. Vem aí, O FILME! Uma publicação compartilhada por Marisa Orth (@marisaorth) em 29 de Mai, 2018 às 7:49 PDT Começamos hoje as filmagens de Sai de Baixo. Uma alegria reencontrar essas personagens. Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) em 29 de Mai, 2018 às 5:06 PDT Na frente do ônibus da Vavátur, Rafael Canedo (Caquinho) , Tom Cavalcanti, Marisa Orth e Katiuscia Canoro (Sunday). Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) em 29 de Mai, 2018 às 6:20 PDT

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    Advogado muppet defende Crimes em Happytime de processo dos produtores de Sésamo

    29 de maio de 2018 /

    Os executivos do estúdio STX aproveitaram o processo dos produtores do programa infantil “Sésamo” (que os mais velhos lembram como “Vila Sésamo”) para fazer propaganda de seu filme, “Crimes em Happytime” (The Happytime Murders). O processo foi aberto na quinta-feira (24/5) na corte federal de Nova York com o argumento de que a associação que o filme faz com a série de animação para crianças, por meio de seu slogan, “causa um dano irreparável” a “Sésamo”. “Cenas da sinopse mostram uma linguagem grosseira usada pelos humanos e pelas marionetes, o uso de drogas por parte de humanos e marionetes, marionetes que se prostituem ou oferecem seus serviços a humanos, armas e violência e relações sexuais entre marionetes, cujo ponto alto é uma cena em que se vê uma marionete ejacular copiosa e prolongadamente”, acrescenta o documento. As descrições correspondem a cenas vistas no primeiro trailer da produção. No filme, a atriz Melissa McCarthy interpreta uma policial que investiga uma série de assassinatos de fantoches e, durante o caso, encontra marionetes apresentados como prostitutas e viciados. Além de se recusarem a modificar voluntariamente a campanha de marketing, que tem o slogan “No Sesame. All Street” (Nada de Sésamo, só rua), os executivos da STX responderam ao processo com um comunicado de seu advogado, um muppet chamado Fred. “A STX adorou a ideia de trabalhar de perto com Brian Henson e a Jim Henson Company para contar a história jamais contada da vida ativa dos bonecos de Henson, quando eles não estão se apresentando na frente das crianças. ‘Crimes em Happytime’ é o resultado feliz dessa colaboração e estamos incrivelmente satisfeitos com a reação inicial ao filme e no quão bem o trailer foi recebido por seu público alvo. Embora estejamos decepcionados com o fato de ‘Sésamo’ não compartilhar a nossa diversão, estamos confiantes em nossa posição legal. Estamos ansiosos para apresentar os espectadores adultos aos nossos adoráveis ​​personagens sem remorso neste verão”, diz a nota assinada por Fred, “advogado da STX Entertainment”, acompanhada por um foto do fantoche (imagem acima). Nos bastidores, os advogados reais da STX parecem estar levando o processo um pouco mais a sério. David Halberstadter escreveu uma longa carta na qual afirma não acreditar que qualquer pessoa possa confundir os mundos da “Sésamo” com o de “Happytime”. Halberstadter lembra ainda que a própria “Sésamo” tem um longo histórico de parodiar outras produções, inclusive séries voltadas para o público adulto, como “Orange is the New Black” e “Game of Thrones”.

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