Roteirista de Jogos Mortais e Sobrenatural vai filmar remake de O Homem Invisível
Os planos grandiosos de superprodução da Universal viraram filme B. O filme “O Homem Invisível” voltou dos mortos, após o fracasso de “A Múmia” e o cancelamento do projeto de criação de um universo de monstros clássicos do estúdio – o Dark Universe, que existiu apenas como vídeo promocional. O detalhe é que não será mais estrelado por Johnny Depp, contratado em 2016 para o papel, nem terá um orçamento milionário. O remake do clássico de 1933, baseado na obra do escritor H.G. Wells, será coproduzido pelo estúdio Blumhouse, especialista em terrores baratos, e comandado por Leigh Whannell, o roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Sobrenatural” com o diretor James Wan (hoje mais celebrado pelo sucesso de “Aquaman”). O australiano Whanell vai escrever e dirigir o longa, após estrear como diretor em “Sobrenatural: A Origem” (2015) e bisar a experiência em “Upgrade” (2018). Sua contração aponta um novo rumo para a exploração do catálogo de monstros da Universal. O estúdio realmente abandonou a expectativa de criar uma “Marvel do terror”, em que cada filme seria parte de um universo maior, e agora busca cineastas dispostos a desenvolver abordagens individuais de suas criaturas clássicas, em filmes não conectados entre si. “Ao longo da história cinematográfica, os monstros clássicos da Universal foram reinventados pelo prisma de cada novo cineasta que deu vida a esses personagens”, disse Peter Cramer, presidente de produção da Universal, em comunicado. “Estamos animados em adotar uma abordagem mais individualizada para seus retornos à tela, conduzidos por criadores apaixonados para contar suas histórias”.
O Retorno de Mary Poppins leva o espectador à era de ouro de Hollywood
Se atualmente a Disney quer transformar suas animações em filmes live-action, o próprio Walt pensou ao contrário quando decidiu adaptar o livro de P.L. Travers em live-action com cara de animação. “Mary Poppins” ainda é a maior referência em termos de mistura de atores e desenhos da Disney. Não há nada igual com tamanha qualidade. E independentemente de qualquer coisa, o clássico de 1964 e Julie Andrews permanecem eternos, irretocáveis e encantadores até hoje. Por isso mesmo, sua primeira continuação não poderia arriscar nada muito diferente, exceto uma homenagem emocionante ao original e, consequentemente, uma viagem ao tempo dos musicais de outra era de Hollywood. Ou seja, trilhando o caminho da nostalgia sem deixar de dar sequência aos eventos narrados no original. Por isso, “O Retorno de Mary Poppins” parece o mesmo filme de antigamente. Lembra sua estrutura de roteiro e um cinema “classudo” que não volta mais, porém alguns pontos técnicos e narrativos foram devidamente atualizados. A transição foi muito bem feita (com amor) e continua uma história mágica como deve ser, mas com uma Emily Blunt maravilhosa, uma deusa como a Mary Poppins deste século, que só pode ter deixado Julie Andrews orgulhosa. Esse filme é sua consagração definitiva como atriz e estrela de cinema. Isso não quer dizer que “O Retorno de Mary Poppins” não tenha novidades em relação ao longa de 1964. No longa original de Robert Stevenson, a babá vivida por Julie Andrews faz as crianças agirem como crianças e não como pequenos adultos, enquanto mostra a um homem a importância de ser pai. No filme de Rob Marshall, a babá, agora interpretada por Emily Blunt, volta a fazer o mesmo com as crianças, mas o principal foco é mostrar que ser adulto não significa necessariamente matar a criança que existe dentro de você. Se a estrutura é praticamente a mesma, além dos cenários reproduzidos com o máximo de fidelidade, deixando a impressão proposital de que o tempo não passou, até as músicas de “O Retorno de Mary Poppins” são boas, assim como os números musicais. Destaque para “A Cover is Not the Book” e “Trip a Little Light Fantastic”, que provam o quanto Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda nasceram para cantar e dançar juntos e com figurinos exuberantes, da mesma forma que Julie Andrews e Dick Van Dyke. O veterano ator e dançarino, por sinal, tem uma breve e emocionante participação na sequência, sapateando, claro, aos 93 anos de idade. Os mais velhos podem ir às lágrimas devido ao saudosismo e, embora o público infantil de hoje seja muito diferente da época de “Mary Poppins”, as crianças também podem embarcar na magia só pela grandiosidade em cena, embora tanta dança e cantoria possa parecer um tanto cansativo para a geração mais acostumada com explosões de games e de filmes de super-heróis. De todo modo, é possível reparar que, ao contrário do lançamento de 1964, um filme infantil para espectadores de todas as idades, o novo “Mary Poppins” mirou mesmo os adultos que amam o clássico, levando em consideração a mensagem para que ele não esqueça que foi criança um dia. É claro que “O Retorno de Mary Poppins” está longe de ser perfeito. O filme não precisava de um vilão e toda a sequência com Meryl Streep parece ter sido concebida só para contar com… a participação de Meryl Streep. Mas o diretor dos musicais “Chicago” (2002), “Nine” (2009) e “Caminhos da Floresta” (2014) conseguiu entregar seu melhor filme ao relembrar que o cinema ainda pode reviver sua era de ouro sem trair sua evolução natural – como unir animação tradicional com CGI, musicais à moda antiga com uma narrativa moderna e efeitos práticos com digitais.
Charlotte Rampling entra no remake de Duna
A veterana atriz inglesa Charlotte Rampling, indicada ao Oscar por “45 Anos” (2015), entrou no elenco da nova adaptação de “Duna”, dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Ela se junta a Timothee Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”), previamente anunciados na produção, no papel da Reverenda Madre Mohiam, oráculo do imperador, que pode adivinhar intenções, descobrir mentiras e manipular os estados emocionais das pessoas. A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides (Chalamet), escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme por David Lynch em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Disney prepara versão live-action de O Corcunda de Notre Dame
A Disney vai fazer uma versão “live-action” de “O Corcunda de Notre Dame”. As aspas em “live-action” são para ironizar o fato de que versões com atores da história clássica de Victor Hugo são filmadas desde antes de a Disney existir – a mais antiga é de 1905 e uma das mais famosas trazia Lon Chaney como Quasimodo em 1923. A versão animada da Disney é relativamente recente, lançada em 1996 como um musical – por sinal, a primeira versão musical de “O Corcunda de Notre Dame” foi uma ópera de 1836, que tinha libretto do próprio Victor Hugo. O estúdio contratou o dramaturgo David Henry Hwang (autor da peça “M. Butterfly” e roteirista da série “The Affair”) para escrever sua nova versão, além dos compositores Alan Menken e Stephen Schwartz, que foram indicados ao Oscar pela trilha sonora da animação, para criarem novas músicas para o projeto, por enquanto batizado apenas de “Hunchback” (“Corcunda”). O elenco ainda não foi anunciado, mas o ator Josh Gad, que encarnou Le Fou na versão live-action de “A Bela e a Fera”, é um dos produtores do projeto. Boatos dão conta que ele pode interpretar o personagem-título. A versão Disney da história gira em torno de Quasimodo, um rapaz com diversas deformações corporais que foi criado pelo cruel ministro da justiça parisiense, Frollo, que o mantém escondido na torre dos sinos da catedral de Notre Dame. Durante uma noite de festa, no entanto, ela toma coragem para sair de seu esconderijo e conhece a bela cigana Esmeralda. Logo, Quasimodo e sua nova amiga se veem juntando forças para impedir Frollo de expulsar os ciganos da região que ocupam em Paris. Lançado após o sucesso de “A Pequena Sereia”, “A Bela e a Fera”, “Aladdin”, “O Rei Leão” e “Pocahontas”, que marcaram o “renascimento” da Disney, “O Corcunda de Notre Dame” rendeu mais de US$ 325 milhões nas bilheterias mundiais em 1996. Com sua produção, a Disney dá sequência a seu projeto de refilmar todo o seu catálogo de animações clássicas com atores reais. Só em 2019, o estúdio lança novas versões de “Dumbo”, “Aladdin”, “O Rei Leão” e “A Dama e o Vagabundo”.
Stellan Skarsgard viverá líder do maligno clã Harkkonen no remake de Duna
A produção do remake de “Duna”, dirigido por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), definiu o intérprete de um de seus principais vilões. Stellan Skarsgard (“Thor”) dará vida ao terrível Barão Harkkonen, cujo ódio duradouro contra a família Atreides precipita os acontecimentos do filme. O personagem de Skarsgard também é tio de Glossu Rabban, mais conhecido como “A Besta”, interpretado por Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). O elenco ainda inclui Timothee Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), que interpretam o protagonista Paul Atreides e sua mãe, Lady Jessica. A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 por David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Dave Bautista será um dos vilões do remake de Duna
O ator Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) foi confirmado no elenco do remake de “Duna”, próximo filme do diretor Denis Villeneuve. Bautista já havia trabalho no filme anterior do diretor, “Blade Runner 2049”. Ele se junta a Timothee Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) no elenco da nova adaptação do clássico sci-fi escrito por Frank Herbert. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 por David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Chalamet será o protagonista Paul Atreides, enquanto Ferguson será sua mãe, Lady Jessica. Bautista, por sua vez, viverá Glossu Rabban, mais conhecido como “A Besta”, um dos vilões. As filmagens devem começar nos próximos meses, mas ainda não há previsão de estreia.
Dumbo ganha comerciais e pôsteres de personagens
A Disney divulgou dois comerciais e cinco pôsteres de personagens de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Dumbo entra o Ano Novo voando em novo teaser do remake live-action
A Disney divulgou um novo teaser do remake live-action de “Dumbo” em suas redes sociais. A prévia celebra o Ano Novo como um período para se voar mais alto, numa relação com a trama do elefantinho voador. “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como bebê elefante de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o elefantinho para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas”, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio em 2010. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Don’t just fly, soar into 2019. #HappyNewYear! #Dumbo #NewYearsEve pic.twitter.com/IWl4saJcmv — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) 31 de dezembro de 2018
Clássico do terror gótico A Volta do Parafuso vai virar série
O canal pago americano Freeform vai produzir uma nova série baseada em “A Volta do Parafuso” (The Turn of the Screw), famosa história de fantasmas escrita em 1898 por Henry James. A adaptação é descrita como uma novela gótica passada nos dias de hoje. A série seguirá Elena, uma babá latina que é contratada para cuidar dos dois filhos de um pai viúvo em sua casa de verão na idílica ilha de Bainbridge. Parece o trabalho perfeito com potencial para um final “feliz para sempre”, mas as coisas tomam um rumo sinistro quando Elena começa a ver fantasmas. O projeto está sendo desenvolvido pela roteirista Alexandra McNally (“Under The Dome”), com produção de Josh Berman (“CSI”) para a Sony Pictures Television. A história centenária de Henry James já ganhou inúmeras adaptações na TV, no cinema e no teatro. A mais famosa foi “Os Inocentes” (1961), com Deborah Kerr no papel da babá. E uma das mais recentes foi filmada no Brasil, “Através da Sombra” (2015), com direção do especialista Walter Lima Jr. Atualmente, uma nova versão está sendo produzida para o cinema com Finn Wolfhard (“Stranger Things”) como uma das crianças. Também se passa nos dias atuais e estreia em 14 de março nos Estados Unidos. Ainda não há cronograma de produção para o projeto televisivo.
Clássico de Kurosawa, Rashomon vai virar série contemporânea
Um dos filmes mais venerados do mestre Akira Kurosawa, “Rashomon”, vai virar série. A divisão televisiva da Amblin, produtora de Steven Spielberg, comprou os direitos do filme de 1950 com a intenção de adaptá-lo como thriller contemporâneo. “Rashomon” marcou época por inaugurar um novo estilo de narrativa cinematográfica, em que um mesmo evento é apresentado sob diferentes pontos de vista. A ideia da Amblin é criar uma série de antologia em que cada temporada se foque na comparação de diferentes versões de um mesmo acontecimento, pelos olhares de diversos personagens. No filme de Kurosawa, o evento em questão era o assassinato de um samurai e o estupro de sua noiva. O incidente é lembrado a partir das perspectivas de diferentes testemunhas, desde a noiva e um ladrão até fantasma do samurai assassinado. Estrelado por Toshiro Mifune, o filme ganhou um Oscar honorário em 1952, quando ainda não havia a categoria específica para Filmes em Língua Estrangeira na premiação. “Nós sentimos essa abordagem narrativa e a forma como explora a verdade e a realidade é especialmente oportuna no mundo de hoje”, disse Mark Canton (“Rota de Fuga”), encarregado da produção.
Conheça duas músicas da trilha de O Retorno de Mary Poppins
A Disney divulgou as primeiras duas músicas da trilha sonora de “O Retorno de Mary Poppins”. “The Place Where Lost Things Go” é uma balada interpretada por Emily Blunt, que vive a personagem-título nessa nova versão. Vale lembrar que a atriz já tinha revelado seus dotes vocais numa produção anterior da Disney, “Caminhos da Floresta” (2014). Já “Trip a Little Light Fantastic” traz Lin-Manuel Miranda como a voz principal. Conhecido pelo musical “Hamilton”, o ator também já cedeu seu talento para a Disney em outra oportunidade, como compositor das canções de “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). No novo filme, ele interpreta Jack, um “ascendedor de lâmpadas”, profissional que antigamente ascendia as luminárias da rua, e aprendiz de aprendiz de Bert, personagem do filme original e um dos melhores amigos de Poppins. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda). A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.
Personagens de O Retorno de Mary Poppins ganham pôsteres individuais
A Disney divulgou uma coleção de pôsteres dos personagens que acompanham a volta de Mary Poppins ao cinema. Além da protagonista, agora vivida por Emily Blunt (“A Garota no Trem”), os cartazes trazem os personagens vividos por Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”), Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”) “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além do citado Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.
Trailer legendado da nova versão de Dumbo mostra que o elefantinho sofre, encanta, voa, mas não fala
A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da versão live-action de “Dumbo”. E a prévia revela que se trata da mesma história que encantou as crianças de 1941, na animação clássica da Disney, com diferenças narrativas que não parecem alterar muito o conjunto. Há definitivamente mais humanos em cena, a ponto de um casal de crianças tomar o lugar do ratinho Timóteo como amigos e incentivadores do elefantinho do título. Timóteo, por sinal, é visto com seu uniforme vermelho numa gaiola, mas surge mais como easter egg que personagem da trama. Esta diferença se deve a uma decisão que distancia “Dumbo” de “Mogli, o Menino Lobo”, outra versão live-action de clássico animado do estúdio. No novo filme, elefantes até podem voar, mas não falam. “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como bebê elefante de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar de um elefante recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o elefantinho para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.









