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  • Filme

    Netflix revela trailer apocalíptico do derivado espanhol de “Bird Box”

    28 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Bird Box Barcelona”, filme derivado do sucesso apocalíptico “Bird Box”, estrelado por Sandra Bullock em 2018. A trama não será uma continuação, mas uma história paralela, passada em Barcelona e com um elenco espanhol. A prévia revela a proliferação de casos de loucura e suicídio pela Europa, concentrando-se num grupo de sobreviventes na cidade do título, que tentam sobreviver ao caos cobrindo os olhos com vendas, para não ser influenciado pela ameaça que ninguém pode ver. O detalhe é que um grupo de fanáticos faz questão que todos vejam as criaturas enlouquecedoras. O elenco conta com alguns astros conhecidos dos filmes de Pedro Almodóvar, como Lola Dueñas (“Abraços Partidos”), Michelle Jenner (“Julieta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Dor e Gloria”), além de Diego Calva (“Aceleradas”), Mario Casas (“As Bruxas de Zugarramurdi”), Alejandra Howard (“Fátima: A História de um Milagre”), Patrick Criado (“Antidisturbios”), Celia Freijeiro (“Uma Visão Diferente”), Gonzalo de Castro (“Sob Suspeita”), a inglesa Georgina Campbell (“Krypton”) e a menina alemã Naila Schuberth (“Blackout”). Mario Casas e Georgina Campbell são os atores principais, que precisam caminhar vendados pelas ruas de Barcelona para sobreviver. Roteiro e direção estão a cargo dos irmãos Álex e David Pastor, responsáveis pelo bom thriller apocalíptico “Virus”, pelas séries “Incorporated” e “The Head: Mistério na Antártida”, além do suspense “A Casa” na própria Netflix. A estreia acontece em 14 de julho.

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    Netflix revela teaser apocalíptico do derivado espanhol de “Bird Box”

    5 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo teaser de “Bird Box Barcelona”, filme derivado do sucesso apocalíptico “Bird Box”, estrelado por Sandra Bullock em 2018. A prévia revela a proliferação de casos de loucura e suicídio pela Europa, concentrando-se num grupo de sobreviventes na cidade do título, que tentam sobreviver ao caos cobrindo os olhos com vendas, para não ser influenciado pela ameaça que ninguém pode ver. A trama não será uma continuação, mas uma história paralela, passada em Barcelona e com um elenco espanhol. A produção conta com alguns astros conhecidos dos filmes de Pedro Almodóvar, como Lola Dueñas (“Abraços Partidos”), Michelle Jenner (“Julieta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Dor e Gloria”), além de Diego Calva (“Aceleradas”), Mario Casas (“As Bruxas de Zugarramurdi”), Alejandra Howard (“Fátima: A História de um Milagre”), Patrick Criado (“Antidisturbios”), Celia Freijeiro (“Uma Visão Diferente”), Gonzalo de Castro (“Sob Suspeita”), a inglesa Georgina Campbell (“Krypton”) e a menina alemã Naila Schuberth (“Blackout”). De acordo com post no Twitter da Netflix espanhola, Mario Casas e Georgina Campbell são os atores principais. “Depois de ver Sandra Bullock atravessar o rio, agora cabe a Mario Casas e Georgina Campbell caminhar pelas ruas de Barcelona para sobreviver”, disse o anúncio original da produção. Roteiro e direção estão a cargo dos irmãos Álex e David Pastor, responsáveis pelo bom thriller apocalíptico “Virus”, pelas séries “Incorporated” e “The Head: Mistério na Antártida”, e pelo suspense “A Casa”, na própria Netflix. A estreia acontece em 14 de julho.

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    Netflix revela teaser do derivado espanhol de “Bird Box”

    10 de maio de 2023 /

    A Netflix divulgou um teaser e o elenco de “Bird Box Barcelona”, filme derivado do sucesso apocalíptico “Bird Box”, estrelado por Sandra Bullock em 2018. A prévia revela a proliferação de casos de loucura e suicídio pela Europa, até se concentrar na cidade do título. A trama não será uma continuação, mas uma história paralela, passada em Barcelona e com um elenco espanhol. A produção conta com alguns astros conhecidos dos filmes de Pedro Almodóvar, como Lola Dueñas (“Abraços Partidos”), Michelle Jenner (“Julieta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Dor e Gloria”), além de Diego Calva (“Aceleradas”), Mario Casas (“As Bruxas de Zugarramurdi”), Alejandra Howard (“Fátima: A História de um Milagre”), Patrick Criado (“Antidisturbios”), Celia Freijeiro (“Uma Visão Diferente”), Gonzalo de Castro (“Sob Suspeita”), a inglesa Georgina Campbell (“Krypton”) e a menina alemã Naila Schuberth (“Blackout”). De acordo com post no Twitter da Netflix espanhola, Mario Casas e Georgina Campbell são os atores principais. “Depois de ver Sandra Bullock atravessar o rio, agora cabe a Mario Casas e Georgina Campbell caminhar pelas ruas de Barcelona para sobreviver”, disse o anúncio original da produção. Roteiro e direção estão a cargo dos irmãos Álex e David Pastor, responsáveis pelo bom thriller apocalíptico “Virus”, pelas séries “Incorporated” e “The Head: Mistério na Antártida”, e pelo suspense “A Casa”, na própria Netflix. A estreia acontece em 14 de julho.

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    “Argentina 1985” é o grande vencedor dos Prêmios Platino 2023

    23 de abril de 2023 /

    Os Prêmios Platino 2023, considerados o “Oscar Ibero Americano”, consagraram o filme argentino “Argentina, 1985”, dirigido por Santiago Mitre e estrelado por Ricardo Darín. Na premiação realizada na noite de sábado (22/4), o drama de época conquistou cinco prêmios, incluindo Melhor Ficção, Melhor Ator para Darín, Roteiro, Direção de Arte e o troféu de Educação e Valores. Embora tenha perdido o Oscar de Melhor Filme Internacional para o alemão “Nada de Novo no Front”, “Argentina, 1985” se destacou entre os ibero-americanos e conquistou também o Prêmio do Público, mostrando que a história do promotor Julio Strassera, encarregado do primeiro processo que a sociedade civil argentina promoveu contra os criminosos da Ditadura Militar no país, foi uma luta importante para diferentes públicos pelo mundo. Outros destaques da noite foram o ator porto-riquenho Benício Del Toro, que recebeu o Platino em homenagem à sua carreira, e o filme espanhol “As Bestas”, de Rodrigo Sorogoyen, que levou prêmios importantes como Melhor Direção, Edição de Som e Melhor Montagem, além do Platino de Melhor Ator Coadjuvante para Luis Zahera. O cinema europeu ainda teve Laia Costa premiada como Melhor Atriz em longa de ficção por “Cinco Lobitos”, de Alauda Ruiz de Azúa. Na categoria de séries, o grande vencedor foi “Notícia de Um Sequestro”, do chileno Andrés Wood, que levou os prêmios de Melhor Série do Público, Melhor Criador de Série para Wood, Melhor Atriz para a colombiana Cristina Umaña, Melhor Atriz Coadjuvante para a também colombiana Majida Issa e, é claro, o de Melhor Série de Ficção. Apesar de não ter emplacado indicados entre os finalistas deste ano, o Brasil marcou presença na premiação com o ator Alejandro Claveaux e a cantora Letrux, que representaram o país e cantaram “País Tropical”, de Jorge Benjor, em um número que contou com arranjos mais “latinizados” da canção, com direito a capoeirista e passista no palco. A premiação também evidenciou um desafio enfrentado pelo cinema latino-americano: a ampliação da carreira dos filmes em todo o continente. Eloísa López-Gómez, distribuidora brasileira e uma das votantes do país nos Prêmios Platino, destacou a necessidade de investir mais na distribuição e na divulgação das produções, tanto entre os países latinos de língua espanhola entre si, mas principalmente das produções brasileiras em um mercado tão vasto quanto o ibero-americano. Sem serem vistos, os filmes brasileiros tem poucas chances de serem premiados. “Argentina, 1985” teve distribuição mundial da Amazon Prime Video.

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    “As Bestas” é o grande vencedor do Goya, o “Oscar espanhol”

    12 de fevereiro de 2023 /

    O western moderno e feminista “As Bestas” foi o grande vencedor do Prêmio Goya 2023, considerado o “Oscar espanhol”. A obra de Rodrigo Sorogoyen arrebatou nove prêmios, incluindo Melhor Filme, Diretor, Ator e Roteiro Original, no evento que aconteceu em Sevilha na noite de sábado (11/2). Numa consagração rara, um ator estrangeiro, o francês Denis Ménochet, levou o prêmio de Melhor Ator por “As Bestas”, como um francês que se estabelece no interior da Galícia, criando conflito por sua modernidade cosmopolita, que afronta o senso de identidade dos habitantes locais – e se recusa a recuar. Outro filme que se destacou na premiação foi “Cinco Lobitos”, elogiado por Pedro Almodóvar no ano passado como “a melhor estreia espanhola em anos”, que rendeu o troféu de Melhor Novo Diretor para a cineasta Alauda Ruiz de Azúa, além de premiar as intérpretes Laia Costa e Susi Sánchez como Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante. Já os prêmios técnicos foram dominados por “Prisão 77”, uma superprodução que somou cinco troféus. A lista de vencedores ainda incluiu “Argentina, 1985”, eleito Melhor Filme Ibero-Americano. O longa do argentino Santiago Mitre também disputa o Oscar de Melhor Filme Internacional. O clima de celebração, entretanto, foi temperado pela morte de Carlos Saura na sexta-feira (10/2). Considerado um dos maiores nomes do cinema espanhol, o cineasta seria homenageado com o Goya de Honra deste ano, pelas realizações da carreira. Uma emocionada Carmen Maura subiu ao palco, com lágrimas nos olhos, para marcar a homenagem: “Sinto muito por nunca ter contado a ele o impacto que ele teve em mim para sempre como atriz” A atriz Eulália Ramón, viúva de Carlos Saura, leu um bilhete ditado por Saura poucos dias antes de sua morte. “Ficaria feliz se tivesse servido de inspiração para os diretores de hoje. Eu me vejo como uma estrela cadente na imensidão do cosmos. Sempre disse que a imaginação é mais rápida que a velocidade da luz.” Confira abaixo a lista de todos os premiados. MELHOR FILME “As Bestas” PRÊMIO GOYA DE HONRA Carlos Saura MELHOR DIRETOR Rodrigo Sorogoyen (“As Bestas”) MELHOR NOVO DIRETOR Alauda Ruiz de Azúa (“Cinco Lobitos”) MELHOR ATRIZ Laia Costa (“Cinco Lobitos”) MELHOR ATOR Denis Ménochet (“As Bestas”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Susi Sánchez (“Cinco Lobitos”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Luis Zahera (“As Bestas”) MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Isabel Peña, Rodrigo Sorogoyen (“As Bestas”) MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Isa Campo, Fran Araujo e Isaki Lacuesta (“Un Año, una Noche”) MELHOR FOTOGRAFIA Álex de Pablo (“As Bestas”) MELHOR MÚSICA ORIGINAL Olivier Arson (“As Bestas”) MELHOR CANÇÃO ORIGINAL “Sintiéndolo Mucho”, (Joaquín Sabina e Leiva para “Sintiéndolo Mucho”) MELHOR NOVO ATOR Telmo Irureta (“La Consagracipon de la Primavera”) MELHOR NOVA ATRIZ Laura Galán (“Piggy”) MELHOR PRÊMIO GOYA INTERNACIONAL Juliette Binoche MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO “Unicorn Wars”, de Alberto Vázquez MELHOR FILME IBERO-AMERICANO “Argentina 1985”, de Santiago Mitre (Argentina) MELHOR FILME EUROPEU “A Pior Pessoa do Mundo”, de Joachim Trier (Noruega) MELHOR DOCUMENTÁRIO “Labordeta, Un Hombre Sin Más”, de Gaizka Urresti e Paula Labordeta MELHOR CURTA-METRAGEM “Arquitectura Emocional 1959”, de León Siminiani MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO “Loop”, de Pablo Polledri MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO “Maldita: A Love Song to Sarajevo”, de Amaia Remírez García e Raúl de la Fuente MELHOR EDIÇÃO Alberto del Campo (“As Bestas”) MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Manuela Ocón (“Prisão 77”) MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Pepe Dominguez del Olmo (“Prisão 77”) MELHOR FIGURINO Fernando García (“Prisão 77”) MELHOR SOM Manuel González, Ángel García, Ramón Sanjuán (“As Bestas”) MELHOR MAQUIAGEM E CABELO Yolanda Piña & Félix Terreno (“Prisão 77”) MELHORES EFETOS VISUAIS Ana Rubio, Esther Ballesteros (“Prisão 77”)

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    Carlos Saura, um dos maiores cineastas da Espanha, morre aos 91 anos

    10 de fevereiro de 2023 /

    O cineasta espanhol Carlos Saura, responsável por filmes conceituados como “Cria Corvos” (1976) e “Carmen” (1983), morreu nessa sexta-feira (10/2) de problemas respiratórios na sua casa na Espanha, aos 91 anos. Ele já estava com a saúde debilitada há algum tempo. No ano passado, Saura teve um AVC e, em outro momento, sofreu uma queda. Esses dois incidentes contribuíram para a deterioração do seu estado de saúde. Com mais de 50 trabalhos no seu currículo, Saura era considerado um dos principais cineastas espanhóis, ao lado de grandes nomes como Luis Buñuel e Pedro Almodóvar. Nascido em 4 de janeiro de 1932, em Huesca, no nordeste da Espanha, Saura tinha apenas quatro anos quando a Guerra Civil Espanhola estourou em 1936, e sua infância foi impactada pela conflito. Anos mais tarde, ele ganharia sua reputação como um crítico do regime de Franco. Mas não tratava dessa temática de maneira direta. Em vez disso, usava alegorias em seus filmes para se esquivar da censura. Saura começou a sua carreira no cinema na década de 1950, realizando curtas-metragens. Sua estreia no comando de um longa-metragem aconteceu em 1960, quando ele dirigiu “The Delinquents”, selecionado para o Festival de Cannes. Ele ficou conhecido internacionalmente com “A Caça” (1966), vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim. O filme abordou o legado da Guerra Civil Espanhola por meio da história de três veteranos que relembram suas experiências durante uma viagem que fazem para caçar coelhos. A partir daí, Saura se tornou uma presença frequente no festival alemão, vencendo o Urso de Prata novamente no ano seguinte, pelo suspense hitchcockiano “Peppermint Frappé” (1967), e o Urso de Ouro com “Depressa, Depressa” (1981), trama criminal de delinquentes juvenis. Mas foi o Festival de Cannes que consagrou um dos seus trabalhos mais conhecidos, “Cria Corvos” (1976), que conta a história de uma mulher que acredita ter sido a causadora da morte do seu pai, um militar franquista, por meio de um estranho poder. O filme venceu o prêmio do júri no festival francês. Com uma filmografia repleta de clássicos, ele também dirigiu o drama “O Jardim das Delícias” (1970), o gótico “Ana e os Lobos” (1973), o nostálgico “A Prima Angélica” (1974), a comédia fantasiosa “Mamãe Faz 100 Anos” (1979), e a partir dos anos 1980 se especializou em musicais com coreografia e iconografia ibérica e latina-americana. Foram nada menos que 11 obras do gênero, entre dramatizações e documentários: “Bodas de Sangue” (1981), “Carmen” (1983), “Amor Bruxo” (1986), “Sevillanas” (1992), “Tango” (1998), “Salomé” (2002), “Fados” (2007), “Flamenco Flamenco” (2010), “Argentina” (2015), “Jota de Saura” (2016) e “El Rey de Todo el Mundo” (2021). Ativo ao longo das décadas, ele também filmou o épico “El Dorado” (1988), os policiais “Taxi” (1996) e “O Sétimo Dia” (2004), a cinebiografia “Goya” (1999) e a homenagem ao surrealismo espanhol “Buñuel E a Mesa do Rei Salomão” (2001). Seu último longa foi o documentário “Las Paredes Hablan” (2022), sobre a história da arte. “Tive sorte na vida fazendo aquilo que mais me atraía: dirigi cinema, teatro, ópera e desenhei e pintei a minha vida toda”, disse ele, em 2020, em entrevista ao jornal El País. E se definiu como “um ser de sorte, que dirigiu uns 50 filmes e fez os filmes que quis. E isso é um milagre.” Ao anunciar a morte do Saura, a Academia Espanhola de Cinema descreveu-o como “um dos cineastas mais importantes da história do cinema espanhol”. Ele receberia, neste sábado (11/2), um prêmio Goya de honra, que assim se torna um prêmio póstumo.

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  • Filme

    Star+ anuncia comédia com Penélope Cruz e Antonio Banderas

    21 de junho de 2022 /

    A Star+ anunciou que vai lançar “Concorrência Oficial”, nova comédia que junta os astros espanhóis Penélope Cruz e Antonio Banderas, no dia 1 de julho. A revelação da data foi acompanhada pelo lançamento do pôster nacional da atração. Exibido nos festivais de Veneza, Toronto e San Sebastián, “Concorrência Oficial” arrancou críticas elogiadíssimas e atingiu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Escrito e dirigido pelos argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat (do premiado “O Cidadão Ilustre”), o filme acompanha três artistas que não se suportam tentando fazer um filme que deixe sua marca na história. Cruz vive a diretora, Banderas é um galã de Hollywood e o argentino Oscar Martínez (“O Cidadão Ilustre”) é um ator premiado de teatro, que considera o colega de cena canastrão. Antes que as filmagens comecem, a diretora precisa fazer com que esses dois se entendam – e ela tem alguns truques radicais na manga. Confira abaixo o trailer original espanhol e o pôster nacional.

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  • Etc,  Filme

    Margarita Lozano (1931-2022)

    7 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Margarita Lozano, que atuou em vários clássicos do cinema europeu, morreu na madrugada desta segunda-feira (7/2) em Lorca, na Espanha, aos 91 anos. Nascida no então protetorado espanhol de Marrocos, Lozano mudou-se para Madri com 19 anos, visando se tornar atriz, e um ano depois iniciou a carreira cinematográfica, no começo da década de 1950. Focada em melodramas e aventuras descartáveis, sua filmografia começou a mudar de rumo a partir do clássico “Veridiana” (1961), de Luis Buñuel, em que desempenhou um papel coadjuvante, como criada, após uma década de atuação. Ela também coadjuvou em “Noite de Verão” (1963), de Jorge Grau, e “Paixão Proibida” (1963), de Francisco Rovira Beleta, que disputou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A projeção desses filmes lhe abriu as portas do mercado italiano, que na época representava a indústria cinematográfica mais bem-sucedida da Europa. Sergio Leone a escalou em seu primeiro western spaghetti, o icônico “Por Um Punhado de Dólares” (1964), estrelado por Clint Eastwood. E ela acabou virando estrela frequente de filmes italianos, desde produções comerciais como o thriller “Resgate de uma Vida” (1968) com Franco Nero e a inglesa Charlotte Rampling, até dramas premiadíssimos, como “Diário de uma Garota Esquizofrênica” (1968), de Nelo Risi. Entre os filmes dessa fase, destaca-se o controvertido “Pocilga” (1969), de Pier Paulo Pasolini. Lozano sumiu das telas nos anos seguintes, voltando apenas na década de 1980 em nova leva de clássicos. Seu retorno se deu em nada menos que “A Noite de São Lourenço” (1982), dos irmãos Taviani, premiado no Festival de Cannes e vencedor de seis troféus David di Donatello (o Oscar Italiano), incluindo Melhor Filme. A parceria com Paolo e Vittorio Taviani ainda se estendeu para “Kaos” (1984), “Bom Dia Babilônia” (1987) e “Noites Com Sol” (1990). Também atuou no cultuado “A Missa Acabou” (1985), de Nanni Moretti, premiado no Festival de Berlim, e filmou em francês duas das melhores obras de Claude Berri, “Jean de Florette” (1986) e “A Vingança de Manon” (1986). No mesmo ano intenso, ainda integrou o sucesso “Aldo Moro – Herói e Vítima da Democracia”, de Giuseppe Ferrara, e o drama espanhol “A Metade do Céu”, de Manuel Gutiérrez Aragón, vencedor do Festival de San Sebastián, que lhe rendeu prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante. Apesar de diminuir o ritmo a partir da década de 1990, fez mais seis longas, despedindo-se das telas em 2006 com “Meu Caso com o Imperador”, de Paolo Virzi. Em junho passado, ela foi homenageada pelo governo espanhol, recebendo do Conselho de Ministros a Medalha de Ouro das Belas Artes, como reconhecimento pelas realizações profissionais.

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  • Filme

    Mães Paralelas: Novo filme de Almodóvar ganha trailer da Netflix

    18 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Mães Paralelas”, o novo filme de Pedro Almodóvar, que será lançado diretamente em streaming após ser premiado no Festival de Veneza. A prévia gira em torno da maternidade da personagem de Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor na esteira do sucesso de “Dor e Glória”. O filme reforça a mudança temática na produção de Almodóvar, que trocou o desejo, principal manifestação de seus primeiros trabalhos, por histórias de maternidade. A mudança já aconteceu há bastante tempo, como se pode constatar no vencedor do Oscar de 1999 “Tudo Sobre Minha Mãe” e em “Volver”, indicado ao Oscar de 2006. E esteve presente de forma clara em “Dor e Glória”, o filme mais recente e autobiográfico do diretor, que também trouxe Penélope Cruz no papel de mãe. Além de Cruz, o filme tem como protagonistas Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”) e a novata Milena Smit (“No Matarás”), e ainda destaca Israel Elejalde (“Veneno”) e outras duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol indicado ao Oscar. “Mães Paralelas” estreia em 18 de fevereiro em streaming.

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  • Filme

    Verónica Forqué (1955–2021)

    13 de dezembro de 2021 /

    A atriz espanhola Verónica Forqué, que estrelou três filmes de Pedro Almodóvar, foi encontrada morta aos 66 anos nesta segunda-feira (13/12) em sua casa de Madri. Relatos iniciais apontam para possível um suicídio, mas não há maiores detalhes até o momento. Seus primeiros trabalhos de destaque foram em filmes de seu pai, o diretor José María Forqué – como “Una Pareja… Distinta” (1974), “Madrid, Costa Fleming” (1976) e “El Segundo Poder” (1976). Mas logo ganhou aval do respeitabilíssimo diretor Carlos Saura, que a escalou em “Olhos Vendados” (1978), e do jovem Almodóvar, responsável por lhe dar destaque em “Que Fiz Eu para Merecer Isto?” (1982). O filme de Amoldóvar deu grande popularidade a Forqué e os dois voltaram a colaborar em mais dois sucessos, “Matador” (1986) e “Kika” (1993), que a estabeleceram como uma atriz querida do público espanhol. Ela acabou se tornando protagonista e especializando-se em comédias, seguindo a carreira com filmes premiados como “Sin Vergüenza” (2001) e “Rainhas” (2005). Mas também fez dramas famosos, como “Clara y Elena” (2001), em que contracenou com outra musa de Almodóvar, Carmen Maura. Um de seus últimos trabalhos foi “Vovó Saiu do Armário” (2019), em que interpretou a personagem-título, uma senhora idosa que decide se casar com uma mulher e cria uma crise com a neta conservadora. Ao saber de sua morte, Almodóvar emitiu um nota de pesar por meio de sua produtora, El Deseo. “O vazio que isso deixa em nossas vidas e no nosso cinema é irrecuperável. Foi-se uma atriz extraordinária e uma pessoa insubstituível com quem tivemos a honra de trabalhar e compartilhar a vida. Faça uma boa viagem, Verónica”. Antonio Banderas, que trabalhou com ela em “Matador”, também se manifestou, descrevendo-a como “uma mulher doce, espiritual e boa companheira”. Já a Academia Espanhola de Cinema a reverenciou como “um rosto essencial do cinema espanhol nas últimas décadas”. Os motivos do suicídio são desconhecidos, mas o diretor, ator e produtor Carlo D’Ursi escreveu uma triste reflexão em seu perfil no Twitter, citado nesta segunda-feira pelo jornal El Confidencial: “Morrer sozinha, com 66 anos e vítima de depressão não estava escrito em nenhum roteiro”.

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    Filme estrelado por Javier Bardem bate recorde de indicações do prêmio Goya

    30 de novembro de 2021 /

    A Academia Espanhola de Cinema anunciou as indicações para seu prêmio anual, o Goya, considerado o Oscar espanhol, e a lista resultou num recorde de nomeações para a comédia “El Buen Patrón”, do diretor Fernando León de Aranoa, que traz Javier Bardem como protagonista. Foram nada menos que 20 indicações em 17 categorias, incluindo Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original e um impressionante segundo recorde nas categorias de interpretação, com nada menos que sete integrantes de seu elenco concorrendo a troféus – com destaque, claro, para Bardem. Produzido pela Mediapro, “El Buen Patrón” traz Bardem no papel de um intrigante chefe de fábrica cujos planos de controlar sua força de trabalho começam a sair pela culatra. O filme também foi selecionado para representar a Espanha na busca por uma vaga ao Oscar deste ano, superando outro favorito, “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar. O longa de Almodóvar também vai concorrer com “El Buen Patrón” na disputa do Goya de Melhor Filme, ao lado de “Libertad” de Clara Roquet, “Maixabel” de Iciar Bollain e “Mediterráneo” de Marcel Barrena. A cerimônia de premiação do Goya Awards será realizada em 12 de fevereiro de 2022 na cidade de València. Veja abaixo o trailer de “El Buen Patrón”.

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    Penélope Cruz dirige Antonio Banderas no trailer de “Concorrência Oficial”

    26 de novembro de 2021 /

    A Mediapro divulgou o pôster e o trailer completo da comédia “Concorrência Oficial”, que volta a juntar os astros espanhóis Penélope Cruz e Antonio Banderas após “Dor e Glória”. O elenco ainda destaca o argentino Oscar Martínez (“O Cidadão Ilustre”). Escrita e dirigida pelos argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat (ambos também de “O Cidadão Ilustre”), a trama acompanha três artistas que não se suportam tentando fazer um filme que deixe sua marca na história. Cruz vive a diretora, Banderas é um galã de Hollywood e Martínez é um ator premiado de teatro, que considera o colega de cena canastrão. Antes que as filmagens do longa comecem, a diretora precisa fazer com que esses dois se entendam – e ela tem alguns truques radicais na manga, como mostra a prévia. Exibido nos festivais de Veneza, Toronto e San Sebastián, “Concorrência Oficial” arrancou críticas elogiadíssimas e 14 delas lhe garantem (provisórios, mas impressionantes) 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento comercial vai acontecer em janeiro na Argentina e na Espanha, mas ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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    Novo filme de Pedro Almodóvar será lançado no Brasil pela Netflix

    2 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou que será responsável por lançar “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, no Brasil. O novo filme do cineasta espanhol, que rendeu o troféu de Melhor Atriz para Penélope Cruz no recente Festival de Veneza, “chega aqui no começo de 2022”, de acordo com uma postagem da plataforma nas redes sociais. A revista americana Variety confirmou que a plataforma comprou os direitos de distribuição do longa para toda a América Latina. “Madres Paralelas” será o primeiro longa do diretor distribuído em streaming no Brasil. Mas o negócio tem precedentes, já que o anúncio acontece poucos dias após o curta “A Voz Humana”, dirigido por Almodóvar, chegar em VOD no país. A trama de “Madres Paralelas” gira em torno da maternidade da personagem de Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor após o sucesso de “Dor e Glória”. O elenco também destaca Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”) e a novata Milena Smit (“No Matarás”), além de Israel Elejalde (“Veneno”) e outras duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol indicado ao Oscar. Confira abaixo o anúncio da plataforma. Eu gosto de começar o feriado com boas notícias. Madres Paralelas, o mais novo filme do diretor Pedro Almodóvar, chega aqui no começo de 2022. pic.twitter.com/g6mfTTrHbK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 2, 2021

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