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    Luana Piovani vai aparecer nua pela primeira vez no cinema

    15 de agosto de 2022 /

    Luana Piovani filmou sua primeira cena nua de sexo aos 45 anos. Depois de negar inúmeras vezes, a atriz aceitou fazer uma sequência de sexo a três no filme “Maior que o Mundo”, de Roberto Marquez, que estreia na quinta-feira (18/8). Ela contou que se sentiu segura para realizar a filmagem. Em entrevista ao jornal O Globo, ela afirmou que topou aparecer nua por considerar que a abordagem do filme fugia das cenas de fetiches que muitas vezes são impostas às mulheres. “A ideia do filme não quer vender corpos bonitos e sexo, entendeu? Sou uma personagem que não tem nada a ver com sensualidade. O sexo era apenas um pedaço da história. Achei que cabia ali. Eu estava feliz com o todo e me senti segura”, disse a atriz. Ela também comentou que as filmagens não tiveram “coordenadora de intimidade”, uma responsável por determinar protocolos de segurança e bem-estar em cenas de nudez e sexo para impedir abusos – função que surgiu após as denúncias de abuso do movimento #MeToo. “Entendo as americanas quererem isso, porque americano é fod*, né? Homem branco já é insuportável. Homem branco americano acha que é o dono do mundo. Então, imagina os poderosos de Hollywood?”, afirmou. O detalhe que isso tudo já está no passado distante da atriz, que atualmente mora em Portugal. É que “Maior que o Mundo” foi filmado em 2018. Levou quatro anos para chegar as telas. “A gente tem dinheiro para fazer o filme, mas não tem dinheiro para montar. Tem dinheiro para montar, mas não tem para lançar. Finalmente, tem dinheiro para lançar, mas o distribuidor não confia tanto, prefere o blockbuster. Assim vai, né? Chama Brasilzão”, desabafou. No filme, Luana vive Mina, uma bissexual paulistana do baixo Augusta, em São Paulo, moderna e amiga do protagonista Cabeto (Eriberto Leão). Ele é escritor de um best-seller só, que resolve plagiar um diário e a partir disso precisará lidar com a fúria do autor original e as consequências desse crime. O elenco também destaca Maria Flor (“Pequeno Segredo”). Veja o trailer do filme abaixo.

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    Juventude de Glauber Rocha vai virar filme

    13 de agosto de 2022 /

    A produtora Vânia Catani (“O Palhaço”, “Zama”) comprou os direitos de “A Primavera do Dragão”, biografia escrita por Nelson Motta, que conta a juventude de Glauber Rocha (1939-1981). A obra procura recuperar a trajetória dos anos de ouro do cineasta mais famoso do Cinema Novo, autor de clássicos como “Barravento” (1962), “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) e “Terra em Transe” (1967), para narrar a juventude de um gênio precoce contra a monotonia cultural. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o roteiro já está sendo escrito e as filmagens começarão em breve. Mas não há informações sobre a equipe que desenvolve a adaptação.

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    Veja o teaser de “Regra 34”, filme brasileiro que venceu o Festival de Locarno

    13 de agosto de 2022 /

    Vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno, o drama “Regra 34”, da diretora Julia Murat (“Histórias que Só Existem Quando Lembradas”), teve seu teaser disponibilizado pela Imovision no YouTube. O nome “Regra 34” refere-se à “34ª regra da Internet, que afirma que qualquer objeto, personagem ou franquia de mídia imaginável tem pornografia associada a ele”. A trama gira em torno de Simone, uma jovem negra formada em Direito, que pagou a faculdade com a venda de performances sexuais online. Aprovada num concurso para a Defensoria Pública, ela pretende atuar em favor de mulheres vítimas de violência doméstica, enquanto seus próprios interesses sexuais a levam à práticas de violência e erotismo. O papel principal marca a estreia no cinema da atriz e dramaturga Sol Miranda, idealizadora do premiado espetáculo “Mercedes” (sobre Mercedes Baptista, primeira bailarina negra a dançar no Theatro Municipal). O elenco também destaca Lucas Andrade (“Corpo Elétrico”), Lorena Comparato (“Rensga Hits!”) e a estreante Isabella Mariotto. A produção brasileira superou 17 obras internacionais na competição da 75ª edição do prestigioso festival europeu, encerrado neste sábado (13/8) na Suíça, consagrando Murat, que já havia sido premiada pela crítica no Festival de Berlim em 2017 por seu longa anterior, “Pendular”.

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    Filme de Julia Murat vence o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno

    13 de agosto de 2022 /

    O drama “Regra 34”, novo filme da diretora Julia Murat (“Histórias que Só Existem Quando Lembradas”), venceu o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno, um dos mais respeitados do mundo cinematográfico. A produção brasileira superou 17 obras internacionais na competição da 75ª edição do evento encerrado neste sábado (13/8) na Suíça, consagrando a filha de também cineasta Lucia Murat, que já havia sido premiada pela crítica no Festival de Berlim em 2017 por seu longa anterior, “Pendular”. O nome “Regra 34” refere-se à “34ª regra da Internet, que afirma que qualquer objeto, personagem ou franquia de mídia imaginável tem pornografia associada a ele”. A trama gira em torno de Simone, uma jovem negra formada em Direito, que pagou a faculdade com a venda de performances sexuais online. Aprovada num concurso para a Defensoria Pública, ela pretende atuar em favor de mulheres vítimas de violência doméstica, enquanto seus próprios interesses sexuais a levam à práticas de violência e erotismo. O papel principal marca a estreia no cinema da atriz e dramaturga Sol Miranda, idealizadora do premiado espetáculo “Mercedes” (sobre Mercedes Baptista, primeira bailarina negra a dançar no Theatro Municipal). O detalhe é que a conquista de “Regra 34” não foi a única obra nacional celebrada no evento suíço. Todos os três filmes brasileiros incluídos na programação do 75º Festival de Locarno foram premiados. O curta “Big Bang”, de Carlos Segundo, ganhou o Leopardo de Ouro de sua categoria – Melhor Curta Autoral. Estrelado por Giovanni Venturini, que tem nanismo, a obra mostra como ele sobrevive, desprezado pela sociedade, consertando fornos em Uberlândia. Além disso, o primeiro longa de Ana Vaz (do curta premiado “Apiyemiyekî?”), “É Noite na América”, exibido na seção paralela Cineasti Del Presente, recebeu Menção Honrosa do júri do festival. O filme segue animais que fogem da extinção em Brasília. Todos os três filmes também são coproduções com a França. “É Noite na América” inclui também participação italiana em sua realização. Para completar, Wara, cineasta de nacionalidade brasileira, levou o Leopardo de Ouro de Melhor Curta Internacional pela produção cubana “Soberane”. As vitórias enaltecem a participação do país em Locarno, depois de dois anos de ausência de filmes brasileiros no festival. Em 2019, o cinema nacional também fez bonito com “A Febre”, de Maya Da-Rin, que venceu o Prêmio da Crítica e rendeu a Regis Myrupu o troféu de Melhor Ator. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Locarno Film Festival (@filmfestlocarno)

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    Rodrigo Faro termina filme em que vive Silvio Santos

    11 de agosto de 2022 /

    O ator Rodrigo Faro revelou ter terminado as filmagens de “O Sequestro”, longa em que vive Silvio Santos. Para anunciar o final dos trabalhos, ele publicou uma foto no Instagram em que aparece caracterizado como o apresentador e dono do SBT. Ao lado da imagem, ele descreveu a rotina que viveu durante a produção. “Fim de uma jornada puxada, difícil, exaustiva… 40 dias filmando e apresentando meu programa simultaneamente e sem parar… Longe da família, dos amigos… Um cuidado maluco com a voz, o corpo, o personagem”, ele começou. “Gravar até tarde o ‘Vai dar Namoro’, chegar em casa morto e ainda ter que decorar texto pro filme que começaria a gravar às 7 da manhã do dia seguinte… (o carro me pegava todo dia, às 6 da manhã). Eram 3 horas de caracterização, ensaios das coreografias pro ‘Dança Gatinho’, tudo junto”, lembrou. “Que loucura meu Deus… Mas, apesar do cansaço, essa foi uma jornada muito linda e emocionante… Tudo valeu muito a pena”, acrescentou. Para finalizar, Faro destacou que se sentiu honrado por interpretar Silvio Santos e agradeceu o apoio que recebeu. “Uma honra, uma felicidade de poder homenagear meu maior ídolo na TV!!!! Obrigado, meu Deus, e minha família pela força!!! Aguardem”, completou. Apesar da ênfase na caracterização de Faro, a produção da Moonshot Pictures não é uma biografia tradicional do dono do SBT, mas um recorte das sete horas em que Silvio Santos foi mantido refém em sua própria casa, no Morumbi, bairro nobre de São Paulo. O caso aconteceu em 30 de agosto de 2001, dois dias depois que a filha do empresário, Patrícia Abravanel, foi libertada de seu próprio sequestro – um caso que teve repercussão nacional. O apresentador foi feito de refém em sua casa por um dos bandidos do crime anterior. Enquanto Faro tem 48 anos, Sílvio Santos tinha 71 quando o crime aconteceu, por isso o ator teve que passar por uma transformação, com maquiagem especial de envelhecimento e prótese capilar. “O Sequestro” tem roteiro de Newton Cannito (“Cidade dos Homens”) e Anderson Almeida (“Spectros”), e a direção está a cargo de Marcelo Antunes (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). A estreia é esperada apenas para 2023.

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    Diretor de “Alemão” vai filmar dois livros de Ignácio de Loyola Brandão

    11 de agosto de 2022 /

    Dois livros do romancista Ignácio de Loyola Brandão vão virar filmes em breve. O cineasta José Eduardo Belmonte, que neste ano lançou nos cinemas os thrillers policiais “Alemão 2” e “As Verdades”, adquiriu os direitos de “Dentes ao Sol” e “O Beijo Não Vem da Boca” e, segundo a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo, já trabalha nos roteiros das adaptações. E um deles terá a parceria do próprio autor das obras. Lançado em 1976, “Dentes ao Sol” traz um retrato de uma cidade do interior por meio de um testemunho de um cidadão alijado da comunidade. E “O Beijo Não Vem da Boca” questiona, com uma dose de sarcasmo, o significado do amor e do destino em meio a cenários que vão do Brasil à Alemanha em 1985 – o escritor viveu em Berlim durante um período de 15 meses nos anos 1980, quando escreveu “O Verde Violentou o Muro”. Ainda não há previsão de lançamento para nenhum dos dois longas.

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    “Marighella” vence o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    11 de agosto de 2022 /

    O filme “Marighella” saiu consagrado da cerimônia do 21º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, conquistando oito prêmios na noite de quarta (10/8) no Rio de Janeiro. Vencedor do principal troféu da noite, como Melhor Filme do ano, o longa também rendeu a Wagner Moura o prêmio de Melhor Primeira Direção e Roteiro Adaptado (dividido com Felipe Braga), e a Seu Jorge, intérprete de Marighella, o troféu de Melhor Ator. Os demais troféus da produção foram técnicos: Fotografia, Direção de Arte, Figurino e Som. Realizada na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, a entrega de prêmios teve apresentação de Silvero Pereira e Camila Pitanga em clima de festa, com direito a números musicais, torcida política e vários famosos em seu tapete vermelho. O bom astral refletiu o retorno do evento ao formato presencial, após amargar versão virtual durante a pandemia. Não por acaso, a consagração de “Marighella” fez justiça ao filme responsável pela nova retomada do cinema brasileiro, no ciclo pós-pandemia, que atraiu o público de volta às salas de exibição em novembro do ano passado. Foi um resultado importante também para consagrar um filme que estreou sob ataque de integrantes das áreas culturais do governo federal, numa resposta ao aparelhamento ideológico das estruturas de incentivo à Cultura no país. O prêmio de Melhor Direção em geral ficou com Daniel Filho por “O Silêncio da Chuva”. Já os demais intérpretes premiados foram Dira Paes (Melhor Atriz por “Veneza”), Rodrigo Santoro (Melhor Ator Coadjuvante por “7 Prisioneiros”) e Zezé Motta (Melhor Atriz Coadjuvante por “Doutor Gama”). Entre as premiações por gênero, “Depois a Louca Sou Eu” foi eleita a Melhor Comédia, “Turma da Mônica – Lições” foi o Melhor Longa Infantil, “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente” a Melhor Animação e “A Última Floresta” venceu como Melhor Documentário. O evento da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais também premiou séries, com “Dom” e “Sob Pressão” entre os destaques. A cerimônia foi transmitida ao vivo pelo Canal Brasil, Globoplay e pelo canal da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais no YouTube. O vídeo integral pode ser visto abaixo, seguido pela lista completa dos vencedores. Melhor Longa-Metragem de Ficção “Marighella”, de Wagner Moura Melhor Longa-Metragem de Comédia “Depois a Louca Sou Eu”, de Julia Rezende Melhor Longa-Metragem Infantil “Turma da Mônica – Lições”, de Daniel Rezende Menção Honrosa – Longa-Metragem Animação “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”, de Cesar Cabral Melhor Longa-Metragem de Documentário “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi Melhor Direção Daniel Filho (“O Silêncio da Chuva”) Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Wagner Moura (“Marighella”) Melhor Atriz Dira Paes (“Veneza”) Melhor Ator Seu Jorge (“Marighella”) Melhor Atriz Coadjuvante Zezé Motta (“Doutor Gama”) Melhor Ator Coadjuvante Rodrigo Santoro (“7 Prisioneiros”) Melhor Roteiro Original Henrique Dos Santos e Aly Muritiba (“Deserto Particular”) Melhor Roteiro Adaptado Felipe Braga e Wagner Moura (“Marighella”) Melhor Direção de Fotografia Adrian Teijido (“Marighella”) Melhor Direção de Arte Frederico Pinto (“Marighella”) Melhor Figurino Verônica Julian (“Marighella”) Melhor Maquiagem Martín Macías Trujillo (“Veneza”) Melhor Som George Saldanha, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima e Renan Deodato (“Marighella”) Melhor Trilha Sonora André Abujamra e Márcio Nigro (“Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”) Melhor Efeito Visual Pedro de Lima Marques (“Contos do Amanhã”) Melhor Montagem de Ficção Karen Harley (“Piedade”) Melhor Montagem de Documentário Ricardo Farias (“A Última Floresta”) Melhor Série Brasileira de Animação com Produção Independente “Angeli The Killer” – 2ª Temporada (Canal Brasil) Melhor Série Brasileira de Documentário com Produção Independente “Transamazônica – Uma Estrada para o Passado” – 1ª Temporada (HBO E HBO Max) Melhor Série Brasileira de Ficção com Produção Independente “Dom” – 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Melhor Série Brasileira de Ficção na TV Aberta “Sob Pressão” – 4ª Temporada (Globo) Melhor Curta-Metragem de Animação “Mitos Indígenas Em Travessia”, de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues Melhor Curta-Metragem de Documentário “Yaõkwa, Imagem e Memória”, de Rita Carelli e Vincent Carelli Melhor Curta-Metragem de Ficção “Ato”, de Bárbara Paz Melhor Filme Ibero-Americano “Ema”, de Pablo Larraín (Chile) Melhor Filme Internacional “Nomadland”, de Chloe Zhao (EUA)

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    Carla Diaz indica volta ao papel de Suzane von Richtofen

    11 de agosto de 2022 /

    A atriz Carla Diaz publicou na noite de quarta (10/8) no Instagram uma foto inédita caracterizada como Suzane von Richtofen. “E aí, seria um #tbt ou não?”, escreveu ao lado da imagem, plantando a dúvida entre os seguidores sobre se seria um registro de arquivo ou uma volta à personagem. A verdade é que “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” vão gerar sim um terceiro filme. Os dois filmes foram um sucesso imenso na Amazon Prime Video e terão continuação. No mês passado, a atriz Gabi Lopes, que interpretou Carol, namorada de Cristian Cravinhos, confirmou que todo o elenco tinha sido recontratado para a produção. “Vai ter o terceiro filme de Suzane. Vai ser um único e mais forte. Vai mostrar uma parte que os primeiros não mostraram e vai misturar as versões [de Suzane e Daniel]. Tem um novo nome, novo conceito. Nós, do elenco, fomos todos recontratados, tudo igual. Tem umas pessoas novas, a mais, vai ser um ‘bafo’. Vai ser bem forte”, disse a atriz ao podcast Poddelas. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Mas não falta assunto nem para um quarto filme, tendo em vista tudo a carreira de Suzane após a prisão – desde envolvimento com outra presidiária, começo de namoro com um empresário durante visitas no presídio, progressão de regime, quebras de confiança em saídas temporárias da prisão, início de faculdade durante a pena, etc. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. No elenco, estavam ainda Augusto Madeira e Debora Duboc, como os pais dos Cravinhos, Leonardo Medeiros e Vera Zimmermann, como os Richtofen, e Kauan Ceglio, no papel do irmão de Suzane, Andreas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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    Thainá Duarte fará par com Gabriel Leone no novo filme de Aly Muritiba

    9 de agosto de 2022 /

    A atriz Thainá Duarte (uma das protagonistas de “Aruanas”) foi confirmada com par de Gabriel Leone (“Eduardo e Mônica”) no novo filme de Aly Muritiba, diretor de “Deserto Particular”, que foi o longa indicado pelo Brasil numa tentativa de vaga no Oscar 2022. Leone já tinha sido anunciado anteriormente em “Barba Ensopada de Sangue”, adaptação para o cinema do livro de mesmo nome de Daniel Galera. “Barba Ensopada de Sangue” será o terceiro livro de Galera transformado em filme, após os lançamentos de “Cão Sem Dono” (adaptação de “Até o Dia em que o Cão Morreu”) em 2007 e “Prova de Coragem” (adaptação de “Mãos de Cavalo”) em 2015. Na trama, Leone será um professor de educação física que, após ouvir uma história trágica na despedida de seu pai suicida, muda-se para o litoral de Santa Catarina e passa a investigar a morte do avô. A personagem de Thainá será uma moradora do local que dará um importante suporte emocional ao protagonista. Apesar de se passar no litoral catarinense, a trama será filmada numa praia de São Paulo, com produção marcada para novembro, depois que o ator voltar da Europa, onde roda “Ferrari”. O longa de Michael Mann tem no Penélope Cruz, Adam Driver e outras estrelas internacionais em seu elenco. Leone ainda tem outros projetos à vista. Ele fará no ano que vem o longa “Tão Parecidos” ao lado de Patricia Pillar, dirigido por Maurício Farias, com quem trabalhou recentemente na novela “Um Lugar ao Sol”. Além disso, poderá ser visto em breve na 2ª temporada de “Dom”, no Prime Video da Amazon, e em mais dois filmes finalizados: “Duetto”, de Vincente Amorim, e “O Adeus do Comandante”, de Sérgio Machado.

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    Antonio Fagundes vai estrelar continuação de “Deus É Brasileiro”

    9 de agosto de 2022 /

    O ator Antonio Fagundes vai voltar a ser Deus. Ele acertou seu retorno ao papel na continuação de “Deus É Brasileiro” (2003), de Cacá Diegues. O diretor também estará novamente trás das câmeras na sequência, que recebeu o título de “Deus Ainda É Brasileiro”. A produção vai começar a ser rodada em novembro no Nordeste, mas não há informações sobre o retorno de outros integrantes do elenco original. O filme de 2003 foi um dos primeiros estrelados por Wagner Moura. Com a escalação, Fagundes desiste de esperar por “Segundas Intenções”, novela que deveria acontecer na HBO Max, mas que foi paralisada indefinidamente pela chefia internacional da plataforma. Ele deveria viver um dos personagens principais da produção. Fagundes também estará na série “200 anos”, da TV Cultura, no papel de Dom João VI. Confira abaixo um trecho do ótimo filme de Cacá Diegues.

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    Diretor de “Tim Maia” vai filmar vida de Zeca Pagodinho

    6 de agosto de 2022 /

    O filme sobre a vida e a carreira de Zeca Pagodinho definiu seu diretor. A direção ficou a cargo de Mauro Lima, que está se tornando especialista em cinebiografias. Ele já assinou “João, o Maestro” (2017), “Tim Maia” (2014) e “Meu Nome Não é Johnny” (2008), e ainda vai dirigir “Não Aprendi Dizer Adeus”, o filme de Leandro e Leonardo. A produção é inspirada no livro “Deixa o Samba Me Levar”, dos jornalistas Jane Barboza e Leonardo Bruno. A obra retrata momentos emblemáticos da vida do cantor, como a infância no subúrbio carioca e o bullying que sofria por não saber jogar futebol; uma noite na prisão depois de cantar num show de Beth Carvalho; e o casamento com a mulher, Monica, cheio de convidados desconhecidos porque o cantor esqueceu num bar no Morro da Providência os convites que levara para entregar a amigos. O filme ainda deverá reconstituir as maiores rodas de samba do Rio de Janeiro — do Cacique de Ramos à Velha Guarda da Portela. No final de agosto serão escolhidos os três atores para representar a infância, a juventude e a fase atual do sambista. A produção é de Roberto Faustino (“A Hora e a Vez de Augusto Matraga”) e Marco Altberg (“Minha Fama de Mau”) e a distribuição nos cinemas será realizada pela Paris Filmes.

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    Jô Soares morre em São Paulo aos 84 anos

    5 de agosto de 2022 /

    O ator, humorista, escritor e diretor Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5/8), aos 84 anos. A notícia foi dada por sua ex-esposa, Flavia Pedras, no Instagram. “Aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida. A vida de um cara apaixonado pelo país aonde nasceu e escolheu viver, para tentar transformar, através do riso, num lugar melhor”, ela escreveu, ao comunicar o falecimento. A causa da morte não foi divulgada, mas Jô estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês passado, revelou sua assessoria. José Eugênio Soares nasceu em 1 de janeiro de 1938 no Rio de Janeiro. Queria ser diplomata, mas o senso de humor e a criatividade o levaram para outra direção. Em 1954, iniciou sua carreira nas telas com a chanchada “Rei do Movimento”, primeiro de quatro filmes estrelados por Ankito de que participou. Também trabalhou com Oscarito na famosa comédia “O Homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga, além de Ronald Golias em “Tudo Legal” (1960), de Victor Lima. Paralelamente, Jô começou a aparecer numa esquete semanal do humorístico “A Praça É Nossa”. E depois de dez anos sentando ao lado de Manuel de Nóbrega, voltou a contracenar com Golias na revolucionária sitcom “Família Trapo”, que em 1967 já fazia o que “Sai de Baixo” repetiria décadas mais tarde. O sucesso do programa da Record e sua transformação em protagonista, no clássico do cinema marginal “A Mulher de Todos” (1969), de Rogério Sganzerla, chamou a atenção da Globo. E em 1970, a emissora fisgou Jô para o lançamento de “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, a primeira produção moderna de humor do canal carioca – na verdade, bastante avançada para a época – , que ainda contava com o talento de Renato Côrte Real. Jô voltou a dividir a tela com outros humoristas famosos em “Satiricom” (lançado em 1973) e no popular “Planeta dos Homens” (de 1976), onde escreveu roteiros e apresentou personagens que marcaram época. No mesmo ano, assinou seu único filme como diretor, “O Pai do Povo” (1976), que também escreveu e estrelou como o último homem fértil da Terra, convocado a dar continuidade à espécie humana. A versatilidade o levou a conquistar seu primeiro programa “solo”: “Viva o Gordo”, em 1981. Mas com a audiência nas alturas, decidiu trocar a Globo pelo SBT, onde lançou uma versão extremamente parecida, chamada “Veja o Gordo”, em 1988. Essa encarnação não teve vida longa, mas o interesse de Jô ao fazer a mudança de canal era outro. Ele conseguiu de Sílvio Santos a promessa de comandar um programa noturno de entrevistas, que estreou no mesmo ano do humorístico. “Jô Soares Onze e Meia” acabou virando o primeiro talk show da TV brasileira, abrindo caminho para outros humoristas seguirem sua deixa. Realizado como entrevistador, Jô nunca mais quis encabeçar programas de humor. Mas não largou completamente a atuação, fazendo pequenas e pontuais participações em filmes como “Cidade Oculta” (1986), de Chico Botelho, “Sábado” (1995), de Ugo Giorgetti, “O Xangô de Baker Street” (2001), de Miguel Faria Jr., e “Giovanni Improtta” (2013), de José Wilker. “O Xangô de Baker Street”, por sinal, foi uma adaptação de um best-seller escrito pelo próprio Jô, que imaginava a vinda de Sherlock Holmes ao Brasil colonial para investigar um caso na corte de D. Pedro II. Virou um enorme sucesso de bilheteria. Ele acabou voltando para a Globo no ano 2000, 12 anos depois de largar “Viva o Gordo”, para continuar a fazer entrevistas e alegrar as noites da TV brasileira com “O Programa do Jô”, que conduziu até se aposentar das telas em 2016.

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    Estreias: “Predador”, “Lightyear” e os melhores filmes pra ver em casa

    5 de agosto de 2022 /

    As plataformas de streaming disputam a atenção do público com títulos inéditos no cinema e a estreia de “Lightyear”. Por coincidência, a produção da Pixar chega junto do lançamento da nova animação do ex-chefe do estúdio, “Luck”. Mas o lançamento mais surpreendente é uma produção live-action: “Predador: A Caçada”, quinto filme da franquia sci-fi dos anos 1980. Feito para o streaming, é melhor que todos os filmes recentes do monstro alienígena exibidos no cinema e talvez supere até o original, estrelado por Schwarzenegger. Disparada, a maior surpresa da semana. A programação ainda traz a reconstituição dramática do resgate de 12 crianças isoladas numa caverna submersa da Tailândia, que foi notícia em todo o mundo em 2018, além de produções nacionais, ação chinesa e títulos cinéfilos. Confira abaixo as dicas dos 10 principais lançamentos para ver em casa.       | O PREDADOR: A CAÇADA | STAR+   O quinto filme da franquia sci-fi “Predador” foi produzido para lançamento exclusivo em streaming, mas é provavelmente o melhor de toda a franquia. Sua abordagem é completamente diferente das anteriores, apresentando um combate entre o caçador alienígena e uma tribo Comanche. A trama se passa 300 anos atrás e destaca uma protagonista feminina, uma guerreira menosprezada por sua tribo por ser mulher, mas que enfrenta ursos e se descreve como especialista em sobrevivência. A personagem tem o melhor desenvolvimento de todos os que já enfrentaram o Predador. A interpretação de Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”) também se destaca no elenco composto apenas por atores nativo-americanos e das nações originárias. A escalação faz da sci-fi um trabalho mais representativo que muitos westerns convencionais. O roteiro foi escrito por Patrick Aison, mais conhecido por séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”), e a produção foi rodado totalmente sem alarde em Calgari, no Canadá, com direção de Dan Trachtenberg. “O Predador: A Caçada” é apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há seis anos. Desde então, ele filmou quatro episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” e os pilotos da já cancelada “The Lost Symbol” e da vindoura “Waterworld” (baseada no filme homônimo). Mas seu talento foi novamente confirmado com a nova produção, que atingiu mais de 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | LIGHTYEAR | DISNEY+   Em seu filme solo, o famoso personagem de “Toy Story” não é um brinquedo, mas um astronauta de verdade. Na trama, ele embarca numa aventura sci-fi legítima – e bem convencional – com direito a viagem no espaço e no tempo, ao “infinito e além”, que mostra a origem de seu conflito com o vilão Zurg e principalmente o primeiro beijo lésbico da história da Disney – que ocasionou o banimento do filme em países conservadores. Para diferenciar a produção dos filmes de “Toy Story”, o personagem mudou de design e até de voz. Dublador oficial de Buzz Lightyear na franquia dos brinquedos, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). No Brasil, também houve mudança, com o apresentador Marcos Mion assumindo a dublagem de Guilherme Briggs. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – assinou dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. Apesar de competente e muito bem feito em sua proposta de aventura, o filme não teve um desempenho comercial comparável às produções de “Toy Story”. Muitos acreditam que o público ficou esperando o lançamento na Disney+, após a empresa acostumar seus assinantes com títulos exclusivos da Pixar em streaming durante a pandemia. Pois bem, aí está.   | LUCK | APPLE TV+   Depois de guiar a Pixar e a Disney às alturas, e ser dispensado por mau comportamento – e supostamente traumatizar as fadinhas do estúdio – o produtor John Lasseter, criador de “Toy Story”, “Carros” e midas da animação, tenta a volta por cima com o primeiro lançamento de sua nova fase, à frente da recém-criada divisão de animação do estúdio Skydance. Mas sua primeira produção desde “Os Incríveis 2” e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (ambos de 2018) foi considerada medíocre pela crítica – 50% de aprovação no Rotten Tomatoes. A combinação de traços da originalidade das obras de Pixar com bichinhos falantes de toda produção Disney tradicional não deu a liga desejada. A trama segue uma mulher chamada Sam Greenfield, a pessoa mais azarada do mundo, que sem querer descobre a desconhecida “Terra da Sorte”, embarcando em uma jornada para conseguir um pouco de sorte. Só que humanos não são bem-vindos no lugar, o que a leva a juntar forças com algumas criaturas mágicas para realizar seu plano, entre elas Bob, um gato preto sortudo, que na dublagem nacional ganhou a voz do humorista Gregório Duvivier (do Porta dos Fundos). Já os dubladores originais são Eva Noblezada (“Rosa Amarela”) como Sam, Jane Fonda (“Grace & Frankie”) como um dragão, Flula Borg (“O Esquadrão Suicida”) como um unicórnio chamado Jeff, Whoopie Goldberg (“Star Trek: Picard”) como Capitão, Lil Rel Howery (“Free Guy”) como Marv e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como o gato Bob. A direção é de Peggy Holmes, conhecida por “Tinker Bell: O Segredo das Fadas”, um dos filmes de fadinhas que o produtor tanto gostava.   | TREZE VIDAS – O RESGATE | PRIME VIDEO   O drama conta a história real do salvamento de 12 jovens jogadores de futebol tailandeses e seu treinador de uma caverna inundada. O incidente aconteceu em 2018 e chamou atenção do planeta inteiro, atraindo mais de 10 mil voluntários, que se uniram a um grupo internacional de especialistas para organizar e executar um dos resgates mais ousados e perigosos de todos os tempos. A trama se concentra na equipe de mergulhadores, os mais habilidosos e experientes do mundo, que foram capazes de navegar pelo labirinto de túneis de cavernas estreitos e inundadas para encontrar os jovens, sem saber se eles tinham sobrevivido à enchente nem quanto tempo tinham de vida. O roteiro é de William Nicholson (indicado ao Oscar por “Gladiador”), a direção de Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e o elenco destaca Viggo Mortensen (“Green Book”), Colin Farrell (“Batman”), Joel Edgerton (“Obi-Wan Kenobi”), Tom Bateman (“Morte no Nilo”) e Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”).   | NA PRAIA DE CHESIL | PARAMOUNT+   O romance de época estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bird”) em 2017 nunca foi exibido nos cinemas brasileiros, apesar de sua passagem elogiada por festivais. Adaptação do best-seller “Na Praia”, de Ian McEwan, foi a segunda vez que Saoirse filmou um drama baseado na obra do escritor. A anterior foi “Desejo e Reparação” (2007), que rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Atriz Coadjuvante aos 13 anos de idade. A história se passa em 1962 e acompanha Florence (Ronan), uma jovem e talentosa violinista, que sonha com uma carreira profissional e uma vida perfeita ao lado de Edward (Billy Howle, de “Dunkirk”), um jovem estudante de História. Os dois formam um casal lindo, que tiveram um cortejo tradicional e chegam ao casamento virgens. Mas as núpcias não acontecem como um deles esperava, já que a polidez aristocrática de Florence era na verdade um escudo contra sua profunda aversão ao sexo heterossexual convencional. Ela faz uma proposta. Só que ele é um homem de seu tempo. Daquele tempo. E chegado a explosões de fúria. Dirigido por Dominic Cooke (minissérie “The Hollow Crown”), o filme ainda inclui no elenco Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Adrian Scarborough (série “Crashing”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Samuel West (“O Destino de uma Nação”).   | BALAS VOANDO | VOD*   Também inédito nos cinemas brasileiros, o estilizado thriller chinês de 2012 combina uma encenação de época com muita ação, efeitos, investigação criminal e um mistério supostamente sobrenatural, em torno de uma “bala fantasma”. A trama se passa na Xangai dos anos 1930, em meio a uma série de assassinatos misteriosos numa fábrica de munição. Com um detalhe: todas as vítimas são mortas com balas que desaparecem. Song Donglu (Ching Wan Lau, de “Legião de Heróis”), um detective meticuloso, e seu parceiro Guo Zhui (Nicholas Tse, de “Vírus Letal”), o atirador mais rápido na cidade, iniciam uma investigação sobre os casos misteriosos. O visual caprichado evoca grandes produções de Hollywood, especialmente os filmes de “Sherlock Holmes” de Guy Ritchie, onde o detetive cerebral descarta a explicação sobrenatural para encontrar a base científica por trás de uma suposta maldição do além. Dirigido por Law Chi-Leung (“Prazer de Matar”), o filme foi indicado em 12 categorias da principal premiação de cinema de Hong Kong e fez sucesso suficiente na China para ganhar uma sequência em 2015.   | EDUARDO E MONICA | GLOBOPLAY   Depois de passar pelo VOD, o casal que ficou conhecido pela música cantada por Renato Russo em 1986 chega ao streaming por assinatura. Na trama, Gabriel Leone (“Dom”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) vivem um casal tão diferente que jamais poderia dar certo. Ao mesmo tempo em que romantiza as diferenças entre eles, o filme também mostra que a realidade é dura para os românticos incorrigíveis. Premiado como Melhor Filme Internacional no Festival de Edmonton, no Canadá, o romance moderno tem direção de René Sampaio, que já tinha levado outra música da Legião Urbana para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”).   | CARRO REI | CLARO TV+, VIVO PLAY, VOD*   Vencedor do último festival de Gramado, o filme de Renata Pinheiro combina fantasia e realismo para contar a história de Uno (o novato Luciano Pedro Jr), que tem esse nome em referência ao carro em que nasceu, a caminho da maternidade. O automóvel é considerado como um melhor amigo pelo jovem, e quando uma nova lei proíbe a circulação de carros antigos, Uno busca uma solução com seu tio, um mecânico com ideias mirabolantes, vivido por Matheus Nachtergaele (“Trinta”). Juntos, os dois transformam o antigo automóvel num carro novo, o Carro Rei, tão avançado que interage com humanos, comunicando-se e demonstrando sentimentos, além de fazer seus próprios planos. Além de levar o Kikito de Melhor Filme, “Carro Rei” também foi contemplado em Gramado com as estatuetas de Melhor Trilha Musical (DJ Dolores), Melhor Direção de Arte (Karen Araujo) e Melhor Desenho de Som (Guile Martins), além de render um Prêmio Especial do Júri para Matheus Nachtergaele.   | MEMÓRIA | MUBI   Vencedor da Palma de Ouro de 2010 com “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”, o tailandês Apichatpong Weerasethakul voltou a ser consagrado no Festival de Cannes com este filme, vencedor do Prêmio do Júri do ano passado. “Memória” também marca a estreia em inglês e espanhol do cineasta e foi rodado na Colombia. O filme acompanha Jessica, personagem da inglesa Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), que visita sua irmã em Bogotá. Lá, ela lida com ataques de insônia e procura a fonte de sons que lhe parecem sobrenaturais no meio da noite. Durante o dia, faz amizade com uma arqueóloga, que estuda restos humanos descobertos dentro de um túnel em construção, e com um escamador de peixes em uma pequena cidade próxima. Com eles, compartilha memórias e momentos de lirismo característicos das obras do diretor, que retrata a linha tênue entre a vida e a morte – e o cinema e o sonho – com nenhum outro.   | MEDO | FILMICCA   Representante da Bulgária no Oscar 2022, a comédia absurda de Ivaylo Hristov (“Perdedores”) segue uma viúva (Svetlana Yancheva, de “T2: Trainspotting”) que perdeu o emprego como professora e mora próxima à fronteira com a Turquia, onde refugiados aparecem com frequência. Um dia, ela encontra um refugiado africano, que está tentando chegar à Alemanha. Relutante, ela lhe oferece hospitalidade, até...

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