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    Cineasta Viviane Ferreira é a nova presidente da SPCine

    19 de fevereiro de 2021 /

    A cineasta e advogada Viviane Ferreira (“Um Dia Com Jerusa”) é a nova diretora-presidente da SPCine, agência paulistana de fomento ao cinema​. Ela entra no lugar da cineasta Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”), que estava no cargo desde fevereiro de 2019. Em comunicado postado nas redes sociais, o secretário de Cultura Municipal de São Paulo, Alê Youssef, explicou que Bodanzky havia se comprometido a ocupar o cargo por somente dois anos. “Desde que Laís Bodanzky aceitou nosso convite para assumir a Presidência da SPCine, ela deixou clara sua disposição de se dedicar por dois anos à estruturação e valorização da empresa municipal e do setor audiovisual na cidade. Abrindo mão temporariamente de sua celebrada e premiada carreira, Laís posicionou São Paulo no topo do audiovisual brasileiro e foi certamente a melhor presidente que a SPCine já teve. Que grande honra tê-la ao meu lado como uma das figuras públicas dessa linda equipe que montamos. Muito obrigado, Laís”, elogiou Youssef. Ele também afirmou que a substituição tem como parâmetro uma política de “continuidade” do que foi feito na gestão de Bodanzky. “Com orientação do prefeito Bruno Covas, iniciamos junto com a Laís um período de transição para uma nova gestão onde a palavra de ordem é continuidade”, ele escreveu. Viviane Ferreira, a nova diretora-presidente da Spcine, também recebeu elogios e as boas-vindas no cargo. Em sua carreira como cineasta, ela dirigiu o longa-metragem “Um Dia Com Jerusa” (2020) e um dos segmentos do documentário “Pessoas: Contar Para Viver” (2019). Seu curta “O Dia de Jerusa” (2014) esteve na seleção de festivais internacionais como de Cannes e de Roterdã. E Youssef complementou sua lista de realizações em seu comunicado. “Viviane é uma grande referência do setor audiovisual brasileiro. Especialista em políticas públicas para o audiovisual, advogada e cineasta, é Presidente e uma das fundadoras da APAN – Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro. Presidiu também o Comitê de Seleção do Oscar 2021, responsável por indicar o representante brasileiro para a Academia de Cinema americana”, enumerou o secretário de Cultura. “Tenho certeza de que com todo seu conhecimento, capacidade de articulação e ativismo, Viviane vai continuar a fazer a SPCine crescer, participar do nosso trabalho de posicionamento da Cultura na centralidade do desenvolvimento econômico e social da cidade e agregar muito na luta coletiva de amparo, defesa e valorização da nossa Cultura nesse período tão difícil. Bem vinda, Viviane!”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alê Youssef (@aleyoussef)

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    Filmes online: Flora & Ulysses e Trolls 2 garantem Sessão da Tarde digital

    19 de fevereiro de 2021 /

    O cinema online deste fim de semana tem Sessão da Tarde digital, que destaca a nova fábula da Disney “Flora & Ulysses”, sobre um esquilo super-herói (!). A sessão é tripla, pois ainda inclui a animação da DreamWorks “Trolls 2” e a comédia brasileira “Um Tio Quase Perfeito 2”. Inédito nos cinemas, “Flora & Ulysses” adapta o best-seller de Kate DiCamillo sobre uma garota que se orgulha de ser cínica, mas que a Disney transformou em filme descaradamente anticínico sobre o mais desconhecido dos superpoderes: a esperança. Filha de pais separados, a pequena Flora é inspirada pelo trabalho do pai – um autor de quadrinhos – a ver super-heróis em toda a parte. E se espanta quando encontra um de verdade: um esquilo que ela jura ter superpoderes. Ulysses também tem um arquiinimigo de quem Flora decide protegê-lo. Para os adultos, as opções são a comédia de humor negro “Eu Me Importo”, o suspense sueco aterrador “Ponto Vermelho”, a catástrofe sul-coreana “Alerta Vermelho”, a morbidez indie de “Vou Morrer Amanhã” e uma biografia devastadora do ex-Primeiro Ministro italiano Silvio Berlusconni, “Silvio e os Outros”, assinada pelo mestre Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”) – sem esquecer de dois documentários interessantíssimos sobre Pierre Cardin e a banda Bee Gees. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD nesta semana.     Flora & Ulysses | EUA | 2021 (Disney+)     Trolls 2 | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Um Tio Quase Perfeito 2 | Brasil | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, YouTube Filmes)     Eu Me Importo | Reino Unido | 2020 (Netflix)     Vou Morrer Amanhã | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Alerta Vermelho | Coreia do Sul | 2020 (Looke, NOW)     Ponto Vermelho | Suécia | 2021 (Netflix)     Silvio e os Outros | Itália | 2018 (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     O Império de Pierre Cardin | EUA | 2020 (Apple TV, NOW, Vivo Play)     The Bee Gees: How Can You Mend a Broken Heart | EUA | 2020 (Apple TV e Vivo Play)

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    Filme de Tom & Jerry anima fim de semana nos cinemas

    18 de fevereiro de 2021 /

    Os cinemas voltam a receber um lançamento com forte apelo comercial nesta quinta (18/2), o primeiro filme live-action de “Tom & Jerry”. Extraoficialmente, “Tom & Jerry – O Filme” foi lançado em sessões de pré-estreia na semana passada, atingindo destaque como o título que mais vendeu ingressos entre os dias 11 e 16 de fevereiro, durante o fim de semana prolongado. A produção tem formato híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs lembram, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. O resultado é bem diferente do live-action do “Scooby Doo”, para citar outro desenho clássico que ganhou adaptação da Warner. Enquanto o cachorro da Hanna-Barbera se materializou no cinema com visual realista criado por computação gráfica, desta vez os personagens da MGM quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos cartoons originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos. Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A direção é de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”. A programação se completa com mais dois lançamentos, que antes da pandemia teriam distribuição limitada. Ambos foram destruídos pela crítica internacional, com 20% de aprovação no Rotten Tomatoes – os dois. Vale apontar que o thriller alemão “Berlin Alexanderplatz” teve trajetória premiada, que inclui a conquista do Festival de Estocolmo, na Suécia, e o troféu de Melhor Trilha Sonora na premiação da Academia Europeia de Cinema. Mas não se compara à minissérie homônima de 1980, premiada nos festivais de Munique e Veneza, com direção do mestre Rainer Werner Fassbinder.     Tom & Jerry – O Filme | EUA | 2021     Berlin Alexanderplatz | Alemanha | 2020     Nona – Se Me Molham Eu os Queimo | Chile | 2019

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    Amor Estranho Amor: Exibição na TV foi presente para cinéfilos

    14 de fevereiro de 2021 /

    Na época que se dispôs a fazer “Amor Estranho Amor”, Xuxa não sabia que se tornaria apresentadora de programa infantil. Ela era namorada do Pelé, que por sua vez era amigo do produtor Aníbal Massaini Neto, e, como Walter Hugo Khouri era um cineasta que valorizava muito as atrizes que eram elevadas a um posto de sucesso sempre que apareciam em seus filmes, a chance de trabalhar com o cineasta parecia uma oportunidade de ouro. Mesmo sendo um filme que deu uma dor de cabeça para a futura apresentadora, que pagou US$ 60 mil anuais à Cinearte Produções, durante os anos de 1991 a 2018, para sua interdição, não dá para negar que trata-se da obra cinematográfica mais importante e bonita que ela já fez. Mas na filmografia de Khouri, o filme era considerado uma obra menor. Equipará-lo a outras obras do diretor é uma tarefa ingrata, pois estamos falando de alguém que fez grandes filmes através de cinco décadas. Entretanto, “Amor Estranho Amor” cresce na revisão permitida pelo resgate histórico no Canal Brasil, como uma obra-solo, por mais que seja difícil não fazer referência a outros tantos títulos do realizador, especialmente os que apresentam o alter-ego Marcelo. Aqui o nome do protagonista não é Marcelo; é Hugo, representado pelo menino Marcelo Ribeiro e pelo idoso Walter Forster, que comparece como uma espécie de fantasma vindo do futuro para relembrar o seu breve período numa mansão que funcionava como um prostíbulo de luxo, onde sua mãe trabalhava e morava. A mãe, vivida por Vera Fischer, chama-se Ana, nome frequentemente usado por Khouri em seus filmes estrelados pelo mulherengo Marcelo. Vera Fischer aparece com uma beleza tão extraordinária neste filme que parece saída de alguma pintura clássica. Não à toa, a cena em que ela se relaciona intimamente com o filho é explicitamente inspirada na Pietà de Michelangelo. O modo como Khouri vê os corpos femininos tem essa relação da apreciação artística. Embora o desejo esteja também presente, o sentido de busca da beleza clássica comparece de maneira forte. E há os close-ups dos olhares, todos poderosos. Principalmente quando vemos Ana, mas também o personagem de Tarcísio Meira, que interpreta um rico político paulista que exige exclusividade de Ana naquele bordel, e tem a intenção de ajudar a liderar a oposição a Getúlio Vargas momentos antes de o presidente instituir o Estado Novo. Uma das coisas que mais chama atenção no filme é seu início, quando o menino Hugo chega no prostíbulo sem saber que ambiente era aquele. Sua intenção é encontrar a mãe, que fica numa situação complicada. Afinal, como explicar a presença de uma criança em um lugar destinado a adultos? E enquanto o garoto espera e é também olhado e assediado pelas outras jovens mulheres do bordel, ouvimos canções clássicas do cancioneiro brasileiro na voz de cantores como Francisco Alves e Orlando Silva. Inclusive, no final do filme, ainda ouvimos mais uma linda do Francisco Alves, chamada “Misterioso Amor”, que brinca com o título do filme e sua temática edipiana. Ainda que vejamos em outros filmes do realizador personagens que atravessam a infância e a adolescência tendo que lidar com o desejo, como em “Eros – O Deus do Amor” (1981) e “As Feras” (1995), em nenhum outro filme de Khouri o complexo de Édipo é tão bem explorado quanto em “Amor Estranho Amor”. Quando o garoto vai para seu quarto e sabe que a mãe está transado com um homem, ele chora copiosamente. O filme ganha uma dimensão onírica quando o desejo inconsciente (ou talvez nem tão inconsciente assim naquele momento) se materializa na cena entre mãe e filho. Eis um filme que oferece pano para manga para uma série de estudos e discussões, que vão muito além da polêmica pobre que se instalou em torno dele nesses anos todos. Além do mais, junto à direção cheia de classe do realizador, há ainda a música sempre brilhante de Rogério Duprat, a Traditional Jazz Band (a banda tem cenas numa festa), a direção de fotografia do mestre Antonio Meliande, um elenco de apoio de primeira linha – Mauro Mendonça e Otávio Augusto, as jovens Vanessa Alves, Sandra Graffi e principalmente Matilde Mastrangi, rainha do cinema erótico brasileiro, que comparece em uma cena pra lá de inspirada. Por tudo isso, a exibição do filme no Canal Brasil com um upgrade na imagem e no som na última quinta-feira (11/2) foi um presente para os cinéfilos e para os apreciadores da obra do diretor.

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    Filmes online: Relatos do Mundo dá “clima de Oscar” ao Top 10 da semana

    12 de fevereiro de 2021 /

    Lançado nos cinemas nos EUA, “Relatos do Mundo” chega ao Brasil direto em streaming, esquentando a programação online com um “clima de Oscar”. Principal filme adulto de uma semana lotada de títulos para adolescentes, o western que volta a reunir o ator Tom Hanks e o diretor Paul Greengrass após “Capitão Phillips” (2013) tem 88% de aprovação no Rotten Tomatoes e disputa vários prêmios na atual temporada de premiações. Mas apesar da presença do astro famoso, quem está se destacando é sua coadjuvante, a alemã Helena Zengel, que, com apenas 12 anos, foi indicada ao Globo de Ouro, SAG Awards e Critics Choice. A trama se passa no período pós-Guerra Civil Americana e acompanha o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), que viaja anunciando as notícias da época, de cidade em cidade, num país em que a imprensa ainda engatinhava. Por sua profissão itinerante, ele aceita o compromisso de levar uma garotinha órfã (Zengel) pelas trilhas selvagens do Velho Oeste para entregá-la a seus parentes. Mas essa missão é posta à prova conforme os dois desenvolvem laços de amizade e ele descobre que os parentes da menina não só não a querem como tem planos perversos para ela. O público adolescente pode se interessar mais pelo final da trilogia “Para Todos os Garotos”, lançamento teen mais marketado da semana, mas não deve dispensar “O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas”, uma alternativa romântica com looping temporal e Kathryn Newton (estrela em ascensão de “Freaky”, “The Society” e futura heroína da Marvel em “Homem-Formiga 3”). Para quem prefere humor mais irônico, as comédias indies “A Festa do Crush” e “Yes, God, Yes” beiram o cult. E tem um detalhe: a última, estrelada por Natalia Dyer (de “Stranger Things”), atingiu 93% no Rotten Tomatoes. A boa programação ainda dá espaço para o novo cinema do Reino Unido e Irlanda com “Miss Revolução”, em que feministas agitam um concurso de Miss em 1970 – fato real, transformado em comédia com Keira Knightley, Gugu Mbatha-Raw e Jessie Buckley – e o terror “Contágio em Alto Mar”, que chamou atenção no último festival de Sitges e tem 87% de aprovação. Cinéfilos em busca de descobertas ainda podem festejar “Beggining” no Mubi. A estreia da georgiana Dea Kulumbegashvili venceu inúmeros festivais – San Sebastian, Trieste, Adelaide, etc – além do Prêmio da Crítica no recente Festival de Toronto. Além disso, é o filme com maior aprovação crítica da presente lista – 94%. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD nesta semana.     Relatos do Mundo | EUA | 2020 (Netflix)     Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre | EUA | 2021 (Netflix)     O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas | EUA | 2021 (Amazon)     Yes, God, Yes | EUA | 2019 (Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     A Festa do Crush | EUA | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Miss Revolução | Reino Unido | 2020 (NOW, Vivo Play)     Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa | Alemanha | 2019 (Apple TV, NOW)     Contágio em Alto Mar | Reino Unido, Irlanda | 2019 (NOW, Vivo Play)     Beginning | Georgia, França | 2020 (Mubi)     Minha Irmã | Suíça, Alemanha | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play)

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    Festival de Berlim seleciona filme brasileiro sobre invasão de terras indígenas

    11 de fevereiro de 2021 /

    O filme “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi, foi selecionado para participar da mostra Panorama do Festival de Berlim 2021, que este ano vai acontecer virtualmente, a partir do dia 1º de março. Bolognesi já esteve na Berlinale em 2018, quando recebeu uma menção honrosa pelo documentário “Ex-Pajé”, que também retratava a vida de povos indígenas. Graças ao trabalho desenvolvido anteriormente, ele contou com a ajuda do líder político e xamã Davi Kopenawa Yanomami para escrever o roteiro e estrelar o novo longa – uma coprodução entre a Gullane e a Buriti Filmes – , que acompanha o cotidiano de uma aldeia ianomâmi, isolada no norte do país há mais de mil anos. Na trama, os indígenas tentam expulsar garimpeiros invasores, que trazem com eles doenças desconhecidas, para proteger seu território, demarcado legalmente. O tema não poderia ser mais atual, tendo em vista as prioridades com sinais trocados do governo Bolsonaro. O Brasil também será representado na próxima edição do festival pela série “Os Últimos Dias de Gilda”, criada e dirigida por Gustavo Pizzi, que foi selecionada para a mostra Berlinale Series. A lista completa de obras selecionadas para a edição de 2021 do evento foi anunciada nesta quinta (11/2) com 15 filmes em sua mostra principal, com a peculiaridade de que todos foram realizados durante a pandemia de coronavírus. “Embora apenas alguns mostrem diretamente o novo mundo em que vivemos, todos eles integram os tempos de incerteza que estamos passando”, disse o diretor artístico da Berlinale, Carlo Chatrianele, em um vídeo que apresentou a seleção. “O sentimento de apreensão está em toda parte.” A lista inclui, entre outras obras, novos filmes da francesa Céline Sciamma (“Retrato de uma Mulher em Chamas”), da alemã Maria Schrader (vencedora do Emmy pela minissérie “Nada Ortodoxa” da Netflix), do romeno Radu Jude (“Aferim!”), do francês Xavier Beauvois (“Dos Homens e dos Deuses”), do mexicano Alonso Ruizpalacios (“Museu”) e do ator alemão-espanhol Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) em sua estreia na direção. Um dos mais velhos festivais do cinema do mundo, a Berlinale, que chega à sua 71ª edição, vai acontecer em duas partes em 2021. A primeira contará com a exibição online dos filmes de 1º a 5 de março, culminando com a premiação dos melhores com os Ursos de Prata e de Ouro. Já a segunda parte contará com a exibição presencial dos filmes, tanto em salas de cinema quanto ao ar livre, e está prevista para acontecer de 9 a 20 de junho, quando serão entregues os prêmios aos vencedores. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luiz Bolognesi (@luizbolognesi66)

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    Cinema brasileiro fica fora do Oscar 2021

    9 de fevereiro de 2021 /

    O Brasil ficou mais uma vez fora da disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional. O país concorria a uma vaga com o documentário “Babenco: Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Barbara Paz, mas não conseguiu passar pela fase eliminatória. Nesta terça (8/1), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou várias listas contendo semi-finalistas em algumas categorias do Oscar 2021, e o filme escolhido pela Academia Brasileira de Cinema (ABC) para representar o país não apareceu entre os 15 que continuam no páreo. A última vez que uma produção brasileira foi indicada à Melhor Filme Internacional aconteceu em 1999, quando a categoria ainda se chamava Melhor Filme em Língua Estrangeira. O feito coube a “Central do Brasil”, que também obteve uma indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. O longa brasileiro perdeu para o italiano “A Vida É Bela”, enquanto Gwyneth Paltrow tirou – controvertidamente – o Oscar de Fernanda com “Shakespeare Apaixonado”. Além da vaga mais cobiçada, a obra de Barbara Paz também tinha esperança de entrar na disputa de Melhor Documentário, após o bom desempenho de “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, no ano passado. Mas isso também não aconteceu. O cinema nacional tampouco conseguiu as indicações que buscava nas categorias de Curta Animado, onde alimentava sonhos com “Umbrella”, de Helena Hilario e Mario Pece, e de Curta Documental, na qual buscava encaixar “Carne”, da diretora Camila Kater. Nenhum desses filmes contou com apoio do governo brasileiro para conseguir suas indicações, graças à paralisação da Ancine e a uma visão ideológica anti-Cultura. Agora, a única chance do país ser representado no Oscar 2021 se concentra em “Bacurau”, com chances remotas nas categorias técnicas. Embora não tenha sido indicado pela ABC ao Oscar Internacional, onde teria chances maiores, o thriller de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho passou a ser considerado elegível para categorias técnicas após seu lançamento nos EUA no ano passado. O feito de um filme brasileiro disputar prêmios com os lançamentos americanos já aconteceu antes com o fenômeno “Cidade de Deus”, que apesar de barrado na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2003, concorreu a nada menos que quatro Oscars em 2004: Melhor Fotografia, Edição, Roteiro e Direção. Os 15 filmes que ainda estão na disputa das cinco indicações de Melhor Filme Internacional são: “Quo Vadis, Aida?” – Bósnia e Herzegovina “El Agente Topo” – Chile “Charlatan” – República Tcheca “Druk – Mais Uma Rodada” – Dinamarca “Nós Duas” – França “La Llorona” – Guatemala “Shaonian de ni” – Hong Kong “Crianças do Sol” – Irã “La Nuit des Rois” – Costa do Marfim “Ya No Estoy Aquí” – México “Håp” – Noruega “Colectiv” – Romênia “Dorogie Tovarishchi” – Rússia “Yangguang Puzhao” – Taiwan, “The Man Who Sold His Skin” – Tunísia E os 15 filmes na disputa de Melhor Documentário são: “Até o Fim: A Luta pela Democracia” “Boys State” “Collective” “Crip Camp: Revolução pela Inclusão” “As Mortes de Dick Johnson” “Gunda” “MLK/FBI” “El Agente Topo” “Professor Polvo” “Notturno” “The Painter and the Thief” “76 Days” “Time” “The Truffle Hunters” “Bem-vindo à Chechênia”

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    Lucas Penteado é convidado a fazer primeiro filme

    8 de fevereiro de 2021 /

    Lucas Penteado já colhe os frutos de sua participação no BBB 21. O ator, que participou de “Malhação”, teria sido convidado para fazer seu primeiro filme. Segundo o colunista Fefito, a iniciativa partiu da diretora Sabrina Fidalgo, que pretende inclui-lo em “Karnaval”, seu próximo trabalho. Curta-metragistra premiada, ela também desenvolve atualmente um projeto de série para a Globo que tem como título “As Manas”. O filme estaria “em fase inicial de desenvolvimento”. Não está claro se é um novo curta ou a estreia da diretora em longa-metragem. Desde que deixou a casa do “BBB”, o ator tem recebido grande solidariedade. Além de ter ganhado vaquinhas no seu nome, já acumula mais 7,5 milhões de seguidores no Instagram, o que deve lhe render muitos trabalhos como influenciador. Paralelamente, ele também foi incluído numa acusação criminal, movida por uma ex-namorada que se diz vítima de agressão e cárcere privado. O processo foi aberto em 1 de fevereiro na Delegacia da Mulher de Diadema, na Grande São Paulo.

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    Bacurau é premiado pelos críticos de Toronto, no Canadá

    8 de fevereiro de 2021 /

    A Associação de Críticos de Cinema de Toronto, no Canadá, considerou “Bacurau” como Melhor Filme Estrangeiro do ano. O longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles superou “Druk – Mais uma Rodada” (da Dinamarca) e “Uma Mulher Alta” (da Rússia), que ficaram em 2º e 3º lugares. Esta é a segunda premiação da crítica norte-americana vencida pela produção brasileira. “Bacurau” já havia vencido a mesma categoria na premiação da Associação de Críticos de Nova York. Lançado nos cinemas norte-americanos em março do ano passado, o filme também foi indicado ao Spirit Awards 2021 (o Oscar do cinema independente).

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    Filme proibido de Xuxa vai passar pela primeira vez na TV

    7 de fevereiro de 2021 /

    O filme “proibido” de Xuxa vai passar pela primeira vez na televisão. O Canal Brasil programou para a próxima quinta-feira (11/2), à 0h30, a exibição de “Amor, Estranho Amor”, de 1982, em que Xuxa Meneghel, então com 18 anos, aparece nua. Na trama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – , a futura apresentadora do “Xou da Xuxa” – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – interpreta uma garota de programa menor de idade, que seria dada de presente para um político poderoso da região de Santa Catarina, 30 anos mais velho que ela. O detalhe é que, além de aparecer em cenas de nudez, a história também mostrava Xuxa simulando sexo com um garoto de 12 anos. Ela acabou se arrependendo de ter participado da produção após passar a apresentar programas infantis, dando início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse a circular. Por muito tempo, ela conseguiu barrar a exibição do longa. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018. Desde então, Xuxa tem falado abertamente sobre o filme em entrevistas. Ao aparecer no “Fantástico”, em novembro passado, até incentivou seus fãs a assistirem. “Quem não viu, por favor, veja. Fala de uma coisa atual, exploração infantil, realidade de muita gente. Essa é uma ficção, mas a realidade existe com o nome de exploração infantil”. Xuxa não é a única famosa do filme. O elenco conta com nomes de peso, como Tarcísio Meira, Vera Fischer e Mauro Mendonça. Vera Fischer, inclusive, era produtora de “Amor, Estranho Amor” e disse ter tomado prejuízo por Xuxa embarreirar projetos de relançamento, distribuição em vídeo e até mesmo exibição na TV, o que só está acontecendo agora, 39 anos após a estreia original da obra de Walter Hugo Khouri (1929-2003). O fato de ser “proibido” acabou transformando a obra numa sombra eterna para Xuxa. Vira e mexe, fotos da produção surgem na internet como forma de atacar a apresentadora, repercutindo insinuações de que ela filmou uma produção pornográfica, o que não é verdade. Quem se empolgar com a perspectiva da exibição, deve considerar que o diretor Walter Hugo Khouri era adepto do “cinema de arte”, inspirando-se nos filmes mais lentos de Bergman e Antonioni, apesar das doses generosas de nudez tropical para atrair o público. Muitos podem considerar a experiência mais entediante que excitante. De todo modo, não deixa de ser muito curioso que a produção estreie na TV paga num canal que pertence ao grupo Globo, onde Xuxa foi coroada Rainha dos Baixinhos.

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    Filmes online: Novo anime do diretor de Seu Nome e drama de Zendaya no Top 10 da semana

    5 de fevereiro de 2021 /

    Sem estreias nos cinemas, as plataformas digitais concentraram um número elevado de lançamentos neste fim de semana. Em outros tempos, muitos desses filmes começariam suas trajetórias em tela grande, talvez por isso sejam cada vez maiores as telas das TVs vendidas durante a pandemia. Embora o título mais badalado da lista seja “Malcolm & Marie”, o drama intimista se destaca mais por comprovar as capacidades dramática e empresarial de Zendaya, em seu primeiro papel adulto e seu primeiro filme como produtora. Durante a paralisação das gravações de “Euphoria”, a atriz ligou para o criador da série, Sam Levinson, perguntando se não teria algo fácil e rápido para filmar durante a quarentena, aproveitando que estavam todos parados. Em seis dias, Levinson escreveu uma discussão de relação, filmou Zendaya e John David Washington (“Tenet”) em preto e branco durante duas semanas e vendeu o projeto para a Netflix por US$ 30 milhões. Zendaya ganhou elogios da crítica e um cheque milionário. Apesar do investimento da Netflix, o grande filme da semana é uma animação disponibilizada em VOD (locação digital): “O Tempo com Você” (Weathering with You). Tão boa que o Japão resolveu selecioná-la como representante do país na busca por uma vaga no Oscar passado. Assim como “Seu Nome”, obra-prima anterior de Makoto Shinkai, o novo longa lida com romance sobrenatural, ao acompanhar a relação entre um garoto e uma garota que parece poder manipular o clima. O tema das mudanças climáticas, numa metáfora da situação do mundo atual, ajudou a obra a conquistar o público adulto, arrecadando mais de US$ 100 milhões nas bilheterias japonesas. A lista ainda inclui o último bom filme de Mel Gibson, lançado antes da fase trash atual, um thriller de guerra explosivo, duas ficções científicas diferentes (de países com pouca tradição no gênero) e, claro, “A Febre”. Longa de estreia da jovem cineasta Maya Da-Rin, “A Febre” rendeu a Regis Myrupu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Locarno, na Suiça, além de dezenas de troféus em vários festivais, como Biarritz (França), IndieLisboa (Portugal), Lima (Peru), Chicago (EUA), Punta del Este (Uruguai), Pingyao (China), Rio e Brasília. Com a produção adquirida pela Netflix, a história de Justino (Myrupu) será agora conhecida em todo o mundo. O protagonista é um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Muito branco para sua tribo, muito índio para os brancos, o viúvo só tem a companhia da filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Com a expectativa de ficar sozinho, ele é tomado por uma febre forte e passa a acreditar que uma criatura misteriosa segue seus passos, em meio ao seu cotidiano urbano, o que lhe impulsiona a reencontrar suas raízes. Uma obra para ver, refletir e discutir. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes (entre quase três dezenas) disponibilizados em streaming nesta semana.     O Tempo com Você | Japão | 2019 (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     Nova Ordem Espacial | Coreia do Sul | 2021 (Netflix)     Inteligência Artificial – Ascensão das Máquinas | Sérvia | 2018 (Apple TV, NOW)     Justiça Brutal | EUA | 2018 (Apple TV, Amazon, Google Play, YouTube Filmes)     Posto de Combate | EUA | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, YouTube Filmes)     A Sombra de Stalin | EUA | 2018 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Malcolm & Marie | EUA | 2021 (Netflix)     Todos os Meus Amigos Estão Mortos | Polônia | 2020 (Netflix)     Inocência | Coreia do Sul | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     A Febre | Brasil | 2019 (Netflix)

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    BAFTA Awards 2021: Bacurau é semifinalista no “Oscar britânico”

    4 de fevereiro de 2021 /

    O filme brasileiro “Bacurau” passou pela primeira peneira do BAFTA Awards 2021 (o Oscar britânico) e é um dos 15 longas-metragens que concorrem a uma vaga entre os indicados finais na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa da premiação. A lista dos pré-selecionados foi divulgada nesta quinta (4/2) pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), junto com os finalistas em diversas outras categorias. Assim como o Oscar, para conseguir indicações ao BAFTA os filmes passam por uma espécie de “eliminatória”, em que a longa lista de todos os filmes elegíveis é diminuída para 15 títulos. Um novo corte a partir desses semifinalistas resulta na lista definitiva dos indicados na premiação. Para conseguir ser nomeado ao prêmio, o filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles precisará superar candidatos fortes, como o dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), que venceu o prêmio da Academia Europeia, o italiano “Rosa e Momo”, com Sophia Loren, e o americano (falado em coreano) “Minari”, que venceu o Festival de Sundance no ano passado. A lista preliminar da categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa também incluiu “Os Miseráveis” (França), “Transtorno Explosivo” (Alemanha), “Collectiv” (Romênia), “Dorogie Tovarishchi” (Rússia), “Ya No Estoy Aquí” (México), “El Agente Topo” (Chile), “Nuevo Orden” (México), “The Painter and the Thief” (Noruega), “Quo Vadis, Aida?” (Bósnia), “O Traidor” (Itália) e “The Truffle Hunters” (Itália). Os indicados serão anunciados em 9 de março e a cerimônia de premiação está marcada para 11 de abril, em Londres.

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  • Filme,  Música

    Dado Villa-Lobos fará trilha do filme sobre a Fluminense FM

    3 de fevereiro de 2021 /

    O músico Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião Urbana, está fazendo a trilha sonora do filme “Aumenta que é Rock’n’Roll”, sobre a história da rádio Fluminense FM nos anos 1980. Conhecida como “a Maldita”, a rádio foi fundada em 1982 e se tornou a primeira FM especializada em rock no Brasil – um ano antes da gaúcha Ipanema FM e três anos antes da paulista 89 FM. A emissora chegou a se tornar a segunda rádio mais ouvida no Brasil e tocava em sua programação até fitas demo de bandas novas, entre elas a Legião Urbana – bem antes de suas primeiras gravações oficiais. O filme é baseada no livro autobiográfico de Luis Antonio Mello, fundador da “Maldita”, que deixou a rádio depois do primeiro Rock in Rio, em 1985. Acompanhando o apogeu e a queda da geração mais popular do rock brasileiro, a Fluminense durou apenas até 1990. Segundo a coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, a produção também mostrará um show da Legião Urbana. “Aumenta que é Rock’n’Roll”, cujo título lembra uma música da época, gravada por Celso Blues Boy (“Aumenta que Isso Aí é Rock’n’Roll”), tem direção de Tomás Portella (“Operações Especiais”, “Desculpe o Transtorno”) e destaca em seu elenco Johnny Massaro (“O Filme da Minha Vida”), Marina Provenzano (“Bom Dia, Verônica”), Adriano Garib (também de “Bom Dia, Verônica”), George Sauma (“Sai de Baixo: O Filme”), João Vitor Silva (“Impuros”) e Flora Diegues (“O Grande Circo Místico”). Por sinal, este foi o último trabalho de Flora, filha do diretor Cacá Diegues e da produtora Renata Magalhães, que faleceu em 2019, vítima de um câncer.

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